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 Mensagem 1º Dez 2010 SAR. D. Rosário XXII duque de Bragança

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MensagemAssunto: Mensagem 1º Dez 2010 SAR. D. Rosário XXII duque de Bragança   Ter Nov 30, 2010 12:35 pm

Portugueses e portuguesas

A hora é grave!

Faz hoje precisamente um ano que alertámos os portugueses para tudo o que de negativo já está a acontecer na nossa economia e na nossa vida quotidiana.

http://www.monarquicos.com/forum/viewforum.php?f=20&sid=6fa622d3545a390af5a3a31737a10d44

http://casa-real-portuguesa.ativo-forum.com/

A falência de Portugal é hoje uma evidência, a destruição das empresas, da agricultura e das pescas por sucessivos governos só podia levar Portugal aos caminhos da desgraça, da miséria, e da fome.

Não vou hoje rebater assuntos nem alertar para os mesmos assuntos sobre os quais já escrevi, podem reler os meus anteriores discursos, estão bem actuais e infelizmente concretizaram-se os meus piores receios.

Aproveitando o facto de alguns municípios estarem a colocar em prática algumas das nossas ideias positivas, como seja o assunto da cedência de terrenos para hortas comunitárias vou aproveitar esta breve comunicação para passar algumas ideias que considero positivas para a sobrevivência do povo português e de Portugal e posterior recuperação económica.

Antes porém chamo mais uma vez a atenção dos portugueses para o facto do governo Sócrates pela mão do Ex. Ministro Freitas do Amaral com o cinismo cúmplice do actual ministro Dr. Luís Amado terem tentado silenciar a minha voz e destruir a verdadeira Casa Real Portuguesa, continuado a acobertar a aberração histórico jurídica que foi impingida aos portugueses por Salazar na grotesca , ridícula, mas conveniente figura de Duarte Pio, pseudo duque de Bragança.

Um governo e um ministro que denega o direito à justiça e permite perseguições de carácter pessoal e politico não merece a confiança dos portugueses, nem se pode chamar ou considerar democrático. Não serve pois os interesses da nação!

A democracia não pode ser verbo-de-encher, mas tem de ter uma tradução no cumprimento em primeiro lugar dos direitos consagrados na lei maior a Constituição e na protecção e garantia dos direitos humanos fundamentais.

Observando a situação actual podemos verificar que os políticos estão desorientados desde o chefe de estado ao governo, passando pelas inúmeras estruturas de poder a desorientação é total, porque efectivamente há uma contradição na execução de politicas que enviando sinais opostos aos agentes económicos criaram tal confusão que só pode resultar em desastre.

Tomemos como exemplo a situação que está agora a ser dinamizada das hortas comunitárias, pela emergência de alimentos fruto da desgraça que se abateu sobre milhares de famílias. Ao mesmo tempo que os municípios que são parte integrante do Estado, estimulam estas hortas comunitárias, os partidos por via dos seus representantes no Parlamento Europeu andam a negociar a aprovar uma vergonhosa legislação chamada “ Codex Alimentárius” onde futuramente para se poder comer uma laranja ou uma couve pode ser necessária receita médica, ou seja uma legislação que vai proibir as pessoas de terem hortas de cultivarem os seus alimentos. Esta situação que parece ser surrealista é infelizmente verdade e os alimentos biológicos e saudáveis passam a ser considerados medicamentos ou seja drogas. A loucura é tal que nos EUA já vários agricultores estão a ser presos e as suas quintas alvo de assalto por forças policiais de elite como se de traficantes de droga se tratassem depois da aprovação do dito “ Codex Alimentárius”

Como podemos confiar em políticos que fingem dar com uma mão e nos cravam um punhal nas costas com a outra?

Como podemos confiar em políticos que oram mandam arrancar vinhas e oliveiras ora as mandam plantar?

Como podemos confiar em políticos que hoje dizem uma coisa e juram a pés juntos que vai ser assim, para dias depois dizerem exactamente o contrário?

Como podemos confiar em políticos que retiraram milhões das finanças públicas para os colocar nas mãos dos banqueiros privados, porque estes aplicaram mal dinheiros dos depositantes em jogadas de alto risco?

Como podemos confiar em políticos que não respeitam nem preservam a identidade cultural dos portugueses?

É pois a hora dos portugueses se começarem a defender-se sozinhos e não contarem com os políticos para nada!

Este meu discurso é pois dirigido ao povo português para que estejam alerta e se preparem para o pior que ainda está para vir.

Em primeiro lugar alerto as famílias para a necessidade de controlarem as vossas economias e o vosso dinheiro, não confiem o vosso dinheiro ao sector bancário, pois de um momento para o outro podem ficar como já estão os clientes do BPP e BPN, os bancos apesar da injecção de dinheiro do estado desviado com a maior desfaçatez aos contribuintes estão sem liquidez isto é sem capacidade de garantir todos os depósitos dos clientes, duvidamos mesmo que consigam satisfazer 10% desses depósitos e se a situação não está mais evidente tal se deve ao simples motivo das transacções comerciais serem feitas em sua maioria por cartões de crédito, onde os agentes se limitam a colocar e retirar números das contas, pois dinheiro vivo não há!

Apelo também às famílias que tenham reservas de ouro que não caiam na asneira de o vender, preservem pois o ouro em caso de banca rota é o vosso único garante de poder comprar alguns bens que podem ser essenciais para a vossa sobrevivência. Vejam como as empresas de compra de ouro se multiplicam como cogumelos, pois eles sabem que o ouro tem sempre valor ao contrário do papel moeda que de um momento para o outro pode valer zeros.

Retirar o vosso dinheiro do banco e controlarem a vossa vida financeira é o que de melhor podem fazer para os políticos e os banqueiros perceberem que já chega de brincar com a vida dos portugueses.

Recomendo que quem tenha terra deite mãos ao trabalho, cultivando os terrenos ou fazendo parcerias com pessoas que não tenham terra, mas tenham vontade de a trabalhar.

Aprendam a conhecer as plantas selvagens comestíveis e outros recursos dos quais possam deitar mão para satisfazer as vossas necessidades alimentares na hora em que a situação económico-social se agravar mais. No nosso fórum http://casa-real-portuguesa.ativo-forum.com/ estamos a colocar algumas plantas selvagens comestíveis e a dar várias ideias práticas para uma vida saudável e mais barata como seja fazer leite de soja ou arroz em casa, pastas de dentes e outras coisas úteis e que podem ser acrescentadas por qualquer um que queira colaborar.

Façam uma petição no sentido do governo autorizar a caça e a pesca por motivos de sobrevivência a famílias de baixos rendimentos com isenção de licenças e permitindo o recurso a técnicas normalmente ilegais.

Criem grupos de vizinhança para a entre ajuda, aprendam a colaborar e a partilhar.

Construam alternativas e se necessário criem um sistema de monetário paralelo em senhas ou vales que vos permita a troca de bens e serviços quando a situação o exigir, uma vez que estão habituados a certas referencias e este sistema permite uma menor confusão mental quando as coisas acontecerem.

Acima de tudo não se envolvam em confrontos uns com os outros, mas antes colaborem.

O povo não precisa dos políticos nem das altas individualidades para sobreviver, porque as pessoas do povo sabem como trabalhar e retirar alimentos da terra, eles é que precisam de vocês para sobreviver.

O maior castigo que podem aplicar aos políticos é a resistência passiva, desligarem as televisões, deixarem de comprar jornais e revistas que nada mais fazem que intoxicar-vos mentalmente não vos ensinando nada de útil, mas antes desviando a vossa atenção das manobras de bastidores na politica e na chamada alta finança. Não se deixem controlar, tomem a vossa vida e o vosso destino nas vossas mãos, pois só assim sereis verdadeiramente livres e felizes.

Não se deixem amedrontar há muitas soluções e escapatórias para ultrapassar estas dificuldades impostas pelos políticos , riam sempre e sejam felizes a alegria e a união entre todos fará dos portugueses um povo vitorioso!

Viva Portugal

D. Rosário XXII duque de Bragança
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MensagemAssunto: Cantona apela ao levantamento de dinheiro nos bancos   Ter Nov 30, 2010 8:19 pm

http://www.publico.pt/Economia/cantona-pode-fazer-tremer-o-sistema-financeiro_1468631

Eric Cantona, ex-futebolista francês que ficou conhecido tanto pelas suas qualidades como jogador como pela indisciplina e agressividade, lançou uma ideia que, a ser concretizada por um grande número de cidadãos europeus, poderia paralisar o sistema financeiro. Cantona, actualmente com 44 anos, defendeu numa entrevista a um jornal regional francês que são precisas formas de contestação alternativas às greves e às manifestações e que é necessário que se faça "uma verdadeira revolução".
O vídeo de Cantona tornou-se um sucesso no YouTube (Christian Hartmann/REUTERS)

"Não peguemos em armas para matar pessoas e começar uma revolução. Nos dias de hoje, é muito fácil fazer uma revolução. O sistema assenta no poder dos bancos, por isso tem de ser destruído através dos bancos", defendeu o ex-jogador, que, nos últimos anos, tem dividido o seu tempo entre o cinema e as acções de beneficência, através da Fundação Abbé Pierre, que presta apoio a pobres e sem-abrigo.

Na entrevista, dada depois da forte contestação dos franceses ao plano de austeridade, com implicações nos impostos, redução da despesa pública e aumento da idade da reforma, o antigo jogador que, ao longo da carreira, ganhou fama de "enfant terrible" - é famoso, por exemplo, o golpe de kung fu que em 1995 deu a um adepto do Crystal Palace e que lhe valeu 120 horas de serviço comunitário - sustentou que o seu conceito de revolução é simples: "Em vez de irmos para as ruas, conduzir durante quilómetros, basta ir ao banco e levantar o dinheiro. Se houver muita gente a fazer levantamentos, o sistema colapsa. Sem armas, sem sangue."

Por que é que estamos a dar destaque à entrevista de Eric Cantona, que chegou a ser apelidado de "rei" nos tempos áureos da sua carreira futebolística, no Manchester United, na década de 90? Porque a entrevista ao jornal Press Océan, de Nantes (Zona Centro), foi gravada em vídeo. E esse vídeo foi colocado no YouTube, e já registou dezenas de milhar de visitas. Bastante menos, contudo, do que os mais de quatro milhões de visionamentos que, poucos dias depois do jogo amigável entre Portugal e Espanha, já tinha o vídeo do momento em que Cristiano Ronaldo viu um golo anulado.

Mas a proposta de Cantona teve uma consequência imediata que não pode ser desprezada, já que serviu de mote a um movimento na Internet, o StopBanque, que apela aos cidadãos europeus, e não apenas aos franceses, para que façam levantamento de dinheiro, aos balcões dos bancos, num dia em concreto: 7 de Dezembro.

Já terão sido manifestadas mais de 14 mil intenções de adesão a esta iniciativa, e a mensagem do StopBanque começa a ser replicada noutros países, com destaque para a Inglaterra, e também noutras redes sociais, designadamente no Facebook.

Pode um movimento maciço de levantamentos colapsar o sistema financeiro? Em teoria, pode. É expectável que isso venha a acontecer? Não.

Guardar no colchão?

Vamos aos factos. Há largas centenas de milhar de consumidores, para não falar em milhões, furiosos com o sistema bancário. A crise foi gerada no seio dos bancos - começou pelos exageros na concessão de crédito imobiliário nos Estados Unidos, o chamado "subprime" -, arrastou a economia mundial para uma recessão como não há memória, obrigando os Estados a resgatar bancos e a gastar muito dinheiro para dinamizar a economia e evitar consequências maiores.

Na sequência deste esforço, feito com recurso à emissão de dívida, os défices públicos dispararam e rebentou a crise da dívida pública, que, agora, está a obrigar os governos de vários países a lançar ambiciosos planos de austeridade que incidem fundamentalmente sobre o aumento de impostos, redução de salários, cortes na idade da reforma.

Apesar de serem centenas de milhar os consumidores descontentes, ou com vontade de fazer uma birra, seriam precisos apenas algumas dezenas de clientes para criar perturbação. Bastava dirigirem-se aos balcões, no mesmo dia, à mesma hora, para esgotar o pouco dinheiro que as agências têm em caixa ou nos cofres-fortes e criar uma situação de total paralisia do sistema. Os bancos apenas guardam uma pequena parte dos depósitos que recebem, canalizando o restante para empréstimos e para outros investimentos.

Mas, apesar da profunda revolta dos cidadãos - chamados a pagar uma factura elevada quando acham que pouco ou nada contribuíram para esta crise -, é pouco provável que o cartão vermelho pedido por Cantona ganhe muitos adeptos.


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MensagemAssunto: Para reflectir!   Sab Dez 11, 2010 10:53 am

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MensagemAssunto: Re: Mensagem 1º Dez 2010 SAR. D. Rosário XXII duque de Bragança   Hoje à(s) 4:22 pm

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