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 Mensagem de Ano Novo 2011 SAR. D. Rosário

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Data de inscrição : 24/05/2010

MensagemAssunto: Mensagem de Ano Novo 2011 SAR. D. Rosário   Qui Dez 30, 2010 3:32 pm











Portugueses e Portuguesas no meu discurso de Ano Novo de 2010 http://casa-real-portuguesa.ativo-forum.com/t43-mensagem-ano-novo-2010 cuja actualidade não se perdeu traçamos um quadro de diagnóstico geral das situações que levaram aos descalabro económico e que consequentemente irão conduzir-nos ao descalabro social se vocês continuarem adormecidos por novelas e futebol até o dia que vos falte o prato de sopa na mesa e sejam obrigados a acordar pela força das circunstancias.

Ao contrário do actual Chefe de Estado que não quer que se fale no estado real da Economia alegando a não perturbação dos mercados por causa da taxas de juro, como se os financiadores internacionais fossem ingénuos, quando a realidade o que se pretende é encobrir a co – responsabilidade diria até a grande responsabilidade na destruição do tecido produtivo português nomeadamente no sector da agricultura e pescas.

Os portugueses não podem ter memória curta, quando se trata de alguém que entre outras conduziu a privatização dos sectores estatais altamente lucrativos, ou seja entregou a privados empresas lucrativas que geravam mais valias para o Estado, isto é para a sociedade e para todos os portugueses, para passarem a encher os bolsos de meia dúzia. Não fosse isto já de si muito grave acrescenta-se o facto de algumas dessas empresas serem estratégicas como seja o caso da PT, da GALP da EDP e das águas cujas tarifas tem repercussões em toda a sociedade e em toda a economia, isto para já não falar do sector bancário onde se passaram as maiores bizarrias como seja aquele famoso caso do banqueiro que comprou o banco com um cheque do banco que ainda não era dele….

Como é nosso apanágio vamos falar e vamos falar a verdade!

A Economia em Portugal está mal, está péssima e assim vai continuar enquanto não houver alguém que tenha uma visão estratégica de médio e longo prazo como só uma Casa Real e um regime monárquico podem ter. É impossível qualquer recuperação económica com políticos de competência duvidosa e sem curriculum de vida a trabalharem não para o bem-estar e garante do futuro de Portugal e dos Portugueses, mas para o próximo círculo eleitoral onde a sua preocupação é aparecer bem na fotografia de forma a garantir mais 4 ou 5 anos de poleiro para si e para os boys.

Quer isto dizer que o primeiro ponto para a resolução da grave situação económica e social a que chegámos é uma mudança de regime, para um regime que tenha uma duração temporal que permita uma visão estratégica de longo prazo, facto que só uma monarquia pode dar. Obviamente que uma monarquia onde o rei não seja uma figura decorativa mas que tenha alguns poderes de intervenção que permitam orientar e traçar as linhas e objectivos do bem-estar social e económico da nação.

O segundo aspecto é a responsabilização dos agentes políticos. O povo tem de conhecer os seus representantes, estes tem de prestar contas ao povo e tal só se consegue modificando o actual estado onde os partidos são uma espécie de intermediários que defendem apenas os interesses das clientelas sem que o povo conheça quem elege além dos cabeça de cartaz.

Não somos contra os partidos enquanto organizações legítimas de ideais filosóficos ou doutrinários, eles tem o seu papel, somos sim contra a exclusividade e obrigatoriedade dos cidadãos acederem aos cargos públicos por essa via. A democracia não se esgota nos partidos, pelo contrário existem fórmulas usadas em outros países bem democráticos e até em Portugal no passado, como seja o municipalismo, a democracia directa, os círculos uninominais etc. que podem e devem obrigatoriamente ser estudadas e incorporadas no sistema legislativo para que a democracia se abra a uma maior participação e debate cívico, para que os cidadãos que queiram ter voz activa na politica não sejam obrigados a vender a alma aos partidos e às suas maquinas de ambição e poder. Só uma sociedade em que os cidadãos estejam conscientes e participantes na gestão da coisa pública é que é possível evoluir e crescer para o bem comum.

Resolvendo a questão de regime teremos então de traçar as linhas de actuação na economia e na sociedade que se interligam.

Na questão económica Portugal tem de conhecer os recursos disponíveis, os recursos potenciais e a partir desse conhecimento traçar um quadro de actuação.

Entendemos que as duas prioridades são a independência energética e alimentar sem isto não há recuperação económica possível. Então o que é preciso fazer? Em primeiro lugar necessitamos de calcular os gastos energéticos actuais e numa perspectiva a longo prazo digamos 30 anos, temos de saber exactamente quanto precisamos de electricidade, combustíveis fosseis etc. Temos de saber quanto produzimos e quanto vamos precisar. Temos de saber quanto podemos produzir e quais os sistemas que podemos usar para produzir mais, melhor e mais limpo. Teremos de fazer essas contas todas e implementar já no terreno os meios necessários para obter essa energia.

É verdade que de inicio pode ser caro, como está agora a ser a implementação das eólicas mas na medida em que nos tornamos independentes tal significa que não há saída de divisas para a compra dessa energia e que pelo contrário poderemos até exportar energia. Na parte dos combustíveis fosseis como seja a gasolina, gasóleo etc. todos já sabemos que é preciso fazer a reconversão energética não só porque estes combustíveis são altamente poluentes pondo em risco a humanidade com as alterações climáticas, como pelo facto de começarem a escassear e principalmente porque são caros e não tendo produção própria nos obrigam a desbaratar fortunas que de outra forma seriam riqueza nacional, poupança nacional.

Por esse motivo também nós colaborámos em auxilio a projectos de desenvolvimento da tecnologia do hidrogénio http://casa-real-portuguesa.ativo-forum.com/t55-d-rosario-e-a-questao-do-hidrogenio , até ao momento do vil ataque de que fomos alvo http://www.realcasaportuguesa.org/fich/crimes_mne.pdf , na tentativa de nos silenciarem. A tecnologia do hidrogénio pode com relativa facilidade ser aplicada aos motores de combustão existentes fazendo a sua reconversão isso já foi feito, http://www.youtube.com/watch?v=0a5uI5XMnyw existe e apenas não vingou porque os interesses das petrolíferas e os governos corruptos a elas vendidos não o permitiram.

Temos de estudar outras potencialidades como sejam os motores magnéticos, http://www.youtube.com/results?search_query=magnetic+motor&aq=f os geradores impulsionados por motores Stirling aquecidos a energia solar com espelhos parabólicos http://www.youtube.com/watch?v=qU48ckoUuLc como estão a ser implementados na Califórnia. Temos de acarinhar os inventores de garagem e ver o que anda por aí escondido e que pode dar respostas importantes para a geração de energia com aproveitamento dos recursos limpos.



Temos de incentivar a micro geração energética onde os cidadãos possam gerar parte ou a totalidade da energia que gastam de forma limpa, enfim temos de garantir tão breve nos seja possível a independência energética nacional.



A questão da independência alimentar é absolutamente fabulosa e Portugal com os seus micro climas pode em pouco tempo passar de importador a exportador, desde que tenha a orientação certa que é dada de cima para baixo com os exemplos do poder politico, facto que não acontece agora.

Em primeiro lugar os cidadãos que tenham terrenos devem ser incentivados a produzir a sua própria alimentação, cultivando as hortas. Por outro lado devem ser disponibilizados terrenos pelos municípios para quem não os tem poder dessa forma aceder à terra e assim cultivar. Esta é uma primeira etapa mais urgente para acudir aos momentos graves e evitar a fome que se avizinha.

Quem não se lembra do poupado Salazar que com todos os seus defeitos, deixou os cofres abastados, que tinha a horta na residência oficial, cultivando aí a comida que consumia. Exemplo para certos governantes que nos mandam poupar, para depois gastarem do nosso dinheiro em faustosas refeições em restaurantes de luxo.

A médio prazo podemos conseguir algo de fabuloso no sector agrícola incentivando a produção de frutas e árvores tropicais nas áreas mais a Sul de Portugal e nas regiões autónomas. Como exemplo poderemos facilmente produzir frutas como bananas, maracujás, ananases, etc. em quantidade para consumo interno e até para exportação para os mercados do norte europeu.

Muito importante também é o potencial que temos de reaproveitar terrenos que hoje em dia nada dão recuperando-os com tecnologia da permacultura, http://casa-real-portuguesa.ativo-forum.com/t14-permacultura reconvertendo terrenos inférteis e pobres em terrenos férteis e produtivos em muito pouco tempo. Podemos nas zonas a Sul criar matas de árvores de madeiras nobres e exóticas aliviando a pressão dos madeireiros nas florestas tropicais e trazendo mais valias para os proprietários. Por exemplo a cultura de arvores como a Teca que valem a preços actuais 1200 euros o metro cúbico, em 20 anos uma arvore tem em média 2 metros cúbicos de madeira com a possibilidade de 400 arvores por hectare, ou seja onde hoje estão estevas giestas e silvas que nada dão, amanhã podem estar a crescer fortunas, um agricultor com 20 hectares de terra se plantar um hectare por ano para colher um hectare por ano terá de rendimento anual a valores actuais de quase um milhão de euros, este é um potencial que não pode ser negligenciado.

Mais a Norte podemos plantar Robinias cujo valor de mercado está agora nos 300 euros m2, também devemos recuperar a floresta original de Sobro, Azinho, carvalho, castanheiro e outras aproveitando o seu potencial quer de madeira quer de bolota/ castanha para complemento de farinha para culinária e pão.

Na questão dos cereais que é uma questão importante não só para alimentação humana mas pecuária podemos implementar alternativas mais inteligentes de forma a reduzir dependências externas, como por exemplo o uso de opuntias as conhecidas figueiras da Índia que podem ser usadas como vedação das propriedades com múltiplas funções quer de barreira a fogos quer de alimentação para o gado leiteiro ( cabras, vacas e ovelhas) que podem viver quase exclusivamente das folhas sendo que 1 hectare de figueiras da índia em plena produção dá para alimentar cerca de 80 vacas leiteiras por ano, com uma produção de mais de 300 toneladas de folha. Os figos podem ser ainda usados para alimentação humana pela sua riqueza em anti oxidantes e propriedades medicinais e ainda para alimentação de porcos em regime de semi-liberdade. Aos 10 anos uma figueira dá cerca de 200 kg de figo mais velha pode chegar a toneladas ou seja teoricamente dá para alimentar um porco quase um ano, teoricamente porque os figos têm época, para aproveitamento anual teria de se estudar forma de os conservar.

Ainda na agricultura deveremos proteger e incentivar as espécies nacionais de frutos e legumes, que embora mais pequenos, são mais saborosos e saudáveis, mas para isso temos de deixar de estar debaixo do jugo de Bruxelas que por via da normalização está a destruir a nossa singularidade e produtos de qualidade para nos impor as maiores porcarias cheias de corantes e químicos que envenenam o ambiente e os cidadãos.

Portugal é singular em tudo, tem uma riqueza e um potencial que não está a ser aproveitado! Estes políticos não criaram as condições educacionais e legislativas que levassem os portugueses como eu vos quero levar a conhecer os seus recursos a aproveitarem o que está ao vosso lado e vocês não conhecem ou não ligam e é bom, mais que bom é de qualidade Gourmet.

Os portugueses são ricos e estão a ficar na miséria por não usarem e aproveitarem as riquezas que tem e depois andarem a comprar porcarias cheias de hormonas e pesticidas de fora.

Basta ir por essas estradas e ver os municípios alentejanos com avenidas carregadas de laranjeiras que caem para o chão e depois vai-se ao supermercado comprar laranjas de Israel cheias de químicos para aguentarem as viagens de barco e sem sabor nenhum porque apanhadas ainda em verde para resistirem mais tempo. O mesmo digo em relação às romãs, outra fruta óptima com potencialidades anti cancerosas, ricas em anti-oxidantes que são deixadas a cair por esses quintais para se andar a comprar frutas importadas que não valem nada e até romãs importam estando as nossas a apodrecer. Sabiam vocês que temos uma qualidade de romã que é única no Mundo e que podemos exportar? É verdade nós temos fabulosas romãs negras que entre outras dão para tratar o vitiligo uma doença onde se perde a pigmentação da pele.

Estes são apenas pequenos exemplos que ilustram o desgoverno que se instalou em Portugal e a falta de visão estratégica de futuro, que ilustram o quanto incompetentes são os actuais governantes.

Os portugueses estão a viver numa realidade artificial com dinheiro que vem de fora, que a economia não tem como pagar. Os políticos estão a enganar-vos nada fazendo para criar condições de recuperação futura, tentando apenas uns sobreviver politicamente outros financeiramente através de esquemas duvidosos e na esperança da situação rebentar quando eles já estiverem a salvo.

Esta é a vossa realidade! A ilustrá-lo está o escandaloso caso BPN onde mais uma vez e sem justificação nenhuma que não seja o suspeitoso financiamento por portas travessas de actos eleitorais, vão ser desviados do erário publico para se perderem nessa cratera sem fundo 500 milhões de euros a juntar ao cerca de 5 mil milhões que já voaram.

Perante este cenário de catástrofe generalizada que será sentido na pele já no inicio do ano com os cortes de ordenados e respectiva quebra económica com todo o comercio a sofrer, principalmente os pequenos e médios empresários resta-nos apelar a uma resistência passiva de forma a acelerar a exposição dos erros e consequente tomada de consciência por parte de toda a população da incompetência destes políticos.

A resistência passiva faz-se de várias formas, sendo que a principal é não se deixarem ir na conversa dos políticos.

Por exemplo quando o governo lança agora tardiamente e em desespero a iniciativa licenciamento zero com o objectivo de estimular a instalação e criação de novas empresas, nós alertamos para que os investidores estejam quietos e não caiam nesse logro, por um lado porque o barato vai-vos sair muito caro quando depois de terem as estruturas montadas começarem a ser perseguidos por uma fiscalização implacável que vos vai obrigar a destruir e reconstruir, que vos vai aplicar multas e finalmente quando começarem a produzir estarão debaixo de uma carga fiscal que não vos deixará respirar.

Não gastem dinheiro em Jornais e revistas que são controlados por dois ou três grupos que tem interesses em diferentes áreas e que apenas vos intoxicam mentalmente com autenticas patranhas, poupem esse dinheiro para as dificuldades.

Não vejam telejornais, usem a Internet que é ainda o único meio livre de acesso a informação independente e verdadeira.

Controlem os vossos vícios como sejam o tabaco, as bebidas e a droga, que além de fazer mal, são um desperdício de dinheiro, procurem a felicidade no cultivar de uma horta, de um jardim, nos amigos e na família, nenhum vicio vos pode dar nada para além de uma momentânea ilusão de satisfação ou prazer. Mantenham-se conscientes e alerta!

Cultivem a família as amizades, reforcem esses laços pois é da união que nasce a força! Pratiquem a entre ajuda e a colaboração.

O resto não será preciso fazer nada, os políticos enforcar-se-ão naturalmente no laço que prepararam para vocês é só esperar e não cair na tentação da violência que pode ser aproveitada neste momento de crise para reforçar o poder através de medidas de excepção, quando o caminho é esvaziar o poder, expondo a nu a sua falta de credibilidade, não colaborar nas manobras de intoxicação mental e fazer o menos possível para que o poder caia naturalmente por manifesta incapacidade e incompetência.

Nas próximas eleições não colaborem com a palhaçada desta falsa democracia http://casa-real-portuguesa.ativo-forum.com/t35-manual-de-contra-revolucao-democratica onde os elegíveis são escolhidos por uma elite oligarca que os promove por via do poder da imprensa, se não tiverem vontade de votar nem se sentirem verdadeiramente identificados com candidatos ou partidos não votem ou votem em branco para que o poder saiba que a cada dia e cada vez mais os portugueses estão fartos de conversa fútil.

Muito mais haveria por dizer, porque nós para além da salvaguarda dos recursos fundamentais energia/ alimentação, sabemos concretamente onde actuar com vista a com menos dinheiro conseguir resultados de excelência nos vários domínios da administração publica, da saúde à educação, passando pela cultura, segurança etc.

O que vos posso garantir é que estamos em condições de contrariar o cenário fatalista e catastrófico que estes políticos vos colocaram na frente. Com ideias simples mas verdadeiras e exequíveis. O que vos posso garantir é que sei exactamente onde podemos actuar para do nada gerar riqueza.

Com as soluções técnicas e o apoio da massa cinzenta portuguesa, vamos conseguir.

Termino relembrando mais uma vez o meu compromisso e disponibilidade de trabalhar sem receber ordenado, isto é gratuitamente, até à recuperação económica de Portugal se me desejarem como chefe de estado, isto é como vosso rei.

Desafio os candidatos às eleições presidenciais que se dizem tão preocupados com o povo português a fazerem o mesmo, isto é abdicarem do seu vencimento e trabalharem exercendo o cargo gratuitamente, dando um exemplo maior, de serviço à pátria!

Viva Portugal

D. Rosário XXII duque de Bragança
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