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 Casa Real Portuguesa- Comunicado aos Portugueses!

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MensagemAssunto: Casa Real Portuguesa- Comunicado aos Portugueses!   Sab Abr 02, 2011 4:56 pm

Casa Real Portuguesa
Comunicado aos Portugueses 2 de Abril de 2011

Portugueses e portuguesas,

Como é do vosso conhecimento, desde há vários anos que venho lançando alertas para a situação do país, os meios de comunicação ignoraram os meus avisos impedindo dessa forma o povo português de conhecer a verdade dura e a realidade evitável para a qual os políticos estavam a empurrar Portugal. Felizmente a mensagem foi passando via Internet e hoje milhares de pessoas sabem quem sempre disse a verdade sobre a grave situação que se abatia sobre Portugal.

A paga que tive por dizer as verdades e bem-querer ao Povo português foi a perseguição pessoal e politica por parte do governo Sócrates, com o silêncio cúmplice do presidente da república. Caluniaram-me, falsificaram conteúdo de documentos de Estado, puseram-me 6 meses na cadeia longe da minha família, denegaram-me os mais elementares direitos de justiça, numa tentativa de assassinato pessoal, moral e de carácter que nem Salazar com a PIDE/ DGS se atreveu a tanto contra a minha antecessora SAR. D. Maria Pia!

E a tudo isso os ditos democratas do governo à presidência passado pelos grupos parlamentares, fingiam olhar para o lado, assobiando como se não tivessem responsabilidades acrescidas por garantir a liberdade de actuação da Casa Real Portuguesa para que o povo possa conhecer a verdade e de vez se acabe com as mentiras e o falso, ridículo mas conveniente “duque” de Bragança que foi impingido aos portugueses por Oliveira Salazar!

Tudo isso fui obrigado a suportar, mas não me calei e o tempo veio a dar-me razão, os políticos que delapidaram Portugal não podem já esconder a verdade pois ela apresenta-se aos olhos de todos. Portugal está falido e à beira da banca rota!

Conforme alertei em anteriores discursos, recomendo a todos os portugueses que retirem o que puderem dos bancos, façam reservas de ouro e de alimentos, aprendam como obter alimentos na natureza, pois os tempos vindouros serão duros! Muito duros!

Ao contrário do que vos querem fazer querer a falência dos bancos não é nenhum mal, pelo contrário, milhares de famílias e empresas que estão a ser exploradas por eles, ficarão aliviadas desses encargos, se eles falirem as famílias e as empresas ficam sem as dívidas. Foram eles os causadores da crise com a sua ganância de lucros desmedida são eles que devem cair para que a sociedade se reinvente e possa prosseguir o seu caminho sem os agiotas. O Mundo que produz, vive perfeitamente sem os banqueiros que nada produzem! Eles é que precisam do povo embora vos queiram dar a entender o contrário.

Não me alongarei na enumeração das desgraças porque elas são por demasiado evidentes e não me cabe a mim falar delas uma vez que não tenho qualquer responsabilidade no estado em que estes políticos vos colocaram, mas compete-me sim falar-vos do futuro, do futuro melhor que vos posso prometer e garantir!

Em primeiro lugar e de uma vez por todas tem de decidir se querem continuar a compactuar e dessa forma legitimar os políticos e as politicas que já não são solução, mas antes causa dos problemas!

É chegada a hora de escolherem se querem continuar com o rotativismo partidário e as suas clientelas ou se querem uma mudança efectiva para Portugal através do apoio à legítima Casa Real Portuguesa.

As propostas que tenho para vós são simples e exequíveis já as vinculei em anteriores discursos, mas recordarei aqui algumas para os menos atentos. Elas porém implicam a consciencialização de que o actual paradigma social terminou e por esse motivo têm de partir para outro, mais ecológico voltado para as necessidades dos povos.

As principais necessidades dos povos e do povo português, obviamente são a energia, a alimentação, a saúde, e a habitação.

Na questão da energia desde há 50 anos que existem alternativas ao petróleo que tem estado a ser ocultadas e abafadas pela indústria petrolífera com a conivência dos governos corruptos de todo o Mundo e o português não escapa a isso.

É preciso dizer basta! É preciso dizê-lo com coragem e enfrentar esses lobbies trazendo para a luz do dia as tecnologias limpas e gratuitas, onde qualquer cidadão se pode tornar independente de energia e por exemplo fazer os carros andar a água ou com motores magnéticos, etc.

Na questão alimentar temos de voltar aos campos pois só produzindo alimentos podemos travar a saída de divisas para a compra dos mesmos. A Casa Real se for escolhida pelos portugueses para governar os destinos da nação, compromete-se a desencadear uma verdadeira revolução agrária onde cada família que o deseje possa obter 1 hectare de terra gratuita do estado para aí cultivar e produzir parte da sua riqueza, pois temos consciência que famílias mais ricas são sinónimo de um Portugal mais forte e mais rico.

Neste Hectare de Terra e sem grandes burocracias cada família terá direito de construir a sua casa em sistema de construção ecológico, como seja o adobe, as casas de fardos de palha, de pedra etc. Pretendemos desta forma inverter a escravatura onde os jovens para terem uma casa a pagam a peso de ouro e ficam com a vida hipotecada pelos bancos que lhes roubam sangue suor e lágrimas. Uma boa casa com materiais biológicos e ecológica com 120 m2 pode ser construída por 20 a 30 mil euros, falo de casas com acabamentos de grande qualidade, com excelente isolamento térmico, grande resistência sísmica e sem materiais tóxicos. Ou seja casas melhores que as que se vendem hoje a um custo 6 vezes inferior.

Na questão da saúde propomos a criação de um laboratório do Estado que à semelhança do antigo laboratório militar, faça os medicamentos para serem usados no Sistema Nacional de Saúde. Ao cortar os lucros escandalosos das farmacêuticas vamos poder dar medicamentos gratuitos ou a preços irrisórios a toda a população que deles necessite poupando milhares de milhões ao estado.

Temos quanto antes de sair da moeda única e recuperar a moeda nacional e nessa sequência referendar a permanência na EU que não nos trouxe qualquer mais valia antes pelo contrário.

Estas são apenas algumas linhas em que vos demonstro que com inteligência e verdadeira vontade politica podemos mudar para melhor!

Portugueses e portuguesas, irmãos e irmãs; chamo as vossas vontades e a vossa consciência de Lusitanos para que despertem, para que reajam nesta hora tão grave para a nação!

Abafaram a minha voz e a minha mensagem, por algum tempo, mas ela surge agora mais forte pelas circunstâncias e será daqui para a frente o farol que iluminará o caminho de Portugal e dos portugueses.

Que o espírito de Viriato, que o espírito dos nossos reis e dos nossos homens maiores vos ilumine e vos guie até à Casa Real Portuguesa que é a casa mãe da pátria e dos Portugueses para que de novo possamos celebrar um pacto entre a nação e o rei e dessa forma voltar a ter um Portugal maior.

Brevemente chegará o momento em que tereis de lutar mais duramente pela sobrevivência, nesses tempos que se avizinham a largos passos, sejam unidos colaborem uns com os outros, entre ajudem-se. Peçam contas a quem vos enganou e roubou, peçam contas a quem abusou da vossa bondade, pois são eles os únicos e exclusivos responsáveis por Portugal estar de rastos.

Mais uma vez reafirmo que estou disponível para vos servir gratuitamente, sem reclamar qualquer tipo de remuneração até Portugal se reerguer.

Viva Portugal!

D. Rosário XXII duque de Bragança



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MensagemAssunto: vejam como os bancos e os politicos vos enganam   Dom Abr 03, 2011 8:49 pm

Aprendam aa formas como os bancos e politicos vos enganam, saquem o dinheiro dos bancos ou ficam se ele:

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MensagemAssunto: Dizer não à mafia!   Qua Abr 06, 2011 10:28 pm

Daniel Oliveira (www.expresso.pt)
8:00 Terça feira, 5 de abril de 2011

70 comentários


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Depois das aventuras na bolha imobiliária e da crise do subprime, as empresas financeiras ficaram à beira do colapso. Para pagar as suas irresponsabilidades os Estados foram chamados a intervir. A primeira ajuda fez-se através da nacionalização do prejuízo. A Irlanda foi mesmo obrigada a aceitar ajuda externa e a consequente destruição da sua economia para impedir que a falência dos bancos nacionais espalhasse o pânico na city londrina. Em Portugal, a nacionalização do BPN fez-se de forma cirurgica. O Estado ficou com os buraco e, generoso, deixou o que valia alguma coisa - a SLN - nas mãos dos acionistas.

Quem esperava que, depois disto, os responsáveis fossem punidos rapidamente percebeu que não estavamos a reformar um sistema que põe as vidas de milhões de pessoas à mercê da ganância de jogadores. Estavamos a salvar esse sistema.

Salvo o que estava prestes a falir com os dinheiros dos contribuintes, ainda faltava ir buscar o resto ao pote público. Começou então o ataque às dívidas soberanas. Aproveitando os absurdos institucionais europeus e a certeza de que na Europa cada um trataria apenas de si, as economias mais frágeis do euro foram a vítima preferencial. O que não foi sacado através das ajudas públicas foi-se buscar através de juros usurários. Basicamente, as economias mais frágeis passaram a trabalhar para pagar uma mesada à banca, pedindo emprestado para pagar os juros. E quanto mais pedem mais os juros aumentam, numa espiral que só acabará quando todo o sangue for sugado.

Tal como aconteceu com subprime, as agência de notação têm um papel central no assalto. Se antes sobrevalorizavam lixo, agora sobrevalorizam o risco. A pressão política para o pedido de "ajuda" externa não é mais do que o apelo para que campangas venham buscar o dinheiro à força. E a extorsão faz-se à custa do Estado Social. O dinheiro que os Estados gastam em saúde, educação, pensões e serviços públicos tem de ser transferido para pagar juros impossíveis. Trata-se de uma transferência de recursos públicos que ainda não acabou. Ela chegará ao fim com a destruição do Estado Social. A esse processo dá-se o pomposo nome de "reformas estruturais".

Portugal, Grécia, Irlanda e Espanha estão a ser abusados por um novo tipo de máfia que, na ausência de poderes públicos e de políticos corajosos, deixam um rasto de destruição por onde passam. Resta às vítimas três possibilidades: ou entregam tudo o que têm, ou pedem proteção aos mafiosos para que o roubo se faça de forma mais ou menos ordenada ou dão, em conjunto, um murro na mesa.

A solução começa com duas palavras: "não pagamos". Quando elas forem ditas, em conjunto, por estes quatro países, a Alemanha e a União Europeia mudam, em apenas um minuto, de atitude. É provável que os contribuintes alemães não estejam dispostos a pagar as dividas dos outros. O que eles não sabem é que, quando participam na "ajuda" aos países periféricos, estão a pagar o bailout da banca alemã. Ou seja, estão a pagar a salvação da sua própria economia.

Só no dia em que estes países disserem que, nestas condições, não dão nem mais um tostão para este peditório se começará a discutir a reestruturação da dívida. Não se trata de um favor. Trata-se de pagar o que se deve em condições aceitáveis. Trata-se de um ato de justiça. Pagar com juros decentes e num tempo praticável.

Quando quiseram obrigar a Irlanda a subir o seu IRC - bem abaixo da média europeia - ela fez esta ameaça. O recuo europeu foi imediato. Tivessem os governantes irlandeses tanta coragem para defender os direitos sociais como tiveram para defender o seu dumping fiscal e os seus concidadãos estariam hoje bem melhor.

A escolha que estes Estados têm de fazer é simples mas arriscada. Simples porque resulta de uma revolta legitima: não temos de pagar, com o nosso trabalho, através de juros impensáveis, as irresponsabilidades de quem andou a brincar com o fogo. Arriscada porque vão continuar, como qualquer Estado, a precisar de financiamento. Mas é a única opção: obrigar a Europa a defender os Estados que aceitaram entrar no euro. Nem que seja pela ameaça. Ou isto, ou a destuição por décadas de várias economias.



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