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 Discurso 1 de Maio 2012

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MensagemAssunto: Discurso 1 de Maio 2012   Qui Maio 03, 2012 6:47 am



1 Maio 2012

Portuguesas e Portugueses, na minha qualidade de chefe da Casa Real Portuguesa, venho mais uma vez, dirigir-me a vós, nesta data que simboliza os direitos adquiridos dos trabalhadores, ao longo da sua secular luta, contra o capitalismo selvagem e a escravidão.

Hoje mais do que nunca, pairam sobre os trabalhadores, todo o tipo de ameaças à sua estabilidade laboral, cujas repercussões se estendem muito para além do local de trabalho. Um trabalhador insatisfeito e mal pago, não pode ser um bom chefe de família nem uma pessoa feliz.

“ Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão!”

É pois consciente do ataque que os trabalhadores estão a ser alvo que a Casa Real Portuguesa, vem propor, neste dia, algumas medidas urgentes e necessárias, para resgatar o poder de compra dos trabalhadores, consequentemente das famílias e dessa forma contribuir para a recuperação da economia.

1- Criação de um imposto a favor do trabalhador. O estado deve eliminar o IRC e transformar este imposto numa colecta a favor do trabalhador. Esta ideia simples fará com que os trabalhadores, se sintam motivados, pois quanto mais lucro geraram na sua empresa, mas recebem no final do ano deste imposto. O estado não perde nada, porque os trabalhadores ao terem mais dinheiro consomem mais, o que o estado perde em IRC ganha em IVA. Mais, se o estado der capacidade de fiscalização das empresas aos trabalhadores, diminuirão brutalmente as fugas ao fisco, pois o trabalhador terá todo o interesse em manter a gerência da empresa debaixo de olho, de forma a haver lealdade na altura de apuramento deste imposto a favor do trabalhador.
Os trabalhadores não precisam de trabalhar mais horas desmotivados, precisam é de trabalhar mais motivados e com alegria no que fazem e na sua vida, pois só dessa forma darão mais de si, fazendo mais e melhor em menos horas de trabalho diário. E com o incentivo do imposto a favor do trabalhador, sabem que no final do ano, as horas e a motivação que se traduza em mais lucros para a sua empresa reverterão também a seu favor.
2-O estado deve legislar urgentemente no sentido de proibir despejos de famílias de suas casas, por incumprimentos de pagamentos ao sector bancário resultante da crise. Os trabalhadores estão a ser roubados nos seus subsídios de férias e natal, dinheiro de impostos, etc. para tapar os erros e burlas do sector bancário. Se um trabalhador deixa de poder contar com este dinheiro e por esse motivo entra em incumprimento não pode estar a ser despejado, uma vez que tal se trata da sórdida consumação do roubo da forma mais vil e brutal.
3-Mais o estado deve transformar o roubo forçado que está a ser feito aos trabalhadores em crédito bancário e títulos do tesouro. Quero com isto dizer que se por exemplo um militar, uma professora ou outro trabalhador do estado a quem estão a fazer cortes do ordenado para dar ao sector bancário, os valores desses cortes devem obrigatoriamente transformar-se em créditos para esse trabalhador. Se o trabalhador em causa tiver dividas ao banco as mesmas serão amortizadas na proporção do valor que está a ser roubado ao trabalhador e no caso de se concretizar a amortização total, ou do trabalhador não ter qualquer divida deverão ser emitidas acções do banco ou títulos do tesouro a um preço especial e com uma taxa de juro decente e os mesmos oferecidas como forma de compensação pelo roubo forçado às vitimas isto é aos trabalhadores.


4-Dada a importância do sector do ensino na construção uma sociedade, uma palavra especial aos professores que se traduz num apelo urgente ao governo para que pare de perseguir os professores com absurdos, pois são das classes mais bem formadas e preparadas e mais mal pagas e não se justifica tanta avaliação uma vez que a sua formação permanente e académica já e mais do que garante das suas qualificações.

Estas ideias absurdas do ministro tem um objectivo claro que é meter mais boys na estrutura do estado, via ensino, através do controlo de admissões ao emprego de professor e por essa via subjugar toda uma classe profissional aos interesses político partidários.

Um escândalo!

O Governo que se imponha a si próprio e a toda a classe politica, das juntas de freguesia, à chefia de estado os mesmos critérios de exigência que está a querer impor aos professores e a outras classes profissionais e os mesmos baixos vencimentos e regalias, de forma a provocar a debandada de todos os oportunistas incompetentes que vivem e se servem da politica, pois só dessa forma se verá quem está ao serviço de Portugal e dos portugueses!

Certamente não sobrará nenhum dos políticos actuais!

Neste dia que é um dia de luta apelo aos portugueses que se unam e apoiem a Casa Real Portuguesa, pois eu vos garanto um outro rumo para Portugal, um rumo que vos libertará das garras dos agiotas nacionais, internacionais e dos políticos vendilhões da pátria.

Saberei tomar as medidas de salvaguarda dos interesses dos portugueses.

Defenderei o povo contra o capitalismo selvagem e oportunista.

Defenderei o povo contra a rapina politica.

Incentivarei as medidas de recuperação da agricultura, das pescas e da indústria, único caminho da salvaguarda do emprego e da recuperação económica.

Defenderei a nacionalização dos sectores vitais do estado que devem estar no domínio público e não nas mãos de privados, destacando os sectores da energia, comunicações as águas e alguma banca. Pois só dessa forma se poderão baixar os preços e manter os lucros na estrutura estatal, isto é a favor do povo de forma a incentivar o crescimento económico e manter a boa qualidade dos serviços públicos.

Portugal foi uma grande nação enquanto foi uma monarquia, em 100 anos a república, particularmente esta 3ª república destruiu Portugal, perdemos em condições dramáticas o território Ultramarino, perdemos soberania, com a adesão a União Europeia, perdemos soberania e capacidade decisória em matérias económico financeiras com o Euro, o país está em risco de desaparecer e de ser ocupado insultuosamente pela Alemanha, sendo verdade que já o é pela TROIKA, que na realidade governa Portugal, sendo os políticos simples fantoches nas mãos dos especuladores.

Deixo para terminar a seguinte pergunta aos portugueses:

Querem continuar a ser roubados pelos políticos e pela TROIKA consentindo este roubo que vos humilha e envergonha os vossos avós?

Ou querem dar um murro na mesa, dizer basta e resgatar os ideais da pátria e fazer de Portugal a nação que servirá de exemplo ao mundo, orgulhando os vossos antepassados e garantindo o futuro dos vossos filhos?
A escolha é vossa e eu aqui estarei para vos servir e fazer da vossa a minha voz!
Se o vosso coração for verdadeiramente português, eu serei Portugal!

Viva Portugal

Vivam os Portugueses!
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