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 discurso 1 Dez 2012

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Mensagens : 273
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MensagemAssunto: discurso 1 Dez 2012   Sex Nov 30, 2012 9:05 am

1 Dezembro 2012


Portugueses e Portuguesas neste dia comemora-se duas datas o nascimento de Portugal e a independência do jugo espanhol em 1640.
Infelizmente o sangue derramado pelos nossos antepassados na criação de uma nação e na preservação duma identidade territorial e cultural a que chamamos pátria, de nada serviu perante a actual classe politica que tem traído e continua a trair de forma ostensiva e despudorada os portugueses e a sua identidade histórico cultural.

Conforme temos vindo a alertar desde à vários anos, os caminhos traçados por esta classe politica só podiam conduzir o país ao buraco onde nos encontramos, é chegada a hora de derrubar esta classe politica e esta oligarquia antes que eles provoquem mais destruição nas empresas, nas famílias, na saúde, na justiça, na educação e em tudo onde eles tocam.

Esta classe politica e particularmente este governo perderam toda a legitimidade para continuar a governar em nome do povo, uma vez que foram violados os pactos eleitorais, isto é nenhum dos compromissos eleitorais assumidos por este 1º ministro e para os quais foi mandatado pelo sufrágio universal estão a ser cumpridos. Desta forma para este senhor Passos Coelho só existe um caminho que é o olho da rua e a responsabilização por publicidade enganosa no acto eleitoral e por danos causados aos portugueses.

Para fazer cair esta classe politica são precisas acções concretas que retirem as fontes de alimento da classe politica e da oligarquia corrupta e isso pode e deve ser feito de forma pacífica usando a inteligência no respeito dos direitos legítimos de resistência e desobediência civil. Não precisam sequer de sair de casa para deitar esta oligarquia abaixo, basta que comecem por retirar todo o vosso dinheiro dos bancos, que aliás vos recomendo vivamente uma vez que há fortes indícios do governo estar a conspirar no sentido de vos congelar as contas bancárias e por essa via vos limpar todas as vossas economias para as ir dar de mão beijada ao sector bancário com a desculpa da dívida.

No campo da desobediência civil há montes de acções que podem ser tomadas de forma pacifica que vão desde a recusa ao pagamento de portagens ilegais por se tratar de dupla tributação, uma vez que a concessionárias estão a receber do orçamento de estado e dos utilizadores, vigílias em frente das repartições de finanças que dificultem o funcionamento das mesmas, greves de zelo dos funcionários públicos de forma a emperrarem toda a máquina do estado. Não acatamento de ordens cretinas vindas do governo como seja o Orçamento de Estado ao qual os portugueses devem resistir usando a sua imaginação. Etc., etc.

As empresas e sectores profissionais devem colocar acções judiciais e levantar providências cautelares contra o Orçamento de estado de forma a bloquear na medida do possível este atentado contra a sociedade portuguesa e o povo perpetrado por uma classe politica sem mandato nem legitimidade para o fazer

A Casa Real obviamente tem respostas a dar aos portugueses no sentido da resolução das graves questões que afectam a sociedade e por isso este ano vamos oferecer um livro ebook como prenda de Natal a todos os portugueses onde não só fazemos o enquadramento historio legal como apresentamos um conjunto de ideias e soluções que podem retirar Portugal rápida e eficientemente do abismo para o qual esta classe politica nos empurra.

O livro está disponível nestes links e o download é gratuito

http://rei-de-portugal.blogs.sapo.pt/

http://pt.calameo.com/read/001878175b48bc28b2ee0

http://es.scribd.com/doc/114996263/D-Rosario-de-Braganca-Um-Rei-Um-Povo-A-Vontade-de-Vencer

A título de alguns exemplos devemos intervir imediatamente numa reforma fiscal 4 impostos devem ser imediatamente abolidos:

O Imposto sobre o trabalho é uma aberração, se alguém se esforça e tem brio no trabalho, não deve ser castigado por isso pagando mais imposto que alguém que não faz nada pelo contrário deve haver incentivos a estas pessoas pois são os dinamizadores da sociedade, da economia os geradores de emprego.

O Imposto sobre a produção é outra loucura que dificulta a criação de empresas, quando se tem de pagar para poder instalar uma empresa e prejudica gravemente os agentes geradores de riqueza.

O imposto sobre a poupança também deve ser abolido de forma a incentivar a acumulação de riqueza nas familias e consequentemente no país.

Por fim o imposto sobre o investimento deve ser não só abolido como criminalizado pois quem quer tomar riscos de investir não deve de forma alguma ser penalizado com impostos, pelo contrário deve ser acarinhado e incentivado.

Em substituição destes impostos aberrantes o estado usará de forma de imposto justo para fazer face às suas necessidades são eles:

IVA ou seja o imposto sobre o consumo.

IPP imposto poluidor pagador este imposto deve ser aplicado a tudo o que gerar poluição, por exemplo através das taxas de CO2 produzir um kg de carne gera x de CO2 logo ao valor da carne é agregado este imposto

IJAT Imposto sobre jogos, alcool e tabaco, todos os vicios tem der ser altamente taxados por aumentarem os factores de doença, dessa forma sobrecarregarem o estado na assistencia de saude a estas pessoas viciadas.

ISI imposto sobre importações este imposto visa protejer a produção nacional e deve ser variável de acordo com a natureza dos bens importados.

O estado recebará o mesmo em receita, só que vai receber de forma justa.

Resolver os problemas criados até agora

Neste grave momento Portugal confronta-se com dois tipos de problemas a divida externa e as internas.

Na questão da divida interna são os casos mais graves o roubo das ppps e as dividas no sector da saúde e obras publicas.

O primeiro passo a dar é dotar o Tribunal de Contas de mecanismos não só de detecção das fraudes como de persecução e punição dos agentes prevaricadores criação de legislação com efeitos rectroactivos que permita a reavaliação de todas as vigarices que foram praticadas ao longo dos últimos 20 anos com punição e obrigação de devolução de dinheiros desviados e roubados ao estado e nisto falamos deste os dinheiros desviados de Bruxelas, as PPPs as facturas inflacionadas de compras para o estado e municipios, tudo passar tudo a pente fino e considerar os montantes de desvio apurados divida fiscal tendo o tratamento prioritário que a situação exige.

Nacionalização dos sectores fundamentais e estratégicos como seja a energia, comunicações alguns transportes.

Reavaliação e renegociação da dívida externa responsabilização dos causadores da mesma. A divida deve ser reavaliada quanto à sua pertinencia e oportunidade uma vez que pode ser apurada alguma manipulação fraudulenta dos mercados e nesse caso abrir processos crime contra os envolvidos de forma a apurar a divida real e a especulativa. Renegociação das taxas de juro a niveis aceitaveis sob pena de repudio da divida classificando-a de odiosa.

Responsabilização criminal e patrimonial dos causadores da divida com nacionalização da banca envolvida nesta situação e penhora patrimonial dos bens dos banqueiros que estejam envolvidos em esquemas fraudulentos ou especulativos relacionados com o crescimento da divida.

Deveremos quanto antes recuperar o sistema um país 2 moedas relançando o escudo como moeda interna enquanto a UE durar.

Para terminar faço um apelo urgente à Procuradoria Geral da Républica que comece por pedir – se o não quisesse antes fazer através do pedido de Parecer à própria Procuradoria-Geral da República - ao Juiz Moreno do Tribunal de Contas, que agora se jubilou, um manual de instruções de como pôr em cheque as PPP de forma a defender o erário público.
A PGR deve também pedir os Relatórios enviados pelo Governo à Comissão Europeia sobre os montantes das dívidas das empresas públicas e depois avançar contra os responsáveis dos crimes de gestão danosa.
Duas áreas de acção imediata onde a Procuradora podia mostrar a fibra de uma Procuradoria que desencadeia processos-crime (1) por simples dever de ofício (2) derivado do simples conhecimento geral que se tem de tudo isto.

Parece pois evidente aos olhos de todos pelos nossos inúmeros discursos e com a leitura complementar que vão fazer do livro oferta http://pt.calameo.com/read/001878175b48bc28b2ee0 http://es.scribd.com/doc/114996263/D-Rosario-de-Braganca-Um-Rei-Um-Povo-A-Vontade-de-Vencer que agora lançamos que só a Casa Real Portuguesa tem demonstrado a lucidez e a vontade de efectivamente querer e estar em condições de propor soluções de resolução dos problemas que afectam a vida dos portugueses.

O Movimento restaurador da monarquia, isto é de Portugal está nas vossas mãos e na vossa vontade enquanto povo. Estão hoje conscientes que a oligarquia republicana destruiu tudo o que a monarquia da qual os republicanos dizem tanto mal construiu ao longo de 800 anos, o pouco ouro que ainda resta e pode ser o garante do relançamento duma moeda forte não foi obra deste regime, mas de sangue, suor e lágrimas dos reis e do povo que fizeram um império territorial e da língua. É chegada a hora de um novo império o do conhecimento, da boa vontade da cooperação e união entre os povos como só os portugueses sabem fazer.

Viva Portugal, vivam os portugueses!

D. Rosário de Bragança

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