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 Plantas Selvagens Comestiveis

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MensagemAssunto: Plantas Selvagens Comestiveis   Qui Maio 27, 2010 10:10 pm

Erva- dos burros





Prímula (Oenothera biennis):
uma flor para afastar a TPM



O óleo das sementes da Oenothera biennis, uma flor conhecida popularmente como prímula ou estrela-da-tarde, está sendo apontado como um excelente remédio para acabar com os transtornos que algumas mulheres experimentam no período que antecede a menstruação – a chamada tensão pré-menstrual (TPM).

A Oenothera biennis não deve ser confundida com a ornamental Primula obconica, também conhecida popularmente como prímula. A planta, originária da América do Norte, já era utilizada pelos índios americanos para evitar infecções nos ferimentos e, agora, está sendo considerada um dos melhores recursos da fitoterapia para combater a tensão pré-menstrual, responsável pelas súbitas mudanças de humor e dores no corpo relacionadas a este transtorno que atinge cerca de 35% da porção feminina do planeta.

A eficiência da planta foi confirmada na última Conferência Anual da Associação Americana de Farmácia. Um estudo do Centro de Medicina Integrada Cedars-Sinai, da Califórnia, avaliou o uso do fitoterápico em 68 mulheres que se queixam do distúrbio. No fim de três meses, 61% delas tiveram desaparecimento total dos sintomas e em 23% dos casos houve melhora parcial. Apenas em 16% das pacientes nenhum afeito foi percebido.

Equilíbrio Hormonal

O segredo do óleo da prímula está nos ácidos graxos poliinsaturados, presentes na sua composição, que não são produzidos naturalmente pelo organismo e precisam ser obtidos na dieta. Deles o mais importante é o chamado ácido gamalinolênico (GLA). Além de fazer parte da estrutura das membranas celulares, o GLA origina a prostaglandina E1, uma substância que ajuda a equilibrar os hormônios femininos, diminuindo os impactos da TPM, afirmam os pesquisadores.

Nas refeições, esses ácidos graxos essenciais podem ser obtidos de certos óleos, como o de soja e o de girassol, ou extraídos da sardinha, do salmão e dos peixes em geral.

A carência de ácidos graxos essenciais pode acarretar, além da síndrome pré-menstrual, distúrbios como eczema atópico, envelhecimento precoce, esclerose múltipla, hiperatividade infantil e hipertensão arterial.

Os precursores de prostaglandinas, principalmente o ácido gamalinolêico, influenciam na regulação de hormônios sexuais femininos, mantém a elasticidade da pele, controlam a oleosidade e influenciam na liberação de neurotransmissores cerebrais.

Conheça a planta

Nome científico: Oenothera biennis

Nomes populares: prímula, onográcea e estrela-da-tarde ou ‘evening primrose’ (nome originado do fato de suas flores abrirem-se ao entardecer). Na França é conhecida como onagre.

Origem: América do Norte

Detalhes: Da América do Norte a planta foi levada para a Inglaterra em 1619, onde ficou conhecida como "King’s Cure-all". Seu cultivo expandiu-se pela Europa e Ásia, mas não há cultivo no Brasil. É uma planta herbácea anual ou bianual, de caule robusto, folhas largas e longas, flores grandes e amarelas. O fruto é uma cápsula que contém numerosas sementes.

Composição química: Ácido gamalinolênico (GLA), fitosterol, onoterina, taninos, compostos flavônicos, mucilagens, ácido palmítico, ácido esteárico, ácido oléico, beta-sistosterol e citrstadieno.

Parte comestivél- As raizes aprumadas formadas no 1º ano de crescimento podem ser desenterradas no inverno. Descascá-las e fervê-las em duas águas, servir com manteiga e algum tempero. Às vezes são bastante picantes e mais suaves no fim do Outono ou no principio da Primavera.

Raiz- forte

Armoracia rusticana






Armoracia (por vezes designada como armorácia) é o género botânico a que pertence a raiz-forte, espécie representativa do género e que é também conhecida pelo nome de rábano-bastardo, rábano-de-cavalo, rábano-picante, rábano-rústico, rábano-silvestre, rábano-silvestre-maior, rabão-silvestre, rabão-rústico, rabiça-brava, rabo-de-cavalo ou saramago-maior, cujo nome científico é Armoracia rusticana (ou Cochlearia armoracia, Armoracia lapathifolia, Nasturtium armoracia, Radicula armoracia ou Rorippa armoracia). É uma planta perene, herbácea, da família das Brassicaceae (a que também pertence o nabo, a couve e a mostarda). As folhas radicais (junto à raiz) são grandes e oblongas. As folhas caulinares são lanceoladas. Tem flores brancas, com quatro pétalas inteiras. O fruto é uma silíqua pequena, de cerca de 4 mm de comprimento.


Segundo alguns autores, é nativa do norte temperado da Europa. Segundo outros, do Sudoeste da Ásia. Cresce até 1,5 metros de altura. As suas raízes, tuberculosas e pontiagudas, são apreciadas como condimento picante e são ricas em vitamina C, mas as folhas também são comestíveis. Algumas comunidades judaicas utilizam-na ou utilizaram-na como "erva-amarga" durante a comemoração do Pessach. É também utilizado na preparação de molhos para acompanhar carne guisada, salsichas ou peixe defumado. É usado como sucedâneo do wasabi - sendo, para esse efeito, tingido com corante alimentar verde.

A raiz, por si mesma, não tem grande sabor, contudo, quando é cortada ou ralada, algumas enzimas das células danificadas da planta desdobram sinigrina, por hidrólise, de forma a produzir alil-isotiocianato (ou óleo de mostarda) - irritante para os seios da face e para os olhos. Quando se rala a raiz-forte, esta deve ser usada imediatamente ou misturada com vinagre, já que a raiz, exposta ao ar e ao calor, escurece e perde o sabor, tornando-se asperamente amarga.

Em Portugal é cultivada na região de Vila Nova de Milfontes, mas é amplamente utilizada no resto do mundo. Acredita-se que cerca de dois terços da produção mundial desta planta seja produzida na pequena região de Collinsville, no Illinois, Estados Unidos da América, que se auto-intitula "Capital Mundial da Raiz-forte", até porque se exporta daí, como produto de luxo, até para locais onde o consumo da planta é mais habitual.

A raiz-forte contém potássio, cálcio, magnésio e fósforo, bem como óleos voláteis, como o óleo de mostarda, que tem propriedades antibióticas. Fresca, a planta tem 177,9 mg/100 g de vitamina C. A enzima peroxidase, encontrada na planta, é muito usada em biologia molecular, por exemplo, para a detecção da ligação de um antígeno a um anticorpos (ver ensaio ELISA).

História
A planta é cultivada desde a antiguidade. Catão discute a planta nos seus tratados sobre agricultura. Um mural em Pompeia, onde a planta está representada, sobreviveu até à actualidade. É, provavelmente, a planta que Plínio, o Velho menciona na sua Naturalis Historia, sob o nome de Armoracia, onde a recomenda pelas suas qualidades medicinais. É provável, também, que seja o rabanete silvestre referido pelos antigos gregos como raphanos agrios.

Tanto as raízes como as folhas foram usadas em todo o mundo com intuitos medicinais durante a Idade Média, e como condimento, principalmente na Dinamarca e Alemanha. Antes do uso generalizado da pimenta e do piri-piri, a raiz-forte e a mostarda eram as únicas especiarias picantes utilizadas na Europa..

William Turner (não o pintor, mas o botânico, 1508?-1568) menciona a planta como Red Cole no seu "Herbal" (1551-1568), mas não a refere como condimento. No "The Herball, or Generall Historie of Plantes" (1597), John Gerard descreve-a sob a designação de raphanus rusticanus, já que a planta é espontânea em diversas partes de Inglaterra. Depois de indicar as suas propriedades medicinais, este autor refere que os alemães a usavam, juntamente com vinagre, para acompanhar peixe, tal como os ingleses usavam a mostarda.

É também ainda muito usado na culinária judaica, num molho agridoce, designado como chrain, que acompanha o gefilte fish. Existem duas variedades de chrain— chrain vermelho e chrain branco, isto é, misturado, ou não, com beterraba vermelha.

A raiz-forte é comumente usada na preparação do falso wasabi, mesmo no Japão.




A cherovia Atenção pois pode confudir-se com algumas plantas toxicas e potencialmente fatais


Pastinaca Sativa-










A cherovia (português europeu) ou chirívia (português brasileiro) (Pastinaca sativa)[1] é uma raiz que se usa como hortaliça, relacionada com a cenoura, embora mais pálida e com sabor mais intenso do que esta. O cultivo remonta a tempos antigos na Eurásia: antes do uso da batata, a cherovia ocupava o seu lugar.

Em Portugal, é cultivada na região da Serra da Estrela.

Índice
1 Nutrição
1.1 Características nutricionais por cada 100 g
2 Cultivares
3 Cultivo
4 Perigo
5 Referências
6 Ligações externas

Nutrição
Consome-se a raiz primária e parte do hipocótilo cozida, em guisados e sopas (dá sabor anisado.)

A cherovia possui mais vitaminas e sais minerais que a cenoura.
Características nutricionais por cada 100 g
Presenta
Glúcidos: 19 g
55 kcal, 230 kJ
Fósforo: 360 mg
Fibra: 2g
Ferro: 0,7 mg
Sódio: 12 mg
Potássio: 541 mg
Vitamina A: 30,0 UI
Tiamina: 0,08 mg
Riboflavina: 0,09 mg
Niacina: 0,2 mg
Vitamina C: 16 mg
Cultivares
A Pastinaca é nativa da Eurásia, e existem três variedades cultivadas:

Panais Redonda Precoz
Panais Média Grande
Larga de Guernesey
Cultivo
Não cresce em climas quentes, pois necessita geadas para desenvolver o seu sabor. É própria para regiões com curtas temporadas de crescimento. Gosta dos terrenos arenosos, e/ou limosos; os argilosos e pedregosos não são bons para as suas raízes, produzindo deformações e tamanho pequeno da raiz.

As sementes plantam-se no princípio da Primavera, assim que o solo se possa trabalhar. A colheita é no final do Verão, depois da 1ª geada, e continua durante o Outono, até ao congelamento do solo.

Mais do que em outras espécies de vegetais, as suas sementes deterioram-se em viabilidade se são armazenadas muito tempo. Cada ano precisa de semente fresca.

A Pastinaca é alimento de larvas de algumas espécies de Lepidópteros.

Perigo

Flor de Pastinaca sativa.Quando se recolhe do campo, é fácil de confundir com a Conium maculatum, espécie venenosa e eventualmente fatal.
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MensagemAssunto: re   Seg Jun 07, 2010 1:48 pm

Bardana vulgar

Arctium minus






Planta herbácea bianual, robusta, que atinge entre 1m e 1,5m e possui flores rosa-purpura, hermafroditas que atraem abelhas e borboletas.
No seu primeiro ano, forma uma roseta de folhas basais muito grandes, talvez entre 40 e 50cm,
que fazem lembrar o ruibarbo.
No segundo ano as folhas que se desenvolvem dos ramos são muito menores e no verão surgem as flores, cujos capítulos grossos estão envoltas em bracteas involucrais com ganchos na ponta, fazendo lembrar o velcro.

Partes comestiveis- As raizes das plantas com um ano podem desenterrar-se no final do Verão e depois de cozidas são servidas com manteiga. Também se utilizam para fazer cerveja associadas às raizes de dente de leão. Os pedunculos comem-se como o aipo e as folhas novas em saladas.

Barba de bode

Tragopogon porrifolius





Tragopogon porrifolius, L. (Cersefi)

O Cersefi é também conhecido por “Barba-de-Bode”.

Trata-se de uma raiz comestível, cilíndrica e alongada, de 30 a 40 centímetros de comprimento e 2 cm de grossura. Tem uma cor exterior castanho escura, ponta afilada, e contém uma parte carnosa branco grisáceo no seu interior, que é tenra e nutritiva.

O seu uso culinário está pouco generalizado, mas pode encontrar-se nos bons mercados entre os meses de Novembro a Março.

Com frequência é importado da Bélgica ou da França, onde existe uma tradição mais antiga do seu cultivo e comércio.

É semelhante e confunde-se com a Scorzonera hipanica, que tem valores nutritivos idênticos e até um pouco mais de hidratos de carbono (+20%), mas com raízes menos volumosas.

Composição do Cersefi:

· água, 81,5%;

· proteínas, 4,09%;

· gorduras, 1,18%;

· açúcar, 10,35%;

· celulose, 2,1%;

· cinzas, 0,78%.

A sua digestão é fácil.

O equilíbrio desta hortaliça é excelente graças à sua riqueza em proteínas e sais minerais:

· cobalto,

· manganês,

· silício,

· potássio, e

· alumínio.

Também contém vitaminas B1, B2 e C, mas, contrariamente a outras raízes, não apresenta carotenos.

Do ponto de vista medicinal, encerra insulina, princípio activo cuja acção é eficaz contra a gota e o reumatismo. Também exerce acção como descongestionante dos rins, do fígado e dos intestinos

Comem-se as folhas e raizes cortadas em saladas, as pontas dos rebentos ligeiramente cozidas com manteiga ou azeite como os espargos. As raizes no final do verão podem comer-se fritas com pão ou cozidas.

Urtigas

Urtica dioica



Os seus brotos e folhas tenras, apesar das velosidades urticantes, podem comer-se crus, misturados nas saladas, esmagados previamente.

Cozidas, permitem preparações semelhantes aos espinafres, com a vantagem de serem mais ricas em vitaminas e sais minerais.

Possuem um sabor típico e fornecem entre 6 a 9% de proteínas, com um perfeito equilíbrio de aminoácidos.

Substituem, com vantagem higiénica, qualquer carne ou seu derivado.

Têm propriedades:

· afrodisíacas,

· depurativas,

· anti-artríticas, e

· anti-reumáticas.


Faz-se uma excelente sopa e ou esparregado como se fosse de nabiças, as quais substitui muito bem.
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MensagemAssunto: Morrugem Vulgar   Dom Mar 06, 2011 2:23 pm

Morrugem Vulgar- Stellaria media

morugem (Stellaria media), também conhecida como morugem-branca, morugem-verdadeira, esparguta e morugem vulgar (existindo ainda a variante "merugem"), pertence à família das Caryophyllaceae.

As suas flores, pequenas, solitárias ou geminadas, formam corimbos que se bifurcam na extremidade dos caules floríferos. As pétalas e as sépalas (cinco cada) têm, grosso modo, o mesmo tamanho. As sépalas têm bordos membranosos e uma forma entre o ovado e o lanceolado. Cada pétala parece, à primeira vista, duas, já que são bipartidas, parecendo duas asas brancas de insecto. Por vezes não apresentam pétalas. Cada flor tem exactamente 10 estames. Os frutos têm a forma de cápsulas (entre o ovóide e o oblongo) que ficam pendentes.


Caules de morugem, onde é visível a fiada de pêlos que alterna de entrenó para entrenóÉ uma planta anual ou vivaz que se apresenta na forma de pequenos tufos de rebentos de aspecto frágil, apresentando uma fiada de pêlos longitudinal que alterna em cada nó, seguindo sempre na mesma direcção em cada entrenó (por vezes, mas raramente, apresentam-se glabros, ou lisos).

As suas folhas são quase ovadas, ponteagudas, com um longo pecíolo que pode apresentar alguns pêlos que não continuam, geralmente, no resto da margem da folha.

É considerada uma erva daninha nos campos de cultivo e jardins da Europa, onde é muito comum, durante todo o ano. Terá tido origem no sul da Europa.



Dá para fazer saladas ricas em Vit- C ligeiramente amarga- Pode escaldar-se para retirar o amargo. Também é excelente para sopas.
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Rosa Faria



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MensagemAssunto: Beldroega   Dom Mar 06, 2011 2:30 pm

Beldroega- Portulaca olerecea



Parte usada Planta inteira
Propriedades terapêuticas Diurética, laxante, vermífuga, antiescorbútica, sudorífera, colerética, depurativa, emoliente, anti-inflamatória, antipirética e antibacteriana.
Princípios ativos Ácido oxálico, sais de potássio (nitrato, cloreto e sulfato) ( 1% na planta fresca e 70% na planta seca), derivados da catecolamina (noradrenalina, DOPA e dopamina, em altas concentrações), ômega 3.
Indicações terapêuticas Depurativa do sangue, disenteria, enterite aguda, mastite, hemorróidas, cistite, hemoptise, cólicas renais, queimaduras, úlceras, inflamação dos olhos,


Na cozinha pode usar-se em sopas ou saladas, os caules em vinagrete e as sementes moidas dão para fazer farinha. è muito rica em oleos de omega.
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MensagemAssunto: Catassol   Dom Mar 06, 2011 2:39 pm

Catassol- Chenopodium album




Esta planta é uma das ervas " daninhas" mais vulgares aparece por todo o lado. Os rebentos jovens na primavera ou a estremidades do caules podem usar-se como espinafres ou espargos em qualquer receita. Os rebentos crús são ricos em vitamina A e C e podem usar-se em saladas.

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MensagemAssunto: Armoles   Dom Mar 06, 2011 2:47 pm

Armoles - Atriplex Patula




Bastante semelhante ao Chenopodium com o qual é aparentada, cozinha-se da mesma forma.
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MensagemAssunto: Bistorta   Dom Mar 06, 2011 2:53 pm

Bistorta- polygonum bistorta



Deve-se ferver previamente os rebentos jovens e folhas e depois usar como os espinafres. As raizes depois de bem lavadas e demolhadas podem grelhar-se.
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MensagemAssunto: Link com plantas comestiveis   Sex Out 21, 2011 6:43 am

Aqui vos deixo este link com algumas plantas comestiveis.


http://issuu.com/starsw/docs/edible_plant_and_weeds_list....3..
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MensagemAssunto: Folhas de amoreira e videira   Ter Out 25, 2011 6:33 am

As folhas de Amoreira ( morus alba e morus nigra) e as folhas da videira podem ser usadas cozidas em água ou vapór ou assadas no forno em culinária.

http://mulberrytrees.co.uk/leaf_juice/


http://www.israelikitchen.com/edible-weeds/lamb-stuffed-mulberry-leaves/


http://www.ellenskitchen.com/recipebox/dolmas.html


AS folhas de figueira também podem ser usadas

http://www.examiner.com/nutrition-in-sacramento/cooking-with-edible-tree-and-or-vine-leaves

Lista wikipédia com mais plantas

http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_plants_with_edible_leaves

Muito importante as plantas não podem ter pesticidas, ter em atenção o local da colheita!


Saúde e Nutrição benefícios de comer Mulberry
• Mulberry pode equilibrar as secreções internas e aumentar a imunidade. Ela promove a produção de fluido adequado do corpo. Pessoas que sofrem de deficiência de fluido corporal pode levar dez gramas de amora por dia com água.
• Mulberry é útil para as pessoas que utilizam os seus olhos muito durante o trabalho. O consumo regular de amora fortalece a visão.
• Presença de elementos nutritivos como minerais e vitaminas em amora auxilia na cura de doenças crônicas.
• Mulberry é útil para a secreção de suco gástrico adequada.
• O uso regular de Mulberry aumenta o apetite, e também melhora a capacidade para digerir e assimilar.
• Mulberry poderia ser usado para combater problemas como a gastrite crônica e hepatite crônica.
• O consumo regular de suco de amora seria útil na cura de problemas de saúde como anemia, palidez, tontura, palpitações cardíacas e insônia.
• Pessoas com cabelos grisalhos também pode obter beneficiados pela ingestão regular de Mulberry. Mulberry suco aplicado diretamente sobre a cabeça também promove o crescimento saudável do cabelo e escurecimento.
• O valor nutritivo da Mulberry enriquece o sangue e, no processo, acalma os nervos.
• Mulberry poderia ser útil na promoção do metabolismo do álcool.
• Mulberry ajuda na contenção da hipertensão.
• A ingestão regular de Mulberry fortalece partes do corpo como fígado e rins.
• Mulberry é útil no tratamento da constipação.
• Mulberry é fundamental na eliminação de distensão abdominal.
• A ingestão de suco de amora depois de qualquer cirurgia é reparadora.
• Mulberry é útil na recuperação após longo tempo de doença.
• Consumo de Mulberry após o parto é bom para a saúde da mulher.
• Uso de Mulberry mantém baixo nível de colesterol no organismo.
• Mulberry pode suprimir mutagênese de agentes cancerígenos.
• O uso regular de Mulberry previne o câncer de fígado.
• Mulberry é útil na redução do nível de açúcar no sangue.
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