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 Nova Ordem Mundial- Conspiração Silenciosa!

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Mensagens : 273
Data de inscrição : 24/05/2010

MensagemAssunto: Nova Ordem Mundial- Conspiração Silenciosa!   Dom Jun 13, 2010 9:46 am

ÍNDICE


INTRODUÇÃO............................................................................................................................... PÁG. 8
A FOME, O FLAGELO DA HUMANIDADE............................................. PÁG. 10
ABUNDÂNCIA E MESQUINHEZ DA NATUREZA.................................................................. PÁG. 11
DR. JOSUÉ DE CASTRO........................................................................................................... PÁG. 13
Biografia.................................................................................................................................. PÁG. 14
Bibliografia .......................................................................................................................... PÁG. 15
RELATÓRIO “FROM IRON MOUNTAIN” ............................................. PÁG. 17
CÓPIA DA VERSÃO AMERICANA DO LIVRO PUBLICADO PELA
DIAL PRESS em 1967............................................................................................................... PÁG. 17

COMENTÁRIO E SÍNTESE DO RELATÓRIO ........................................................................ PÁG. 88
POLÍTICA MUNDIAL (REGIME TOTALITÁRIO)........................................................................... PÁG. 88
POLÍTICA SOCIAL.......................................................................................................................... PÁG. 89
POLÍTICA ECOLÓGICA.................................................................................................................. PÁG. 90
CREDIBILIDADE NA POLÍTICA..................................................................................................... PÁG. 91
GUERRA ECOLÓGICA .......................................................................................... PÁG. 97
UTILIZAÇÃO DOS ALIMENTOS COMO ARMA.............................................. PÁG. 97
ORGANISMOS GENÉTICAMENTE MODIFICADOS (O.G.M.)
“TRANSGÉNICOS” – AS SEMENTES DA EXTERMINAÇÃO.............................. PÁG. 97
- TÉCNICAS PARA A OBTENÇÃO DE O.G.M. ............................................................... PÁG. 97
- MODO DE PROCESSAMENTO E APLICAÇÃO.................................................................. PÁG. 99
- PERIGOS DA INTRODUÇÃO DE O.G.M. ........................................................................... PÁG. 99
- MANIPULAÇÃO DA OPINIÃO E DA SAÚDE PÚBLICA................................................... PÁG. 102
- OS FALSOS OBJECTIVOS E AS FALSAS PROMESSAS.......................................... PÁG. 104

- PRINCIPAIS PAÍSES DE AGRICULTURA TRANSGÉNICA
E SUA DISTRIBUIÇÃO A NÍVEL MUNDIAL......................................................................... PÁG. 104

- A EUROPA E OS TRANSGÉNICOS..................................................................................... PÁG. 105
- A REALIDADE ACTUAL DO MUNDO DOS O.G.M. ........................................................ PÁG. 107
- IMPACTO NA SAÚDE........................................................................................................ PÁG. 108
- RESULTADO DE EXPERIÊNCIAS CIENTÍFICAS: ........................................................ PÁG. 108

- UM ESTUDO PARA COMPROVAR O IMPACTO DO MILHO MODIFICADO DA
MONSANTO MON 863 EM SERES VIVOS PROVOCOU PROBLEMAS EM RATOS.............. PÁG. 109

- ERROS CONVENIENTES: ......................................................................................................... PÁG. 110

- DECLARAÇÕES DE MICHAEL HANSEN CIENTISTA
DA ONG AMERICANA CONSUMERS UNION: ......................................................................... PÁG. 110

- UM ESTUDO PUBLICADO PELO GOVERNO AUSTRÍACO IDENTIFICOU
SÉRIOS RISCOS PARA A SAÚDE EM ALIMENTOS TRANSGÉNICOS: ................................ PÁG. 111

- RELATOS DOS EFEITOS COLATERAIS DA INSULINA TRANSGÉNICA: ............................ PÁG. 112

- DECLARAÇÕES DO GENETICISTA GAÚCHO FLÁVIO LEWGOY: ........................................ PÁG. 114

Pesquisas com roedores: .................................................................................................. PÁG. 115
Reacções humanas ao algodão, milho e soja: ......................................................... PÁG. 115
Morte de animais: .......................................................................................................... ....... PÁG. 116
Crítica à CTNBio: ....................................................................................................................PÁG. 116
Riscos preocupantes: ......................................................................................................... PÁG. 117
Genoma é muito complexo: .............................................................................................. PÁG. 117
- IMPACTO AMBIENTAL E SÓCIO- ECONÓMICO : .......................................................... PÁG. 117
- DIZIMAÇÃO MISTERIOSA DE ABELHAS: ............................................................................... PÁG. 117
- CONTAMINAÇÃO DAS ESPÉCIES ORGÂNICAS: ................................................................... PÁG. 120
- CONTAMINAÇÕES CONFIRMADAS: ....................................................................................... PÁG. 121
- AUMENTO DE AGROTÓXICOS DEVIDO AO CULTIVO DE TRANSGÉNICOS: ..................... PÁG. 123
- TOXICIDADE NAS CULTURAS TRANSGÉNICAS: .................................................................. PÁG. 124
- RESISTÊNCIA DE INSECTOS AO GLIFOSATO DA MONSANTO
EM PLANTAS TRANSGÉNICAS E ERVAS DANIHAS: ........................................................... PÁG. 124

- COMPETIVIDADE DOS CULTIVOS TRANSGÉNICOS
EM RELAÇÃO AOS CONVENCIONAIS: ................................................................................... PÁG. 126

- O caso da soja do Brasil ................................................................................. PÁG. 126
- POR DETRÁS DA CORTINA ................................................................................................. PÁG. 127
- GLOBAL SEED VAULT ( BANCO MUNDIAL DE SEMENTES): .......................... PÁG. 129
- DESTRUIÇÃO DOS BANCOS DE SEMENTES DO AFEGANISTÃO E IRAQUE: ................... PÁG. 129

- QUAL A RAZÃO DO BANCO MUNDIAL DE SEMENTES: ....................................................... PÁG. 130
- “CODEX ALIMENTARIUS” (A STANDARIZAÇÃO DA MORTE): ..................... PÁG. 131


- CONFERÊNCIA NANP
( Nacional Association of Nutrition Professionals ) – 2005
Declarações da Drª RIMA E. LAIBOW (Natural Solution Foudation),
sobre o “codex alimentarius”: ............................................................................................ PÁG. 132

- COLOCAÇÃO DE FLÚOR NA REDE PÚBLICA
DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL: ...........................................................PÁG. 133

- A REALIDADE DO FLÚOR: ....................................................................................................... PÁG. 136
- ASPARTAMO ( E - 951 ): .................................................................................................. PÁG. 136
- EMBARGO ECONÓMICO ................................................................................................. PÁG. 137
- PARCIALIDADE DA ONU: ......................................................................................................... PÁG. 139
- CARTA DE RAMSEY CLARK
EX. MINISTRO DA JUSTIÇA ( ATTORNEY GENERAL ) DOS EUA: ........................................PÁG. 140

As Nações Unidas devem agir a fim de impedir
um ataque ao Iraque pelos Estados Unidos. ................................................................... PÁG. 140

Os Estados Unidos bombardearam impiedosamente
um Iraque sem defesas durante 42 dias no ano de 1991. .............................................. PÁG. 141

Os Estados Unidos forçaram a imposição de sanções
genocidas ao Iraque em 1990. ............................................................................................. PÁG. 141

A aviação militar americana atacou o Iraque à vontade durante 11 anos ................. PÁG. 142

O Iraque não constitui uma ameaça para os EUA,
para os países da região ou para outros países. ............................................................. PÁG. 142

Os EUA são o maior vector de violência no planeta Terra ........................................ PÁG. 142

Um ataque dos Estados Unidos contra o Iraque para derrubar
o seu governo constituiria uma violação flagrante da Carta da ONU,
da Carta de Nuremberg e da lei internacional. ................................................................ PÁG. 143

Um ataque americano ao Iraque causará mais violência;
é exigida a acção urgente da Nações Unidas para impedir
um ataque americano ao Iraque. .......................................................................................... PÁG. 144

Um ataque americano ao Iraque violaria a
Constituição e as leis dos Estados Unidos, exigindo
o impedimento do presidente Bush e de todos os responsáveis
perante o Senado americano e os Tribunais federais. ................................................... PÁG. 144

- DIMINUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL: ................................................ PÁG. 145
- RELATÓRIO KISSINGER NATIONAL SECURITY STUDY MEMORANDUM 2OO (NSSM 200): ......................................... PÁG. 145

RELATÓRIO KISSINGER “NSSM 2OO” – CÓPIA DA VERSÃO AMERICANA. ....................... PÁG. 146

Trechos traduzidos do documento “CONFIDENCIAL”: "NSSM 200 - Implications of Worldwide Population Growth for U.S. Security and Overseas Interests”, desclassificado pela Casa Branca em 1989”...................... PÁG. 226
- IMPLEMENTAÇÃO FORÇADA DA ESTERILIZAÇÃO: ........................................................... PÁG. 233
GUERRA BIOLÓGICA E AMBIENTAL .................................................. PÁG .235
HIV AIDS .................................................................................................................................... PÁG. 235
GRIPE DAS AVES, GRIPE SUÍNA E TAMIFLÚ............................................................ PÁG. 239
DRº LEONARD HOROWITA
denuncia Vírus Fabricado em Laboratório ................................................................. PÁG. 240

HOLOCAUSTO MEIO – AMBIENTAL ............................................................... PÁG. 243 Introdução – ............................................................................................................................ PÁG. 243
O PROTOCOLO DE KYOTO ............................................................................................. PÁG. 244
Introdução – ............................................................................................................................ PÁG. 244
Dificuldades encontradas – .............................................................................................. PÁG. 244
Objectivos –.............................................................................................................................. PÁG. 244
Créditos de carbono – .......................................................................................................... PÁG. 244
Polémica – ................................................................................................................................ PÁG. 245
Conclusões – .......................................................................................................................... PÁG. 245
AGENDA 21 – GLOBAL ................................................................................................ PÁG. 246
Introdução - .................................................................................................................... PÁG. 246
Agenda 21- Global “ Os verdadeiros objectivos” - ................................................. PÁG. 247
AQUECIMENTO GLOBAL ................................................................................,,,.............. PÁG. 250
CIENTISTAS DESCARTAM A MENTIRA DO AQUECIMENTO GLOBAL……..………...PÁG.251
A PETIÇÃO DE OREGON,DO INSTITUTO DE CIÊNCIAS E MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE OREGON-EUA, PRESIDIDA PELO EX-PRESIDENTE DA ACADEMIA NACIONAL DE CIÊNCIAS, DR. FREDERICK STEIZ, PROVA QUE O AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÉNICO É UMA CRIMINOSA FRAUDE! ................................................................... PÁG. 253
CLIMATEGATE ( Falsificação de dados)....................................................................... PÁG.253

.PROJECTO HAARP
( HIGH FREQUENCY ACTIVE AURORAL RESEARCH PROGRAM )………….…………...... PÁG. 255
Introdução ................................................................................................................................ PÁG. 255
Localização .............................................................................................................................. PÁG. 255
História da HAARP................................................................................................................. PÁG. 256
Projecto HAARP, (uso de alta tecnologia para fins bélicos) ............................... PÁG. 257
A HAARP ( utilizada para detenção da riqueza sob a crosta terrestre ).............................. PÁG. 260
Partes da reportagem de BENJAMIN FULFORD, em TÓQUIO ........................... PÁG. 260
Acontecimentos que poderão estar relacionados com tecnologia HAARP............................................................................ PÁG. 261
Reconhecimento da ameaça HAARP............................................................................. PÁG. 263
GUERRA PSICOLÓGICA (MANIPULAÇÃO DE MASSAS) ................................................................... PÁG. 263
Introdução ................................................................................................................................ PÁG. 263
MANIPULAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA............................ PÁG. 266
MARIE SHINkAI 1 ......................................................................................................................... PÁG. 266
Quem controla as emissoras de TV nos EUA? ………………………………..……….PÁG. 270


COMO PROCEDEM COM O CONTROLE DA COMUNICAÇÃO ................................................ PÁG. 275
CONTROLO MENTAL CIENTÍFICO .............................................................................. PÁG. 275
JACQUES D' ARSONVAL ........................................................................................................... PÁG. 275
PROJECTO MOONSTRUK.......................................................................................................... PÁG. 275
PROJECTO BLUEBIRD - PROJECTO ARTICHOKE.................................................................. PÁG. 276

PROJECTO MK-ULTRA - PROJECTO MK-SEARCH ................................................................ PÁG. 276

SEROTONINA .............................................................................................................................. PÁG. 277

PROJECTO ORION ..................................................................................................................... PÁG. 277

O HOLOGRAMA QUÂNTICO ...................................................................................................... PÁG. 278

PROJECTO MK-DELTA .............................................................................................................. PÁG. 279

PROJECTO PHOENIX I I ............................................................................................................. PÁG. 279

PROJECTO TRIDENTE ............................................................................................................... PÁG. 280

PROJECTO RF MEDIA................................................................................................................ PÁG. 280

AS GUERRAS DO TÂNTALO...................................................................................................... PÁG. 280

ECHELON ……………………………………………………………………..………...……………….. PÁG. 281

PROJECTO TOWER …………………………………………………….………….….……………….. PÁG. 281

PROJECTO HAARP ……………………………………………………….……………………………. PÁG. 282

PROJECTO CLEAN SWEEP ………………………………………….………………….…...………. PÁG. 282

A.C.H.E.S. - M.C …………………………………………………………………….……………………..PÁG.282


O MICROCHIP ......................................................................................................................... PÁG. 283

Introdução................................................................................................................................. PÁG. 283

BIO-CHIP...................................................................................................................................... PÁG. 284
TECNOLOGIA RFID ..................................................................................................................... PÀG. 284
IMPLANTES DE MICROCHIP, CONTROLO MENTAL E CIBERNÉTICA .................................. PÁG. 285
MICROCHIP MONDEX ................................................................................................................. PÁG. 289
ESTRANHAS COINCIDÊNCIAS................................................................................................... PÁG. 290
COMO ESTÁ SENDO IMPLEMENTADO .................................................................................... PÁG. 290
O MOVIMENTO “NEW AGE” .......................................................................................... PÁG. 291
A "Conspiração Aquariana" dos "Engenheiros Sociais” de Tavistock................................................................ PÁG. 291
A Conspiração Aquariana ................................................................................................. PÁG. 293
Nova Era (MNE) – História ................................................................................................. PÁG. 294

Líderes do Movimento (Internacionais) ........................................................... PÁG. 296

Organizações Influenciadas Pela Nova Era .............................................................. PÁG. 296
SOMOS MANIPULADOS E CONTROLADOS, POR QUÊM !?.... ...................................................................................................... PÁG. 297
A NOVA ORDEM “OS ILLUMINATI” .............................................................. PÁG. 297
As Metas dos Illuminati .................................................................................................... PÁG. 302
A FAMÍLIA ROTHSCHILD E O PLANO ILLUMINATI .................................................................. PÁG. 302
Os Protocolos dos Sábios de Sião ................................................................................PÁG. 304
OS ILLUMINATI E O CARTEL BANCÁRIO ............................................................................... PÁG. 361
- Funcionamento do sistema da RESERVA FEDERAL: .........................................PÁG. 376

- O FOMC e o seu funcionamento: ................................................................................. PÁG. 377


- O Bank for International Settlements (BIS)
e os Bancos Centrais Associados: ................................................................................ PÁG. 378

- A Grande Depressão do século XXI: Colapso da economia real ................... PÁG. 378

O INVESTIGADOR PATRICK MAINNE E OS ILLUMINATI ........................................................ PÁG. 384

OS ILLUMINATI E O VATICANO .............................................................................................. PÁG. 385

OS ILLUMINATI E OS SERVIÇOS SECRETOS RUSSOS ..................................................... PÁG. 390

O ASSASSINATO DO PRESIDENTE KENNEDY ....................................................................... PÁG. 392

A HISTÓRIA DA POLÍTICA ILLUMINATI ................................................................................... PÁG. 397

PRINCIPAIS ORGANIZAÇÕES ILLUMINATI .............................................................................. PÁG. 399
Council on Foreign Relation “ CFR ” ……………………….…………………………….. PÁG. 399 Comissão Trilateral “ CT ” ............................................................................................... PÁG. 402 Clube de Roma “ CR “ .......................................................................................................... PÁG. 404 Comité dos 300 ....................................................................................................................... PÁG. 406 O Clube Bilderbeg “O Governo Mundial Sombra” ..................................................... PÁG. 406 O Clube Bilderberg planeia depressão económica “Agenda 2009” ........................... PÁG. 408 Outras Conspirações Bilderberguistas .......................................................................... PÁG. 409 A Bilderberg & Portugueses na Bilderberg..................................................................... PÁG. 411 PORTUGUESES NA BILDERBERG............................................................................................. PÁG. 412 Reuniões do Clube Bilderberg desde 1954........................................................................ PÁG. 418
ORGANIZAÇÃO “ILLUMINATI .............................................................................................. PÁG. 421
Grupo de Sociedades Secretas (Secret Societies Group) ............................. PÁG. 421 Bancos e Grupos Financeiros ( Bannking and Money Group ) ..................... PÁG. 421 Grupos Políticos (Political Group) .................................................................,............. ..PÁG. 422 Serviços Secretos (Intelligence Group) ...................................................................... PÁG. 422 Grupos Religiosos (Religious Group) ..................................................................... ....PÁG. 423 Grupos Educacionais (Education Group) ................................................................... PÁG. 423
COMO ESTÁ SENDO IMPLEMENTADO O “GOVERNO MUNDIAL” DA NOVA ORDEM ........................................................................................................................ PÁG. 424
CONSIDERAÇÕES SOBRE A POLÍTICA MUNDIAL ................................................ .PÁG. 427
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 9:47 am

INTRODUÇÃO

“ Ao afirmarem que os recursos alimentares do planeta, não comporta um aumento da população mundial, enquanto que, a União Europeia limita as cotas de produção e os excedentes dos países desenvolvidos, muitas vezes são jogados fora e ao mesmo tempo, em outras partes do globo, as pessoas morrem de fome apesar da produção mundial ser sete vezes mais do que o necessário para alimentar a população em todo o mundo.”
- Quando a ONU aniquila milhares de inocentes, crianças, velhos e mulheres, com os embargos económicos decretados e ao mesmo tempo fala em direitos humanos, sobretudo no direito das crianças e das mulheres...
- Quando os EUA promove a guerra em prol e a fim de fomentar a paz, sem se preocupar com a poluição nem com as vidas humanas.
- Quando se fala em Ambiente e Saúde e se está a promover os produtos e agriculturas Transgénicas, que estão a prejudicar a saúde, eliminando as espécies nativas e ao mesmo tempo desertificando e contaminando os solos a uma escala desenfreada...
- Quando o preço do petróleo sobe e desce por pura especulação da bolsa de valores, que nada tem a ver com a duração das reservas...
ALGO NÃO BATE CERTO NA ACTUAL POLÍTICA MUNDIAL E É MEU DEVER COMO CIDADÃ MUNDIAL, DENUNCIAR E ALERTAR...
Ao ler o livro do Dr. Josué de Castro, a “Geopolítica da fome” em que afirma que a fome é um artifício do homem para dominar outro homem e não um fenómeno natural e o livro de Daniel Estulin “Clube Bilderberg” em que fala sobre uma elite que domina os acontecimentos mundiais actuais, as coisas começavam a fazer sentido.
Comecei a investigar, visto que a realidade deles coincidia com as minhas suspeitas e fiquei surpreendido pela quantidade de informação que abunda na Net, desde sites de vídeo conferências, reportagens, documentos autenticados, filmes e relatórios, que apontavam para uma verdadeira conspiração a nível mundial.
Pessoas credenciadas em diferentes áreas no ramo da investigação, medicina, ciências, política, jornalismo,etc. tais como: Dr.ª Rima E. Laibow, Dr. Leonard Horowita, Dr. Rauni-Leena Luukanen- Kilde, Dr. Frederick Steiz, Geneticista Flávio Lewgoy, o político Ramsey Clark, os investigadores Patrick Mainee, Daniel Estulin, David Icke, os jornalistas Marie-Monique Robin, Benjamin Fulford, Jim Tucker, e muitos outros que não estão aqui mencionados, fizeram denúncias de situações graves dentro de suas áreas de conhecimento, para o qual estão vocacionados, pondo a descoberto uma realidade oculta muito diferente daquela que nos transmitem no nosso quotidiano, pois esta realidade é silenciosa, ignorada pelos mídia e por políticos ingénuos que caem nas teias maquiavélicas dos cartéis internacionais e se esquecem que em política nada é ao acaso, tudo é estudado ao pormenor, até as leis mais absurdas.
A todas estas pessoas que lutam como podem, colocando muitas vezes as suas vidas em perigo para nos alertar para esta nova realidade, os meus sinceros e profundos agradecimentos pela sua coragem e determinação.
Este livro não é mais que uma denúncia baseada, na síntese de relatórios importantes, com declarações polémicas de técnicos e pessoas credenciadas, juntamente com sites e todo o material relacionado que considero credível, de modo a fundamentar esta nova realidade e sempre que possível pormenorizar, pois o objectivo real, não é as pessoas acreditarem fervorosamente nas revelações deste livro, nem considerarem como obra de ficção, mas sim alertar para as revelações destes homens que põem em risco as suas próprias vidas, de modo que não caiem em esquecimento e forneçam as bases para que todos possam investigar, analisar e reflectir, e por mais impotentes que se sintam perante esta nova realidade, que tenham consciência do que se está a passar, para um dia poderem actuar em nome da verdadeira liberdade e justiça mundial, pois “A divulgação faz a união e a união faz a força”.








“ A todos aqueles que consultei e contribuíram com seus relatórios, declarações, filmes e documentos para a elaboração deste livro, muitos deles utilizando no fim de seus sites a palavra divulgar, os meus mais sinceros agradecimentos...”









A FOME, O FLAGELO DA HUMANIDADE

Para podermos reflectir sobre os princípios básicos da fome Mundial, devemos ter em consideração a vida e obra do Dr. Josué de Castro (1908 – 1973), médico, professor, sociólogo e político, que dedicou toda a sua vida à luta contra a fome, deixando inúmeras obras escritas de elevado teor científico, apresentando ideias revolucionárias para a época, como os primeiros conceitos sobre desenvolvimento sustentável, conceitos estes, que pelo seu teor científico e sentido lógico, permaneceram credíveis e inabaláveis através dos tempos.

“ Sou um Homem interessado pelo espectáculo do Mundo “
“ Denunciei a fome como flagelo fabricado pelos Homens, contra outros Homens “
“ Metade da Humanidade não come e a outra metade não dorme, com medo da que não come “
<< Dr. Josué de Castro >>

Ao escrever, em 1946, o festejado livro “Geografia da Fome” afirmava que a fome não era um problema natural, isto é, não dependia nem era resultado dos factos da natureza, ao contrário, era fruto de acções dos homens, de suas opções, da condução económica que davam a seus países.
Nas obras científicas que se seguiram, Josué ampliou convicções e aprimorou seus conceitos, visando sempre a inclusão social. Compreendeu que era imprescindível aumentar a renda do trabalhador, e foi um dos precursores na defesa do salário mínimo. Sabia dos males que a nutrição deficiente, nas crianças, poderia acarretar, e ajudou a formular a política da merenda escolar, iniciativa que ainda hoje atende a expressivos números de estudantes em nosso País.
Na agricultura familiar, tinha certeza, estaria a melhor forma de fixar o homem no campo e possibilitar sua alimentação. Assim, combateu o latifúndio e defendeu a reforma agrária.
Recebeu o Prémio Internacional da Paz e indicações para receber o Prémio Nobel da Paz.
Percebe, prematuramente, as agressões que sofria o meio ambiente e colocou-se como combatente ecológico, em tempos em que até a expressão ainda era novidade.
Entendia que o desequilíbrio, provocado pela desigualdade económica, poderia ocasionar mais estragos para a humanidade do que as diferenças ideológicas.
“O que divide o homem não são as coisas, são as ideias que eles têm das coisas e as ideias dos ricos são bem diferentes das ideias dos pobres”, pregava, com surpreendente clareza, para os tempos da guerra fria.
Foi ainda capaz de prever a ampliação da chamada globalização, na qual a vida económica é comandada pelas empresas, representando os Estados que são meros executores da política territorial e económica das mesmas. Processo que aumenta a concentração geográfica e acentua as diferenças regionais, contraindo o desenvolvimento humano.
Entretanto, a modernidade e a globalização que Josué previu e desejou seria aquela em que a tecnologia mais avançada seria utilizada para melhor distribuir a riqueza, quer do ponto de vista geográfico, quer do económico e trazer uma Era de bem-estar e de verdadeiro progresso para a humanidade.

Anna Maria de Castro (filha de Josué de Castro)
Doutora em Sociologia Aplicada
http://www.josuedecastro.com.br/port/index.html

ABUNDÂNCIA E MESQUINHEZ DA NATUREZA
Nessas especulações sobre a fome mundial dois tipos de teorias aparecem que, a nosso ver, representam verdadeira ameaça para o futuro da humanidade, por isso que falseiam a realidade social do problema: os que tentam provar que a fome colectiva é um fenómeno natural e irremediável e os que apresentam como única salvação o controlo forçado da natalidade, para retardar o crescimento da população do mundo. Essas teorias desalentas e pessimistas constituem na verdade, um fenómeno explicável no panorama cultural de um mundo em transição. São produtos de mentalidades formadas dentro da estrutura cultural que se desmoronou, as quais, recusando-se a admitir o facto consumado da revolução social, continuam a raciocinar à base de observações e dados que não passam de fantasmas, ou sobrevivências, no mundo das realidades vivas. Uma das características das épocas de crise histórica, acentuou Ortega Y Gasset, é essa perda de valor do mundo das convicções, sem que se estruture ordenadamente um novo mundo para servir de directriz ao pensamento e à conduta das novas gerações. Por isso mesmo, muitos indivíduos ficam sem saber como pensar acerca do mundo e recolhem-se ao passado, como único recurso para suprir o seu vazio interior.
A tentativa de provar que a fome é um fenómeno natural, que obedece a uma espécie de lei da natureza, não encontra apoio nos conhecimentos científicos dos nossos dias. Basta a análise de alguns dados estatísticos fundamentais para que fique cabalmente demonstrado todo o seu artificialismo: da superfície total da terra, ocupam os mares 71%, representando os 29% restantes a parte sólida do nosso planeta. Abrange esta parte, uma área de cerca de 56 milhões de milhas quadradas de superfície, com os mais diferentes tipos de revestimento natural: trinta por cento são recobertas de floresta; vinte por cento de vegetação de campos abertos; dezoito por cento apresentam um relevo montanhoso; e trinta e três por cento um solo desértico, do tipo quente ou do tipo polar.
Segundo avaliações de especialistas como Robert Salter e Holmer Shantz, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, apenas vinte e cinco milhões de milhas quadradas – portanto, cerca de metade dos solos do planeta – permitem alguma espécie de exploração agrícola através dos métodos actuais de utilização da terra.
Esta avaliação nada tem de exagerada, porque exclui do cômputo das terras aráveis 50% dos solos do mundo, representados pelas regiões desérticas e montanhosas, apesar de já se terem obtido, nos últimos anos, alguns decisivos triunfos da técnica agrícola, no que diz respeito à produção em áreas desses tipos. Basta lembrar que, nos desertos tropicais, muitas centenas de milhares de hectares foram abertos à agricultura, graças aos modernos métodos de irrigação, e que os russos, com os seus surpreendentes processos agrícolas, estão incorporando à área produtiva do seu país uma larga faixa dos desertos polares. Regiões como a península de Kola, à latitude Norte de 67º e 44’, portanto, a mais de 3º de latitude acima do círculo polar ártico, produzem hoje trigo, cevada, nabos, cenouras, ervilhas, rabanetes, abóboras e pepinos para o abastecimento dos seus 150 000 habitantes; e ainda mais ao norte na península de Taymyr, que constitui as terras do extremo norte da massa euro-asiática, distando apenas 850 milhas do Polo Norte, cultivam-se hoje plantas seleccionadas através dos métodos de << vernalização >> do agrónomo Lissenko, método que ajustam o seu ciclo vegetativo ao curto período do verão polar. No meio do deserto polar surgiram assim, como indiscutíveis conquistas da técnica, verdadeiros oásis com plantações produtivas de batata, de milho, de framboesa, etc. E, naquelas latitudes, essas plantas, não só produzem, mas produzem bem: uma variedade de batata cultivada ao norte do círculo polar produz 200 quintais por hectare, enquanto, no centro do continente euro-asiático, a produção média é apenas de 100 quintais. Os extraordinários progressos da genética que permitiram não só aumentar a produtividade como também mudar a composição dos princípios nutritivos de certas plantas – sobretudo os cereais - os métodos de aceleração do crescimento das plantas com o precoce amadurecimento dos seus frutos, as possibilidades de aumentar o número de colheitas anuais em certos quadros ecológicos, tudo isto poderá permitir uma espantosa multiplicação da produção de géneros alimentícios.
Mas, mesmo deixando de parte essas conquistas mais recentes de valor económico ainda discutível e tomando por base os cálculos conservadores dos técnicos norte-americanos apontados, verificamos que se não pode atribuir a fome a uma suposta mesquinhez da natureza. Indicam-nos esses cálculos que a Terra oferece ao trabalho humano, para atender às suas necessidades alimentares, cerca de 16 biliões de acres, o que corresponde em relação à actual população da Terra, a cerca de 8 acres por indivíduo. Segundo cálculos de autoridades em agricultura e nutrição, que estudaram, à luz dos modernos conhecimentos da nutrição, a correlação entre área cultivada e acres, por pessoa, para fornecimento dos elementos indispensáveis a uma dieta racional; quase quatro vezes menos, portanto do que a natureza põe à disposição do homem. Outra prova da falta de base da teoria natural da fome reside no facto de que, até hoje, a área cultivada pela humanidade não atingiu 2 biliões de acres, o que corresponde, pois, a menos da oitava parte das possibilidades naturais da Terra.
O problema da fome mundial não é, por conseguinte, um problema de limitação da produção por coerção das forças naturais, é antes um problema de política, de uma política essencialmente baseada na desigualdade económica e social e na divisão premeditada do mundo em grupos dominadores e grupos dominados. A fome é utilizada pelos dominadores como um instrumento muito subtil e eficaz da sua política. A verdade está com Frank Boudreau, quando afirma que << temos obtido muito mais êxito em produzir alimentos do que em distribuí-los de maneira adequada >>. Triste e inegável confirmação desta verdade temos através da deliberação tomada nos últimos anos pelos Estados Unidos da América de reduzir a sua área de cultura e a sua produção de alimentos, a braços com o problema dos excedentes alimentares. Excedentes que têm sido o principal assunto de debates nas conferências internacionais de agricultura nos últimos tempos, pelas dificuldades e complicações que acarreta a sua manipulação num regime de trocas comerciais asfixiadas pelas barreiras cambiais.
A fome e a guerra não obedecem a qualquer lei natural, são na realidade criações humanas. Voltaremos ao assunto mais adiante, invocando grande acervo de observações históricas e antropológicas. Por enquanto, anteciparemos apenas que os antropologistas já apresentaram abundante documentação provando que, entre os achados paleontológicos dos grupos humanos mais primitivos, não se encontravam instrumentos nem sinais da existência de guerra organizada; tão pouco se evidenciam, nos esqueletos fossilizados desses grupos primitivos, sinais de carências alimentares. Já nos grupos mais adiantados, os esqueletos trazem, gravadas, as marcas de várias carências alimentares – sinais biológicos de fome. Conclui-se daí que a fome e a guerra só surgiram depois que o homem alcançou um grau de cultura em que começou a acumular reservas e a estabelecer fronteiras defensivas das suas riquezas acumuladas, isto é, quando começaram as dificuldades criadas pelo homem quanto à distribuição das riquezas produzidas.
“ Dr. Josué de Castro “
<< Geopolítica da Fome pág.47/50 2ªedição (1974) – Brasília Editora, PORTO >>

DR. JOSUÉ DE CASTRO

Dr. Josué de Castro, faleceu em Paris no dia 24 de Setembro de 1973, vítima de ataque cardíaco, quando muito havia ainda a esperar da sua capacidade de cientista de renome mundial, do seu amor à humanidade e da sua enorme sede de justiça para as massas deserdadas que ainda existem pelo mundo. Homem carismático e visionário do seu tempo, com grande sentido de responsabilidade e justiça, cujos testemunhos e conceitos adaptados à realidade, iriam mudar a face da sociedade actual, tornando-a mais justa e humana.
Actualmente toda a sua Obra e Testemunhos, caíram no esquecimento tal como a sua pessoa, sem que haja uma razão aparente, pois os seus conceitos resultantes de uma vida de pesquisa científica continuam a ser imutáveis através dos tempos. A única razão plausível para justificar esta importante perda é que a sua Obra e os seus Testemunhos continuam a ser incomodativos para certos governos, políticos e gente influente que vêem no Dr. Josué de Castro uma ameaça para os seus interesses, tal como tem acontecido através dos tempos, preferindo manter a ele e sua obra no anonimato, levando-me a questionar, se a sua morte súbita teria sido natural ou provocada…, tal como o seu esquecimento...



Dr. JOSUÉ DE CASTRO

Biografia
- Nascido no Recife, em 1908.
- Formado em Medicina pela Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil em 1929.
- Livre- docente de Fisiologia da Faculdade de Medicina do Recife, 1932; Professor catedrático de Geografia Humana da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais do Recife,
1933 / 1935; Professor Catedrático de Antropologia da Universidade do Distrito Federal,
1935 / 1938; Professor catedrático de Geografia Humana da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil,
1940 / 1964.- Convidado oficial do Governo Italiano para realizar um ciclo de conferências nas Universidades de Roma e Nápoles sobre “ Os Problemas de Aclimatação Humana nos Trópicos “, 1939.
- Convidado oficial de Governos de vários países para estudar problemas de alimentação e nutrição. Entre eles: Argentina ( 1942 ), Estados Unidos ( 1943 ), República Dominicana (1945 ), México ( 1945 ), França ( 1947 ).
- Chefe da Comissão que realizou o inquérito sobre as Condições de Vida das Classes Operárias do Recife ( primeiro inquérito desta natureza levado a efeito no país ), 1933.
- Membro da “ Comissão de Inquérito para Estudo da Alimentação do Povo Brasileiro “, realizado pelo Departamento Nacional de Saúde, 1936.
- Detentor do Prémio Pandiá Calógeras, 1937.
- Idealizador, Organizador e Director do Serviço Central de Alimentação, depois transformado no Serviço de Alimentação da Providência Social ( SAPS ), 1939 / 1941.
- Presidente da Sociedade Brasileira de Alimentação 1942 / 1944.
- Idealizador e Director do Instituto de Nutrição da Universidade do Brasil, 1946.
- Prémio José Veríssimo da Academia Brasileira de LETRAS, 1946.
- Delegado do Brasil na “Conferência de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas”, convocado pela FAO (Food and Agriculture Organization) Agosto de 1947.
- Membro do “Comité Consultivo Pennante de Nutrição”, FAO 1947.
- Professor Honoris – Causa da Universidade de Santo Domingos, República Dominicana, 1945; da Universidade de San Marcos, Lima 1950; da Universidade de Engenharia Lima, 1965.
- Presidente do Conselho da Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas ( FAO ), 1952 / 1956.
- Presidente da Associação Mundial da Luta Contra a Fome (ASCOFAM).
- “ Prémio Roosevelt “ da Academia de Ciências Políticas dos EUA, 1952.
- “ Grande Medalha da cidade de Paris “, 1953.
- “ Prémio Internacional da Paz”, 1954.
- Grande Cruz do Mérito Médico, Brasil.
- “ Oficial da Legião de Honra “, França 1955.
- Presidente eleito do Comité Governamental da Luta Contra a Fome, ONU 1960.
- Deputado Federal pelo Estado de Pernambuco 1954 / 1962.
- Embaixador do Brasil na ONU, em Genebra, 1962 / 1964.
- Demitiu-se em virtude do golpe militar de 31 de Março de 1964, que através do Acto Institucional Nº1, lhe cessaria os direitos políticos, em 09 de Abril do mesmo ano.
- Detentor da “ Ordem de Andrés Bello “ do Governo da Venezuela, 1968.
- Membro de várias Associações e Academias no Brasil e Exterior.
- Fundador e Presidente do Centro Internacional para o Desenvolvimento ( CID ), Paris 1965 / 1973.
- Presidente da Associação Médica Internacional para o Estudo e Condições de Vida e Saúde (AMIEV), 1970 – Professor Estrangeiro Associado ao Centro Universitário Experimental de Vincennes, Universidade de Paris, 1968 /1973.
- Exilado na França, faleceu em Paris em 24 de Setembro de 1973, vítima de colapso cardíaco.
http://www.josuedecastro.com.br/port/index.html

Bibliografia
- O Problema da Alimentação no Brasil – Companhia Editora Nacional, São Paulo/Rio de Janeiro, 1933 ( Col. Brasiliana ).
- O Problema Fisiológico da Alimentação no Brasil – Editora Imprensa Industrial, Recife 1932.
- Condições de Vida das Classes Operárias do Recife – Departamento de Saúde Pública, Recife 1935.
- Alimentação e Raça – Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro 1935.
- Therapeutica Dietética do Diabete – In: Diabete, Livraria do Globo, Porto Alegre 1936 Pág.271 / 294.
- Documentário do Nordeste – Livraria José Olympio, Rio de Janeiro 1937.
- A Alimentação Brasileira à luz da Geografia Humana – Livraria do Globo, Rio de Janeiro 1939.
- Alimentazione e Acclimatazione Umana nel Tropici – Milão 1939.
- Geografia da Fome – Editora O Cruzeiro, Rio de Janeiro 1946, última edição – Gryphus,RJ 1992. Prémio José Veríssimo da Academia Brasileira de Letras.
- La Alimentación en los Tropicos – Fondo de Cultura Económica, México 1946.
- Factores de Localização da Cidade do Recife – Imprensa Nacional, Rio de Janeiro 1947.
- Geopolítica da Fome – Casa do Estudante do Brasil, Rio de Janeiro 1951.
- A Cidade do Recife- Ensaio de Geografia Humana – Casa do Estudante do Brasil, Rio de Janeiro 1956.
- Três Personagens – Casa do Estudante do Brasil, Rio de Janeiro 1955.
- O Livro Negro da Fome – Editora Brasiliense, São Paulo 1957.
- Ensaios de Geografia Humana – Editora Brasiliense, São Paulo 1957.
- Ensaios de Biologia Social – Editora Brasiliense, São Paulo 1957.
- Sete Palmos de Terra em Caixão – Editora Brasiliense, São Paulo 1965.
- Ensayos sobre el Sub-Desarrollo – Siglo Veinte, Buenos Aires 1965
- Adonde va la América Latina? – Latino Americano, Lima 1966.
- Homens e Caranguejos – Editora Porto, Brasília 1967.
- A Explosão Demográfica e Fome no Mundo – Itaú, Lisboa 1968.
- El Hambre-Problema Universal – La Pléyade, Argentina 1969.
- Latin American Radicalism – Vintagem Books, New York 1969.
- A Estratégia do Desenvolvimento – Cadernos Seara Nova, Lisboa 1971.
- Mensagens – Colibri, Bogotá 1980.
- Fome um Tema Proibido – Última Edição Civilização Brasileira 2003. Organizadora : Anna Maria de Castro.
- Festa das Letras – Última Edição : Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro 1996.
( Obs. Obras traduzidas e editadas em 25 idiomas.)

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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 9:55 am

RELATÓRIO “FROM IRON MOUNTAIN”

-Introdução:
O “Relatório Iron Mountain”, foi publicado em 1967, (durante a administração Jonhnson), pela Dial Press, que afirmava que o relatório publicado era de um painel governamental.
O relatório foi elaborado por uma comissão ”Special Study Group”, criada para esse efeito em 1963, constituída por quinze elementos, cujas identidades permaneceriam secretas e o conteúdo do próprio relatório não estava destinado a ser divulgado ao público, “top secret”.
Este grupo reunia-se num buncker nuclear chamado Iron Mountain e trabalhou durante um período de dois anos e meio, finalizando-o em 1966.
Um membro do painel “ John Doe “, professor em um colégio no MidWest, resolveu torná-lo público.
O relatório elaborado, tratava-se de uma investigação aprofundada, sobre os problemas que os Estados Unidos teriam de enfrentar, se e quando a “Paz Mundial” for estabilizada de forma mais ou menos permanente.


CÓPIA DA VERSÃO AMERICANA DO LIVRO PUBLICADO PELA DIAL PRESS em 1967


REPORT FROM IRON MOUNTAIN:

ON THE POSSIBILITY AND DESIRABILITY
OF PEACE






With introductory material by Leonard C. Lewin
The Dial Press, Inc. 1967, New York
Library of Congress Catalog card Number 67-27553 Printed in the U.S.


CONTENTS:

Foreword 18

Background Information 23

Statement by "John Doe" 31

The Report of the Special Study Group 32

Letter of Transmittal 32

Introduction 33

Section 1. Scope of the Study 34

Section 2. Disarmament and the Economy 37

Section 3. Disarmament Scenarios 41

Section 4. War & Peace as Social Systems 42

Section 5. The Functions of War 44

Section 6. Substitutes for the Functions of War 57

Section 7. Summary and Conclusions 69

Section 8. Recommendations 78

NOTES 82


FOREWORD

"John Doe," as I will call him in this book for reasons that will be made clear, is
a professor at a large university in the Middle West. His field is one of the
social sciences, but I will not identify him beyond this. He telephoned me one
evening last winter, quite unexpectedly; we had not been in touch for several
years. He was in New York for a few days, he said, and there was something
important he wanted to discuss with me. He wouldn't say what it was. We met
for lunch the next day at a midtown restaurant.

He was obviously disturbed. He made small talk for half an hour, which was
quite out of character, and I didn't press him. Then, apropos of nothing, he
mentioned a dispute between a writer and a prominent political family that had
been in the headlines. What, he wanted to know, were my views on "freedom of information"? How would I qualify them? And so on. My answers were not
memorable, but they seemed to satisfy him. Then, quite abruptly, he began to
tell me the following story:

Early in August of 1963, he said, he found a message on his desk that a "Mrs.
Potts" had called him from Washington. When he returned the call, a MAN
answered immediately, and told Doe, among other things, that he had been
selected to serve on a commission "of the highest importance." Its objective was to determine, accurately and realistically, the nature of the problems that would confront the United States if and when a condition of "permanent peace" should arrive, and to draft a program for dealing with this contingency. The man described the unique procedures that were to govern the commission's work and that were expected to extend its scope far beyond that of any previous examination of these problems.

Considering that the caller did not precisely identify either himself or his
agency, his persuasiveness must have been a truly remarkable order. Doe
entertained no serious doubts of the bona fides of the project, however, chiefly
because of his previous experience with the excessive secrecy that often
surrounds quasi-governmental activities. In addition, the man at the other end of the line demonstrated an impressively complete and surprisingly detailed
knowledge of Doe's work and personal life. He also mentioned the names of
others who were to serve with the group; most of them were known to Doe by
reputation. Doe agreed to take the assignment --- he felt he had no real choice in the matter --- and to appear the second Saturday following at Iron Mountain,
New York. An airline ticket arrived in his mail the next morning.

The cloak-and-dagger tone of this convocation was further enhanced by the
meeting place itself. Iron Mountain, located near the town of Hudson, is like
something out of Ian Fleming or E. Phillips Oppenheim. It is an underground
nuclear hideout for hundreds of large American corporations. Most of them use it as an emergency storage vault for important documents. But a number of them maintain substitute corporate headquarters as well, where essential
personnel could presumably survive and continue to work after an attack. This
latter group includes such firms as Standard Oil of New Jersey, Manufacturers
Hanover Trust, and Shell.


I will leave most of the story of the operations of the Special Study Group, as
the commission was formally called, for Doe to tell in his own words
("Background Information"). At this point it is necessary to say only that it met
and worked regularly for over two and a half years, after which it produced a
Report. It was this document, and what to do about it, that Doe wanted to talk to me about.

The Report, he said, had been suppressed --- both by the Special Study Group itself and by the government INTERAGENCY committee to which it had been submitted. After months of agonizing, Doe had decided that he would no longer be party to keeping it secret. What he wanted from me was advice and
assistance in having it published. He gave me his copy to read, with the express understanding that if for any reason I were unwilling to become involved, I would say nothing about it to anyone else.

I read the Report that same night. I will pass over my own reactions to it, except to say that the unwillingness of Doe's associates to publicize their findings became readily understandable. What had happened was that they had been so tenacious in their determination to deal comprehensively with the many problems of transition to peace that the original questions asked of them were never quite answered. Instead, this is what they concluded:

Lasting peace, while no theoretically impossible, is probably unattainable; even if it could be achieved it would almost certainly not be in the best interests of a stable society to achieve it.

That is the gist of what they say. Behind their qualified academic language runs this general argument: War fills certain functions essential to the stability of our society; until other ways of filling them are developed, the war system must be maintained -- and improved in effectiveness.

It is not surprising that the Group, in its Letter of Transmittal, did not choose to
justify its work to "the lay reader, unexposed to the exigencies of higher
political or military responsibility." Its Report was addressed, deliberately, to
unnamed government administrators of high rank; it assumed - considerable
political sophistication from this select audience. To the general reader,
therefore, the substance of the document may be even more unsettling than its conclusions. He may not be prepared for some of its assumptions -- for instance, that most medical advances are viewed more as problems than as progress; or that poverty is necessary and desirable, public postures by politicians to the contrary notwithstanding; or that standing armies are, among other things social-welfare institutions in exactly the same sense as are old-people's homes and mental hospitals. It may strike him as odd to find the probably explanation of "flying saucer" incidents disposed of en passant in less than a sentence. He may be less surprised to find that the space program and the "controversial antimissile missile and fallout shelter programs are understood to have the spending of vast sums of money, not the advancement of science or national defense, as their principal goals, and to learn that "military" draft policies are only remotely concerned with defense.

He may be offended to find the organized repression of minority groups, and
even the reestablishment of slavery, seriously (and on the whole favorably
discussed as possible aspects of a world at peace. He is not likely to take kindly to the notion of the deliberate intensification of air and water pollution (as part of a program leading to peace), even when the reason for considering it is made clear. That a world without war will have to turn sooner rather than later to universal test-tube procreation will be less disturbing, if no more appealing. But few readers will not be taken aback, at least, by a few lines in the Report's conclusions, repeated in its formal recommendations, that suggest that the longrange planning--and "budgeting" -- of the "optimum" number of lives to be destroyed annually in overt warfare is high on the Group's list of priorities for government action.

I cite these few examples primarily to warn the general reader what he can
expect. The statesmen and strategists for whose eyes the Report was intended obviously need no such protective admonition.

This book, of course, is evidence of my response to Doe's request. After
carefully considering the problems that might confront the publisher of the
Report, we took it to The Dial Press. There, its significance was immediately
recognized, and, more important, we were given firm assurances that no outside pressures of any sort would be permitted to interfere with its publication.

It should be made clear that Doe does not disagree with the substance of the
Report, which represents as genuine consensus in all important respects. He
constituted a minority of one -- but only on the issue of disclosing it to the
general public. A look at how the Group dealt with this question will be
illuminating

The debate took place at the Group's last full meeting before the Report was
written, late in March, 1966, and again at Iron Mountain. Two facts must be
kept in mind, by way of background. The first is that the Special Study Group
had never been explicitly charged with or sworn to secrecy, either when it was
convened or at any time thereafter. The second is that the Group had
nevertheless operated as if it had been. This was assumed from the
circumstances of its inception and from the tone of its instructions. (The Group's acknowledgment of help from "the many persons....who contributed so greatly to our work" is somewhat equivocal; these persons were not told the nature of the project for which their special resources of information were solicited.)

Those who argued the case for keeping the Report secret were admittedly
motivated by fear of the explosive political effects that could be expected from
publicity. For evidence, they pointed to the suppression of the far less
controversial report of then-Senator Hubert Humphrey's subcommittee on
disarmament in 1962. (Subcommittee members had reportedly feared that it
might be used by Communist propagandists, as Senator Stuart Symington put it, to "back up the Marxian theory that was production was the reason for the
success of capitalism.") Similar political precautions had been taken with the
better-known Gaither Report in 1957, and even with the so-called Moynihan
Report in 1965.

Furthermore, they insisted, a distinction must be made between serious studies, which are normally classified unless and until policy makers decide to release them, and conventional "showcase" projects, organized to demonstrate a political leadership's concerns about an issue and to deflect the energy of those pressing for action on it. (The example used, because some of the Group had participated in it, was a "While House Conference" on intended cooperation, disarmament, etc., which had been staged late in 1965 to offset complaints about escalation of Vietnam War.)

Doe acknowledges this distinction, as well as the strong possibility of public
misunderstanding. But he feels that if the sponsoring agency had wanted to
mandate secrecy it could have done so at the outset. It could also have assigned the project to one of the government's established "think tanks," which normally work on a classified basis. He scoffed at fear of public reaction, which could have no lasting effect on long-range measures that might be taken to implement the Group's proposals, and derided the Group's abdication of responsibility for its opinions and conclusions. So far as he was concerned, there was such a thing as a public right to know what was being done on its behalf; the burden of proof was on those who would abridge it.

If my account seems to give Doe the better of the argument, despite his failure
to convince his colleagues, so be it. My participation in this book testifies that I
am not neutral. In my opinion, the decision of the Special Study Group to
censor its own findings was not merely timid but presumptuous. But the refusal, as of this writing, of the agencies for which the Report was prepared to release it themselves raises broader questions of public policy. Such questions center on the continuing use of self-serve definitions of "security" to avoid possible political embarrassment. It is ironic how often this practice backfires.

I should state, for the record, that I do not share the attitudes toward war and
peace, life and death, and survival of the species manifested in the Report. Few readers will. In human terms, it is an outrageous document. But it does
represent a serious and challenging effort to define an enormous problem. And it explains, or certainly appears to explain, aspects of American policy
otherwise incomprehensible by the ordinary standards of common sense. What we may think of these explanations is something else, but it seems to me that we are entitled to know not only what they are but whose they are.

By "whose" I don't mean merely the names of the authors of the Report. Much
more important, we have a right to know to what extent their assumptions of
social necessity are shared by the decision-makers in our government. Which do they accept and which do they reject? However disturbing the answers, only full and frank discussion offers any conceivable hope of solving the problems raised by the Special Study Group in their Report from Iron Mountain.

L.C.L. New York June 1967

BACKGROUND INFORMATION

[The following account of the workings of the Special Study Group is taken
verbatim from a series of tape recorded interviews I had with "John Doe." The
transcript has been edited to minimize the intrusion of my questions and
comments, as well as for length, and the sequence has been revised in the
interest of continuity. L.C.L.]

HOW WAS THE GROUP FORMED?

...The general idea for it, for this kind of study dates back at least to 1961. It
started with some of the new people who came in with the Kennedy
administration, mostly, I think, with McNamara, Bundy, and Rusk. They were
impatient about many things....One of them was that no really serious work had been done about planning for peace---a long-range peace, that is, with longrang planning.

Everything that had been written on the subject [before 1961] was superficial.
There was insufficient appreciation of the scope of the problem. The main
reason for this, of course, was that the idea of a real peace in the world, general disarmament and so on, was looked on as utopian. Or even crack- pot. This is still true, and it's easy enough to understand when you look at what's going on in the world today....It was reflected in the studies that had been made up to that time. They were not realistic...

The idea of the Special Study, the exact form it would take, was worked out
early in '63...The settlement of the Cuban missile affair had something to do
with it, but what helped most to get it moving were the big changes in military
spending that were being planned.....Plants being closed, relocations, and so
forth. Most of it wasn't made public until much later....

[I understand] it took a long time to select the people for the Group. The calls
didn't go out until the summer......

WHO MADE THE SELECTION?

That's something I can't tell you. I wasn't involved with the preliminary
planning. The first I knew of it was when I was called myself. But three of the
people had been in on it, and what the rest of us know we learned from them,
about what went on earlier. I do know that it started very informally. I don't
know what particular government agency approved the project.

WOULD YOU CARE TO MAKE A GUESS?

All right---I think it was an ad hoc committee, at the cabinet level, or near it. It
had to be. I suppose they gave the organizational job--making arrangements,
paying the bills, and so on---to somebody from the State or Defense of the
National Security Council. Only one of us was in touch with Washington, and I
wasn't the one. But I can tell you that very, very few people knew about
us....For instance, there was the Ackley Committee. It was set up after we were.
If you read their report---the same old tune---economic reconversion, turning
sword plants into plowshare factories...I think you'll wonder if even the
President knew about our Group. The Ackley Committee certainly didn't.

IS THAT POSSIBLE, REALLY? I MEAN THAT NOT EVEN THE
PRESIDENT KNEW OF YOUR COMMISSION?

Well, I don't think there's anything odd about the government attacking a
problem at two different levels. Or even about two or three [government]
agencies working at cross-purposes. It happens all the time. Perhaps the
President did know. And I don't mean to denigrate the Ackley Committee, but it was exactly that narrowness of approach that we were supposed to get away from.......

You have to remember -- you've read the Report---that what they wanted from
us was a different kind of thinking. It was a matter of approach. Herman Kahn
calls is "Byzantine"--no agonizing over cultural and religious values. No moral
posturing. It's the kind of thinking that Rand and the Hudson Institute and
I.D.A. (Institute for Defense Analysis.) brought into war planning...What they
asked up to do, and I think we did it, was to give the same kind of treatment to
the hypothetical nuclear war...We may have gone further than they expected,
but once you establish your premises and your logic you can't turn back....

Kahn's books, for example, are misunderstood, at least by laymen. They shock people. But you see, what's important about them is not his conclusions, or his opinions. It's the method. He has done more than anyone else I can think of to get the general public accustomed to the style of modern military thinking.....Today it's possible for a columnist to write about "counterforce strategy" and "minimum deterrence" and "credible first strike capability" without having to explain every other word. He can write about war and strategy without getting bogged down in questions or morality.......

The other big difference about or work is breadth. The Report speaks for itself. I can't say that we took every relevant aspect of life and society into account, but I don't think we missed anything essential...

WHY WAS THE PROJECT GIVEN TO AN OUTSIDE COMMISSION?
WHY COULDN'T IT HAVE BEEN HANDLED BY AN APPROPRIATE
GOVERNMENT AGENCY?

I think that's obvious, or should be. The kind of thinking wanted from our
Group just isn't to be had in a formal government operation. Too many
constraints. Too many inhibitions. This isn't a new problem. Why else would
outfits like Rand and Hudson stay in business? Any assignment that's at all
sophisticated is almost always given to an outside group. This is true even in the State Department, in the "gray" operations, those that are supposed to be
unofficial, but are really as official as can be. Also with the C.I.A....

For our study, even the private research centers were too institutional... A lot of thought went into making sure that our thinking would be unrestricted. All
kinds of little things. The way we were called into the Group, the places we
met, all kinds of subtle devices to remind us. For instance, even our name, the
Special Study Group. You know government names. Wouldn't you think we'd
have been called "Operation Olive Branch," or "Project Pacifica," or something
like that? Nothing like that for us---too allusive, too suggestive. And no minutes
of our meetings---too inhibiting.... About who might be reading them. Of
course, we took notes for our own use. And among ourselves, we usually called ourselves "The Iron Mountain Boys," or "Our Thing," or whatever came to mind........

WHAT CAN YOU TELL ME ABOUT THE MEMBERS OF THE
GROUP?

I'll have to stick to generalities....There were fifteen of us. The important thing
was that we represented a very wide range of disciplines. And not all academic. People from the natural sciences, the social sciences, even the humanities. We had a lawyer and a businessman. Also, a professional war planner. Also, you should know that everyone in the Group had done work of distinction in at least two different fields. The interdisciplinary element was built in.....

It's true that there were no women in the Group, but I don't think that was
significant.....We were all American citizens, of course. And all, I can say, in
very good health, at least when we began.... You see, the first order of business, at the first meeting, was the reading of dossiers. They were very detailed, and not just professional, but also personal. They included medical histories. I remember one very curious thing, for whatever it's worth. Most of us, and that includes me, had a record of abnormally high uric acid concentrations in the blood...... None of us had ever had this experience, of a public inspection of credentials, or medical reports. It was very disturbing...

But it was deliberate. The reason for it was to emphasize that we were supposed to make ALL our own decisions on procedure, without outside rules. This included judging each other's qualifications and making allowances for possible bias. I don't think it affected our work directly, but it made the point it was supposed to make...... That we should ignore absolutely nothing that might conceivably affect our objectivity.

[At this point I persuaded Doe that a brief occupational description of the
individual members of the Group would serve a useful purpose for readers of
the Report. The list which follows was worked out on paper. (It might be more
accurate to say it was negotiated)/. The problem was to give as much relevant
information as possible without violating Doe's commitment to protect his
colleagues' anonymity. It turned out to be very difficult, especially in the cases
of those members who are very well known. For this reason, secondary areas of achievement or reputations are usually not shown.

The simple alphabetical "names" were assigned by Doe for convenient
reference; they bear no intended relation to actual names. "Able" was the
Group's Washington contact. It was he who brought and read the dossiers, and who most often acted as chairman. He, "Baker," and "Cox" were the three who had been involved in the preliminary planning. There is no other significance to the order of listing.

"Arthur Able" is an historian and political theorist, who has served in
government.

"Bernard Baker: is a professor of international law and a consultant on
government operations.

"Charles Cox" is an economist, social critic, and biographer.
"John Doe."

"Edward Ellis" is a sociologist often involved in public affairs.

"Frank Fox" is a cultural anthropologist.

"George Green" is a psychologist, educator, and developer of personnel testing systems.

"Harold Hill" is a psychiatrist, who has conducted extensive studies of the
relationship between individual and group behavior.

"John Jones" is a scholar and literary critic.

"Martin Miller" is a physical chemist, whose work has received inter- national
recognition at the highest level.

"Paul Peters" is a biochemist, who has made important discoveries bearing on
reproductive processes.

"Richard Roe" is a mathematician affiliated with an independent West Coast
research institution.

"Samuel Smith" is an astronomer, physicist, and communications theorist.

"Thomas Taylor" is a systems analyst and war planner, who has written
extensively on war, peace, and international relations.

"William White" is an industrialist, who has undertaken many special
government assignments.]

HOW DID THE GROUP OPERATE? I MEAN, WHERE AND WHEN
DID YOU MEET, AND SO FORTH?

We met on the average of once a month. Usually it was on weekends, and
usually for two days. We had a few longer sessions, and one that lasted only
four hours. .... We met all over the country, always at a different place, except
for the first and last times, which were at Iron Mountain. It was like a traveling
seminar....Sometimes at hotels, sometimes at universities. Twice we met at
summer camps, and once at a private estate, in Virginia. We used a business
place in Pittsburgh, and another in Poughkeepsie, [New York]....We never met
in Washington, or on government property anywhere....Able would announce
the times and places two meetings ahead. They were never changed.....

We didn't divide into subcommittees, or anything else that formal. But we all
took individual assignments between meetings. A lot of it involved getting
information from other people.... Among the fifteen of us, I don't thing there
was anybody in the academic or professional world we couldn't call on if we
wanted to, and we took advantage of it..... We were paid a very modest per
diem. All of it was called "expenses" on the vouchers. We were told not to
report it on our tax returns.... The checks were drawn on a special account of
Able's at a New York bank. He signed them....I don't know what the study cost.
So far as our time and travel were concerned, it couldn't have come to more
than the low six-figure range. But the big item must have been computer time,
and I have no idea how high this ran......

YOU SAY THAT YOU DON'T THINK YOUR WORK WAS AFFECTED
BY PROFESSIONAL BIAS. WHAT ABOUT POLITICAL AND
PHILOSOPHICAL BIAS? IS IT POSSIBLE TO DEAL WITH
QUESTIONS OF WAR AND PEACE WITHOUT REFLECTING
PERSONAL VALUES?

Yes, it is. I can understand your skepticism. But if you had been at any of our
meetings you'd have had a very hard time figuring out who were the liberals and who were the conservatives, or who were hawks and who were doves. There IS such a thing as objectivity, and I think we had it... I don't say no one had any emotional reaction to what we were doing. We all did, to some extent. As a matter of fact, two members had heart attacks after we were finished, and I'll be the first to admit it probably wasn't a coincidence.


YOU SAID YOU MADE UP YOUR OWN GROUND RULES. WHAT
WERE THESE GROUND RULES?

The most important were informality and unanimity . By informality I mean
that our discussions were open-ended. We went as far afield as any one of us
thought we had to. For instance, we spent a lot of time on the relationship
between military recruitment policies and industrial employment. Before we
were finished with it, we'd gone through the history of western penal codes and any number of comparative psychiatric studies [of draftees and volunteers]. We looked over the organization of the Inca empire. We determined the effects of automation on underdeveloped societies....It was all relevant....

By unanimity, I don't mean that we kept taking votes, like a jury. I mean that we stayed with every issue until we had what the Quakers call a "sense of the
meeting." It was time-consuming. But in the long run it saved time. Eventually
we all got on the same wavelength, so to speak.....

Of course we had differences, and big ones, especially in the beginning... For
instance, in Section I you might think we were merely clarifying our
instructions. Not so; it took a long time before we all agreed to a strict
interpretation.... Roe and Taylor deserve most of the credit for this... There are
many things in the Report that look obvious now, but didn't seem so obvious
then. For instance, on the relationship of war to social systems. The original
premise was conventional, from Clausewitz. .... That war was an "instrument"
of broader political values. Able was the only one who challenged this, at first.
Fox called his position "perverse." Yet it was Fox who furnished most of the
data that led us all to agree with Able eventually. I mention this be- cause I
think it's a good example of the way we worked. A triumph of method over
cliché...... I certainly don't intend to go into details about who took what side
about what, and when. But I will say, to give credit where due, that only Roe,
Able, Hill and Taylor were able to see, at the beginning, where our method was taking us.

BUT YOU ALWAYS REACHED AGREEMENT, EVENTUALLY?

Yes. It's a unanimous report... I don't mean that our sessions were always
harmonious. Some of them were rough. The last six months there was a lot of
quibbling about small points... We'd been under pressure for a long time, we'd
been working together too long. It was natural.....that we got on each other's
nerves. For a while Able and Taylor weren't speaking to each other. Miller
threatened to quit. But this all passed. There were no important differences...

HOW WAS THE REPORT ACTUALLY WRITTEN? WHO DID THE
WRITING?

We all had a hand in the first draft. Jones and Able put it together, and then
mailed it around for review before working out a final version... The only
problems were the form it should take and whom we were writing it for. And, of
course, the question of disclosure.... [Doe's comments on this point are
summarized in the introduction.]

YOU MENTIONED A "PEACE GAMES" MANUAL. WHAT ARE
PEACE GAMES?

I wanted to say something about that. The Report barely mentions it. "Peace
games" is a method we developed during the course of the study. It's a
forecasting technique, an information system. I'm very excited about it. Even if
nothing is done about our recommendations--which is conceivable--this is
something that can't be ignored. It will revolutionize the study of social
problems. It's a by-product of the study. We needed a fast, dependable
procedure to approximate the effects of disparate social phenomena on other
social phenomena. We got it. It's in a primitive phase, but it works.

HOW ARE PEACE GAMES PLAYED? ARE THEY LIKE RAND'S WAR
GAMES?

You don't "play" peace games, like chess or Monopoly, any more than you play war games with toy soldiers. You use computers. It's a programming system. A computer "language," like Fortran, or Algol, or Jovial.... Its advantage is its superior capacity to interrelate data with no apparent common points of reference.... A simple analogy is likely to be misleading. But I can give you some examples. For instance, supposing I asked you to figure out what effect a moon landing by U.S. astronauts would have on an election in, say, Sweden. Or what effect a change in the draft law--a specific change--would have on the value of real estate in downtown Manhattan? Or a certain change in college entrance requirements in the United States on the British shipping industry?

You would probably say, first, that there would be no effect to speak of, and
second, that there would be no way of telling. But you'd be wrong on both
counts. In each case there would be an effect, and the peace games method
could tell you what it would be, quantitatively. I didn't take these examples out
of the air. We used them in working out the method....Essentially, it's an
elaborate high-speed trial-and-error system for determining working algorithms. Like most sophisticated types of computer problem-solving...
A lot of the "games" of this kind you read about are just glorified and
conversational exercises. They really are games, and nothing more. I just saw
one reported in the Canadian Computer Society Bulletin, called a "Vietnam
Peace Game." They use simulation techniques, but the programming hypotheses are speculative....

The idea of a problem-solving system like this is not original with us. ARPA
(the Advanced Research Projects Agency, of the Department of Defense DoD.) has been working on something like it. So has General Electric, in California. There are others..... We were successful not because we know more than they do about programming, which we don't, but because we leaned how to formulate the problems accurately. It goes back to the old saw. You can always find the answer if you know the right question.....

SUPPOSING YOU HADN'T DEVELOPED THIS METHOD. WOULD
YOU HAVE COME TO THE SAME CONCLUSIONS IN THE REPORT?

Certainly. But it would have taken many times longer. But please don't
misunderstand my enthusiasm [about the peace games method]. With all due
respect to the effects of computer technology on modern thinking, basic
judgments must still be made by human beings. The peace games technique isn't responsible for our Report. We are.

STATEMENT BY "JOHN DOE"

Contrary to the decision of the Special Study Group, of which I was a member,
I have arranged for the general release of our Report. I am grateful to Mr.
Leonard C. Lewin for his invaluable assistance in making this possible, and to
The Dial Press for accepting the challenge of publication. Responsibility for
taking this step, however, is mine and mine alone.

I am well aware that my action may be taken as a breach of faith by some of my former colleagues. But in my view my responsibility to the society for which I am a part supersedes any self-assumed obligation on the part of fifteen
individual men. Since our Report can be considered on its merits, it is not
necessary for me to disclose their identity to accomplish my purpose. Yet I
gladly abandon my own anonymity it is were possible to do so without at the
same time comprising theirs, to defend our work publicly if and when they
release me from this personal bond.

But this is secondary. What is needed now, and needed badly, is widespread
public discussion and debate about the elements of war and the problems of
peace. I hope that publication of this Report will serve to initiate it.


THE REPORT OF THE SPECIAL STUDY GROUP

LETTER OF TRANSMITTAL

To the convener of this Group:

Attached is the Report of the Special Study Group established by you in
August, 1963, 1) to consider the problems involved in the contingency of a
transition to a general condition of peace, and 2) to recommend procedures for
dealing with this contingency. For the convenience of nontechnical readers we
have elected to submit our statistical supporting data, totaling 604 exhibits,
separately, as well as a preliminary manual of the "peace games" method
devised during the course of our study.

We have completed our assignment to the best of our ability, subject to the
limitations of time and resources available to us. Our conclusions of fact and
our recommendations are unanimous; those of use who differ in certain
secondary respects from the findings set forth herein do not consider these
differences sufficient to warrant the filing of a minority report. It is our earnest
hope that the fruits of our deliberations will be of value to our government in its
efforts to provide leadership to the nation in solving the complex and farreaching problems we have examined, and that our recommendations for
subsequent Presidential action in this area will be adopted.

Because of the unusual circumstances surrounding the establishment of this
Group, and in view of the nature of its findings, we do not recommend that this
Report be released for publication. It is our affirmative judgment that such
action would not be in the public interest. The uncertain advantages of public
discussion of our conclusions and recommendations are, in our opinion, greatly outweighed by the clear and predictable danger of a crisis in public confidence which untimely publication of this Report might be expected to provoke. The likelihood that a lay reader, unexposed to the exigencies of higher political or military responsibility, will misconstrue the purpose of this project, and the intent of its participants, seems obvious. We urge that circulation of this Report be closely restricted to those whose responsibilities require that they be apprised of its contents.

We deeply regret that the necessity of anonymity, a prerequisite to our Group's unhindered pursuit of its objectives, precludes proper acknowledgment of our gratitude to the many persons in and out of government who contributed so greatly to our work.


FOR THE SPECIAL STUDY GROUP

[signature withheld for publication]

30 SEPTEMBER, 1966

INTRODUCTION

The Report which follows summarizes the results of a two-and-a-half-year
study of the broad problems to be anticipated in the event of general transformation of American society to a condition lacking its most critical current characteristics: its capability and readiness to make war when doing so is judged necessary or desirable by its political leadership.

Our work has been predicated on the belief that some kind of general peace may soon be negotiable. The de facto admission of Communist China into the United Nations now appears to be only a few years away at most. It has become increasingly manifest that conflicts of American national interest with those of China and the Soviet Union are susceptible of political solution, despite the superficial contraindications of the current Vietnam war, of the threats of an attack on China, and of the necessarily hostile tenor of day-to-day foreign policy statements. It is also obvious that differences involving other nations can be readily resolved by the three great powers whenever they arrive at a stable peace among themselves. It is not necessary, for the purposes of our study, to assume that a general detente of this sort will come about---and we make no such argument--but only that it may.

It is surely no exaggeration to say that a condition of general world peace would lead to changes in the social structures of the nations of the world of
unparalleled and revolutionary magnitude. The economic impact of general
disarmament, to name only the most obvious consequence of peace, would
revise the production and distribution patterns of the globe to a degree that
would make changes of the past fifty years seem insignificant. Political,
sociological, cultural, and ecological changes would be equally far-reaching.
What has motivated our study of these contingencies has been the growing
sense of thoughtful men in and out of government that the world is totally
unprepared to meet the demands of such a situation.

We had originally planned, when our study was initiated, to address ourselves
to these two broad questions and their components: What can be expected if
peace comes? What should we be prepared to do about it? But as our
investigation proceeded, it became apparent that certain other questions had to be faced. What, for instance, are the real functions of war in modern societies, beyond the ostensible ones of defending and advancing the "national interests" of nations? In the absence of war, what other institutions exist or might be devised to fulfill these functions? Granting that a "peaceful" settlement of disputes is within the range of current international relationships, is the abolition of war, in the broad sense, really possible? If so, is it necessarily desirable, in terms of social stability? If not, what can be done to improve the operation of our social system in respect to its war-readiness?

The word peace, as we have used it in the following pages, describes a
permanent, or quasi-permanent, condition entirely free from the national
exercise, or contemplation, of any form of the organized social violence, or
threat of violence, generally known as war. It implies total and general
disarmament. It is not used to describe the more familiar condition of "cold
war," "armed peace," or other mere respite, long or short, from armed conflict.
Nor is it used simply as a synonym for the political settlement of international
differences. The magnitude of modern means of mass destruction and the speed of modern communications require the unqualified working definition given above; only a generation ago such an absolute description would have seemed utopian rather than pragmatic. Today, any modification of this definition would render it almost worthless for our purpose. By the same standard, we have used the work war to apply interchangeably to conventional ("hot") war, to the general condition of war preparation or war readiness, and to the general "war system." The sense intended is made clear in context.

The first section of our Report deals with its scope and with the assumptions on which our study was based. The second considers the effects of disarmament on the economy, the subject of most peace research to date. The third takes up socalled "disarmament scenarios" which have been proposed. The fourth, fifth, and sixth examine the nonmilitary functions of war and the problems they raise for a viable transition to peace; here will be found some indications of the true dimensions of the problem, not previously coordinated in any other study. In the seventh section we summarize our findings, and in the eight we set forth our recommendations for what we believe to be a practical and necessary course of action.







SECTION 1 - SCOPE OF THE STUDY

When The Special Study Group was established in August, 1963, its members
were instructed to govern their deliberations in accordance with three principal
criteria. Briefly stated, they were these: 1) military-style objectivity; 2)
avoidance of preconceived value assumptions; 3) inclusion of all relevant areas of theory and data.

These guideposts are by no means as obvious as they may appear at first glance, and we believe it necessary to indicate clearly how they were to inform our work. For they express succinctly the limitations of previous "peace studies," and imply the nature of both government and unofficial dissatisfaction with these earlier efforts. It is not our intention here to minimize the significance of the work of our predecessors, or to belittle the quality of their contributions. What we have tried to do, and believe we have done, is extend their scope. We hope that our conclusions may serve in turn as a starting point for still broader and more detailed examinations of every aspect of the problems of transition to peace and of the questions which must be answer- ed before such a transition can be allowed to get under way.

It is a truism that objectivity is more often an intention expressed than an
attitude achieved, but the intention---conscious, unambiguous, and constantly
self-critical -- is a precondition to its achievement. We believe it no accident
that we were charged to use a "military contingency" model for our study, and
we owe a considerable debt to the civilian war planning agencies for their
pioneering work in the objective examination of the contingencies of nuclear
war. There is no such precedent in the peace studies. Much of the usefulness of even the most elaborate and carefully reasoned programs for economic
conversion to peace, for example, has been vitiated by a wishful eagerness to
demonstrate that peace is not only possible, but even cheap or easy. One official report is replete with references to the critical role of "dynamic optimism" on economic developments, and goes on to submit, as evidence, that it "would be hard to imagine that the American people would not respond very positively to an agreed and safeguarded program to substitute an international rule of law and order," etc. Another line of argument frequently taken is that disarmament would entail comparatively little disruption of the economy, since it need only be partial; we will deal with this approach later. Yet genuine objectivity in war studies is often critized as inhuman. As Herman Kahn, the writer on strategic studies best known to the general public, put it: "Critics frequently object to the icy rationality of the Hudson Institute, the Rand Corporation, and other such organizations. I'm always tempted to ask in reply, `Would you prefer a warm, human error? Do you feel better with a nice emotional mistake.'" And, as Secretary of Defense Robert S. McNamara has pointed out, in reference to facing up to the possibility of nuclear war, "Some people are afraid even to look over the edge. But in a thermonuclear war we cannot afford any political acrophobia." Surely it would be self-evident that this applies equally to the opposite prospect, but so far no one has taken more than a timid glance over the brink of peace.

An intention to avoid preconceived value judgments is if anything even more
productive of self-delusion. We claim no immunity, as individuals, from this
type of bias, but we have made a continuously self-conscious effort to deal with the problems of peace without, for example, considering that a condition of peace is per se "good" or "bad." This has not been easy, but it has been
obligatory; to our knowledge, it has not been done before. Previous studies have taken the desirability of peace, the importance of human life, the superiority of democratic institutions, the greatest "good" for the greatest number, the "dignity" of the individual, the desirability of maximum health and longevity, and other such wishful premises as axiomatic values necessary for the justification of a study of peace issues. We have not found them so. We have attempted to apply the standards of physical science to our thinking, the
principal characteristic of which is not quantification, as is popularly believed,
but that, in Whitehead's words, "...it ignores all judgments of value; for instance, all aesthetic and moral judgments." Yet it is obvious that any serious
investigation of a problem, however "pure," must be informed by some
normative standard. In this case it has been simply the survival of human
society in general, of American society in particular, and, as a corollary to
survival, the stability of this society.

It is interesting, we believe, to note that the most dispassionate planners of
nuclear strategy also recognize that the stability of society is the one bedrock
value that cannot be avoided. Secretary McNamara has defended the need for
American nuclear superiority on the grounds that it "makes possible a strategy
designed to preserve the fabric of our societies if war should occur." A former
member of the Department of State policy planning staff goes further. "A more
precise word for peace, in terms of the practical world, is stability. ... Today the
great nuclear panoplies are essential elements in such stability as exists. Our
present purpose must be to continue the process of learning how to live with
them." We, of course, do not equate stability with peace, but we accept it as the one common assumed objective of both peace and war.

The third criterion-breadth-has taken us still farther afield from peace studies
made to date. It is obvious to any layman that the economic patterns of a
warless world will be drastically different from those we live with today, and it
is equally obvious that the political relationships of nations will not be those we
have learned to take for granted, sometimes described as a global version of the adversary system of our common law. But the social implications of peace
extend far beyond its putative effects on national economics and international
relations. As we shall show, the relevance of peace and war to the internal
political organization of societies, to the sociological relationships of their
members, to psychological motivations, to ecological processes, and to cultural values is equally profound. More important, it is equally critical in assaying the consequences of a transition to peace, and in deter- mining the feasibility of any transition at all.

It is not surprising that these less obvious factors have been generally ignored in peace research. They have not lent themselves to systematic analysis. They have been difficult, perhaps impossible, to measure with any degree of assurance that estimates of their effects could be depended on. They are "intangibles," but only in the sense that abstract concepts in mathematics are intangible compared to those which can be quantified. Economic factors, on the other hand, can be measured, at least superficially; and international relationships can be verbalized, like law, into logical sequences.

We do not claim that we have discovered an infallible way of measuring these
other factors, or of assigning them precise weights in the equation of transition. But we believe we have taken their relative importance into account to this extent: we have removed them from the category of the "intangible," hence scientifically suspect and therefore somehow of secondary importance, and brought them out into the realm of the objective. The result, we believe,
provides a context of realism for the discussion of the issues relating to the
possible transition to peace which up to now has been missing.

This is not to say that we presume to have found the answers we were seeking. But we believe that our emphasis on breadth of scope has made it at least possible to begin to understand the questions.

SECTION 2 - DISARMAMENT AND THE ECONOMY

In this section we shall briefly examine some of the common features of the
studies that have been published dealing with one or another aspect of the
expected impact of disarmament on the American economy. Whether
disarmament is considered as a by-product of peace or as its precondition, its
effect on the national economy will in either case be the most immediately felt
of its consequences. The quasi-mensurable quality of economic manifestations has given rise to more detailed speculation in this area than in any other.

General agreement prevails in respect to the more important economic problems that general disarmament would raise. A short survey of these problems, rather than a detailed critique of their comparative significance, is sufficient for our purposes in this Report.

The first factor is that of size. The "world war industry," as one writer has aptly
called it, accounts for approximately a tenth of the output of the world's total
economy. Although this figure is subject to fluctuation, the causes of which are
themselves subject to regional variation, it tends to hold fairly steady. The
United States, as the world's richest nation, not only accounts for the largest
single share of this expense, currently upward of $60 billion a year, but also
"...has devoted a higher proportion [emphasis added] of its gross national
product to its military establishment than any other major free world nation.
This was true even before our increased expenditures in Southeast Asia." Plans for economic conversion that minimize the economic magnitude of the problem do so only by rationalizing, however persuasively, the maintenance of a substantial residual military budget under some euphemized classification.

Conversion of military expenditures to other purposes entails a number of
difficulties. The most serious stems from the degree of rigid specialization that
characterizes modern war production, best exemplified in nuclear and missile
technology. This constituted no fundamental problem after World War II, nor
did the question of free-market consumer demand for "conventional" items of
consumption---those good and services consumers had already been
conditioned to require. Today's situation is qualitatively different in both
respects.

This inflexibility is geographical and occupational, as well as industrial, a fact
which has led most analysts of the economic impact of disarmament to focus
their attention on phased plans for the relocation of war industry personnel and
capital installations as much as on proposals for developing new patterns of
consumption. One serious flaw common to such plans is the kind called in the
natural sciences the "macroscopic error." An implicit presumption is made that
a total national plan for conversion differs from a community program to cope
with the shutting down of a "defense facility" only in degree. We find no reason
to believe that this is the case, nor that a general enlargement of such local
programs, however well thought out in terms of housing, occupational
retraining, and the like, can be applied on a national scale. A national economy can absorb almost any number of subsidiary reorganizations within its total limits, providing there is no basic change in its own structure. General
disarmament, which would require such basic changes, lends itself to no valid
smaller-scale analogy.

Even more questionable are the models proposed for the retaining labor for
nonarmaments occupations. Putting aside for the moment the unsolved
questions dealing with the nature of new distribution patterns---retraining for
what?-- the increasingly specialized job skills associated with war industry
production are further depreciated by the accelerating inroads of the industrial
techniques loosely described as "automation." It is not too much to say that
general disarmament would require the scrapping of a critical proportion of the
most highly developed occupational specialties in the economy. The political
difficulties inherent in such an "adjustment" would make the outcries resulting
from the closing of a few obsolete military and naval installations in 1964 sound like a whisper.

In general, discussions of the problem of conversion have been characterized by an unwillingness to recognize its special quality. This is best exemplified by the 1965 report of the Ackley Committee. One critic has tellingly pointed out that it blindly assumes that "...nothing in the arms economy--neither its size, nor its geographical concentration, nor its highly specialized nature, nor the
peculiarities of its market, nor the special nature of much of its labor force---
endows it with any uniqueness when the necessary time of adjustment comes."

Let us assume, however, despite the lack of evidence that a viable program for conversion can be developed in the framework of the existing economy, that the problems noted above can be solved. What proposals have been offered for utilizing the productive capabilities that disarmament would presumably release?

The most common held theory is simply that general economic reinvestment
would absorb the greater part of these capabilities. Even though it is now
largely taken for granted (and even by today's equivalent of traditional laissez-faire economists) that unprecedented government assistance (and concomitant government control) will be needed to solve the "structural" problems of transition, a general attitude of confidence prevails that new consumption patterns will take up the slack. What is less clear is the nature of these patterns.

One school of economists has it that these patterns will develop on their own. It envisages the equivalent of the arms budget being returned, under careful
control, to the consumer, in the form of tax cuts. Another, recognizing the
undeniable need for increased "consumption" in what is generally considered
the public sector of the economy, stresses vastly increased government spending in such areas of national concern as health, education, mass transportation, lowcost housing, water supply, control of the physical environment, and, stated generally, "poverty."

The mechanisms proposed for controlling the transition to an arms-free
economy are also traditional--changes in both sides of the federal budget,
manipulation of interest rates, etc. We acknowledge the undeniable value of
fiscal tools in a normal cyclical economy, where they provide leverage to
accelerate or brake an existing trend. Their more committed proponents,
however, tend to lose sight of the fact that there is a limit to the power of these
devices to influence fundamental economic forces. They can provide new
incentives in the economy, but they cannot in themselves transform the
production of a billion dollars' worth of missiles a year to the equivalent in food,
clothing, prefabricated houses, or television sets. At bottom, they reflect the
economy; they do not motivate it.

More sophisticated, and less sanguine, analysts contemplate the diversion of the arms budget to a non-military system equally remote from the market economy. What the "pyramid-builders" frequently suggest is the expansion of spaceresearch programs to the dollar level of current expenditures. This approach has the superficial merit of reducing the size of the problem of transferability of resources, but introduces other difficulties, which we will take up in section 6.

Without singling out any one of the several major studies of the expected
impact of disarmament on the economy for special criticism, we can summarize our objections to them in general terms as follows:

No proposed program for economic conversion to disarmament sufficiently
takes into account the unique magnitude of the required adjustments it would
entail.

Proposals to transform arms production into a beneficent scheme of public
works are more the products of wishful thinking than of realistic understanding
of the limits of our existing economic system.

Fiscal and monetary measures are inadequate as controls for the process of
transition to an arms-free economy.

Insufficient attention has been paid to the political acceptability of the
objectives of the proposed conversion models, as well as of the political means to be employed in effectuating a transition.


No serious consideration has been given, in any proposed conversion plan, to
the fundamental nonmilitary function of war and armaments in modern society,
nor has any explicit attempt been made to devise a viable substitute for it. This
criticism will be developed in sections 5 and 6.
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SECTION 3 - DISARMAMENT SCENARIOS

SCENARIOS, as they have come to be called, are hypothetical constructions of future events. Inevitably, they are composed of varying proportions of
established fact, reasonable inference, and more or less inspired guesswork.
Those which have been suggested as model procedures for effectuating
international arms control and eventual disarmament are necessarily
imaginative, although closely reasoned; in this respect they resemble the "war
games" analyses of the Rand Corporation, with which they share a common
conceptual origin.

All such scenarios that have been seriously put forth imply a dependence on
bilateral or multilateral agreement between the great powers. In general, they
call for a progressive phasing out of gross armaments, military forces, weapons, and weapons technology, coordinated with elaborate matching procedures of verification, inspection, and machinery for the settlement of international disputes. It should be noted that even proponents of unilateral disarmament qualify their proposals with an implied requirement of reciprocity, very much in the manner of a scenario of graduated response in nuclear war. The advantage of unilateral initiative lies in its political value as an expression of good faith, as well as in its diplomatic function as a catalyst for formal disarmament negotiations.

The READ model for disarmament (developed by the Research Program on
Economic Adjustments to Disarmament) is typical of these scenarios. It is a
twelve-year program, divided into three-year stages. Each stage includes a
separate phase of: reduction of armed forces; cutbacks of weapons production, inventories, and foreign military bases; development of international inspection procedures and control conventions; and the building up of a sovereign international disarmament organization. It anticipates a net matching decline in U.S. defense expenditures of only somewhat more than half the 1965 level, but a necessary redeployment of some five-sixths of the defense-dependent labor force.

The economic implications assigned by their authors to various disarmament
scenarios diverge widely. The more conservative models, like that cited above,
emphasize economic as well as military prudence in postulating elaborate failsafe disarmament agencies, which themselves require expenditures substantially substituting for those of the displaced war industries. Such programs stress the advantages of the smaller economic adjustment entailed. Others emphasize, on the contrary, the magnitude (and the opposite advantages) of the savings to be achieved from disarmament. One widely read analysis estimates the annual cost of the inspection function of general disarmament throughout the world as only between two and three percent of current military expenditures. Both types of plan tend to deal with the anticipated problem of economic reinvestment only in the aggregate. We have seen no proposed disarmament sequence that correlates the phasing out of specific kinds of military spending with specific new forms of substitute spending.

Without examining disarmament scenarios in greater detail, we may
characterize them with these general comments:

Given genuine agreement of intent among the great powers, the scheduling of
arms control and elimination presents no inherently insurmountable procedural
problems. Any of several proposed sequences might serve as the basis for
multilateral agreement or for the first step in unilateral arms reduction.

No major power can proceed with such a program, however, until it has
developed an economic conversion plan fully integrated with each phase of
disarmament. No such plan has yet been developed in the United States.

Furthermore, disarmament scenarios, like proposals for economic conversion,
make no allowance for the non-military functions of war in modern societies,
and offer no surrogate for these necessary functions. One partial exception is a proposal for the "unarmed forces of the United States," which we will consider in section 6.

SECTION 4 - WAR AND PEACE AS SOCIAL SYSTEMS

We have dealt only sketchily with proposed disarmament scenarios and
economic analyses, but the reason for our seemingly casual dismissal of so
much serious and sophisticated work lies in no disrespect for its competence. It is rather a question of relevance. To put it plainly, all these programs, however detailed and well developed, are abstractions. The most carefully reasoned disarmament sequence inevitably reads more like the rules of a game or a classroom exercise in logic than like a prognosis of real events in the real world. This is as true of today's complex proposals as it was of the Abbé de St. Pierre's "Plan for Perpetual Peace in Europe" 250 years ago.


Some essential element has clearly been lacking in all these schemes. One of
our first tasks was to try to bring this missing quality into definable focus, and
we believe we have succeeded in doing so. We find that at the heart of every
peace study we have examined--from the modest technological proposal (e.g.,
to convert a poison gas plant to the production of "socially useful" equivalents)
to the most elaborate scenario for universal peace in out time--lies one common fundamental misconception. It is the source of the miasma of unreality surrounding such plans. It is the incorrect assumption that war, as an institution, is subordinate to the social systems it is believed to serve.

This misconception, although profound and far-reaching, is entirely
comprehensible. Few social clichés are so unquestioningly accepted as the
notion that war is an extension of diplomacy (or of politics, or of the pursuit of
economic objectives). If this were true, it would be wholly appropriate for
economists and political theorists to look on the problems of transition to peace as essentially mechanical or procedural---as indeed they do, treating them as logistic corollaries of the settlement of national conflicts of interest. If this were true, there would be no real substance to the difficulties of transition. For it is evident that even in today's world there exist no conceivable conflict of interest, real or imaginary, between nations or between social forces within nations, that cannot be resolved without recourse to war--if such resolution were assigned a priority of social value. And if this were true, the economic analyses and disarmament proposals we have referred to, plausible and well conceived as they may be, would not inspire, as they do, an inescapable sense of indirection.

The point is that the cliché is not true, and the problems of transition are indeed substantive rather than merely procedural. Although was is "used" as an instrument of national and social policy, the fact that a society is organized for any degree of readiness for war supersedes its political and economic structure. War itself is the basic social system, within which other secondary modes of social organization conflict or conspire. It is the system which has governed most human societies of record, as it is today.

Once this is correctly understood, the true magnitude of the problems entailed in a transition to peace---itself a social system, but without precedent except in a few simple preindustrial societies---becomes apparent. At the same time, some of the puzzling superficial contradictions of modern societies can then be readily rationalized. The "unnecessary" size and power of the world war
industry; the preeminence of the military establishment in every society,
whether open or concealed; the exemption of military or paramilitary
institutions from the accepted social and legal standards of behavior required
elsewhere in the society; the successful operation of the armed forces and the
armaments producers entirely outside the framework of each nation's economic ground rules: these and other ambiguities closely associated with the relationship of war to society are easily clarified, once the priority of warmaking potential as the principal structuring force in society is accepted.
Economic systems, political philosophies, and corpora jures serve and extend
the war system, not vice versa.

It must be emphasized that the precedence of a society's war-making potential
over its other characteristics is not the result of the "threat" presumed to exist at any one time from other societies. This is the reverse of the basic situation;
"threats" against the "national interest" are usually created or accelerated to
meet the changing needs of the war system. Only in comparatively recent times has it been considered politically expedient to euphemize war budgets as "defense" requirements. The necessity for governments to distinguish between "aggression" (bad) and "defense" (good) has been a by-product of rising literacy and rapid communication. The distinction is tactical only, a concession to the growing inadequacy of ancient war-organizing political rationales.

Wars are not "caused" by international conflicts of interest. Proper logical
sequence would make it more often accurate to say that war-making societies
require---and thus bring about---such conflicts. The capacity of a nation to make war expresses the greatest social power it can exercise; war-making, active or contemplated, is a matter of life and death on the greatest scale subject to social control. It should therefore hardly be surprising that the military institutions in each society claim its highest priorities.

We find further that most of the confusion surrounding the myth that warmaking is a tool of state policy stems from a general misapprehension of the functions of war. In general, these are conceived as: to defend a nation from military attack by another, or to deter such an attack; to defend or advance a "national interest"--economic, political, ideological; to maintain or in- crease a nation's military power for its own sake. These are the visible, or ostensible, functions of war. If there were no others, the importance of the war
establishment in each society might in fact decline to the subordinate level it is
believed to occupy. And the elimination of war would indeed be the procedural
matter that the disarmament scenarios suggest.

But there are other, broader, more profoundly felt functions of war in modern
societies. It is these invisible, or implied, functions that maintain war-readiness
as the dominant force in our societies. And it is the unwillingness or inability of
the writers of disarmament scenarios and reconversion plans to take them into
account that has so reduced the usefulness of their work, and that has made it
seem unrelated to the world we know.
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MensagemAssunto: 5   Dom Jun 13, 2010 10:01 am

SECTION 5 - THE FUNCTIONS OF WAR

As we have indicated, the preeminence of the concept of war as the principal
organizing force in most societies has been insufficiently appreciated. This is
also true of its extensive effects throughout the many nonmilitary activities of
society. These effects are less apparent in complex industrial societies like our
own than in primitive cultures, the activities of which can be more easily and
fully comprehended.

We propose in this section to examine these nonmilitary, implied, and usually
invisible functions of war, to the extent that they bear on the problems of
transition to peace for our society. The military, or ostensible, function of the
war system requires no elaboration; it serves simply to defend or advance the
"national interest" by means of organized violence. It is often necessary for a
national military establishment to create a need for its unique powers--to
maintain the franchise, so to speak. And a healthy military apparatus requires
"exercise," by whatever rationale seems expedient, to prevent its atrophy.

The nonmilitary functions of the war system are more basic. They exist not
merely to justify themselves but to serve broader social purposes. If and when
war is eliminated, the military functions it has served will end with it. But its
nonmilitary functions will not. It is essential, therefore, that we understand their
significance before we can reasonably expect to evaluate whatever institutions
may be proposed to replace them.

ECONOMIC

The production of weapons of mass destruction has always been associated with economic "waste." The term is pejorative, since it implies a failure of function. But no human activity can properly be considered wasteful if it achieves its contextual objective. The phrase "wasteful but necessary," applied not only to war expenditures but to most of the "unproductive" commercial activities of our society, is a contradiction in terms. "...The attacks that have since the time of Samuel's criticism of King Saul been leveled against military expenditures as waste may well have concealed or misunderstood the point that some kinds of waste may have a larger social utility."

In the case of military "waste," there is indeed a larger social utility. It derives
from the fact that the "wastefulness" of war production is exercised entirely
outside the framework of the economy of supply and demand. As such, it
provides the only critically large segment of the total economy that is subject to
complete and arbitrary central control. If modern industrial societies can be
defined as those which have developed the capacity to produce more than is
required for their economic survival (regardless of the equities of distribution of
goods within them), military spending can be said to furnish the only balance
wheel with sufficient inertia to stabilize the advance of their economies. The
fact that war is "wasteful" is what enables it to serve this function. And the
faster the economy advances, the heavier this balance wheel must be.

This function is often viewed, oversimply, as a device for the control of
surpluses. One writer on the subject puts it this way: "Why is war so wonderful? Because it creates artificial demand...the only kind of artificial demand, moreover, that does not raise any political issues: war, and only war, solves the problem of inventory." The reference here is to shooting war, but it applies equally to the general war economy as well. "It is generally agreed," concludes, more cautiously, the report of a panel set up by the U.S. Arms Control and Disarmament Agency, "that the greatly expanded public sector since World War II, resulting from heavy defense expenditures, has provided additional protection against depressions, since this sector is not responsive to contraction in the private sector and has provided a sort of buffer or balance wheel in the economy."

The principal economic function of war, in our view, is that it provides just such
a flywheel. It is not to be confused in function with the various forms of fiscal
control, none of which directly engages vast numbers of control, none of which
directly engages vast numbers of men and units of production. It is not to be
confused with massive government expenditures in social welfare programs;
once initiated, such programs normally become integral parts of the general
economy and are no longer subject to arbitrary control.

But even in the context of the general civilian economy war cannot be
considered wholly "wasteful." Without a long-established war economy, and
without its frequent eruption into large-scale shooting war, most of the major
industrial advances known to history, beginning with the development of iron,
could never have taken place. Weapons technology structures the economy.
According to the writer cited above, "Nothing is more ironic or revealing about
our society than the fact that hugely destructive war is a very progressive force
in it. ... War production is progressive because it is production that would not
otherwise have taken place. (It is not so widely appreciated, for example, that
the civilian standard of living rose during World War II.)" This is not "ironic or
revealing," but essentially a simple statement of fact.


It should also be noted that the war production has a dependably stimulating
effect outside itself. Far from constituting a "wasteful" drain on the economy,
war spending, considered pragmatically, has been a consistently positive factor in the rise of gross national product and of individual productivity. A former Secretary of the Army has carefully phrased it for public consumption thus: "If there is, as I suspect there is, a direct relation between the stimulus of large defense spending and a substantially increased rate of growth of gross national product, it quite simply follows that defense spending per se might be
countenanced on economic grounds alone [emphasis added] as a stimulator of the national metabolism." Actually, the fundamental nonmilitary utility of war
in the economy is far more widely acknowledged than the scarcity of such
affirmations as that quoted above would suggest.

But negatively phrased public recognitions of the importance of war to the
general economy abound. The most familiar example is the effect of "peace
threats" on the stock market, e.g., "Wall Street was shaken yesterday by news of an apparent peace feeler from North Vietnam, but swiftly recovered its
composure after about an hour of sometimes indiscriminate selling." Savings
banks solicit deposits with similar cautionary slogans, e.g., "If peace breaks out, will you be ready for it?" A more subtle case in point was the recent refusal of the Department of Defense to permit the West German government to substitute nonmilitary goods for unwanted armaments in its purchase commitments from the United States; the decisive consideration was that the German purchases should not affect the general (nonmilitary) economy. Other incidental examples are to be found in the pressures brought to bear on the Department when it announces plans to close down an obsolete facility (as a "wasteful" form of "waste"). and in the usual coordination of stepped-up military activities (as in Vietnam in 1965) with dangerously rising unemployment rates.

Although we do not imply that a substitute for war in the economy cannot be
devised, no combination of techniques for controlling employment, production,
and consumption has yet been tested that can remotely compare to it in
effectiveness. It is, and has been, the essential economic stabilizer of modern
societies.

POLITICAL

The political functions of war have been up to now even more critical to social
stability. It is not surprising, nevertheless, that discussions of economic
conversion for peace tend to fall silent on the matter of political
implementation, and that disarmament scenarios, often sophisticated in their
weighing of international political factors, tend to disregard the political
functions of the war system within individual societies.

These functions are essentially organizational. First of all, the existence of a
society as a political "nation" requires as part of its definition an attitude of
relationship toward other "nations." This is what we usually call a foreign
policy. But a nation's foreign policy can have no substance if it lacks the means of enforcing its attitude toward other nations. It can do this in a credible manner only if it implies the threat of maximum political organization for this purpose-- which is to say that it is organized to some degree for war. War, then, as we have defined it to include all national activities that recognize the possibility of armed conflict, is itself the defining element of any nation's existence vis-à-vis any other nation. Since it is historically axiomatic that the existence of any form of weaponry insures its use, we have used the work "peace" as virtually synonymous with disarmament. By the same token, "war" is virtually synonymous with nationhood. The elimination of war implies the inevitable elimination of national sovereignty and the traditional nation-state.

The war system not only has been essential to the existence of nations as
independent political entities, but has been equally indispensable to their stable internal political structure. Without it, no government has ever been able to obtain acquiescence in its "legitimacy," or right to rule its society. The
possibility of war provides the sense of external necessity without which nor
government can long remain in power. The historical record reveals one
instance after another where the failure of a regime to maintain the credibility of a war threat led to its dissolution, by the forces of private interest, or reactions to social injustice, or of other disintegrative elements. The organization of a society for the possibility of war is its principal political stabilizer. It is ironic that this primary function of war has been generally recognized by historians only where it has been expressly acknowledged--in the pirate societies of the great conquerors.

The basic authority of a modern state over its people resides in its war powers.
(There is, in fact, good reason to believe that codified law had its origins in the
rules of conduct established by military victors for dealing with the defeated
enemy, which were later adapted to apply to all subject populations.) On a dayto- day basis, it is represented by the institution of police, armed organizations charged expressly with dealing with "internal enemies" in a military manner. Like the conventional "external" military, the police are also substantially exempt from many civilian legal restraints on their social behavior. In some countries, the artificial distinction between police and other military forces does not exist. On the long-term basis, a government's emergency war powers -- inherent in the structure of even the most libertarian of nations -- define the most significant aspect of the relation between state and citizen.

In advanced modern democratic societies, the war system has provided political leaders with another political-economic function of increasing importance: it has served as the last great safeguard against the elimination of necessary social classes. As economic productivity increases to a level further and further above that of minimum subsistence, it becomes more and more difficult for a society to maintain distribution patterns insuring the existence of "hewers of wood and drawers of water". The further progress of automation can be expected to differentiate still more sharply between "superior" workers and what Ricardo called "menials," while simultaneously aggravating the problem of maintaining an unskilled labor supply.

The arbitrary nature of war expenditures and of other military activities make
them ideally suited to control these essential class relationships. Obviously, if
the war system were to be discarded, new political machinery would be needed at once to serve this vital subfunction. Until it is developed, the continuance of the war system must be assured, if for no other reason, among others, than to preserve whatever quality and degree of poverty a society requires as an incentive, as well as to maintain the stability of its internal organization of power.

SOCIOLOGICAL

Under this heading, we will examine a nexus of functions served by the war
system that affect human behavior in society. In general, they are broader in
application and less susceptible to direct observation than the economic and
political factors previously considered.

The most obvious of these functions is the time-honored use of military
institutions to provide antisocial elements with an acceptable role in the social
structure. The disintegrative, unstable social movements loosely described as
"fascist" have traditionally taken root in societies that have lacked adequate
military or paramilitary outlets to meet the needs of these elements. This
function has been critical in periods of rapid change. The danger signals are
easy to recognize, even though the stigmata bear different names at different
times. The current euphemistic clichés--"juvenile delinquency" and "alienation"
-- have had their counterparts in every age. In earlier days these conditions were dealt with directly by the military without the complications of due process, usually through press gangs or outright enslavement. But it is not hard to visualize, for example, the degree of social disruption that might have taken place in the United States during the last two decades if the problem of the socially disaffected of the post-World War II period had been foreseen and
effectively met. The younger, and more dangerous, of these hostile social
groupings have been kept under control by the Selective Service System.

This system and its analogues elsewhere furnish remarkably clear examples of disguised military utility. Informed persons in this country have never accepted the official rationale for a peacetime draft--military necessity, preparedness, etc. --as worthy of serious consideration. But what has gained credence among thoughtful men is the rarely voiced, less easily refuted, proposition that the institution of military service has a "patriotic" priority in our society that must be maintained for its own sake. Ironically, the simplistic official justification for selective service comes closer to the mark, once the non-military functions of military institutions are understood. As a control device over the hostile, nihilistic, and potentially unsettling elements of a society in transition, the draft can again be defended, and quite convincingly, as a "military" necessity.

Nor can it be considered a coincidence that overt military activity, and thus the
level of draft calls, tend to follow the major fluctuations in the unemployment
rate in the lower age groups. This rate, in turn, is a timetested herald of social
discontent. It must be noted also that the armed forces in every civilization have provided the principal state-supported haven for what we now call the
"unemployable." The typical European standing army (of fifty years ago)
consisted of "...troops unfit for employment in commerce, industry, or
agriculture, led by officers unfit to practice any legitimate profession or to
conduct a business enterprise." This is still largely true, if less apparent. In a
sense, this function of the military as the custodian of the economically or
culturally deprived was the forerunner of most contemporary civilian socialwelfare programs, from the W.P.A. to various forms of "socialized" medicine and social security. It is interesting that liberal sociologists currently proposing to use the Selective Service System as a medium of cultural upgrading of the poor consider this a novel application of military practice.

Although it cannot be said absolutely that such critical measures of social
control as the draft require a military rationale, no modern society has yet been
willing to risk experimentation with any other kind. Even during such periods of
comparatively simple social crisis as the so-called Great Depression of the
1930s, it was deemed prudent by the government to invest minor make-work
projects, like the "Civilian" Conservation Corps, with a military character, and
to place the more ambitious National Recovery Administration under the
direction of a professional army officer at its inception. Today, at least one
small Northern European country, plagued with uncontrollable unrest among its "alienated youth," is considering the expansion of its armed forces, despite the problem of making credible the expansion of a non-existent external threat.
Sporadic efforts have been made to promote general recognition of broad
national values free of military connotation, but they have been ineffective. For
example, to enlist public support of even such modest programs of social
adjustment as "fighting inflation" or "maintaining physical fitness" it has been
necessary for the government to utilize a patriotic (i.e. military) incentive. It
sells "defense" bonds and it equates health with military preparedness. This is
not surprising; since the concept of "nationhood" implies readiness for war, a
"national" program must do likewise.

In general, the war system provides the basic motivation for primary social
organization. In so doing, it reflects on the societal level the incentives of
individual human behavior. The most important of these, for social purposes, is the individual psychological rationale for allegiance to a society and its values. Allegiance requires a cause; a cause requires an enemy. This much is obvious; the critical point is that the enemy that defines the cause must seem genuinely formidable. Roughly speaking, the presumed power of the "enemy" sufficient to warrant an individual sense of allegiance to a society must be proportionate to the size and complexity of the society. Today, of course, that power must be one of unprecedented magnitude and frightfulness.

It follows, from the patterns of human behavior, that the credibility of a social
"enemy" demands similarly a readiness of response in proportion to its menace. In a broad social context, "an eye for an eye" still characterizes the only acceptable attitude toward a presumed threat of aggression, despite contrary religious and moral precepts governing personal conduct. The remoteness of personal decision from social consequence in a modern society makes it easy for its members to maintain this attitude without being aware of it. A recent example is the war in Vietnam; a less recent one was the bombing of Hiroshima and Nagasaki. In each case, the extent and gratuitousness of the slaughter were abstracted into political formulae by most Americans, once the proposition that the victims were "enemies" was established. The war system makes such an abstracted response possible in nonmilitary contexts as well. A conventional example of this mechanism is the inability of most people to connect, let us say, the starvation of millions in India with their own past conscious political decision-making. Yet the sequential logic linking a decision to restrict grain production in America with an eventual famine in Asia is obvious, unambiguous, and unconcealed.



What gives the war system its preeminent role in social organization, as
elsewhere, is its unmatched authority over life and death. It must be emphasized again that the war system is not a mere social extension of the presumed need for individual human violence, but itself in turn serves to rationalize most nonmilitary killing. It also provides the precedent for the collective willingness of members of a society to pay a blood price for institutions far less central to social organization that war. To take a handy example..."rather than accept speed limits of twenty miles an hour we prefer to let automobiles kill forty thousand people a year." A Rand analyst puts it in more general terms and less rhetorically: "I am sure that there is, in effect, a desirable level of automobile accidents---desirable, that is, from a broad point of view; in the sense that it is a necessary concomitant of things of greater value to society." The point may seem too obvious for iteration, but it is essential to an understanding of the important motivational function of war as a model for collective sacrifice. A brief look at some defunct premodern societies is instructive. One of the most noteworthy features common to the larger, more complex, and more successful of ancient civilizations was their widespread use of the blood sacrifice. If one were to limit consideration to those cultures whose regional hegemony was so complete that the prospect of "war" had become virtually inconceivable ---as was the case with several of the great pre-Columbian societies of the Western Hemisphere---it would be found that some form of ritual killing occupied a position of paramount social importance in each. Invariably, the ritual was invested with mythic or religious significance; as will all religious and totemic practice, however, the ritual masked a broader and more important social function.

In these societies, the blood sacrifice served the purpose of maintaining a
vestigial "earnest" of the society's capability and willingness to make war-- i.e.,
kill and be killed---in the event that some mystical--i.e., unforeseen --
circumstance were to give rise to the possibility. That the "earnest" was not an
adequate substitute for genuine military organization when the unthinkable
enemy, such as the Spanish conquistadores, actually appeared on the scene in no way negates the function of the ritual. It was primarily, if not exclusively, a symbolic reminder that war had once been the central organizing force of the
society, and that this condition might recur.

It does not follow that a transition to total peace in modern societies would
require the use of this model, even in less "barbaric" guise. But the historical
analogy serves as a reminder that a viable substitute for war as a social system cannot be a mere symbolic charade. It must involve risk of real personal destruction, and on a scale consistent with the size and complexity of modern social systems. Credibility is the key. Whether the substitute is ritual in nature or functionally substantive, unless it provides a believable life- and-death threat it will not serve the socially organizing function of war.

The existence of an accepted external menace, then, is essential to social
cohesiveness as well as to the acceptance of political authority. The menace
must be believable, it must be of a magnitude consistent with the complexity of
the society threatened, and it must appear, at least, to affect the entire society.

ECOLOGICAL

Men, like all other animals, is subject to the continuing process of adapting to
the limitations of his environment. But the principal mechanism he has utilized
for this purpose is unique among living creatures. To forestall the inevitable
historical cycles of inadequate food supply, post-Neolithic man destroys surplus members of his own species by organized warfare.

Ethologists have often observed that the organized slaughter of members of
their own species is virtually unknown among other animals. Man's special
propensity to kill his own kind (shared to a limited degree with rats) may be
attributed to his inability to adapt anachronistic patterns of survival (like
primitive hunting) to his development of "civilizations" in which these patterns
cannot be effectively sublimated. It may be attributed to other causes that have been suggested, such as a maladapted "territorial instinct," etc. Nevertheless, it exists and its social expression in war constitutes a biological control of his relationship to his natural environment that is peculiar to man alone.

War has served to help assure the survival of the human species. But as an
evolutionary device to improve it, war is almost unbelievably inefficient. With
few exceptions, the selective processes of other living creatures promote both
specific survival and genetic improvement. When a conventionally adaptive
animal faces one of its periodic crises of insufficiency, it is the "inferior"
members of the species that normally disappear. An animal's social response to such a crisis may take the form of a mass migration, during which the weak fall by the wayside. Or it may follow the dramatic and more efficient pattern of
lemming societies, in which the weaker members voluntarily disperse, leaving
available food supplies for the stronger. In either case, the strong survive and
the weak fall. In human societies, those who fight and die in wars for survival
are in general its biologically stronger members. This is natural selection in
reverse.

The regressive genetic effort of war has been often noted and equally often
deplored, even when it confuses biological and cultural factors. The
disproportionate loss of the biologically stronger remains inherent in traditional
warfare. It serves to underscore the fact that survival of the species, rather than its improvement, is the fundamental purpose of natural selection, if it can be said to have a purpose, just as it is the basic premise of this study.

But as the polemologist Gaston Bouthoul has pointed out, other institutions that were developed to serve this ecological function have proved even less
satisfactory. (They include such established forms as these: infanticide,
practiced chiefly in ancient and primitive societies; sexual mutilation;
monasticism; forced emigration; extensive capital punishment, as in old China
and eighteenth-century England; and other similar, usually localized, practices.)

Man's ability to increase his productivity of the essentials of physical life
suggests that the need for protection against cyclical famine may be nearly
obsolete. It has thus tended to reduce the apparent importance of the basic
ecological function of war, which is generally disregarded by peace theorists.
Two aspects of its remain especially relevant, however. The first is obvious:
current rates of population growth, compounded by environmental threat to
chemical and other contaminants, may well bring about a new crisis of
insufficiency. If so, it is likely to be one of unprecedented global magnitude, not
merely regional or temporary. Conventional methods of warfare would almost
surely prove inadequate, in this event, to reduce the consuming population to a level consistent with survival of the species.

The second relevant factor is the efficiency of modern methods of mass
destruction. Even if their use is not required to meet a world population crisis,
they offer, perhaps paradoxically, the first opportunity in the history of man to
halt the regressive genetic effects of natural selection by war. Nuclear weapons are indiscriminate. Their application would bring to an end the disproportionate destruction of the physically stronger members of the species (the "warriors") in periods of war. Whether this prospect of genetic gain would offset the unfavorable mutations anticipated from postnuclear radioactivity we have not yet determined. What gives the question a bearing on our study is the possibility that the determination may yet have to be made.

Another secondary ecological trend bearing on projected population growth is
the regressive effect of certain medical advances. Pestilence, for example, is no longer an important factor in population control. The problem of increased life expectancy has been aggravated. These advances also pose a potentially more sinister problem, in that undesirable genetic traits that were formerly selfliquidating are now medically maintained. Many diseases that were once fatal at preprocreational ages are now cured; the effect of this development is to perpetuate undesirable susceptibilities and mutations. It seems clear that a new quasi-eugenic function of war is now in process of formation that will have to be taken into account in any transition plan. For the time being, the Department of Defense appears to have recognized such factors, as has been demonstrated by the planning under way by the Rand Corporation to cope with the breakdown in the ecological balance anticipated after a thermonuclear war. The Department has also begun to stockpile birds, for example, against the expected proliferation of radiation-resistant insects, etc.
CULTURAL AND SCIENTIFIC

The declared order of values in modern societies gives a high place to the socalled "creative" activities, and an even higher one to those associated with the advance of scientific knowledge. Widely held social values can be translated into political equivalents, which in turn may bear on the nature of a transition to peace. The attitudes of those who hold these values must be taken into account in the planning of the transition. The dependence, therefore, of cultural and scientific achievement on the war system would be an important consideration in a transition plan even is such achievement had no inherently necessary social function.

Of all the countless dichotomies invented by scholars to account for the major
differences in art styles and cycles, only one has been consistently unambiguous in its application to a variety of forms and cultures. However it may be verbalized, the basic distinction is this: Is the work war-oriented or is it not? Among primitive peoples, the war dance is the most important art form.
Elsewhere, literature, music, painting, sculpture, and architecture that has won
lasting acceptance has invariably dealt with a theme of war, expressly or
implicitly, and has expressed the centricity of war to society. The war in
question may be national conflict, as in Shakespeare plays, Beethoven's music, or Goya's paintings, or it may be reflected in the form of religious, social, or moral struggle, as in the work of Dante, Rembrandt, and Bach. Art that cannot be classified as war-oriented is usually described as "sterile," "decadent," and so on. Application of the "war standard" to works of art may often leave room for debate in individual cases, but there is no question of its role as the fundamental determinant of cultural values. Aesthetic and moral standards have a common anthropological origin, in the exaltation of bravery, the willingness to kill and risk death in tribal warfare.

It is also instructive to note that the character of a society's culture has borne a
close relationship to its war-making potential, in the context of its times. It is no
accident that the current "cultural explosion" in the United States is taking place during an era marked by an unusually rapid advance in weaponry. This
relationship is more generally recognized than the literature on the subject
would suggest. For example, many artists and writers are now beginning to
express concern over the limited creative options they envisage in the warless
world they think, or hope, may be soon upon us. They are currently preparing
for this possibility by unprecedented experimentation with meaningless forms;
their interest in recent years has been increasingly engaged by the abstract
pattern, the gratuitous emotion, the random happening, and the unrelated
sequence.

The relationship of war to scientific research and discovery is more explicit.
War is the principal motivational force for the development of science at every
level, from the abstractly conceptual to the narrowly technological. Modern
society places a high value on "pure" science, but it is historically inescapable
that all the significant discoveries that have been made about the natural world
have been inspired by the real or imaginary military necessities of their epochs. The consequences of the discoveries have indeed gone far afield, but war has always provided the basic incentive.

Beginning with the development of iron and steel, and proceeding through the
discoveries of the laws of motion and thermodynamics to the age of the atomic
particle, the synthetic polymer, and the space capsule, no important scientific
advance has not been at least indirectly initiated by an implicit requirement of
weaponry. More prosaic examples include the transistor radio (an outgrowth of
military communications requirements), the assembly line (from Civil War
firearms needs), the steel-frame building (from the steel battleship), the canal
lock, and so on. A typical adaptation can be seen in a device as modest as the
common lawnmower; it developed from the revolving scythe devised by
Leonardo da Vinci to precede a horse-powered vehicle into enemy ranks.

The most direct relationship can be found in medical technology. For example,
a giant "walking machine," and amplifier of body motions invented for military
use in difficult terrain, is now making it possible for many previously con- fined
to wheelchairs to walk. The Vietnam war alone has led to spectacular
improvements in amputation procedures, blood-handling techniques, and
surgical logistics. It has stimulated new large-scale research on malaria and
other typical parasite diseases; it is hard to estimate how long this t? Amoould
otherwise have been delayed, despite its enormous nonmilitary importance to
nearly half the world's population.

OTHER

We have elected to omit from our discussion of the nonmilitary functions of war those we do not consider critical to a transition program. This is not to say they are unimportant, however, but only that they appear to present no special
problems for the organization of a peace-oriented social system. They include
the following:

War as a general social release. This is a psychosocial function, serving the
same purpose for a society as do the holiday, the celebration, and the orgy for
the individual---the release and redistribution of undifferentiated tensions. War
provides for the periodic necessary readjustment of standards of social behavior (the "moral climate") and for the dissipation of general boredom, one of the most consistently undervalued and unrecognized of social phenomena.

War as a generational stabilizer. This psychological function, served by other
behavior patterns in other animals, enables the physically deteriorating older
generation to maintain its control of the younger, destroying it if necessary.

War as an ideological clarifier. The dualism that characterized the traditional
dialectic of all branches of philosophy and of stable political relationships stems from war as the prototype of conflict. Except for secondary considerations, there cannot be, to put it as simply as possible, more than two sides to a question because there cannot be more than two sides to a war.

War as the basis for the international understanding. Before the development
of modern communications, the strategic requirements of war provided the only substantial incentive for the enrichment of one national culture with the
achievements of another. Although this is still the case in many international
relationships, the function is obsolescent.

We have also forgone extended characterization of those functions we assume to be widely and explicitly recognized. An obvious example is the role of war as controller of the quality and degree of unemployment. This is more than an economic and political subfunction; its sociological, cultural, and ecological aspects are also important, although often teleonomic. But none affect the general problem of substitution. The same is true of certain other functions; those we have included are sufficient to define the scope of the problem.
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MensagemAssunto: 6   Dom Jun 13, 2010 10:02 am

SECTION 6 - SUBSTITUTES FOR THE FUNCTIONS OF WAR

By now it should be clear that the most detailed and comprehensive master plan for a transition to world peace will remain academic if it fails to deal
forthrightly with the problem of the critical nonmilitary functions of war. The
social needs they serve are essential; if the war system no longer exists to meet them, substitute institutions will have to be established for the purpose. These surrogates must be "realistic," which is to say of a scope and nature that can be conceived and implemented in the context of present-day social capabilities. This is not the truism it may appear to be; the requirements of radical social change often reveal the distinction between a most conservative projection and a wildly utopian scheme to be fine indeed.


In this section we will consider some possible substitutes for these functions.
Only in rare instances have they been put forth for the purposes which concern us here, but we see no reason to limit ourselves to proposals that address themselves explicitly to the problem as we have outlined it. We will disregard the ostensible, or military, functions of war; it is a premise of this study that the transition to peace implies absolutely that they will no longer exist in any relevant sense. We will also disregard the noncritical functions exemplified at the end of the preceding section.

ECONOMIC

Economic surrogates for war must meet two principal criteria. They must be
"wasteful," in the common sense of the word, and they must operate outside the normal supply-demand system. A corollary that should be obvious is that the magnitude of the waste must be sufficient to meet the needs of a particular
society. An economy as advanced and complex as our own requires the planned average annual destruction of not less than 10 percent of gross national product if it is effectively to fulfill its stabilizing function. When the mass of a balance wheel is inadequate to the power it is intended to control, its effect can be selfdefeating, as with a runaway locomotive. The analogy, though crude, is especially apt for the American economy, as our record of cyclical depressions shows. All have taken place during periods of grossly inadequate military spending.

Those few economic conversion programs which by implication acknowledge
the nonmilitary economic function of war (at least to some extent) tend to
assume that so-called social-welfare expenditures will fill the vacuum created
by the disappearance of military spending. When one considers the backlog of
un- finished business---proposed but still unexecuted---in this field, the
assumption seems plausible. Let us examine briefly the following list, which is
more or less typical of general social welfare programs.

HEALTH. Drastic expansion of medical research, education, and training
facilities; hospital and clinic construction; the general objective of complete
government-guaranteed health care for all, at a level consistent with current
developments in medical technology.

EDUCATION. The equivalent of the foregoing in teacher training; schools and
libraries; the drastic upgrading of standards, with the general objective of
making available for all an attainable educational goal equivalent to what is
now considered a professional degree.


HOUSING. Clean, comfortable, safe, and spacious living space for all, at the
level now enjoyed by about 15 percent of the population in this country (less in
most others).

TRANSPORTATION. The establishment of a system of mass public
transportation making it possible for all to travel to and from areas of work and
recreation quickly, comfortably, and conveniently, and to travel privately for
pleasure rather than necessity.

PHYSICAL ENVIRONMENT. The development and protection of water
supplies, forests, parks, and other natural resources; the elimination of chemical and bacterial contaminants from air, water, and soil.

POVERTY. The genuine elimination of poverty, defined by a standard
consistent with current economic productivity, by means of a guaranteed annual income or whatever system of distribution will best assure its achievement.

This is only a sampler of the more obvious domestic social welfare items, and
we have listed it in a deliberately broad, perhaps extravagant, manner. In the
past, such a vague and ambitious-sounding "program" would have been
dismissed out of hand, without serious consideration; it would clearly have
been, prima facie, far too costly, quite apart from its political implications. Our
objective to it, on the other hand, could hardly be more contradictory. As an
economic substitute for war, it is inadequate because it would be far too cheap.

If this seems paradoxical, it must be remembered that up to now all proposed
social-welfare expenditures have had to be measured within the war economy,
not as a replacement for it. The old slogan about a battleship or an ICBM
costing as much as x hospitals or y schools or z homes takes on a very different meaning if there are to be more battleships or ICBM's.

Since the list is general, we have elected to forestall the tangential controversy
that surrounds arbitrary cost projections by offering no individual cost
estimates. But the maximum program that could be physically effected along
the lines indicated could approach the established level of military spending
only for a limited time--in our opinion, subject to a detailed cost-and-feasibility
analysis, less than ten years. In this short period, at this rate, the major goals of the program would have been achieved. Its capital-investment phase would
have been completed, and it would have established a permanent comparatively modest level of annual operating cost--within the framework of the general economy.

Here is the basic weakness of the social-welfare surrogate. On the short-term
basis, a maximum program of this sort could replace a normal military spending program, provided it was designed, like the military model, to be subject to arbitrary control. Public housing starts, for example, or the development of modern medical centers might be accelerated or halted from time to time, as the requirements of a stable economy might dictate. But on the long-term basis, social-welfare spending, no matter how often redefined, would necessarily become an integral, accepted part of the economy, of no more value as a stabilizer than the automobile industry or old age and survivors' insurance. Apart from whatever merit social-welfare programs are deemed to have for their own sake, their function as a substitute for war in the economy would thus be self-liquidating. They might serve, however, as expedients pending the development of more durable substitute measures.

Another economic surrogate that has been proposed is a series of giant "space research" programs. These have already demonstrated their utility in more modest scale within the military economy. What has been implied, although not yet expressly put forth, is the development of a long-range sequence of spaceresearch projects with largely unattainable goals. This kind of program offers several advantages lacking in the social welfare model. First, it is unlikely to phase itself out, regardless of the predictable "surprises" science has in store for us: the universe is too big. In the event some individual project unexpectedly succeeds there would be no dearth of substitute problems. For example, if colonization of the moon proceeds on schedule, it could then become "necessary" to establish a beachhead on Mars or Jupiter, and so on. Second, it need be no more dependent on the general supply-demand economy than its military prototype. Third, it lends itself extraordinarily well to arbitrary control.

Space research can be viewed as the nearest modern equivalent yet devised to the pyramid-building, and similar ritualistic enterprises, of ancient societies. It is true that the scientific value of the space program, even of what has already been accomplished, is substantial on its own terms. But current programs are absurdly obviously disproportionate, in the relationship of the knowledge sought to the expenditures committed. All but a small fraction of the space budget, measured by the standards of comparable scientific objectives, must be charged de facto to the military economy. Future space research, projected as a war surrogate, would further research, projected as a war surrogate, would further reduce the "scientific" rationale of its budget to a minuscule percentage indeed. As a purely economic substitute for war, therefore, extension of the space program warrants serious consideration.

In Section 3 we pointed out that certain disarmament models, which we called
conservative, postulated extremely expensive and elaborate inspection systems. Would it be possible to extend and institutionalize such systems to the point where they might serve as economic surrogates for war spending? The organization of failsafe inspection machinery could well be ritualized in a
manner similar to that of established military processes. "Inspection teams"
might be very like weapons. Inflating the inspection budget to military scale
presents no difficulty. The appeal of this kind of scheme lies in the comparative ease of transition between two parallel systems.

The "elaborate inspection" surrogate is fundamentally fallacious, however.
Although it might be economically useful, as well as politically necessary,
during the disarmament transition, it would fail as a substitute for the economic
function of war for one simple reason. Peace-keeping inspection is part of a war system, not of a peace system. It implies the possibility of weapons
maintenance or manufacture, which could not exist in a world at peace as here
defined. Massive inspection also implies sanctions, and thus war-readiness.

The same fallacy is more obvious in plans to create a patently useless "defense conversion" apparatus. The long-discredited proposal to build "total" civil defense facilities is one example; another is the plan to establish a giant
antimissile missile complex (Nike-X, et al.). These programs, of course, are
economic rather than strategic. Nevertheless, they are not substitutes for
military spending but merely different forms of it.

A more sophisticated variant is the proposal to establish the "Unarmed Forces" of the United States. This would conveniently maintain the entire institutional military structure, redirecting it essentially toward social-welfare activities on a global scale. It would be, in effect, a giant military Peace Corps. There is nothing inherently unworkable about this plan, and using the existing military system to effectuate its own demise is both ingenious and convenient. But even on a greatly magnified world basis, social-welfare expenditures must sooner or later reenter the atmosphere of the normal economy. The practical transitional virtues of such a scheme would thus be eventually negated by its inadequacy as a permanent economic stabilizer.



POLITICAL

The war system makes the stable government of societies possible. It does this essentially by providing an external necessity for a society to accept political rule. In so doing, it establishes the basis for nationhood and the authority of government to control its constituents. What other institution or combination of programs might serve these functions in its place?

We have already pointed out that the end of the war means the end of national
sovereignty, and thus the end of nationhood as we know it today. But this does
not necessarily mean the end of nations in the administrative sense, and internal political power will remain essential to a stable society. The emerging "nations" of the peace epoch must continue to draw political authority from some source.

A number of proposals have been made governing the relations between nations after total disarmament; all are basically juridical in nature. They contemplate institutions more or less like a World Court, or a United Nations, but vested with real authority. They may or may not serve their ostensible post-military purpose of settling international disputes, but we need not discuss that here. None would offer effective external pressure on a peace-world nation to organize itself politically.

It might be argued that a well-armed international police force, operating under
the authority of such a supranational "court," could well serve the function of
external enemy. This, however, would constitute a military operation, like the
inspection schemes mentioned, and, like them, would be inconsistent with the
premise of an end to the war system. It is possible that a variant of the
"Unarmed Forces" idea might be developed in such a way that its "constructive" (i.e., social welfare) activities could be combined with an economic "threat" of sufficient size and credibility to warrant political organization. Would this kind of threat also be contradictory to our basic premise?--that is, would it be inevitably military? Not necessarily, in our view, but we are skeptical of its capacity to evoke credibility. Also, the obvious destabilizing effect of any global social welfare surrogate on politically necessary class relationships would create an entirely new set of transition problems at least equal in magnitude.

Credibility, in fact, lies at the heart of the problem of developing a political
substitute for war. This is where the space-race proposals, in many ways so well suited as economic substitutes for war, fall short. The most ambitious and
unrealistic space project cannot of itself generate a believable external menace. It has been hotly argued that such a menace would offer the "last, best hope of peace," etc., by uniting mankind against the danger of destruction by "creatures" from other planets or from outer space. Experiments have been proposed to test the credibility of an out-of-our-world invasion threat; it is possible that a few of the more difficult-to-explain "flying saucer" incidents of recent years were in fact early experiments of this kind. If so, they could hardly have been judged encouraging. We anticipate no difficulties in making a "need" for a giant super space program credible for economic purposes, even were there not ample precedent; extending it, for political purposes, to include features unfortunately associated with science fiction would obviously be a more dubious undertaking.

Nevertheless, an effective political substitute for war would require "alternate
enemies," some of which might seem equally farfetched in the context of the
current war system. It may be, for instance, that gross pollution of the
environment can eventually replace the possibility of mass destruction by
nuclear weapons as the principal apparent threat to the survival of the species.
Poisoning of the air, and of the principal sources of food and water supply, is
already well advanced, and at first glance would seem promising in this respect; it constitutes a threat that can be dealt with only through social organization and political power. But from present indications it will be a generation to a generation and a half before environmental pollution, however severe, will be sufficiently menacing, on a global scale, to offer a possible basis for a solution.

It is true that the rate of pollution could be increased selectively for this
purpose; in fact, the mere modifying of existing programs for the deterrence of
pollution could speed up the process enough to make the threat credible much
sooner. But the pollution problem has been so widely publicized in recent years that it seems highly improbably that a program of deliberate environ- mental poisoning could be implemented in a politically acceptable manner.

However unlikely some of the possible alternate enemies we have mentioned
may seem, we must emphasize that one must be found, of credible quality and
magnitude, if a transition to peace is ever to come about without social
disintegration. It is more probably, in our judgement, that such a threat will
have to be invented, rather than developed from unknown conditions. For this
reason, we believe further speculation about its putative nature ill-advised in
this context. Since there is considerable doubt, in our minds, that any viable
political surrogate can be devised, we are reluctant to compromise, by
premature discussion, any possible option that may eventually lie open to our
government.


SOCIOLOGICAL

Of the many functions of war we have found convenient to group together in
this classification, two are critical. In a world of peace, the continuing stability
of society will require: 1) an effective substitute for military institutions that can
neutralize destabilizing social elements and 2) a credible motivational surrogate for war that can insure social cohesiveness. The first is an essential element of social control; the second is the basic mechanism for adapting individual human drives to the needs of society.

Most proposals that address themselves, explicitly or otherwise, to the postwar
problem of controlling the socially alienated turn to some variant of the Peace
Corps or the so-called Job Corps for a solution. The socially disaffected, the
economically unprepared, the psychologically unconformable, the hard-core
"delinquents," the incorrigible "subversives," and the rest of the unemployable
are seen as somehow transformed by the disciplines of a service modeled on
military precedent into more or less dedicated social service workers. This
presumption also informs the otherwise hardheaded ratiocination of the
"Unarmed Forces" plan.

The problem has been addressed, in the language of popular sociology, by
Secretary McNamara. "Even in our abundant societies, we have reason enough to worry over the tensions that coil and tighten among underprivileged young people, and finally flail out in delinquency and crime. What are we to expect.. where mounting frustrations are likely to fester into eruptions of violence and extremism?" In a seemingly unrelated passage, he continues: "It seems to me that we could move toward remedying that inequity [of the Selective Service System] by asking every young person in the United States to give two years of service to his country--whether in one of the military services, in the Peace Corps, or in some other volunteer developmental w? Am at home or abroad. We could encourage other countries to do the same." Here, as elsewhere throughout this significant speech, Mr. McNamara has focused, indirectly but unmistakably, on one of the key issues bearing on a possible transition to peace, and has later indicated, also indirectly, a rough approach to its resolution, again phrased in the language of the current war system.

It seems clear that Mr. McNamara and other proponents of the peace-corps
surrogate for this tar function lean heavily on the success of the paramilitary
Depression programs mentioned in the last section. We find the precedent
wholly inadequate in degree. Neither the lack of relevant precedent, however,
nor the dubious social welfare sentimentality characterizing this approach
warrant its rejection without careful study. It may be viable --- provided, first,
that the military origin of the Corps format be effectively rendered out of its
operational activity, and second, that the transition from paramilitary activities
to "developmental w? A" can be effected without regard to the attitudes of the
Corps personnel or to the "value" of the work it is expected to perform.

Another possible surrogate for the control of potential enemies of society is the
reintroduction, in some form consistent with modern technology and political
processes, of slavery. Up to now, this has been suggested only in fiction,
notably in the works of Wells, Huxley, Orwell, and others engaged in the
imaginative anticipation of the sociology of the future. But the fantasies
projected in Brave New World and 1984 have seemed less and less implausible over the years since their publication. The traditional association of slavery with ancient preindustrial cultures should not blind us to its adaptability to advanced forms of social organization, nor should its equally traditional incompatibility with Western moral and economic values. It is entirely possible that the development of a sophisticated form of slavery may be an absolute prerequisite for social control in a world at peace. As a practical matter, conversion of the code of military discipline to a euphemized form of enslavement would entail surprisingly little revision; the logical first step would be the adoption of some form of "universal" military service.

When it comes to postulating a credible substitute for war capable of directing
human behavior patterns in behalf of social organization, few options suggest
themselves. Like its political function, the motivational function of war requires
the existence of a genuinely menacing social enemy. The principal difference is that for purposes of motivating basic allegiance, as distinct from accepting
political authority, the "alternate enemy" must imply a more immediate,
tangible, and directly felt threat of destruction. It must justify the need for
taking and paying a "blood price" in wide areas of human concern.

In this respect, the possible enemies noted earlier would be insufficient. One
exception might be the environmental-pollution model, if the danger to society
it posed was genuinely imminent. The fictive models would have to carry the
weight of extraordinary conviction, underscored with a not inconsiderable
actual sacrifice of life; the construction of an up-to-date mythological or
religious structure for this purpose would present difficulties in our era, but
must certainly be considered.

Games theorists have suggested, in other contexts, the development of "blood
games" for the effective control of individual aggressive impulses. It is an ironic commentary on the current state of war and peace studies that it was left not to scientists but to the makers of a commercial film to develop a model for this notion, on the implausible level of popular melodrama, as a ritualized manhunt. More realistically, such a ritual might be socialized, in the manner of the Spanish Inquisition and the less formal witch trials of other periods, for
purposes of "social purification," "state security," or other rationale both
acceptable and credible to postwar societies. The feasibility of such an updated version of still another ancient institution, though doubtful, is considerably less fanciful than the wishful notion of many peace planners that a lasting condition of peace can be brought about without the most painstaking examination of every possible surrogate for the essential functions of war. What is involved here, in a sense, is the quest for William James' "moral equivalent of war."

It is also possible that the two functions considered under this heading may be
jointly served, in the sense of establishing the antisocial, for whom a control
institution is needed, as the "alternate enemy" needed to hold society together.
The relentless and irreversible advance of unemployability at all levels of
society, and the similar extension of generalized alienation from accepted
values may make some such program necessary even as an adjunct to the war system. As before, we will not speculate on the specific forms this kind of
program might take, except to note that there is again ample precedent, in the
treatment meted out to disfavored, allegedly menacing, ethnic groups in certain societies during certain historical periods.

ECOLOGICAL

Considering the shortcomings of war as a mechanism of selective population
control, it might appear that devising substitutes for this function should be
comparatively simple. Schematically this is so, but the problem of timing the
transition to a new ecological balancing device makes the feasibility of
substitution less certain.

It must be remembered that the limitation of war in this function is entirely
eugenic. War has not been genetically progressive. But as a system of gross
population control to preserve the species it cannot fairly be faulted. And, as has been pointed out, the nature of war is itself in transition. Current trends in
warfare--the increased strategic bombing of civilians and the greater military
importance now attached to the destruction of sources of supply (as opposed to purely "military" bases and personnel)---strongly suggest that a truly qualitative improvement is in the making. Assuming the war system is to continue, it is more than probably that the regressively selective quality of war will have been reversed, as its victims become more genetically representative of their societies.

There is no question but that a universal requirement that procreation be limited to the products of artificial insemination would provide a fully adequate
substitute control for population levels. Such a reproductive system would, of
course, have the added advantage of being susceptible of direct eugenic
management. Its predictable further development---conception and embryonic
growth taking place wholly under laboratory conditions--would extend these
controls to their logical conclusion. The ecological function of war under these
circumstances would not only be superseded but surpassed in effectiveness.

The indicated intermediate step--total control of conception with a variant of the ubiquitous "pill," via water supplies or certain essential foodstuffs, offset by a controlled "antidote"---is already under development. There would appear to be no foreseeable need to revert to any of the outmoded practices referred to in the previous section (infanticide, etc.) as there might have been if the possibility of transition to peace had arisen two generations ago.

The real question here, therefore, does not concern the viability of this war
substitute, but the political problems involved in bringing it about. It cannot be
established while the war system is still in effect. The reason for this is simple:
excess population is tar material. As long as any society must contemplate even a remote possibility of war, it must maintain a maximum supportable
population, even when so doing critically aggravates an economic liability. This
is paradoxical, in view of war's role in reducing excess population, but it is
readily understood. War controls the general population level, but the ecological interest of any single society lies in maintaining its hegemony vis-a-vis other societies. The obvious analogy can be seen in any free-enterprise economy. Practices damaging to the society as a whole--both competitive and
monopolistic--are abetted by the conflicting economic motives of individual
capital interests. The obvious precedent can be found in the seemingly irrational political difficulties which have blacked universal adoption of simple birthcontrol methods. Nations desperately in need of increasing unfavorable
production-consumption ratios are nevertheless unwilling to gamble their
possible military requirements of twenty years hence for this purpose. Unilateral population control, as practiced in ancient Japan and in other isolated societies, is out of the question in today's world.

Since the eugenic solution cannot be achieved until the transition to the peace
system takes place, why not wait? One must qualify the inclination to agree. As we noted earlier, a real possibility of an unprecedented global crisis of
insufficiency exists today, which the war system may not be able to forestall. If
this should come to pass before an agreed-upon transition to peace were
completed, the result might be irrevocably disastrous. There is clearly no
solution to this dilemma; it is a risk which must be taken. But it tends to support the view that if a decision is made to eliminate the war system, it were better done sooner than later.

CULTURAL AND SCIENTIFIC

Strictly speaking, the function of war as the determinant of cultural values and
as the prime mover of scientific progress may not be critical in a world without
war. Our criterion for the basic nonmilitary functions of war has been: Are they
necessary to the survival and stability of society? The absolute need for
substitute cultural value-determinants and for the continued advance of
scientific knowledge is not established. We believe it important, however, in
behalf of those for whom these functions hold subjective significance, that it be
known what they can reasonably expect in culture and science after a transition to peace.

So far as the creative arts are concerned, there is no reason to believe they
would disappear, but only that they would change in character and relative
social importance. The elimination of war would in due course deprive them of
their principal conative force, but it would necessarily take some time for the
transition, and perhaps for a generation thereafter, themes of sociomoral conflict inspired by the war system would be increasingly transferred to the idiom of purely personal sensibility. At the same time, a new aesthetic would have to develop. Whatever its name, form, or rationale, its function would be to express, in language appropriate to the new period, the once discredited philosophy that art exists for its own sake. This aesthetic would reject unequivocally the classic requirement of paramilitary conflict as the substantive content of great art. The eventual effect of the peace-world philosophy of art would be democratizing in the extreme, in the sense that a generally acknowledged subjectivity of artistic standards would equalize their new, content-free "values."

What may be expected to happen is that art would be reassigned the role it once played in a few primitive peace-oriented social systems. This was the function of pure decoration, entertainment, or play, entirely free of the burden of expressing the sociomoral values and conflicts of a war-oriented society. It is interesting that the groundwork for such a value-free aesthetic is already being laid today, in growing experimentation in art without content, perhaps in
anticipation of a world without conflict. A cult has developed around a new
kind of cultural determinism, which proposes that the technological form of a
cultural expression determines its values rather than does its ostensibly
meaningful content. Its clear implication is that there is no "good" or "bad" art,
only that which is appropriate to its (technological) times and that which is not.
Its cultural effect has been to promote circumstantial constructions and
unplanned expressions; it denies to art the relevance of sequential logic. Its
significance in this context is that it provides a working model of one kind of
value-free culture we might reasonably anticipate in a world at peace.

So far as science is concerned, it might appear at first glance that a giant spaceresearch program, the most promising among the proposed economic surrogates for war, might also serve as the basic stimulator of scientific research. The lack of fundamental organized social conflict inherent in space work, however, would rule it out as an adequate motivational substitute for war when applied to "pure" science. But it could no doubt sustain the broad range of technological activity that a space budget of military dimensions would require. A similarly scaled social-welfare program could provide a comparable impetus to lowkeyed technological advances, especially in medicine, rationalized construction methods, educational psychology, etc. The eugenic substitute for the ecological function of war would also require continuing research in certain areas of the life sciences.

Apart from these partial substitutes for war, it must be kept in mind that the
momentum given to scientific progress by the great wars of the past century,
and even more by the anticipation of World War III, is intellectually and
materially enormous. It is our finding that if the war system were to end
tomorrow this momentum is so great that the pursuit of scientific knowledge
could reasonably be expected to go forward without noticeable diminution for
perhaps two decades. It would then continue, at a progressively decreasing
tempo, for at least another two decades before the "bank account" of today's
unresolved problems would become exhausted. By the standards of the
questions we have learned to ask today, there would no longer be anything
worth knowing still unknown; we cannot conceive, by definition, of the
scientific questions to ask once those we can now comprehend are answered.

This leads unavoidably to another matter: the intrinsic value of the unlimited
search for knowledge. We of course offer no independent value judgments here, but it is germane to point out that a substantial minority of scientific opinion feels that search to be circumscribed in any case. This opinion is itself a factor in considering the need for a substitute for the scientific function of war. For the record, we must also take note of the precedent that during long periods of human history, often covering thousands of years, in which no intrinsic social value was assigned to scientific progress, stable societies did survive and flourish. Although this could not have been possible in the modern industrial world, we cannot be certain it may not again be true in a future world at peace.
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MensagemAssunto: 7   Dom Jun 13, 2010 10:03 am

SECTION 7 - SUMMARY AND CONCLUSIONS

THE NATURE OF WAR

War is not, as is widely assumed, primarily an instrument of policy utilized by
nations to extend or defend their expressed political values or their economic
interests. On the contrary, it is itself the principal basis of organization on which all modern societies are constructed. The common proximate cause of war is the apparent interference of one nation with the aspirations of another. But at the root of all ostensible differences of national interest lie the dynamic
requirements of the war system itself for periodic armed conflict. Readiness for
war characterizes contemporary social systems more broadly than their
economic and political structures, which it subsumes.

Economic analyses of the anticipated problems of transition to peace have not
recognized the broad preeminence of war in the definition of social systems.
The same is true, with rare and only partial exceptions, of model disarmament
"scenarios." For this reason, the value of this previous work is limited to the
mechanical aspects of transition. Certain features of these models may perhaps be applicable to a real situation of conversion to peace; this till depend on their compatibility with a substantive, rather than a procedural, peace plan. Such a plan can be developed only from the premise of full understanding of the nature of the war system it proposes to abolish, which in turn presupposes detailed comprehension of the functions the war system performs for society. It will require the construction of a detailed and feasible system of substitutes for those functions that are necessary to the stability and survival of human societies.

THE FUNCTIONS OF WAR

The visible, military function of war requires no elucidation; it is not only
obvious but also irrelevant to a transition to the condition of peace, in which it
will by definition be superfluous. It is also subsidiary in social significance to
the implied, nonmilitary functions of war; those critical to transition can be
summarized in five principal groupings.

ECONOMIC. War has provided both ancient and modern societies with a
dependable system for stabilizing and controlling national economies. No
alternate method of control has yet been tested in a complex modern economy
that has shown itself remotely comparable in scope or effectiveness.

POLITICAL. The permanent possibility of war is the foundation for stable
government; it supplies the basis for general acceptance of political authority. It has enabled societies to maintain necessary class distinctions, and it has ensured the subordination of the citizen to the state, by virtue of the residual war powers inherent in the concept of nationhood. No modern political ruling group has successfully controlled its constituency after failing to sustain the continuing credibility of an external threat of war.

SOCIOLOGICAL. War, through the medium of military institutions, has
uniquely served societies, throughout the course of known history, as an
indispensable controller of dangerous social dissidence and destructive
antisocial tendencies. As the most formidable of threats to life itself, and as the
only one susceptible to mitigation by social organization alone, it has played
another equally fundamental role: the war system has provided the machinery
through which the motivational forces governing human behavior have been
translated into binding social allegiance. It has thus ensured the degree of social cohesion necessary to the viability of nations. No other institution, or groups of institutions, in modern societies, has successfully served these functions.

ECOLOGICAL. War has been the principal evolutionary device for maintaining
a satisfactory ecological balance between gross human population and supplies available for its survival. It is unique to the human species.

CULTURAL AND SCIENTIFIC. War-orientation has determined the basic
standards of value in the creative arts, and has provided the fundamental
motivational source of scientific and technological progress. The concepts that
the arts express values independent of their own forms and that the successful
pursuit of knowledge has intrinsic social value have long been accepted in
modern societies; the development of the arts and sciences during this period
has been corollary to the parallel development of weaponry.

SUBSTITUTES FOR THE FUNCTIONS OF WAR: CRITERIA

The foregoing functions of war are essential to the survival of the social systems we know today. With two possible exceptions they are also essential to any kind of stable social organization that might survive in a warless world. Discussion of the ways and means of transition to such a world are meaningless unless a)substitute institutions can be devised to fill these functions, or b) it can reasonably be hypothecated that the loss or partial loss of any one function need not destroy the viability of future societies.

Such substitute institutions and hypotheses must meet varying criteria. In
general, they must be technically feasible, politically acceptable, and potentially credible to the members of the societies that adopt them. Specifically, they must be characterized as follows:

ECONOMIC. An acceptable economic surrogate for the war system will require the expenditure of resources for completely nonproductive purposes at a level comparable to that of the military expenditures otherwise demanded by the size and complexity of each society. Such a substitute system of apparent "waste" must be of a nature that will permit it to remain independent of the normal supply-demand economy; it must be subject to arbitrary political control.

POLITICAL. A viable political substitute fir war must posit a generalized
external menace to each society of a nature and degree sufficient to require the organization and acceptance of political authority.

SOCIOLOGICAL. First, in the permanent absence of war, new institutions must be developed that will effectively control the socially destructive segments of societies. Second, for purposes of adapting the physical and psychological dynamics of human behavior to the needs of social organization, a credible substitute for war must generate an omnipresent and readily understood fear of personal destruction. This fear must be of a nature and degree sufficient to ensure adherence to societal values to the full extent that they are acknowledged to transcend the value of individual human life.

ECOLOGICAL. A substitute for war in its function as the uniquely human
system of population control must ensure the survival, if not necessarily the
improvement, of the species, in terms of its relations to environmental supply.

CULTURAL AND SCIENTIFIC. A surrogate for the function of war as the
determinant of cultural values must establish a basis of sociomoral conflict of
equally compelling force and scope. A substitute motivational basis for the
quest for scientific knowledge must be similarly informed by a comparable
sense of internal necessity.

SUBSTITUTES FOR THE FUNCTIONS OF WAR: MODELS

The following substitute institutions, among others, have been proposed for
consideration as replacements for the nonmilitary functions of war. That they
may not have been originally set forth for that purpose does not preclude or
invalidate their possible application here.

ECONOMIC. a) A comprehensive social-welfare program, directed toward
maximum improvement of general conditions of human life. b) A giant openend space research program, aimed at unreachable targets. c) A permanent, ritualized, ultra-elaborate disarmament inspection system, and variants of such a system.

POLITICAL a) An omnipresent, virtually omnipotent international police force.
b) An established and recognized extraterrestrial menace. c) Massive global
environmental pollution. d) Fictitious alternate enemies.

SOCIOLOGICAL: CONTROL FUNCTION. a) Programs generally derived from
the Peace Corps model. b) A modern, sophisticated form of slavery.

MOTIVATIONAL FUNCTION. a) Intensified environmental pollution. b) New
religions or other mythologies. c) Socially oriented blood games. d)
Combination forms.

ECOLOGICAL. A comprehensive program of applied eugenics
.
CULTURAL. No replacement institution offered. SCIENTIFIC. The secondary
requirements of the space research, social welfare, and / or eugenics programs.

SUBSTITUTES FOR THE FUNCTIONS OF WAR: EVALUATION

The models listed above reflect only the beginning of the quest for substitute
institutions for the functions of war, rather than a recapitulation of alternatives.
It would be both premature and inappropriate, therefore, to offer final
judgments on their applicability to a transition to peace and after. Furthermore,
since the necessary but complex project of correlating the compatibility of
proposed surrogates for different functions could be treated only in exemplary
fashion at this time, we have elected to withhold such hypothetical correlations
as were tested as statistically inadequate.

Nevertheless, some tentative and cursory comments on these proposed functional "solutions" will indicate the scope of the difficulties involved in this area of peace planning.

ECONOMIC. The social-welfare model cannot be expected to remain outside
the normal economy after the conclusion of its predominantly capitalinvestment phase; its value in this function can therefore be only temporary. The space-research substitute appears to meet both major criteria, and should be examined in greater detail, especially in respect to its probable effects on other war functions. "Elaborate inspection" schemes, although superficially attractive, are inconsistent with the basic premise of a transition to peace. The "unarmed forces" variant, logistically similar, is subject to the same functional criticism as the general social-welfare model.

POLITICAL. Like the inspection-scheme surrogates, proposals for
plenipotentiary international police are inherently incompatible with the ending
of the war system. The "unarmed forces" variant, amended to include unlimited powers of economic sanction, might conceivably be expanded to constitute a credible external menace. Development of an acceptable threat from "outer space," presumably in conjunction with a space-research surrogate for economic control, appears unpromising in terms of credibility. The environmentalpollution model does not seem sufficiently responsive to immediate social control, except through arbitrary acceleration of current pollution trends; this in turn raises questions of political acceptability. New, less regressive, approaches to the creation of fictitious global "enemies" invite further investigation.

SOCIOLOGICAL: CONTROL FUNCTION. Although the various substitutes
proposed for this function that are modeled roughly on the Peace Corps appear grossly inadequate in potential scope, they should not be ruled out without further study. Slavery, in a technologically modern and conceptually
euphemized form, may prove a more efficient and flexible institution in this
area. MOTIVATIONAL FUNCTION. Although none of the proposed substitutes
for war as the guarantor of social allegiance can be dismissed out of hand, each presents serious and special difficulties. Intensified environmental threats may raise ecological dangers; mythmaking dissociated from tar may no longer be politically feasible; purposeful blood games and rituals can far more readily be devised than implemented. An institution combining this function with the
preceding one, based on, but not necessarily imitative of, the precedent of
organized ethnic repression, warrants careful consideration.

ECOLOGICAL. The only apparent problem in the application of an adequate
eugenic substitute for war is that of timing; it cannot be effectuated until the
transition to peace has been completed, which involved a serious temporary risk of ecological failure.

CULTURAL. No plausible substitute for this function of war has yet been
proposed. It may be, however, that a basic cultural value-determinant is not
necessary to the survival of a stable society. SCIENTIFIC. The same might be
said for the function of war as the prime mover of the search for knowledge.
However, adoption of either a giant space-research program, a comprehensive social-welfare program, or a master program of eugenic control would provide motivation for limited technologies.

GENERAL CONCLUSIONS

It is apparent, from the foregoing, that no program or combination of programs
yet proposed for a transition to peace has remotely approached meeting the
comprehensive functional requirements of a world without war. Although one
projected system for filling the economic function of war seems promising,
similar optimism cannot be expressed in the equally essential political and
sociological areas. The other major nonmilitary functions of war---ecological,
cultural, scientific---raise very different problems, but it is least possible that
detailed programming of substitutes in these areas is not prerequisite to
transition. More important, it is not enough to develop adequate but separate
surrogates for the major war functions; they must be fully compatible and in no
degree self-canceling.

Until such a unified program is developed, at least hypothetically, it is
impossible for this or any other group to furnish meaningful answers to the
questions originally presented to us. When asked how best to prepare for the
advent of peace, we must first reply, as strongly as we can, that the war system cannot responsibly be allowed to disappear until 1) we know exactly what it is we plan to put in its place, and 2) we are certain, beyond reasonable doubt, that these substitute institutions will serve their purposes in terms of the survival and stability of society. It will then be time enough to develop methods for effectuating the transition; procedural programming must follow, not precede, substantive solutions.

Such solutions, if indeed they exist, will not be arrived at without a
revolutionary revision of the modes of thought heretofore considered
appropriate to peace research. That we have examined the fundamental
questions involved from a dispassionate, value-free point of view should not
imply that we do not appreciate the intellectual and emotional difficulties that
must be overcome on all decision-making levels before these questions are
generally acknowledged by others for what they are. They reflect, on an
intellectual level, traditional emotional resistance to new (more lethal and thus
more "shocking") forms of weaponry. The understated comment of then-
Senator Hubert Humphrey on the publication of ON THERMONUCLEAR WAR
is still very much to the point: "New Thoughts, particularly those which appear
to contradict current assumptions, are always painful for the mind to
contemplate."

Nor, simple because we have not discussed them, do we minimize the massive reconciliation of conflicting interests with domestic as well as international agreement on proceeding toward genuine peace presupposes. This factor was excluded from the purview of our assignment, but we would be remiss if we failed to take it into account. Although no insuperable obstacle lies in the path of reaching such general agreements, formidable short-term private-group and general-class interest in maintaining the war system is well established and widely recognized. The resistance to peace stemming from such interest is only tangential, in the long run, to the basic functions of war, but it will not be easily overcome, in this country or elsewhere. Some observers, in fact, believe that it cannot be overcome at all in our time, that the price of peace is, simply, too high. This bears on our overall conclusions to the extent that timing in the transference to substitute institutions may often be the critical factor in their political feasibility.

It is uncertain, at this time, whether peace will ever be possible. It is far more
questionable, by the objective standard of continued social survival rather than
that of emotional pacifism, that it would be desirable even if it were
demonstrably attainable. The war system, for all its subjective repugnance to
important sections of "public opinion" has demonstrated its effectiveness since
the beginning of recorded history; it has provided the basis for the development of many impressively durable civilizations, including that which is dominant today. It has consistently provided unambiguous social priorities. It is, on the whole, a known quantity. A viable system of peace, assuming that the great and complex questions of substitute institutions raised in this Report are both soluble and solved, would still constitute a venture into the unknown, with the inevitable risks attendant on the unforeseen, however small and however well hedged.

Government decision-makers tend to choose peace over war whenever a real
option exists, because it usually appears to be the "safer" choice. Under most
immediate circumstances they are likely to be right. But in terms of long-range
social stability, the opposite is true. At our present state of knowledge and
reasonable inference, it is the war system that must be identified with stability,
the peace system that must be identified with social speculation, however
justifiable the speculation may appear, in terms of subjective moral or
emotional values. A nuclear physicist once remarked, in respect to a possible
disarmament agreement: "If we could change the world into a world in which
no weapons could be made, that would be stabilizing. But agreements we can
expect with the Soviets would be destabilizing." The qualification and the bias
are equally irrelevant; any condition of genuine total peace, however achieved,
would be destabilizing until proved otherwise.

If it were necessary at this moment to opt irrevocably for the retention or for the dissolution of the war system, common prudence would dictate the former
course. But it is not yet necessary, late as the hour appears. And more factors
must eventually enter the war-peace equation than even the most determined
search for alternative institutions for the functions of war can be expected to
reveal. One group of such factors has been given only passing mention in this
Report; it centers around the possible obsolescence of the war system itself. We have noted, for instance, the limitations of the war system in filling its
ecological function and the declining importance of this aspect of war. It by no
means stretches the imagination to visualize comparable developments which
may compromise the efficacy of war as, for example, an economic controller or as an organizer of social allegiance. This kind of possibility, however remote, serves as a reminder that all calculations of contingency not only involve the weighing of one group of risks against another, but require a respectful allowance for error on both sides of the scale.

More expedient reason for pursuing the investigation of alternate ways and
means to serve the current functions of war is narrowly political. It is possible
that one or more major sovereign nations may arrive, through ambiguous
leadership, at a position in which a ruling administrative class may lose control
of basic public opinion or of its ability to rationalize a desired war. It is not hard
to imagine, in such circumstances, a situation in which such governments may
feel forced to initiate serious full-scale disarmament proceedings (perhaps
provoked by "accidental" nuclear explosions), and that such negotiations may
lead to the actual disestablishment of military institutions. As our Report has
made clear, this could be catastrophic. It seems evident that, in the event an
important part of the world is suddenly plunged without sufficient warning into
an inadvertent peace, even partial and inadequate preparation for the possibility may be better than none. The difference could even be critical. The models considered in the preceding chapter, both those that seem promising and those that do not, have one positive feature in common--an inherent flexibility of phasing. And despite our strictures against knowingly proceeding into peacetransition procedures without thorough substantive preparation, our government must nevertheless be ready to move in this direction with whatever limited resources of planning are on hand at the time---if circumstances so require>. An arbitrary all-or-nothing approach is no more realistic in the development of contingency peace programming than it is anywhere else.

But the principal cause for concern over the continuing effectiveness of the war system, and the more important reason for hedging with peace planning, lies in the backwardness of current war-system programming. Its controls have not kept pace with the technological advances it has made possible. Despite its unarguable success to date, even in this era of unprecedented potential in mass destruction, it continues to operate largely on a laissez-faire basis. To the best of our knowledge, no serious quantified studies have even been conducted to determine, for example:

---optimum levels of armament production, for purposes of economic control, at any given relationship between civilian production and consumption patterns:

---correlation factors between draft recruitment policies and mensurable social
dissidence;

---minimum levels of population destruction necessary to maintain war-threat
credibility under varying political conditions;

---optimum cyclical frequency of "shooting" wars under varying circumstances
of historical relationship.

These and other war-function factors are fully susceptible to analysis by today's computer-based systems, but they have not been so treated; modern analytical techniques have up to now been relegated to such aspects of the ostensible functions of war as procurement, personnel deployment, weapons analysis, and the like. We do not disparage these types of application, but only deplore their lack of utilization to greater capacity in attacking problems of broader scope. Our concern for efficiency in this context is not aesthetic, economic, or humanistic. It stems from the axiom that no system can long survive at either input or output levels that consistently or substantially deviate from an optimum range. As their data grow increasingly sophisticated, the war system and its functions are increasingly endangered by such deviations.

Our final conclusion, therefore, is that it will be necessary for our government
to plan in depth for two general contingencies. The first, and lesser, is the
possibility of a viable general peace; the second is the successful continuation
of the war system. In our view, careful preparation for the possibility of peace
should be extended, not because we take the position that the end of war would necessarily be desirable, if it is in fact possible, but because it may be thrust upon us in some form whether we are ready for it or not. Planning for
rationalizing and quantifying the war system, on the other hand, to ensure the
effectiveness of its major stabilizing functions, is not only more promising in
respect to anticipated results, but is essential; we can no longer take for granted that it will continue to serve our purposes well merely because it always has. The objective of government policy in regard to war and peace, in this period of uncertainty, must be to preserve maximum options. The recommendations which follow are directed to this end.
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MensagemAssunto: 8   Dom Jun 13, 2010 10:05 am

SECTION 8

RECOMMENDATIONS

We propose the establishment, under executive order of the President, of a
permanent WAR/PEACE Research Agency, empowered and mandated to
execute the programs described in (2) and (3) below. This agency (a) will be
provided with nonaccountable funds sufficient to implement its responsibilities
and decisions at its own discretion, and (b) will have authority to preempt and
utilize, without restriction, any and all facilities of the executive branch of the
government in pursuit of its objectives. It will be organized along the lines of
the National Security Council, except that none of its governing, executive, or
operating personnel will hold other public office or governmental responsibility.
Its directorate will be drawn from the broadest practicable spectrum of scientific disciplines, humanistic studies, applied creative arts, operating technologies, and otherwise unclassified professional occupations. It will be responsible solely to the President, or to other officers of government temporarily deputized by him. Its operations will be governed entirely by its own rules of procedure. Its authority will expressly include the unlimited right to withhold information on its activities and its decisions, from anyone except the President, whenever it deems such secrecy to be in the public interest.

The first of the War/Peace Research Agency's two principal responsibilities will be to determine all that can be known, including what can reasonably be
inferred in terms of relevant statistical probabilities, that may bear on an
eventual transition to a general condition of peace. The findings in this Report
may be considered to constitute the beginning of this study and to indicate its
orientation; detailed records of the investigations and findings of the Special
Study Group on which this Report is based, will be furnished the agency, along with whatever clarifying data the agency deems necessary. This aspect of the agency's work will hereinafter be referred to as "Peace Research."

The Agency's Peace Research activities will necessarily include, but not be
limited to, the following:

(a) The creative development of possible substitute institutions for the principal
nonmilitary functions of war.

(b) The careful matching of such institutions against the criteria summarized in
this Report, as refined, revised, and extended by the agency.

(c) The testing and evaluation of substitute institutions, for acceptability,
feasibility, and credibility, against hypothecated transitional and postwar
conditions; the testing and evaluation of the effects of the anticipated atrophy ofcertain unsubstantiated functions.

(d) The development and testing of the corelativity of multiple substitute
institutions, with the eventual objective of establishing a comprehensive
program of compatible war substitutes suitable for a planned transition to peace, if and when this is found to be possible and subsequently judged desirable by appropriate political authorities.

(e) The preparation of a wide-ranging schedule of partial, uncorrelated, crash
programs of adjustment suitable for reducing the dangers of unplanned
transition to peace effected by force majeure.

Peace Research methods will include but not be limited to, the following:

(a) The comprehensive interdisciplinary application of historical, scientific,
technological, and cultural data.

(b) The full utilization of modern methods of mathematical modeling,
analogical analysis, and other, more sophisticated, quantitative techniques in
process of development that are compatible with computer programming.

(c) The heuristic "peace games" procedures developed during the course of its
assignment by the Special Study Group, and further extensions of this basic
approach to the testing of institutional functions.

The WAR/PEACE Research Agency's other principal responsibility will be
"War Research." Its fundamental objective will be to ensure the continuing
viability of the war system to fulfill its essential nonmilitary functions for as
long as the war system is judged necessary to or desirable for the survival of
society. To achieve this end, the War Research groups within the agency will
engage in the following activities:

(a) Quantification of existing application of the non-military functions of war.
Specific determinations will include, but not be limited to:

the gross amount and the net proportion of nonproductive military expenditures since World War II assignable to the need for war as an economic stabilizer;

the amount and proportion of military expenditures and destruction of life, property, and natural resources during this period assignable to the need for war as an instrument for political control;

similar figures, to the extent that they can be separately arrived at, assignable to the need for war to maintain social cohesiveness;

levels of recruitment and expenditures on the draft and other forms of personnel deployment attributable to the need for military institutions to control social disaffection;

the statistical relationship of war casualties to world food supplies;

the correlation of military actions and expenditures with cultural activities and
scientific advances (including necessarily the development of mensurable
standards in these areas).

(b) Establishment of a priori modern criteria for the execution of the nonmilitary
functions of war. These will include, but not be limited to:

calculation of minimum and optimum ranges of military expenditure required,
under varying hypothetical conditions, to fulfill these several functions,
separately and collectively;

determination of minimum and optimum levels of destruction of LIFE,
PROPERTY, and NATURAL RESOURCES prerequisite to the credibility of
external threat essential to the political and motivational functions;

development of a negotiable formula governing the relationship between
military recruitment and training policies and the exigencies of social control.

(c) Reconciliation of these criteria with prevailing economic, political,
sociological, and ecological limitations. The ultimate object of this phase of
War Research is to rationalize the heretofore informal operations of the war
system. It should provide practical working procedures through which
responsible governmental authority may resolve the following war-function
problems, among others, under any given circumstances:

how to determine the optimum quantity, nature, and timing of military
expenditures to ensure a desired degree of economic control;

how to organize the recruitment, deployment, and ostensible use of military
personnel to ensure a desired degree of acceptance of authorized social values;

how to compute on a short-term basis, the nature and extent of the LOSS OF
LIFE and other resources which SHOULD BE SUFFERED and/or INFLICTED
DURING any single outbreak of hostilities to achieve a desired degree of
internal political authority and social allegiance;

how to project, over extended periods, the nature and quality of overt warfare
which must be planned and budgeted to achieve a desired degree of contextual stability for the same purpose; factors to be determined must include frequency of occurrence, length of phase, INTENSITY OF PHYSICAL DESTRUCTION, extensiveness of geographical involvement, and OPTIMUM MEAN LOSS OF LIFE;

how to extrapolate accurately from the foregoing, for ecological purposes, the
continuing effect of the war system, over such extended cycles, on population
pressures, and to adjust the planning of casualty rates accordingly.

War Research procedures will necessarily include, but not be limited to, the
following:

(a) The collation of economic, military, and other relevant date into uniform
terms, permitting the reversible translation of heretofore discrete categories of
information.

(b) The development and application of appropriate forms of cost-effectiveness analysis suitable for adapting such new constructs to computer terminology, programming, and projection.

(c) Extension of the "war games" methods of systems testing to apply, as a
quasi-adversary proceeding, to the nonmilitary functions of war.

Since Both Programs of the WAR/PEACE RESEARCH Agency will share the
same purpose---to maintain governmental freedom of choice in respect to war
and peace until the direction of social survival is no longer in doubt -- it is of the essence of this proposal that the agency be constituted without limitation of time. Its examination of existing and proposed institutions will be selfliquidating when its own function shall have been superseded by the historical developments it will have, at least in part, initiated.







NOTES

SECTION 1

1. The Economic and Social Consequences of Disarmament: U.S. Reply to the Inquiry of the Secretary-General of the United Nations (Washington, D.C.:
USGPO, June 1964), pp. 8-9.

2. Herman Kahn, Thinking About the Unthinkable (New York: Horizon, 1962),
p.35.

3. Robert S. McNamara, in an address before the American Society of Newspaper Editors, in Montreal, P.Q., Canada, 18 May 1966.

4. Alfred North Whitehead, in "The Anatomy of Some Scientific Ideas,"
included in The Aims of Education (New York: Macmillan, 1929).
5. At Ann Arbor, Michigan, 16 June 1962.

6. Louis J. Halle, "Peace in Our Time? Nuclear Weapons as a Stabilizer," The
New Republic (28 December 1963).

SECTION 2

1. Kenneth E. Boulding, "The World War Industry as an Economic Problem," in
Emile Benoit and Kenneth E. Boulding (eds.), Disarmament and the Economy
(New York: Harper & Row, 1963).

2. McNamara, in ASNE Montreal address cited.

3. Report of the Committee on the Economic Impact of Defense and
Disarmament (Washington: USGPO, July 1965).

4. Sumner M. Rosen, "Disarmament and the Economy," War/Peace Report
(March 1966).

SECTION 3

1. Vide William D. Grampp, "False Fears of Disarmament," Harvard Business
Review (Jan.-Feb.1964) for a concise example of this reasoning.

2. Seymour Melman, "The Cost of Inspection for Disarmament," in Benoit and
Boulding, op. cit.

SECTION 5

1. Arthur I. Waskow, Toward the Unarmed Forces of the United States
(Washington: Institute for Policy Studies, 1966), p.9. (This is the unabridged
edition of the text of a report and proposal prepared for a seminar of strategists and Congressman in 1965; it was later given limited distribution among other persons engaged in related projects.)

2. David T. Bazelon, "The Politics of the Paper Economy," Commentary
(November 1962), p.409.

3. The Economic Impact of Disarmament (Washington: USGPO, January
1962), p.409.

4. David T. Bazelon, "The Scarcity Makers," Commentary (October 1962), p.
298.

5. Frank Pace, Jr., in an address before the American Banker's Association,
September 1957.

6. A random example, taken in this case from a story by David Deitch in the
New York Herald Tribune (9 February 1966).

7. Vide L. Gumplowicz, in Geschichte der Staatstheorien (Innsbruck: Wagner,
1905) and earlier writings.

8. K. Fischer, Das Militar (Zurich: Steinmetz Verlag, 1932), pp.42-43.

9. The obverse of this phenomenon is responsible for the principal combat
problem of present-day infantry officers: the unwillingness of otherwise
"trained" troops to fire at an enemy close enough to be recognizable as an
individual rather than simply as a target.

10. Herman Kahn, On Thermonuclear War (Princeton, N.J., Princeton
University Press, 1960), p.42. 11. John D. Williams, "The Nonsense about Safe Driving," Fortune (September 1958).

12. Vide most recently K. Lorenz, in Das Sogenannte Bose: zur
Naturgeschichte der Aggression (Vienna: G. Borotha-Schoeler Verlag, 1964).

13. Beginning with Herbert Spencer and his contemporaries, but largely ignored for nearly a century.

14. As in recent draft-law controversy, in which the issue of selective deferment of the culturally privileged is often carelessly equated with the preservation of the biologically "fittest."

15. G. Bouthol, in La Guerre (Paris: Presses universitairies de France, 1953)
and many other more detailed studies. The useful concept of "polemology," for
the study of war as an independent discipline, is his, as is the notion of
"demographic relaxation," the sudden temporary decline in the rate of
population increase after major wars.

16. This seemingly premature statement is supported by one of our own test
studies. But it hypothecates both the stabilizing of world population growth and
the institution of fully adequate environmental controls. Under these two
conditions, the probability of the permanent elimination of involuntary global
famine is 68 percent by 1976 and 95 percent by 1981.

SECTION 6

1. This round figure is the median taken from our computations, which cover
varying contingencies, but it is sufficient for the purpose of general discussion.

2. But less misleading than the more elegant traditional metaphor, in which war expenditures are referred to as the "ballast" of the economy but which suggests incorrect quantitative relationships.

3. Typical in generality, scope, and rhetoric. We have not used any published
program as a model; similarities are unavoidably coincidental rather than
tendentious.

4. Vide the reception of a "Freedom Budget for all Americans," proposed by A.
Philip Randolph et al; it is a ten-year plan, estimated by its sponsors to cost
$185 billion.

5. Waskow, op. cit.

6. By several current theorists, most extensively and effectively by Robert R.
Harris in "The Real Enemy," an unpublished doctoral dissertation made available to this study.

7. In ASNE, Montreal address cited.

8. The Tenth Victim.

9. For an examination of some of its social implications, see Seymour
Rubenfeld, Family of Outcasts: A New Theory of Delinquency (New York:
Free Press, 1965).

10. As in Nazi Germany; this type of "ideological" ethnic repression, directed to
specific sociological ends, should not be confused with traditional economic
exploitation, as of Negroes in the U.S., South Africa, etc.

11. By teams of experimental biologists in Massachusetts, Michigan, and
California, as well as in Mexico and the U.S.S.R. Preliminary test applications
are scheduled in Southeast Asia, in countries not yet announced.

12. Expressed in the writings of H. Marshall McLuhan, in Understanding
Media: The Extensions of Man (New York: McGraw-Hill, 1964) and
elsewhere.

13. This rather optimistic estimate was derived by plotting a three-dimensional
distribution of three arbitrarily defined variables; the macro-structural, relating
to the extension of knowledge beyond the capacity of conscious experience; the organic, dealing with the manifestations of terrestrial life as inherently
comprehensible; and the infra-particular, covering the subconceptual
requirements of natural phenomena. Values were assigned to the known and
unknown in each parameter, tested against data from earlier chronologies, and modified heuristically until predictable correlations reached a useful level of accuracy. "Two decades" means, in this case, 20.6 years, with a standard
deviation of only 1.8 years. (An incidental finding, not pursued to the same
degree of accuracy, suggests a greatly accelerated resolution of issues in the
biological sciences after 1972.)

SECTION 7

1. Since they represent an examination of too small a percentage of the eventual options, in terms of "multiple mating," the subsystem we developed for this application. But an example will indicate how one of the most frequently recurring correlation problems--chronological phasing--was brought to light in this way. One of the first combinations tested showed remarkably high coefficients of compatibility, on a post hoc static basis, but no variations of timing, using a thirty-year transition module, permitted even marginal
synchronization. The combination was thus disqualified. This would not rule
out the possible adequacy of combinations using modifications of the same
factors, however, since minor variations in a proposed final condition may have disproportionate effects on phasing.

2. Edward Teller, quoted in War/Peace Report (December 1964).

3. E.g., the highly publicized "Delphi Technique" and other, more sophisticated
procedures. A new system, especially suitable for institutional analysis, was
developed during the course of this study in order to hypothecate mensurable
"peace games"; a manual of this system is being prepared and will be submitted for general distribution among appropriate agencies. For older, but still useful, techniques, see Norman C. Dalkey's Games and Simulations (Santa Monica, Calif.:Rand, 1964).

SECTION 8

1. A primer-level example of the obvious and long overdue need for such
translation is furnished by Kahn (in Thinking About the Unthinkable,p.102).
Under the heading "Some Awkward Choices" he compares four hypothetical
policies: a certain loss of $3,000; a .1 chance of loss of $300,000; a.01 chance
of loss of $30,000,000; and a .001 chance of loss of $3,000,000,000. A
government decision-maker would "very likely" choose in that order. But what
if "lives are at stake rather than dollars?" Kahn suggests that the order of choice would be reversed, although current experience does not support this opinion. Rational war research can and must make it possible to express, without ambiguity, lives in terms of dollars and vice versa; the choices need not be, and cannot be, "awkward."

2. Again, an overdue extension of an obvious application of techniques up to
now limited such circumscribed purposes as improving kill-ammunition ratios
determining local choice between precision and saturation bombing, and other
minor tactical, and occasionally strategic, ends. The slowness of Rand, I.D.A.,
and other responsible analytic organizations to extend cost-effectiveness and
related concepts beyond early-phase applications has already been widely remarked on and critized elsewhere.

3. The inclusion of institutional factors in war-game techniques has been given
some rudimentary consideration in the Hudson Institute's Study for
Hypothetical Narratives for Use in Command and Control Systems Planning
(by William Pfaff and Edmund Stillman; Final report published in 1963). But
here, as with other war and peace studies to date, what has blocked the logical extension of new analytic techniques has been a general failure to understand
and properly evaluate the non-military functions of war.

- End –
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:07 am

Em 1996, Jon Elliston escreveu naquela altura, a considerar o livro como sendo uma sátira da autoria de um homem, Leonard C. Lewin. Mas em 26 de Novembro de 1976, o relatório foi examinado no livro secção do Washington Post por John Kenneth Galbraith, professor em Harvard. Galbraith afirmou que tinha conhecimento da autenticidade do relatório, em primeira mão, porque havia sido convidado para participar nele. Embora ele não fosse capaz de fazer parte do grupo oficial, ele foi consultado ao longo do tempo, tendo sido encarregado de o manter em segredo.


COMENTÁRIO E SÍNTESE DO RELATÓRIO

“ O princípio organizador de qualquer sociedade é para a guerra. A principal autoridade de um Estado moderno sobre a sua população reside nos seus poderes de guerra.”

Este relatório publicado em 1967, de elevado nível de pensamento estratégico, identifica-se com a política actual dos E.U.A., como polícia do mundo e a realidade da política mundial desenvolvida por este, a coberto dos organismos internacionais, como a ONU, FMI, FAO, OMS, Ongs, etc…revelando uma grande coerência com o modo de proceder e agir destas instituições.

POLÍTICA MUNDIAL (REGIME TOTALITÁRIO)

Este relatório prevê a necessidade da criação de um Estado soberano internacional, apoiado por uma força internacional bem armada (manutenção de paz), que opera sob a autoridade de um tribunal supranacional. ( Actualmente os E.U.A., são responsáveis por um terço dos recursos da ONU, tendo o direito de veto como membro permanente do CS “Conselho de Segurança da ONU”).

- Como se processa:

A criação de um Estado soberano internacional, tem como principal objectivo o desarmamento organizado. “Ameaças” contra “interesse internacional (E.U.A.)”, são normalmente criadas ou aceleradas para atender à evolução das necessidades do sistema de guerra. Para combater essas “Ameaças”, são elaborados processos de inspecção e controlo que fazem parte do sistema de guerra, devido ao facto de implicar sanções económicas e por último a intervenção do gigantesco exército internacional, ironicamente designado como “Corpo de Manutenção de Paz”.

“É de salientar que neste relatório consta que a economia dos E.U.A. é tão complexa e avançada, que exige que seja destruído 10% em média anual, do produto interno bruto. Para que seja possível a reconversão económica devido ao vácuo criado pelo desaparecimento das despesas militares, este relatório sugere que, além da prorrogação dos programas de investigação espacial, elaboração de inspecções para a manutenção da paz mundial e a criação de um corpo militar gigantesco, redimensionado para o bem- estar social, em uma escala global”.

As funções deste sistema de guerra não militarizada, (sem recorrer à força das armas sempre que possível), são as mais básicas; existem não apenas para a sua própria justificação, mas para servir fins sociais mais amplos, tendo um maior reconhecimento no sector económico e político.
A mobilização do apoio mundial para esse efeito é fundamental e para isso, é necessário criar um incentivo, tendo em vista a credibilidade da acção.” Sendo o mais importante para estes fins sociais, o indivíduo psicologicamente fiel a uma razão de ser da sociedade e seus valores. O presumível poder do “inimigo”, deverá ser suficiente para justificar num indivíduo o senso de lealdade para com uma sociedade, devendo este poder ser proporcional à dimensão e complexidade da sociedade”.

Um quadro que demonstra bem esta realidade, foi a guerra com o Iraque, os mídia para convencer a opinião pública, provocaram um grande alarmismo a nível Mundial ao afirmar que o Iraque tinha armas nucleares de destruição maciça e todos os dias em todo o mundo era o principal tema noticioso (credibilidade da acção, consciencialização). Por fim a ONU direccionada pelos E.U.A. promoveu sanções económicas e enviou inspecções para controlo, apesar do relatório dos inspectores não ter constado qualquer tipo de indícios de existência dessas armas, falsearam o relatório, uma vez mais para ganhar credibilidade para a acção, que já estava pré-concebida de tal forma, que avançou para um conflito armado sem o consentimento da ONU. Esta agressão internacional , que representa o não cumprimento das regras do Direito Internacional, deveria estar sujeita às sanções da ONU, como por exemplo o embargo económico imposto ao Iraque desde 1991 ou à sua expulsão como membro do CS ( Conselho de Segurança), esta impunidade, só revela perda de credibilidade da ONU, como órgão de soberania internacional e a supremacia da política externa colonialista dos E.U.A., em relação ao resto do mundo.
Nesta guerra, notou-se perfeitamente, que o objectivo foi puramente político e económico, uma acção camuflada por uma hipotética “Ameaça”.
E agora pergunto, mesmo que o Iraque tivesse armas nucleares, porquê tanto alarmismo, os E.U.A. não as possuem, tal como a URSS, Israel, China, Coreia do Norte, etc… A Índia e Paquistão ( estiveram eminentes de um conflito desta natureza, por causa da província de Caxemira, este conflito, intensificou-se entre 26/12/2001, quando a Índia apontou os mísseis para o Paquistão e só acalmou 28/6/2004, quando Índia e o Paquistão sinalizaram uma resolução para o conflito, motivados pelas pressões internacionais), ou entre os EUA e a URSS (durante a guerra fria).
E porque razão não estamos alarmados, simplesmente porque ainda não fomos bombardeados pelas fontes de informação noticiosa dos mídia, que actuam estrategicamente de acordo com interesses político-económicos internacionais, de modo a manipular a opinião pública criando receios e medos “sem fundamento”, para dar credibilidade às suas perversas acções.


POLÍTICA SOCIAL

Consta no relatório, que para combater os inconformados psicologicamente, “delinquentes e alienados”, deverão ser solicitados tal como aos restantes jovens dos E.U.A., para dar dois anos de serviço ao seu país, em um dos serviços militares de apoio ao corpo de paz ou no desenvolvimento de qualquer trabalho de voluntariado, em casa ou no estrangeiro e incentivar os outros países a fazerem o mesmo.
Por outro lado, o desenvolvimento de uma moderna e sofisticada forma de escravatura “Função Motivacional”, o desenvolvimento de jogos de sangue, para o controlo efectivo de cada um dos impulsos agressivos, este tipo de guerra é deixada ao critério dos fabricantes de filmes comerciais, para desenvolverem um modelo para este conceito, sob o nível de implausíveis melodramas populares, como uma ritualizada caça ao homem. Numa atitude mais realista poderia ser um ritual socializado, na forma de inquisição espanhola e os menos formais julgamento de bruxas de outros tempos, para fins de “purificação social” e manter o “estado de segurança”.

- Como funcionam os jogos de sangue ?
Os jogos de sangue funcionam de modo que a vontade colectiva dos membros de uma sociedade seja de pagar um preço em sangue.
-Exemplo:
“ Em vez de aceitar limites de velocidade de vinte milhas por hora, é preferível deixar que os automóveis matem quarenta mil pessoas por ano.”
Este número de mortos em acidentes de viação, já atingiu um nível desejado, no sentido de tornar-se necessário uma intervenção ( fundamentar a sua actuação ) de modo a proteger as coisas de maior valor, ironicamente “a vida humana”.
Estes “jogos de sangue” são um ritual mascarado para as funções de guerra, desempenhando uma “função motivacional” vital, para a motivação e mobilização da massa humana da sociedade, para um sacrifício colectivo “ A escravatura”.
“Função Motivacional” – Escravatura. ( As leis são impostas de modo a apresentar soluções para os problemas, muitas vezes forçados e ir ao encontro das nossas ideias pré-concebidas, influenciadas pelos acontecimentos, “ condicionados e direccionados, através dos órgãos de informação “).


POLÍTICA ECOLÓGICA

“ o excesso populacional é material bélico”

Visto que a guerra convencional ainda está em vigor, deve-se manter um máximo de população sustentável, mesmo que agrave criticamente uma responsabilidade económica.
O interesse ecológico de uma única sociedade, reside em manter a sua hegemonia face a outras sociedades.
As actuais taxas de crescimento da população, agravado pela ameaça ambiental de produtos químicos e outros contaminantes, bem pode trazer uma nova crise de insuficiência. Se assim for, é provável que seja de uma magnitude global sem precedentes, não apenas regional ou temporário. Os métodos de guerra convencionais, certamente revelar-se-iam inadequados, para reduzir a população a um nível consistente para a sobrevivência da espécie.
O relatório não tem dúvidas, que na exigência universal, a procriação limitada aos produtos de inseminação artificial, proporcionaria um substituto adequado para um controle total dos níveis populacionais. Tal sistema reprodutivo, tem a vantagem de ser passível de uma eugenésica gestão directa, com o seu maior desenvolvimento previsível – concepção e desenvolvimento embrionário, exercido totalmente em condições de laboratório – indo alargar estes controlos para a sua conclusão lógica.
A função ecológica da guerra nestas circunstâncias, seria ultrapassada em eficácia.
O passo intermédio indicado para o total controlo da concepção, seria uma variedade da omnipresente “pílula”, através do abastecimento de água ou de certos produtos alimentares essenciais, compensado por um controlado “antídoto” – já em desenvolvimento, aparentemente não há uma necessidade previsível de reverter a qualquer das práticas ultrapassadas ( infanticídio, etc. ).
O substituto para a função ecológica da guerra também requer uma investigação contínua em determinadas áreas da ciência da vida.

“ Actualmente tem surgido determinados assuntos polémicos em relação aos produtos alimentares, pouco ou nada divulgados, que vai ao encontro desta política ecológica, só assim se consegue perceber a imposição dos produtos geneticamente modificados, quase como uma obrigatoriedade imposta pela FAO, para os países subdesenvolvidos, a quantidade de dinheiro gasto nos E.U.A. e em alguns países da Europa na colocação de flúor nas redes públicas de abastecimento de água, em vez de um suplemento vitamínico e o aspartamo (um composto venenoso), em produtos alimentares, estes assuntos serão debatidos no capítulo seguinte.”

CREDIBILIDADE NA POLÍTICA

“Credibilidade, na verdade, está no cerne do problema de desenvolvimento de uma política substituta para a guerra.”

O mais ambicioso projecto espacial irrealista, não pode por si só, gerar uma ameaça externa credível. Tem sido fervorosamente argumentado que tal, seria uma ameaça última “ à esperança de paz”, etc. Unindo a humanidade contra o perigo de destruição por “criaturas” de outros planetas ou do espaço exterior, não prevemos nenhuma dificuldade de o tornar em uma “necessidade”, um gigantesco super programa espacial credível para fins económicos, mesmo se não houver um amplo precedente, alargando-o para fins políticos, de modo a incluir funcionalidades.
Experimentos têm sido propostos para testar a credibilidade de uma ameaça de invasão extraterrestre, é possível que alguns dos incidentes mais difíceis de explicar dos últimos anos “OVNI”, foram demasiado cedo experimentos deste tipo.

“ Este relatório de 1967, contempla o fenómeno Ovni, como um experimento para dar credibilidade e justificar os projectos espaciais americanos e ao mesmo tempo dar credibilidade aos relatos da seguinte história que se passou na segunda guerra mundial, digna de um episódio de ficheiros secretos x”.

Até princípios de1942, durante a segunda guerra mundial mais de mil navios aliados, tinham sido torpedeados e afundados pelos submarinos alemãs, estes submarinos, constituíam um verdadeiro flagelo para a marinha aliada, devido às elevadas perdas em material, mantimentos e vidas humanas.
Perante este enorme problema, os E.U.A. tentaram descobrir uma forma de camuflagem de modo que os navios fossem indetectáveis pelos radares inimigos.
Em 1943, um estranho projecto, reuniu três importantes nomes do mundo da ciência.
Albert Einstein ( que na altura trabalhava para a marinha dos E.U.A., no desenvolvimento de armas convencionais, incluindo torpedos e minas ), Nikola Tesla ( embora tivesse morrido no início de 1943 ) e John Von Neumann ( nascido em Budapeste – Hungria, graduado em matemática, tinha desenvolvida na altura uma forma exótica de matemática chamada Espaço de Hibert, foi o primeiro homem a definir matematicamente realidades múltiplas, espaços múltiplos.)
Este experimento designado inicialmente como Projecto Rainbow, realizou-se em 12 de Agosto de 1943, a cargo do “Office of Naval Engineering”, supervisionado pelo seu administrador, o Sr. Almirante Hal Bowen. Este experimento, baseava-se na teoria do campo unificado, para curvar a luz e foi testado num destróier de nome U.S.S. Eldridge, com uma reduzida tripulação de voluntários, ambos sujeitos a potentes campos electromagnéticos.
De acordo com um jornal de Filadélfia, observadores do estaleiro de Filadélfia testemunharam o desaparecimento do barco engolido por um fogo fátuo numa nuvem verde, voltando a reaparecer, a experiência tinha sido um êxito completo, o destróier tornou-se indetectável aos radares e invisível, a camuflagem perfeita.
A 500Km do local em Norfolk, norte de Vírginia, praticamente em simultâneo, um marinheiro a bordo do Liberty, Carlos Miguel Allende, testemunhou o aparecimento do U.S.S. Eldridge, a surgir do nada, parcialmente coberto por uma névoa verde de forma esférica, voltando subitamente a desaparecer.
Além de tornar-se indetectável e invisível, o navio tinha sido teletransportado de Filadélfia para Norfolk (500 Km de distância, em questão de minutos , onde na realidade requeria aproximadamente 24h), voltando a reaparecer em Filadélfia.
Mais tarde, Alfred Bielek, que alega ter sofrido uma lavagem cerebral para esquecer tudo e que as suas recordações só voltaram depois de assistir ao filme “ The Philadelphia Expriment “ diz fazer parte da equipa científica e afirma que a experiência tinha corrido mal, apesar de ter sido êxito, teve um intolerável custo de vidas humanas. Os elementos da tripulação tinham sofrido as consequências da forte exposição ao campo electromagnético. Quando o destróier reapareceu, testemunhou um horror a bordo, os marinheiros, uns tinham vaporizado, outros tinham partes do corpo enterrados na estrutura, fundindo-se com as moléculas de aço do destróier, outros tinham enlouquecido, outros tinham ganho o dom da invisibilidade, contam os testemunhos que durante uma zaragata entre marinheiros num bar, estes apareciam e desapareciam, um outro perante o olhar de familiares atravessou uma parede e nunca mais regressou.
Os marinheiros sobreviventes foram internados e todos classificados como mortos em combate, que se haviam perdido no mar, pois era uma justificação credível para as famílias enquanto isso os registos do destróier foram apagados.
O projecto foi cancelado, classificado por alguns como ultra-secreto e apesar das elaboradas preocupações de segurança, saiu fora de controlo devido a uma testemunha ocular “ Carlos Miguel Allende “ e por mais que o procurassem, não havia maneira de o encontrar, tinha dado um nome falso.
Alfred Bielek na Conferência da Mufon Metroplex em Dallas - Texas, em 13 de Janeiro 1990 (http:// www. Umanovaera.com/conspiracoes/Exprimento_Filadelfia.htm), afirmou que o resultado da experiência não resultou apenas em teletransporte mas também em viagem no tempo e que experimentos semelhantes estavam sendo conduzidos em instalações ultra-secretas ( parece ser o caso da área 51, área estritamente militar com aproximadamente 1500 Km2, no condado de Lincoln, deserto Nevada, próximo de Groom Lake, E.U.A., onde frequentemente são observados OVNIs a sobrevoar ), durante os anos 70 e 80 e que também ele fez parte dessas experiências.
Por outro lado é bem possível que os misteriosos desaparecimentos no Triângulo das Bermudas tenha a ver com estes tipos de experimentos electromagnéticos, visto que, as últimas comunicações efectuadas pelos membros das tripulações antes do seu desaparecimento, revelavam fortes perturbações magnéticas que afectavam os aparelhos de navegação.

( Para mais informações sobre este assunto: pesquisar em Experimento Filadélfia )

Não sabemos ao certo a veracidade desta história, apenas sabemos que este experimento foi considerado ultra-secreto e procedido das mais elaboradas operações de segurança. No relatório da Iron Mountain, o caso Ovnis é referido como experimentos, o que requer grandes avanços técnicos na investigação de campos electromagnéticos, realçando credibilidade na história e uma explicação racional, para vários casos insólitos.
Actualmente no campo da ciência que nos é revelada, os cientistas já conseguiram em laboratório teletransporte quântico de partículas e estão a desenvolver investigações nesse campo, quando estas notícias científicas chegam ao domínio público é porque as investigações estão muito mais avançadas nesse sector.

“ Nos anos seguintes a este relatório, anos 50 e 60, ouve uma série de relatos de avistamentos de Ovnis, sobretudo por pilotos da marinha americana, que levaram oficiais da marinha a investigar por conta própria, pois não recebiam qualquer resposta superior em relação às ocorrências, escreveram-se muitos livros em relação a este fenómeno tais como: They knew too much about flying saucer – Gray Barker, Alien Meetings - Brad Steiger , Investigating The Unexplained “Disquieting Mysteries of the Natural World – Ivan T. Sanderson, etc...,o livro mais importante da altura foi The case for the UFO de Morris K. Jessupe, em 1957 este livro foi entregue anonimamente aos oficiais da marinha que estavam a investigar o caso por conta própria, rascunhado com três tipos de caligrafia, mais tarde descobriu-se que tinha sido enviado por Carl Meredith Allen ( o verdadeiro nome de Carlos Allende ), a relacionar com o seu testemunho sobre o experimento Filadélfia.
Os anos 50, foi o apogeu dos filmes de ficção científica nos EUA, em 1950 (Destination moon) de Irving Pichel; (Rocketship Mx) de Kurt Neuman, em 1951 (the thing) de Christian Nyby; (The day the earth stood hill) de Robert Wise, em 1953 (War of the Worlds) de Byron Haskin, em 1954 (Them!) de Gordon,Douglas, em 1956 (Forbidden) de Fred Mc Leod WilcoK; (Ivasion of the body snstchers) de Don Siegel, etc…
Em 1969 a força aérea Americana deixou de ministrar fundos para as investigações sobre Ovnis alegando que não existiam, acabando com a investigação dos oficiais da marinha, já tinham conseguido credibilidade e apoio suficiente para justificar o elevado custo do seu programa espacial naquela altura, tal como o relatório da Iron Mountain assim o propunha.
Actualmente está-se a desenvolver uma nova onda de credibilidade a nível mundial, a respeito de Ovnis e Alienígenas, este fenómeno, que tinha sido tabu a seguir aos anos 60, está a ser novamente divulgado através de filmes (adultos e crianças), órgãos televisivos, fontes noticiosas, pessoas influentes na sociedade, etc.
As pessoas que afirmavam ter visto Ovnis ou contacto com Ets, outrora tinham receio de divulgar para não caírem no ridículo, agora são consideradas credíveis e interessantes, o que leva a crer que a população humana está sendo manipulada de modo a estar preparada para um futuro próximo, cumprir-se a parte do relatório que faz referência à invasão extraterrestre como uma necessidade para a união da humanidade contra uma “Ameaça externa”, um passo importantíssimo para a criação de um governo mundial soberano.

Um acontecimento que demonstra a importância da credibilidade, aconteceu no dia 20 de Julho de 1969, às 4:17 p.m., Neil Armstrong, foi visto na televisão por milhões de pessoas em todo o mundo, aparentemente caminhando na superfície da Lua e dando um gigantesco salto nas páginas da história.

Existem imagens de uma gravação feita na época, sobre este acontecimento, que circula algures pela internet e põe em causa esta realidade, pois as imagens demonstram que este acontecimento, foi filmado em estúdio.
A fonte anónima ( por questões de segurança ), portadora da gravação, respondeu às seguintes perguntas, em entrevista:

- É real?
- Sim. Esta gravação foi feita claramente em um estúdio e tem a clara intenção de representar a chegada na lua da Apollo 11. A atenção para os detalhes é cambaleante. A intenção é claramente a de enganar os espectadores para que acreditem que a gravação é genuína.
2 – É conclusivo?
- Não, não há nenhuma prova de que, porque essa gravação foi feita em um estúdio, a chegada à Lua, foi necessariamente uma falsificação. Mas nós sabemos que a gravação não - digital original, foi destruída e que certas pessoas ( perigosas ), estão bravas com o facto desse clip ter vazado.
3 – Como nós o conseguimos?
- Nós não o obtivemos directamente de uma fonte da Nasa. Nossa fonte está bem colocada para atestar a autenticidade da gravação e teve ligações com os produtores de dois recentes documentários, um para a BBC e um para a CNN, sobre conspirações envolvendo a chegada do homem à Lua. Nós não podemos revelar a identidade dele e provavelmente nunca seremos capazes disso. A posição dele é mais perigosa do que você poderia imaginar.
4 – Porque eu não vi isto antes?
- A gravação foi enterrada durante mais de 30 anos. Todos os originais, excepto essa parte, foram destruídos. Nós a temos há mais de 2 anos e naquele tempo, entramos em contacto (anonimamente), com quase todos os donos de grandes redes de televisão, para vender os direitos. Sem excepção, eles estavam interessados e queriam comprá-la. Então, em um certo ponto, todos eles, sem excepção, mudaram de ideia e começaram a tentar descobrir quem nós eramos. Naquele ponto, nós deixamos de negociar com eles. Foi muito assustador.
5 – Como e quando foi feito?
Foi feito em 1965, julgando pela câmara em que ela foi feita – uma Ikegami Tubo. Nós temos evidência de que a gravação, foi feita fora dos E.U.A. – possivelmente na Europa, por uma equipa estrangeira.
6 – Quem está dentro da roupa espacial?
Nenhum dos astronautas originais. Na realidade, eles estão totalmente desavisados de que a gravação foi feita. O sujeito na roupa espacial é um actor chamado Symond Lewis.

7 – Porque está na Internet e não na televisão?
Veja ponto 4.
8 – Qual a reacção da Nasa a esta gravação?
Eles se recusaram a comentar. Mas nós ouvimos recentemente que eles estão aumentando os esforços em uma enorme campanha para convencer a todos nós que as aterragens de todas as Apollos aconteceram.
http://www.umanovaera.com/conspiracoes/a_verdade_sobre_a_chegada_do_homem_a_lua.htm
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:08 am

Esta polémica, também é alimentada por investigadores, que ao analisarem as fotos originais do arquivo da Nasa, descobriram várias contradições e desajustes, relativamente a jogos de sombras em várias direcções na mesma foto, tirada a módulos lunares e astronautas na Lua, como se o Sol iluminasse em várias direcções e a Terra vista da Lua mais pequena do que a Lua é vista da Terra, o que não coincide com a proporção entre ambas e outros pormenores técnicos mais específicos, que podem confirmar situações dignas de cenário.
Podem dizer que isto é tudo absurdo, uma falsidade, um logro, uma mentira disparatada. Eu próprio ponho em causa, mas recuando na história…
A corrida espacial teve início após o lançamento do Sputnik pela URSS, a 4 de Outubro de 1957.
A URSS colocou no espaço, o primeiro ser vivo a cadela russa Kudriavka de raça lika, a 3 de Novembro de 1957, a bordo da nave espacial Sputnik II.
Yuri Gagarin, foi o primeiro homem no espaço, em voo orbital de 48 minutos, a bordo da nave Vostok I, em 13 de Abril de 1961.
Os EUA com grande atraso em relação à URSS, colocou o primeiro homem no espaço, em 5 de Maio de 1961, em voo sub-orbital.
Em 1961, o Presidente dos EUA, John F. Kennedy, lançou um desafio de enviar homens à Lua e retorná-los a salvo antes que a década terminasse, dando início a um ambicioso projecto espacial tripulado, que se iniciou com o Projecto Mercury, seguido do Projecto Gemini e finalmente Apollo.
Os primeiros astronautas a circum-navegar a Lua, foram os tripulantes da Apollo 8, no dia de Natal de 1968.
Por problemas em suas missões Zond (que usavam a nave Soyz modificada para circum-navegação da Lua), ao soviéticos não foram capazes de levar homens à Orbita da Lua, antes dos EUA.
No dia 20 de Julho de 1969, a bordo da Apollo 11, chega à Lua, Neil Armstrong, dá “ um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade”,


O projecto Apollo custou aos EUA 20 biliões de dólares.
Estavamos na altura da Guerra Fria, os EUA tinham gasto 20 biliões de dólares no seu projecto espacial Apollo, para chegar à Lua. O relatório da Iron Mountain, tinha sido concluído em 1967, fazia referência ao desenvolvimento das pesquisas espaciais, como um dos substitutos para as despesas de guerra. Para que a economia fosse saudável, deveria ser eliminado 10% do produto interno bruto e ao mesmo tempo credibilidade, para que pudesse ter o apoio do povo americano e justificar a elevada quantia gasta no projecto de investigação espacial.
John F. Kennedy, lançou um desafio ao povo, estabeleceu uma meta, chegar à Lua antes do final da década, de modo a promover a supremacia americana em relação à soviética.
Dos primeiros norte americanos a circum-navegar a Lua, ao primeiro homem na Lua, dista apenas um espaço de 7 meses e a chegada à Lua coincidiu praticamente com o fim da década .
Uma coisa é certa, esta chegada à Lua, foi muito oportuna, convenceu o povo americano da sua superioridade tecnologica em relação aos russos e ao resto do mundo e vice-versa, justificou os biliões de dólares gastos no projecto Apollo, fortaleceu a credibilidade da presidência dos EUA e do projecto espacial norte americano e ao mesmo tempo o apoio popular para a continuação das investigações espaciais.

Por outro lado a brutal poluição do meio ambiente, pode eventualmente substituir a possibilidade de destruição em massa por armas nucleares, evidenciando-se como principal ameaça para a sobrevivência da espécie.
Envenenamento do ar e das principais fontes de alimento e água, já está bem avançado e à primeira vista, parece promissor a esse respeito, constituindo uma ameaça, que pode apenas ser tratada, através da organização social e poder político. Mas apresenta indícios de que será de uma geração a geração e meia, antes da poluição ambiental, ser suficiente grave e ameaçadora, em uma escala global, para oferecer uma base para a possível solução.
Mas contudo a taxa de poluição pode ser aumentada selectivamente para essa finalidade, na verdade, a simples modificação dos programas existentes para a dissuasão da poluição, poderia acelerar o processo suficientemente para tornar credível a ameaça mais cedo. Mas o problema da poluição tem sido tão amplamente divulgado nos últimos anos, que parece muito improvável que um programa de envenenamento ambiental deliberado, possa ser executado de uma forma politicamente aceitável.

Actualmente existem armas não classificadas para manipulação do tempo, com vista ao aceleramento de todo este processo, é o caso da H.A.A.R.P. (High Frequency Active Auroal Research), que não é mais que um aquecedor ionosférico, que emite bilhões de Watts de energia para a ionosfera, provocando secas, inundações e outras catástrofes, não se sabendo porém se os efeitos desta arma estão devidamente controlados.
( este assunto será desenvolvido noutro capítulo ).

Esta ameaça maquiavélica da poluição ambiental está de tal modo, tão enraizada e ameaçadora como consta no relatório, que está-se a inverter os valores filosóficos e sociais desta geração e da geração vindoura. O Homem deixou de ser o Ser supremo criado à imagem de Deus, para ser considerado um animal comum, com a agravante de não estar em vias de extinção.
As prioridades vão para o Ambiente e para as espécies em extinção e não para o homem, em termos gerais está-se a formar um culto universalista à Terra Mãe, “Senhora Suprema” e não a Deus, o Homem se for preciso tem que sofrer, nem que isso lhe custe a própria vida, pois o Ambiente é intocável, isto é na realidade a camuflagem de um “culto satânico”, com sacrifício de sangue inocente. “O Homem deixou de confiar em Deus e está a perder os seus direitos em prol da Terra”. Esta ameaça ambiental além de estar revestida por interesses económicos, tem como objectivo sócio-cultural, o controlo e a preparação dos diferentes países, raças, credos, para a criação de um governo mundial totalitário.



GUERRA ECOLÓGICA

UTILIZAÇÃO DOS ALIMENTOS COMO ARMA


“O substituto para a função ecológica de guerra também requer uma investigação contínua em determinadas áreas da ciência da vida.”
Report from Iron Mountain

“Usariam a comida como arma contra as pessoas.”

Director do programa de alimentos da ONU
Conferência Mundial da Mulher – Pequim 1997

“ Quem controla os alimentos, controla o Mundo.”

Drª Rima E. Laibow (Natural Solutions Foundation)
NANP ( Nacional Association of Nutrition Professionals) - 2005

ORGANISMOS GENÉTICAMENTE MODIFICADOS (O.G.M.)
“TRANSGÉNICOS” – AS SEMENTES DA EXTERMINAÇÃO

- TÉCNICAS PARA A OBTENÇÃO DE O.G.M.

As técnicas de obtenção de organismos geneticamente modificados (O.G.M.) são relativamente complexas e assentam em importantes descobertas a nível bioquímico e genético.
Algumas “ferramentas” serão sempre indispensáveis, no entanto:
“ Enzimas de restrição” – Já conhecidas desde a descoberta dos mecanismos de transcrição de DNA, estas enzimas actuam como “tesouras” bioquímicas, cortando o DNA em locais específicos, o que permite retirar apenas o segmento que contém o gene, ou genes pretendidos. Estas endonucleases envolvem o DNA e cortam uma cadeia num ponto determinado e a segunda num ponto diferente e complementar da primeira. Assim, obtêm-se dois segmentos com extremidades “colantes” pois são complementares;
“ DNA – ligases” – outro tipo de enzima fundamental na transcrição e na preparação de segmentos danificados de DNA, é usado em engenharia genética para unir as extremidades “colantes” dos segmentos obtidos por acção das endonucleases de restrição;
“ Transportadores de genes “ – os genes retirados do DNA da espécie dadora têm que ser introduzidos nas células, núcleos e DNA da espécie receptora, o que geralmente é bastante complicado, devido aos inúmeros mecanismos de segurança das reacções envolvendo ácidos nucleicos. Existem várias formas de levar o gene junto do DNA receptor e de o “forçar” a ligar-se ao DNA que se pretende alterar;
Plasmídeos – pequeno anel de DNA extra-cromossoma bacteriano, semelhante ao DNA viral mas sem a cobertura proteica, presente em algumas espécies de bactérias. Geralmente este anel é utilizado pelos organismos em situações de elevada pressão selectiva do meio, permitindo a passagem rápida de resistências ou capacidades invulgares de síntese de substâncias. O plasmídeo geralmente contém uma sequência de iniciação de transição (que vai comandar a cópia dos genes seguintes na célula infectada) seguida de um, no máximo dois, genes. Por este motivo, estão associados a bactérias especialmente infecciosas e causadoras de doenças. Retirando o gene original do plasmídeo com enzimas de restrição e inserindo-lhe o gene pretendido, resta cultivar bactérias a quem foi re-injectado o plasmídeo modificado para se obter uma multidão de vectores extremamente eficazes e específios. Geralmente os plasmídeos apenas existem em células bacterianas que atacam células vegetais, sendo, por isso, usados na obtenção de plantas;
Vírus – ao contrário das células vegetais, as células animais raramente são infectadas por bactérias portadoras de plasmídeos, pelo que é necessário utilizar outro transportador, os vírus. Os vírus, dos quais um dos mais eficazes nesta função é o HIV, transportam uma sequência genética no interior de uma cápsula proteica. Esse material contém igualmente uma sequência de indicação de transição, fundamental para a cópia do DNA viral na célula infectada. Retirando os genes virais e introduzindo os genes pretendidos, obtém-se outro vector específico, desta vez útil mesmo em células animais;
Pellets de ouro – esta técnica puramente física, é muito rudimentar e pouco é usada actualmente, com o avanço das descobertas em plasmídeos e vírus. Os segmentos de DNA contendo os genes pretendidos são cobertos de finas camadas de ouro e “disparados” contra células do tecido do organismo receptor, na esperança de que algum atinja um núcleo e que o segmento se auto-insira no DNA receptor, tudo acontecimentos com muito baixa probabilidade;
Micro-injecção – outro método pouco utilizado actualmente, ainda que um pouco mais eficaz que o anterior. Neste caso, os segmentos de material genético são injectados no núcleo de uma célula do organismo receptor, esperando-se que ocorra uma auto-inserção. Sob a forma de micro-injecções de núcleos inteiros em citoplasmas totipotentes ou embrionários, esta técnica é muito utilizada em células animais;
Marcadores – dado que as técnicas referidas anteriormente têm uma taxa de sucesso muito baixa, é necessário identificar as células modificadas, aquelas que o DNA inserido foi realmente integrado e passará a ser transcrito para as células-filhas durante as mitoses. Assim, antes da transferência do gene pretendido é lhe adicionado um gene marcador, geralmente um gene de resistência a antibióticos ou que confira uma morfologia notória de alguma forma (fluorescência quando iluminado com luz ultravioleta, por exemplo). Deste modo, uma célula modificada poderá ser identificada numa cultura, sendo depois encaminhada para as etapas seguintes de clonagem;
Promotores – um outro tipo de gene pode ser adicionado ao conjunto a ser transferido, um chamado gene promotor. Estes genes, como o seu nome indica, promovem a transcrição dos genes imediatamente antes ou depois da sua posição, no cromossoma. Novamente, a necessidade destes genes reside no facto de nem sempre o local de inserção do segmento transferido ser o mais indicado, podendo a sua expressão ser totalmente bloqueada, apesar de se encontrar presente nas células-filhas. Com um gene promotor associado, o gene transferido será expresso garantidamente, por vezes a taxas até 1000 vezes superior às normais.
http://curlygirl.naturlink.pt/ogm.htm
- MODO DE PROCESSAMENTO E APLICAÇÃO

1 - Os Engenheiros genéticos tiram uma toxina assassina de uma planta e a inserem no genoma de outra. A toxina serve para matar as sementes. Como é preciso garantir uma certa qualidade de sementes, os cientistas também inserem um DNA bloqueador que suprime a produção da toxina.
2 – Antes de serem vendidas, as sementes são imersas numa solução que induz à produção de um enzima capaz de remover o bloqueador.
3 – Depois que as sementes são plantadas e a safra atinge a maturidade, as plantas produzem uma toxina que mata as novas sementes. Os agricultores interessados em conseguir uma safra semelhante no na seguinte têm de comprar sementes.
http://www.preservacaolimeira.com.br/p-transgenicos/sementes/

- PERIGOS DA INTRODUÇÃO DE O.G.M.

- A inserção de novos genes num genoma não pode ser guiada com exactidão (não pode ser guiada pura e simplesmente), pelo que a aplicação das técnicas anteriormente descritas pode causar graves danos ao delicado equilíbrio do material genético de um organismo.
- O conhecimento sobre o modo de regulação dos genes é extremamente limitado, logo é bem possível que mudanças genéticas possam causar efeitos a longo prazo difíceis de prever e controlar. Essas modificações podem causar alterações nas reacções metabólicas e funções celulares, levando a instabilidade, produção de novos tipos toxinas ou alergénios, bem como diferenças no valor natural do organismo. Um exemplo documentado desse facto foi a inserção de um gene codificando um pigmento vermelho, retirado de um cereal, numa espécie de petúnia. As flores da planta modificada tornaram-se brancas e eram demasiado altas e delgadas, com muitas folhas e poucas flores, além de resistentes a fungos e pouco férteis. Assim, não só não atingiu o objectivo inicial, como ainda surgiram um sem número de características não desejadas nem previstas.
- Outro importante aspecto a considerar é a inserção de genes promotores, retirados de bactérias ou vírus. Estes segmentos forçam os genes adjacentes a funcionar a taxas 10 a 1000 vezes superiores ao normal, sejam eles os genes introduzidos ou genes nativos. Assim, o gene promotor pode estimular um organismo a produzir níveis elevados de moléculas, inofensivas em pequenas doses, altamente tóxicas em concentrações elevadas. Estes factos foram documentados quando uma espécie de levedura foi modificada para aumentar a sua capacidade fermentativa. O resultado foi o aumento da produção de um metabolismo secundário, inofensivo até então, para níveis altamente tóxicos e mutagénicos.
- Nos E.U.A., onde a lei é menos rigorosa em relação a este tipo de organismo devido às pressões económicas de grandes empresas, já existem dezenas de alimentos transgénicos ou contendo compostos produzidos por organismos transgénicos, nomeadamente milho, soja, batatas, tomates, chicória, papaia, leite e seus derivados (produzidos por vacas transgénicas, às quais se adicionou o gene para hormonas de crescimento), entre outros. É igualmente comum o uso de uma grande variedade de enzimas produzidas por organismos transgénicos nas indústrias alimentares e farmacêuticas. Nenhum destes alimentos foi sujeito a estudos de longo prazo sobre a sua segurança, tal como se fazem para novos fármacos. Estes últimos são testados por longos períodos, até 15 anos, antes de terem autorização para serem vendidos ao público. No entanto, após testes tão cuidadosos, cerca de 3% desses produtos aprovados provocam sérios efeitos secundários nos doentes e acabam por ser retirados do mercado. Um dos casos mais conhecidos foi a utilização de um gene de uma noz brasileira com vista ao melhoramento nutricional da soja para alimentação animal. A noz em causa era já conhecida como causadora de alergia em determinados indivíduos. O gene utilizado para modificação da soja tinha como função aumentar os níveis de metionina, um aminoácido essencial. Estudos realizados verificaram que a capacidade alérgica da noz tinha sido transmitida à soja, o que levou a que a empresa responsável terminasse o desenvolvimento desta variedade.
- Muitas companhias tentam persuadir o público que a engenharia genética irá ajudar a diminuir a carga de pesticidas no ambiente no entanto, essas mesmas companhias aumentaram a sua produção desses químicos e requereram autorização para aumentar a sua toxicidade.
- A maioria da pesquisa feita em O.G.M. é focada na produção de organismos resistentes aos pesticidas de largo espectro (produzidos pela mesma companhia…), de modo a que as culturas possam ser pulverizadas com esses químicos, morrendo todas as plantas excepto a estirpe resistente. Novamente nos E.U.A., o paradigma destas situações, 71% das plantações actuais são resistentes a pesticidas. Os agricultores estão obrigados por contrato, a destruir as sementes de um ano para o outro e a usar apenas o pesticida vendido em conjunto com elas, sob pena de serem processados. Algumas sementes já contêm genes que as impedem de germinar duas vezes, garantindo a compra de novas sementes todas as sementeiras.
- Estudos realizados em áreas de cultivo de O.G.M. revelaram que os genes introduzidos em plantas e animais podem ser transferidos para outras espécies. No caso de culturas resistentes a pesticidas, foi provado que a resistência pode ser passada rapidamente (duas gerações no máximo) a variedades aparentadas infestantes, distantes até 200 metros. Do mesmo modo, plantas modificadas para produzir substâncias químicas ou fármacos, podem sofrer polinização cruzada e introduzir essas substâncias na cadeia alimentar. Em animais, genes produtores de hormonas de crescimento (associados a promotores que forçam a expressão a níveis extremamente elevados) foram introduzidos em peixes como o salmão. Os salmões modificados deste modo, cresceram cerca de 50 vezes mais que o normal e atingiram cerca de 5 vezes mais peso, no espaço de um ano. O problema surgiu quando alguns destes animais escaparam da sua quinta de aquacultura e dominaram completamente os organismos nativos da zona. Este problema está a extinguir a grande maioria das espécies de salmão selvagem do mundo.
Situação semelhante ocorreu com uma experiência em que se cobriu sementes de soja com uma bactéria geneticamente modificada, com o objectivo de aumentar a capacidade fixadora de azoto. Apesar de no fim da experiência os campos terem sido incinerados e revolvidos, bem como novas culturas introduzidas, estudos revelaram que a bactéria modificada se tinha espalhado por mais de 4 acres, desenvolvendo-se muito mais que as bactérias nativas, destruindo-as.
Uma vez no meio, os O.G.M. são capazes de interagir com as outras formas de vida, reproduzir-se e transferir as suas características. É pouco provável que possam ser removidos ou contidos à posteriori, logo qualquer erro ou consequência indesejada será passada às gerações futuras.
- Bacillus thuringiensis é uma bactéria do solo que produz uma toxina usada pelos agricultores como bio-pesticida muito eficiente. Esta toxina apenas resulta com certas espécies de infestantes e é usada muito esporadicamente, geralmente quando existe uma praga desta muito desenvolvida. Certas espécies vegetais cultivadas estão a receber o gene que codifica a produção toxina, passando a conter o seu próprio pesticida. Deste modo, dado que a planta ao crescer produz permanentemente a toxina, os insectos estão permanentemente expostos a esta pressão para desenvolver imunidade ou morrer. Assim, prevê-se que a maioria dos insectos desenvolva resistência a este produto nos próximos um ou dois anos, destruindo a possibilidade de uso desta substância na agricultura biológica do futuro. Um estudo recente de uma equipa de investigadores da Universidade de Indiana, descobriu que o pólen e outras partes da planta do milho transgénico Bt, são lixiviadas para os cursos de água perto de campos de milho até distâncias de 2Km, apresentando efeitos de toxicidade na mosca-de-água, que é um alimento importante para organismos superiores dos ecossistemas aquáticos, tais como peixes e anfíbios. Outro caso é o do algodão Bollgard, também chamado de Bt por receber o gene Cry1Ac da bactéria Bacilus thuringiensis, que codifica proteínas tóxica, fazendo o papel de agrotóxico. A planta também recebe dois genes da bactéria Escherichia coli que confere resistência ao antibiótico espectinomicina e estreptomicina. Esses genes, o npII e o aad podem ser incorporados por bactérias, transferindo a esses micro-organismos resistência a antibióticos. Um gene do vírus mosaico da couve-flor também é inserido nesse pacote. Essa variedade de algodão insecticida produz proteínas tóxicas e podem comprometer toda a cadeia ecológica do Cerrado – Brasil. A flor do algodoeiro atrai muitas abelhas e vespas selvagens, devido à grande quantidade de néctar e estes insectos podem desaparecer pelo efeito da proteína tóxica.
No Cerrado, 35% das plantas silvestres dependem de abelhas e vespas para a polinização. O desaparecimento desses agentes polinizadores pode causar a extinção de muitas plantas, o algodão insecticida é uma ameaça muito séria à biodiversidade.
Piores consequências são previstas para um maior leque de insectos, pois muitos dos polinizadores estão a sofrer disrupções do crescimento, aumento da mortalidade e diminuição da taxa reprodutora.
- Com a actual taxa de destruição dos habitats e poluição, pelo menos 30000 espécies encaram a extinção todos os anos. Organismos internacionais consideram que já foi perdida mais de 75% da biodiversidade agrícola desde o início do século XX. A engenharia genética na agricultura anda lado a lado com a globalização das monoculturas, um dos principais factores conducentes à redução da biodiversidade. A uniformidade genética conduz a uma enorme vulnerabilidade pois a pressão de pragas, doenças e infestantes é maior em áreas onde a mesma cultura se mantém todo o ano, tal como aconteceu com a grande fome da Irlanda no século XIX. Este facto é agravado pela especificidade das pragas, que geralmente apenas atacam uma ou duas estirpes. No caso de monocultura, uma única praga pode destruir para sempre o organismo cultivado.
- Existem planos para modificar geneticamente arroz e trigo, de modo a torná-los resistentes ao sal dos terrenos. Deste modo, estas culturas invadirão zonas antes reservadas a culturas indígenas, as únicas que toleravam essas condições. Estas novas variedades irão competir com as plantas nativas, destruindo a biodiversidade e o equilíbrio ecológico. Actualmente 42% das espécies ameaçadas no mundo estão nessas situações devido à presença de espécies invasoras.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:10 am

- MANIPULAÇÃO DA OPINIÃO E DA SAÚDE PÚBLICA

Em 1994, foi lançado no mercado norte-americano o primeiro produto geneticamente modificado – um tomate. Desde então muitos mais surgiram e o consumo de alimentos geneticamente modificados tem-se tornado uma prática comum. As pessoas consomem alimentos geneticamente modificados há relativamente pouco tempo. Poderá, portanto haver efeitos a longo prazo que ainda se desconhecem.
Os americanos são os que consomem alimentos geneticamente modificados há mais tempo, ingerindo hoje em dia este tipo de alimentos diariamente. Estima-se que cerca de 65% dos produtos disponíveis nos supermercados americanos contenham ingredientes geneticamente modificados em maior ou menor percentagem.
Estudos realizados nos E.U.A. mostram que os americanos encaram com tranquilidade a modificação genética. Acham que deve ser seguro porque consomem alimentos geneticamente modificados sem adoecerem, ignorando porém como já foi referido, que os novos fármacos são testados por longos períodos, até 15 anos, antes de terem autorização para serem vendidos ao público e mesmo assim após testes tão cuidadosos, cerca de 3% desses produtos são retirados do mercado por provocarem efeitos secundários.
Ainda não existem normas apropriadas para avaliar os efeitos dos transgénicos na saúde do consumidor e no meio ambiente e há sérios indícios de que sejam prejudiciais. Os próprios médicos e cientistas ainda têm dúvidas e divergências quanto aos riscos dessas espécies. Não existe um só estudo no mundo inteiro, que prove que eles sejam seguros, pelo contrário.
Em 1998, o investigador Árpàd Pusatai e a sua equipa lançaram pânico na Europa, ao afirmar que tinham obtido resultados que demonstravam o efeito nefasto de batata transgénica, quando presente na alimentação de ratos. Quando estes resultados foram publicados, verificou-se que o referido efeito tinha sido devido ao transgene inserido nessas batatas ser de uma lectina, que por si só tem efeito tóxico no desenvolvimento dos mamíferos. Estes investigadores sofreram pesadas críticas da classe política e da comunidade científica em geral. No entanto, ainda há alguma controvérsia quanto à interpretação dos resultados destes autores, opondo organizações não-governamentais e alguns cientistas.
Mais recentemente, um dos estudos acerca do potencial efeito de transgénicos na saúde pública foi o de Séralini (2007). Estes investigadores reavaliaram estatisticamente dados publicados anteriormente pela multinacional Monsanto, e declararam que a alimentação de ratos com milho transgénico MON 863, provocou toxicidade hepática e renal, bem como alterações no crescimento. A European Food Safety Authority (Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar), aprovou o consumo humano na União Europeia, baseando-se nas conclusões dos estudos entregues pela Monsanto. A Autoridade concluiu que as diferenças encontradas no estudo de Séralini não eram biologicamente relevantes e que os métodos estatísticos utilizados neste estudo eram incorrectos, pelo que não procedeu à reavaliação da aprovação. (Actualmente os estudos de Séralini, estão comprovados pela própria multinacional Monsanto). “Voltaremos a falar neste assunto em suspeitas confirmadas”
O laboratório de York, no Reino Unido, constatou que as alergias à soja aumentaram 50% naquele país, depois da comercialização da soja transgénica.
Outra pesquisa mostrou que vacas alimentadas com soja transgénica produzem leite com 3% mais gordura do que vacas alimentadas com soja convencional e até aqui ninguém explicou esse fenómeno até ao momento.
Criadores de suínos em Iowa (E.U.A.), viram as taxas de natalidade dos seus rebanhos diminuírem em 80%, ao alimentarem as porcas com milho Bt, fenómeno até ao momento sem explicação.
Este tipo de situações, levantou uma discussão acentuada, a polémica sobre quem deve ser responsável pela avaliação deste tipo de produtos. O facto de algumas avaliações serem feitas pelas próprias empresas que os produzem, tem levantado grande indignação por parte de organizações ambientalistas.
O Painel OGM responsável pela avaliação dos transgénicos da Europen Food Safety Authority, foi também criticado por vários Estados Membros, casos da Itália e Áustria, que acusam este painel de cientistas de parcialidade.
Actualmente existe um debate bastante intenso relacionado com a inserção de alimentos geneticamente modificados (AGM) no mercado.
Alguns mercados mundiais, tais como da Europa e Japão, rejeitam fortemente a entrada de alimentos com estas características, enquanto que outros, Norte e Sul-Americanos e o Asiático (com excepção do Japão), têm aceite estas variedades agrónomica.

- OS FALSOS OBJECTIVOS E AS FALSAS PROMESSAS

Grande parte da promoção à volta da engenharia genética centra-se nos benefícios futuros, ainda não comprovados.
Pelo contrário, têm surgido grandes falhanços, obviamente pouco divulgados pelas multinacionais, onde milhares de hectares de colheitas imunes a pragas, foram totalmente devastadas.
Muitas das expectativas criadas em volta da melhoria na fixação de azoto, por exemplo, foram pouco realistas pois envolvem complexos genes (cerca de 17 por parte das bactérias e 50 por parte das plantas), pouco conhecidos e compreendidos. Já foram mencionados os potenciais perigos da transferência de um gene, o que dizer de dezenas deles!...
Outro argumento frequentemente utilizado é o da fome no mundo. No entanto, mais uma vez, este argumento foi refutado com facilidade pois já se produz mais que 1,5 vezes o alimento necessário, mesmo que 1 em cada 7 pessoas morra de fome a cada momento.
É fácil de prever que a engenharia genética não resolverá este problema, pois apenas tornará os agricultores mais dependentes das grandes multinacionais, mantendo o actual desequilíbrio económico, a real causa da fome no mundo.

- PRINCIPAIS PAÍSES DE AGRICULTURA TRANSGÉNICA
E SUA DISTRIBUIÇÃO A NÍVEL MUNDIAL

A agricultura transgénica, tem no mundo o seu maior impacto na América, onde os Estados Unidos, Canadá, Argentina, Brasil e Paraguai, detêm 93% da superfície plantada de transgénicos. Em primeiro lugar surge os Estados Unidos com 59%, seguido da Argentina com 20%, Brasil e Canadá 6%, Paraguai 2%.
Além destes países, existem outros na América Latina onde, a agricultura transgénica ainda não é expressiva, mas tem tendência a aumentar como é o caso do México, Uruguai, Colômbia, Chile e Honduras.
Na Ásia, somente o Japão se negou à implementação da agricultura transgénica, o principal produtor é a China com 5% da superfície plantada de transgénicos, na Índia e Indonésia, a agricultura transgénica pratica-se em pequena escala.
Em África apenas a África do Sul tem uma produção de transgénicos significativa, 1% da superfície plantada.
Na Europa este tipo de agricultura pratica-se em pequena escala, menos de 2% das terras de cultivo, são ocupadas por culturas transgénicas. Os principais países onde se pratica agricultura transgénica são: A Alemanha, Roménia, Bulgária e Espanha. A Espanha é o país da Europa onde a agricultura de transgénicos, tem maior impacto.

Dados de 2007, apontam que a área vegetal de biotecnologia, cresceu 12% que corresponde a 12,3 milhões de hectares, o segundo maior aumento na área dos últimos cinco anos. Actualmente a área vegetal de biotecnologia é de 114,3 milhões de hectares.

- A EUROPA E OS TRANSGÉNICOS

A oposição aos organismos geneticamente modificados, foi muito forte na Europa e surpreendeu os produtores americanos. Por exemplo, o secretário geral do EuroCommerce, uma associação comercial que representa mais de 1/3 dos grossistas e retalhistas alimentares da União Europeia, exigiu a separação da soja tradicional da manipulada geneticamente.
Por toda a Europa, os consumidores disseram não aos alimentos manipulados geneticamente. De acordo com sondagem realizada pela Market & Oppinion Research Internacional (MURI), 78% da população Sueca, 77% da população Francesa, 65% da população Italiana e da Holandesa, 63% da Dinamarquesa e 53% da Inglesa, não concordavam com a afirmação de que “ estavam contentes por comer alimentos manipulados geneticamente “. Aliás, ressalta de um estudo realizado há algum tempo na Alemanha que 78% das pessoas interrogadas eram contra uma alimentação derivada da alteração genética. Na Bélgica, uma outra sondagem revelou que 41% das pessoas interrogadas já tinham conhecimento do problema e que 67% não comprariam alimentos que contenham organismos manipulados geneticamente.
Em resposta à inquietação dos consumidores, o Parlamento Europeu aprovou, uma directiva chamada dos “Novel Food“ Regulamento (CE) nº258/97 do Parlamento Europeu e do Conselho de 29 de Julho de 1997, com o objectivo de garantir a segurança da população face à introdução de alimentos modificados geneticamente nos mercados da União.
Quer nos parecer contudo que esta resposta constituiu sobretudo uma manobra para descansar o consumidor. Em primeiro lugar, o alcance desta directiva é limitado, uma vez que não se aplica a várias vias de utilização dos produtos resultantes de manipulação genética.
Em segundo lugar, é inquietante verificar que os critérios e procedimentos de exames a que serão submetidos os “novos alimentos”, não estão clarificados na directiva. Em suma, foi lançado com essa directiva um alerta a propósito dos alimentos resultantes de manipulação genética, mas que alerta? Um alerta que, mais do que esclarecer o consumidor, apenas lançou confusão. Por exemplo, refere-se apenas aos organismos geneticamente modificados vivos e identificados comprovadamente como tais. Aliás, não há pura e simplesmente nenhuma etiquetagem obrigatória num produto transgénico que seja considerado como “substancialmente equivalente” a um produto existente. Os tomates transgénicos, por exemplo são etiquetados, mas o Ketchup não, tais como os ingredientes de produtos alimentares transformados, o que resulta na obrigatoriedade de consumo pelos consumidores, independentemente das suas convicções.
Depois do caso da Soja, a Comissão Europeia autorizou a importação e a cultura na Europa de um milho transgénico pela firma CIBA-GEIGY e mais dez pedidos referentes a colza, chicória e diversas variedades de milho transgénico, foram analisados.
Em 1998, os governos Austríaco e Luxemburguês tomaram uma decisão histórica de se oporem a nível nacional à autorização concedida pela Comissão Europeia para introduzir o milho modificado pela firma GIBA-GEIGY na União.
Considerando que os riscos para a saúde dos seus cidadãos e para a segurança do seu ambiente não foram correctamente avaliados pelas autoridades europeias, a Áustria e Luxemburgo utilizaram o artigo 16 da directiva europeia 90/220 que lhes permite pedir a revisão do dossier e proibir temporariamente a importação do produto incriminado para o seu território. É a primeira vez da história da União Europeia que este procedimento foi utilizado. A nível político este procedimento traduziu o estado de inquietação dos consumidores e de incerteza dos peritos científicos face à introdução na Europa dos organismos cujo património genético foi artificialmente modificado.
A França por seu lado, decidiu proibir a cultura de sementes de milho transgénico, após um grupo de cientistas franceses detectarem elementos “científicos negativos” em milho transgénico da variedade MON 810 da Monsanto, o único cultivado na França. Tratou-se de uma reviravolta total, tanto mais que o governo francês tinha aceite, poucos dias antes, a venda de milho transgénico, desde que fosse etiquetado. Actualmente o presidente da República Francesa Nicolas Sarkozy, suspendeu a produção comercial de transgénicos.
O governo da Roménia anunciou, que ia banir o milho geneticamente modificado MON 810 da Monsanto, tal como a França.
O governo da Grécia, não permitiu que sementes transgénicas sejam vendidas ou plantadas no país. Sementes convencionais de milho podem ser importados desde que a presença não internacional de material transgénico não exceda 0,5% ( para o algodão este limite é 0%).
Em Janeiro de 2006, o ministro da agricultura da Grécia A. Kontos assinou uma revisão do decreto ministerial, que proíbe a comercialização e o uso da variedade de milho transgénico da série MON 810. Esta revisão aumentou o número de variedades banidas de 31 para 47. A justificativa para a proibição do Governo, é que estas variedades apresentam risco para o meio ambiente e para as variedades convencionais. Em outra acção, o mesmo ministro ordenou o confisco de 80 toneladas de farelo de arroz chinês no Porto de Pireaus, pelo facto de ele conter um evento transgénico não aprovado o Bt 63. O produto seria usado como ração animal.
A descoberta do arroz transgénico chinês, levou à promulgação de uma ordem pública para que a alfândega grega e as autoridades locais de agricultura demandarem que todos os carregamentos de arroz importado sejam submetidos a testes laboratoriais antes de atravessar a alfândega e que os controles de entrada não sejam baseados apenas em documentos certificados.
O ministro Kontos declarou à imprensa que “ Nós mantemos as nossas posições contra o comércio e cultivo de transgénicos e estamos intensificando a implementação de nossas medidas preventivas “.
Na Alemanha uma dizimação misteriosa das populações de abelhas, preocupa os apicultores alemães, enquanto um fenómeno semelhante ocorre nos E.U.A., assumindo proporções catastróficas.
Em resposta os apicultores estão a levar as suas abelhas para centros urbanos para evitar a mortandade e para que o mel não seja contaminado pelo milho transgénico.
Em Itália mais de três milhões de italianos manifestaram-se contra os organismos geneticamente modificados (O.G.M.) em consulta promovida pela coalização Itália - Europa livre de O.G.M.
Actualmente nos Países Europeus, cresce a rejeição aos transgénicos, neste momento são sete os países que baniram a produção de plantas geneticamente modificadas: França, Roménia, Polónia, Hungria, Grécia, Áustria e Suíça, esta mantém a Proibição de cultivo até 2012. O governo Suíço votou pela extensão por mais três anos da moratória às plantas transgénicas, que expiraria em 2010.
O Parlamento Europeu reunido em Bruxelas, rejeitou por maioria expressiva, a proposta da Comissão Europeia de permitir a contaminação dos produtos de agricultura convencional com organismos geneticamente modificados (O.G.M.). Esta situação está em sintonia com o público europeu e mostra à indústria de engenharia genética ( e aos seus representantes na Comissão Europeia) a real importância do direito à escolha e da manutenção de, pelo menos, um sector da agropecuária europeia onde os transgénicos não entram.
Em alternativa ao texto proposto pela Comissão Europeia foi aprovada uma emenda (emenda n% 171, aprovada por 324 votos a favor, 282 contra e 50 abstenções), onde se determina que os O.G.M.
Não serão tolerados em qualquer concentração (o que, na prática significa que não podem estar presentes acima do seu limiar de detecção laboratorial, que é 0,1%). Se o texto original tivesse vingado a contaminação passaria a ser tolerada e poderia atingir um limiar equivalente à dos alimentos convencionais (0,9%).

- A REALIDADE ACTUAL DO MUNDO DOS O.G.M.

( SUSPEITAS CONFIRMADAS )
Após 15 anos de ser lançado, o primeiro produto geneticamente modificado no mercado, já existem dados suficientes que apontam para os efeitos nocivos destes produtos.



- IMPACTO NA SAÚDE

- RESULTADO DE EXPERIÊNCIAS CIENTÍFICAS:
Cientistas russos demonstraram os efeitos nocivos dos transgénicos na saúde humana:
- Em Outubro de 2005, a Agência Noticiosa Regnum tornou pública os resultados da investigação liderada pela cientista Drª Irina Ermakova do Instituto de Actividade Nervosa e Neurofisiológica da Academia Russa de Ciências, um respeitado centro de investigação nacional. Utilizou farinha de soja transgénica (a mesma que circula na união Europeia), resistente ao herbicida Roundup. Essa farinha foi adicionada à alimentação de ratas, com início duas semanas antes da concepção e manteve-se durante a gravidez, parto e amamentação. Um outro grupo de ratas, nas mesmas condições, foi alimentado com soja não transgénica e num terceiro grupo a alimentação não incluiu qualquer soja.
Nos recém-nascidos alimentados com soja transgénica, 36% não conseguiram ganhar peso (nos grupos de controle essa percentagem foi de 6%). Ainda mais grave, 55,6% dos ratos nascidos das mães alimentadas com soja transgénica morreram no espaço de três semanas (nos grupos de controle a taxa de mortalidade foi de 9% (com soja convencional) e 6% (sem soja).
Segundo a Drª Ermakova, “A morfologia e estrutura bioquímica dos ratos é muito semelhante à dos humanos, o que torna estes resultados muito perturbadores. Eles apontam risco para as mães e respectivos filhos.”
Notícias da Agência Noticiosa Regnum, em 11 de Maio de 2007
« Os resultados das nossas pesquisas sobre a influência dos organismos geneticamente modificados (OGM) nos organismos vivos tornam duvidosa a sua inocuidade» disse hoje Alexander Baranov, presidente da Associação Nacional para Segurança Genética, numa conferência de imprensa no Centro REGNUM em Moscovo.
« Isto deve tornar-se motivo para uma reflexão séria nas instituições oficiais governamentais », disse ainda Baranov. Membros desta Associação apresentaram resultados da pesquisa conduzida na Universidade Agrícola de Vavilov (Saratov). A pesquisa registou desvios patológicos nos animais que comeram OGM.
A biotecnóloga Maria Konovalova, que conduziu pessoalmente os testes, disse que a soja transgénica neles utilizada produziu mutilações sérias nos órgãos internos dos ratos (fígado, rins e testículos) e na arquitectura celular e histológica. Além disso também influenciou o número de nascimentos por ninhada, alterou a taxa de mortalidade dos descendentes e ainda resultou num aumento da agressividade e perda do instinto maternal.
Alexander Baranov acrescentou que tinha sido enviada uma carta aberta a Gennady Onishchenko, responsável máximo pela Inspecção Sanitária Russa, salientando a necessidade de uma moratória tanto à utilização dos OGM já autorizados na Rússia, como à aprovação de novos OGM até que a sua influência no organismo humano esteja completamente estudada.
Baranov aponta que neste momento se atingiu uma situação terrível «Alimentamos as nossas crianças com alimentos cuja segurança ninguém pode garantir». E ainda «Não andamos à procura de um culpado. Na nossa carta a Gennady Onishchenko propomos algumas medidas para uma rápida resolução do problema».

- UM ESTUDO PARA COMPROVAR O IMPACTO DO MILHO MODIFICADO DA MONSANTO MON 863 EM SERES VIVOS, PROVOCOU PROBLEMAS EM RATOS:
- AgroNotícias de 14-03-2007
Foi apresentada pela primeira vez prova científica irrefutável do impacto na saúde de milho transgénico. Trata-se da variedade MON 863 (esta variedade produz um insecticida nos seus tecidos “ o Cry3Bb1 modificado “ que mata insectos coleópteros. Nos Estados Unidos este milho transgénico está classificado como planta pesticida visto que todas as suas células são tóxicas para os insectos – um hectare deste milho contém cerca de um quilo de substâncias venenosas, (esta variedade produzida pela Monsanto “a maior multinacional de sementes transgénicas do mundo” e que foi objecto de estudo toxicológico pela própria empresa. Num artigo “New analysis of a rat feeding study with a genetically modified com reveals signs of hepatorenal toxicity” da autoria dos cientistas franceses Séralini, Cellier e Vendemois e está publicado na revista científica americana Archives of Environmental Contamination and Toxicology. “ O professor Séralini, da universidade francesa de Caen, pertence ao comité de biossegurança do governo francês”, são apresentados os resultados, dramáticos, da análise detalhada desse estudo: há alterações de crescimento e grave prejuízo para a função hepática e renal (fígado e rins) dos animais de laboratório que consumiram tal milho. A análise dos dados da Monsanto apresentada neste estudo revela um aumento de até 40% dos triglicerídeos do sangue em ratos fêmeas e uma redução de até 30% do fósforo e sódio na urina de ratos machos. Também se detectaram alterações no peso dos animais: os machos cresceram menos que os animais de controle e as fêmeas cresceram mais. Estes valores são estatisticamente significativos e estão directamente relacionados com o consumo do milho transgénico. O estudo durou apenas 90 dias (não existem dados sobre efeitos a longo prazo) e não permite saber porque é que o facto de o milho ser transgénico induziu estes danos nos animais de laboratório.
Ainda mais grave é o facto de que o milho MON 863 está actualmente em circulação na União Europeia “foi aprovado (para toda a União Europeia), a 8 de Agosto de 2005 e ao abrigo da Directiva 2001/18, para importação e utilização em rações e a 13 de Janeiro de 2006 e ao abrigo do Regulamento 1829/2003 para alimentação humana” e que o estudo original da Monsanto (com mais de mil páginas) foi divulgado antes da aprovação europeia ter sido atribuída. Mas a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (AESA) não fez uma avaliação detalhada do trabalho, assumindo que as conclusões apresentadas pela empresa (de que o milho era inócuo) eram coerentes com os dados obtidos.





- ERROS CONVENIENTES:
O USDA (Departamento de Agricultura do Governo Americano), o FDA (Órgão do governo americano que regulamenta alimentos e medicamentos) e o EPA (Agência de Protecção Ambiental do Governo Americano), anunciaram que uma variedade experimental de algodão geneticamente da Monsanto entrou no sistema alimentar dos EUA acidentalmente. Segundo as agências, a Monsanto colheu sementes de algodão não aprovadas por engano e permitiu que fossem misturadas em ração animal aprovada, que serviu para alimentação de animais destinados ao consumo humano. “- Acidentalmente?...“

- DECLARAÇÕES DE MICHAEL HANSEN CIENTISTA ONG AMERICANA CONSUMERS UNION:
Michael Hansen, cientista sénior da ONG Americana Consumers Union e um dos maiores especialistas no mundo em riscos dos transgénicos para a saúde, esteve em São Paulo – Brasil para participar no invento realizado pelo IDEC ( Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).
Hansen apresentou uma série de dados recentes de novas pesquisas científicas, que pouco a pouco começam a comprovar que os alertas sobre alimentos transgénicos representam a saúde dos consumidores, que começaram a ser divulgados há mais de dez anos, não eram sem razão.
Ilustraremos aqui apenas um exemplo de como efeitos colaterais são facilmente detectáveis quando as pesquisas são feitas de maneira séria e criteriosa e como os mesmos são irresponsavelmente omitidos pelos órgãos reguladores, que sistematicamente isentam os produtos de pesquisas aprofundadas ou simplesmente ignoram as evidências já identificadas.
A empresa de biotecnologia Ventria desenvolveu um arroz transgénico destinado à produção de duas proteínas, a lactoferrina e a lisozima, encontradas no leite materno e em outras secreções humanas, como saliva e lágrimas. No leite materno elas apresentam propriedades anti-microbianas.
Fora dos EUA a Ventria diz que seu arroz farmacológico irá ajudar a prevenir diarreias. Nos EUA a Ventria diz que será usado em iogurtes e barras de cereais como suplementos nutricionais.
Estudos analisados pelo USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) relatam que não foi encontrada nenhuma sequência de aminoácidos da lactoferrina transgénica similar a tóxicos ou alergênicos conhecidos.
As bases de Dados SWISS-PROST e TrEMBL foram utilizadas e nenhuma sequência de aminoácidos foi encontrada entre a lactoferrina e alergênicos conhecidos.
Entretanto, na submissão do produto ao FDA (órgão do governo americano que regulamenta Alimentos e Medicamentos), constava que “Uma busca por alergênicos conhecidos, identificados nos bancos de dados SWISS-PROST e TrEMBL, encontrou 52% de sequências de aminoácidos similares entre lactoferrina humana e ovotransferrina de galinhas (conalbumina) que é um conhecido alergênio (presente na clara do ovo).
Lactoferrina bovina e humana compartilham 68% de aminoácidos idênticos, 41 dos 92 pacientes alérgicos a leite numa tinha alergia a lactoferrina bovina, o que levou os autores do estudo a concluírem que a substância pode ser considerada um alergênico importante.
Outros estudos demonstraram claramente que a lactoferrina e lisozima derivadas do arroz transgénico são altamente resistentes à hidrólise por ácidos e proteases e à digestão no trato gastrointestinal, embora o estudo considerado pelo USDA dissesse que “a lactoferrina derivada do arroz da Ventria é equivalente à lactoferrina natural humana, que é rapidamente degradada (<30 segundos) no fluído gástrico”.
Outros estudos sobre alergenicidade relatam que, embora “desmentido” pelas conclusões do USDA, foram detectadas diferenças entre a lactoferrina natural e transgénica nos padrões de glicosilação. Descobriu-se também efeitos no sistema de defesa relacionado à retenção de ferro. Alguns micróbios, assim como bactérias da família Neissariaceae (que contém diversas bactérias de doenças venéreas) podem obter ferro da lactoferrina humana transgénica e poderiam se tornar piores com níveis maiores de lactoferrina no organismo, também foram encontrados anticorpos à lactoferrina humana transgénica em pacientes com doenças autoimunes – lúpus eritematoso sistémico, artrite reumatóide e colangite esclerosante.
Num teste clínico realizado no Peru duas crianças já desenvolveram alergias ao soro com lactoferrina transgénica para tratar diarreias (Transgénicos: Niños ya sufren sus afectos - La Republica, 14/07/2006).
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:11 am

- UM ESTUDO PUBLICADO PELO GOVERNO AUSTRÍACO IDENTIFICOU SÉRIOS RISCOS PARA A SAÚDE EM ALIMENTOS TRANSGÉNICOS:
Em um dos raros estudo sobre efeitos de longo prazo, a fertilidade de ratos alimentados com milho transgénico mostrou-se severamente debilitada, com menos descendentes sendo gerados do que ratos alimentados com plantas naturais.
O estudo foi financiado pelos ministérios austríacos de Agricultura e Saúde e foi apresentado em seminário científico em Viena. Os pesquisadores austríacos conduziam diversos experimentos de longo prazo com ratos de laboratório por período de 20 semanas. Um dos estudos foi para a avaliação reprodutiva pela procriação contínua, em que a mesma geração de ratos parentais produzem diversas ninhadas de filhotes. Os pais foram alimentados com uma dieta contendo 33% de uma variedade de milho transgénico (NK 603 x MON 810), ou com uma variedade similar de milho não transgénico em comparação com o grupo controle. As duas variedades testadas estão liberadas no Brasil.
A variedade transgénica usada no estudo, pertence à Monsanto e é tolerante a herbicida e tóxica a insectos – praga.
Ela foi aprovada para o plantio e consumo em diversos países, incluindo EUA, Argentina, Japão, Filipinas e África do Sul. No México e na União Europeia (inicialmente), não foi aprovada para o plantio, mas foi aprovada para o consumo.
Para o Dr. Jan Van Aken, especialista em transgénicos do Greenpeace Internacional “Este estudo é mais um exemplo de que a segurança dos transgénicos para a alimentação humana e animal, não está garantida. A toxicidade reprodutiva deste milho transgénico foi um resultado totalmente inesperado, entretanto as autoridades em redor do mundo consideram este milho transgénico uma variedade segura (a CTNBio entre elas), um erro totalmente devastador”.
Um dos argumentos mais comuns utilizados em defesa da segurança dos alimentos transgénicos é o de que a insulina utilizada no tratamento dos diabéticos há muitos anos é transgénica e não apresenta riscos. O mesmo, dizem das vacinas que aplicamos em nossos bebés, ressaltando que em nenhum momento somos alertados sobre o facto de estes produtos terem sido fabricados através de modificações genéticas.

- RELATOS DOS EFEITOS COLATERAIS DA INSULINA TRANSGÉNICA:
Um exemplo é um artigo publicado no South Gippsland Sentinel Times, da Austrália,dando conta de terríveis efeitos vivenciados por um usuário de insulina transgénica.
O autor relata que usando insulina transgénica o seu controle de açúcar no sangue era deficiente.
Os resultados de seus testes eram irregulares e normalmente diferentes do esperado.
Após descobrir que usava insulina transgénica e que a insulina animal ainda existia no mercado, decidiu mudar. Como resultado, o seu controle de açúcar no sangue melhorou imediatamente e substancialmente. O mais surpreendente foi que a sua necessidade diária de insulina diminuiu em 15-20%, sem que tivesse havido qualquer mudança na sua dieta, nos exercícios praticados ou na rotina de aplicação de injecções.
O autor diz ter percebido que, olhando para trás, deu-se conta, de que foi logo após ter começado o tratamento com a insulina transgénica que ele desenvolveu a doença de Crohn – Uma doença inflamatória intestinal cujas complicações incluem – artrite, inflamações oculares e erupções de pele. No entanto, após retomar o uso da insulina natural, a sua doença de Crohn tem regredido sem o uso de medicamentos.
Mas o problema relatado com mais frequência e relatado pelo autor do artigo no South Gippsland Sentinel, é perda dos sintomas alertando o estado de hipoglicémia, o que pode levar ao coma e à morte em alguns casos. Segundo o autor, também estes sintomas voltaram a se manifestar normalmente, quando voltou a usar insulina animal.
Os outros efeitos colaterais relatados, incluíram cansaço extremo, ganho de peso, mal estar frequente, perda de memória e confusão mental, irregularidade dos açúcares no sangue, sono constante, mudanças de humor e dores nas juntas.
Quinze dias após a publicação deste artigo, um leitor também australiano publicou uma resposta, que começa com os dizeres:
“Ao autor do artigo ‘os efeitos colaterais da insulina transgénica’, não há como agradecê-lo o suficiente pelas suas informações”.
O leitor diz ser diabético tipo 1 desde pequeno e ter usado na infância insulina suína e bovina, foi durante os últimos 20 anos usuário da insulina transgénica, que acreditava ser o melhor tratamento disponível.
“ Desde que li o seu artigo e então comecei a pesquisar sobre o assunto na Internet, estou chocado com o respectivo despertar para o facto de que sofri durante os últimos 20 anos de um conjunto de sintomas bizarros e não diagnosticados e provavelmente desnecessários. Li em um fórum sobre diabetes, página por página de experiências de outras pessoas que usaram insulina transgénica. Meus problemas são similares, se não idênticos, aos de sua lista de efeitos colaterais “, continua a carta.
O leitor relata que nos piores momentos sua confusão mental era tão grande, que disseram que ele provavelmente tinha um tumor cerebral. Mas todos os especialistas e exames não deram respostas. Recebeu uma variedade de explicações vagas, tendo até sido sugerido que ele poderia ter epilepsia, mas ninguém sugeriu que a insulina transgénica poderia ser problema para ele.
Entre os problemas que teve, ele relata fadiga crónica, fibromialgia, severa perda de memória, cansaço, letargia, enxaquecas, variações de humor, depressões, suores nocturnos, febres, desmaios, inchaço facial, indisposições matinais, dores no corpo e nas juntas… “ eu já havia sucumbido ao facto de que esta era simplesmente minha sina “, relata ele.
Este leitor também contou que, seus sintomas de hipoglicémia haviam sido substituídos por náuseas, o que dava a impressão de que seu nível de açúcar no sangue estava alto quando na verdade estava baixo.
“ Após ler o seu artigo e então pesquisar sobre suas queixas”, continua o leitor… “ eu esperançosamente decidi voltar a usar insulina bovina. Em apenas 12 horas de uso eu fiquei mais ágil, dormi em uma nuvem pela primeira vez em 20 anos e minhas dores no corpo começaram lentamente a diminuir. Meu inchaço facial que me impedia de sair de casa e o edema nas minhas pernas foram embora. Minhas questões neurológicas continuam comigo. Espero que com o tempo passem, mas quem sabe que danos permanentes restarão? Sinto agora pelos meus 20 anos perdidos, que poderiam ter sido tão melhores para mim e para a minha família”.
O autor conclui dramaticamente dizendo crer que sua geração de dependentes de insulina foi usada como cobaia, enquanto as indústrias farmacêuticas rolaram em dinheiro e gozaram de boa saúde.
O Site da organização Insulin Dependent Diabetes Trust (IDDT) informa que nenhum estudo de larga escala e de longo prazo foi feito comparando a insulina “humana“ transgénica com insulina animal natural. As pesquisas realizadas até hoje foram grosso modo feitas em condições laboratório e/ou usando pequeno número de pessoas.
Segundo a organização a primeira pesquisa sobre insulina “humana” transgénica, feita em 1980 pelo professor Harry Keen, envolveu 17 homens saudáveis e não-diabéticos e, em 1982, a insulina ” humana” recebeu a aprovação para uso geral. Este é um prazo incrivelmente curto para aprovação de uma nova droga, especialmente considerando que a insulina “humana” transgénica foi o primeiro medicamento geneticamente modificado a ser usado em pessoas.
Aquando de sua criação em 1994, o IDDT enviou questionários a todos os que contactaram a organização e analisou as 100 primeiras respostas (os questionários recebidos subsequentemente foram todos muito similares aos 100 primeiros).


As informações recebidas deste primeiro grupo foram as seguintes:
A análise mostrou que em média os efeitos adversos não aparecem antes de 13 meses após o início do tratamento com a insulina “humana” transgénica:
- 41% perda de sintomas de hipoglicémia;
- 34% extremo cansaço ou letargia;
- 9% sono a tempo inteiro;
- 32% ganho de peso de 9,5 Kg ou mais;
- 28% mal estar tempo todo;
- 24% perda de memória ou confusão mental;
- 9% níveis de glicose no sangue caindo e subindo erraticamente;
- 8% descritos por suas famílias como “ não mais a mesma pessoa”;
- 51% mudanças de humor descritos como de difícil convivência;
- 71% dores especialmente nas pernas e juntas.
Declarações que também apareceram com frequência nos questionários foram:
“ Eu não sabia que existia insulina animal ”, “Eu nunca soube que havia outras alternativas”, “ Eu nunca me tinha dado conta que a insulina ‘humana’ não era derivada de humanos”.
Para os interessados, há muito o que pesquisar sobre este tema na Internet. Mais uma vez é impressionante constatar práticas da indústria biotecnológica e a terrível irresponsabilidade dos órgãos reguladores – a primeira, forçando a entrada no mercado de produtos novos, pouco avaliados e cujos efeitos colaterais são verdadeiras incógnitas e os segundos permitindo que enormes contingentes de pessoas sejam expostas a riscos e mazelas desnecessárias, sequer oferecendo à população a graça da informação.
Pensar nos possíveis riscos das vacinas transgénicas actualmente aplicadas em larga escala em bebés (inclusive recém-nascidos) é aterrorizante. A depender dos órgãos regulamentadores - que seguem rigorosamente o Princípio da Protecção das Indústrias – saberemos dos eventuais problemas depois que forem constatados nas vítimas.

- DECLARAÇÕES DO GENETICISTA GAÚCHO FLÁVIO LEWGOY:
O geneticista Flávio Lewgoy revela que já há vários casos comprovados no mundo de graves danos à saúde humana e animal, provocados pelo uso de transgénicos. “O que os críticos dos transgénicos sempre disseram está aparecendo e em grau exponencial, mostrando que se tratam de produtos de alto risco”, afirmou o cientista à EcoAgência (Brasil).
Porto Alegre, RS – Um parecer científico da Associação Gaúcha de Protecção do Ambiente Natural (Agapan) sobre organismos geneticamente modificados (OGMs), dirigido ao Conselho Estadual de Saúde, põe mais lenha na fogueira desse debate. O texto afirma, com todas as letras, que estão comprovados os riscos dos transgénicos à saúde humana e animal.
Elaborado pelo químico e especialista em genética Flávio Lewgoy, ex. professor titular do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e Conselheiro de Agapan, o documento destaca que, em 1999, ele Já tinha alertado a respeito do potencial nocivo,
“Desde então, pesquisas científicas em renomadas instituições de vários países, bem como relatos de casos, evidenciam que esse potencial se concretizou, em alto risco à saúde pública e animal, com a liberação comercial de variedades geneticamente modificadas de soja e milho sem avaliação adequada”, afirma Lewgoy.
A seguir, ele enumera no documento de quatro páginas, com a citação das fontes científicas, vários exemplos disso. Tais pesquisas observa, foram publicadas em periódicos científicos internacionais, de reconhecida seriedade, após rigorosa revisão por painéis de especialistas da mesma área – o chamado “peer review”.
“Os artigos expõem anomalias na bioquímica, sistema imune, anatomia, crescimento, reprodução e comportamento em animais alimentados com batata, milho ou soja geneticamente modificada”, assinala Lewgoy.
Pesquisas com roedores:
São impressionantes, por exemplo, os resultados citados de pesquisas com roedores alimentados com transgénicos.
No Rowelt Institute, em Aberdeen, Escócia, roedores jovens alimentados com batata transgénica mostram, após 110 dias, lesões pré-cancerosas no aparelho digestivo, limitado desenvolvimento do cérebro, fígado, testículos, pâncreas, intestinos dilatados e danos no sistema imune, relataram os cientistas Puztai e Ewen, autores do estudo.
Já a Drª Irina Ermákova, da Academia de Ciências da Russia, publicou que ratas alimentadas com soja RR (tolerante ao herbicida glifosato, liberada no Brasil) tiveram excesso de filhotes mal formados e com pouca sobrevida: os sobreviventes eram estéreis. Além disso, no comunicado ao 14º Congresso Europeu de Psiquiatria, ela advertiu ainda que a mesma dieta elevou os níveis de ansiedade e agressividade dos roedores.
Com resultados bem semelhantes, cientistas das Universidades de Urbino, Perguia e Pavia, na Itália, revelaram que a alimentação de camundongos com soja RR, provocou alterações no pâncreas, fígado e intestino dos roedores.
Reacções humanas ao algodão, milho e soja:
Na Índia, em seis aldeias, os trabalhadores de plantação do algodão Bt (transgénicos) tiveram afecções de pele, olhos e aparelho respiratório. Detalhe importante: todos tinham anteriormente, trabalhado com algodão não geneticamente modificado (convencional), sem apresentar esse problema de saúde.
Em outro caso relatado por Lewgoy, nas Filipinas, em 2003, cerca de 100 pessoas que viviam perto de uma plantação de milho Bt MON 810, tiveram reacções cutâneas, intestinais, respiratórias e outros sintomas quando o milho começou a florescer. “ Testes de sangue de 39 pessoas, acusaram a presença de anticorpos contra a toxina Bt, o que reforça a suposição de que o pólen seria a causa do episódio. Esses sintomas reapareceram em 2004, em ao menos quatro outras localidades onde foi plantado o mesmo cultivo de milho”.
Já na Grã-Bretanha verificou-se um grande aumento nas alergias à soja após a introdução do produto GM. “Em 1999, em curto espaço de tempo, alergias causadas pelo consumo de soja tiveram um salto na incidência de 10% para 15%”.
A soja geneticamente modificada foi introduzida justamente naquele ano no país. E os testes sanguíneos para anticorpos revelaram reacções diferentes das pessoas, a variedade de soja não-transgénica e transgénica (que tem maior concentração de uma proteína alergénica, por “coincidência”).
Morte de animais:
Após a colheita de algodão, no distrito de Warangal, em Andhra Pradesh, Índia, 10 mil ovelhas que pastavam folhas e brotos das plantas transgénicas, adoeceram e morreram em cinco a sete dias, conta o geneticista. A causa provável apontada foi a toxina Bt (do produto transgénico), sendo que não houve mortes de ovelhas nos campos de algodão não-Bt.
Enquanto isso, em Hesse, Alemanha, doze vacas leiteiras de um rebanho, alimentadas com folhas e sabugos de milho Bt 176, duplamente transgénico, resistente ao herbicida glufosinato e secretor da toxina Bt, morreram. A Syngenta, fornecedora das sementes pagou 40 mil euros de indemnização ao fazendeiro, mas as amostras colectadas para exames de laboratório sumiram, misteriosamente.
Por outro lado, em fazendas dos Estados Unidos constatou-se que, entre ração transgénica e não-transgénica, os animais preferem a última. “Em testes feitos em fazendas, vacas e porcos repetidamente rejeitam milho GM Bt. Animais que evitaram alimentos GM (soja RR, milho Bt) incluem vacas, porcos, gansos selvagens, esquilos, veados, alces, ratos e camundongos”, destaca o parecer.
Crítica à CTNBio:
Quando aprovou a liberação comercial do milho transgénico da Bayer (resistente ao herbicida glufosinato, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) afirmou que a espécie não é potencialmente causadora de degradação do meio ambiente ou de prejuízos à saúde humana e animal. “Esta afirmação não se sustenta nos factos”, critica o cientista gaúcho e conselheiro da Agapan.
Segundo ele, as duas únicas pesquisas publicadas a respeito foram duramente criticadas por pesquisadores independentes por serem mal elaboradas, mas mesmo assim detectaram problemas no uso do produto. Um experimento com galinhas, cita Lewgoy, mostrou que aves alimentadas com ração de milho geneticamente modificado, tiveram o dobro da mortalidade, além de menor ganho de peso. A segunda experiência empregou a proteína PAT, que o milho transgénico sintetiza e filhotes de ratos por 13 dias com baixas ou altas doses de proteína tiveram problemas de crescimento. Além disso, completa, são tão reduzidos ou inexistente os estudos sobre a digestão no organismo humano e animal do herbicida e seus metabólitos (empregados na planta e na espiga transgénica), bem como sua interacção com os microrganismos do aparelho digestivo.
Riscos preocupantes:
“Os riscos de saúde, humana e animal, do consumo de transgénicos agrícolas, expostos e documentados neste parecer, imediatos – por exemplo, alergias – a médio e longo prazo, afectando os sistemas nervosos, digestivo e imune, são preocupantes”, afirma o geneticista.
Na conclusão do documento, ele recomenda que seja exigido o cumprimento da lei que determina a rotulagem dos produtos transgénicos disponíveis aos consumidores.
Orienta também para que o Conselho Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul e dos demais estados e municípios tomem medidas judiciais para impedir o licenciamento e liberação comercial dos transgénicos que não tenham passado rigorosas avaliações, feitas por cientistas independentes, declaradamente sem conflitos de interesse ressalta.
“Os defensores dos transgénicos estão ficando acusados, os factos sinalizam que alguma coisa há de errado. Estamos na véspera de grandes acontecimentos para derrubar os mitos dos transgénicos, que só existem pelas enormes quantias que as empresas do sector investem”, disse Lewgoy à EcoAgência.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:12 am

Genoma é muito complexo:
O geneticista destaca que o genoma é extremamente complexo, por isso é impossível aos cientistas que trabalham na produção de transgénicos controlar todos os seus efeitos.
Para ele, estes factos todos só não têm vindo a público, por omissão da imprensa e cumplicidade de boa parte dos cientistas, alguns ingénuos – acreditando que ser contra os transgénicos é ser contra a ciência – e outros silenciados ou pagos pela indústria. Mas dois cientistas brasileiros já abandonaram a CTNBio por não concordarem com os procedimentos do Órgão na avaliação dos OGMs, lembra.
Por estranho que pareça, destaca, há muitos cientistas norte-americanos contestando os OGMs e que estão sofrendo represálias por isso: “O poder financeiro dessas empresas é estarrecedor, mas não estão conseguindo mais tapar o sol com peneira, há uma série de denúncias contra os transgénicos, estamos vivendo outros tempos”, acredita o cientista.
Texto de Ulisses A. Nenê para a EcoAgência

- IMPACTO AMBIENTAL E SÓCIO- ECONÓMICO :

- DIZIMAÇÃO MISTERIOSA DE ABELHAS:
Uma dizimação misteriosa das populações de abelhas preocupa os apicultores alemães, enquanto um fenómeno semelhante nos EUA está assumindo gradualmente proporções catastróficas.
Walter Haefeker é um homem que está acostumado a pintar cenários sombrios. Ele faz parte do conselho director da Associação Alemã de Apicultores (Dbib) e é vice-presidente da Associação Europeia de Apicultores Profissionais. E como reclamar faz parte da actividade do lobista, é praticamente seu dever profissional alertar que a própria existência da apicultura está em risco.
O problema, disse Haefeker, tem várias causas, uma delas o ácaro Varroa, oriundo da Ásia e outra a prática disseminada na agricultura de borrifar as flores silvestre com herbicidas e promover a monocultura. Outra possível causa, segundo Haefeker, é o uso crescente e controverso de engenharia genética na agricultura.
Já em 2005, Haefeker encerrou um artigo para o qual contribuiu no jornal “Der Kritischer Agarbericht” ( Relatório Agrícola Crítico ) com uma citação de Albert Einstein: “ Se a abelha desaparecer da superfície do planeta, então ao homem restariam apenas quatro anos de vida. Com o fim da abelha, acaba a polinização, acabam as plantas, acabam os animais, acaba o homem.”
Eventos misteriosos nos últimos meses, repentinamente fizeram a visão apocalíptica de Einstein, parecer mais relevante. Por motivos desconhecidos as populações de abelhas por toda a Alemanha estão desaparecendo, algo que até ao momento está prejudicando apenas os apicultores. Mas a situação é diferente nos Estados Unidos, onde as abelhas estão morrendo em números tão dramáticos que as consequências económicas, poderão em breve ser calamitosas.
Ninguém sabe o que está causando a morte das abelhas, mas alguns especialistas acreditam que o uso em grande escala de plantas geneticamente modificadas nos Estados Unidos, poderia ser um factor.
Felix Kriechbaum, um representante da associação regional dos apicultores na Baviera, informou recentemente um declínio de quase 12% na população local de abelhas. “Quando as populações de abelhas desaparecem sem deixar vestígios”, disse Kriechbaum, é difícil investigar as causas, porque “a maioria das abelhas não morrem na colmeia”. Há muitas doenças que podem fazer as abelhas perderem seu senso de orientação, de forma que não podem encontrar o caminho de volta às suas colmeias.
Manfred Hederer, o presidente da Associação Alemã de Apicultores, quase que simultaneamente informou uma queda de 25% nas populações de abelhas por toda a Alemanha. Foram informados, em casos isolados, disse Hederer, declínio até 80%. Ele especula que “alguma toxina em particular, algum agente do qual não estamos familiarizados”, está matando as abelhas.
Até ao momento, os políticos têm demonstrado pouca preocupação, diante de tais alertas e da situação difícil dos apicultores. Apesar de terem recebido uma oportunidade de expor o seu caso por exemplo, nas vésperas da aprovação pelo Gabinete alemão do documento de política de engenharia genética de autoria do ministro da Agricultura, Horst Seehofer, suas queixas ainda permanecem em grande parte ignoradas.
Mesmo quando os apicultores recorrem à justiça, como fizeram recentemente em um esforço conjunto com a sucursal alemã da organização de agricultura orgânica Demeter International e outros grupos contrários ao uso de plantações de milho geneticamente modificado, eles só podem sonhar com o tipo de atenção da mídia que grupos ambientalistas como o Greenpeace atraem com seus protestos em locais de teste.
Mas isto poderá mudar em breve. Os Estados Unidos estão vendo um declínio das populações de abelhas tão drástico, que ofusca todas as ocorrências anteriores de mortalidade em massa. Os apicultores na Costa Leste dos Estados Unidos, queixam-se de terem perdido mais de 70% de suas colónias, enquanto na Costa Oeste vêm declínio de até 60%.
Num artigo em sua secção de negócios no final de Fevereiro, o “New York Times” calculou os prejuízos que a agricultura americana sofreria em caso de dizimação das abelhas.
Especialistas da Universidade de Cornell, no interior de Nova Iorque, estimaram o valor que as abelhas geram, polinizando plantas responsáveis por fruta e legumes, amendoeiras e trevos que alimentam animais em mais de US$ 14 bilhões.
Os cientistas chamam o fenómeno misterioso de “Colony Collapse Disorder” ( CCD, desordem de colapso da colónia) e ele está transformando rapidamente em uma espécie de catástrofe nacional. Várias Universidades e agências do governo formam um “ Grupo de trabalho para CCD”, para procurar as causas da calamidade, mas até ao momento continuam de mãos vazias. Como Dennis Van Engelsdorp, um apicultor do Departamento de Agricultura da Pensilvânia, eles já estão se referindo ao problema como uma potencial “Aids do Sector de apicultura”.
Uma coisa é certa, milhões de abelhas simplesmente desaparecem. Na maioria dos casos, tudo o que resta nas colmeias são proles condenadas. Mas as abelhas mortas não são encontradas, nem nas colmeias, nem em qualquer lugar próximo delas. Diana Cox-Foster, um membro do Grupo de trabalho para CCD, disse ao “The Independent”, que os pesquisadores estão “extremamente alarmados”, acrescentando que a crise “tem o potencial de devastar o sector de apicultura americano”. É particularmente preocupante, disse ela, o facto da morte das abelhas ser acompanhada por um conjunto de sintomas “que não parece enquadrar-se em nada na literatura”.
Em muitos casos, os cientistas encontram evidência de quase todos os vírus de abelhas conhecidos, nas poucas abelhas sobreviventes encontradas nas colmeias, após a maioria ter desaparecido. Algumas apresentam cinco ou seis infecções ao mesmo tempo e estavam infectadas de fungos, um sinal, disseram os especialistas, de que o sistema imunológico dos insectos, pode ter entrado em colapso.
Os cientistas também estão surpresos pelo facto de abelhas e outros insectos geralmente deixarem as colmeias abandonadas intactas. Populações próximas de abelhas ou parasitas normalmente atacariam os depósitos de mel e pólen das colónias que morreram por outros motivos, como um frio excessivo no Inverno. “Isto sugere que há algo tóxico na própria colónia que repele”, disse Cox-Foster.
Walter Haefeker, o director da associação alemã de apicultura, especula que “além de vários outros factores”, o facto de plantas geneticamente modificadas, resistentes a insectos, actualmente serem usadas em 40% das plantações de milho americanas, podem ter um papel. O número é muito menor na Alemanha (apenas 0,06%) e a maioria se encontra nos Estados de leste, de Mecklemburgo – Pomerânia Ocidental e Brandemburgo. Haefeker recentemente enviou a um pesquisador do Grupo de trabalho para CCD alguns dados de estudo de abelhas que há muito sente que mostra uma possível conexão entre engenharia genética e a doença das abelhas.
O estudo em questão é um pequeno projecto de pesquisa realizado na Universidade de Jena, de 2001 a 2004. Os pesquisadores examinaram os efeitos do pólen de uma variedade geneticamente modificada de milho, chamada “milho Bt”, sobre as abelhas. Um gene de uma bactéria do solo foi inserido no milho, que permitiu à planta produzir um agente que é tóxico a pragas de insectos. O estudo concluiu que não havia evidência de “efeitos tóxicos do milho Bt em populações saudáveis de abelhas”. Mas quando, por acaso, as abelhas usadas na experiência foram infestadas por um parasita, algo estranho aconteceu. Segundo o estudo de Jena, “um declínio significativamente forte no número de abelhas” ocorreu entre os insectos que se alimentavam de uma ração altamente concentrada de Bt. Segundo Hans-Hinrich Kaatz, um professor da Universidade de Holle, no oeste da Alemanha e director do estudo, a toxina bacteriana no milho geneticamente modificado, pode ter “alterado a superfície dos intestinos das abelhas, o suficiente para enfraquece-las e permitir a entrada dos parasitas ou talvez tenha sido o contrário. Nós não sabemos”.
É claro, a concentração da toxina era dez vezes superior nas experiências do que no pólen normal do milho Bt. Além disso, a ração das abelhas foi ministrada ao longo de um período relativamente longo de seis semanas. Kaatz preferia ter continuado a estudar o fenómeno, mas carecia dos recursos necessários “Aqueles que têm dinheiro, não estão interessados neste tipo de pesquisa”, disse o professor “e aqueles que estão interessados não têm dinheiro”.
Actualmente na Alemanha, depois de feitas análises às abelhas mortas, foi detectado intoxicação nas abelhas, pelo pesticida da Bayer, Poncho Pro (utilizado no milho transgénico). Esta contaminação já foi admitida pela indústria química e farmacêutica Bayer, que culpa os produtores de sementes pelo uso indevido deste produto.
Os apicultores apresentaram uma queixa judicial contra os cultivos geneticamente modificados, mas o tribunal determinou que as plantações estavam legais, eram os agricultores que deveriam levar as colmeias para outro lado. Perante esta sentença, alguns agricultores alemães, estão levando as suas colmeias para centros urbanos, para evitar a morte das abelhas, ao entrarem em contacto com o milho geneticamente modificado e a contaminação do mel. Por outro lado, para que as abelhas possa desfrutar das flores dos jardins não contaminadas e abrigarem-se melhor do frio.

Fonte: Biodiversidad em América Latina
(IPS/Envolverde)
- CONTAMINAÇÃO DAS ESPÉCIES ORGÂNICAS:
Novas pesquisas desenvolvidas pela Universidade de Exeter, no Reino Unido, demonstram, que os campos experimentais conduzidos para determinar as distâncias mínimas que devem separar lavouras transgénicas de não transgénicas, a fim de evitar a contaminação genética tem levado a resultados subestimados.
O estudo foi financiado pelo Conselho de Pesquisa em Ambiente Natural (NERC, em inglês) e publicado na revista Ecological Applications (1).
Os pesquisadores usaram dados sobre a velocidade e a direcção dos ventos obtidos em estações climáticas em diferentes pontos da Europa para prever o movimento do pólen no ar. A análise dos dados mostrou que o pólen poderia contaminar campos vizinhos em taxas duas a três vezes maiores do que se pensava originalmente.
Os estudos mostraram que a polinização pelo vento em milho, camola, beterraba açucareira e arroz varia enormemente de acordo com a orientação relativa entre lavouras transgénicas e não transgénicas, ou seja, em função de a lavoura transgénica estar localizada “vento acima” ou “vento abaixo” da lavoura não transgénica, considerando a direcção predominante do vento no período de florescimento da cultura.
Além disso, para os mesmos locais e orientação relativa, as taxas de polinização cruzada podem variar significativamente de um ano para outro. Consequentemente, mesmo campos experimentais replicados podem estimar níveis de polinização de forma imprecisa e assim distorcer a percepção sobre as distâncias de separação necessárias para alcançar um determinado limite de contaminação por transgénicos.
O estudo ainda revela pesquisas que já demonstraram que o pólen transgénico pode fertilizar lavouras convencionais num raio de mais de 16 Km. O governo inglês actualmente planeia determinar a distância mínima de 110 m para separar milho transgénico de não transgénico. Mas as pesquisas demonstram que esta distância deveria ser sete ou oito vezes maior para manter a contaminação no limite de 0,9% (contaminação máxima permitida na Europa para produtos não transgénicos).
Segundo Martin Hoyle, pesquisador chefe do estudo, “uma vez que existem lavouras transgénicas crescendo, a contaminação de outras lavouras ocorrerá inevitavelmente”.
É preciso ainda dizer que a dispersão do pólen pelo vento é apenas um dos factores que provocam a contaminação genética. Agricultores convencionais e orgânicos em vários países estão sofrendo os efeitos da contaminação que acontece no transporte e no armazenamento da produção, além da própria contaminação das sementes. Outra fonte recorrente de contaminação são as plantas transgénicas que persistem e crescem em campos não transgénicos, onde em ciclos anteriores, existiram lavouras transgénicas.
Ou seja, a cada dia, aparecem novas evidências, mostrando que a questão da contaminação genética, é muito mais complexa de que qualquer norma de coexistência existente no mundo, que se pôde até hoje prever.
(1) Ecological Applications – Volume 17, Issue 4 (june 2007)
(2)
- CONTAMINAÇÕES CONFIRMADAS:
Uma equipa de pesquisadores liderados pela Drª Elena Álvarez-Buylla, da Universidade Nacional Autónoma do México (UNAM), na cidade do México, detectou a presença de transgenes em variedades nativas de milho em localidades no México, confirmando resultados similares publicados na revista Nature em 2001. “Nosso estudo fornece evidências inequívocas da presença de transgenes em Oaxaca em 2001”, afirmam os autores.
A revelação dos pesquisadores Ignacio Chapela e David Quist, da Universidade da Califórnia, em Berkeley (EUA), de que variedades nativas em comunidades remotas do México estavam contaminadas por transgénicos, gerou uma inflamadíssima polémica no meio científico. Logo em seguida à publicação do estudo na conceituada revista científica Nature, em 2001.
Diversos cientistas foram a público questioná-lo. Chapela e Quist jamais aceitavam as críticas à sua pesquisa, mas passaram a enfrentar tremenda perseguição e descrédito no meio académico.
Em 2005, uma equipa de pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio (EUA), publicou no PNAC (Proceedings of the National academy of Sciences) uma pesquisa que indicava a ausência de transgenes no milho das regiões amostradas no estudo de Chapela. Apesar deste estudo ter sido criticado como estatisticamente inconclusivo e carentes de amostras representativas, ele foi largamente usado para denegrir o estudo original de 2001.
A equipa da Drª Álvarez-Buylla propôs-se a esclarecer a polémica, realizando milhares de testes em amostras de sementes e folhas de milho e confirmou a presença de transgenes em 2001 e 2004 em baixas frequências, inclusive em três das localidades analisadas por Quist e Chapela em 2001.
Os resultados positivos foram repetidos três vezes e reafirmados por um segundo método.
-Native Corn Endangered
Latinamerican Press, Perú, 20/11/2008
-GMO Contamination in Mexico´s Cradle of Corn
Le Monde, 11/12/2008
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:13 am

Produtores de alimentos orgânicos no Paraná – Brasil, denunciam que os seus cultivos estão sendo contaminados por lavouras transgénicas. O Estado possui cerca de 6,5 mil agricultores neste sector, maior número em todo o país e responsável por 28,5% da produção nacional.
Os casos de contaminação vêm ocorrendo na região Oeste, onde predomina o plantio de soja geneticamente modificada.
O agricultor Sílvio Guerini, do município de Medianeira, é um exemplo. Toda a sua produção de soja e milho orgânica foi contaminada durante o transporte de sementes.
Sílvio explica como a sua produção foi contaminada: “ A nossa propriedade está à margem de uma reserva natural, que é o Parque Nacional de Iguaçu. A gente toma todos os cuidados, compramos sementes com laudo e não-transgénicas, tem barreira de 10 metros com o vizinho. Por isso a polinização foi descartada. A gente colheu amostra na lavoura e deu tudo negativo. Essa empresa que compra o produto também faz o frete, mas acabou contratando um camião de terceiros, que colheu antes em uma lavoura transgénica”, conta.
O agricultor Ademir Ferronato, também de Medianeira, teve que arcar com todos os custos da contaminação de sua soja orgânica, que ocorreu na colheita. As máquinas utilizadas pelo agricultor tiveram contacto anteriormente com lavouras transgénicas.
Ademir explica como se deu a contaminação: “Eu plantei soja em duas etapas. A soja da segunda etapa pegou a colheita dos transgénicos que estão em volta. E essa máquina veio de uma ares de soja transgénica. Embora tenha sido feita a limpeza da máquina que é exigido, não foi suficiente para impedir a contaminação. Colhi a primeira etapa de soja 15 dias antes e não havia dado nada”.


Ademir descobriu que a sua soja estava contaminada, quando os testes da empresa que certifica orgânicos acusaram mais de 0,1% de proteína transgénica no grão.
O agricultor vendeu a semente, que era orgânica, como convencional, perdendo R$ 12,00 por saca e teve quase que pagar royalties.

Agência Chasque de Notícias

- AUMENTO DE AGROTÓXICOS DEVIDO AO CULTIVO DE TRANSGÉNICOS:

O Greenpeace divulgou um estudo feito pelo Dr. Charles Benbrook, PhD em agricultura económica, sobre o uso de agrotóxicos nos Estados Unidos ao longo dos primeiros oito anos (1996 - 2003) de cultivo comercial de transgénicos no país, usando dados do Departamento de Agricultura Norte–Americano (USDA). O estudo mostrou que o plantio de soja transgénica resistente aos herbicidas aumentou o uso da substância em mais de 30 milhões de quilos nos últimos oito anos.
De acordo com o estudo, de toda a área cultivada com transgénicos nos Estados Unidos, 54% são de soja transgénica Roundup Ready, comercializada pela Monsanto. Os dados do USDA mostram um aumento de 22% na quantidade de glifosato aplicado por hectar de soja transgénica entre 2001 e 2002. “O aumento dramático no uso de herbicidas se deve principalmente à redução da eficácia do glifosato (herbicida fabricado pela Monsanto). Isto é causado por vários factores, incluindo a alteração na população de ervas daninhas resistentes ao glifosato”, afirma o documento.
Além de PhD em agricultura económica, Dr. Charles Benbrook, já divulgou vários estudos sobre o impacto da transgenia na agricultura e no meio ambiente.
Ele dirigiu o NorthWest Science and Environmental Policy Center, no Estado Americano de Idaho.
Entre 1984 e 1990 foi director-executivo da Nacional Academy of Sciences Board on Agriculture.

http://www. Transgénicos.pr.gov. br/modules/noticias/article.php?storyid=8

Ao contrário do que prometeram as empresas de biotecnologia, ao invés de reduzirem o uso de agrotóxicos nas lavouras, os transgénicos, “no total, provocaram um aumento no uso de químicos”. É o que demonstra o novo relatório da ONG Internacional Friend of the Earth.
O relatório intitulado “O aumento no uso dos pesticidas” revela que dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram um aumento de 15 vezes no uso do herbicida glifosato entre 1994 e 2005.
Glifosato é o principal activo do herbicida Roundup, da Monsanto, usado nas lavouras Roundup Ready, tolerantes à sua aplicação.
O uso do herbicida 2,4-D em soja transgénica “mais que dobrou” entre 2002 e 2006 e aplicações de atrazine (um herbicida banido da Europa), nos EUA aumentaram em 12%, entre 2002 e 2005.
Além disso, a soja transgénica Roundup Ready, não demostrou “uma produtividade mais alta do que a soja convencional”, muitos estudos mostraram “ uma média de produtividade de 5 a 10% menor”.

Weekly News Update on Pesticides, Health and Alternatives – PANNA : Pesticide Action Network North América, 20/03/2008

Matéria publicada em 23/04 no jornal Valor Económico intitulada “Avanço de soja transgénica amplia uso de glifosato” evidencia o que o IDEC e outra tantas organizações da sociedade civil e pesquisadores vêm alertando há cerca de 10 anos: O uso de transgénicos não reduz, mas sim aumenta consideravelmente o uso de agrotóxicos. De acordo com dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiental (Ibama) reproduzidos no texto, o volume saltou de 59,5 mil para 95,2 mil toneladas entre 2000 e 2005, período no qual a área plantada de soja avançou 59% no país.

Texto do Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC) – Brasil

- TOXICIDADE NAS CULTURAS TRANSGÉNICAS:

O Engenheiro Agrónomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Empresa Paranaense de Classificação (Claspar), denunciou, durante uma reunião da Escola do Governo, que parte da produção de soja transgénica no Paraná apresenta resíduos de glifosato acima do permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Segundo Izidoro, isso representa consequências graves para a saúde humana e para a economia paranaense. “Das 150 amostras de soja referentes à safra 2006, foram detectados resíduos de glifosato em mais de 70%. As amostras foram colectadas, pelos Engenheiros Agrónomos da Divisão de Fiscalização de Insumos da Secretaria de Agricultura e do abastecimento”,afirmou.
Izidoro destacou que cerca de 5% das amostras de grãos de soja transgénica estavam com resíduos acima do permitido pela Anvisa, que é de 10 mg/Kg de grãos de soja. “As amostras indicaram resultados em excesso apresentando teores entre (14,44 a 36,00 mg/Kg) de resíduos de glifosato.”
Relatório da Secretaria de Agricultura, segundo lembrou,” regista que a estimativa da safra – 5,8 milhões de toneladas de soja transgénica – indica que 5% dessa produção está contaminada com glifosato + AMPA – significando que cerca de 290 mil toneladas de soja estão com quase 2.900 Kg do princípio activo do glifosato + resíduos AMPA.”
O presidente da Claspar alertou que, “o quadro é de extrema gravidade, já que a Secretaria da agricultura detecta aumento global de 97,15% de resíduos de glifosato em grãos de soja transgénica entre 2003 e 2006, revelando que a utilização do agrotóxico em larga escala contribuirá significativamente também para a contaminação do solo e com reflexos negativos na biodiversidade paranaense”.
O agrónomo Izidoro Silveira ressalta também que, “o excesso de glifosato representa sério risco para a saúde humana. Com base no relatório da Secretaria, pode-se afirmar que a população paranaense está consumindo quase 3 toneladas de ingrediente activo do glifosato. E também é preocupante para a nossa economia, no que se refere a eventuais restrições que os países importadores poderão impor ao Brasil, devido aos altos índices de contaminação encontrados”.

http://www. Transgénicos.pr.gov. br/modules/noticias/article.php?storyid=8

- RESISTÊNCIA DE INSECTOS AO GLIFOSATO DA MONSANTO EM PLANTAS TRANSGÉNICAS E ERVAS DANIHAS:

Os entomologistas da Universidade do Arizona analisaram dados de seis experimentos para monitorar pestes nos campos semeados com algodão transgénico e com milho na Austrália, China, Espanha e nos EUA.
Eles descobriram evidências de mutação genética entre as lagartas rosadas em dúzia de campos de algodão semeados no Mississipi e Arkansas entre 2003 e 2006.
A mutação cria uma pequena mudança no DNA das lagartas para ajudá-las a resistir à toxina que a planta de milho cria graças a um gene inserido por biotecnólogos. Estas toxinas GM são produzidas na natureza por uma bactéria muito espalhada chamada Bacillus Thuringiensis (Bt). O tipo de toxina Bt à qual estas lagartas estão resistentes é chamada Cry1Ac.
“O que nós estamos vendo é a evolução em acção”, disse o pesquisador chefe Bruce Tabashnik.
“Este é o primeiro caso de resistência desenvolvida em campo a uma planta Bt”.
Grupos ecológicos, que são opositores da tecnologia transgénica na agricultura, têm alertado que os insectos poderiam se tornar resistentes às toxinas transgénicas, como acontece frequentemente em caso de insecticidas químico. Para superar a resistência, cientistas teriam de usar maiores níveis de toxinas ou diferentes tipos, dizem eles.
Os piores cenários esboçados pelos críticos das plantas transgénicas, previram que as pestes poderiam ser resistentes às plantas Bt em um período tão curto como três anos, disse Tabashnik.


Foi desmistificada a propaganda enganosa dos “benefícios” da soja transgénica que seria imune às ervas daninhas, que poderiam ser combatidas com “eficiência” e com “menores custos”, com a aplicação do glifosato Round-Up, o agrotóxico da Monsanto. “A erva daninha “buva” tornou-se resistente ao glifosato” e agora os produtores estão sendo aconselhados a “capinar” suas lavouras, revelou o engenheiro agrónomo Valdir Izidoro Silveira, presidente da Claspar – Empresa Paranaense de Classificação de Produtos.
Técnicos do Departamento de Fiscalização Sanitária da Secretaria da Agricultura, constataram que a erva “buva” infestou as lavouras de soja do Oeste paranaense e a aplicação de glifosato não conseguiu eliminá-la. Os produtores de soja foram obrigados a utilizar herbicidas como o 2,4-D, Gramocil e Classic, entre outros.
A “buva” compete com a soja, reduzindo a produtividade da lavoura. Como há dificuldade de controle químico pelos herbicidas na soja e como ela se espalha rapidamente por meio das sementes levadas pelos ventos, a única forma de diminuir o problema na actual safra é realizar a catação manual ou capina. “Nesta safra, não existe mais possibilidade de realizar o controle cultural e os herbicidas não têm se mostrado eficientes”, alerta o pesquisador Lineu Domit, da Embrapa-Soja. Já Dionísio Gazziero, da Embrapa-Soja recomenda a rotação de soja convencional com a soja transgénica.
Segundo Valdir “isto é um contrasenso porque esta recomendação desmistifica a superioridade da soja RR, sobre a soja convencional. Mentiram para os agricultores brasileiros”.
De acordo com um levantamento realizado pelo Detec da Coamo, em algumas partes das regiões Noroeste e Oeste do Paraná, já é visível a resistência da “buva” ao defensivo. A semente da “buva” pode ser levada pelo vento até 65 Km de distância por isso se dissemina facilmente com muita rapidez.
O agrónomo Valdir Izidoro, alerta também que a “buva” não é a única planta daninha resistente ao glifosato. No Brasil já existem oito espécies que apresentam resistência a herbicidas. A “buva”, o “azevém” e o “leiteiro”. A “ buva” aliás, pode ser encontrada em cinco espécies no mundo, sendo que no Brasil existem duas e são resistentes”.
A resistência da “buva” é explicada pela selecção natural. Com o passar dos anos as mais fortes que não morriam com o glifosato, foram-se reproduzindo e agora está quase impossível controlar a planta. O engenheiro agrónomo José Carlos Braciforte apresenta duas opções: para os donos de pequenas áreas, voltar ao passado e capinar a lavoura, para os grandes produtores, torcer para que as perdas não sejam muito grandes.

http://www.Transgénicos.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=8


- COMPETIVIDADE DOS CULTIVOS TRANSGÉNICOS EM RELAÇÃO AOS CONVENCIONAIS:

- O caso da soja do Brasil

A alta do herbicida glifosato em 40%, está fazendo com que a soja transgénica perca mais competividade em relação à convencional. É o que está sendo constatado no Mato Grosso do Sul. A informação foi dada pelo superintendente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ricardo Cotta Ferreira, no lançamento dos primeiros resultados dos Activos do Campo, que integram o projecto Campo Futuro.
Os nossos indicadores dos custos de produção de segmentos da actividade rural são resultados de 53 painéis, realizados em 30 municípios e oito Estados produtores, nos últimos três meses.
Segundo os indicadores, os custos da lavoura de soja, assim como a receita obtida pelos produtores, aumentaram em aproximadamente 10%. Os maiores reajustes foram registados pelos fertilizantes, com aumento de 30% e pelo glifosato.
Enquanto isso, a rejeição dos importadores, seguindo a posição dos consumidores contrária aos transgénicos, está valorizando cada vez mais a soja convencional. No Oeste paranaense, os produtores de soja não-transgénica, estão recebendo R$ 2,20 a mais por saca de grão. Muitas Cooperativas estão pagando 6% pelo grão não-transgénico, tanto para atender à demanda do mercado interno como para os embarques para o exterior.
Destacam-se cooperativas Castrolanda, Batavo, Agrária e Coamo, que negoceiam com os produtores de soja convencional preços superiores às cotações da soja transgénica. As cooperativas estão realizando vendas para o mercado europeu e os prémios vão de US$ 5,00 a US$ 10,00 à tonelada, variando conforme o volume exportado. Também a Imcopa, de Araucária, que processa soja para produção de ração para Europa e Japão, recebe somente soja convencional.

Enquanto os produtores de sementes convencionais irão trabalhar com aumentos moderados e em algumas regiões até mesmo queda, no preço dos herbicidas na safra 2008/2009, os produtores de sementes geneticamente modificadas terão um aumento significativo nos custos de produção, puxado pelo incremento nos preços dos defensivos à base de glifosato. Segundo levantamento feito pela Scot Consultoria, o preço da embalagem de 20 L do Roundup, marca líder de mercado, aumentou de R$ 249,56, em Agosto de 2007 para R$ 348,00, em Agosto deste ano.
A última tabela com os custos de produção da safra 2008/2009 divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), já mostra os efeitos da alta do produto no bolso do agricultor. Os cinco municípios avaliados pela estatal, apresentam aumento nos gastos com agrotóxicos.
“O preço dos defensivos ficou estável nessa safra, com excepção daqueles à base de glifosato. Como o produtor compra muito desse produto, ele acabou puxando para cima o preço dos agrotóxicos como um todo”, disse Asdrúbal Jacobina, gerente da gerência de custos de produção Conab.
O Rio Grande do Sul é o maior estado produtor de soja transgénica. De acordo com a Agroconsult, na Região Sul, a presença de transgénicos, foi verificada em 82,1% das amostras de soja. No Brasil, a prevalência é de 59,1%.
O produtor de transgénicos também arca com um custo maior na aquisição de sementes, já que são impedidos de multiplicá-las pela lei de patentes. Para essa safra a Monsanto já anunciou que aumentará em 17% o royalty de soja transgénica. A cobrança da taxa passará de R$0,30 para R$0,35 por quilo, já os agricultores que plantaram soja modificada a partir de sementes próprias, deverão repassar 2% do valor de sua colheita para a empresa. Só no Rio Grande do Sul a empresa deve recolher mais de R$ 100 milhões dos agricultores.
Em Cruz Alta (RS), o preço de sementes (já com o custo do Royalty incluído), subiu de R$ 69,95 para R$ 85,29 por hectare.
De acordo com Gabriel Fernandes, agrónomo da Assessoria e Serviços a Projectos em Agricultura Alternativa (ASPTA), o aumento na procura do defensivo à base de glifosato não está ligado ao benefício do produto, mas sim à dependência.
“Nos dois, três primeiros anos, o uso de herbicida cai, mas depois a semente fica mais resistente e o produtor tem que aumentar o volume de aplicação”, afirmou.
Para Fernandes, o facto dos produtores de soja não encontrarem na prática os benefícios que as empresas tinham anunciado, deve desestimular a expansão do milho transgénico que terá seu primeiro plantio na safra actual.
Acreditando na ampliação do nicho de mercado de sementes convencionais, que está sendo criada oficialmente hoje a Associação Brasileira dos Produtores de Grãos Não Geneticamente Modificados.
A entidade reúne empresas como o grupo Maggi, Caramuru Alimentos, Imcopa e Brejeiro.

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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:15 am

- POR DETRÁS DA CORTINA:
-QUEM GANHA?...
Em razão dos riscos associados à engenharia genética e a preocupação da opinião pública em geral a respeito da segurança de alimentos transgénicos, é difícil entender exactamente quem se beneficiará dos produtos desta tecnologia. ( - Algum nos revela que existe um lado obscuro no uso desta tecnologia, como mais tarde iremos verificar, pois nada é ao acaso ): Empresas como a multinacional Monsanto, detém 80% do mercado das plantas transgénicas, seguido da Aventis com 7%, Syngenta (antes Novartis) 5%, BASF/Bayer 5% e Dupont 3%. Estas empresas também produzem 60% dos pesticidas e 23% das sementes comerciais.
Estas multinacionais agro químicas, ou “empresas de ciência da vida”, como elas se auto proclamam, estão desenvolvendo e promovendo biotecnologia, levantando uma série de argumentos a respeito das vantagens a serem ganhas, mas poucas delas se sustentam.
Eles argumentam, por exemplo, que os cultivos de transgénicos aumentam a produtividade e que trarão benefícios, particularmente para pequenos agricultores nos países em desenvolvimento. Ao mesmo tempo, porém, estas mesmas companhias, muitas das quais enormes corporações químicas, estão patenteando genes usados na produção de novos organismos.
Uma vez as patentes protegidas, as sementes só estarão disponíveis através do pagamento de royalties anuais. Como resultado, os produtores não poderão plantar as melhores sementes na estação seguinte, abandonando uma longa tradição. Além disso, já está ocorrendo, contratos legais, forçando agricultores a usar a semente e o herbicida produzido pela mesma empresa.
As empresas de “ciência da vida”, sabem que, atrás do controlo sobre os cultivos básicos plantados no mundo (incluindo milho, arroz, soja e trigo) e patenteando suas sementes, há uma margem de lucro muito grande a ser ganha. Se a corrente tendência de fusões continuar, estas empresas controlarão quase toda a produção mundial de alimentos. E ao aclamar a posse destes genes, estarão gradualmente a tomar conta da vida, independente do prejuízo para o agricultor ou a saúde do consumidor ou seja “quem controla os alimentos, controla a vida este é na realidade o principal objectivo, tal como a diminuição da população mundial e os enormes lucros a adquirir”.
Para termos uma ideia da realidade, segundo as declarações da jornalista francesa Marie-Monique Robin, que acaba de publicar em Espanha um ensaio sobre a multinacional de sementes transgénicas Monsanto, a qual acusa de “práticas mafiosas”.
Le Monde Selon Monsanto (O Mundo Segundo a Monsanto) é o irónico título escolhido para um livro no qual a jornalista denuncia, com documentos inéditos e testemunhos de muitas “vítimas” a “impunidade” da multinacional americana.
As acusações de Robin à Monsanto são infinitas: vender sementes geneticamente modificadas que demonstram sua inocuidade tóxica e que têm de ser tratados com adubos e pesticidas da mesma empresa, igualmente tóxicos, em um ciclo monopolístico. Segundo ela, este ciclo não acaba somente com a biodiversidade do local onde é implantado, mas também não garante melhores colheitas e empobrece os terrenos.
A jornalista reuniu-se três anos com políticos, camponeses e cientistas, alguns dos quais afirmam ter sofrido na própria pele o “efeito Monsanto”.
Muitos deles sofreram represálias e foram despedidos devido às investigações sobre o risco dos produtos geneticamente modificados e outros dizem ter adquirido algum tipo de câncer pelo contacto com eles.
A companhia, lembra Robin, comercializa actualmente 90% dos produtos transgénicos do mundo, com 8,6 biliões de euros (US$ 10,7 biliões) de facturação em 2007.
É a maior vendedora de sementes na América Latina, Ásia, Estados Unidos e Canadá, e entre seus “feitos químicos” está a fabricação do “agente laranja”, um devastador pesticida utilizado pelos Estados Unidos na Guerra do Vietname.
Robin afirma que há dezenas de processos penais contra a multinacional no mundo todo devido a problemas de saúde gerados por seus produtos e também por causas de práticas de monopólio.
http://www.jardimdeflores.com.br/ECOLOGIA/A09Transgeni1.htm
Departamento de Engenharia Genética de Greenpeace Chile
Agência EFE – Brasil
- GLOBAL SEED VAULT ( BANCO MUNDIAL DE SEMENTES):
Inaugurado em 26/2/2008, com a presença do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, o Global Seed Vault (Banco Mundial de Sementes), situado a baixo de uma montanha da ilha norueguesa de Spitsbergen, distando apenas 1 000Km do Pólo Norte.
Encravados a 120m dentro da pedra, três grandes depósitos, medindo 27m x 10m, foram escavados no interior da mais alta montanha de Spitsbergen, onde 4,5 milhões de sementes das mais importantes plantas úteis, vão ser armazenadas a uma temperatura constante de 18ºC.
O tesouro representado pelo banco de sementes é protegido por espessas paredes de betão, porta blindada e sistema de alarme. Eventuais mudanças climatéricas, também foram levadas em conta pelos arquitectos do novo banco mundial de sementes. Por esse motivo, ele se situa 130m acima do nível do mar. Mesmo que boa parte da calote polar derreta, ele continuará seco. O depósito de betão está preparado para resistir até mesmo a uma guerra nuclear e no caso de o sistema de refrigeração falhar, o permafrost garantirá que a temperatura não supere 3,5ºC.
Depósitos de sementes de diversos países do mundo, contribuíram para o projecto organizado pela fundação Global Crop Diversity Trust (Fundo de Diversidade Global de Plantas Cultiváveis) e financiado por governos, organizações e Banco Mundial, para a construção do depósito, a Noruega investiu cerca de 6 milhões de euros.
“As instalações foram construídas para abrigar o dobro da quantidade de amostras de sementes que conhecemos”, afirmou Cary Fowler, director administrativo do Fundo de Diversidade Global de Plantas Cultiváveis e mentor do projecto.
Na altura, cerca de 250 mil amostras de sementes já se encontravam armazenadas no novo depósito, continuando a pertencer no entanto, a seus países de origem.
Nem todos os bancos nacionais de genes são protegidos e parte da diversidade já se perdeu.
Desta forma, bancos de sementes Iraquianas e Afegãs foram destruídos na Guerra, um tufão destruiu outro nas Filipinas. Por este motivo o novo Banco Mundial de sementes, tornou-se rapidamente conhecido em todo o mundo. Países ameaçados por revoltas como o Paquistão e o Quénia, já enviaram amostras para Spitsbergen.
O Banco Mundial de Sementes, armazenará amostras provenientes de mais de 1,4mil bancos de sementes de todo o mundo.
http://www.dw-word.de/dw/article/0,,3149942,00.htm
http://www.agrosoft.org.br/agropag/100049.htm

- DESTRUIÇÃO DOS BANCOS DE SEMENTES DO AFEGANISTÃO E IRAQUE:
A destruição dos bancos de sementes do Afeganistão e do Iraque durante a guerra, não se tratou de nenhum acidente e não faz parte de uma guerra convencional.
É um atentado aos direitos humanos, “um crime contra a humanidade”, tal como os bombardeamentos indiscriminados sobre as populações.
Ramsey Clarck (ex. procurador geral dos EUA) no Iraque à agência noticiosa ABC NEWS de Bagdad, proferiu as seguintes declarações:
Nós destruímos todos os silos para o grão e armazéns de alimentos em todo o país.
Destruímos todas as instalações para armazenamento, produção e transformação de alimento, incluindo o processamento de embalagens e transformação de plantas do maior exportador de Bagdad, que foram destruídos de propósito.
Não queríamos que fossem capazes de se alimentarem por si mesmo, durante muito e muito tempo.
A fábrica que produzia leite em pó, foi destruída , os EUA alegou que estavam produzindo armas químicas.
- Esta é a realidade e como nada em política é ao acaso, qual a razão?
Se formos consultar o relatório da Iron Mountain “a sagrada escritura da Nova Ordem” e procurarmos nos escritos referentes à guerra ecológica, encontramos as seguintes afirmações:
Nas sociedades humanas, aqueles que lutam e morrem em guerra de sobrevivência, em geral é o membro mais forte biologicamente, a guerra é um deficiente mecanismo de controlo populacional selectivo. A natureza da guerra está em transição. As tendências actuais da guerra é o aumento de bombardeios de civis e a maior importância militar, atribuída à destruição das fontes de abastecimento (em oposição à meramente “militar” bases e pessoal).

- QUAL A RAZÃO DO BANCO MUNDIAL DE SEMENTES:
O Banco Mundial de Sementes inaugurado em 2008 ( por coincidência um ano antes da implementação do codex alimentarius ), não foi criado somente para protecção das sementes devido ao risco das alterações climatéricas ou perigo de um holocausto nuclear como é afirmado, mas também devido à implementação do “codex alimentarius” (atentado à saúde pública mundial, aprovando a alimentação geneticamente modificada e químicos proibidos), previsto para 31 de Dezembro de 2009 e irá provocar um aumento abrupto dos cultivos das plantas geneticamente modificadas, que já estão sendo implementadas à escala mundial em prol das plantas nativas e que por sua vez vão contaminando as plantas nativas vizinhas, havendo o risco de perda da espécie. Por outro lado, eles sabem que os transgénicos são prejudiciais à saúde e que o ”logro” não durará muito tempo, mas até lá cumpriu a sua missão de eliminar grande parte da população mundial, principalmente nos países subdesenvolvidos e nessa altura, todos irão querer sementes de plantas nativas ou em caso de holocausto, as sementes deixaram de pertencer aos países de origem, como neste momento pertencem e cinicamente em prol da humanidade serão adquiridas pelas Organizações Mundiais, servindo de moeda para pagar as dívidas dos países ou em troco de beneficio, por sua vez as Organizações Mundiais, não irão distribuir gratuitamente, “utilizará como arma“ para negociar com os países necessitados.

- “CODEX ALIMENTARIUS” (A STANDARIZAÇÃO DA MORTE):
O “Codex Alimentarius” ( a standarização dos alimentos ), é uma organização internacional que tem por objectivo proteger a saúde dos consumidores e assegurar a aplicação de práticas equitativas no comércio de alimentos. A organização foi criada em 1963 pela FAO/OMS (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação/ Organização Mundial de Saúde).
Com o Codex, será facilitado ingredientes geneticamente modificados e sem rótulo, irradiação de comida, aumento de pesticidas, eliminação de produtos naturais.
A organização ainda permitirá que seja adicionado aos alimentos, substâncias químicas banidas por 176 países, incluindo os EUA, conhecidas como Persistent Organic Pollutants (POPs). Os POPs também são conhecidos por causarem cancro mamário, pulmões, cérebro, doenças cardiovasculares, diabetes e outras graves doenças. Das doze substâncias proibidas e mortais, sete serão novamente permitidas pelo Codex Alimentarius e estarão presentes em grandes quantidades em alimentos como ovos, legumes, carnes, cereais, leite e frutas cítricas.
O codex alimentarius, será implementado em 31 de Dezembro de 2009.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Codex_Alimentarius
Com a implementação do “codex alimentarius”, os alimentos serão racionados e se limitará o consumo de água, para uma redução de 37 litros por pessoa/dia. Isto representa mais de 90% da redução da média diária do consumo de água.
Junto com a escassez de água e alimentos. Os alimentos fornecidos, estarão modificados geneticamente, praticamente carentes dos nutrientes necessários.
A modificação genética dos alimentos causam complicações metabólicas, devido à questão de utilizar os alimentos como energia.
Em Junho de 2003, cientistas informam sobre um estudo da sequência genética em que os genes implementados nos cultivos, haviam trocado de lugar. Estavam realmente recodificados, porque os genes inseridos não são estáveis.
Outras provas de laboratório mostram trocas do mesmo modo e diferente modo.
Portanto, são instáveis até nas trocas, nem sequer é uniforme na maneira que estão trocados, isto é incrivelmente perigoso.
As deficiências nos nutrientes devidas ao plano “Codex” e que diminuirá as vitaminas e minerais, se traduzirão em males de enfermidades preventivas, o que conduzirá em último lugar a bilhões de mortos.
A pergunta é, de que forma o estão fazendo, como estão aplicando este programa no mundo, desde o nível internacional a nível local?

Site: ESOTERIC AGENDA SUB SPANISH EN ESPAÑOL.avi
CONFERÊNCIA NANP ( Nacional Association of Nutrition Professionals ) - 2005
Declarações da Drª RIMA E. LAIBOW (Natural Solution Foudation), sobre o “codex alimentarius”:
- Quem controla os alimentos, controla o mundo, bem eles disseram em 1962, que estavam trabalhando na implementação mundial do “Codex Alimentarius” para 31 de Dezembro de 2009.
“ Aqui vai uma explicação disto”
O Comité do Código Alimentar, está administrado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), eles financiam o “Codex” e o fazem por petição da ONU, ou seja são o pai e mãe do “Codex Alimentarius”.
Em 1994 o “Codex”, desconhecido praticamente neste país, sem aviso prévio declarado (apertaram os cintos da segurança intelectual).
Afirmo que os alimentos eram tóxicos, eram venenosos.
Conforme o “Codex”, cada vaca no planeta devia ser inspeccionada e tratada geneticamente com uma hormona recombinante de crescimento, propriedade da companhia MONSANTO. E mais de acordo com o “Codex”, cada animal usado como alimento no planeta, deve ser tratado com antibióticos subclínicos e hormonas exógenas de crescimento.
Se vocês observarem as estatísticas, segundo a OMS e FAO, estimadas na previsão epidemiológica, eles provêm, não só a carência de vitaminas e minerais, quando estabelecerem a implementação global em 31 de Dezembro de 2009, resultará no mínimo 3biliões de mortes.
1 bilião de mortos por fome e que esta gente não está capacitada economicamente do ponto de vista das grandes corporações. Contudo os outros 2 bilhões, poderiam morrer por enfermidades evitáveis da desnutrição.
E quem viverá?
Provavelmente as pessoas com saúde suficiente e recursos para terem as suas próprias provisões.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:16 am

- COLOCAÇÃO DE FLÚOR NA REDE PÚBLICA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL:
“O passo intermédio indicado para um total controlo da concepção, seria uma variedade da omnipresente pílula, através do abastecimento de água ou de certos produtos alimentares essenciais compensado por um controlado antídoto, já em desenvolvimento.”
Relatório Iron Mountain

“O fluoreto de acordo com o meu conhecimento médico, não trás qualquer benefício biológico.”
Drª Rima E. Laibow
Nos piores dias da Segunda Guerra Mundial, centenas de inocentes foram exterminados nos campos de concentração alemães. A morte por doenças, inanição e extrema brutalidade era algo quotidiano e isso era contemplado com o emprego de drogas e produtos químicos. Os cientistas nazis, desejando manter um clima de temor, tinham encontrado um método simples de controlar o comportamento dos prisioneiros dos campos.
Descobriu-se que repetidas doses em quantidades muito pequenas de flúor, afectam o cérebro, envenenando e narcotizando as pessoas, tornando-as submissas.
Ansiosos em explorar o efeito do flúor, os comandantes dos campos alemães acrescentaram-no ao abastecimento de água.
Os efeitos da água fluorada impressionaram fortemente os serviços de inteligência. Consideraram que a água fluorada era o meio ideal para controlar as populações depois de seus países terem sido invadidos.
Antecipando-se à vitória, a fábrica alemã de produtos químicos I.G.Farben, instalada em Frankfurt, foi encarregada da produção massificada de flúor, destinado aos campos de extermínio e a outros futuros usos possíveis.
No final da Segunda Guerra Mundial, os E.U.A. encarregaram Charles Eliot Perkins, um pesquisador especializado em química, patologia e fisiologia, de estudar a técnica de controle da mente da I.G.Farben.
A Aluminium Company of America (ALCCOA) e outras indústrias produtoras de flúor, financiaram a pesquisa que parecia indicar que pequenas quantidades desse elemento, não eram perigosas para os seres humanos. Inclusive a pesquisa sugeria que o flúor protegia contra as cáries dentárias. Os investigadores concentraram-se no que eles viam como vantagens para a saúde, ignorando por completo os desconhecimentos e adversos efeitos cumulativos dessa substância tão tóxica.
Os cientistas que trabalhavam para a American Dental Association (ADA), sob patrocínio da ALCCOA, continuaram promovendo o flúor, apesar do uso que fizeram dele. Ainda que dezenas de cientistas e organizações de pressão questionassem as manifestações do grupo partidário do flúor, a opinião pública, aceitou rapidamente as supostas qualidades do novo protector dental.
Diante da inquietação de muitos cientistas que questionaram os seus benefícios para a saúde, a ADA lançou campanha promovendo o uso do flúor.
A aprovação do United States Public Health Service (USPHS), reforçou a confiança na nova “droga maravilha” e em meados dos anos quarenta, várias cidades dos E.U.A., começaram a adicionar o flúor em seus abastecimentos de água. Os propagandistas obtiveram aprovações de instituições que recebiam protestos aos quais não davam resposta e foi dado sinal verde para uma campanha a favor do uso do flúor em escala nacional.
Desde o final dos anos cinquenta o USPHS canalizou milhões de dólares dos contribuintes dos E.U.A., para promoverem o uso do flúor em outros países e muitas nações aderiram ao projecto.
Porém, a maioria dos países europeus, deixaram-no de lado e outros que tentaram implantá-lo, logo o abandonaram devido aos seus efeitos adversos contra a saúde e à sua ineficácia geral.
Actualmente 66% da água dos E.U.A., está fluorada. É sabido que o flúor tem tremendos efeitos, tais como: câncer ósseo, problemas articulares, osteopatologias e baixa os níveis hormonais de estrogéneos e testosterona, o mesmo flúor de dentífricos, usado para branquear e proteger o esmalte dental.
Não seria mais proveitoso enriquecer a água pública com vitaminas destinadas a serem ingeridas regularmente para melhorar a saúde geral, em lugar de porem uma substância tóxica na água, dando vagas explicações e desculpas tais como a saúde dental.
Actualmente sabe-se que os fluoretos causam mais problemas dentais do que resolvem.
- Parece que algo não se encaixa aqui?
Na verdade crêem que as empresas se preocupam o suficiente com as pessoas para gastarem enormes quantidades do seu dinheiro em fluorar a água pública, quando toda a gente tem a sua própria pasta de dentes.
Mas há uma diferença entre a pasta de dentes e a água, nós não ingerimos a pasta de dentes.
Se formos a qualquer estabelecimento e repararmos na composição de qualquer veneno para ratos, encontrarás um ingrediente, Fluoreto de Sódio. Esta é a molécula iónica mais tóxica independente do cloreto de potássio.
Actualmente, Danone e outras empresas estão começando a fluorar água engarrafada, cada vez é mais difícil seguir este processo.
O flúor está presente em numerosas prescrições de anti-depressivos, porque elimina a agressividade e a motivação das pessoas.
- Qual é o composto activo do “Prozac”, tão popular nos E.U.A.?
Bem, esse composto é o fluoreto.
E está na hora de nos inteirarmos que a água pública dos E.U.A. contém significativas quantidades de arsénio, chumbo, cádmio e triamonio um composto radioactivo do chumbo.
Câncer, redução da actividade sexual, defeitos congénitos, sedação, transtornos neurológicos.
-Não é como um remédio milagroso se o teu objectivo é controlar a população?
“É muito surpreendente o grau em que os ecologistas não foram educados sobre os efeitos dos fluoretos. Conhecemos a confiança inconsciente que as pessoas têm, no seu doutor, dentista, psiquiatra e se podem convence-los de que o fluoreto é seguro e bom, então é capaz de alcançar o resto da nação. As pessoas crêem nos seus médicos e dentistas. E que método melhor para nos enterrarmos.”
O fluoreto no E.U.A., está matando o gado e destruindo as culturas, o fluoreto dado nos ratos, produzem câncer nos ossos e tecidos, os resultados já foram suficientemente provados para que os médicos digam que parece que o fluoreto causa demasiado câncer.
Declarações da Dr.ª Phyllis Mullenix (Neurotoxicologista)
“O padrão observado é similar ao que se vê nos outros conhecidos agentes tóxicos, é bem sabido: redução da actividade física, problemas de memória, diminuição do coeficiente intelectual, quando apresentei o resultado destes estudos, pela primeira vez, alguns entenderam e escutaram, o que os resultados diziam.
- Tens alguma ideia do que estás dizendo?
- Estás dizendo que estamos reduzindo o coeficiente intelectual das nossas crianças.
- Eu disse: “Basicamente sim”.
Poucos dias de se saber que o seu estudo havia sido aceite para publicação, a Dr.ª Mullenix, foi baleada, no Centro de Odontologia Forsyth, a partir desse momento, ela não recebeu mais fundos para continuar a investigação.
66% da água potável dos E.U.A. é fluorada actualmente, com resíduos industriais. 98% da Europa Ocidental, rejeitou o flúor na água e mesmo assim os dentes destas crianças são tão sãs, quanto os dentes das crianças dos E.U.A.
Segundo o pesquisador de flúor Ian E. Stephen, a primeira ministra britânica Thatcher, triplicou o orçamento para o tratamento de água com flúor da Irlanda do Norte, em meados dos anos oitenta.
Stephen, suspeita que isso não foi motivado por uma preocupação com saúde dentária e sim, por uma tentativa de pacificar a região.
Vários cientistas, entre eles o Dr. Hans Moolenburg, um dos principais activistas da campanha anti-flúor, dos Países Baixos, estão convencidos de que em muitos países da Europa Ocidental, se está reforçando um perigoso e sinistro esquema de medicação massificada, que foi usada na Alemanha nazi.




- A REALIDADE DO FLÚOR:
- O flúor é mais tóxico que o chumbo, cuja quantidade de água potável não supera 0,5 partes por milhão (p.p.m.). O nível do flúor na água potável costuma ser de ordem de 1,5 p.p.m.
- Em um relatório da Universidade da Florida, é dito: “Uma solução de 0,45 p.p.m. de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reacções sensoriais e mentais fiquem mais lentas”.
- Na Sicília foi encontrada uma relação entre as regiões de alta concentração de flúor na água, com a ocorrência de graves doenças dentárias.
- No Reino Unido, aproximadamente 5,5 milhões de pessoas bebem água fluorada artificialmente.
- A U S Food and Drug Admistration, considera que o flúor é um medicamento não aprovado, para o qual não existem provas de inocuidade e de efectividade. Não o trata como um nutriente essencial nas dietas.
- Mais de 60 tranquilizantes do mercado, contem flúor, aumentando profundamente a potência dos outros componentes desses medicamentos. O acréscimo de flúor em tranquilizantes Diazepam (Valium), produz um tranquilizante mais forte, o Rohypnol. Ambos são fabricados pela Roche Products, uma filial da I.G.Farben, junto com outros medicamentos semelhantes. O potente tranquilizante fluorado Stelazine, é empregado frequentemente em asilos e instituições em todo o mundo.
http://www.umanovaera.com/conspiracoes/Veneno_na_Torneira.htm
site: ESOTERIC AGENDA SUB SPANISH EN ESPANÕL.avi

- ASPARTAMO ( E - 951 ):
O Aspartamo é uma substância neurotóxico utilizado para substituir o açúcar comum. Esta substância é formada por três compostos venenosos: O metanol, álcool tóxico que provoca a cegueira, ácido aspártico, que provoca enxaquecas, o que se sabe desde os começos dos anos 70 e a fenilalanina, a qual podemos encontrar em nosso cérebro e em grandes doses pode produzir tumores cerebrais .
O aspartamo é um edulcorante artificial que se encontra em quase todos os produtos de baixas calorias, sem açúcar e bebidas light , sendo também comercializado sob nomes de marcas, incluindo Tropiana, Slim, Igualdade, NutraSweet e Canderel. O aspartamo também está presente em formulações farmacêuticas, como vitaminas ou Zyprexa Velotab, contudo o aspartamo é um edulcorante pouco comum nos medicamentos provavelmente pelo facto de não poderem ser usados por fenilcetonúrios. Apenas uma quantidade trivial de Aspartamo é consumido através de medicamentos, sendo também utilizado como substituto do açúcar, por pessoas com diabetes.
O aspartamo é consumido por mais de 200 milhões de pessoas em todo o mundo, o seu principal mercado está nos países desenvolvidos, principalmente devido ao custo elevado do aspartamo, comparado com outros edulcorantes intensos.
Encontramos o aspartamo em bebidas carbonizadas, pastihas elásticas, gomas e “smints”,águas com sabor, ice tea, gelados e toppings, gelatina sem açúcar, chocolate em pó, compotas e geleias, sumos de fruta, mousses e pudins, tartes sem açúcar, bebidas light, bolachas sem açúcar e iogurtes light, etc.
No princípio dos anos 80, a Administração de Alimentos e Fármacos (FDA), publicou os 92 possíveis efeitos do consumo de aspartamo, entre eles, encontravam-se dores de cabeça, enxaquecas, náuseas, perda de equilíbrio, dores abdominais, perda de visão, arritmia, convulsões, etc… o impacto sobre o sistema nervoso, parece ser a consequência predominante do consumo.
E nós vemos que é difícil as pessoas acreditarem, pois estão alheias a ele.
Finais de 2005, a Fundação Ramazzini, publicou um estudo que se apresentou como a primeira demonstração experimental dos efeitos multipotenciais cancerígenos do aspartamo, administrado na comida de ratos. (Sprague-Dawley). Naquela ocasião, a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (AESA), pediu aos cientistas toda a informação relativa à experiência, a fim de poder realizar uma avaliação a fundo. E uma das conclusões daquele trabalho, era que os efeitos cancerígenos, eram visíveis a partir de uma dose diária de 20 mg/Kg de peso corporal, uma avaliação abaixo das doses de segurança estabelecidas pelas autoridades sanitárias europeias que era de 40 mg/Kg e a norte americana que era de 50 mg/Kg. A AESA concluía numa revisão dada a conhecer 6 meses depois, que o trabalho presente estava com problemas de desenho e que não havia evidências sólidas dos efeitos.
Um trabalho publicado na revista Environmental Health Perspectivas, editada pelos Institutos Nacionais de Saúde, volta a reabrir a polémica do edulcorante Aspartamo. Os autores, uma equipa da Fundação Ramazzini de Oncologia, com sede em Itália, afirmaram que este edulcorante, está em numerosos produtos, é um potente agente cancerígeno e que os novos resultados confirmam os seus trabalhos anteriores.
Sem embargos, apesar de todos os efeitos secundários, Donald Rumsfeld distribuiu no mercado mais de 5000 produtos, quando era administrador da empresa SEARLE, a empresa que produz mais aspartamo e que em 1985, foi comprada pela companhia MONSANTO.
http://www.ff.up.pt/toxicologia/monografia/ano0708/g41_aspartame/consumo.html
http://www.consumer.es/web/es/alimentacion/tendencias/2007/07/05/28141.php
site: ESOTERIC AGENDA SUB SPANISH EN ESPANÕL.avi

- EMBARGO ECONÓMICO:
O embargo económico é uma agressão, que utiliza produtos básicos e de primeira necessidade, tais como alimentos, medicamentos energia e ajuda internacional como arma.
É um declarado acto de guerra “camuflado”, que vai contra os principais objectivos e princípios consagrados pela Carta das Nações Unidas, entre eles, a igualdade de soberania das nações e a não – intervenção e interferência em assuntos internos.
No entanto, os embargos económicos são um dos meios preferidos da política internacional, para repreender os chamados “países vilões”, como por exemplo a Coreia do Norte. No entanto, sua eficácia vem sendo questionada tanto por economistas, como por pacifistas.
Segundo o pesquisador Peter Strutynski, as sanções impostas pelo Conselho de Segurança da ONU à Coreia do Norte, não terá o efeito esperado, ou seja, não levarão o regime a interromper o seu programa nuclear.
“Em vez disso, vão apenas aumentar o sofrimento da população”, alerta Strutynski, que coordena uma equipa de pesquisa sobre a paz, na Universidade de Kassel.
Em 15 de Outubro último, após os testes feitos pela Coreia do Norte com bombas nucleares, a ONU, anunciou uma série de sanções, que aos poucos vêm sendo implementados por países como a Coreia do Sul, China, Austrália e Estados Unidos.
Elas prevêem a interrupção do comércio de produtos bélicos e restrições a viagens de membros do governo norte coreano. No estudo, Strutynski, critica entre outras coisas, o facto de insecticidas, serem classificados como produto militar, prejudicando a agricultura e a população.
Um bom exemplo como tais embargos podem ter consequências devastadoras para a população de um país, sem afectar seu governo, é o Iraque. A ONU, impôs um amplo embargo económico contra o país durante 13 anos, até à ocupação pelos Estados Unidos e seus aliados em 2003.
Hans Von Sponeck, ex – coordenador do programa “petróleo por alimentos”, conheceu de perto o efeito do embargo. Em um livro publicado em 2005, o diplomata aposentado, caracteriza as sanções da ONU, como “arma de destruição em massa”.
Em entrevista à DW-WORLD, ele acrescenta que “elas tomaram dimensões semelhantes a um genocídio”, referindo-se ao 1,5 milhões de pessoas, que morreram vítimas das sanções.
Von Sponek alerta para os efeitos contraproducentes de tais medidas económicas e conta que, no Iraque, conheceu médicos, padres, ministros, professores, funcionários públicos aposentados, estudantes universitários e donas de casa – “uma ampla amostra da sociedade, unida pela resistência a algo que consideram uma política internacional absolutamente inadequada”.
À mesma conclusão chegou um estudo do departamento de Ciência Financeira, da Universidade Friburgo, na Suíça. Com os embargos, os “países emissores” querem prejudicar os “países vilões”, para forçar seus governos a mudanças de comportamento, explica o director Reiner Eichenberger.
“Essa ideia parece tentadoramente fácil, mas infelizmente errada”, explica. Pois, embora embargos multilaterais possam levar à ruína económica, análises mostram que eles em geral, fortalecem o governo. Saddam Hussein e Fidel de Castro, são provas de ditadores, que podem permanecer no poder, apesar de embargos económicos.
Da mesma forma, Iassir Arafat, tirou proveito do bloqueio de Israel, aproveitando para distribuir os bens racionados à sua população carente e garantindo assim seu apoio político. A própria Coreia do Norte, já está acostumada desde os anos 50 a sanções económicas, sem que o embargo imposto pelos EUA, tenha conseguido destruir o regime comunista.
-Mas que meios restam à política internacional, se embargos provocam efeito contrário ao desejado e prolongam a duração de um regime ao invés de encurtá-la?
O pesquisador Strutynski, o diplomata Von Sponeck e os cientistas financeiros da Universidade de Friburgo, estão de acordo: Só resta o diálogo político.
“ Quando se quer segurança, é preciso antes de mais nada levar em conta os interesses dos outros quanto a esta segurança “, argumenta Strutynski. Ele sugere uma garantia de não invasão à Coreia do Norte, para eliminar de caras certos receios que o governo possa ter. Von Sponeck, vai ainda mais longe e sugere que os Estados Unidos negociem directamente com milícias como Fatah ou Hesbolá, para garantir uma maior segurança internacional.
http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2223586,00.html

- PARCIALIDADE DA ONU:

Alegando combater o Hamas, o exercito israelita, não poupou escolas, casas, mesquitas e a Universidade Islâmica de Gaza, alegando combater o Hamas, Israel aplicou uma verdadeira punição colectiva aos palestinianos. Como se não bastasse o bloqueio de Israel desde Junho de 2007, que privou os palestinianos de relações económicas com o resto do mundo, permitindo apenas a entrada de uma escassa ajuda humanitária à região, onde se assistiu ao assassinato de 1200 pessoas dos quais, quase um terço eram crianças. E evidentemente, além dos mortos e feridos, Israel tem tornado a vida de um milhão e meio de palestinianos num verdadeiro inferno.
As atrocidades não tiveram limites, médicos noruegueses em Gaza, denunciaram: “Há uma forte suspeita de que Gaza está sendo usada como testes de novas armas” (FSP 13/11). No povoado de Zeitoun, no sudeste de Gaza, militares de Israel, mandaram cerca de cento e dez civis abrigarem-se numa casa, vinte e quatro horas depois, o local foi atingido por três projécteis e trinta pessoas morreram.
Diante deste quadro mais do que justo, dezenas de judeus ingleses assinaram o manifesto contra o genocídio de Gaza: “Nós abaixo assinado somos todos de origem judaica. Quando vemos os corpos mortos e ensanguentados de pequenas crianças, o corte de água, electricidade e comida, nos lembramos do cerco ao Gueto de Varsóvia” ( The Guardian 10/1 ).
A ONU limitou-se a condenações verbais totalmente inócuas, apesar das outras inúmeras condenações e exigências feitas a Israel nas últimas décadas, jamais tenham sido cumpridas. Apenas a Venezuela e a Bolívia, romperam relações diplomáticas.
http://www.revolucao.org/noticias/000286.html

Por outro lado, os EUA avançaram para um conflito armado, travando uma guerra contra o Iraque, sem o consentimento da ONU. Esta agressão internacional, que representa o não – cumprimento das regras do Direito Internacional, deveria estar sujeita a sanções pela ONU, mas acabou por não sofrer qualquer tipo de represália das Nações Unidas, porquê?
Os EUA são responsáveis por um terço dos recursos da ONU e tem desenvolvido a sua política externa de acordo com o relatório da “Iron Mountain”, manipulando a ONU, através do seu poder político - económico e direito de veto.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:16 am

- CARTA DE RAMSEY CLARK
EX. MINISTRO DA JUSTIÇA ( ATTORNEY GENERAL ) DOS EUA:

A carta a seguir foi redigida por Ramsey Clark, ex-ministro da Justiça (Attorney General) dos EUA. Ela foi enviada a todos os membros do Conselho de Segurança da ONU, com cópias para a Assembleia Geral da ONU e para o senador Biden, da comissão senatorial para as relações estrangeiras.

29 de Julho de 2002

Senhor Embaixador:

Qualquer esperança para os povos do mundo de ver as gerações futuras preservadas do flagelo da guerra graças às Nações Unidas seria liquidada com um novo ataque dos Estados Unidos contra o Iraque. As ameaças de atacar, invadir e derrubar o governo do Iraque efectuadas pelo presidente Georges Bush, pelo vice-presidente Cheney, pelo secretário da Defesa Rumsfeld e por diversos responsáveis de gabinete e oficiais do Pentágono, constituem uma rotina desde há um ano. A própria guerra psicológica é um crime contra a paz e viola a carta das Nações Unidas. A manchete do New York Times de hoje, "Os EUA consideram um ataque a Bagdad como uma das opções no Iraque", é característica da intenção terrorista destas ameaças. O perigo resultante de tal ataque seria enorme para a população civil.

As Nações Unidas devem agir a fim de impedir um ataque ao Iraque pelos Estados Unidos.

Se as Nações Unidas não forem capazes de deter os Estados Unidos, um membro permanente do Conselho de Segurança, de impedir que cometa crimes contra a paz e a humanidade bem como crimes de guerra para com uma nação que já sofreu para além de todos os limites em consequências de agressões americanas, então para que servem as Nações Unidas? A oposição a todo ataque ou tentativa de derrubar o governo iraquiano pela força deve, e isto é o mínimo que se exige, ser expressa publicamente pelas Nações Unidas.

Os Estados Unidos bombardearam impiedosamente um Iraque sem defesas durante 42 dias no ano de 1991.

Os Estados Unidos conduziram um assalto maciço ao Iraque em Janeiro e Fevereiro de 1991. O Pentágono anunciou que havia efectuado 110 mil saídas aéreas contra o "berço da civilização", lançando 88500 toneladas de bombas. Estes bombardeamentos em grande escala destruíram a viabilidade económica da sociedade civil em todo o país. Eles mataram dezenas de milhares de cidadãos iraquianos. Uma parte essencial dos bombardeamentos foi dirigida contra os civis e contra instalações civis. Foram menos precisos do que os recentes ataques indiscriminados contra o Afeganistão. As bombas americanas destruíram sistemas de abastecimento de água, redes de transporte de electricidade, meios de comunicação e de transporte, indústrias, comércios, instalações agrícolas, aviários e gado, armazéns de alimentos, mercados, fábricas de fertilizantes e de insecticidas, centros de negócios, tesouros arqueológicos e históricos, apartamentos, zonas residenciais, escolas, hospitais, mesquitas, igrejas e sinagogas.

O Pentágono afirmou que as suas perdas elevaram-se a 156 pessoas. Um terço das suas perdas deveram-se aos próprios tiros americanos; o restante foi acidental. Os Estados Unidos não sofreram perdas em combate.

Os Estados Unidos forçaram a imposição de sanções genocidas ao Iraque em 1990.

Os Estados Unidos elaboraram sanções económicas contra o Iraque, que o Conselho de Segurança aprovou em 6 de Agosto de 1990, 45º aniversário do ataque nuclear americano contra Hiroshima. Estas sanções foram a causa directa das mortes cruéis de mais de um milhão de pessoas.

Este é o maior crime contra a humanidade desta última década do século XXI, a mais violenta da história. Cada uma destas mortes dolorosas de pessoas a morrerem de desnutrição, "kwashiorkor" , ataque de desidratação provocado pela água contaminada, ou de doença, poderia ter sido impedida. As sanções persistem até hoje e causam centenas de mortos por dia. Cada agência das Nações Unidas que trata dos problemas da alimentação, da saúde e da infância, como a FAO, o Plano Alimentar Mundial, a OMS, a Unicef, proclamou já o horror, a dimensão e a responsabilidade por esta catástrofe humana.

A grande maioria das vítimas das sanções são crianças, pessoas idosas, doentes crónicos e casos médicos urgentes. São as pessoas mais vulneráveis à água poluída, à desnutrição e à falta de medicamentos e equipamentos médicos.

As afirmações americanas de que seria o governo iraquiano o responsável pelas mortes por falta de alimentos e de medicamentos são falsas. Os Estados Unidos bloquearam as vendas de petróleo ao Iraque durante seis anos, antes de fingir que se submetia a imperativos humanitários autorizando vendas de petróleo para compra de alimentos e medicamentos. Desde 1997, quando começaram as vendas, os EUA de facto sabotaram e retardaram o programa "petróleo contra alimentos", que não proporciona receitas suficientes para travar a deterioração diária da saúde e o crescimento das taxas de mortalidade no Iraque. Antes das sanções não havia virtualmente qualquer desnutrição no Iraque e o seu sistema de saúde, seus hospitais e medicamentos gratuitos constituíam um modelo para a região. O seu sistema governamental de distribuição de géneros alimentares é um modelo de equidade e de eficácia, faltando só quantidade e variedade de alimentos.

A aviação militar americana atacou o Iraque à vontade durante 11 anos

Os Estados Unidos efectuaram ataques aéreos contra o Iraque totalmente à vontade desde Março de 1991, quando tiveram fim os ataques maciços que se verificavam ao ritmo de uma saída aérea a cada 30 segundos. Sem perder um único avião, os ataques americanos mataram, entre outros: pessoal da limpeza no hotel Al Rashid de Bagdad aquando de uma tentativa de assassinar Saddam Hussein; um grande número de pessoas a cada ano nos ataques contra estações de radar nas zonas de exclusão aérea impostas pelos EUA; todas as pessoas a bordo de um helicóptero da ONU abatido por um avião americano; civis de todas as categorias, inclusive a artista de fama internacional e directora do Centro Nacional de Artes do Iraque, Leila al Attar.

O Iraque não constitui uma ameaça para os EUA, para os países da região ou para outros países.

Os EUA têm afirmado falsamente que o Iraque trabalhava no desenvolvimento de armas de destruição maciça a fim de atacar os EUA, Israel, seus vizinhos e outros países. Os EUA afirmaram que os seus ataques de 1991 destruíram 80% da capacidade militar iraquiana. Os inspectores da ONU afirmaram ter descoberto e desmantelado 90% da capacidade iraquiana (depois de 1991) para o desenvolvimento de armas de destruição maciça. O Iraque, seu povo e os seus recursos estão esgotados. O Iraque possui uma geração "raquítica" de crianças com idade inferior a 10 anos e uma população de todas as faixas etárias que está enfraquecida. Ele é a vítima do pior crime contra a humanidade das últimas décadas.

Os EUA são o maior vector de violência no planeta Terra

Dois dos oficiais mais altamente colocados das Nações Unidas como responsáveis pelas inspecções de armamento da ONU no Iraque e um cidadão americano honesto que participou nas inspecções demitiram-se, denunciando as sanções e negando que exista uma ameaça de o Iraque desenvolver armas de destruição maciça.

Os EUA possuem mais armas nucleares do que todas as outras nações reunidas do mundo, bem como os sistemas mais refinados e mais numerosos para o lançamento de armas nucleares, inclusive a frota submarina dos Trident II. Possuem os maiores stocks de armas químicas e biológicas e desenvolvem a investigação mais avançada e mais extensa sobre as armas de destruição maciça no mundo. As despesas militares dos EUA excedem a dos nove mais importantes orçamentos militares seguintes em conjunto. O presidente Bush proclamou por diversas vezes o seu direito de atacar em primeiro lugar (first strike). Os EUA atacaram Hiroshima e Nagasaki com bombas atómicas e continuam a justificar tais actos.

Os EUA denunciaram os tratados que controlam as armas nucleares e a sua proliferação; votaram contra o protocolo permitindo a execução das convenções regulamentando as armas biológicas, rejeitaram o tratado banindo as minas anti-pessoal, o Tribunal Criminal Internacional e virtualmente todos os outros esforços internacionais para controlar e limitar a guerra. A guerra americana contra o terrorismo é uma proclamação do direito dos EUA de atacarem não importa quem, não importa onde, à simples suspeita, ou sem desculpa, unilateralmente.

Os EUA desejam derrubar o governo iraquiano e muitos outros violando a lei. Se esta política não for restringida, as possibilidades de desenvolver a paz e a igualdade global das possibilidades económicas, sociais, culturais e políticas entre as nações estarão perdidas. Que outro governo apresenta a maior ameaça para paz, globalmente ou para a Mesopotâmia e os seus vizinhos — os Estados Unidos ou o Iraque?

Um ataque dos Estados Unidos contra o Iraque para derrubar o seu governo constituiria uma violação flagrante da Carta da ONU, da Carta de Nuremberg e da lei internacional.

Se, como é frequentemente prometido, os EUA atacarem o Iraque para derrubar o seu governo isto constituirá a violação mais evidente, mais arrogante e mais desprezível já conhecida desde sempre da Carta das Nações Unidas, da Carta de Nuremberg e da legislação internacional. Porque os EUA cometeram injustiças históricas para com o Iraque, a maior parte delas durante a presidência de Georges Bush pai, e ainda perseguem o domínio da região. O presidente Bush, seu vice-presidente e os outros membros da administração detestam o Iraque e querem destruí-lo.

Escrevo esta carta, a cada membro do Conselho de Segurança da ONU, ao presidente de Assembleia Geral e ao presidente Bush. Esta é uma da série de carta que protestam contra as malfeitorias dos EUA e da ONU contra o Iraque. A ameaça aqui descrita é a pior. Se, 12 anos depois dos seus ataques aéreos devastadores e 12 anos depois das sanções genocidas infindáveis contra vítimas indefesas os EUA dão o golpe de graça no povo iraquiano sob o silêncio das Nações Unidas e dos países ricos, a vergonha e a impotência humana condenar-nos-ão a violências sempre cada vez maiores.


Um ataque americano ao Iraque causará mais violência; é exigida a acção urgente da Nações Unidas para impedir um ataque americano ao Iraque.

Imploro que alertem imediatamente as Nações Unidas, a Assembleia Geral, o Conselho de Segurança e todas as suas agências a fim de denunciar as persistentes ameaças americanas contra o Iraque, de exigir a cessação imediata das ameaças e para advertir os Estados Unidos de que um ataque ao Iraque violaria a Carta das Nações Unidas, a legislação internacional e a amizade de todos aqueles que procuram a paz e o respeito da dignidade humana.

Um ataque americano ao Iraque violaria a Constituição e as leis dos Estados Unidos, exigindo o impedimento do presidente Bush e de todos os responsáveis perante o Senado americano e os Tribunais federais.

Infelizmente, nestes últimos anos, mais frequentemente assistiu-se a violações da nossa Constituição do que respeito fiel aos direitos de todos os cidadãos que ela deve proteger. Mas aqueles que amam o seu país e que, por isso, insistem em que o seu país aja com justiça, esforçar-se-ão por fazer com que preste contas toda autoridade americana que participar num ataque contra o Iraque.
Ramsey Clark
07/Ago/02

O original deste documento encontra-se em International Action Center

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/

http://resistir.info/eua/r_clark_irak.html
Os países considerados “vilões”, são países estrategicamente posicionados e as sanções económicas aplicadas, que vão contra os princípios consagrados pela Carta das Nações Unidas (a igualdade de soberania e a não interferência nos assuntos internos), são mais pesadas do que as próprias faltas cometidas por estes países designados “vilões”, pondo em causa os direitos humanos e dúvidas quanto ao vilão.
Desde a Invasão ao Iraque, a ONU perdeu grande parte da sua credibilidade e pela primeira vez os EUA, actuou a descoberto da ONU, ao considerar-se acima desta, revela as sua verdadeiras intenções em dominar o mundo.
A ONU tal como os EUA, sabem que as sanções económicas, não resolvem o problema, mas deixam o país debilitado economicamente e socialmente, provocando o efeito de uma bomba de neutrões matando os seres vivos e deixando tudo intacto, é um autêntico genocídio, que atinge principalmente crianças, mulheres, idosos e pessoas sem recursos, um enorme contributo para a sua política de diminuição da população mundial e ao mesmo tempo deixar o país debilitado e sem recursos, de modo a poder intervir economicamente ou militarmente.
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MensagemAssunto: O relatório Kissinger   Dom Jun 13, 2010 10:29 am

O relatório Kissiger

Pela sua extensão colocamos aqui links da net on podem ler:

http://vida.aaldeia.net/relatorio-kissinger/

http://providafamilia.org/doc.php?doc=doc17753
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:37 am

Trechos traduzidos do documento “CONFIDENCIAL”: "NSSM 200 - Implications of Worldwide Population Growth for U.S. Security and Overseas Interests”, desclassificado pela Casa Branca em 1989”.
(*) “Implications of Worldwide Population Growth for U.S. Security and Overseas Interests” (NSSM 200) - 30 de dezembro de 1974, “CONFIDENCIAL” - desclassificado pela Casa Branca em 1989.
Este documento confidencial produzido pela equipe do Sr. Henry Kissinger em 1974, desclassificado pela Casa Branca em 1989, estabelece as políticas e estratégias a serem implementadas pelo Governo Americano, para a redução da população dos países em desenvolvimento. O documento expõe a preocupação com o crescimento da população mundial e propõe medidas de controle utilizando como eufemismo “ Serviços de Planeamento Familiar ”. Entre os instrumentos de “planeamento familiar” recomendados estão: anticonceptivos orais, DIUs, melhores métodos de prever a ovulação, esterilização de homens e mulheres, meios leuteolíticos e auto-progesterona, métodos não clínicos: espumas, cremes e preservativos.
A importância dos objectivos propostos explica a extraordinária soma de recursos empregados nos projectos de controle populacional no mundo e, particularmente no Brasil, um dos 13 “países chaves” mencionados naquele documento. É oportuno observar a importância que o relatório dá ao papel da mulher no controle da população. O uso da mulher para os objectivos a serem alcançados parece excluir a participação do homem no planeamento familiar, na medida em que os programas de planeamento familiar são parte integrante dos programas de saúde voltados para a assistência à mulher: programa de assistência integral a saúde da mulher; programa de assistência materno-infantil, etc.
Por outro lado, as constantes recomendações no sentido de incutir nas mulheres a igualdade com os homens na participação política, no mercado de trabalho, nos salários na educação, etc. têm por objectivo não a libertação da mulher no sentido cristão da palavra, mas o uso da mulher para o controle de nascimentos. “ A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são particularmente importantes na redução do tamanho da família... As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar.”
“Nas ultimas décadas os Estados Unidos tornaram-se cada vez mais dependentes da importação de minerais dos países em desenvolvimento e é provável que essa situação continue.
Nos casos extremos em que o crescimento populacional leve a fome endémica, agitações de populações famintas e desordem social, essas condições não são muito favoráveis à exploração sistemática de depósitos minerais nem aos investimentos a longo-prazo que são necessários para o aproveitamento desses depósitos. Mas mesmo não havendo o problema da fome, as concessões às companhias estrangeiras poderão ser expropriadas ou sujeitas a intervenção arbitrária, a menos que sejam atendidas algumas das mínimas aspirações do povo de ter melhoria material e a menos que as condições de acesso e exploração convençam os governos e os povos de que esse aspecto da ordem económica internacional “tem algo de bom para eles”. As acções governamentais, os conflitos trabalhistas, as sabotagens e os distúrbios civis põem em risco a calma exploração das matérias-primas necessárias. Ainda que o crescimento populacional não seja, obviamente, o único factor envolvido, esses tipos de transtornos são mais difíceis de acontecer sob conduções de baixo ou nenhum crescimento populacional.”


Nas nações industrializadas, o crescimento populacional aumenta a necessidade de produção industrial. Isso com o tempo contribui para esgotar os recursos nacionais de matérias-primas e requer fontes de pouca rentabilidade e suprimentos externos. Para obter matérias-primas, as nações industrializadas procuram localizar e desenvolver fontes externas de suprimento. A possibilidade de haver choques de interesses entre os países em desenvolvimento é evidente e já começou. É visível a discussão quando exigem direitos de águas territoriais e soberania nacional sobre os recursos minerais. Essa situação pode tornar-se pior nas disputas pela exploração e pelo aproveitamento do solo oceânico.”
“A assistência para o controle populacional deve ser empregada principalmente nos países em desenvolvimento de maior e mais rápido crescimento onde os EUA tem interesses políticos e estratégicos especiais. Esses países são Índia, Bangladesh, Paquistão, Nigéria, México, Indonésia, Brasil, Filipinas, Tailândia, Egipto, Turquia, Etiópia e Colômbia.”
“Embora os órgãos que estão participando deste estudo não tenham recomendações especificas para propor em relação ao aborto, acredita-se que as questões seguintes são importantes e devem ser consideradas no contexto de uma estratégia global de população: - nunca um país reduziu o crescimento da sua população sem recorrer ao aborto”

“A condição e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são particularmente importantes na redução do tamanho da família... As pesquisas mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar.”
“Finalmente, prestar serviços de planeamento familiar integrado aos serviços de saúde de maneira mais ampla ajudaria os EUA a combater a acusação ideológica de que os EUA estão mais interessados em limitar o número de pessoas dos países menos desenvolvidos do que no seu futuro e bem-estar”
“Este é um aspecto vital de todo o programa populacional no mundo.
As informações e as modernas técnicas de planeamento familiar devem ser totalmente colocadas, tão logo quanto for possível, à disposição dos 83% das populações nos principais países em desenvolvimento que ainda não foram alcançados, principalmente as populações rurais pobres que possuem a mais elevada fertilidade.
Deve-se aumentar as pesquisas com o objectivo de desenvolver métodos de controle da natalidade simples, baratos, eficientes, seguros, duradouros e aceitáveis.
Todos os órgãos federais devem colaborar para que haja um aumento de 60 milhões de dólares anualmente para as pesquisas biomédicas nesse campo”.
Em obediência às recomendações do Plano Mundial de População, o programa geral de assistência deve concentrar-se em selectivos planos de desenvolvimento em áreas que ofereçam mais incentivos para que as pessoas tenham famílias menos numerosas. Em muitos casos será preciso realizar pesquisas e programas experimentais que orientem subsequentes campanhas em maior escala. As áreas preferenciais incluem:
- Dar níveis mínimos de educação, especialmente às mulheres;
- Aumentar as oportunidades de trabalho, principalmente para as mulheres;
- Educar as novas gerações a desejarem famílias menos numerosas.”
“Como medidas para fazer com que os líderes dos países menos desenvolvidos compreendam mais as questões populacionais e reforcem o planeamento populacional nos planos de desenvolvimento nacional, devemos pôr em acção as recomendações que estão na Parte II, Secção VI, inclusive:
b) Preparar projecções do crescimento populacional para cada pais com analises da relação entre as tendências populacionais e o desenvolvimento económico e social de cada pais e discuti-las com líderes nacionais.
c) Oferecer mais programas de treinamento na área de economia demográfica para os funcionários mais importantes dos países menos desenvolvidos.
d) Planear programas para que os ministros e importantes funcionários de governo bem como líderes influentes da vida privada conheçam pessoalmente a sede da ONU em Nova Iorque
e) Assegurar assistência aos líderes dos países menos desenvolvidos para incluírem as questões populacionais nos planos nacionais, particularmente quando esses planos se relacionam com os serviços de saúde, educação, recursos agrícolas, desenvolvimento, mercado de trabalho, distribuição equitativa da renda e estabilidade social.
f) Assegurar também assistência aos líderes dos países menos desenvolvidos para integrarem os programas populacionais e os programas de planeamento familiar nos grandes sectores do desenvolvimento: saúde, nutrição, agricultura, educação, serviços sociais, sindicatos trabalhistas, actividades feministas e programas de desenvolvimento comunitário.
h) Dar assistência principalmente aos programas de desenvolvimento das regiões rurais.
“Para assegurar os outros das nossas intenções devemos mostrar o nosso ênfase no direito de cada pessoa e casal determinar livremente e de maneira responsável o número e o espaçamento dos seus filhos e no direito de terem informações, educação e meios para realizar isso, e mostrar que nós estamos sempre interessados em melhorar o bem-estar de todos.”
“Recomendamos mais ênfase nos meios de comunicações de massa, nas técnicas de comunicação mais modernas e em outros programas de incentivo e educação populacional da ONU e USA. É preciso dar mais prioridade aos programas de informação de planeamento familiar no mundo inteiro.”

“O principal factor que está a influir na necessidade de matérias-primas não agrícolas é o nível de actividade industrial, regional e mundial. Por exemplo, os EUA, com 6% da população do mundo, consomem aproximadamente um terço dos recursos mundiais. A necessidade de matérias-primas, diferente da necessidade de alimentos, não tem ligação directa com o crescimento populacional. A actual escassez e elevados preços da maior parte das matérias-primas são consequências principalmente do aumento e desenvolvimento das regiões industrializadas nos anos de 1972 e 1973.
“Todos os casais e indivíduos têm o direito humano básico de decidir com liberdade e responsabilidade o número e o espaçamento dos seus filhos e o direito de terem informações, educação e meios para realizar isso.”
“As mulheres têm direito a completa participação no processo de desenvolvimento, particularmente por meio de participação imparcial na vida educacional, social, económica, cultural e política. Além disso, deve-se aplicar as medidas necessárias para facilitar essa participação, mostrando que as responsabilidades da família devem ser assumidas igualmente tanto pelo homem como pela mulher.”
“Algumas recomendações mais importantes:
1. Os governos devem integrar as medidas e programas populacionais em abrangentes planos e programas sociais e económicos, e essa integração deve aparecer nas metas, meios e organizações de planeamento dentro do país. Deve-se formar um grupo que cuide das questões populacionais e colocá-lo num elevado nível da estrutura administrativa nacional.
3. Deve-se dar máxima prioridade à redução da mortalidade e morbidez e ao aumento da expectativa de vida, e os programas nesse sentido devem alcançar as regiões rurais e os grupos não privilegiados.
30. A meta do planeamento familiar e dos serviços relacionados deve ser impedir as gravidezes indesejadas e também eliminar a esterilidade ou sub-fecundidade involuntárias, a fim de possibilitar aos casais terem o número de filhos que desejam.
6. Os sectores assistenciais, os assistentes sociais e os canais não-governamentais devem ser usados para ajudar a prestar serviços de planeamento familiar.
7. Os governos com programas de planeamento familiar precisam considerar a necessidade de coordená-los com os serviços de saúde e outros serviços que tenham como objectivo elevar a qualidade de vida.
8. Os países que desejam fazer algo sobre os níveis de fertilidade precisam de dar prioridade aos programas de desenvolvimento e aos planos de educação e saúde que têm efeito decisivo nas tendências demográficas, inclusive a fertilidade. A cooperação internacional deve ter como prioridade ajudar esses programas nacionais, os quais poderão incluir: redução na mortalidade infantil; mais educação, principalmente para as mulheres, melhoria na condução das mulheres, reforma agrária e apoio à velhice.
9. Os países que acham que as suas taxas de natalidade são prejudiciais aos seus objectivos nacionais são convidados a estabelecer metas quantitativas e pôr em execução programas para realizá-los até 1983.
30. Os países desenvolvidos devem ser estimulados a desenvolver políticas apropriadas para as questões da população, consumo e investimentos, tendo em mente a importante necessidade de melhorar a igualdade internacional.
12. Os governos devem assegurar a total participação das mulheres na vida educacional, económica, social, e política dos seus países, em igualdade de conduções com os homens.
130. Para garantir as informações necessárias sobre as tendências populacionais, os censos populacionais devem ser realizados em intervalos regulares e as informações sobre os nascimentos e mortalidade devem ser apresentadas, pelo menos, uma vez por ano.
17. Dar treinamento de modo interdisciplinar, para os profissionais da saúde, médicos, paramédicos, pessoas encarregadas de executar programas, importantes funcionários governamentais e líderes sociais, comunitários e trabalhistas, para que saibam conduzir os programas populacionais. Devem empreender-se programas de educação e informação que levem as informações sobre a questão populacional a todas as regiões dos países”.
“As seguintes áreas parecem conter significativas possibilidades de contribuir para reduzir a fertilidade, as quais são discutidas nas secções subsequentes:
- dar níveis mínimos de educação, principalmente às mulheres;
- reduzir a mortalidade infantil;
- aumentar as oportunidades no mercado de trabalho, especialmente para as mulheres;
- criar um sistema de previdência social;
- adoptar planos de desenvolvimento que façam com que o crescimento dos rendimentos favoreça os pobres, principalmente planos de desenvolvimento rural que se concentre na pobreza rural;
- ter como prioridade educar e ensinar sistematicamente a próxima geração a desejar famílias menos numerosas.”
“Sem melhores garantias de que não haverá falta de alimentos, os problemas levarão a possíveis conflitos e levarão as pessoas a querer famílias mais numerosas como meio de garantir a sua futura segurança económica, anulando assim as campanhas de controle populacional e os programas de desenvolvimento.”
“Os EUA fortaleceram a sua credibilidade como defensores da redução do crescimento populacional explicando que, embora não tenham nenhuma política de planos populacionais escrita, os EUA têm uma legislação, políticas do Executivo e decisões de fórum que equivalem a uma política nacional e que o nosso nível de fertilidade nacional já está abaixo do nível de substituição e provavelmente chegará a uma população estável no ano 2000.”
“É vital que a campanha para desenvolver e fortalecer o envolvimento de líderes dos países menos desenvolvidos não seja vista por eles como uma política dos países industrializados para se utilizar de recursos e impedir e reduzir o poder dos países desenvolvidos. O aumento de tal consciência poderia gerar um ataque sério, que seria prejudicial à causa da estabilidade populacional. Por isso, os EUA e outros países “ricos” devem tomar cuidado para que as políticas que eles advogam para os países menos desenvolvidos sejam aceitas dentro de seus próprios países (isso pode requerer debate e declaração publica das políticas que pretendemos). E, naturalmente, os próprio líderes dos países em desenvolvimento devem, sempre que possível, usar a sua posição de liderança política.”
“Os EUA podem ajudar a diminuir as acusações de motivação imperialista por trás do seu apoio aos programas populacionais, declarando reiteradamente que tal apoio vem da preocupação que os EUA têm com:
a) o direito de cada casal escolher com liberdade e responsabilidade o número e o espaçamento dos seus filhos e o direito de eles terem informações, educação e meios para realizar isso;
b) o desenvolvimento social e económico fundamental dos países pobres nos quais o rápido crescimento populacional é uma das causas e consequência da pobreza generalizada.”
“O consenso é que os cinco factores seguintes contribuem profundamente para o declínio da fertilidade: educação, principalmente das mulheres; redução da mortalidade infantil; oportunidades para as mulheres no mercado de trabalho; previdência social (a fim de dissipar o conceito de que os filhos são garantia de um futuro económico); e a correlativa igualdade na distribuição da renda e no desenvolvimento rural. Há vários outros factores, apurados em pesquisas, análise histórica e experiência, que também têm efeito na fertilidade, inclusive o adiamento do casamento e pagamentos directos (inclusive financeiros) para os que aceitam o planeamento familiar.”

“3. Aumentar as oportunidades no mercado de trabalho, principalmente para as mulheres
Debate
O emprego é a chave para o aumento da renda... As boas oportunidades de trabalho fazem com que os pais limitem o tamanho da sua família e invistam no bem-estar dos filhos que têm. A condução e a utilização das mulheres nas sociedades dos países subdesenvolvidos são de extrema importância na redução do tamanho da família. Para as mulheres, o emprego fora do lar oferece uma alternativa para um casamento e maternidade precoces, e incentiva a mulher a ter menos filhos após o casamento... As pesquisas, mostram que a redução da fertilidade está relacionada com o trabalho da mulher fora do lar... A melhoria da condução legal e social da mulher dá às mulheres maior voz nas decisões que elas tomam sobre as suas vidas, inclusive o tamanho da família, e pode dar oportunidades alternativas à maternidade, reduzindo assim os benefícios de ter filhos”.
“Recomendações
1. A AID deve buscar oportunidades de ajudar os programas nacionais de desenvolvimento económico, a fim de aumentar o papel das mulheres no processo de desenvolvimento.
2. A AID deve rever os seus programas de treinamento e educação a fim de providenciar para que esses programas dêem igual acesso às mulheres.
3. A AID deve aumentar os cursos pré-vocacionais e vocacionais a fim de envolver as mulheres de modo mais directo na aprendizagem de ofícios que possam aumentar a sua renda e conduções na comunidade (isto é, funções paramédicas relacionadas com o fornecimento de serviços de planeamento familiar).
4. A AID deve encorajar o desenvolvimento e a colocação de mulheres dos países menos desenvolvidos como integrantes importantes nas tomadas de decisão nos programas de desenvolvimento, particularmente nos programas que tenham como objectivo aumentar o papel das mulheres como produtoras de bens e serviços, e por outro lado, melhorar o bem-estar das mulheres (isto é, os programas nacionais de crédito e financiamento, e os programas nacionais de saúde e planeamento familiar).
30. A AID deve encorajar, onde for possível, a activa participação das mulheres no mercado de trabalho a fim de promover salário igual para trabalho igual, iguais benefícios e iguais oportunidades de emprego.
6, A AID deve continuar a rever seus programas e projectos a fim de observar o seu impacto sobre as mulheres dos países subdesenvolvidos e ajustá-los, conforme for necessário, para que promovam maior participação das mulheres - particularmente aquelas das classes mais baixas - no processo de desenvolvimento.”
“Muito pouca atenção é dada à educação populacional e à educação sexual nas escolas, e na maior parte dos países nenhuma atenção é dada a essa questão nas primeiras séries, as quais são tudo o que 2/3 a 3/4 das crianças conseguem alcançar. Contudo, é fácil de ver que as campanhas de controle da natalidade dirigidas aos adultos, mesmo com o máximo de êxito, farão com que eles aceitem a contracepção para reduzir a natalidade só ao nível do desejado tamanho da família - e as pesquisas sobre atitudes, práticas e conhecimentos mostram que essa media de tamanho desejado é de 4 ou mais filhos. A grande necessidade é convencer as massas da população que é para seu benefício individual e nacional ter, em média, só 3 ou então dois filhos.”
“Recomendação
Para que a AID estimule campanhas especificas a fim de desenvolver meios de educar as crianças de idade escolar primaria a abraçar o ideal da família de dois filhos e para que a UNESCO seja solicitada para tomar a liderança mediante educação formal e informal.
Recomendações gerais para os órgãos da ONU
Quanto a cada uma das seis categorias acima, o Estado e a AID devem realizar campanhas especificas para fazer com que a ONU, a OMS, a OIT, a FAO, a UNESCO, a UNICEF e a UNFA tomem papel de liderança nos órgãos ligados à ONU com mais programas e campanhas, citando o Plano Mundial de População.
“Além de criar o clima para o declínio da fertilidade, conforme indicado numa secção anterior, é indispensável fornecer técnicas eficientes e seguras de controle da fertilidade”
“1- Sistema de Distribuição Integrada:
Este meio envolve o fornecimento de planeamento familiar juntamente com os serviços de saúde e/ou nutrição, principalmente mediante programas dirigidos pelo governo. Há claras razões estratégicas que mostram que esses serviços devem ser prestados de forma integrada. Bem poucos países subdesenvolvidos têm os recursos, em termos de finanças e pessoal especializado, para ajudá-los a desenvolver cada tipo de serviço para os 83% da sua população. Ao combinar vários serviços num só sistema de distribuição, eles poderão conseguir o máximo de impacto com poucos recursos.
Finalmente, prestar serviços de planeamento familiar dentro de programas de serviços de saúde de maneira mais ampla ajudaria os EUA a combater a acusação ideológica de que os EUA estão mais interessados em limitar o número de pessoas dos países menos desenvolvidos do que no seu futuro e bem-estar.”
http://vida.aaldeia.net/relatoriokissinger.htm
O relatório “NSSM200”, foi implementado em 1975 durante a presidência Ford e desclassificado finais de 1989, ou seja, os EUA através das instituições da ONU e ONGs, de modo a garantir a credibilidade do relatório, levaram 13 a 14 anos a promover a sua política populacional a nível internacional e de repente é desclassificado, porquê?
- Porque durante este tempo, o programa já atingiu maturidade e estatuto, para promover-se a si próprio sem gastar dinheiro em campanhas mundiais.
- Porque os efeitos da implementação do programa está a ser moroso e não está a surtir os efeitos desejados. Neste caso, será necessário acelerar o processo e para isso vai ser necessário implementar outra forma de luta.
E qual será a outra forma de luta?
Uma forte crise económica e utilização dos alimentos como arma.
A crise económica mundial nos países desenvolvidos, parece a meu ver um forte contraceptivo, juntamente com o “codex alimentarius”, para eliminação de parte da população.
No terceiro mundo, (utilização dos alimentos como arma), implementação de culturas tóxicas “transgénicas”, que gera dependência, morrendo a população mais carenciada de fome e a restante morrerá envenenada ao consumir diariamente os mesmos transgénicos, como base de alimentação.
Além de tudo o que foi aqui referido, a homossexualidade, está a dar um imenso contributo significativo para a diminuição da população mundial, principalmente nos países desenvolvidos.
Associações e Organizações gays, que lutam por direitos legais, principalmente casamento e adopção de crianças, multiplicam-se por toda a parte e o que antigamente era visto com pudor pela sociedade, agora é encarada com naturalidade, porquê?
Os mídia, tiveram um importantíssimo papel activo e fundamental, através da divulgação de filmes e telenovelas, onde o tema é abordado com naturalidade, em cenas homossexuais explícitas, cobertura televisiva e noticiosa a paradas gays e outros acontecimentos deste tipo, entrevistas em televisão e revistas, onde os artistas e celebridades, são evidenciados muitas das vezes mais pelas suas preferências sexuais do que propriamente pelo seu talento artístico, a colocação de homossexuais em programas públicos de grande audiência .
Antigamente os homossexuais eram tímidos e inibidos, muitos constituíam família e tinham filhos, as suas tendências sexuais eram exercidas na clandestinidade, outros tinham problemas de definição, mas devido ao factor moral, optavam por constituir família, poucos eram os homossexuais assumidos.
Nos dias que correm, esta onda gay está a fazer com que todos estes casos assumam a sua homossexualidade, evitando assim a constituição de família.
A contribuição dos órgãos de informação de todo o mundo e o elevado número de homossexuais assumidos, principalmente nos países desenvolvidos, continua a aumentar em número significativo nas camadas jovens, leva-me a crer em conspiração, resultante principalmente das hormonas de crescimento adicionadas às rações animais, segundo as normas Europeias, que são ingeridas pelo ser humano através do consumo de carne e pelo excesso de esteróides ou anabolizantes, produtos de fácil acesso no mercado, usado pelos atletas para melhorar o seu desempenho no desporto, principalmente culturistas.

- IMPLEMENTAÇÃO FORÇADA DA ESTERILIZAÇÃO:
Ao longo destes anos, a implementação da política preventiva de controlo de natalidade das associações internacionais encabeçadas pela ONU, tem actuado de modo sinistro e criminoso nos países do terceiro Mundo, aproveitando-se da miséria e ignorância das populações mais desfavorecidas. O curioso é que os órgãos de comunicação internacionais nunca fizeram cobertura a estes casos mediáticos, as notícias surgem através de jornalistas de algumas fontes de informação locais .
-Exemplo de dois casos em países da América Latina
PERU

O maior crime da administração Fujimori continua sem grande repercussão e sem punição dos responsáveis: uma política eugenística que provocou a esterilização forçada de mais de 300 mil mulheres, evidentemente pobres e indígenas
Françoise Barthélemy
Hayllacocha. Uma comunidade indígena situada nos pampas de Laguna, a cerca de cinquenta quilómetros de Cuzco. Terras do altiplano andino que o camponês trabalha segurando, à mão, a lâmina do arado puxado por um touro. Numa das cabanas cobertas de palha, voltando da chacra – a chácara onde cultiva trigo, milho e batata – encontra-se uma mulher corajosa, com as mãos deformadas pela artrite: Hilaria Supa Huamán.
Em 1991, Hilaria estava entre as fundadoras da Federação Camponesa das Mulheres de Anta, uma província de cerca de 80 mil habitantes, em sua maioria, rurais. Três anos mais tarde, ela se tornaria secretária-geral e foi nessa condição que participou, em 1995, da IV Conferência da Mulher, em Pequim. Na oportunidade, discutiu com o presidente Alberto Fujimori: “Ele começou a falar de um programa de saúde, de planeamento familiar, que queria lançar. Eu respondi: ‘Tudo bem, desde que os maridos e as mulheres decidam em conjunto.’ ‘Claro que sim’, respondeu ele.”
Alguns meses depois, bastante pressionada pela enfermeira do vilarejo e sem ter recebido informações detalhadas, Hilaria foi submetida a uma cirurgia na região abdominal da qual se recuperou com dificuldade: “Eles te insultam e dizem: ‘Quer parir filhotes que nem os porcos? Teu marido vai ficar com raiva se você não fizer nada!’ Depois, dizem que você logo ficará boa. Não é verdade. Externamente, a cicatriz sara rapidamente, mas internamente, não, porque o nosso trabalho é muito duro”. Não foi só ela a sofrer as sequelas. Uma amiga, mãe de família e moradora em Mollepata, confessou-lhe que se sentia “muito fraca”. Também ela passara por uma ligação das trompas.
Foi nessa época que notícias preocupantes começaram a surgir de várias comunidades –vaciná-las, eram conduzidas à sala de cirurgia, onde eram anestesiadas. Uma a uma, saíam do lugar ainda atordoadas. Mais tarde, compreenderiam – sob um choque terrível – que tinham sido esterilizadas, que jamais poderiam voltar a ter filhos.
Juntamente com outras mulheres, Hilaria Supa decidiu denunciar o caso publicamente, o que lhe valeu ser afastada da direçcão da Federação Camponesa. Segundo as mulheres operadas, as represálias foram armadas pelo ginecologista Washington Ortiz – que permanece no cargo até hoje –, o qual tentou persuadi-las a voltarem atrás em sua açcão judicial. Mas o movimento de protesto se alastrou: “Nossos representantes, tanto em termos da comunidade, quanto da região, denunciaram a prática de esterilizações forçadas”, lembra Rosas Beltrán, prefeito da cidade de Anta e dirigente da Rede de Municípios Rurais do Peru. “Com a ajuda da Defensoria do Povo de Cuzco, organizamos uma resistência e uma ajuda às vítimas."
No dia 8 de Setembro de 2001, menos de um ano depois que Alberto Fujimori, deposto pelo Parlamento, fugisse e se refugiasse no Japão, o ministro da Saúde, Luis Solari, criou uma Comissão Especial para apurar as actividades do programa de Anticoncepção Cirúrgica Voluntária (ACV). Quatro pessoas foram encarregadas de conduzir a pesquisa: o doutor Juan Súccar, presidente da comissão, a doutora Maita García Trovato, presidente da Associação Nacional dos Médicos Católicos do Peru, a antropóloga Esperanza Reyes e Hilaria Supa Huamán.
Naquele mesmo mês de Setembro, o Congresso designou uma comissão parlamentar para avaliar as “irregularidades” ocorridas no âmbito do programa ACV durante o governo de Fujimori. À frente da comissão estava Hector Chávez Chuchón, deputado pela Unidade Popular (UP, conservadora) e presidente da Federação dos Médicos da região de Ayacucho, Andahuaylas e Huancavelica.
Em Julho de 2002, as pessoas indicadas pelo Ministério da Saúde tornaram público um “Relatório Final” de 137 páginas, onde se constata que, entre 1995 e 2000, 331.600 mulheres foram esterilizadas, enquanto 25.590 homens haviam sido submetidos a uma vasectomia. “Essas pessoas foram envolvidas”, destaca o relatório, “seja por meio de pressões, de chantagem ou de ameaças, seja por meio da oferta de alimentos, sem que fossem devidamente informadas, o que as impediu de tomarem uma decisão com real conhecimento de causa.”
http://diplo.uol.com.br/2004-06,a928
COLÔMBIA
Bogotá, 17 Abr. 05 / 01:14 p.m. (ACI)
A imprensa local denunciou a maciça esterilização de mulheres pobres colombianas estimulada por governos regionais, com o fim de limitar os nascimentos em Cúcuta, fronteira com Venezuela, a Roncesvalle, Tolima perto de Bogotá.
Segundo uma denúncia jornalística, muitas mulheres que vão aos postos médicos, não sabem que são esterilizadas. As autoridades têm como meta ligar as trompas a centenas de mulheres para evitar o crescimento demográfico da região.

O Bispo de Cúcuta, Dom Oscar Urbina, denunciou que este tipo de plano é normalmente inaceitável “O respeito da vida é um valor fundamental no Evangelho e na Constituição”, disse o Bispo e assegurou que a Igreja não se pronunciou antes sobre o tema, porque não o que acontecia na região.
Para Don Urbina, o plano “ não tem justificação legal, nem moral “, pediu às autoridades respeitar a responsabilidade primária da família e que em nenhum caso recorram a métodos que não respeitem a pessoa.
Segundo a Prefeitura, há lugares aonde vêem mães solteiras que mantêm mais de dez filhos “ A solução não é operar, é gerar emprego para os necessitados “, adicionou Don Urbina.
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=2802
Nestes dois casos tal como nos restantes casos existe cumplicidade entre as autoridades locais e as organizações internacionais, as autoridades locais são corrompidas pelos organismos internacionais, que levam os seus intentos à força. Apenas a Igreja Católica é o único poder político-religioso, com força para fazer frente e cada vez mais se verifica a tentativa de descredibilizar a Igreja Católica (o que actualmente não é difícil), pelos Órgãos de Comunicação Mundiais, através de casos de pedofilia dentro da própria Igreja, na confrontação de assuntos delicados como aborto, contraceptivos, casamento gay, onde a sua posição quer seja a favor ou contra é sempre acompanhada por descontentamento popular e outras situações.

GUERRA BIOLÓGICA E AMBIENTAL
HIV AIDS

Uma mentira bilionária e assassina

Nos dias 22 e 23 de Junho de 1989, foi realizado, no Minascentro, em Belo Horizonte, o 4º Seminário Internacional sobre AIDS. Especialistas dos EUA, da França e do Brasil apresentaram os seus conceitos para três mil pessoas, entre profissionais ligados à área e curiosos. O Prof. Peter Duesberg foi a grande atração do Seminário, por defender a tese de que o HIV não é o responsável pela AIDS.

Segundo o professor Duesberg, a AIDS é provocada por um desgaste excessivo do organismo, proporcionado por comportamento que degrada a saúde e causa a deficiência de imunidade. Com exceção dos hemofílicos, que adquirem a imunodeficiência por hereditariedade, os homossexuais, prostitutas, presidiários, pessoas do meio artístico etc., estão coerentemente vinculados a um “grupo de risco”, por terem, em comum, maus hábitos comportamentais em relação à saúde, podendo levá-los a adquirir a AIDS. Porém, a doença não é contagiosa e evolui espontaneamente para a cura, com a simples inversão desses hábitos, afirma Duesberg. Segundo ele, existe uma indústria da AIDS que, além de impedir a divulgação da verdade, alimenta o terror pela doença com a intenção de ampliar a venda de seus produtos.

No Domingo anterior ao evento, o programa Fantástico, da rede Globo, apresentou uma reportagem sobre o Prof. Duesberg e sua teoria, na qual ficava clara a intenção de desacreditá-lo perante a opinião pública brasileira, o que, com certeza, deu resultado, considerando o ar de cepticismo que pairava sobre a platéia lotada do Minascentro enquanto o cientista expunha os argumentos da sua tese.

Outro facto curioso ocorrido durante o Seminário foi a repentina mudança de opinião do Prof. da Faculdade de Medicina da USP, Ricardo Veronesi. No primeiro dia, ele defendeu ferrenhamente as idéias do Prof. Duesberg, citando a questão judicial entre EUA e França (os norte-americanos não queriam registrar os testes franceses), como uma evidência da existência da indústria da AIDS. Chegou também a acusar nominalmente Robert Gallo, descobridor do HIV, de ter montado um laboratório para lucrar com a venda de kits de teste. Já no segundo e último dia do Seminário, o Prof. Veronesi praticamente chamou o Prof. Duesberg de louco. Disse que ele já estava "queimado" nos EUA e que, se não cedesse, ficaria desacreditado perante a comunidade científica brasileira.

Alemão radicado nos Estados Unidos, biólogo molecular da Universidade da Califórnia, o Prof. Peter Duesberg era considerado pelos seus colegas, um dos maiores virologistas do mundo e foi eleito, em 1986, para uma selecta cadeira na Academia Nacional de Ciências Americana. No ano seguinte, após tornar pública a sua tese, perdeu a dotação da verba de pesquisador emérito (da ordem de 500 mil dólares anuais) e colocou em risco a sua reputação e carreira. Actualmente, passa metade do ano na Alemanha e, apesar de ter perdido o financiamento para as suas pesquisas, conta com o apoio de mais de 600 cientistas de vários países (inclusive o de Kary Mullis, Prémio Nobel de Química em 1993), que acreditam não existirem provas suficientes para atribuir a causa da AIDS a um vírus.

O Prof. Duesberg mantém as mesmas posições em relação à sua tese, desde o final dos anos 80 e possui hoje uma página na internet (www.duesberg.com). Em parceria com o seu colega David Rasnick, publicou um artigo na revista Continuum, em 1997, onde ambos afirmam que as drogas anti-HIV, como o AZT, prejudicam a reprodução das células do sistema imunológico — o que explica o facto de pessoas com imunodeficiência não evoluírem para a cura espontânea e o de portadores do HIV, que também consomem esses medicamentos, desenvolverem a síndrome. Ou seja, para eles, os remédios anti-HIV representam “AIDS por prescrição médica”.

O livro "AIDS — Verdade e mito, histórias e factos", do Dr. Jacyr Pasternak, mostra estudos que comprovam a veracidade da tese do Prof. Duesberg, de que a teoria do vírus é uma farsa inventada e mantida, até hoje, por cientistas ligados a laboratórios multinacionais. A história da AIDS, conforme o livro, começa em 1981, quando o Dr. Gottlieb, de Los Angeles, passou a observar um considerável número de ocorrências de pneumonia grave, fatais, aliadas a um câncer dos vasos sanguíneos que parecia atingir exclusivamente homossexuais masculinos e, em particular, uma subpopulação desse grupo, denominada fast lane. Os homossexuais desse grupo chegavam a ter de mil e quinhentos a dois mil parceiros por ano, o que representa, no mínimo, 4 a 5 relações sexuais por dia.

Considerando o desgaste das excessivas relações sexuais (ainda maior no caso homossexual), aliado aos hábitos deploráveis desse grupo em relação à saúde (vida nocturna, má alimentação, uso de drogas injectáveis, álcool, cigarro, etc.), pode-se deduzir a que lastimável estado de degradação física chegavam essas pessoas e o quanto estavam debilitados os seus sistemas imunológicos. Muitos chegavam à fase terminal sem se absterem de seus hábitos.

Outro quadro de deficiência imunológica foi observado em indivíduos da população subnutrida da África e do Haiti. Casos de imunodeficiência, juntamente com a doença que a acompanhavam, eram facilmente diagnosticados, por apresentarem sinais e sintomas típicos e, na maioria das vezes, mesmo na fase aguda, evoluíam para a cura espontânea, com ou sem qualquer tratamento.

Esses relatos fazem parecer óbvio que a síndrome de deficiência imunológica era causada por um desgaste excessivo do organismo, provocado por hábitos que degradam a saúde, ou um “problema comportamental”, termo usado pelo Prof. Duesberg. Todavia, como conta o Dr. Jacyr Pasternak: “naquele momento ninguém sabia muito bem qual a causa da moléstia” (isso é incrível!), então, continua ele, “o Center for Disease Control (órgão de vigilância epidemiológica americano) convoca os seus pesquisadores e demais sumidades interessadas no assunto, tentando juntar as informações e coordenar as pesquisas”. Será que, dentre essas “demais sumidades interessadas no assunto”, estariam os laboratórios multinacionais? Haveria, para eles, algum interesse financeiro por uma doença que acabava se resolvendo sozinha, por meio, basicamente, de hábitos saudáveis, sem o uso de medicamentos? Vale a pena lembrar que a indústria química, graças principalmente ao ramo de produção de medicamentos, ocupa hoje o primeiro lugar em facturamento anual entre as demais indústrias do mundo. Mas, voltando à história, foi no fim de 1983 que, quase ao mesmo tempo, pesquisadores franceses e o grupo do Dr. Robert Gallo, dos Estados Unidos, “inventaram” o vírus da AIDS. Pouco depois, surgem os kits de testes, o AZT e outros medicamentos que dão início à indústria da AIDS.

São mais de 20 anos de controvérsias, que propiciaram a formação de uma fortuna incalculável e que causaram milhares de mortes.

Actualmente, pouco ou nada mudou. As controvérsias perduram e quase nenhuma informação verdadeira chega ao alcance da opinião pública mundial, que convive com o espectro da AIDS e acredita na tese dominante — uma mentira bilionária e assassina. Diante do impasse, profissionais inescrupulosos buscam justificativas paliativas que mantêm vivo o empreendimento. Apesar de existirem 4.000 casos registrados de AIDS sem a presença do vírus HIV, Avidan Neumann, cientista israelense, chama o Prof. Duesberg de anacrônico e diz que, hoje, quando o RNA (código genético) do vírus é encontrado no organismo, a doença está detectada, podendo iniciar-se o tratamento.

Em Julho de 2000, o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, promoveu um debate, em Durban, sobre o HIV como causa da AIDS. O Prof. Duesberg foi convidado para discutir a sua teoria com mais 30 cientistas e conseguiu convencer o promotor do evento, que acompanhou as explanações dos participantes. Com isso, o Presidente sul-africano deixaria de comprar e economizaria dez mil dólares/pessoa/ano em medicamentos anti-HIV, que seriam fornecidos para as mulheres grávidas do seu país — dá para imaginar, rapidamente, a cifra total dessa economia. Três meses depois, foi realizada a 13ª Conferência Internacional sobre AIDS, na própria África do Sul, onde cerca de 5.000 cientistas de 80 países assinaram uma declaração reafirmando a tese de que a AIDS é causada por vírus. A pressão política foi grande e o governo sul-africano acabou permitindo que alguns hospitais passassem a oferecer drogas anti-AIDS para as gestantes.

A revista “Super Interessante” (dez/2000) publicou uma matéria sobre a polémica causada pela tese do Prof. Duesberg na comunidade científica mundial. Porém, na realidade, a tese de que a AIDS não é causada por vírus raramente é comentada, o assunto parece ser proibido no meio jornalístico, tornando surpreendente até mesmo o facto de terem libertado a publicação dessa tímida reportagem na revista.

A indústria da AIDS movimenta mais de 2,5 biliões de dólares por ano, só nos Estados Unidos. Por mais que se possa tentar reduzir o valor do cálculo do lucro desse mercado no plano mundial, ele poderá parecer absurdo. Seria mais fácil acreditar na exorbitância do valor da soma, se for considerado que a indústria da AIDS comercializa os seus produtos, na maioria das vezes, directamente com órgãos de governos. Em países como o Brasil e até mesmo em alguns do 1º mundo, onde a corrupção impera, é pouco provável que algum político queira apoiar uma tese científica que possa abalar esse lucrativo negócio, ou que sobreviva no cargo, caso tente. No exemplo citado, da África do Sul, membros do Ministério da Saúde e até Nelson Mandela pressionaram e conseguiram mudar a decisão do presidente Mbeki, de não comprar medicamentos anti-HIV. Talvez nem mesmo Fidel Castro, acostumado a combater forças poderosas e a lidar com todo o tipo de represálias, estivesse disposto a enfrentar esse império bilionário.

Na comunidade científica, não é difícil avaliar como e até onde a indústria da AIDS exerce influência, tendo em vista os relatos históricos, o boicote ao Prof. Duesberg e a discriminação aos seus colegas, defensores da sua tese, rotulados de “rebeldes da AIDS”. Difícil é entender como, diante de tantas evidências de uma causa comportamental, pessoas com conhecimento sobre o assunto possam acreditar na contraditória teoria que diz ser a AIDS causada por vírus.

Qual é o grau de comprometimento dos cientistas com os laboratórios multinacionais? E das universidades? E dos médicos, do mundo inteiro? Onde está a ética? Falta coragem, como a que teve o Prof. Duesberg? Bem, diante de um poderio de centenas de biliões de dólares, uma das boas respostas poderia ser a do virologista americano Dr. Robert Gallo, um dos “inventores” do HIV, quando questionado sobre a polémica: “A teoria defendida pelo meu ex-colega Duesberg não vale a pena ser discutida”.

Recentemente, o Jornal Nacional, da rede Globo, veiculou uma reportagem (na verdade, um comercial), divulgando dados que apresentam a AIDS como a doença que, actualmente, mais causa a morte de mulheres no Brasil. A ganância dos empresários multinacionais, a corrupção política e da mídia não são novidade, mas quando índices mostram números, como o de 3 mil mulheres brasileiras mortas pela AIDS por ano, o problema ultrapassa o limite da indignação e se torna assombroso. Principalmente considerando-se que a maioria dessas mortes são causadas pelos medicamentos anti-HIV, que bloqueiam o sistema imunológico e que são prescritos pelos próprios médicos, sem necessidade. O facto de ser hemofílico, uma pequena baixa no sistema imunológico ou um teste positivo de HIV (não se deve esquecer quem fabrica os kits de teste) é o suficiente para a pessoa se transformar em um consumidor desses caríssimos medicamentos que proporcionarão a sua morte, convenientemente confirmando a fatalidade da doença.
http://forum.hardmob.com.br/archive/index.php/t-351829.html

GRIPE DAS AVES, GRIPE SUÍNA E TAMIFLÚ
Pandemia ou Paranóia (Gripe das Aves)!
O Negócio do Medo!
Tamiflu, Donald Rumsfeld (Secretário da Defesa Norte-Americano) e o negócio do medo
(Extracto do editorial do nº 18 (Abril 2006) da revista Discovery DSALUD (http://www.dsalud.com/ ) o editorial pode ser lido aqui, ou, traduzido, em "Para Consumo da Causa", com o título: O negócio do Medo)
* Sabia que o vírus da gripe das aves foi descoberto há 9 anos no Vietnam?
* Sabia que desde então morreram apenas 100 pessoas em todo o mundo durante estes 9 anos?
* Sabia que os americanos foram quem informou da eficácia do TAMIFLU (antiviral humano) como preventivo?
* Sabia que o TAMIFLU apenas alivia alguns sintomas da gripe comum?
* Sabia que a sua eficácia no tratamento da gripe comum está sendo questionada por grande parte da comunidade científica?
* Sabia que, perante um suposto vírus mutante como o H5N1, o TAMIFLU apenas aliviará alguns sintomas?
* Sabia que a gripe das aves até ao momento apenas afecta as aves?
* Sabia quem comercializa o TAMIFLU? Laboratórios ROCHE.
* Sabia a quem comprou a ROCHE a patente do TAMIFLU em 1996? À GILEAD SCIENCES INC.
* Sabia quem era o presidente da GILEAD SCIENCES INC. E seu principal accionista? DONALD RUMSFELD, actual Secretário da Defesa norte-americana.
* Sabia que a principal base do TAMIFLU é o anis estrelado?
* Sabia quem é que detém 90% da produção desta árvore? São os Laboratórios ROCHE.
* Sabia que as vendas do TAMIFLU passaram de 254 milhões em 2004 para mais de 1.000 milhões em 2005?
• Sabe quantos milhões mais pode ganhar a ROCHE (e Rumsfeld e os outros) nos próximos meses se continuar este negócio do medo? Muuuuitos milhões!
Ou seja, o resumo do negócio é o seguinte: os amigos do sr. Bush decidem que um fármaco como o TAMIFLU é a solução para uma pandemia que ainda não ocorreu e que causou 100 mortos no mundo inteiro desde há 9 anos.
Este fármaco não cura nem sequer a gripe comum.
O vírus não afecta o ser humano em condições normais.
Rumsfeld vende a patente do TAMIFLU à ROCHE e esta paga-lhe uma verdadeira fortuna.
A ROCHE adquire 90% da produção do anis estrelado que é a base do antiviral.
Os governos de todo o mundo ameaçados com uma pandemia, compram à ROCHE quantidades industriais desse produto (Portugal comprou, segundo disse o Ministro, 2 milhões de doses e o Brasil 9 milhões).
Nós acabamos por pagar o medicamento e Rumsfeld, Cheney e Bush fazem um belo negócio...
Apesar disto, a doença dum pato, na Turquia, é notícia de destaque, nos OCS… Assim como a morte dum gato, na Alemanha… em detrimento de problemas e carências que matam, a sério.
Mas há mais coisas que você tem o direito de saber (todos têm o direito de saber)…
Como por exemplo o conteúdo deste post, publicado em 2005/11/21, intitulado: Tamiflu Mata, Aspartame Envenena…
Ou este, publicado em 2005/10/14, intitulado: Pandemia de Gripe das Aves…
Ou mais este, publicado em 2005/30/06, com o título: Vacina para a Gripe das Aves…
Como por exemplo que os “efeitos secundários” do Tamiflu não são para brincadeira
Como se refere neste post publicado em 2005/10/24, intitulado: A Propósito De Pandemias…
Que cita uma notícia, da imprensa, nomeadamente do jornal “Metro”, relatando casos de morte, estados de alucinação e loucura, provocados pelo Tamiflu, por exemplo: “a morte de 12 crianças no Japão que estavam a ser medicadas com Tamiflu e ainda o suicídio de dois jovens norte-americanos que apresentaram alterações do comportamento”.
Ou ainda: “a morte, no Japão, de 12 crianças que tomaram Tamiflu foi anunciada nos Estados Unidos. De Março a Abril de 2005, foram comunicadas as mortes de oito crianças. Mais quatro óbitos foram depois identificados durante outras investigações, elevando o seu total a 12", lê-se no relatório da FDA a ser apresentado hoje.Também a Agência Europeia do medicamento (EMEA) declarou ontem que estava a vigiar os eventuais efeitos secundários do Tamiflu, depois de ter sido alertada para casos de suicídio de adolescentes...Uma actualização do relatório, pelo pessoal da FDA, inclui também a notícia de 32 "casos neuropsiquiátricos" associados ao Tamiflu, em que quase todos, à excepção de um, são pacientes japoneses. Esses casos incluem delírio, convulsões, alucinações e encefalite.” Uma notícia publicada afirma que nos EUA, foi proibido o uso de Tamiflu em aves de capoeira.
Porém, nos OCS, as notícias absurdas e mistificadoras permanecem, como por exemplo as "preocupações" da OMS com a "gripe das aves". Sim porque a OMS não tem mais nada com que se preocupar.
tags: gripe suina, tamiflu
http://desconfiado.blogs.sapo.pt/495.html


DR. LEONARD HOROWITA denuncia Vírus Fabricado em Laboratório

O Dr.Horowita denuncia a origem do vírus “A”, que na verdade é uma recombinação de três letais vírus: Gripe aviária (H5N1), gripe espanhola (H1N1) e uma variação humana da gripe suína.

Surto da gripe mexicana de 2009:
( Relatório especial pelo Dr. Leonard Horowita do Pirates of DNA)

Este é um boletim extraordinário sobre a nova gripe que dizem que veio do México para os Estados Unidos, enquanto estou transmitindo, as acções da Novavax subiram limites recordes em razão das várias mortes pela gripe no México e implica uma rede anglo-americana de engenheiros genéticos numa conspiração para cometer genocídio.
O Doutor James S. Robertson, renomado bioengenheiro de vírus de gripe da indústria de vacinas e um fervoroso promovedor de fundos do governo dos EUA, para contratos de bio defesa, juntamente com o Centro de Controle de Doenças, o ”CDC”, ajudaram a Novavax de Betersda, no Mayland a produzir recombinados genéticos modificados das gripes: Suína, aviária e espanhola os H5N1 e H1N1, quase idênticos ao inédito vírus do México, que agora se espalhou nos Estados Unidos.
O vírus foi programado à precisão, para promover novas investigações da empresa e uma enorme quantidade de contratos de stocks. Este surto foi especialmente programado para promover essas novas investigações e contratos para uma enorme quantidade de stocks.
Os cientistas da CDC, também estão envolvidos em colaborações e publicações, envolvendo contratos privados com a Novavax, uma companhia que obtém os denominados “biosimilares”, através do director da sucursal do CDC, Ruben O`Dons e o Dr. Rick Braight, que já trabalhou anteriormente com O`Dons no CDC e que agora é vice-presidente da Novavax, nos programas globais para a gripe, evidências desta conspiração para provocar duplicidade mortal na indústria de vacinas, incluindo os indicadores genéticos nos novos vírus de gripe que agora está se espalhando do México para os EUA.
O Vírus é genéticamente diferente das gripes tipicamente humanas de meia estação H1N1, que tem circulado pelo mundo nos últimos anos e como cita a Reuters, as afirmações de oficiais dos governos:

“O novo vírus da gripe contém DNA típicos da aviária, suína e humana, incluindo elementos do vírus suíno da Europa e Ásia”.


Esta é uma descrição sintomática ou diagnosticada de um vírus que provém do círculo de amigos do Dr. Robertson, nenhum outro grupo no mundo, pega frangos infectados com o H1N5 da Ásia e traz para a Europa, extrai o DNA, combina as proteínas com as do H1N1 e as cepas isoladas da gripe espanhola de 1918 e em seguida mistura com os genes da gripe Suína e em seguida fazem uma engenharia inversa para afectar os humanos.
O produto final que a Reuters descreve, só pode ir para o México, via Estados Unidos, vindo da Grã-Bretanha, sob encargo do CDC.
Ruben O`Dones do CDC, teve que os ter enviado à Novavax, onde a equipa de Braight, agora envolvidos em uma conspiração para cometer genocídio, numa matança indiscriminada, apenas por lucro. Há muito que explicar, um relatório preliminar da Novavax para uma revista de virulogia com co-autores do CDC de Altanta, foi publicado em online, no exacto momento que, oficiais mexicanos começaram a informar os casos dessa nova estranha gripe, que é claramente um recombinado sem antecedentes, de pelo menos 3 tipos de vírus.
A vacina da Novavax, foi convenientemente preparada sob uma validação da CDC, via rápida no processo de aprovação,especialmente usando essas 3 cepas, nunca vista antes em humanos, no México e na verdade em nenhum lugar do mundo, assim, a probabilidade estatística de que este vírus tenha vindo dessa empresa de experts, é extremamente alta, alternativamente antecipando os argumentos de que alguns vírus tenham chegado ao México por um acaso e justamente nesse momento da história económica da Novavax, é ridiculamente remota. Os interesses científicos, corporativos e financeiros desses doutores, é uma evidência criminosa a mais aterradora evidência contra as vacinas Novavax – Robertson, à parte de Robertson ser o aval para acordos multibilionários de vacinas para a gripe, é a influência que Robertson tem sobre a Agência Europeia de Medicina
(EMEA), uma corporação laranja, com experts laranjas, a serviço da União Económica Europeia e especialmente interesses da indústria farmacêutica.
Dr. Robertson é o principal pesquisador da Divisão de Virologia e do Instituto Nacional de Controle Biológico o “NIBSC”, o equivalente na Inglaterra ao “USFDA”.
Durante um encontro em Abril de 2006, para a discussão da padronização das vacinas da gripe com o apoio da OMS, foi revelado que o NIBSC, estava envolvido em testes sorológicos de ensaios de vacinas, a preparação e distribuição do vírus da gripe para fabricantes de vacinas e a coordenação e selecção na EU de cepas de vírus para serem usados em vacinas e mais, participantes revelaram que, o EMEA persuade a fabricantes de vacinas a contarem com pandemias e para que invistam em vacinas para pandemias com a introdução de “arquivos modelos”, que resumindo quer dizer:
Novos laboratórios com vírus de gripe, desenhados biologicamente, também denominados como “biosimilares”.
O EMEA usa regularmente adicionais como incentivo para atrair mais negócios sob alegações de biodefesa. O Dr. Robertson, titular dos direitos de propriedade intelectual da tecnologia genética usada para produzir o H5N1 e o H1N1 dos arquivos modelos usados justamente para a produção das vacinas da Novavax. Renunciaram à sua propriedade tecnológica, somente durante a fase de investigação da empresa com a garantia de reembolso quando a vacina for comercializada e o acordo de comércio material, cobrem a transferência destes biosimilares à Novavax e se espera que retorne em milhões de dólares, quando a vacina for comercializada e vendida aos governos do mundo.
A promoção e comercialização da vacina da Novavax, é promovida amplamente baseada na mídia, ao vender instigar o medo da gripe aviária espanhola e suína. Nunca antes deste surto, foi identificado um vírus que combinasse as 3 cepas mais terríveis.
As mortes do México, são evidências de criação de laboratório, especialmente a Novavax ou de seus parceiros do CDC e NIBSC, que mantêm incentivos multibilionários.
As simultâneas publicações profissionais da empresa nos grandes meios de comunicação, realização e comercialização do produto,evidenciam motivos financeiros para cometer duplicidade na indústria de vacinas e saúde pública, acompanhado de um massacre geral.
Dias atrás oficiais do CDC, manifestaram uma série de preocupações com essa nova cepa, de vir a causar uma pandemia mortal sem revelar seu óbvio conhecimento de que o surto dessa cepa teria que ter vindo dos materiais usados nos estudos em cooperação com a Novavax.
Os interesses corporativos científico e financeiro, evidenciam mal versões criminais, matando dezenas por duplicidade e publicidade na saúde pública, aumentando a possibilidade de comercialização das novas vacinas. É melhor descrito como homicídio em série ou genocídio avançado, defenido como matança massiva de pessoas por puro lucro.
A prova mais aterradora contra o Dr. Robertson e a sua equipa de investigação da EU, além de ser o avalista e promovedor de acordos multibilionários de vacinas para stock e além do facto que seus colaboradores foram apanhados em flagrante aqui, pela ciência séria e o senso comum e é uma postura já sedimentada, acreditada de que é prudente “preparar” as populações mundo afora, para viroses que ele e seus amigos é que estão criando .
Este alerta veio em 27 de Abril de 2006, em um artigo científico onde o Dr. Robertson e membros de seu grupo de trabalho na OMS, recomendam seus “biosimilares”, que deveria ser usados para “preparar” a população em caso de uma pandemia antes que alcançasse o Reino Unido e outros países. Em outras palavras, os doutores que têm a responsabilidade mundial sobre doenças infecciosas, já tinham decidido libertar seus bichinhos entre a população desavisada antes do advento da ameaça de surto. E, finalmente gostaria de alertá-los que os riscos a longo prazo de que o governo compre e as pessoas aceitem as vacinas para a gripe que ainda não foram comprovadas, mesmo assim, a indústria e governos controlados por corporações, declaram a guerra contra a biologia e desencorajam alternativas verdes às vacinações, tais como os avanços hydrosols (tipo de ervas destiladas), por exemplo o Oxysilver de nano dimensão e anti-microbiano, que acrescentado ao oxigénio da água, entra, faz seu trabalho, sai e praticamente não causa risco para o corpo, é muito mais barato do que as vacinas. Não haveria necessidade de contaminar o corpo das pessoas e meio ambiente com metais pesados como o mercúrio “as vacinas contêm mercúrio na fórmula e podem provocar autismo, etc.” e o alumínio ou sofrer efeitos secundários das vacinas e antibióticos, se os oficiais de saúde pública promovessem os novos poderosos, protectores e curadores hydrosols de prata.




http://oresgate.com/2009/05/11/gripe-das-aves-dos-porcos-virus-de-laboratorio/
HOLOCAUSTO MEIO – AMBIENTAL

Introdução - Este Holocausto Ambiental, assenta nas bases do relatório da “Iron Mountain”, de 1967, como sendo uma realidade credível e eficaz, como ”inimigo externo”, para impulsionar as nações do mundo, à criação de um Governo Mundial.
Em 1970, três anos depois da publicação do relatório, o Conselho das Relações Exteriores (EUA), publica uma série de artigos, descrevendo o Holocausto Ecológico, que o Mundo iria enfrentar.
As primeiras medidas adaptadas por George Kennan ( Diplomata, cientista político e historiador norte americano), para evitar esta catástrofe, foi o apelo à consciencialização da população mundial, considerando esta ameaça mundial de tal magnitude que põe em perigo toda a forma de vida da Terra.
Para manter a credibilidade, foi criada uma campanha mundial de sensibilização, mais por políticos e mídia, do que propriamente cientistas, baseando-se no aquecimento global, que é uma realidade. Ellen Goodman colunista do “Boston Globe”, escreveu: Os que negam o aquecimento global, estão a par dos que negavam o Holocausto.
Só que é um fenómeno natural e não uma questão política ou moral. Basearam-se na temperatura dos últimos 14 anos, tendo o 2005 como o ano mais quente e não sobre o consenso científico do aquecimento deste último século.
As consequências concebidas de um aquecimento global, tem sido largamente divulgadas a todas as gerações a nível mundial, reflectindo-se principalmente na educação dos nossos filhos, de modo a acreditar num suposto sem que possamos questionar.
“O aumento da temperatura média anual, que se está a fazer sentir em todo o Mundo, vai provar um aumento significativo de desertificação e uma maior quantidade de ciclones, tornados, furacões, erupções vulcânicas, sismos, provocando milhares de mortes e desalojados”.
“O Árctico, está sofrendo um rápido degelo, se continuar a este ritmo, o nível médio das águas do mar, subirá 6m em meados deste século, muitos países ficarão inundados, dando origem a milhões de desalojados e consequentemente, fome, doenças e epidemias.”
A realidade é que todas estas consequências têm partido de uma incógnita e um suposto.
Al Gore, recebeu uma nomeação para um Gramy e para o prémio Nobel da Paz, por uma película de (vazios e mentiras), baseado nesta incógnita e neste suposto, converteu-se numa figura revolucionária que quer salvar o planeta, o qual está certo, mas não menciona que o resgate da Terra, não inclui o Homem.
Aurelio Pecci, fundador do “Clube de Roma”, em 1991, dentro do círculo da elite mundial, ao procurar um “novo inimigo”, que unisse a população mundial, para a criação de um Governo Mundial, ocorreu-lhe a ideia, de que a contaminação, o risco do aquecimento global, os problemas ecológicos, todos estes perigos são causados pela intervenção do Homem.

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O PROTOCOLO DE KYOTO
Introdução – O Protocolo de Kyoto, é um instrumento internacional, ratificado em 15 de Março de 1998, que visa reduzir as emissões de gases poluentes. Estes, de acordo com o que nos ensinaram, são responsáveis pelo efeito estufa e aquecimento global. O Protocolo de Kyoto, entrou oficialmente em vigor no dia 16 de Fevereiro de 2005, após ter sido discutido e negociado em 1997, na cidade de Kyoto (Japão).
Dificuldades encontradas - O maior problema enfrentado para a implementação do Protocolo de Kyoto foi que, para o documento se tornar num regulamento internacional, o acordo precisava da adesão de um grupo de países que, juntos, seriam responsáveis por pelo menos 55% das emissões de gases tóxicos. Os Estados Unidos, responsáveis por mais de 35% das emissões de gases, negavam-se a participar do acordo, sem que fossem feitas alterações nas medidas exigidas pelo protocolo e em 2001, se retiraram definitivamente das negociações. Apesar de existir o Protocolo de Kyoto, ele só foi implementado de facto em 2004 com a adesão da Rússia, segundo maior emissor de gases nocivos responsáveis pelo efeito estufa, atingindo assim a percentagem 55% de países poluentes. O acordo começou a valer em Fevereiro de 2005.
Objectivos – No documento, há um cronograma em que os países, são obrigados a reduzir em 5,2%, a emissão de gases poluentes, entre os anos 2008 e 2012 (primeira fase do acordo). Os gases citados no acordo são: dióxido de carbono, gás metano, óxido nitroso, hidrocarbonetos fluorados, hidrocarbonetos perfluorados e hexafluoreto de enxofre. Estes três últimos são eliminados principalmente por indústrias.
A emissão destes poluentes, deve ocorrer em vários sectores económicos e ambientais. Os países devem colaborar entre si, para atingirem as metas. O protocolo sugere acções comuns, como por exemplo:
- aumento do uso de fontes de energias limpas (biocombustíveis, energia eólica, biomassa e solar);
- protecção de florestas e outras áreas verdes;
- optimização de sistemas de energia e transporte, visando o consumo racional;
- diminuição das emissões de metano, presentes em sistemas de depósitos de lixo orgânicos;
- definição de regras para a emissão dos créditos de carbono (certificados emitidos quando há a redução da emissão e gases poluentes.
Créditos de carbono - Os créditos de carbono são uma espécie de moeda que se pode obter em negociações internacionais por países que ainda desconsideram o efeito estufa e o aquecimento global. Esses créditos, são adquiridos por países que têm um índice de emissão de CO2 reduzidos, através deles fecham negociações com países poluidores. A quantidade de créditos de carbono recebida
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:38 am

Polémica - Não foram só os americanos que se negavam a assinar o acordo. Países como Austrália e Canadá também não aderiram e a Rússia somente assinou o acordo após descobrir que com a adesão, eles poderiam usá-la como moeda de troca para conseguir ingresso na Organização Mundial do Comércio (OMC).
Os motivos principais questionados por países que não aderiram ao protocolo é que, pelo documento, apenas os países mais ricos e industrializados seriam obrigados a reduzir as emissões, enquanto que países em desenvolvimento não teriam nenhuma obrigação. Pelo acordo, países como o Brasil, Índia e China, que também emitem grandes quantidades de gases poluentes, não seriam obrigados a cumprir nenhuma meta de redução de gases. Assim, é compreensível que países ricos sejam contrários às medidas impostas pelo protocolo.
Paralelamente ao Protocolo de Kyoto os americanos criaram um programa não obrigatório para sua própria indústria, denominada Iniciativa Céu Limpo, pelo qual, incentivos fiscais seriam oferecidos às empresas que reduzissem 3 tipos de gases, não incluso o gás carbónico. O facto do plano americano não incluir o gás carbónico é que, segundo eles, o efeito do gás carbónico ainda não foi comprovado cientificamente como responsável pelo efeito estufa.
Pelo protocolo, os seguintes países estão obrigados a reduzir a emissão de gás carbónico: Alemanha, Austrália, Áustria, Bielorrússia, Bélgica, Bulgária, Canadá, Comunidade Europeia, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Estónia, Federação Russa, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Japão, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Noruega, Nova Zelândia, Países Baixos, Polónia, Portugal, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, República Checa, Roménia, Suécia, Suíça, Turquia e Ucrânia.
Conclusões – Os especialistas em clima e meio ambiente, esperam que o sucesso do Protocolo de Kyoto, possa diminuir a temperatura global entre 1,5 e 5,8ºC, até ao final do séc. XXI. Desta forma, poderá se evitar as catástrofes climáticas de alta intensidade, que eles prevêem para o futuro, como se a Terra fosse estática e não dinâmica.
Os EUA, o país precursor desta catástrofe ambiental, não assinou o protocolo, porque no fundo está mais preocupado com a saúde das suas indústrias, consequentemente a sua economia do que com o ambiente e criaram um programa paralelo, que não lhes causa grande transtorno económico, para poderem demonstrar ao mundo a sua preocupação evitando assim a indignação.
A Austrália e o Canadá, não aderiram porque sabem perfeitamente que estas medidas são unicamente para travar o desenvolvimento económico, sobretudo a industrialização.
A Rússia, apenas assinou mediante chantagem internacional.
Este sistema de créditos, favorece apenas o mercado e não propriamente o meio ambiente. Pois, estes créditos dá direito aos países poluidores o direito de continuarem a poluindo se pagarem pelos créditos que a priori possui cota de mercado limitada.
Por outro lado, o sistema de créditos de carbono dá aos países menos poluidores o incentivo para que continuem o processo de valorizar o meio ambiente e em troca melhorar sua economia, já que este sistema é altamente rentável aos países que o adere.

http://www.suapesquisa.com/geografia/protocolo_kyoto.htm
http://www.brazuka.info/protocolo-de-kyoto.php
http://www.brasilescola.com/geografia/creditos-carbono.htm
AGENDA 21 - GLOBAL
Introdução - A Agenda 21, é um plano de acção para ser adoptado global, nacional e localmente, por organizações do sistema das Nações Unidas, governos e pela sociedade civil, em todas as áreas em que a acção humana impacta o meio ambiente. Constitui-se na mais abrangente tentativa já realizada de orientar para um novo padrão de desenvolvimento para o século XXI, cujo alicerce é a sinergia da sustentabilidade ambiental, social e económica, perpassando em todas as suas acções propostas.
Contendo 40 capítulos, a Agenda 21 Global foi construída de forma consensual, com a contribuição de governos e instituições da sociedade civil de 179 países, em um processo que durou dois anos e culminou com a realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD), no Rio de Janeiro, em 1992, também conhecida por ECO-92.
Além da Agenda 21, resultaram desse mesmo processo quatro outros acordos: a Declaração do Rio, a Declaração de Princípios sobre o Uso das Florestas, a Convenção sobre a Diversidade Biológica e a Convenção sobre Mudanças Climáticas.
O programa de implementação da Agenda 21 e os compromissos para com a carta de princípios do Rio foram fortemente reafirmados durante a Cúpula de Joanesburgo, ou Rio + 10, em 2002.
A Agenda 21 traduz em acções o conceito de desenvolvimento sustentável.
A Comunidade Internacional concebeu e aprovou a Agenda 21 durante a Rio 92, assumindo, assim, compromissos com a mudança da matriz de desenvolvimento no século XXI. O termo "Agenda" foi concebido no sentido de intenções, desígnio, desejo de mudanças para um modelo de civilização em que predominasse o equilíbrio ambiental e a justiça social entre as nações.
Além do documento em si, a Agenda 21 é um processo de planeamento participativo que resulta na análise da situação actual de um país, estado, município, região, sector e planeia o futuro de forma sustentável. E esse processo deve envolver toda a sociedade na discussão dos principais problemas e na formação de parcerias e compromissos para a sua solução a curto, médio e longo prazos. A análise do cenário actual e o encaminhamento das propostas para o futuro devem ser realizados dentro de uma abordagem integrada e sistémica das dimensões económica, social, ambiental e político-institucional da localidade. Em outras palavras, o esforço de planear o futuro, com base nos princípios da Agenda 21, gera inserção social e oportunidades para que as sociedades e os governos possam definir prioridades nas políticas públicas.
É importante destacar que a Rio 92 foi orientada para o desenvolvimento, e que a Agenda 21 é uma Agenda de Desenvolvimento Sustentável, onde, evidentemente, o meio ambiente é uma consideração de primeira ordem. O enfoque desse processo de planeamento apresentado com o nome de Agenda 21 não é restrito às questões ligadas à preservação e conservação da natureza, mas sim a uma proposta que rompe com o desenvolvimento dominante, onde predomina o económico, dando lugar à sustentabilidade ampliada, que une a Agenda ambiental e a Agenda social, ao enunciar a indissociabilidade entre os factores sociais e ambientais e a necessidade de que a degradação do meio ambiente seja enfrentada juntamente com o problema mundial da pobreza. Enfim, a Agenda 21 considera, entre outras, questões estratégicas ligadas à geração de emprego e renda; à diminuição das disparidades regionais e inter-pessoais de renda; às mudanças nos padrões de produção e consumo; à construção de cidades sustentáveis e à adopção de novos modelos e instrumentos de gestão.
Em termos das iniciativas, a Agenda 21 não deixa dúvida. Os Governos têm o compromisso e a responsabilidade de deslanchar e facilitar o processo de implementação em todas as escalas. Além dos Governos, a convocação da Agenda 21 visa mobilizar todos os segmentos da sociedade, chamando-os de "actores relevantes" e "parceiros do desenvolvimento sustentável".
Essa concepção processual e gradativa da validação do conceito implica assumir que os princípios e as premissas que devem orientar a implementação da Agenda 21 não constituem um rol completo e acabado: torná-la realidade é antes de tudo um processo social, no qual todos os envolvidos vão pactuando paulatinamente novos consensos e montando uma Agenda possível rumo ao futuro que se deseja sustentável.
http://www.semarh.se.gov.br/qualidadeambiental/modules/tinyd1/index.php?id=22
A versão integral da Agenda 21, encontra-se publicada para efeitos de consulta em:
http://www.ecolnews.com.br/agenda21/index.htm
Agenda 21- Global “Os verdadeiros objectivos”
Os objectivos da Agenda 21, estão relacionados com a prioridade da Terra, (que está acima da sobrevivência dos Seres Humanos). O prazo concedido a todos os países do Mundo para implementar a “Agenda 21” é até 2012.

A UICN “União Internacional para a Conservação da Natureza”, que não fazia parte da ONU quando esta foi criada, é uma organização de assessoria científica para as Nações Unidas, cujo objectivo é a implementação de programas de gestão do meio ambiente. No caso dos EUA:
“Iniciativa para o Património dos Rios Americanos”;
“Iniciativa da água potável”;
“Programa de protecção das espécies ameaçadas”,
E todas as normas de regulamentação da Agenda de protecção ao Meio Ambiente e outros projectos considerados fundamentais.
Foram revistos os direitos de propriedade, de modo a dizer que os direitos não são absolutos, não são imutáveis, não são inabaláveis, ao contrário da Constituição e da Declaração de Independência. São uma complexa e dinâmica combinação de acordos entre duas ou mais partes em um determinado espaço ou intervalo de tempo.
Perante esta realidade, a UICN invoca que os direitos da natureza prevalecem sobre tudo e todos, fundamentando-se no valor intrínseco dos animais, plantas, rios, montanhas, ecossistemas, em lugar de uma base de valor gerenciado em benefício dos Seres Humanos. Por outras palavras: a Natureza acima de tudo, a necessidade da natureza está acima das necessidades das pessoas. Num contexto religioso, denomina-se de panteísmo.
A crença que o Mundo e a Natureza é Deus, vindo a defenir que as pessoas são membros de uma comunidade material, igual aos seres Humanos, “vivos e não vivos”.
Eles criaram uma verdadeira caça às bruxas, como consta no relatório da “Iron Mountain”, apontam os Seres Humanos como a causa de todos os problemas que se estão propagando pelo Mundo, incluindo o aquecimento global.
A Agenda 21, diz que cada país estabelecerá seu próprio conselho nacional para a fiscalização da implementação da Agenda 21.
-Mijail Gorbachov, explicou em entrevista:
- “Estamos escrevendo os novos dez ou quinze mandamentos, em substituição dos anteriores – não eram os dez mandamentos”.
-Pensais que estou mentindo?
- Não são: não mentirás, não roubarás, não codificarás….!
-Porque te direi que esta gente nos está mentindo, estão em pleno processo de roubar às nações os seus recursos naturais e codificar tudo o que temos”.
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Um dos objectivos da Agenda 21 é acabar com a classe média, vão concentrar as pessoas em grandes centros urbanos, em programa de crescimento compacto, racionalizando os bens essenciais, de modo a evitar acumulação de riqueza, com sistemas de vigilância, tendo como finalidade o controle da procriação, da educação de nossos filhos e travar qualquer iniciativa de revolução popular. As Organizações Internacionais vão expropriar ou congelar, recursos e bens (riquezas), nacionais ou particulares, de interesse estratégico em prol do ambiente, enquanto a economia fica estagnada com a implementação do Protocolo de Kyoto, e a prova disso, é o seguinte:
Os objectivos da Agenda 21, estão unicamente relacionados com a prioridade da Terra em prol do Homem e no interesse de alguns “experts”.
O Homem encontra-se praticamente cercado e prisioneiro entre: Por um lado, as reservas agrícolas, as reservas florestais, ecossistemas terrestres, etc., se foge para outro lado, a protecção dos Rios e Oceanos, a protecção das orlas marítimas, ecossistemas marinhos, etc., como se isto não chegasse, se olhar para cima depara-se com a protecção da camada de Ozono. Esta é a verdadeira “Realidade”.
- Onde e como o Homem ficará prisioneiro!?...
Eles também desenvolveram um plano, que a própria Agenda 21 contempla, quando fala na irradicação da pobreza e do melhoramento das condições de vida e saúde da população Mundial e também indicam o modo como vão executar esse plano, criar escolas, dar formação às crianças para não tocarem no ambiente e serem elas próprias a fiscalizar. Melhorar as redes de saneamento, principalmente nos grandes centros urbanos e criar novas infra-estruturas de saneamento básico (rede de águas e esgotos), promover a construção de habitação social para pessoas necessitadas, melhorar as redes públicas de transportes e promover empregos. O que quer dizer por outras palavras que vão tentar aglomerar a população Mundial em grandes centros urbanos e em aldeias agrícolas por força das necessidades, é uma mega operação camuflada.
Na Agenda 21, não existe o planeamento de zonas por explorar reservadas aos recursos de riquezas dos subsolos, o planeamento apenas é efectuado à superfície terrestre, a única alusão que a Agenda 21 faz, é que os recursos do subsolo são limitados, ou seja são considerados reservas, por outras palavras os países não são donos dos seus próprios recursos, mas como as leis não são imutáveis, estes recursos só podem ser explorados com o consentimento da Entidade Mundial reguladora do programa da Agenda 21, que determina depois de negociar com o país, quando e como vai ser explorado esses recursos ou seja os países não são mais donos das suas próprias reservas e riquezas.
A Agenda 21 evoca o Homem como se este dependesse apenas da agricultura, exploração florestal, criação de gado, etc. Como se vivessemos num Mundo rural e não industrial, mas isso tem a sua razão de ser porque com a história do efeito estufa e da protecção da camada de Ozono, está-se a travar a industrialização e com isso o desenvolvimento económico dos países, mas a realidade é diferente, ironicamente, parece que na guerra do Afeganistão e na guerra do Iraque, os poços de petróleo que arderam e os milhares de toneladas de bombas que foram espoletadas, não provocou minimamente danos na camada de Ozono, e no aquecimento Global, tanto assim que já estão a preparar a guerra com o Irão. E por incrível que pareça, os famosos buracos na camada de Ozono, parece que desapareceram de repente, como por magia.
As contradições da Agenda 21, estão bem explícitas no documento, que fala na protecção da saúde humana, da natureza, protecção da biodiversidade da fauna e flora, principalmente das espécies em vias de extinção e a descontaminação dos solos, apelando à redução do uso de pesticidas e outros químicos, por outro lado, o mesmo documento considera relevante e útil a utilização da biotecnologia como solução que pode resolver certos problemas, promovendo a utilização dos organismos geneticamente modificados, cujo maior impacto é a agricultura transgénica, como já sabemos, a agricultura transgénica provoca uma maior contaminação dos solos, sobretudo devido à necessidade de emprego de pesticidas e mais potentes e em maior quantidade do que na agricultura tradicional, contaminação das espécies nativas, desertificação dos solos, riscos iminente para a saúde pública, dependência do agricultor das empresas da indústria da ciência da vida como a Monsanto, que fornece as sementes na condição de fornecer os pesticidas e obrigando os agricultores a pagar os Royalty “imposto sobre as sementes patenteadas”.
Actualmente já se produz a nível mundial sete vezes mais alimentos do que o necessário para abastecer a humanidade e com a protecção e a criação das chamadas reservas agrícolas, tal como é referenciado na Agenda 21 e estando a maior parte dos terrenos considerados no planeamento, aptos para a agricultura sem estarem semeados, os transgénicos não são necessários, trata-se apenas de negócios de biliões de dólares, que entram nestas incorporações, que por sua vez pertencem a estes “experts”.
Outro contra senso, é a protecção dos direitos de propriedade intelectual. Se uma descoberta trás benefícios para a humanidade e sendo este um programa de cooperação e benefício para a Humanidade “entre aspas”, não faz sentido haver protecção da propriedade intelectual. Por outras palavras, está-se a formar “Lobbies” das grandes incorporações que com estas directrizes querem patentear as suas descobertas tal como já acontece com a agricultura transgénica e no caso da saúde com a desculpa da irradicação das doenças, vão patenteando e vendendo medicamentos e vacinas a todos os países do mundo, adicionando mais uns biliões de dólares, num negócio mais lucrativo que a venda de armas e o mesmo se vai passar com as descobertas em outras áreas científicas.
A Agenda 21, também destaca a participação da mulher, invoca o papel da mulher como um dos elementos fundamentais no planeamento e na fiscalização do Ambiente. Isto nada tem a ver com os direitos da mulher, mas tem a sua razão de ser, a mulher psicologicamente, é aquela que mais se sensibiliza pelas causas do ambiente e que mais se deixa influenciar, ao mesmo tempo, é o elo de ligação da família e a que mais luta pela segurança familiar.

AQUECIMENTO GLOBAL
O aquecimento global, que é uma realidade, está sendo utilizado como “jogos de sangue”, referenciado no relatório da “Iron Mountain”, uma autêntica caça às bruxas, ao culpar o Homem como principal responsável, aproveitando-se da ignorância da Humanidade sobre este assunto.
Tal como já foi referido anteriormente, o aquecimento global é um fenómeno da natureza, não é uma questão política, nem religiosa.
A ciência não é exacta e neste caso todas as consequências futuras são todas suposições, baseadas em interesses e para aumentar mais a sua credibilidade, somos bombardeados continuamente por filmes, revistas, órgãos de informação, etc.
Se verificarmos por exemplo as medidas tomadas no Protocolo de Kyoto, contra a poluição atmosférica, verificamos que são vagas e sem resposta, apenas está a bloquear a industrialização e consequentemente o desenvolvimento dos países.
Por uma simples razão, o efeito estufa, parte do princípio que a Terra é estática, um suposto falso, todos sabemos que a Terra é dinâmica, logo, não se sabe quais as verdadeiras consequências. Por outro lado, apenas existe um consenso científico, que é “o aquecimento deste último século” e não dos últimos 14 anos, o que põe de parte o efeito da poluição atmosférica como factor determinante, indo contrariar a teoria.
Em relação ao Protocolo de Kyoto, a poluição continua, só que agora reveste-se de uma componente económica “créditos de carbono”, ou seja podemos pagar para poluir, que já não afecta o Ambiente. Estes jogos de créditos no fundo é um modo inteligente de incentivar os países pouco poluidores a colaborar e assinar o Protocolo na expectativa de dinheiro fácil.
A comunidade científica, tem permanecido em silêncio e estão divididos em relação a este assunto, só que o facto de se manterem silenciosos, dá a sensação que estão de acordo, mas não é o caso. Os apelos Internacionais da “Global Warming Petition”, estão sendo ignorados, esta petição está assinada por mais de 19000 profissionais e cientistas, que não estão de acordo com a ideia que nos estão incutindo sobre as alterações climatéricas.
Por outro lado, há testemunhos de cientistas que são obrigados a manter o silêncio, se falarem sobre as alterações climáticas e questionarem publicamente a sua existência através de instituições e organizações de contestação e outros órgãos de informação, estão sujeitos a serem baleados.

Amostras de gelo recolhidas a 2000m abaixo de sua superfície, permite-nos conhecer o ocorrido durante os últimos 160 mil anos.
A partir destas amostras, os cientistas crêem que na Gronelândia, durante o período Terciário, havia uma temperatura 1,5 graus mais quente que a média actual e já se demonstrou que as temperaturas que existiam há milhares de anos, antes do aparecimento do homem e dos gases de efeito estufa, eram maiores.
Em relação aos nossos dias, podemos concluir que entre 4000 e 2000 anos atrás, na época romana, a temperatura diminuiu 2,5 graus.
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CIENTISTAS DESCARTAM A MENTIRA DO AQUECIMENTO GLOBAL

por WorldNetDaily
A Conferência das Nações Unidas sobre alterações climáticas [1] , foi surpreendida pelos 650 lideres da ciência que refutam os relatórios apocalípticos sobre a culpabilidade humana no aquecimento global, considerando-os como uma mentira e um embuste que fazem parte de uma nova religião. [2]

Amanhã, as suas vozes serão conhecidas através do relatório da minoria do Senado dos EUA que cita estes cientistas, muitos dos quais são antigos e actuais colaboradores do IPCC que pertence à ONU [2]

Cerca de 250 dos cientistas citados no relatório [do Senado] passaram a fazer parte dos cientistas dissidentes só no ano passado.

De facto, o número total de cientistas referidos neste relatório é 12 vezes superior ao número de cientistas, colaboradores da ONU, que redigiram o relatório do IPCC, de 2007.

Eis alguns excertos escolhidos do relatório [do Senado]:
• "Eu sou céptico … O aquecimento global transformou-se numa religião" – Ivar Giaever , Prémio Nobel da Física.
• "Desde que deixei de fazer parte de qualquer organização e de receber algum financiamento [para investigação], falo com toda a franqueza … Como cientista continuo céptica" – Dra. Joanne Simpson , cientista da [Física da] Atmosfera, primeira mulher, a nível mundial, a receber o título de Ph. D. [Doutorada] em Meteorologia e ex-colaboradora da NASA, autora de mais de 190 estudos e designada como "pertencente aos mais proeminentes cientistas dos últimos cem anos".
• O pânico climático é o "maior escândalo científico da história … Quando as pessoas souberem qual é a verdade, elas ficarão decepcionadas com a Ciência e com os cientistas" – Dr. Kiminori Itoh , colaborador japonês do IPCC, galardoado como Ph. D. da físico-química ambiental.
• "O IPCC [2] ], actualmente, transformou-se numa organização fechada que não ouve mais ninguém. Não têm mentes abertas [os membros do IPCC] … Estou realmente espantado como foi atribuído o Prémio Nobel da Paz sobre conclusões cientificamente falsas que foram ditas por pessoas que não são geólogos" – Dr. Arun D. Ahluwalia , geólogo indiano da Universidade do Punjab, membro do comité da ONU do Ano Internacional do Planeta.
• "Os modelos [informáticos do clima] e as previsões do IPCC [2] ] são incorrectos porque se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados baseados em cenários que não incluem, por exemplo, a actividade solar" – Victor Manuel Velasco Herrera , investigador do Instituto de Geofísica da Universidade Autónoma de México.
• "É uma mentira descarada erguer a voz na comunicação social para afirmar que apenas uma franja de cientistas não reconhece o aquecimento global de origem antropogénica" – Stanley B. Goldenberg , cientista estatal da Hurricane Research Division , da NOAA - National Oceanic and Atmospheric Administration [equivalente ao Instituto de Meteorologia dos EUA].
• "Mesmo a duplicação ou a triplicação da quantidade de dióxido de carbono [na atmosfera] teria pouco impacto [climático], já que o vapor de água e a água condensada em partículas das nuvens [existentes na atmosfera] são e continuarão a ser dominantes na cena mundial [isto é, no estado do tempo e no clima a nível mundial]" – Geoffrey G. Duffy , Prof. do Departamento de Química e Engenharia de Materiais da Universidade de Auckland, Nova Zelândia.
• "Depois de ler o comentário asinino de Rajendra Pachauri (Chairman do IPCC) sobre os Flat Earthers [3] (ao considerar os cépticos como tal), é difícil manter-me calado" – Dr. William M. Briggs , estatístico do clima, especialista em previsões estatísticas, trabalha no Comité de Estatísticas e Probabilidades da Associação Americana de Meteorologia, editor associado da Monthly Review Weather
• "Quantos anos deve o planeta arrefecer até percebermos que ele não está a aquecer? Quantos anos mais deve continuar o arrefecimento do planeta [que entrou numa fase de arrefecimento depois de 1998, até nos inteirarmos disso]? – Dr. David Gee , geólogo, Chairman do Comité do Congresso Internacional de Geologia de 2008, publicou mais de 130 artigos científicos em revistas com revisão pelos pares, lecciona actualmente na Universidade de Uppsala, Suécia.
• "Gore incitou-me a [realizar] uma investigação científica profunda que me levou rápida e solidamente para o campo dos cépticos … Os modelos climáticos, na melhor das hipóteses, podem servir para explicar as alterações climáticas depois delas terem sucedido" [4] – Hajo Smit , meteorologista holandês, inverteu a sua crença no aquecimento antropogénico para se tornar num céptico, ex-membro do Comité Holandês junto do IPCC.
• "Muitos (cientistas) estão a tentar regressar a uma vida pacata (depois de promoverem o pânico climático) sem arruinar as suas carreiras profissionais" – James A. Peden , Físico da Atmosfera, ex-colaborador do Centro de Coordenação de Investigações Espaciais, em Pittsburgh, Pensilvânia.
• "É um perigoso disparate criar uma ideologia suportada no dióxido de carbono … O alarmismo actual das alterações climáticas é um instrumento de controlo social, um pretexto para grandes negócios e para o combate político. Transformou-se numa ideologia preocupante" – Prof. Delgado Domingos [Instituto Superior Técnico, Lisboa], Portugal, fundador do grupo de Previsão Meteorológica Numérica, tem mais de 150 artigos científicos publicados.
• "As emissões de CO 2 não causam absolutamente qualquer problema … Qualquer cientista sabe isso, mas não lhe pagam para dizê-lo … [A alguns pagam para dizer o contrário!] O aquecimento global, como veículo político, mantém os europeus sentados no veículo e os países em desenvolvimento a andarem descalços" – Dr. Takeda Kunihiko , vice-reitor do Instituto de Ciências e Tecnologia da Universidade de Chubu, Japão.
• "O alarmismo (do aquecimento global) tem a sua justificação no facto de que é algo que gera fundos [para investigação]" – Dr. Eduardo Tonni , Paleontólogo premiado, membro do Comité de Investigação Científica de Buenos Aires, chefe do Departamento de Paleontologia da Universidade de La Plata.
O relatório também inclui estudos científicos actuais, revistos pelos pares, refutando o medo do aquecimento provocado pelo homem e desenvolvendo conhecimentos climáticos que contradizem a [respectiva] teoria.

[1] Realizou-se em Poznan, Polónia, entre 1 e 13 de Dezembro de 2008.
[2] O autor refere-se aos relatórios do IPCC – Intergovernmental Panel on Climate Change e ao conjunto de políticos, ambientalistas e cientistas pouco sérios que tomaram conta do processo a nível internacional.
[3] Significado pejorativo para uma pessoa sem senso comum. " The idea of a flat Earth is the idea that the surface of the Earth is flat (a plane), rather than the view that it is a very close approximation of the surface of a sphere. This was a common belief until the Classical Greeks began to discuss the Earth's shape about the 4th century BC". – vide http://en.wikipedia.org/wiki/Flat_Earth .
[4] Nem para isso, já que não representam a realidade total do sistema climático. Só podem ser úteis parcelarmente, em previsões de alguns dias, ou em estudos muito segmentados. – NT.

O original encontra-se em http://www.worldnetdaily.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=83323 .
Traduzido por José C Lima, meteorologista amador.

Este texto encontra-se em http://resistir.info/ . nio.com.br/amazonia21/fo...
http://www.foragreenpeace.blogspot.com/

Quando a ecomentira do Aquecimento Global foi desmascarada pelas PETIÇÃO DO OREGON e PETIÇÃO DE HEIDELBERG?

A PETIÇÃO DE OREGON,
DO INSTITUTO DE CIÊNCIAS E MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE OREGON-EUA,
PRESIDIDA PELO EX-PRESIDENTE DA ACADEMIA NACIONAL DE CIÊNCIAS, DR. FREDERICK STEIZ, PROVA QUE O AQUECIMENTO GLOBAL ANTROPOGÉNICO É UMA CRIMINOSA FRAUDE!

Não há nenhuma evidência científica convincente que as emissões humanas de dióxido de carbono, metano, ou outros gases com efeito de estufa estejam a causar, ou venham a causar no futuro um aquecimento catastrófico da atmosfera ou uma perturbação no clima da Terra. Mais, há substancial evidência científica que um aumento do dióxido de carbono atmosférico produz efeitos benéficos acrescidos ao ambiente natural, favorecendo as plantas e os animais da Terra.”

P.S. A Petição do Oregon, reúne actualmente mais de 31 mil assinaturas (das quais 9 mil doutores), mas só pode ser assinada por licenciados, mestres ou doutores da área das ciências ou engenharias.
Nota: 11meses atrás à publicação deste site.
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080704122712AAr5crw

CLIMATEGATE ( Falsificação de dados)
Em entrevista a revista Nature o cientista Phil Jones, cujos e-mails roubados deram início a toda a onda recente de descrédito com relação às mudanças climáticas, fala abertamente sobre seus estudos e os relatórios do IPCC. A história já é conhecida, em novembro do ano passado mais de 1000 e-mails da Unidade de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, Reino Unido, foram hackeados e publicados em diversos blogs na Internet. O conteúdo dessas informações, algumas com o contexto alterado, causaram polêmica pela aparente falta de comprometimento científico com as pesquisas.
Existiam ainda indicações de manipulação de dados, censura e outros erros que prejudicaram a credibilidade da ciência por trás das mudanças climáticas. Agora, tudo o que é publicado sobre o fenómeno é questionado e dissecado, principalmente por céticos que vêem o aquecimento global como a maior fraude do século. Até mesmo o Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC) teve sua credibilidade posta em cheque e seu presidente, o indiano Rajendra Pachauri, segue sob risco de ter que abandonar o cargo.
Em uma tentativa de dar fim a toda a essa crise, o cientista climático Phil Jones, o mesmo que teve os e-mails roubados, concedeu nesta semana uma entrevista para a revista Nature onde defende sua posição e reafirma que devemos confiar na ciência por trás das mudanças climáticas.
Truque
No ponto mais polémico dos e-mails, Jones afirma “ter completado o truque de Mike (Michael Mann, autor do famoso gráfico em forma de taco de hockey que demonstra o aumento da temperatura ao longo do tempo) de colocar temperaturas reais a cada série de 20 anos para esconder um declínio”.
Segundo Jones, ele estava se referindo ao uso de medições reais para reconstruir as temperaturas, ao invés de usar dados de fontes secundárias, como troncos de árvores. Paleoclimatologistas afirmam que pela largura dos anéis dos troncos das árvores é possível calcular a temperatura de um determinado período. Porém, existe um problema, depois de 1960 começa a existir uma divergência entre os dados obtidos por essa técnica com as temperaturas realmente registradas. A causa para isso ainda é incerta e está sendo investigada.
Dessa forma, se os anéis de árvores não são confiáveis para medir a temperatura recente é provável que também não sejam para reconstruir o passado, o que afetaria a noção de que as temperaturas estão subindo, já que não haveria como ter certeza de como era o clima a centenas de anos atrás. Jones reafirma que isso não é verdade, porque existem outros métodos, como a observação de amostras de gelo dos pólos, que confirmam o crescente aquecimento e dão veracidade aos seus estudos e ao gráfico de Mann.
“Nós precisamos de mais reconstruções climáticas de diferentes partes do mundo. Por que essas mesmas pessoas que só criticam não fazem esses estudos para tentar provar seus pontos de vista?”, questiona.
IPCC
Algumas afirmações de Jones nos e-mails levantaram a polêmica de que possa existir censura nos relatórios do IPCC, que selecionaria apenas estudos que fossem alinhados com seus ideais. Jones se defende dizendo que os mesmos trabalhos que ele afirma que não deveriam fazer parte dos relatórios do IPCC acabaram sendo publicados.
“Os relatórios são avaliações e não uma coletânea. Então devem ser selecionados os trabalhos mais relevantes e não tudo o que se produz. Obviamente muita coisa fica de fora”, explicou.
Sobre todo o “climategate”, o grande temor de Jones é a perda da integridade do processo cientifico. Segundo ele é essencial que os pesquisadores climáticos defendam sua ciência. “Eu gostaria de ver a comunidade cientifica apoiar mais a ciência climática. Alguns até estão tentando, mas estão sendo sufocados”, concluiu.
http://www.tnsustentavel.com.br/noticia/2737/figura-central-da-questao-volta-a-se-defender-em-entrevista-para-a-revista-nature
O maior problema que está a surgir actualmente, não é o aumento de temperatura mas sim as alterações climatéricas em si, neve em estâncias balneareas, temperaturas altas em pleno Inverno, inundações alternadas com secas, enfim um sem número de acontecimentos, que a teoria do aquecimento global, não consegue explicar, mas talvez exista uma razão.

PROJECTO HAARP
( HIGH FREQUENCY ACTIVE AURORAL RESEARCH PROGRAM )
Introdução
O projecto HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program, Programa de Investigação de Aurora Activa de Alta Frequência) é uma investigação financiada pela Força Aérea dos Estados Unidos, a Marinha e a Universidade do Alaska para "entender, simular e controlar os processos ionosféricos, que poderiam mudar o funcionamento das comunicações e sistemas de vigilância".
O protótipo tinha 18 antenas, organizadas em três filas de seis antenas cada. Esta instalação inicial demandava 360 kW de potência, e transmitia a energia suficiente para os testes ionosféricos mais básicos. Na segunda fase foram instaladas mais 48 antenas, ordenadas em seis filas de oito antenas, com uma potência de 960 kW. Com esta potência, já era comparável a outros aquecedores ionosféricos. Esta fase foi utilizada para vários experimentos científicos que deram os seus frutos, e várias campanhas de exploração ionosférica durante vários anos. O desenho final de HAARP consta de 180 antenas, organizadas em 15 colunas de 12 unidades cada uma. Provém um ganho máximo estimado em 31 dB. Requer uma alimentação total de 3,6 MW. A energia irradiada é de 3981 MW (96 dBW). No verão de 2005, todas as antenas estavam já instaladas, mas ainda não se tinha transmitido à máxima potência.
Contudo, muitas coisas surpreendentes estão acontecendo por detrás desta simples investigação científica.
Localização
A HAARP situa-se próximo à Gakona, Alasca (lat. 62°23'36" N, long. 145°08'03" W), a oeste do Parque Nacional Wrangell-San Elias. Depois de realizar um relatório sobre o impacto ambiental, permitiu-se estabelecer ali uma rede de 180 antenas.
Para o escritor Dan Eden, a instalação de HAARP, localizada perto de Gakona, Alasca, não é o "real" projecto HAARP. Dan Eden, do website Viewzone, revelou que em 1998, foi convidado por dois homens, Dave e Jonas, que recentemente tinham sido dispensados da Marinha, a ir ao Alasca, a uma pequena cidade chamada Fox, tomaram trenós eléctricos ao longo do Rio Chatinaka, até chegar a uma zona militar de acesso restrita, como eles tinham a vantagem de estarem acima da área. Eden viu, uma área enorme, com mais ou menos uma milha quadrada, coberta com filas e filas de postes de metal - antenas e pequenos galpões rectangulares prateados, onde cabos negros se originavam, o número de antenas deveria ser de milhares. Os dois homens revelaram-lhe, que se tratava de uma instalação secreta da HAARP, isto, perto de Fairbanks, Alasca.
http://www.soartigos.com/articles/58/1/HAARP/Page1.html

História da HAARP
HAARP é baseada na patente americana de 1987 do físico Bernard J. Eastlund intitulada "Método e Aparelhagem para alterar a atmosfera, ionosfera e/ou magnetosfera em uma região da Terra" (US #4.686.605). A patente de Eastlund é baseada, em parte, nos trabalhos de Nikola Tesla, que foi o primeiro a sugerir que a RF [rádio frequência] poderia transmitir aproximadamente um watt por centímetro cúbico a qualquer ponto do planeta sem usar fios. Portanto, o poder [energia] pode ser gerado no solo e então enviado pelo ar às camadas superiores da atmosfera, milhas acima da superfície do planeta.•
Eastlund explicou a aplicação da sua patente, que por influenciar a ionosfera, os métodos de comunicação são interrompidos e assim o escudo de mísseis e a modificação do clima são possíveis. Sua segunda patente descreveu a reflexão de um segundo sinal, usando em bojo ionosférico previamente "aquecido", para locais distantes na superfície da Terra.•
Eastlund trabalhava com a companhia Atlantic Richfield, possuidora de uma reserva maciça de gás natural na inclinação norte do Alasca. ARCO comprou as duas primeiras patentes de Eastlund com o entendimento de que esta nova tecnologia tornaria possível para suas reservas naturais de gás serem exploradas, já que eram caras demais para serem conduzidas a partir do Alasca, o que se tornaria possível se elas fossem convertidas em energia eléctrica na inclinação norte, e então atirada para a ionosfera aquecida para os consumidores em locais remotos no globo, porque os "aquecedores" de Eastlund podem elevar a ionosfera da Terra, sua descoberta forneceu a habilidade de controlar o clima pela alteração dos padrões dos ventos da atmosfera superior. Isto é feito ao concentrar rádio transmissões de alta frequência na ionosfera, a elevando e aquecendo nas áreas localizadas, que então alteram os padrões do vento e por último, as condições climáticas.•
Infelizmente, os militares compraram as duas patentes de Eastlund da ARCO e entregaram-nas a Raytheon, um contratado militar. Assim não haverá uso civil para esta nova tecnologia.
De acordo com o gerente do programa, John L. Hecksher, do Laboratório de Phillips na Base da Força Aérea de Hanscom, Massachusetts, as aplicações militares em potencial desta pesquisa HAARP incluem o desenvolvimento de um detector de cruzeiro para projécteis e comunicação com submarinos para o Departamento de Defesa.
“Só que, o programa de trabalhos militares secretos, procura metas mais exóticas, como localizar fábricas de armas profundamente enterradas milhares de milhas -- E ALTERAÇÃO ATÉ MESMO DO CLIMA LOCAL SOBRE UM TERRITÓRIO DE INIMIGOS. Um documento interno de 1990, obtido por Ciência Popular, diz que as metas globais para os programas são as de controlar processos ionosféricos de um modo tal que melhore grandemente o desempenho do comando militar, CONTROLE, e sistemas de comunicações". E fornece uma descrição das aplicações seguintes:
• Injectar energia de frequência alta de rádio na ionosfera para criar uma grande frequência, extremamente baixa (ELF) utilizando as antenas para uma virtual topografia penetrante da Terra --perscrutando profundamente sob a superfície do chão, coleccionando e analisando ondas ELF reflectidas que se irradiaram de baixo acima.
• Aquecer as Regiões da ionosfera inferior e superior para formar Lentes "virtuais" e "espelhos" que possam reflectir uma grande faixa de frequências de rádio distante em cima do horizonte e descobrir projécteis de mísseis e aeronaves furtivas.
• Ondas de rádio ELF geradas na ionosfera para comunicação a grandes distâncias com submarinos profundamente submersos. E os documentos arquivados das patentes durante uma pesquisa de um esforço anterior que evoluiu mais adiante no programa HAARP esboçam as aplicações militares da tecnologia do aquecimento ionosférico.
• Criando uma "Protecção Global" completa que destruiria projécteis balísticos aquecendo demais os sistemas deles de orientação electrónica na medida em que voam por um poderoso campo de rádio-energia.
• Distinção entre as ogivas de combate nucleares e os chamarizes sentindo a composição elementar deles.
• MANIPULAÇÃO DO CLIMA LOCAL. Quando a instalação HAARP estiver construída completamente, vai incluir vários sensores e sistemas de análise. O seu coração é o campo de antena que agora (1995) é uma versão de demonstração de uma ordem planeada maior nomeada Instrumento de Pesquisa Ionosférica (IRI) que incluirá 360 antenas. O IRI é projectado para modificar temporariamente remendos da atmosfera superior de 30 milhas de diâmetro, excitando ou aquecendo os electrões constituintes deles e iões com raios focalizados de poderosa energia de rádio.
Em 1958, o principal consultor da Casa Branca para alterações do clima, Capitão Howard T. Orville, disse que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos estava estudando "formas de manipular as cargas da Terra e do Céu, influenciando, assim, o clima" mediante a utilização de um raio electrónico para ionizar ou desionizar a atmosfera sobre determinada área.
http://www.soartigos.com/articles/58/1/HAARP/Page1.html
http://www.realidadeoculta.com/haarp.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/HAARP
http://viagemalemdamateria.blogspot.com/2008/11/projeto-haarp.html

Projecto HAARP ( uso de alta tecnologia para fins bélicos )
A Ionosfera tem a capacidade de permitir comunicações de longo alcance em alta e baixa frequências, principalmente utilizada em sistemas militares e de vigilância. O Sol tem um efeito considerável sobre esta camada, através do "vento" solar (sun flares) e ejecção de massa coronal (CME´s), as popularmente conhecidas "tempestades solares", sendo capaz de provocar o total aniquilamento da comunicação via ondas electromagnéticas (EM) em todo o planeta (vide o evento ocorrido em 03.08.1997, onde um "blackout" electromagnético parou quase todos os EUA).
Outros fenómenos causados pela actividade solar são as "auroras" (electrojactos ou "electromotor") que podem alcançar a potência de milhões de amperes (intensidade de corrente eléctrica) e provocar vários fenómenos, induzindo esta fantástica corrente eléctrica através das "linhas de força" que formam a matriz (grid) electromagnética terrestre.
Estes efeitos podem provocar desde mudanças no clima (com tempestades, furacões, relâmpagos) até mudanças no comportamento humano sob influência do forte efeito electromagnético (EMI – Eletro Magnetic Interference). Modernas simulações realizadas em computadores da série Cray demonstram a enorme variação e turbulência que ocorre na Ionosfera durante uma "tempestade geomagnética solar". Enfim, se algo ou alguém pudesse controlar estes eventos, teríamos um poderoso instrumento capaz de alterar o clima em certas regiões, eliminar o sistema de comunicação de um país e induzir a comportamentos "estranhos" na população e o aniquilamento de equipamentos militares electrónicos através de Pulsos Electromagnéticos (PEM) controlados.
Mas o mais "curioso" e ao mesmo tempo assustador é que esse tipo de equipamento possibilita a utilização de transmissões/emissões de ondas electromagnéticas de baixa frequência / comprimento longo (ULF-ELF-VLF) é possível se detectar, mapear e gerar imagens de estruturas subterrâneas e inclusivé criar um sistema de comunicação subterrânea que não é afectado por qualquer tipo de actividade de superfície. Isto seria feito invertendo-se as propriedades dos campos electromagnéticos para se obter parâmetros geofísicos e imagens realísticas abaixo da superfície terrestre, com o objectivo principal de mapear estruturas feitas pelo homem ou artificiais. Bem, este assunto pode implicar em muitos desdobramentos que não entrarei em detalhes, mas, para reflexão, lembro que recentemente os EUA desenvolveram uma arma capaz de destruir instalações subterrâneas a grande profundidade.
Quanto ao facto de tal dispositivo poder provocar terramotos seria uma possibilidade, pois o som é uma frequência que quando direccionada, potencializada e em estado "ressonante" com a estrutura que se deseja atingir, pode provocar o total aniquilamento de tal estrutura como se esta fosse feita de material frágil. Mas, aí seria outro tipo de onda electromagnética não-ionizante (talvez uma faixa de microondas – SHF ou EHF).

Num relatório lançado em Julho de 1993 pela Força Aérea (FEIS – Final
Environmental Impact Statement) sobre as potencialidades do HAARP, refere-se
que «as transmissões do IRI (Ionospheric Research Instrument) têm a
capacidade de aumentar a temperatura da ionosfera 80º Farhenheit (27º
Celsius), aumentar 20% a densidade de electrões abaixo dos 200.000m e
diminuir 10 a 15% acima dessa altitude. O efeito poderá durar o equivalente
a uma "noite polar" (20 horas a 179 dias).»

Este relatório de 440 páginas dedica menos de três páginas aos efeitos do
HAARP sobre a ionosfera e menos de uma no que diz respeito à camada de ozono
afirmando simplesmente que esta não será afectada.

Ainda neste estudo, assume-se que o IRI poderá afectar igualmente
«pace-makers, sistemas de combustiveis, explosivos de detonação eléctrica.»
Os "flares" de uso comum (alguns carros vêm equipados com estes, de origem),
«poderão ser deflagrados à distância». Esta capacidade de detonação à
distância é perfeita para a realização do grande sonho americano actual de
criar um escudo de defesa anti-míssil que proteja o território nacional.

O FEIS continua, admitindo que «um avião a uma altitude de 9100m que
permaneça dentro do foco do IRI (um cone invertido cujo diâmetro é de 11km)
durante um período prolongado, poderá ocorrer em consequências desastrosas»,
embora se coíba de as referir. Observa que Gakona, se situa num «importante
corredor de tráfego aéreo comercial que liga Anchorage ao Este
norte-americano», assim como é afecta a voos canadianos e orientais, num
total de cerca de 12 a 20 trajectos diários.

Em outros documentos oficiais, a USAF afirma que as finalidades militares
deste projecto servem as seguintes áreas: «bloqueio de comunicações
(jamming), controlo de grupos terroristas, controlo de massas (crowd
controle), controlo de quebras de segurança em instalações militares,
técnicas anti-pessoais em combate táctico». Reportam também que o IRI pode
cobrir áreas geográficas com um único, manobrável e reflector pulso
electromagnético de forma a penetrar profundamente a superfície terrestre
Para «localizar estruturas subterrâneas e pesquisar por reservas fósseis e
minerais».

Estas ondas magnéticas situam-se no mesmo espectro de frequência das ondas
cerebrais, e podem provocar tonturas, náuseas, vertigens, fadiga, dores de
cabeça, vómitos e mesmo disfunções permanentes e irreversíveis. Isto
permitiria desabilitar de tal forma um hipotético inimigo que se tornaria
incapaz de participar em combate ou defender-se de um ataque (a definição de
"inimigo" aqui é arbitrária!...). Mas o potencial destas emissões não
termina aqui, é possível através de diferentes frequências, controlar os
estados psíquicos humanos, desde a histeria à passividade, da euforia à
depressão, e mesmo induzir uma espécie de hipnose de massas. Este tipo de
propriedades das ELF (Extremely Low Frequency waves) já foi objecto de
estudos bastante concludentes, um deles, a obra de José Delgado "Physical
Control of the Mind" pode ser consultada online aqui.

Tal como a frequência utilizada nos radares dos submarinos é suspeita de
provocar os frequentes episódios de baleias e outros cetáceos que encalham
moribundos nas mais variadas costas, projecta-se que a electro-poluição do
HAARP tenha efeitos semelhantes nos padrões migratórios de peixes, aves e
outros animais.

Como se isto não bastasse, a arma propriamente dita é outra bastante mais
ambiciosa. Um estudo de simulação para futuros cenários de defesa, descrita
num relatório da Air University da USAF, incita as Forças Aéreas dos Estados
Unidos a «controlar o clima capitalizando as tecnologias emergentes e
investindo no seu uso bélico. Desde aumentar a eficácia do combate
norte-americano, a diminuir a do inimigo, o uso em pequena escala da
Engenharia climatérica, ou o domínio sobre as capacidades de comunicação,
oferece um enorme leque de oportunidades estratégicas. Nos Estados Unidos,
a modificação do clima, tornar-se-á provavelmente uma parte da política de
segurança nacional com aplicações domésticas e internacionais. O nosso
governo seguirá essa política, dependendo dos seus interesses, aos mais
variados níveis.»

Segundo a Dra. Rosalie Bertell, «estes métodos incluem o aperfeiçoamento de
tempestades e o desvio de correntes de vapor atmosféricas de forma a
produzir secas ou cheias em locais alvo.» O HAARP é capaz de criar zonas de
pressão atmosférica prolongada (criação de ciclones) e a quantidade de
energia bombardeada para o solo gera tanta vibração que pode mesmo
desencadear terramotos.

O uso deste tipo de tecnologia não serve unicamente o propósito de fazer uma
Guerra de Clima (Weather Wars), pois permite sobretudo controlar
climatéricamente o desenvolvimento de outros países, destabilizando a sua
economia, inutilizando a sua agricultura, destruindo as suas
Infra-estruturas.
http://www.fas.org/spp/starwars/congress/1998/s980625-dod-elf.htm
http://www.gnosisonline.org/Ciencia_Gnostica/Projeto_Haarp.shtml
http://lists.indymedia.org/pipermail/cmi-ssa/2006-December/1209-zk.html

A HAARP ( utilizada para detenção da riqueza sob a crosta terrestre )
Segundo a explicação de cientistas deste programa, a HAARP, é uma grande antena onde emitem energia de frequência de rádio acima da atmosfera superior e criam uma pequena escala o que normalmente faz o Sol. Designaram que a Marinha e a Aeronáutica, conduzissem o programa. As aplicações argumentadas na patente, inclui destruição de mísseis, controle de comunicações ou suas interferências. Havia outras idéias, como a possibilidade de modificação do clima e finalmente elevar a porção da ionosfera superior no espaço, onde se esperava que fosse capaz de desviar os projectores de mísseis. Em 1983, fizeram uma rádio demografia de 30 Watts, procurando por petróleo no solo, encontraram 25 poços de petróleo sobre uma área de nove Estados, com 100% de precisão, no qual eram apenas 30 Watts de energia, sobre rocha sólida. A HAARP, usa biliões de Watts, emitidos directamente na ionosfera para experimentação. Imaginem um piano, como se fosse a camada da crosta terrestre, com várias teclas cada uma com a sua frequência. O que geralmente fazem é emitir ondas de rádio no solo, que vibram como cordas pressionadas debaixo do solo, obtendo o tom de um som, constando que por exemplo é uma jaziga de gás natural ou então conseguem um som de retorno e constam que é petróleo, trata-se de um processo de identificação de frequência, isto com 30 Watts de potência. Se fizerem isto com 1 bilião de Watts, as vibrações são bastante violentas e o piano inteiro tremerá e então a casa toda tremerá, na verdade as vibrações podem ser tão severas debaixo da Terra, que pode mesmo provocar terramotos. A HAARP, pode criar alguns efeitos que o sol cria semelhantes às auroras boreais, pode inclusivé fazer descenios no céu , pegar num raio e removê-lo em qualquer padrão que quiser, para experimentá-lo como quiser.
http://raivaescondida.wordpress.com/2008/07/30/haarpeua-causaram-terremoto-chines-e-maremoto-na-indonesia/
Partes da reportagem de BENJAMIN FULFORD, em TÓQUIO
No ano passado, confrontei Heizo Takanaka, que foi ministro das finanças do Japão, do porquê de ter dado o controlo do sistema de finanças japonês, para grupos oligárquicos da América e da União Europeia. Ele e o seu enviado disseram-me que foi porque o Japão havia sido ameaçado por uma máquina de fazer terramotos, não dei crédito ao que ele me dizia, naquele então de qualquer maneira. Quando comecei a expor os trabalhos dele, fui alertado por Autoridades da Segurança Japonesa de que, por causa do que havia dito em lugares como Rense.com, a cidade de Niigata ia ser atingida por um terramoto, dois dias depois o reactor nuclear do Japão (na região de Niigata), foi o epicentro exacto de dois terramotos de magnitude 6.8, aquilo foi muita coincidência para mim, então eu fiz uma pesquisa, e descobri a HAARP e dei conta que eles sabiam como criar terramotos.
Se averiguarmos o Tsunami da Indonésia, foi causado por eles e há uma boa chance disso, porque o Terramoto ao que parece está politicamente regulamentado, pediram ao governo da Indonésia que abrissem o estreito de Malaca e se juntassem à guerra contra o “terrorismo” e eles recusaram… o que aconteceu? Houve o Tsunami e então de repente cooperaram.
Em Mianmar, eles estavam prestes a ter eleições e ocorreu justamente antes das eleições (ciclone) e sabem que mais? Convenientemente a Marinha Inglesa e Americana, estavam preparadas para fazer abastecimento de comida, deveriam demorar duas semanas para chegarem ali, o que eles estavam fazendo prontos ali? E a China, acaba de ter êxito com que a Índia, se juntasse à Rússia e Brasil, e … outros países para se juntarem à Shangai Corporation e colaborassem com eles. E o Japão teve uma reunião muito amigável com a China, em que o Imperador teve um encontro com o líder chinês, Três vezes, o presidente Bush não se reuniu com o imperador japonês em oito anos, então em outras palavras os EUA estão a ficar isolados e ao invés de serem o polícia do Mundo, eles tornaram-se os gangsters do Mundo.
Eu havia predito em meu blog que haveriam vídeos de luzes, que se encontrariam por cima do céu da China antes do terramoto e depois apareceram vídeos como eu havia predito que aconteceria e além disso, um satélite Taiwanês, detectou um descendo de 50% na ionosfera da quantidade de energia que ela contém, sobre a zona onde ocorreu o terramoto, um descendo de 50%, é exactamente o que aconteceria se o HAARP, empurasse a ionosfera para cima e logo voltasse a jogá-la para baixo, bem isto parece que os criminosos insanos, que tomaram o governo dos EUA, estão ameaçando e matando pessoas com armas de provocar terramotos, é o que parece e eu tenho algumas provas.
http://raivaescondida.wordpress.com/2008/07/30/haarpeua-causaram-terremoto-chines-e-maremoto-na-indonesia/
Acontecimentos que poderão estar relacionados com a tecnologia HAARP
Em 1999, as forças da ONU tinham ameaçado Milosovich, principalmente com as forças armadas e equipamentos dos EUA. Um fenómeno estranho que acompanhou os ataques pelo U.S. A-10, caça a jacto "warthog".
Testemunhos relatam que, justamente antes do ataque aéreo, o céu frequentemente se encheu de enormes nuvens negras que se materializariam fora dali e ficariam até o fim da campanha - que geralmente durava um par de semanas. Contudo, ao invés da chuva, o que caiu em Belgrado, foram pedras de granizo do tamanho de ovos.•
Deixou marcas nas casas e as testemunhas descreveram relâmpagos estranhos no céu que duraram por horas e que não se pareciam com nada que já tivera sido visto anteriormente. O "trovão" que acompanhou o estranho "relâmpago" foi igualmente estranho. Isto foi centenas de vezes mais forte do que qualquer trovão anteriormente conhecido. Foi tão alto que foi até mesmo mais alto que o som das explosões das bombas.
Em relação a este acontecimento, cientistas na Sérvia divulgaram um relatório que afirmava que o campo electromagnético sobre a Sérvia foi perfurado. O “FURO" era quase do tamanho da própria Sérvia e começou na fronteira, entre o Kosovo e Albânia no sul, e terminou perto da fronteira jugoslava-húngara ao norte.
Há também relatos de climas bizarros sobre o Iraque durante a invasão americana em 2004.
Padrões Climáticos Não Usuais (2003-2004)
Alex, Ivan, Frances, Charley e Jeanne (Agosto-Setembro de 2004): Quatro furacões destrutivos e uma tempestade tropical ocorrem em sequência, dentro de um curto período de tempo. Sem precedentes na história dos furacões no Caribe, a ilha de Granada é completamente devastada: 37 pessoas morreram e quase 2/3 dos 100.000 habitantes da ilha ficaram sem tecto. No Haiti, mais de 2.000 pessoas tem morrido e dezenas de milhares ficaram sem tecto. A República Dominicana, Jamaica, Cuba e as Bahamas também têm sido devastadas.
Nos EUA, o dano que atingiu vários Estados do Sul, incluindo Flórida, Alabama, Geórgia, Mississipi e as Carolinas é o mais alto da história dos EUA.
O Brasil em Março de 2004: Pela primeira vez um furacão se formou no Atlântico Sul, atingindo o Brasil com ventos de 90 mph e causando mais de uma dúzia de mortes. “Os meteorologistas ficaram coçando as suas cabeças em perplexidade, na medida em que o familiar rodamoinho de nuvens, completo e com um olho bem definido, apareceu em uma bacia oceânica onde nunca havia sido verificado anteriomente” (WP, 19 de Setembro de 2004)
Em Março de 2004 a Costa Sul do Brasil foi batida pelo primeiro furacão registrado no Atlântico Sul. O Centro Nacional de Furacões do NOAA categorizou-o como categoria 1, o nível mais suave para uma tempestade se qualificar como um furacão. Ainda que a tempestade pareça ter causado um dano considerável, em parte talvez porque a população local não tinha qualquer experiência anterior em como responder a tais tempestades.
A tempestade tem imediatamente levantado a especulação como se isto pode de alguma forma estar relacionado a tendência em andamento do aquecimento global. Uma maior incerteza científica nos estudos das alterações climáticas tem sido se um aumentado efeito greenhouse aumentará a frequência e a intensidade dos furacões. O júri parece fora destas matérias, mas parece haver um consenso mais amplo que a alteração climática é provável de produzir uma mudança nos traços da tempestade e que algumas áreas raramente ou nunca visitadas por furacões podem se tornar vulneráveis a tais tempestades severas. Se o furacão do Atlântico Sul é uma anomalia de uma vez em um milénio ou um precursor de coisas por vir, esta tempestade é provável de estimular mais pesquisa sobre este tópico.
Japão, China e a Península Coreana: “O Japão tem sofrido o seu mais alto número de tufões a registro, e as tempestades – que atingem em uma taxa de uma por semana pela maioria do Verão — ocasionaram estragos e caos em Taiwan, China e na Península Coreana.”
China (Agosto de 2004): O Tufão Rananim, o pior em 48 anos, tem matado ao menos 164 pessoas e ferido mais de 1.800 na província de Zhejiang na China. Rananim é confirmado pelas autoridades meteorológicas da China como sendo o mais forte a atingir a terra firme da China desde 1956. É estimado que ele tenha atrapalhado a vida de aproximadamente 13 milhões de pessoas.
EUA (Maio de 2003): 562 tornados atingiram os EUA, o mais alto record registrado na história, excedendo em muito o pico mensal de 399 em Junho de 1992 (CNN, 3 de Julho de 2003)
Índia, 2003: uma onda de calor pré monção causou picos de temperaturas entre 45 e 49 graus Celsius matando mais de 1.400 pesoas.
Sri Lanka, “pesadas chuvas do Ciclone Tropical 01B exacerbaram as condições já húmidas, causando inundações e deslizamentos de terra e mais de 300 mortes.
Europa Ocidental, Verão de 2003: vivenciou temperaturas extremamente altas. “A Suiça vivenciou o seu Junho mais quente [2003] em ao menos 250 anos enquanto no Sul da França, as temperaturas médias estavam entre 5 e 7 graus Celsius mais quentes do que a média a longo prazo. A Inglaterra e Gales também vivenciaram o seu mês mais quente desde 1976.”
Há várias explicações principais sobre as mudanças atmosféricas e climáticas, nenhuma das quais explica completamente, dentro de seus termos respectivos de referência, as ocorrências atmosféricas altamente não usuais e erráticas, sem mencionar as perdas humanas e a devastação, que tem levado a uma desestabilização de inteiros sistemas agrícolas e ecossistemas. É desnecessário dizer que estas explicações nunca se dirigem a matéria da manipulação climática para uso militar.
http://www.soartigos.com/articles/58/1/HAARP/Page1.html
http://conspireassim.wordpress.com/2008/06/18/tudo-sobre-haarp/
Reconhecimento da ameaça HAARP
De acordo com as directivas assinadas na Convenção Quadro das Nações Unidas
sobre as Mudanças Climatéricas, em 1992, no Rio de Janeiro, «Os Estados têm,
de acordo com a carta patente das Nações Unidas e os princípios da Lei
Internacional, a responsabilidade de assegurar as actividades dentro das
suas jurisdições e controlo, de não causar danos ao ambiente de outros
Estados ou de áreas exclusas aos seus territórios nacionais.» Em adição, uma
convenção Internacional ratificada pela Assembleia das Nações Unidas em
1997, proíbe «o uso militar ou de carácter hostil de técnicas de modificação
ambientais com repercussões drásticas de longa duração e abrangência».
Embora tenham cancelado a sua participação no Protocolo de Quioto
(estrategicamente), os EUA foram signatários desta convenção. Em resposta a
um relatório de Maj Britt Theorin, membro suíço do Parlamento Europeu, o
Comité para os Assuntos Estrangeiros, organizou conferências públicas sobre
o programa da HAARP em Fevereiro de 1998. A Moção para Resolução subsequente
do Comité, submetida em Janeiro de 1999, «considera o HAARP por virtude do
seu impacto de longo alcance no ambiente, uma preocupação global e requer
que as suas implicações legais, ecológicas e éticas sejam avaliadas por um
corpo internacional independente; [o Comité] lamenta a repetida recusa da
Administração dos Estados Unidos em evidenciar publicamente os riscos
ambientais e humanos do programa HAARP.»

Apesar de um vasto conhecimento científico, o assunto de manipulação
climatérica para uso militar, nunca foi explicitamente endereçado pela
agenda das Nações Unidas.

http://lists.indymedia.org/pipermail/cmi-ssa/2006-December/1209-zk.html
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:39 am

GUERRA PSICOLÓGICA (MANIPULAÇÃO DE MASSAS)
Introdução
O relatório da “Iron Mountain”, recomenda para manipulação de massas, técnicas como “Jogos de sangue”, ou a antiga “caça às bruxas”, do tempo da Inquisição espanhola, como melodramas populares com uma ritualizada caça ao homem, para “purificação social” e “estado de segurança”, contribuindo em parte para este fim os fabricantes comerciais de filmes.
Os mais recentes “jogos de sangue”, utilizados pela política americana, foram o 11 de Setembro e o caso Maddie.
O 11 de Setembro, “atentado ao World Trade Center”, foi um acontecimento de origem duvidosa: Se, por acaso tratou-se de um verdadeiro atentado, foi consentido para poder haver uma razão para retaliação, isto porque, a Norad (North American Aerospace Command), que mantém a vigilância do espaço aéreo dos EUA e cujo tempo de reacção é cerca de 10 minutos para que os caças interceptem os aviões suspeitos, naquele dia, os aviões, percorreram 80 minutos sem avistar qualquer caça. Após a derrocada do World Trade Center, (o coração financeiro de New York, com 1,2 milhões de m2 de escritórios), não morreu nenhum administrador, gestor, director ou alguém influente no mundo do negócio ou da política, pois não se encontravam naquele dia no habitual local de trabalho (coincidência ou foram avisados?), as 3 000 pessoas que faleceram, foram simples funcionários, desde o pessoal de limpeza, secretárias, empregados de restaurante, polícias, bombeiros, seguranças, etc.
Por outro lado, poderia ter sido uma demolição controlada, visto que as torres gémeas cairam da mesma maneira, (na vertical e em queda livre), juntamente com um terceiro edifício de 42 andares, sem justificação aparente, pois não sofreu embate de avião. Os mídia, mostraram ao Mundo apenas parte dos acontecimentos referentes às torres gémeas, as imagens da derrocada da torre7 foram omitidas e nem se pronunciaram sobre este edifício.
Este “jogo de sangue”, serviu para a coesão da população americana e mundial, na luta contra o terrorismo, justificando assim a guerra pelo controle do gasoduto do Afeganistão e o petróleo do Iraque, ambos países, estrategicamente posicionados.
O caso Maddie, outro tipo de “jogos de sangue”, aproveitamento de um facto, neste caso o desaparecimento de uma criança, que não se sabe ao certo se foi raptada ou morta. Este acontecimento foi divulgado pelos mídia a nível mundial em primeira página durante meses e foi utilizado como argumento para promover a implementação de chips nas crianças, como forma de segurança.
Caça às bruxas, não é mais que arranjar um protesto falso e convincente (credibilidade), para poder actuar. Podemos destacar dentro dos acontecimentos mais recentes a “guerra no Iraque” e “Osama Bin Laden”.
A “Guerra do Iraque” sobre o protesto do terrorismo e das armas nucleares que constituiam um perigo para a humanidade, os EUA atacaram o Iraque, arrasando-o por completo, estabeleceram bases militares e no final não se encontrou qualquer tipo de bomba nuclear ou indícios que provassem isso.
“Osama Bin Laden” o maior mito criado em redor de uma figura humana, o autor do atentado do World Trade Center, que nunca foi encontrado, nem vivo, nem morto, apesar dos sofisticados sistemas de informação e comunicação que existem actualmente e com a colaboração dos diversos serviços secretos mundiais, tornando-se na maior caça ao homem da actualidade.
Em condições normais, já deveria ter sido capturado, se ainda não o foi, é porque não existe (é um mito) ou por outro lado, se existe, dá um grande jeito que não seja capturado, para que os EUA possam justificar as próximas intervenções na luta anti-terrorista.
Para a implementação de um estado de “purificação social” e “estado de segurança”, a televisão e o cinema, constituem os órgãos de maior importância, as pessoas todos os dias são bombardeadas com filmes, telenovelas, publicidade, programas de entretenimento, moda, concursos, comédia, desporto, notícias controladas, etc., ao passar a grande parte do seu tempo de volta dos audio-visuais, as pessoas acabam por ser influenciadas e viver uma outra realidade, ficando mais preocupadas em saber, por exemplo, o que vai acontecer no episódio seguinte, quem ganhou o concurso ou o jogo como vai ser a próxima moda, do que com a política actual ou o seu modo de vida.
Ao recordarmos filmes de ficção científica, passados anos dizemos assim, fantástico, tudo o que aparecia nos filmes como ficção, agora tornou-se realidade, eles parecem que adivinham. A realidade é que eles não adivinham, quando lançam estes filmes é para nos preparar para o futuro, para estarmos familiarizados com os inventos de modo a aceitarmos sem dúvidas nem reservas. Isto acontece também em filmes revolucionários em comportamento social e religioso, ao longo do tempo, a população mundial ficou familiarizada com guerras, divórcios, drogas, sexo, modas, abortos, etc., e por último mais recentemente a homossexualidade que é uma constante em filmes e telenovelas, acompanhadas com cenas de sexo explícito.
Um exemplo da mentalização social através dos mídia, é a eleição do 44º Presidente do Estados Unidos da América, Barack Obama (raça mestiça), há alguns anos atrás era uma ficção inconcebível.
Se verificarmos o historial da sua campanha política para o eleitorado americano, na realidade, a verdadeira campanha de sensibilização, começou em 2001.
Após o atentado terrorista ao World Trade Center em 11 de Setembro de 2001, a Fox Broadcasting Company, lança uma série televisiva designada por “24 Horas” em 6 de Novembro de 2001 nos EUA. Esta série de acção, criada por Aaron Sorkin e realizada por Josh Wells, Christopher Misiano e Alex Graves, vencedora de 2 Golden Glob, galardoada com 27 Emmy Awards, além de outros 58 prémios ao longo das 7 temporadas, duas particularidades interessantes, o contexto da história “A luta anti- terrorista do Agente federal Jack Bauer, contra vírus, bombas nucleares, atentados, num prazo real de 24 horas”. E o desempenho de dois actores Dennis Dexter Haysbert “raça negra” no papel de “David Palmer, Presidente dos EUA” e o actor David Bryan Woodside “raça negra” no papel “ Wayne Palmer, irmão e chefe do gabinete manipulador do Presidente Palmer e mais tarde na 6 ª temporada assumindo o papel de Presidente”.
Esta série de acção ao gosto americano, tem sido vivida intensamente nos EUA e em vários países do Mundo, ao longo destes anos, Singapura, Irlanda, Brasil, Nova Zelândia, Holanda, Coreia do Sul, Hungria, Argentina, Austrália, Republica Checa, Finlândia, Alemanha, África do Sul, etc.
Em 2002, os Óscares de melhor actor e melhor actriz foram entregues, respectivamente, a Denzel Washington “raça negra”, no filme Trainning Day e Halle Berry “raça negra”, no filme Monster´s Ball.
Em 26 de Janeiro de 2005, Condoleezza Rice “raça negra” é eleita a 66º Secretário de Estado dos EUA, exercendo o seu mandato até 20 de Janeiro de 2009, que coincide com a tomada de poder de Barak Obama.
Os americanos quando Barack Obama foi eleito, já estavam mentalmente preparados para o receber, já tinham vivenciado a realidade nos filmes, para eles um negro ou mestiço para Presidente, passou a ser uma situação normal, é apenas transpôr o filme para a realidade. Ouve uma pré-adaptação, porém não se devem esquecer que Obama, foi colocado no poder, pelos mesmos que colocaram o Presidente Bush.


MANIPULAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA


Mais de 80% da população mundial, recebe as notícias através dos principais meios de comunicação. Se formos ver as cadeias de comando das maiores entidades e centros de comunicação mundiais, quando chegamos ao final, verificamos que são as mesmas pessoas dirigindo os gigantes mediáticos.
Todas estas grandes corporações funcionam como lobbies, tendo uma grande importância na vida política, podem colocar pessoas em altos cargos políticos, fazer cair um presidente ou um governo, etc.
Os órgãos de comunicação dos diversos países, geralmente, são controlados pelo estado, para prover as suas políticas e ideologias, mas no entanto, recebem os principais serviços noticiosos e as reportagens das actualidades internacionais, das grandes redes mediáticas internacionais.
Nos EUA existe um monopólio mediático, os cinemas de Hollywood pertencem aos Lehmans, Kuhn, Loeb and Company, Goldman-Sach e outros banqueiros internacionais, detêm todas as redes nacionais de rádio e canais de televisão, Jornais Metropolitanos e revistas; Associated Press, United Press, International, etc. os supostos presidentes são meramente fachadas para banqueiros internacionais. Os meios de comunicação estão controlado por várias empresas, através da normativa da Comissão Federal de Comunicações (FCC). Empresas como a Disney, Fox, Westinghouse, a antiga GE e as próprias redes desde a CBS até à CNBS.
À semelhança do que se passa nos EUA, o mesmo acontece com as principais fontes noticiosas europeias e em outras partes do globo, que são controladas, manipuladas e enviadas completamente distorcidas.

Site: ESOTERIC AGENDA SUB SPANISH EN ESPAÑO

MARIE SHINkAI 1

A mídia tem sido responsável pelo fluxo de informações na nossa sociedade, podendo influenciar sobremaneira a formação da opinião pública, seja favorável ou desfavorável, em relação às pessoas, grupos e organizações. Desta forma, as nossas opiniões podem ser direccionadas, ficando comprovada a idéia de que somos condicionados sobre o que pensar, antes e durante a formulação de nossas opiniões. Assim, este artigo pretende demonstrar a importância dos meios de comunicação frente ao contexto social e organizacional que hoje se apresenta, evidenciando a facilidade no direccionamento de informações, consideradas importantes por alguns grupos de poder.

PALAVRAS-CHAVE: Meios de comunicação de massa, manipulação, direccionamento da informação.

1 Acadêmica do 4º ano do curso de Comunicação Social – habilitação em Publicidade e Propaganda, monitora de Teoria e Pesquisa de Opinião Pública.

Nos dias de hoje, aquele indivíduo que não detém o poder em suas mãos, mas que no entanto possui a capacidade de discernir os factos com inteligência e baseado em conhecimentos adquiridos não apenas através dos meios de comunicação de massa, é capaz de evidenciar o elo de ligação entre o mundo da informação e o poder. Skinner (1981) explica esta relação de poder:

"Ao discutir as agências controladoras preocupamo-nos especificamente com certas
espécies de poder sobre variáveis que afectam o comportamento humano e com as práticas controladoras que podem ser empregadas por causa desde poder. (...) Uma agência controladora, juntamente com os indivíduos que controla, constitui um sistema social, (...) e nossa tarefa é dar conta do comportamento de todos os participantes. Dever-se-á identificar os indivíduos que compõem a agência e explicar por que têm o poder de manipular as variáveis que a agência emprega. E também analisar o efeito geral no controlado, e mostrar como isso leva à retroacção reforçadora que explica a continuação da existência da agência."

No entanto, isto não implica na afirmação de que todos os indivíduos integrantes de nossa sociedade possuem o poder de “enxergar” esta evidência, uma vez que os meios de comunicação que possuem maior controle sobre as massas, são os que recebem maior atenção por parte do público receptor na hora de serem formuladas as idéias sobre os factos que nos cercam.

Por esta óptica, Adorno (1987:288-90) afirma que a indústria cultural, na qual os meios de comunicação de massa estão inseridos, "mantém-se como na origem: a serviço das terceiras pessoas, e mantém sua afinidade com o superado processo de circulação de capital, que é o comércio". Ainda segundo Adorno (1987:294-5) "dependência e servidão dos homens é o objectivo último da indústria cultural", sendo esta dependência realizada pelos mass media, que são instrumentos da comunicação de massa. "O efeito de conjunto da indústria cultural é o de antidesmistificação, a de um anti-iluminismo. A desmistificação, a saber é técnica e progressiva, se transforma em engodo das massas, isto é, em meio de tolher a sua consciência.
Ela impede a formação de indivíduos autónomos, independentes, capazes de julgar e decidir conscientemente".
Dessa forma, esta aparente horizontalização da informação sendo mostrada pelos meios de comunicação de massa para todo o mundo, apresentando os factos como eles acontecem,é uma forma de acobertar a real verticalização do processo de comunicação, a medida que aprisiona os indivíduos em um espaço social pré-moldado e administrado pela actual organização tecnoburocrática.

Baudrillard (In: MOREIRA 1979) afirma que "o que caracteriza os meios de comunicação de massa, é que são antimediadores, intransitivos, que fabricam a não comunicação, se aceita definir comunicação como um intercâmbio, como o espaço recíproco de uma palavra e de uma resposta, portanto de uma responsabilidade, e não uma responsabilidade psicológica ou moral, mas uma correlação pessoal entre um e outro no intercâmbio. O que acontece na esfera dos media, é que se fala de tal maneira que nunca se pode responder". Assim, a maioria dos receptores acabam sendo condicionados a aceitar as informações sem que o seu conteúdo seja questionado, ou que se tenha tido a certeza de que as informações fornecidas pelo meio são provenientes de fontes verdadeiras ou não. Até porque no mundo dos mass media as informações perdem sua validade muito rapidamente fazendo com que os indivíduos fiquem sempre dependentes dos meios de comunicação de massa para estar ciente do que está acontecendo no mundo.
Assim, a população fica sem a possibilidade de ter acesso a maioria dos aspectos de sua realidade e, assim, impedida de compreender exactamente sua posição e seus interesses, ficando apenas envolta por uma única ideologia que lhe é apresentada. Uma das maneiras mais utilizadas para se conseguir a atenção e a credibilidade de um indivíduo é actuando no seu estado psicoemocional, pois a sua capacidade de analisar os factos é afectada e ela passa a receber mensagens e propagandas dentro de uma postura passiva e submissa.

A propaganda utiliza inúmeras formas de pressão para neutralizar o senso crítico dos
receptores e convencê-los a qualquer coisa. O recurso mais utilizado é a organização de grandes concentrações de massas. Nessas ocasiões, as marchas, as músicas e cânticos ampliados por altifalantes, as luzes, o lançamento de folhetos e papéis, enfim, tudo reflecte sobre os presentes. As pessoas acabam envolvendo-se com tal intensidade que, quase hipnotizadas, tornam-se mais sugestionáveis às mensagens que recebem.
A exemplo disso, pode-se citar algumas práticas religiosas, que fazem uso da pressão psicológica nas pessoas. No meio de rezas e cânticos são feitas pregações oportunistas, que conseguem não só convencer os receptores, mas também levá-los a verdadeiros estados de possessão e transe. E o mais relevante nisso tudo, é que esse tipo de prática religiosa, actualmente, atinge parte do seu público via televisão e rádio.
Através dos meios de comunicação, bombardeia-se a sociedade com notícias sobre factos suficientemente atractivos para que os indivíduos tenham a sua atenção desviada dos problemas económicos e sociais. Os veículos comunicativos fazem isso baseando-se no facto de que as pessoas têm um limite de percepção e atenção e que, saturadas por um certo número de informações que apelam para as emoções e sentimentos, não lhes sobra espaço nem tempo para receber outras idéias. Grandes torneios desportivos, crimes cometidos com crueldade, têm sido constantemente abordados para envolver os receptores em sua discussão e distraí-los das questões mais graves.

A televisão, mais do que qualquer outro veículo informativo, possui a capacidade de criar o real, dessa forma para autores como Bourdieu (1997) é uma “despolitização acirrada do mundo com a exacerbação dos assuntos que não querem dizer nada, com a glorificação de temas que possam agradar ao maior número possível de espectadores à corrida pelos índices de audiência.” Uma prova disso foi o tão criticado tempo gasto com o nascimento da filha de Xuxa num telejornal de horário nobre da mais poderosa de todas as redes de comunicação brasileiras. Assim, a pressão pelo índice de audiência, criará um modelo de apresentação de informações onde o que é justo ser falado e mostrado é o que vai trazer maiores índices, fazendo com que assuntos que não iriam acrescentar em nada o grau de conhecimento do público, como o caso de assédio sexual de Bill Clinton nos EUA ganhar grandes proporções quando colocadas nas telas da televisão, e no Brasil infelizmente tornar fundamental nas telas das televisões de todos os lares brasileiros o nascimento de Sasha.

Dentro da sociedade em que vivemos, os meios de comunicação de massa possuem um papel a desempenhar. Segundo Althusser (s.d.p.43), “o papel dos meios de comunicação de massa, como um dos aparelhos ideológicos do Estado (meios pelos quais o Estado se utiliza para garantir a reprodução das relações de produção através da ideologia, em oposição à repressão), consiste em saturar todos os cidadãos com doses diárias de nacionalismo, chauvinismo, liberalismo, moralismo, etc., através da imprensa, rádio e da televisão". Portanto, os meios de comunicação de massa teriam o papel de difundir idéias e informações e no momento em que fazem este trabalho eles podem incorrer em erros com a informação, como a superficialidade, a banalização, a imparcialidade, e o mais grave de todos, a omissão.
No momento actual em que vivemos, a guerra entre os EUA e o Iraque não poderia ser o melhor objecto de manipulação da opinião pública mundial, podemos perceber que o significado literário do termo “guerra” encontra-se longe do sentido abordado pelos meios de comunicação de massa como a televisão. Antes da guerra com os EUA acontecer de facto, os canais de informação mantinham uma expectativa 24 horas em torno da invasão do Iraque.

Segundo Eric Leser, do jornal francês Le Monde, "em muitos casos a dramatização é exagerada e desnecessária (...) Vale tudo para manter a atenção do telespectador, e impedi-lo de mudar de canal ou de fazer outra coisa".

Ocorria nos EUA uma guerra pela audiência entre CNN, Fox News e MSNBC na TV a cabo; nos canais abertos a disputa dava-se entre as redes ABC, NBC e CBS. Uma vez formatadas "made in USA", as notícias seriam vendidas e reproduzidas no Brasil, onde o carácter de espectáculo seria repassado sem ser questionado. Vejamos a seguir os vários significados encontrados no Dicionário Aurélio envolvendo a palavra guerra e que poderiam classificar o conflito entre os EUA e o Iraque e que poderiam traduzir a imagem da guerra transmitidas pelos meios de comunicação de massa:
"Guerra civil ou guerra intestina: a que se faz entre partidos ou grupos de um mesmo povo".
Saddam Hussein lidera a minoria sunita, sofre oposição de grupos xiitas radicais e dos curdos, povo que habita as áreas fronteiriças entre Iraque, Turquia e Irão.
"Guerra de nervos: Acto, atitude, notícia, etc., com que se busca sobressaltar o adversário para com maior facilidade o dobrar e vencer".
Nas zonas de exclusão no sul (áreas que não podem ser sobrevoadas por caças e bombardeiros iraquianos, por determinação da ONU), as forças anglo-americanas lançaram em 31/1/2003 360 mil folhetos que convidam os iraquianos a ouvir transmissões da rádio das forças especiais dos EUA.
"Guerra económica: Guerra em que se empregam acções económicas para pressionar outrem".
O embargo económico a partir de resolução da ONU, após a Guerra do Golfo, conduziu o Iraque à miséria. Crianças, mulheres e anciãos passam fome e a mortalidade infantil duplicou em 10 anos. O programa Petróleo por Alimentos, aplicado pela ONU desde 1996, é apenas um paliativo, pois só permite uma limitada exportação de petróleo a fim de subvencionar importações de alimentos e remédios.
"Guerra fria": Estado de tensão entre prováveis beligerantes, que buscam prejudicar-se mutuamente por meio de quaisquer actos que não impliquem directamente em declaração de guerra".
Aviões de guerra americanos e britânicos voltaram a atacar em 31/1/2003, pela primeira vez em dois meses, a zona de exclusão aérea no norte do Iraque.
"Guerra santa – 1. A que se fazia contra os infiéis, a pretexto de conquistar lugares santos.
2. Por extensão, guerra por motivo ou pretexto religioso"
Para Saddam, os EUA configuram a presença do "Grande Satã" no golfo Pérsico.
"Guerra psicológica: Guerra que é levada a efeito mediante acções de natureza psicológica (propaganda, intimidação, etc.)"
O vice-presidente iraquiano Taha Yassin Ramadan disse em 1/2/2003 que serão realizados atentados suicidas fora do Iraque se os Estados Unidos atacarem o país. "Os mártires, autores dos atentados suicidas, são nossas novas armas e não vão agir apenas no Iraque. Os povos árabes vão ajudar o povo iraquiano na luta por sua independência e liberdade. Será um incêndio em toda região."
Diante disso, constata-se a distância entre o significado literário e o estabelecido pela televisão. No primeiro caso, a guerra já existe; no segundo, desencadeia-se uma batalha pela audiência, cujo desenrolar cinematográfico agendado é tão previsível quanto o crescendo de uma trilha sonora que culmina num acorde tenebroso. Embora tecnicamente avançadas, as TVs a cabo, via satélite e seus respectivos sítios na internet paradoxalmente estabelecem heróis e vilões dentro da velha fórmula do seriado.
Por fim, espera-se que a sociedade aos poucos demonstre o seu desprezo pelas práticas que considera reprováveis, pois não há nada que possa ser dito sem que se tenha por trás uma opinião, um juízo de valor. Portanto, os meios de comunicação nunca serão totalmente isentos ao produzir a notícia.
O que deve ser feito é promover, além da fundamental importância que tem a disponibilidade de educação de qualidade a todos, é a descentralização dos meios de comunicação, e fazer com que a população busque cada vez mais o porquê de se acreditar naquilo que os meios de comunicação querem que os indivíduos acreditem, para que só assim os indivíduos possam realmente “enxergar”, desta vez com olhos desalienados, o verdadeiro campo de informação que os cercam.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALTHUSSER, L. Ideologia e aparelhos ideológicos do Estado. São Paulo: Martins
Fontes, s.d.p.43.
ADORNO, Theodor. A Indústria Cultural. In: COHN, Gabriel.(org). Comunicação e
Indústria Cultural. São Paulo, T. A. Queiroz, 1987.
BAUDRILLARD, Jean. La Crítica de Economia Política Del Signo. In:
MOREIRA, Roberto C.S. Teoria da Comunicação: ideologia e utopia. Petrópolis,
Vozes, 1979.
BOURDIEU, Pierre. Sobre a Televisão. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed., 1997.
SKINNER, B.F. Ciência e comportamento humano. 5a.edição São Paulo: Martins Fonte,
1981, p. 318.
http://www.nead.unama.br/site/bibdigital/pdf/artigos_revistas/104.pdf

Quem controla as emissoras de TV nos EUA?

A mídia a serviço da Plutocracia

Nos Estados Unidos existem três grandes "independentes" Redes de TV: NBC, ABC e CBS.

Vamos analisar essa questão mais atentamente:

NBC

NBC é uma filial da RCA, o maior produtor de mídia dos EUA (Satélites, cabo, discos, CD...) e tem os seguintes directores:

John Brademas, Presidente do Federal Reserve de Nova Iorque e diretor da Fundação Rockfeller. Brademas recebeu o prémio George Peabody (Peabody fundou o Fundo de Educação Peabody que se tornou mais tarde a Fundação Rockfeller), e foi condecorado como o "humanista" do ano de 1978.

Ceciloy B. Selby, Diretora da "Girl Scouts", Diretora do Grupo AVON (Cosméticos) e Diretora da Loehmann, uma indústria de peças de vestuário. Ela é casada desde 1952 com James Coles, o Presidente do College Bowdoin,

Peter G. Peterson, antigo Diretor do banco Kuhn & Loeb Co. e Ministro do Comércio,

Robert Cizik, Director das indústrias Cooper (facturamento anual de 1,5 biliões de dólares) e Director da RCA e do banco "First City Bank", um dos três bancos dos Rothschild nos EUA.

Thomas O. Paine, Presidente do Northup Co., uma grande indústria bélica. Paine é Diretor do influente Instituto para Estudos Estratégicos, em Londres. Diretor do "Institutes of Metals", do "American Ordinance Assn." e outras empresas de munição.

Donald Smiley, Diretor da R.H. Macy Co., desde 1945, e também Diretor do "Metropolitan Life" e da US Steel, onde é notório que ambas empresas são contraladas por J.P.Morgan. Ele também é Director da Ralston-Purina Co. e Diretor do "Irving Trust".

David C. Jones, Presidente da Consolidated Contractors, Diretor da US Steel e da Kemper Insurance Co.

Thornton Bradshaw, Diretor da RCA, Director da "Champion Paper Co." .", "Atlantic Richfield Oil Co.", do fundo "Rockefeller Brothers Fund" e do instituto "Aspen Institute of Humanistic Studies".

Mesmo não figurando como um explícito Director da NBC, é interessante notar a presença de Andrew Sigler, um Director da RCA. Ele é Director da "Champion Paper Co.", Director da "General Electric", "Bristol Myers" e "Cabot Corp." (que tem fortes ligações com a CIA).

Nós podemos notar então uma forte ligação dos Rothschild e J.P.Morgan. Além disso, a conexão com o FED e outros Directores com bancos satélites dos Rothschilds como "Kuhn & Loeb Co.", "First City", e com o "Instituto de Estudos Estratégicos", em Londres.

ABC

Aqui nós não encontramos apenas um Director do J.P. Morgan, mas sim dois:

Ray Adam, Director do "Metropolitan Life", Cities Service, Morgan Garanty Trust, e director da Indústria NL, um grupo da área petrolífera (facturamento de US$ 2 biliões)

e Frank Cary, Director da IBM, Director da Marck, J.P. Morgan, Morgan Garanty Trust e Merck Drugs.

Os demais Directores são:

Leonard Goldenson, Director da "Allied Stores" e do "Advertising Council"

Donald C. Cook, Sócio maioritário do banco "Lazard Freres-Bank" de Paris, Director do "General Dynamics" e "Amarada Hess".

Leonard Hess, Director da "Amarada Hess",

John T. Connor, do banco Kuhn & Loeb Co., Cravath, Swaine & Moore, e antigo Vice-Secretário da Marinha (NAVY), Presidente da Merck-Drugs, Ministro do comércio de 1965-67, Director da Allied Chemical 1969-79, Director do banco "Chase Manhattan Bank", General Motors, Warner Lambert, e Director do banco J. Henry Schroeder Bank e Schroeder Inc..

Jack Haisman, Vice-Director da Belden-Hemingway, uma grande indústria de bens que foi fundada por Samuel Hausmann, na Áustria.

Thomas M. Macioce, Director da "Allied Stores", Director do "Penn Central" e da "Manufacturers Hannover Trust", um outro banco dos Rothschild nos EUA,

George P. Jenkins, Director da Metropolitan Life (do grupo Morgan), Director do Citibank (outro banco dos Rothschild), St. Regis Paper, Bethlehem Steel and W.R. Grace Co,

Martin J. Schwab, Director das "United Manufacturers", Director das "Manufacturers Hannover Trust",

Norma T. Pace, Directora da Sears Roebuck, Sperry, 3M e Vulcan,

Alan Greenspan, (Presidente do banco central dos EUA, o Federal Reserve - a redacção), Director do banco "J. P. Morgan-Bank", Morgan Guaranty Trust, Hoover Institution, Time e General Foods,

Ulric Hayness Jr., Director da Fundação Ford "Ford Foundation", do banco Marine Midland Bank (Propriedade do banco Hong Kong Shanghai Bank), Cummis Engine Co. e da "Association of Black Ambassadors".

Aqui temos outras ligações entre Rothschild e Morgan na directoria da ABC. A ABC foi comprada pela "Capital Cities Communications Co.", cujo Director é da TEXACO. O Director mais importante da Texaco é Robert Roosa, sócio do banco da "Brown Bros. Harriman Bank", o qual tem entreitas ligações com o banco "Bank von England". Roosa foi chefe da "Roosa Brain Trust" do "Federal Reserve Bank" em New York, que também projectou Paul Volcker. Este nome aparecerá depois com freqüência. Roosa e David Rockefeller foram os credores de Paul Volcker na eleição para escolha do Director do Conselho do "Federal Reserve". John McKinley, Director da TEXACO, também é Director da "Manufacturers Hanover Trust" e do banco "Manufacturers Hanover Bank", pertencente ao banco Rothschild.

A última das três maiores estações de TV nos EUA é a CBS:

Ela é o pilar do Sistema. CBS foi financiada anos a fio pelo banco "Brown Bros. Harriman Bank", cujo sócio principal era Prescott Bush, Membro da "Skull & Bones", pai do ex-presidente George Bush, avô do Presidente George W. Bush e Director da CBS. Alguém vê a ligação?

Quando o General Westermoreland tentou se recuperar de uma maldosa campanha de difamação impetrada pela CBS, esta rede de TV apresentou depoimentos de antigos agentes da CIA que confirmaram as inconsistências da declaração de Westermoreland. George Bush, antigo Director da CIA era parte da campanha. Westerland desistiu e desapareceu da tela. CBS como ferramenta da CIA funciona também nos dias actuais segundo o mesmo princípio.

A tentativa de Ted Turner em comprar o direito acionário da CBS, foi louvada naquela época por milhões de patriotas americanos, os quais sofriam pelas contínuas mentiras e exemplos duvidosos, sem que pudessem se defender. Semelhante ao caso do Federal Reserve, estes três grandes grupos da Mídia pertencem a particulares, os quais por sua vez utilizam as emissoras para proporcionar à população uma lavagem cerebral, distribuindo suas mentiras ao belo prazer.

Como de costume, a tentativa de Turner em comprar a rede CBS, foi considerada um ataque direto ao "Bank of England" e sua filial nos EUA, o "Brown Bros. Harriman".

Através de uma manobra bem calculada, Turner foi desviado de sua intenção através do convencimento a comprar a MGM-United Artists. Nesta época, o Diretor da MGM-United Artists era Alexander Haig, antigo homem de confiança da Casa Branca, ex-Ministro do Exterior e ex-Secretário de Estado, além de Director da "United Technologies".

Turner comprou a MGM devido principalmente ao seu enorme acervo de filmes, os quais ele iria usar em sua emissora WTBS. Entretanto se confirmou mais tarde que a grande maioria dos filmes já tinha sido vendida anteriormente a essa transação comercial. Turner foi iludido completamente pelos bancos.

Para financiar a compra da MGM-United, Turner queria emprestar US$ 1,5 Biliões de "Drexel Burnham Lambert", o braço americano do "Banque Bruxelles Lambert", que é a bandeira belga dos Rothschilds.

CBS factura anualmente US$ 4,5 Biliões e opera suas transações bancárias através do "Morgan Guaranty Trust Co." (William S. Paley). Paley é o herdeiro do enorme gigante dos cigarros e foi por muitos anos Director da CBS. A CBS é conhecida por um pequeno círculo de pessoas por suas inúmeras relações com a CIA e o Serviço Secreto inglês.

Directores da CBS são Harold Brown, antigo Secretário da Força Aérea entre 1965-69, Ministro da Defesa entre 1977-81, e antigo Director da Comissão Trilateral.

Rosewell Gilpatrick, trabalhou desde 1931 junto à Kuhn & Loeb Co. e actuava como Director do Federal Reserve de Nova Iorque entre 1973-76,

Henry B. Schnacht, Director da "Cummins Engine Co.", Diretor da AT&T, do banco Chase Manhattan Bank, do CFR-Council on Foreign Relations, Brooklings Institution e Committee for Economic Development.

Michel C. Bergerac, Director da REVLON, Director do banco "Manufacturers Hannover Bank",

James D. Wolfensohn, antigo Director do banco "J. Henry Schroeder Bank", antigo Presidente do Banco Mundial

Franklin A. Thomas, Director da Fundação Ford,

Walter Cronkite

Newton D. Minow, Director da "Rand Corp.", Pan American Airlines, Foote Cone & Belding,

Marietta Tree, Directora da Fundação Winston Churchill, da Fundação Ditchley, US-Trust, Salomon Bros. Ela é neta de Endicott Peabody, fundador da GRONTON, berço da elite americana. Ela casou com Ronald Tree, um alto funcionário do MI 6 e padrinho de Marshall Field. Ela e seu marido doaram o Ditchley Park para a fundação Ditchley. Este parque localiza-se aos arredores de Cambridge e foi o quartel general de W. Averell Harriman durante a Segunda Guerra Mundial, quando ele contribuiu para a cooperação entre F.D. Roosevelt e Winston Churchill. Para os espectadores, eles se comportavam naturalmente como os mais ferozes inimigos, pois o jogo deveria ser, é claro, muito bem encenado.

Ambos, Churchill assim como também Roosevelt, sempre comungavam previamente suas decisões sobre o cenário da guerra conjuntamente com Harriman.

A fundação Ditchley prestava-se como uma espécie de eclusa para as instruções de vários grupos americanos do "Tavistock Institut", o braço do "Instituto inglês do exército para a condução de guerra psicológica". Através da carreira de Marietta foi formado o rótulo "beautiful people", para descrever a vida das pessoas que governavam o mundo - o pessoal da Nova Ordem Mundial.

Em 1942, ela começou a trabalhar para Nelson Rockefeller e actuou depois como Embaixadora americana na ONU.

Como o instituto inglês "Tavistock Institut für psychologische Kriegsführung" controlava as emissoras NBC, ABC e CBS, tudo fica agora mais claro e compreensível: a programação é utilizada pelos melhores psiquiatras de guerra para conduzir uma maciça lavagem cerebral. Qualquer amenização desta afirmação é uma MENTIRA.

E embora os três gigantes da TV americana apareçam como grandes rivais para o grande público, verifica-se que os noticiários são parecidos não somente no conteúdo, mas também na ordem que aparecem. Quase todas as notícias são meios de propaganda com a finalidade de preparar o telespectador para a Nova Ordem Mundial - com isso eles aceitam sob aplausos todas as mentiras (ver a guerra no Iraque ou o caso do Haiti).

As únicas mudanças que podem ser executadas ficam ao final das programações, as conhecidas histórias de interesse geral, onde é apresentada como de costume uma criança qualquer que guardou uma quantia de dinheiro para uma boa acção, por exemplo, para a UNICEF, uma outra organização dos Illuminati.

Por vários meses, todas as três redes "independentes" promoveram uma incessante campanha em suas programações contra a África do Sul. Não dá para acreditar que elas queriam conquistar de facto a África Sul para da "Nova Ordem Mundial", pois os Rothschild e os Oppenheimer já tinham tomados as minas de diamante na Guerra dos Boers, em 1899. No momento, o monopólio do diamante "DeBeers" é controlado por Rothschild e Oppenheimer. O império do ouro sul africano está também nas mesmas mãos, através do controle da gigante "Anglo-American Corp. of South Africa Ltd." Pelos Rothschild e Oppenheimer.

O importante para os Rothschilds era afastar a população dos Boers que habitavam a região a mais de 300 anos e substituí-la pelos trabalhadores negros. Nós podemos classificar isso também como genocídio. Todas as noites as três grandes emissoras apresentavam em sua programação a campanha contra a população branca. Mostrava-se os pobres negros, seus protestos com tochas flamejantes pelas ruas, como seus irmãos eram assassinados e tudo isso devido ao maldoso "domínio dos brancos".

E como de costume esta propaganda de nossos "controladores" tinham um motivo. No caso agora da África do Sul, tudo gira em torno das especulações da Bolsa de Valores dos bancos Rothschild com a moeda sul africana, o Rand. Foi possível aos Rothschild em apenas poucos meses desvalorizar o valor do Rand de $ 1.35 para $ 0.35. Em 2 de Setembro de 1985, eles aumentaram o valor do Rand em cerca de 10 Cents, de 35 para 45 Cents. Para os não-investidores esta quantia pode representar pouco, mas para os especulantes ela apresentou um lucro na casa dos biliões. E o facto de que a campanha de ódio perpetrada mídia ainda continuou, somente mostra que ainda existia um pouco mais para se "extrair" do Rand.

Em 31 de julho de 1985, o "Chase Manhattan Bank" anunciou que não emprestaria mais a África do Sul. A revista "Businessweek" de 12 de agosto de 1985 explicava que isso levou o pânico ao mercado sul africano. Os banqueiros exigiam que os negros recebessem na África do Sul o direito ao voto.

Gavin Kelly, Director do gigantesco congromerado Rothschild-Oppenheimer, a "Anglo-American Corp.", tentou obrigar o governo de Botha a essa mudança da lei. Botha resistiu e com isso Kelly foi para a Zâmbia negociar e preparar com o comunista Congresso Nacional Africano, a transferência da África do Sul a eles.

A espantosa semelhança da programação das três maiores redes de TV é compreensível, se a pessoa conhece que todos os dias, uma lista de 10 a 12 "aceitáveis" notícias são preparadas pelo Serviço Secreto Britânico. Estas são enviadas por fax para Washington, verificadas pela CIA e distribuídas então às emissoras. Essa selecção de notícias nunca foi questionada pelos proprietários. Em uma entrevista com David Brinkley, em "TV Guide", em 11 de abril de 1964, tal procedimento foi descrito acertadamente com suas próprias palavras:

"As notícias são aquelas que EU digo como elas devem ser. Elas são aquilo que eu sei serem importantes segundo as MINHAS perspectivas".

(Fonte da informação: "Who owns the TV - Network, Eustace Mullins, "The News Twister", Edith Efron, Manoe Books, NY, 1972)

É ainda interessante analisar como aqui os políticos, banqueiros e membros de Sociedades Secretas controlam os meios de comunicação. Quem ainda está convicto a esta altura do jogo que não há qualquer conspiração, esta pessoa deve estar "completamente cega", no real sentido da expressão.

Hollywood: Desde o início, os Khasares tinham seu dedo no ramo cinematográfico. Todas as produtoras de filmes, como MCA-Universal, Metro-Goldwyn-Mayer, Paramount, Warner Brothers e sobretudo, a 20th Century-FOX.

E quem possui as grandes editoras? Por exemplo Viking, Knopf, Random House, Simon and Schuster, Harcourt Brace and Co, Goldman, Bertelsmann... os nomes falam por si.

"A Suíça sofre de uma crónica idiotização de seus dirigentes e de uma simplória imitação do exemplo norte-americano através dos fracassados entre os jovens, principalmente entre os estudantes".

Professor Fritz Zwicky em "Jeder ein Genie" Pág. 15

http://www.miprox.de/USA_speziell/Wer_besitzt_die_Fernsehsender_in_den_USA.html

http://www.inacreditavel.com.br/mundo/tv_usa.html
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:41 am

COMO PROCEDEM COM O CONTROLE DA COMUNICAÇÃO

1- Criam o problema e colocam a culpa em alguém, “ Controle”.
2- Então divulgam a versão que querem que o Povo saiba, através da TV, Rádio, Jornais.
3- Isto vai fazer com que o Povo fique furioso e irritado com o problema divulgado.
O Povo irá reagir, “Isto não pode ficar assim….”, “Algo tem que ser feito…”. O Quê?... O que vão fazer a este respeito?...
4- Neste ponto, criaram um problema e culparam, têm a reacção que querem e então podem oferecer exactamente a solução, que eles queriam, “ Controle”.

http://www.youtube.com/watch?v=Ee0xS1OSGLg&feature=related
CONTROLO MENTAL CIENTÍFICO
JACQUES D' ARSONVAL

Em 1893, nos finais do Século XIX, o investigador Jacques d' Arsonval efectuou experiências com animais mamíferos, submetendo-os a emissões radiofrequência. Arsonval constatou que os animais submetidos às radiofrequências, hoje conhecidas por micro-ondas, alteravam o seu comportamento e a sua diatermia, aumentando a temperatura do corpo.

PROJECTO MOONSTRUK

Com base nos estudos rudimentares de Jacques d' Arsonval , a CIA decidiu criar o Projeto Moonstruk. O objectivo era o de tentar desenvolver emissores-receptores de pequenas dimensões que seriam implantados no cérebro e nos dentes dos "incautos"; estes implantes seriam ali colocados sem conhecimento das vítimas, durante intervenções cirúrgicas ou raptos. Estes implantes seriam produzidos pela empresa AT&T que já tinha colaborado durante a II Guerra Mundial com o OSS - Office of Strategic Services no Projeto MANHATTAN (construção da primeira bomba atómica).
Robert Naesland revelou que aqueles objectos eram colocados no crâneo e retirados pela narina e que foram implantados pela SAPO o equivalente Sueco do MK Ultra.


Inicialmente, os testes foram feitos em mendigos, prostitutas e nos sem abrigo. O objectivo essencial consistia em tentar alterar o comportamento dos seres humanos sem o conhecimento destes, através da excitação electrónica do cérebro - E.S.B. . Estes implantes trabalhavam na base de altas frequências HF - ELF.




PROJECTO BLUEBIRD - PROJECTO ARTICHOKE

Facilmente se constatou que nos anos 50 a tecnologia, ao nível da electrónica, não se encontrava minimamente desenvolvida, pelo que se tornava difícil efectuar "apenas" electronicamente um controlo mental por emissões de "radiofrequências". Foi então testado um novo método: associado aos implantes, era ministrado LSD e aplicados choques eléctricos. Assim, surge em 20 de Abril de 1950 o Projecto Bluebird que em Agosto de 1951 passa a designar-se Projecto Artichoke. O objectivo era o de "apagar" memórias vividas e implantar falsas memórias. Esse trabalho foi desenvolvido com base nas experiências feitas pelos chineses conforme descreveu no seu livro publicado em 1951 por Edward Hunter ex-oficial da CIA intitulado "BRAIN-WASHING IN RED CHINA. THE CALCULATED DESTRUTION OF MEN'S MIND".


PROJECTO MK-ULTRA - PROJECTO MK-SEARCH

Voltando ao tema, as experiências destes dois projectos o MK-ULTRA e o MK-SEARCH Em 3 de Abril de 1953, foi criado pela CIA o Projeto MK-ULTRA - Candidatos Manchus International Society for the Study of Dissociation, as Universidades de Harvard, Yale e John Hopkins eram instituições pertencentes ao MK-ULTRA onde eram feitas experiências com estudantes involuntários. Em 7 de Junho de 1964 é criado o Projecto MK-SEARCH de idêntica natureza, subdividido em 7 subprojectos, dividido em 149 subprojectos. O objectivo principal era o de, electronicamente, "apagar" a memória das "vítimas" - E.D.O.M. utilizando remotamente radiofrequências de VHF, UHF e HF, e "implantar" falsas memórias e criar humanos com personalidades múltiplas, inclusivé como "serial killers", altamente especializados e treinados em diversos tipos de armas.

Segundo o investigador Colin A.Ross Doutorado pela Universidade de Alberta e especializado em Psiquiatria pela Universidade de Manitoba, E.U.A, e presidente do International Society for the Study of Dissociation, as Universidades de Harvard, Yale e John Hopkins eram instituições pertencentes ao MK-ULTRA onde eram feitas experiências com estudantes involuntários. Em 7 de Junho de 1964 é criado o Projeto MK-SEARCH de idêntica natureza, subdividido em 7 subprojectos.

Uma pequena chamada de atenção: o termo "Candidato Manchu" mais conhecido por "Manchurian Candidate", foi dado a conhecer em 1959, por Richard Condon quando, após ter colaborado com a CIA, publicou um livro sobre este tema naquele ano, tendo este sido um "best seller". O curioso nesta questão é que a pessoa anteriormente referida, era irmão do Dr. Edward Condon, Físico e Prof. da Universidade de Colorado, Chefe do Programa de Investigação sobre os OVNI's da Universidade de Colorado, área civil, no Projecto Blue Book, e que apresentou em 12 e 13 de Junho de 1967, através do capitão da Força Aérea dos Estados Unidos, Van Diver, o célebre relatório de 937 páginas sobre o fenómeno OVNI designado por Relatório da Comissão Condon para os OVNI's.

Resultavam do seguinte: antes das memórias "vividas" serem apagadas, transformavam as vítimas em "vegetais"; para isso, era administrado aos "pacientes" um "cocktail diário para dormir", (por um período de 15 a 30 dias a que designavam por "terapia do sono") composto por 100 mg de nembutal, 100 mg de torazina, 100 mg de seconal, 150 mg de veronal e 10 mg de fenergan e, de 2 a 3 vezes por dia, eletrochoques de 110 volts. Esta "terapia" foi inicialmente testada num hospital de Montreal (Canadá), sob a supervisão do psiquiatra Dr. Ewen Cameron, director do Allen Memorial Institute e que foi eleito, em 1953, presidente da American Psychiatric Association (Associação Psiquiátrica Americana) e, mais tarde, presidente da World Psychiatric Association (Associação Psiquiátrica Mundial).

Paralelamente, no National Institute of Health (Instituto Nacional de Saúde , E.U.A.), em Washington, o Dr. John Lilly efectuava testes em cérebros de macacos, cujas conclusões seriam posteriormente aplicadas em humanos, descobrindo 600 pontos no córtex cerebral, onde, à distância, e por meios radioeléctricos, podiam ser "transmitidas ordens subliminares".


SEROTONINA

Depressa se constatou quais eram os resultados: quanto mais elevadas as radiofrequências enviadas ao receptor,
- maior é a sua percepção;
- aumentam os casos de amnésia;
- numa conversação longa, começam a produzir-se raciocínios ilógicos, causando confusão mental;
- os períodos de depressão aumentam, bem como a ansiedade, a irritabilidade e a insónia;
- crescem os sintomas de cansaço;
- aumentam a distorção na visão, na audição e a anemia e os sintomas associados à esquizofrenia.

Sabe-se hoje, que alguns dos sintomas associados à esquizofrenia resultam de um elevado nível de Serotonina 5HT ou baixo nível do metabolismo da Serotonina 5HIAA.
A serotonina é um dos mais de 100 tipos de neurotransmissores conhecidos que existem no nosso cérebro, e que quando o seu nível é elevado, são responsáveis por esquizofrenias, psicoses e algumas doenças tais como a de Alzheimer, e Anorexia entre outras; ou, quando o seu metabolismo é baixo, induzem as pessoas a praticarem crimes violentos, o suicídio, a terem insónias, depressões, bulimia, a praticarem exibicionismo, etc.

Em resumo: quanto mais radiofrequência for absorvida pelo cérebro dos seres humanos, mais violentamente eles se comportam.


PROJECTO ORION

Em 1958, a Força Aérea dos E.U.A. decide criar, com dependência directa dos seus serviços de inteligência, o Projecto Orion cujo pseudónimo era Projecto Dreamland (terra de sonhos) . Os objectivos eram idênticos aos anteriores. Os meios eram: a hipnose, o uso de drogas e a excitação electrónica do cérebro - E.S.B. através de radar, F.M. e microondas. É ensaiada pela primeira vez a indução mental esquizofrénica de fazer crer às cobaias humanas involuntárias que foram vítimas de raptos de OVNI's, através de projeçcões holográficas de OVNI's e de bombardeamentos eletromagnéticos do cérebro.

Na sua edição de Novembro de 1993, a revista NEXUS publicou reportagem sob o título "Psychic Warfare & Non-Lethal Weapons" sobre a utilização de emissões de radiofrequência nos EUA, em que esclarecia que o coronel John Alexander, coordenava há alguns anos uma equipa do laboratório de Los Alamos, (constituída por agentes da CIA e da defesa) que dedicava-se à investigação do controlo da mente e em projectos psicotrónicos, nos quais, utilizava frequências VLF (frequências muito baixas de 20 a 35 kHz).

Com retransmissores instalados em vários pontos dos EUA, a equipa "inseria" mentalmente em "cobaias humanas involuntárias" histórias inverossímiveis de OVNI's por forma a desacreditar todos os investigadores privados que, seriamente, dedicam-se ao seu estudo. Curiosamente o Dr. Byron T. Weeks, na sua obra "Tavistock - The Best Kept Secret in America" explica que o STANFORD RESEARCH INSTITUTE encontra-se associado a estas pesquisas sobre o controlo da mente desde 1952, num trabalho designado "Mudar a Imagem do Homem".

Abro aqui um parêntesis para esclarecer que face aos insistentes rumores e às pressões exercidas pela opinião pública norte-americana o STANFORD RESEARCH INSTITUTE através de um alto responsável científico, especialista na área do comportamento humano, decidiu esclarecer, através dos órgãos da informação (imprensa, rádio e TV), que, efectivamente, durante vários anos aquele Instituto colaborou com a Agência na pesquisa do controlo mental dos humanos, e que tinham chegado a resultados "interessantes". Dando um exemplo: através da emissão de feixes radioeléctricos conseguiram estimular partes do cérebro de pessoas que trabalhavam numa base secreta na ex-URSS e que, involuntariamente, transmitiram mentalmente imagens do local que puderam ser recebidas nos EUA por seres humanos "receptores". Essas imagens foram posteriormente confirmadas por fotografias feitas por satélite e que idêntica experiência tinha sido feita com o astronauta Edgar Mitchel, quando, em 1969, participou voluntariamente, na Lua, numa experiência de transmissão de imagens mentais.

Conforme foi afirmado por aquele cientista do STANFORD RESEARCH INSTITUTE , quando separados por grandes distâncias, quer os fotões quer as partículas simples mantêm-se ligados entre si. Se um alterar o movimento o outro acompanha-o, é a interligação quântica de que falava o físico David Bome.


O HOLOGRAMA QUÂNTICO

Esta interligação quântica não é mais do que uma imagem holográfica do espaço-tempo que permite aos fotões, quando nascem juntos, mantenham-se ligados ao longo de grandes distâncias. Esse holograma quântico existe em toda a matéria e contém informação de todos os objectos do Universo; é, por assim dizer, uma macro-matéria que existe no espaço e no tempo, com os atributos de uma onda de choque. Qualquer acto praticado num determinado local, transmite-se a todo o Universo. Esse paradoxo foi comprovado pelo National Institute of Standards and Technology, EUA, quando constataram que um átomo pode existir em dois locais ao mesmo tempo.



PROJECTO MK-DELTA

Em 1960, a CIA criou um novo Projecto designado MK-DELTA também conhecido por Deep Sleep. Os trabalhos basearam-se no controlo mental através de frequências FM, HF, VHF e UHF. A transmissão passou a ser feita através de antenas de televisão, antenas de rádio e instalação eléctrica. Testaram, pela primeira vez, a aplicação de implantes nas costas, porque, em caso de morte do "implantado" fosse feita uma autópsia, provavelmente nunca seria detectado.

Trabalhando com o Dr. Stephen Aldrich director do ORD - OFFICE RESEARCH AND DEVELLOPEMENT e director do OFFICE OF SCIENTIFIC INTELLIGENCE, a tecnologia de implantes no cérebro humano desenvolveu-se como resultado de trabalhos efectuados pelo Dr. John Lilly .
Em 1965 ... (note-se bem, em 1965 ) a ORD começou a trabalhar na manipulação genética, com genes humanos e alienígenas (???), por forma a poderem criar um "super soldado". Em 1968 a ORD começou a trabalhar no Projecto OFTEN que, em colaboração com o ARMY CHEMICAL CORPS testavam em presos da Holnesburg State Prison, em Filadélfia, que se ofereciam voluntariamente (em troca da redução de penas a quem diziam que estariam a testar novas vacinas), o efeito de vários vírus de origem extraterrestre (???). Este Projecto OFTEN foi abruptamente cancelado em 1973 por James Schlesinger .


PROJECTO PHOENIX I I

Em 1983, a Força Aérea dos E.U.A. em colaboração com o NSA cria o Projecto Phoenix I I também designado por Rainbow. O projecto utiliza frequências de Radar, Micro-Ondas, EHF e UHF. Pela primeira vez é utilizado o sistema de rastreio e controlo por satélite e utilizado o controlo mental sem utilização de implantes.

O trabalho é desenvolvido tendo por objectivo "interceptar" as ondas eléctricas emitidas pelo cérebro humano para modificar o comportamento das pessoas (inicialmente foram utilizadas frequências que oscilavam entre os 400 mHz e os 1.700 mHz).

Julga-se que, ainda hoje, apesar de, à superfície, parecer encontrar-se abandonada, a antiga base militar de Montauk, Long Island, com os seus 15 pisos subterrâneos que atingem 400 metros de profundidade, está em plena actividade. Conseguem detectar-se, à superfície, sinais de radiofrequência, emitidas clandestinamente e em simultâneo com portadoras de telemóveis através dos seus retransmissores.


Para que não se pense que as investigações sobre a utilização de radiofrequências no controlo da mente possam parecer que são inofensivas, foi divulgado em 1986 um relatório feito pelo Microwave Research Department (Departamento de Pesquisa de Microondas, ) do WALTER REED ARMY INSTITUTE OF RESEARCH que afirmava que "As microondas na faixa de frequências compreendidas entre 1 e 5 gHz ...penetra todos os órgãos do corpo e colocam-nos em risco, sendo os efeitos de debilitação geral imediatos, a debilitação auditiva imediata, e os efeitos de controlo mental podem ser imediatos". O relatório conclui: "...parece que as microondas também provocam reacções eléctricas no sistema nervoso central podendo-se controlar o movimento das pessoas..."

Um outro relatório (publicado em 1982 na revista de biotecnologia da Força Aérea dos EUA) refere que "a alteração do comportamento provocada pelo HPM (Microondas de alta potência) é uma brincadeira comparado com o que o ELF (Muito Baixa Frequências) porque estas podem produzir, nomeadamente ... o controlo individual ou de multidões..."


PROJECTO TRIDENTE

Em 1989, o NSA, o ONR e a FEMA criam o Projecto TRIDENT ou Projecto BLACK TRIADE. Este projecto destina-se essencialmente ao controlo do comportamento de indivíduos ou grupos de indivíduos que investigam o fenómeno OVNI e, numa outra faceta, controlo de revoltas. São utilizadas frequências de UHF e, pela primeira vez, são utilizados os designados "helicópteros negros"...voando em formação, composta por três aeronaves.


PROJECTO RF MEDIA

Em 1990, a CIA cria o Projecto RF MEDIA. Este projecto destina-se ao controlo, sob sugestão subliminar electrónica e programável, da população dos EUA. Com sede em Boulder, Colorado, utiliza as frequências de ULF, VHF, HF e FM , para o controlo da população, "injectando" sinais através de portadoras de telefones móveis (celulares), de TV (com melhores resultados na TV digital), de rádio, e através da internet. É conhecido naquele país como sendo a fase preparatória para controlo electromagnético de massas.
Naquele ano (1990) , foi publicada a patente de um capacete electromagnético a utilizar para efectuar o controlo da mente:

O Dr. Michael Persinger, Professor de Psicologia e Neurociência da Laurentian University, Ontário, Canada escreveu um artigo, há alguns anos, intitulado "A possibilidade de ter directamente acesso a todo o cérebro humano por indução electromagnética de algoritmos fundamentais".

Segundo ele "a excitação electromagnética do lóbulo temporal, pode evocar o sentimento de uma presença, de desorientação, e de erros de percepção. Pode activar imagens armazenadas na memória, inclusivé pesadelos e monstros que normalmente são suprimidos". E continua: "...a existência de algoritmos fundamentais pressupõe que toda a transmissão sensitiva é traduzida num intrínseco código cerebral específico. A excitação directa deste código no córtex temporal ou límbico, através da aplicação de estimulações electromagnéticas, requer níveis de energia idênticos ao da actividade geomagnética e dos sistemas de comunicação actuais. É um processo que poderá permitir que todos os cérebros humanos normais possam ser afectados por frequências sub-harmónicas que oscilam entre 10 Hz variando apenas em 0.1 Hz ".

E conclui: "Nas últimas duas décadas surgiu um potencial que parecia inverossímil, mas que é agora possível. Este potencial é a capacidade técnica que há para influenciar a maior parte dos seis biliões de cérebros da espécie humana..."


AS GUERRAS DO TÂNTALO

Mais uma vez, abro aqui um pequeno parêntesis, para abordar o tema relativo às guerras provocadas pelo elemento conhecido por Tântalo ou Tantalum (Ta) na Tabela Periódica, descoberto em 1802 por Anders Gustaf Ekeberg (1767-1813) .
O Tântalo é intensamente explorado em minas de céu aberto no Congo (junto à fronteira com o Ruanda e o Uganda), Zimbabwé, e Nigéria !!! Os minerais de onde se pode extrair o Tântalo são: COLUMBITE e Tantalite.
Vejamos quais as suas características:
Pertence ao grupo 5: isto é tem 5 electrões de valência que podem combinar-se com outros elementos. As suas características metálicas fazem com que apresente diversos graus de oxidação, conforme os graus de ionização. Não sendo um metal nobre, a fusão dos seus óxidos com hidróxidos alcalinos produz tantalatos
O tântalo é frequentemente utilizado em instrumentos cirúrgicos em substituição da platina uma vez que tem uma considerável resistência a corrosão. Também é utilizado em implantes nos seres humanos uma vez que os fluidos orgânicos não reagem contra este metal, e, consequentemente, não há rejeição.

A descoberta do Tântalo fez com que a evolução tecnológica da electrónica tenha dado um salto gigantesco ao utilizá-lo na miniaturização de condensadores e de outros componentes e, consequentemente na miniaturização progressiva de implantes de emissores receptores instalados no corpo humano. Um exemplo concreto da utilização massiva nos telefones móveis (celulares) é o facto de cerca de 1Kg, Tântalo utiliza-se no fabrico de 10.000 daqueles telefones móveis (celulares).

Em Maio de 2002 foi divulgado internacionalmente que cientistas tinham implantado um micro-processador no globo ocular de um ser humano invisual, por forma a que este pudesse recuperar a visão, tendo os resultados sido "altamente positivos". O micro-processador implantado tem cerca de 2 milímetros de diâmetro.
Igualmente em Maio de 2002 foi anunciado que cientistas tinham colocado um implante nos braços de vários membros de uma família, implante esse que serviria para determinar, em qualquer momento e em qualquer ponto do mundo, o "estado de saúde" de cada um dos elementos do agregado familiar, as dimensões deste "implante" comparado-o com as dimensões da agulha de uma seringa.


ECHELON

Há algum tempo, a revista australiana New Down, de Melbourne afirmava que tinha provas de que o controlo mental de cidadãos inocentes através de ondas electromagnéticas estava a ser feito a partir das bases militares dos EUA, de rastreio de satélites situado em Pine Gap e Nurrungars, na Austrália.
Sabe-se hoje que Pine Gap é uma das bases de operações do programa ECHELON que utiliza vários tipos de satélite para, entre outras missões, praticar espionagem industrial como já foi reconhecido pelo Parlamento Europeu. Um dos meios utilizados para esse controlo (maioria das vezes, mental), é feito pelo sistema GPS, cujos rádio-sinais transportam em simultâneo ELF. Daí se explica que os serviços da defesa dos EUA não queiram que os europeus utilizem um sistema diferente do GPS. A União Europeia irá iniciar o seu próprio programa designado por Galileo, através de um sistema e satélites próprios.


PROJECTO TOWER

Em 1990 a CIA e o NSA criam o Projeto TOWER também conhecido por WEDDING BELLS. Utilizando micro-ondas, EHF e SHF, transmitidas através de telefones celulares por modulação ELF destina-se ao controlo de grandes massas de população "programando-as" com informações neurais codificadas, provocando degeneração das células do córtex, supressão psíquica e a alteração do DNA.




PROJECTO HAARP

Criado em 1995, pela CIA, NSA e ONR, sediado no Alaska em Gakoma, utiliza as frequências UHF e VHF criando campos de ressonância electromagnética de 1,1 GHz na atmosfera para alterar o DNA e o comportamento humanos.
Apesar do seu nome parecer indicar, que o seu objecto é o estudo das auroras boreais, segundo informações prestadas pela marinha e força aérea dos EUA, o Projecto HAARP - HIGH FREQUENCY ACTIVE AURORAL RESEARCH PROGRAM foi inicialmente concebido para melhorar as comunicações com submarinos através dos sistemas ELF. O HAARP é constituído por mais de 180 torres com antenas atípicas.




PROJECTO CLEAN SWEEP

Em 1997 foi criado pela CIA, NSA e ONR o Projeto CLEAN SWEEP . Utilizando radiofrequências na ordem do 20 Hz, o objectivo é o de tentar modificar o comportamento de grupos humanos objectivos, influenciando a actividade eléctrica do córtex pré-frontal.


A.C.H.E.S. - M.C.

A partir dos finais da década de 60 do Século XX, familiares de Candidatos Manchu ao constatarem que alguns de seus parentes e amigos apresentavam sintomas de dupla personalidade bem como outros comportamentos estranhos tais como sintomas de esquizofrenia e outros associados à alteração da SEROTONINA, decidiram proceder autonomamente ao seu exame clínico. Constatou-se que muitos deles, tinham sido mentalmente manipulados para procederem a diversos tipos de missões. Para além de algumas dessas missões serem objectivamente políticas, outras destinavam-se a provocar o descrédito do fenómeno OVNI.

Perante os resultados e com um relatório sólidamente elaborado, apoiado em resultados e investigações clínicas, um grupo de cidadãos dos EUA decidiu, em 1995, processar o Governo Federal pelas experiências involuntárias.
Confrontado com este processo, a comissão presidencial para a investigação de experiências com radiações em seres humanos decidiu mandar analisar os factos pedindo, nomeadamente às diversas agências de informações (CIA, NSA, FBI e muitas outras agências militares) que desclassificassem documentos secretos levando inclusivé a que o então presidente Clinton garantisse, na comissão que jamais estes factos se repetiriam (???). O certo é que alguns dos documentos relativos ao assunto foram desclassificados. Porém, esses documentos desclassificados estavam censurados em mais de 90 % do seu conteúdo, e as actividades dos Candidatos Manchu mantêm-se e têm-se alastrado por todo o mundo.

http://umanovaera.com/ufologia/ovnis_e_controle_mental.htm



Estes programas de desenvolvimento do controle mental psico-fisiológico, tem sido utilizado ao longo dos tempos, pelos serviços de inteligência, principalmente durante a guerra fria, para fabricar assassinos, incutir tendências suicídas, apagar memórias passadas e criar falsas memórias presentes, de modo a fornecer aos inimigos falsas informações, em que o paciente vive a falsa memória inserida na sua mente, como sendo a verdade absoluta. Apagar a memória de cientistas e pessoal que trabalharam em projectos ultra-secretos e por fim ao desenvolvimento do controle mental de massas, quer para manter a serenidade ou provocar revoltas.
Não me surpreenderia se os pilotos que levaram os aviões contra o World Trade Center, tivessem sido programados secretamente para esse fim, através de uma destas técnicas.
O desenvolvimento progressivo de todas estas técnicas, tem sido fundamental para a criação do futuro microchip, como aparelho de controle de “localização” e ”Comportamento”, que irá fazer com que o Ser Humano, deixe de ter liberdade e emoção própria. A sua liberdade e emoção, passa a ser manipulada e controlada por um sistema inteligente computorizado que emite rádio frequências, de modo que não possa reagir de livre e espontânea vontade, mas sim dentro de normas e padrões estabelecidos.







O MICROCHIP

Introdução - O microchip, foi inventado pelo engenheiro Jack Kilby, da Texas Instruments em 1958, ao criar o primeiro circuito integrado.
Kilby, fez passar uma corrente eléctrica no seu pequeno “monólito” de germânio. Ligou a electricidade e instantaneamente, o oscilador registou um sinal contínuo, prova de um circuito fechado.
Alguns meses mais tarde, na empresa que fundara na Califórnia, o engenheiro Robert Woyce, chegava sózinho a uma conclusão semelhante, mas imaginou uma estrutura de silicone, que sem saber, completava a descoberta de Kilby. Desconhecedores um do outro, os dois investigadores tinham em conjunto inventado o circuito integrado.
Kilby foi galardoado com o Prémio Nobel da Física, em 2000 e registou mais de 60 patentes.
A descoberta de Kilby e Robert Woyce “o microchip”, está a revolucionar o mundo actual. “A Revolução Digital”, transformou o nosso mundo na Era das comunicações digitais, informática e das ciências de investigação, principalmente no campo da biofísica e na investigação espacial.
O microchip está presente em todos os equipamentos electrónicos. A descoberta dos chips químicos, neuro-chips e bio-chips, está quebrando cada vez mais as barreiras entre os seres vivos e as máquinas.
O bio-chip, representa um perigo para a humanidade, é a perda da nossa liberdade e o controle total, pode ser utilizado como localizador, pode localizar um indivíduo em qualquer parte do mundo através de emissões de rádio frequência, para identificação, tem uma base de dados onde é possível obter todos os dados do indivíduo, através da leitura de um scanner, transacções financeiras ligando o scanner a uma base de dados, de modo a substituir os cartões débito/crédito, como rastreio de doenças na medicina, estas são as características mais convincentes, mas a realidade é outra e bem diferente.
É possível ler o implante deste micro-chip, como um alerta sobre formas de vigilância e controle sobre o ser humano ou como sintoma de uma mutação biológica, que deverá acontecer próximamente, quando memórias digitais forem implantadas em nossos corpos para completar ou substituir nossas próprias memórias.

http://www.adrenaline.com.br/forum/cpu-s-placas-mae-memorias/92437-cientistas-europeus-criam-neuro-chip.html

http://www.maxideia.com/pt_pt/maxcontent/documento/10159/edicoes-dicionario-digital/sabia-que-tudo-o-que-esta-a-fazer-agora-depende-de-uma-peca-mais-fina-do-que-um-cabelo/

http://www.ekac.org/machado.html


BIO-CHIP

O FDA ("Food and Drug Administration"), o ministério da saúde dos Estados Unidos, acaba de liberar a utilização de microchips implantáveis em seres humanos, para fins médicos. As acções da VeriChip, a empresa pioneira na fabricação desses pequenos transmissores, disparou na Bolsa de Valores.
O bio-chip é um microtransponder baseado na tecnologia RFID, a mesma utilizada para a construção de etiquetas que emitem sinais de rádio, que estão em vias de aposentar o velho código de barras na identificação de produtos em supermercados.

O sistema completo inclui, além do chip, um aplicador, responsável pela inserção do aparelho sob a pele do paciente, um leitor dos sinais emitidos pelo bio-chip e uma base de dados segura para armazenamento dos dados médicos.
O chip tem o tamanho aproximado de um grão de arroz e, uma vez inserido sob a pele, não pode ser visto a olho nu. Cada VeriChip contém um código único de identificação de 16 dígitos que pode ser lido passando-se rapidamente o leitor sobre o local do implante. O número lido faz a conexão com a base de dados por meio de um acesso criptografado à Internet e passa as informações ao médico.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010110041025




TECNOLOGIA RFID
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A RFID é uma tecnologia que, em linhas gerais, possibilita a comunicação electrónica à distância entre um produto específico e um leitor que coleta a informação e torna-as disponíveis para a tomada de decisões dos profissionais que gerenciam o processo de distribuição e reposição de itens. Trata-se de um dispositivo de hardware chamado inlay (um chip conectado a antenas), que é encapsulado em diferentes matérias (papéis, papelão, cartões de plásticos, vidro, CR-ROM, etc). O chip, que armazena as informações sobre o item a ser identificado, é interligado às antenas que por sua vez são responsáveis pela transmissão, via ondas de rádio, dessas informações para um leitor (ou receptor) que operam na mesma faixa de frequência. Capturado o código, ele é transmitido a um computador que registra a passagem do objecto pela zona de leitura do receptor. De modo automatizado, sem erros e em tempo real, sendo ainda possível a leitura praticamente simultânea de algumas centenas de sinais.

De acordo com informações passadas pela Associação ECR Brasil, a tecnologia de radiofrequência para fins de identificação (RFID) é conhecida há bastante tempo, tendo sido utilizada de maneira mais ampla a partir dos anos 30, na aviação militar. Ao longo do tempo foram desenvolvidas aplicações em diferentes áreas, de identificação de gado até o sistema de pedágio (“Sem Parar”) existente em diversas rodovias brasileiras.

Apesar de simples, a aplicação da tecnologia em diferentes situações demanda soluções específicas para questões como faixa de radiofrequência, alcance, interferência, barreiras às ondas de rádio, compatibilidade de hardware e software, fontes de energia, estruturas de códigos padronizadas, etc.

A aplicação ampla da tecnologia em cadeias e mercados globalizados só será possível a partir da adopção de padrões globais, tanto do hardware e do software, como também dos processos e estruturas de sistemas de informação. Sem isto, não haverá a necessária escala e compatibilidade de sistemas, limitando a aplicabilidade a algumas soluções proprietárias de empresas.

http://www.siemens.com.br/templates/template_revista_content.aspx?channel=5856&id_indice=88&id_revista=19&id_conteudo=16558




IMPLANTES DE MICROCHIP, CONTROLO MENTAL E CIBERNÉTICA
- de Rauni-Leena Luukanen-Kilde, MD
Ex Chefe Médico da Finlândia
6 de dezembro de 2000
Em 1948, Norbert Weiner publicou um livro, Cibernética, definido como uma comunicação neurológica e teoria de controle já em uso em pequenos círculos naquele tempo. Yoneji Masuda, “Pai da Sociedade da Informação”, expressou a sua preocupação em 1980 que nossa liberdade esteja ameaçada no estilo orweliano pela tecnologia cibernética desconhecida pela maioria das pessoas. Esta tecnologia liga os cérebros das pessoas por meio de microchips implantados a satélites controlados por supercomputadores baseados no solo.
Os primeiros implantes cerebrais foram inseridos cirurgicamente em 1974, no Estado de Ohio, EUA e também em Estocolmo, na Suécia. Os eletrodos cerebrais foram inseridos nos crânios de bebés em 1946 sem o conhecimento de seus pais. Nas décadas de 1950 e 1960, os implantes eléctricos foram inseridos em cérebros de animais e de humanos, especificamente nos EUA, durante a pesquisa de modificação de comportamento, e funcionamento cerebral e corporal. Os métodos de controle mental foram usados em tentativas de mudar comportamento e atitudes humanas. Influenciar as funções cerebrais se tornou uma importante meta dos serviços militares e de inteligência.
30 anos atrás, os implantes cerebrais que apareciam aos Raios X tinham o tamanho de um centímetro. Os implantes subsequentes ficaram do tamanho de um grão de arroz. Eles eram feitos de silício, mais tarde de arsenídeo de gálio. Hoje eles são pequenos o bastante para serem inseridos pelo pescoço ou costas, e também intravenosamente em diferentes partes do corpo durante intervenções cirúrgicas, com ou sem o consentimento do sujeito. É quase impossível detecta-los ou remove-los.
É tecnicamente possível para cada recém-nascido ser injectado com um microchip, que pode então funcionar para identificar as pessoas pelo resto de sua vida. Tais planos estão sendo secretamente discutidos nos EUA sem o conhecimento do público das questões da privacidade que estão envolvidas. Na Suécia, o Primeiro Ministro Olof Palme deu permissão em 1973 para implantar prisioneiros, e o Director Geral de Inspecção de Dados, Jan Freese revelou uma casa de enfermagem onde os pacientes eram implantados em meados da década de 1980. A tecnologia é revelada no 47 Relatório Estatal Sueco de 1972, Statens Officiella Utradninger (SOU).
Seres humanos implantados podem ser seguidos a todos os lugares. Suas funções cerebrais podem ser remotamente monitorizadas por supercomputadores, até mesmo alteradas através da mudança de frequências. As cobaias nos experimentos secretos têm incluido prisioneiros, soldados, doentes mentais, crianças deficientes, pessoas cegas e surdas, homossexuais, mulheres sozinhas, idosos, e qualquer grupo considerado “marginal” pelos experimentadores da elite. As experiências publicadas com prisioneiros na Prisão Estadual de Utah estão chocando a consciência.
Os microchips de hoje operam por meio de ondas de radio de baixa frequência que os alvejam. Com a ajuda de satélites, a pessoa implantada pode ser rastreada em qualquer lugar no globo. Tal técnica foi testada em um certo número de pessoas durante a Guerra do Iraque, segundo o Dr. Carl Sanders, que inventou a interface biótica de inteligência pilotada (IMI), que é injectada nas pessoas. (mais cedo, durante a Guerra do Vietname, soldados foram injectados com um chip Rambo, destinado a aumentar o fluxo de adrenalina na corrente sanguínea). Os supercomputadores de 20 biliões bit/por segundo na Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA) agora pode "ver e ouvir" o que os soldados vivenciam nos campos de batalha com um sistema de monitoramento remoto (RMS).
Quando um microchip de 5 micromilímetros [o diâmetro de um fio de cabelo é 50 micromilímetros] é colocado dentro do nervo óptico do olho, isto leva os impulsos do cérebro para incorporar as experiências, cheiros, visões e vozes das pessoas implantadas. Uma vez transferidos e armazenados no computador, estes neuroimpulsos podem ser projectados de volta para o cérebro da pessoa via o microchip a ser reexperienciado. Usando o sistema de monitoramento remoto, um operador de computador no solo pode enviar mensagens electromagnéticas [codificadas como sinais] ao sistema nervoso, afectando a performance do alvo. Com o sistema de monitoramento remoto, as pessoas sadias podem ser induzidas a terem alucinações e ouvirem vozes em suas cabeças.
Cada pensamento, reacção,audição e observação visual causa um certo potencial neurológico, pontas e padrões no cérebro e os seus campos electromagnéticos que agora podem ser descodificados em pensamentos, imagens e vozes.A estimulação electromagnética pode portanto mudar as ondas cerebrais de uma pessoa e afectar a actividade muscular, causando dolorosas cãimbras musculares vivenciadas como tortura.
O sistema de vigilância electrónica do NSA pode simultaneamente seguir e manipular milhões de pessoas. Cada um de nós tem uma única frequência biolétrica de ressonância no cérebro, como temos únicas impressões digitais. Com a estimulação cerebral da frequência electromagnética completamente codificada, os sinais electromagnéticos pulsantes podem ser enviados para o cérebro causando a desejada voz e efeitos visuais a serem vivenciados pelo alvo. Esta é uma forma de guerra electrónica. Os astronautas americanos foram implantados antes de serem enviados ao espaço para que os seus pensamentos pudessem ser acompanhados e todas as emoções pudessem ser registradas 24 horas por dia.
O Washington Post relatou em Maio de 1995 que o Príncipe William da Grã-Bretanha foi implantado aos 12 anos. Assim, se ele fosse raptado, uma onda de rádio com uma frequência específica pode ser alvejada para este microchip. O sinal do chip seria roteado por meio de um satélite até a tela do computador dos quartéis generais da polícia, onde os movimentos do Princípe seriam acompanhados. Ele realmente pode ser localizado em qualquer lugar no globo.
A media de massa não relatou que a privacidade de uma pessoa implantada desaparece pelo resto de sua vida. A pessoa pode ser manipulada de muitos modos. Usando diferentes frequências, o controlador secreto deste equipamento pode até mesmo mudar a vida emocional de uma pessoa. Ela pode se tornar agressiva ou letárgica. A sexualidade pode ser artificialmente influenciada. Sinais de pensamento e pensamento subconsciente podem ser lidos, os sonhos afectados e até mesmo induzidos, tudo sem o conhecimento ou o consentimento da pessoa implantada.
Um perfeito ciber-soldado pode então ser criado. Esta tecnologia secreta tem sido usada em certos países da OTAN desde a década de 1980 sem que as populações académicas e civis tenham ouvido qualquer coisa sobre isto. Então, pouca informação sobre tais sistemas invasivos de controle mental está disponível nas revistas profissionais e académicas.
O grupo de Sinais de Inteligência do NSA pode remotamente monitorar informação de cérebros humanos ao descodificar os potenciais evocados (3.50 HZ, 5 milliwatt) emitidos pelo cérebro. As experiências em prisioneiros, em Gothenburg, Suécia e Vienna, Áustria, tem sido descobertos terem evidentes lesões cerebrais. A diminuida circulação sanguínea e a falta de oxigénio nos lobos frontais direito resultam de onde os implantes cerebrais são geralmente operacionais. Um experimentador finlandês vivenciou atrofia cerebral e ataques intermitentes de inconsciência devido a falta de oxigénio.
Técnicas de controle mental podem ser usadas para propósitos políticos. A meta dos controladores mentais hoje é induzir as pessoas ou grupos alvo a agirem contra sua convicção e melhores interesses. Indivíduos zumbificados podem até mesmo ser programados para matar e depois de nada se lembrar do crime. Exemplos alarmantes deste fenómeno podem ser encontrados nos EUA.
Esta “guerra silenciosa” está sendo realizada contra civis e soldados não cientes por agências militares e de inteligência. Desde 1980, a estimulação electrónica do cérebro (ESB) tem sido usada secretamente para controlar pessoas alvo sem seu conhecimento ou consentimento. Todos os acordos internacionais de direitos humanos proibem a manipulação não consensual de seres humanos, até mesmo em prisões, sem falar nas populações civis.
Sob uma iniciativa do Senador americano John Glenn, as discussões começaram em Janeiro de 1997 sobre os perigos de radiar populações civis. Alvejar as funções cerebrais das pessoas com campos electromagnéticos e raios [de aviões, helicópteros, satélites, vans estacionadas, casas vizinhas, postes telefónicos, aparelhos eléctricos, telefones celulares, TV, rádio, etc] é parte do problema de radiação que deve ser abordado nos corpos de governo democraticamente eleitos.
Além do controle mental electrónico, métodos químicos também têm sido desenvolvidos. Drogas que alteram a mente e diferentes gases de cheiro que afectam a função cerebral negativamente podem ser ejectados em dutos de ar ou canos de água. Os vírus e as bactérias também têm sido testados deste modo em vários países.
A super tecnologia de hoje, ligando as nossas funções cerebrais via microchips (ou até mesmo sem eles, segundo tecnologia mais recente) a computadores via satélites nos EUA e em Israel, oferece a maior ameaça à humanidade. Os supercomputadores mais recentes são poderosos o bastante para monitorar a inteira população mundial. O que acontecerá quando pessoas são tentadas por falsas premissas para permitir microchips em seus corpos? Uma isca será a carteira de identidade por meio de microchip. A legislação compulsória tem até mesmo sido proposta nos EUA para criminalizar a remoção de um implante de identidade.
Estamos prontos para a robotização da humanidade e a total remoção da privacidade, inclusive da liberdade de pensamento? Quantos de nós desejariam ceder nossas vidas inteiras, inclusive os nossos pensamentos mais secretos ao Big Brother? Ainda que já exista a tecnologia para criar uma Nova Ordem Mundial totalitária. Sistemas encobertos de comunicação neurológica estão em lugar para conter o pensamento independente e controlar a actividade política e social em benefício de interesses militares e auto-serviços privados.
Quando nossas funções cerebrais já estão conectadas a supercomputadores por meio de raio implantes e microchips, será tarde demais para protestar. Esta ameaça pode ser derrotada somente por educar o público, usando a literatura disponível em biotelemetria trocada em congressos internacionais.

Uma das razões pelas quais esta tecnologia tem permanecido um segredo de Estado secreto é o prestígio disseminado do Manual VI de Estatítica Diagnóstica psiquiátrico produzido pela Associação Americana de Psquiatria (APA) e impresso em 18 línguas. Os psiquiatras trabalhando para as agências de inteligência dos EUA sem dúvida participaram em escrever e revisar este manual. Esta “bíblia” psiquiatra encoberta o desenvolvimento secreto das tecnologias de controle mental ao rotular alguns de seus efeitos como sintomas da esquizofrenia paranóide.
As vítimas da experimentação de controle são portanto rotineiramente diagnosticadas como mentalmente doentes por médicos que aprenderam os sintomas da lista de DSM na escola médica. Os médicos não têm sido academicamente preparados para que o paciente possa estar dizendo a verdade quando relata estar sendo alvo contra a vontade dele ou sendo usado como cobaia para formas electrónicas, químicas e bacteriológicas de guerra psicológica.
O tempo está se esgotando para mudar a direcção da medicina militar, assegurando o futuro da liberdade humana.
Este artigo foi originalmente publicado na edição de 36 anos da revista científica filandesa SPEKULA (1999). SPEKULA (circulação 6500) é uma publicação dos estudantes de medicina do Norte da Finlândia e dos médicos da Universidade Oulu OLK (Oulun Laaketieteellinen Kilta). E enviado a todos estudantes de medicina da Finlândia e todos o médicos do Norte da Finlândia.
http://conspireassim.wordpress.com/2008/06/25/implantes-de-microchip/
Nos anos 60, o professor José Delgado, pegou num touro hóstil e implantou electrodos no seu cérebro, os electrodos activados por um transmissor de rádio. Após o touro ter recuperado da implantação, foi levado para a arena para ser toureado e antes de o touro alcançar o toureiro, apertou-se o botão em plena carga e logo os sintomas da raiva entrar em curto-circuito e o touro cessou a agressão instantaneamente, desistindo da investida contra o toureiro.
Um experimento mais claro, foi realizado com gatos e nesse exemplo clássico, o hipotálamo, regulador do ritmo vital, foi implantado com electrodos, mas o hipotálamo não é responsável somente do ritmo vital, mas também pela raiva e ao ligar o interruptor, o gato fica subitamente agressivo e logo em seguida, o interruptor é desligado e o gato automaticamente fica calmo, comprovando que o hipotálamo controla certos comportamentos de agressão.
Um cientista britânico, o professor de cibernética, Kevin Whroy, transformou-se no primeiro homem biónico do mundo, tem um implante conectado ao seu sistema nervoso. Ele descobriu exactamente como o cérebro envia impulsos e controla os movimentos, inclusivé, sensações de prazer e dor. Um braço artificial cibernético, move-se como resultado dos impulsos do seu sistema nervoso. Kevin explica: há uma ligação desde o meu cérebro, descendo pelo nervo central, através das paredes do conector e nas próximas semanas, colocaremos um receptor de transmissão de rádio que desenvolvemos na Universidade e isso fará a conexão por rádio, desde o meu sistema nervoso até ao computador e vice-versa, para monotorizar os impulsos nervosos dos movimentos dos dedos.
http://www.youtube.com/watch?v=8qWZBSHUgk0
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:42 am

MICROCHIP MONDEX
É do tamanho de um grão de arroz, vem com uma novidade vantajosa, de eliminar qualquer necessidade de documentos ou dinheiro. Já é utilizado como inibidor de sequestros de empresários em todo o mundo e futuramente utilizado por nós, pelas vantagens e por imposição.

A Motorola é que está produzindo o microchip para a MONDEX SMARTCARD, que desenvolveu vários implantes em humanos usando o bio-chip.
O bio-chip mede 7mm de comprimento e 0,75mm de largura, mais ou menos o tamanho de um grão de arroz, contém um transponder e uma bateria de Lítio recarregável. A bateria é recarregada por um circuito de termopar, que produz uma corrente eléctrica com flutuações da temperatura do corpo.
Transponder é um sistema de armazenamento e leitura de informação em um microchip, cuja leitura se dá em ondas, como de controle remoto.
Mais de 250 corporações em 20 países, estão envolvidas, para trazer o Mondex para o mundo e muitas nações, já foram “privilegiadas”, para usar o sistema, entre elas: Reino Unido, Canadá, EUA, Austrália, Nova Zelândia, Israel, Hong Kong, China, Indonésia, Macau, Malásia, Filipinas, Singapura, Tailândia, Índia, Taiwan, Sri Lanka, Costa Rica, Guatemala, Nicarágua, Panamá, Honduras, El Salvador e actualmente o Brasil.
Estão sendo usados outros sistemas de SMART CARDS em favor do Mondex, especialmente desde que o Master Card, comprou uma participação de 51%, apostando na companhia.
Eles gastaram mais de 1,5 milhões de dólares nos estudos, para saber o melhor local para colocar este bio-chip no corpo humano. Só encontraram dois lugares satisfatórios e eficientes, a testa debaixo do couro cabeludo e a parte detrás da mão, especialmente a mão direita.
Eles estão produzindo actualmente um bilião de bio-chips Mondex por ano e já estiveram em produção durante pelo menos um ano.
Eles descobriram que se o chip estivesse no cartão, haveria alguns problemas sérios, o chip poderia ser cortado e as informações mudadas ou falsificadas. Os valores podiam ser alterados, quebrados, roubados ou perdidos. Após a implantação do cartão, este mesmo deverá sair fora de uso dentro de alguns anos. Enfim o dinheiro vivo não será mais seguro, para o comércio em geral. E existe uma só solução para este problema que é seguido pela Motorola, é o implante de bio-chip, na mão direita ou na testa, onde não poderá ser retirado depois de feito o implante, visto que se for retirado cirurgicamente, o invólucro se quebrará e o indivíduo, será contaminado pelo Lítio, contido dentro de uma microbateria e logo o sistema de posicionamento global detectará esta retirada e colocará a polícia em alerta.
A palavra MONDEX quer dizer: “Dinheiro na mão direita”
MON = monetário – pertencente a dinheiro
DEX = pertencendo ou localizado à mão direita
http://www.youtube.com/watch?v=7IPT5PiL6bU&feature=related

ESTRANHAS COINCIDÊNCIAS
( mondex e o sinal da besta )
O Mondex, recolhe as impressões digitais de pés e olhos, genótipo do DNA, status financeiro e histórico pessoal, ninguém poderá comprar nem vender sem ele, se identificará ao indivíduo com a Marca (da besta), o BI-RG, também será codificado com números e o número é 666, sistema utilizado no código de barras e que fará com que: - Grandes e pequenos, ricos e pobres, livres e agregados, recebam a Marca em sua mão direita ou em sua fronte e ninguém mais poderá vender se não tiver a marca ou o nome da besta ou o número do seu nome.
BÍBLIA: Ler Apocalipse 13:18
http://www.sdtv.gr/tube/video/atA5ULHPu9M/Mondex-e-a-Cria-o-do-MICRO-CHIP-Nova-Ordem-Mundial-.html

COMO ESTÁ SENDO IMPLEMENTADO
No Star Telegram, é publicado o seguinte artigo, pais assustados passam para o lado dos aparelhos de segurança, ou seja os microchips, essa reportagem está na página Web das Forças Aéreas Americanas e também na Federação de Médicos Americanos, explica como farão para que você aceite o implante do microchip. As implicações nas relações públicas, como vão utilizar os meios de comunicação, para condicionar o público para que coloquem os chips. Isto foi em Janeiro de 2000, empresas de aluguer de carros poderão rastrear-te por GPS, agora estão admitindo que a maioria dos carros novos, já vem com essas coisas de rastreio, começaram a criar impostos na Inglaterra, com os GPS e em documentos federais, que planeam cobrar impostos por rastreamento, com essas coisas de rastreio de carros nos EUA e também em Los Angeles, já levaram receptores de rastreio, isto no New York Times, o que quer dizer que isto já está ficando fora de controle. Em Portugal, o governo de Sócrates, quer colocar um microchip nas matrículas, com a desculpa dos carjacking e pelos vistos é apenas uma forma de criar nova fonte de receita de impostos para o Estado à semelhança do que está acontecendo na Inglaterra e EUA e o controle fiscal de empresas através do rastreio de viaturas.
Colégios buscam segurança nas Impressões Digitais. Escolas, para comprar e vender, para conseguir o almoço, ir à biblioteca, scaneam as suas impressões digitais. Estão treinando as novas gerações, fazendo com que as crianças nas escolas primárias, secundárias, institutos, scaneando suas impressões digitais para conseguir almoços, treinando-as para uma sociedade sem dinheiro e é o facto “sem dinheiro”, que permite chegar ao poder de controle.
O facto de estar sendo scaneado, não se trata só de que lavou o cérebro, este é o poder de encarcerar, convertendo o mundo inteiro em um sistema de controle sem dinheiro. “O microchip” e a implementação da ”Agenda 21”, tal como nos revela alguns documentos federais, um plano para sermos enjaulados em cidades compactas, definitivamente, devemos resistir que scaneem as nossas impressões digitais, uma câmara pode reconhecer um rosto entre um milhão em apenas um segundo, nem comida, nem água, nem casa, nem emprego, nada sem o microchip, na verdade, já anunciaram que vão introduzindo e quem não aderir, é terrorista, proprietário de armas, cristãos, conservadores, libertários, liberais, qualquer um que não aceite a tirania global de uma Nova Ordem Mundial, será vigiado, controlado e rastreado, a gang da Nova Ordem Mundial.
http://www.sdtv.gr/tube/video/atA5ULHPu9M/Mondex-e-a-Cria-o-do-MICRO-CHIP-Nova-Ordem-Mundial-.html

O MOVIMENTO “NEW AGE”
A “Conspiração Aquariana" dos “Engenheiros Sociais" de Tavistock
Por: Lonnie Wolfe
Origens da Conspiração Aquariana, com a criação de um paradigma malthusianismo pós - industrial, junto com a cultura de rock, drogas e sexo ameaçava a civilização ocidental judaica cristã, a chamada Nova Era.
A administração de Jimmy Carter era considerada um centro de organização para a Nova Era.
Nova Era - criação de redes associadas com as capacidades de guerra psicológica da coroa britânica ligadas ao Instituto Tavistock de relações humanas.
Pesquisadores dizem que o ponto de partida da Conspiração Aquariana e seu paradigma da Nova Era, coincidiu com o assassinato de várias pessoas importantes politicamente, iniciando por John F. Kennedy.
Conspiração Aquariana, uma maciça campanha de lavagem cerebral de longo prazo para mudar os valores subjacentes e o enfoque moral da população dos EUA. Para isto, queriam fazer com que o homem não se visse mais como imagem e semelhança de Deus, não se distinguindo do resto da natureza, nem por sua capacidade criativa.
O Instituto Tavistock tem longa experiência em aperfeiçoamento de técnicas de lavagem cerebral.
Na II Guerra Mundial, resultados de efeitos de terror foram usados em ambientes de lavagem cerebral de pequenos grupos que também poderiam ser usados em grandes grupos. Pretendiam ser os grandes controladores da sociedade.
Depois desenvolveram uma teoria de lavagem cerebral chamada turbulência social que mergulharia toda uma sociedade em uma espécie de psicose controlada, pessoas regredindo a um estado mais infantil.
Trist, em 1963, chegou a prever que a sociedade se encontrava numa permanente turbulência social, que a conduziria a um novo paradigma.
Eis os 3 estágios da desintegração da sociedade estabelecidos nesta mudança de paradigmas:
1º- Superficialidade - começa a quebra de valores do passado - Judaico - Cristã, acarreta o colapso do julgamento moral;
2º- Segmentação - as maiores instituições começam a desintegrar-se, e permite a expansão do fascismo potencial de molde nazista;
3º- Dissassociação - O indivíduo se torna a unidade básica da sociedade - fantasia e realidade são indistinguíveis. O governo cede lugar a tomada de decisão directa - via estados sensoriais.
Surge então a Era da Informação e este é um novo paradigma.
Em 1967 é formado um conselho de guerra para coordenar a batalha de Tavistock contra a civilização ocidental, que serviu para actualizar as redes de Tavistock sobre a situação de vários trabalhos em andamento e ajudar a defini-los melhor.
Chegaram a um consenso geral:
1. A promoção da cultura rock, drogas e sexo a transformaria numa geração, significando o fim da cultura Judaico - Cristã, encerrando a Era de Peixes e abrindo a Era de Aquário.
2. O progresso científico deveria ceder a uma visão do homem reduzido a uma porção da natureza.
3. Ciência substituída por tecnologia com significado separado de economia física.
4. Governos cairiam a medida que o homem criasse novas e mais maneiras de se relacionar com seus semelhantes.
Era um manifesto da nova Ética para a Era pós - industrial.
Eventos ocorridos de surpresa, foram suficientes para forçar a população a abandonar seus valores estritos a uma sociedade.
A Era Tecnetrónica lançará as bases para uma ditadura benevolente por parte de uma elite mundial. Sociedade caracterizada por uma revolução da informação, pela cibernética e por um enfoque de entretenimento é o que disse Sbigniew Brzezinski em 1968. A possibilidade de controle químico da mente requererá a definição social de critérios de restrição bem como de utilização.
No momento da democracia antecipativa, Newt Gingrish e outros, declaram que a era pós - industrial está introduzindo mudanças subtis na psique humana. Hoje a América é a sociedade criativa, as outras são emulativa. Eles concluem com um apelo para uma mudança na forma de governar, mais voltada as informações entre si e com capacidade de prevenir as crises.
Peccei escreve que a Era IBXM está entre nós. Portanto, requer mudanças na forma de o homem governar. Nova forma de gerenciamento de crises e planeamento. O homem por sua arrogância coloca toda a natureza em perigo. O homem deve rejeitar a tecnologia, descobrir novos sistemas e aceitar a sua subsistência em relação à natureza.
No livro Imagens Cambiantes do Homem, os lavadores de cérebro pregam a mentira de que a imagem do homem industrial e tecnológico está obsoleta e eles propõem a adopção de um ethos e uma ética extraída da contra cultura como nova imagem para o homem:
Rebelião dos jovens contra os erros da sociedade;
Lacuna entre gerações - paradigma cambiante;
Experiência com novas estruturas familiares e relações interpessoais;
A emergência do movimento conservacionista ecológico;
Interesses nas religiões e filosofias orientais;
Interesse renovado no Cristianismo;
Crescente importância nos processos de auto - realização.

O estudo afirma que estas tendências consideradas colectivamente poderão emergir em uma imagem nova e modelar do homem.
A Conspiração Aquariana
O livro "A Conspiração Aquariana" afirma que o que vinha ocorrendo nas últimas duas décadas era o trabalho de uma conspiração aberta deliberada.
Uma rede sem líderes, mas poderosa, está trabalhando para promover uma mudança radical nos EUA, rompendo elementos chaves do pensamento Ocidental. Esta rede é a Conspiração Aquariana, que diz que a grande mudança é um novo estado mental. James E. Carter colaborava com isto na sua administração de 4 anos nos EUA, e sendo descartado em 1980 por que sua utilidade cessou.
A Conspiração Aquariana era não política por isso tanto democratas como republicanos podiam seguir suas idéias.
O paradigma da Conspiração Aquariana vê a humanidade inserida na natureza. Ele promove o indivíduo autónomo em uma sociedade descentralizada. Ele nos vê como administradores de todos os nossos recursos, internos e externos. Apenas por meio de um novo estado mental, a humanidade pode refazer-se a si própria.
Acho que a Conspiração Aquariana, quando estabelece o paradigma acima, não é uma ameaça imediata a existência da nação e a Civilização Ocidental de todo, como dizia o panfleto da campanha de 1980 de Lyndon LaRouche, antes, acho que a consciência que somos parte da natureza é a continuidade do homem na terra e até mesmo da terra, mas quando pretende conseguir isto reduzindo o homem a um estado mental infantil, onde ele não consiga distinguir a realidade da fantasia, aí sim é uma ameaça eminente, muito perigosa para todos nós, pois nossas crenças Judaico - Cristãs são fundamentais para a continuidade da nossa sociedade, considerando que mais de 80% da população Ocidental acredita nela e se vê como imagem e semelhança de Deus, portanto, distinta do restante da natureza, especial.
Vejo que ao longo do tempo, grande parte do que o Instituto Tavistock queria impor a humanidade através de lavagem cerebral, foi acontecendo ou normalmente ou então eles atingiram seus objectivos, através das técnicas de lavagem cerebral de massa, pois vejo a América ou o Ocidente muito parecido com o que eles colocam com consequência dos seus trabalhos. Uma administração eficiente que está mudando a forma de governar, tal como conhecemos.
Por outro lado, revolta-me pensar que podemos ter sido manipulados estes anos todos, que a lavagem cerebral tenha sido feita em massa realmente e eles tenham atingido seus objectivos sem que a humanidade tivesse se dado conta do que estava acontecendo com ela.
Ainda, vejo que as ondas de turbulência que causaram as maiores mudanças não parecem ter sido normais, pois assassinatos de pessoas importantes, guerras, crise de energia, colapsos monetários, podem ter sido induzidos com fins almejados bem definidos.
http://www.urisan.tche.br/~rseibert/res0006.htm


Nova Era (MNE) – História

As raízes do Movimento Nova Era originam-se na fundação da Sociedade Teosófica em 1875, em Nova Iorque, pela russa Helena Petrovna Blavatsky. Uma das doutrinas básicas da teosofia ensina que todas as religiões têm "verdades comuns", as quais transcendem todas as diferenças. Os adeptos da Sociedade Teosófica acreditavam na existência de "mestres", os quais seriam seres espirituais ou homens especialmente favorecidos pelo destino e que haviam "evoluído" mais do que grande massa, isto é, os que haviam se tornado especialmente "iluminados".
A terceira presidente, Alice Bailey (1880-1949), uma inglesa que emigrou para os EUA, estabeleceu o verdadeiro alicerce para o Movimento Nova Era e é reconhecida como sua suma sacerdotisa. Como médium espírita, recebia mensagens de um assim-chamado "mestre da sabedoria", o tibetano Djawal Khul. Estas mensagens, as quais este demónio lhe transmitia através de escrita automática, foram publicadas em numerosos livros, como doutrina secreta, e constituíam o "Plano", o qual até hoje, para o Movimento Nova Era, é determinante e obrigatório.
A Revelação ao público Conforme ordens secretas, o movimento deveria permanecer completamente clandestino até 1975. A partir daquele ano, a ordem era de se trazer à luz do público o "Plano" para a "Nova Ordem Mundial" e as suas características. Agora as doutrinas da "Nova Era" deveriam ser divulgadas mundialmente, juntamente com a anunciação de um "Cristo da Nova Era", usando-se todos os meios de comunicação disponíveis. E foi exactamente isto o que aconteceu.
Os programas dos grupos Nova Era, que à primeira vista têm assuntos sobre um estilo de vida saudável, foram aceitos na economia e em todas as camadas sociais, até mesmo em alguns círculos cristãos. Eles contêm, normalmente, os seguintes itens, os quais, no fundo, são diversas formas de técnicas orientais de ocultismo: meditação (ioga e terapias de relaxamento), hipnose, cura psíquica (visualização e "pensamento positivo"). Estas duas últimas partem da hipótese de que o homem converte em vida o que ele pensa, isto é, que o subconsciente transforma em realidade os nossos pensamentos e desejos. Especialmente o "pensamento positivo" é frequentemente praticado e até mesmo baseado em versículos bíblicos e denominado como "fé", apesar de premissa anti-bíblica de que a força básica de qualquer homem seja boa.
A penetração profunda da ideologia Nova Era no público deu-se, principalmente, devido à obra de Marilyn Ferguson ("A Conspiração Aquariana"), a qual pode ser considerada, actualmente, como o "livro de culto" do Movimento Nova Era. Neste livro, a "Era prometida", como as alegrias dos "estados de consciência alterados", é apregoada com entusiasmo e o Plano Nova Era é propagado mundialmente. Até mesmo as crianças e os jovens são influenciados pelas idéias da Nova Era, entre outras coisas pela assim chamada "onda de fantasia", com seus filmes, vídeos, fitas cassetes, revistas cómicas, livros, jogos e brinquedos. Sete dos dez filmes mais bem sucedidos na história do cinema pertencem ao gênero "fantasia". Em primeiro lugar encontra-se o filme "E.T.", o qual deu início a todo um novo culto da juventude, e, em segundo lugar, o filme "Star Wars" ("Guerra das Estrelas"). Setenta e cinco porcento dos sucessos de bilheteira têm temas de fantasia. Livros de fantasia são best-sellers e têm tiragens de milhões de exemplares. Do género "fantasia", já existem centenas de livros de títulos, em quase todos os livros é apresentada alguma forma de ocultismo, como: invocação aos mortos, esconjuração de espíritos, clarividência, levitação de objectos através do poder da mente, etc. Feiticeiros, bruxas e mágicos têm um papel importante. Cinturões mágicos, espadas mágicas e amuletos caracterizam o mundo da geração jovem. Sob a classificação geral de "esotéricos", oferecem-se, nas livrarias, livros de ocultismo com instruções claras sobre como se entrar em contacto com forças sobrenaturais.

A Filosofia da Nova Era
O objectivo da filosofia Nova Era é reconciliar todos os opostos: a ciência e o ocultismo são colocados no mesmo nível, todos os valores éticos desmoronam-se, o bem e o mal já não mais existem. Tudo é uma coisa só. Deste ponto de vista, entende-se também a tendência à síntese das religiões.
Os objectivos e planos do Movimento Nova Era
O "Plano", o qual foi transmitido a Alice Bailey através de ditados mediúnicos, consiste no estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial, de um Novo Governo Mundial e de uma Nova Religião Mundial. O objectivo político principal do movimento é o domínio do mundo. "A dissolução ou destruição de nações individuais, no interesse da paz e da conservação da humanidade", é propagada abertamente.
No caminho para o domínio do mundo são fixados numerosos objectivos intermediários (políticos, sociais e económicos), como por exemplo:
- um sistema universal de cartões de crédito - uma central mundial para distribuição de alimentos, a qual controlaria todo o abastecimento à humanidade. - um sistema de impostos mundialmente unificado. - Um serviço militar obrigatório em escala mundial (apesar das idéias pacifistas). Quando em 1975 o movimento se tornou público, destes objectivos desenvolveram-se programas detalhados para os grupos Nova Era, como: - criação de um sistema económico mundial. - Entrega das propriedades privadas nos sectores de crédito, transporte e de produção de géneros de primeira necessidade a um directório mundial. - Reconhecimento da necessidade de submissão a um controle mundial com relação a assuntos biológicos, como densidade populacional e os serviços de saúde. - Garantia mundial de um mínimo de liberdade e bem-estar. - Obrigação de se subordinar a vida pessoal aos objectivos de um directório mundial.

http://www.oapocalipse.com/home/estudos/nova_era_nova_era_historia.html

Líderes do Movimento (Internacionais)
Helena Petrovna Blavatsky (1831-1891), Nasceu na Rússia. Fundou a Sociedade Teosófica em 1875 na cidade de Nova Iorque.
Alice A. Bailey (1880-1949), Estabeleceu o verdadeiro alicerce do MNE e é reconhecida por muitos como sua sacerdotisa. Deu continuidade aos trabalhos da teosofia, tendo sido a sua terceira presidente.
Marilyn Ferguson, Socióloga, autora do best-seller “A Conspiração Aquariana”, lançado em 1980. O livro investiga uma nova mentalidade, inevitável, irreversível, que toma conta do mundo.
Fritjof Capra
Benjamim Creme, Nascido na Escócia em 1922, envolveu-se com o movimento a partir de relatos escritos por outros líderes que o antecederam. É considerado o João Baptista do novo cristo (Lord Maitreya).
David Spangler, Considerado um profeta.
Shirley Mclaine, Respeitada actriz de cinema e dançarina. É considerada um fenómeno e ninguém mais do que ela tem contribuído para o avanço do MNE. Está contribuindo na Califórnia a Vila Uriel, uma espécie de retiro onde se poderá escolher entre meditar, regredir a séculos passados ou tentar a cura de doenças por meios de sons e cores.

Organizações Influenciadas Pela Nova Era
Esalen Institute (Instituto Esalen)
Green Party (Partido Verde)
Greenpeace (Paz Verde)
Lucis Trust
Planetary Citizens (Cidadãos Planetários)
Clube de Roma
Conselho Mundial de Igrejas
Maçonaria
AMORC
ONU
http://br.geocities.com/seitaseheresias/novaera.htm#iii

SOMOS MANIPULADOS E CONTROLADOS, POR QUÊM !?...

A NOVA ORDEM “OS ILLUMINATI”
Segundo Jacques Ellul, os Illuminati foram fundados por Joachim de Floris no século XI, havendo ensinado originalmente uma primitiva doutrina cristã de pobreza e igualdade. Mais tarde, no século XV, sob o comando de Fra Dolcino, tornar-se-iam violentos, pilhando os ricos e anunciando o reinado iminente do Espírito."Em 1507", conclui Ellul, "os Illuminati foram vencidos pelas ´forças da ordem´, isto é, por um exército comandado pelo Bispo de Vercueil".
Daraul faz também remontar os Illuminati ao século XI, mas não a Joachim de Floris. Vê a sua origem na seita islâmica dos ismaelitas, também conhecida por Ordem dos Assassinos. Vencidos no século XIII, regressariam mais tarde com uma filosofia nova e menos violenta, tornando-se eventualmente na seita ismaelita de hoje, liderada pelo Aga Khan. No século XVI, contudo, no Afeganistão, os Iluminados (Roshinaya) repescariam as tácticas originais dos assassinos. Seriam liquidados por uma aliança entre os mongóis e os persas: "Mas o início do século XVII veria a fundação dos Iluminados de Espanha “os Allumbrados”, condenados em 1623 por um édito da Santa Inquisição. Em 1654, os Guérinets “iluminados”, tornaram-se notados em França".

illuminati da Baviera - Esta história de pesadelo inicia-se no Médio Oriente em 1090 D.C., quando Hassan i Sabbah fundou a seita Ismaelita, ou Haxaxinos, assim designada devido ao uso do haxixe, uma droga mortal derivada da planta cannabis, mais conhecida por marijuana, a erva assassina. O culto aterrorizou o mundo muçulmano até os mongóis de Gengis Khan imporem a lei e a ordem na região. Encurralados no seu refúgio das montanhas, os Haxaxinos, caindo de drogados, mostraram-se incapazes de oferecer resistência aos saudáveis guerreiros mongóis. A sua fortaleza foi destruida e as suas bailarinas enviadas para reabilitação na Mongólia. Os cabecilhas do grupo fugiram para ocidente.

"De seguida, os Illuminati emergiram na Baviera em 1776", contou Simon(...)"Adam Weishaupt, um estudante de ocultismo, estudou os ensinamentos de Hassan i Sabbah, tendo começado a cultivar marijuana no quintal. Em 2 de Fevereiro de 1776, Weishaupt conseguiu a iluminação.
Weishaupt fundou oficialmente os Antigos sábios Iluminados da Baviera em 1 de Maio de 1776, na Alemanha. Esta sociedade passaria a representar a síntese dos anseios e ideais compartilhados por Maçons e Rosacruzes: Os Iluminados. (ou Iluministas. Hoje, eles também são conhecidos como os Illuminati - embora haja o temerário risco do termo levá-los a serem confundidos com alguns movimentos esotéricos de nosso presente século).

Seu mentor, Adam Weishaupt (1748-1830), era um Maçom de ascendência judia, que havia tido educação católica e jesuíta. Essa singular mistura daria a Weishaupt uma grande versatilidade de pensamento, bem como independência de opiniões.
De raro e reconhecido talento, Weishaupt se graduou em Direito pela Universidade de Ingolstadt, onde passaria a exercer a profissão de professor titular de Direito Canônico, além de ser decano da Faculdade de Direito, quando a Igreja descobriu os interesses ocultos de Weishaupt, ele foi expulso da sua instituição.
Durante os seus estudos, antes da sua graduação académica, Weishaupt obteve preciosos conhecimentos a respeito dos antigos ritos ditos pagãos e das religiões antigas. Nesses seus “aprendizados paralelos”, Adam Weishaupt muito absorveu dos antigos costumes, dando especial ênfase aos Mistérios de Elêusis e aos ensinamentos de Pitágoras.
Com base nesses conhecimentos, Weishaupt iniciava um esboço de uma Sociedade modelada segundo os conceitos do paganismo e da tradição dos mistérios ocultos. Porém, apenas após ele ter sido iniciado na Maçonaria (ao que tudo indica, Adam Weishaupt teria sido iniciado em Munique, por volta de 1774. Alguns autores, entretanto, apontam para 1777. Outros negam sua possível afiliação Maçónica) é que o seu plano de formar uma nova Sociedade Secreta encontrou força suficiente para prosseguir. E assim foi feito.
Originalmente fundado como a “Sociedade dos Mais Perfeitos” (Perfekbilisten), os Iluminados, em princípio, contaram com a adesão de apenas cinco participantes. Entretanto, tão logo foi começado a difusão de seus ideais, os Iluminados começaram a receber a adesão de vários novos membros, todos entusiastas dos propósitos de Weishaupt.
Os Iluminados da Baviera - como também eram conhecidos os Iluminados - eram dirigidos por um conselho de Areopagitas liderado por Weishaupt, que, para essa função, usava o pseudónimo de “Spartacus”. A estrutura básica dos Iluminados era composta de três graus, a saber: I* - Aprendiz (ou A Sementeira); II* - Maçonaria Simbólica; e o III* - Grau dos Mistérios. Os dois primeiros graus, por sua vez se subdividiam em outros três graus intermediários, enquanto que o III* era divido em Mistérios Menores e Maiores, que, por sua vez, também se subdividiam em graus intermediários. O total de Graus perfazia 12 estágios: começando em Noviço (o primeiro estágio do I*), até o Grau XII*, sob o título de Rex, ou Rei da Ordem. (Do sistema de graduação dos Iluminados veio a estrutura básica de algumas Ordens que hoje existem. Por exemplo, não chega a ser uma novidade o facto de uma bem famosa organização Rosacruz actual ter 12 Graus de Templo. Da mesma forma, uma das mais conhecidas Ordens Templárias de nossos dias, possui o grau de Rex, para a sua liderança.)
O Grau de Noviço era tomado com a idade mínima de 18 anos, quando o novo aprendiz, através de indicação de alguém de confiança da Ordem, tinha acesso aos Iluminados, passando a receber suas primeiras instruções. Para ascender aos Graus subsequentes, havia um período de Provação de, pelo menos, um ano. (Novamente, o modelo adoptado pelos Iluminados, segundo a concepção de Weishaupt, seria o padrão para uma série de outras escolas )
A função principal dos Graus superiores dos Iluminados era, através de todo um processo simbólico, baseado em toda uma temática libertária, impregnar seus Iniciados com esses ideais.
Como já foi dito, não só devido a proposição Iniciática de Weishaupt, mas também pelo modo como os Iluminados entendiam os sistemas políticos vigentes da época, interferindo quando julgavam necessário, logo eles alcançaram uma enorme repercussão por toda a Europa. O iluminismo, aos poucos, ganhava a adesão de importantes nomes do cenário Europeu, influenciando decisões que mudaram o rumo de alguns países do velho mundo. (os Iluminados - assim é afirmado - actuaram decisivamente na Revolução Francesa.)
A visão política dos Iluminados, era algo próximo de um Estado onde reinaria o bem comum, sendo abolidos a propriedade, autoridade social e as fronteiras. Uma espécie de anarquismo superior, saudável e utópico, onde o ser humano viveria em harmonia, numa Fraternidade Universal, baseada na sabedoria espiritual, em franca Igualdade, Liberdade e Fraternidade.
Segundo alguns historiadores, os discursos de Weishaupt iam de encontro aos poderes estabelecidos, quais sejam, esbarravam, em franca oposição, à Monarquia, como instituição política; a Igreja, como instituição religiosa e aos grandes proprietários, como instituição económica. (Hoje, por todos esses ideais, Weishaupt seria facilmente taxado de “comunista”. Entretanto, na época, esse modelo político ainda não havia sido devidamente sistematizado, nem definido. Outro ponto que devemos levar em consideração, antes de simplesmente considerá-lo um comunista, é que, as bases Religiosas que moviam os Iluminados, provavelmente eram, mesmo que uma utopia, bem nobres e absolutamente contrárias ao que hoje consideramos como sendo de natureza “comunista”).
Weishaupt chegou a constituir toda uma eficiente rede de espionagem, na forma de agentes espalhados pelas principais cortes da Europa. A função básica dessa rede era se infiltrar entre o clero e os regentes, conseguindo informações políticas que permitissem a elaboração de uma estratégia de acção Illuminati, no sentido de se permitir a criação do Estado Ideal.
Adam Weishaupt fundou uma organização similar à maçonaria, ou como os jesuítas, mas com uma doutrina oposta, protegida pelo ocultismo e pelo segredo absoluto entre os seus membros. Os símbolos que figuravam como representantes da Ordem de Weishaupt eram uma pirâmide cortada no ápice com um olho aberto em seu interior, o chamado Olho que Tudo Vê.
O Olho que Tudo Vê, representa o conhecimento total por natureza dos illuminati, reinando sobre o mundo.
Para seguidores o fundador enumerou cinco segredos primários, cujo significado deveria ser utilizado para acompanhar seu escuro objectivo de dominar por completo este mundo:
1- O suborno monetário e sexual, será utilizado para obter o controle dos homens bem posicionados a nível governamental, ou bem, para outro tipo de intentos.

2- Os illuminatis que pertençam às faculdades de colégio ou universidades, deverão adestrar aos melhores estudantes, para a sua causa.
3- As pessoas influentes e os estudantes treinados especialmente sob o controle da irmandade, deverão manter-se detrás de todos os governos, religiões e instituições financeiras e serão utilizados como agentes.
4- A sociedade secreta deveria obter o controle absoluto dos meios, de forma tal, que todas as notícias e informações tendem a convencer às massas que a única solução para muitos de nossos problemas é a existência de um Governo Mundial.
5- A fase final da operação seria empregar todos os recursos disponíveis para iniciar golpes militares que possam derrotar qualquer governo opositor e pôr o mundo sob um governo global controlado pelos illuminati.
Inicialmente dedicaram-se à norma básica de somente aceitar a adesão de pessoas bem situadas social ou economicamente. Por isso, buscou e encontrou desde o primeiro momento o apoio económico de um banqueiro internacional que passou para a história como um dos homens mais ricos do planeta: Meyer Amschel Rothschild.

Na estratégia de crescimento selectivo, o grupo recrutava originalmente maçons de 32º grau e se utilizaram lojas maçónicas como locais de recrutamento. O maçon de maior grau que foi recrutado, corresponde ao Barão Knigge, conhecido por Adolf Francis, uma personagem da nobreza, protestante, proveniente da Alemanha do Norte “Hannover”, nome influente na cena maçónica europeia. Knigge acabou por iniciar Weishaupt na Loja Maçónica de Munique.
Em pouco tempo, sob a direcção de Knigge, os Illuminati cresceram até alcançar perto de 3000 seguidores, passaram a liderar lojas maçónicas e abriram diversas lojas na Alemanha, Áustria, Suiça, Hungria, França e Itália. Apenas 2 anos depois da sua criação, havia somente 20 estudantes universitários, todos os demais pertenciam à nobreza, política, ou exerciam profissões liberais como Medicina e Direito.
• Embora a Ordem dos Illuminati fosse independente no início, se impregnou como fungo, em pontos essenciais da Franco - Maçonaria. Então em 16 de Junho de 1782, no Congresso de Wilhelnsbad, Alemanha, recebeu a rédea do controle sobre a Franco - Maçonaria em escala mundial.
O juramento de submissão é feito pelo candidato para o membro conforme se segue:
“... Eu me comprometo ao silêncio perpétuo e lealdade inabalável e submissão à Ordem, nas pessoas de meus Superiores; aqui fazendo uma fiel e completa entrega do meu julgamento pessoal, minha vontade própria, e todo emprego mesquinho do meu poder e influência. Prometo esforçar-me para o bem da Ordem, como sendo o meu próprio bem, e estou pronto a servi-la com minha fortuna, minha honra e meu sangue. Caso eu, através da minha omissão, negligência, paixão ou fraqueza, agir de maneira contrária ao bem da Ordem, submeto-me à reprovação e punição que meus Superiores ordenarem. Os amigos e inimigos da minha Ordem são amigos e inimigos meus; e com respeito a ambos, me conduzo de acordo com a orientação da Ordem, e estou pronto, na minha lealdade, a devotar-me para o seu aumento e promoção, e nisto emprego toda a minha habilidade. Tudo isto prometo, e protesto, sem reserva secreta, de acordo com a intenção da Sociedade que requer de mim este compromisso. Assim faço e espero continuar um Homem de Honra.”

Segundo o que se revelava aos novos membros, seus objectivos tratavam da substituição da velha ordem reinante no Mundo por uma outra nova, em que os Illuminati actuariam como comandantes supremos de todos os sectores sociais, políticos e financeiros. Isso equivale a estabelecer um Governo Mundial Illuminati. Trata-se de infiltrar os iniciados na administração do Estado, sob a cobertura do segredo, com o objectivo de que chegue o dia em que embora a aparência seja a mesma as coisas sejam muito diferentes. Somente dessa maneira é possível estabelecer um governo universal, uma forma de governo que se estenda por todo o planeta, apesar de diferenças culturais ou sociais, sem que as massas se levantem contra o plano. Para alcançar tal meta, Weishaupt introduziu a Sociedade Illuminati dentro da maçonaria e tratou de angariar membros nas maiores potências mundiais, sempre seguindo o plano da Nova Ordem.
Após muitas tentativas de se estabelecer uma nação segundo seus princípios, o movimento sofreria de dissenções internas.
Um membro da ordem chamado Lanze, que carregava os documentos secretos para o Grande Oriente de Illuminati em Paris (França), foi atingido por um raio em Ratisbon. Os documentos sobre o seu corpo foram confiscados pelo governo Bávaro.
Hoje podem ser vistos nos arquivos de Munique. Estes documentos revelam as actividades dos Illuminati não apenas na Revolução Francesa, mas também na destruição de todos os Reis e religiões, excepto o Judaísmo. O cronograma da Revolução Francesa de 1789 foi rigorosamente executado conforme planeado, segundo os documentos capturados.
A Igreja Católica iniciou uma ofensiva contra a irmandade secreta. Em 1784 os sacerdotes elevaram-se em protesto para que o governador da Baviera declarasse por decreto, que os Illuminati eram uma conspiração fora da lei e assim aconteceu.

Muitos illuminati foram ao cárcere e alguns, incluindo Weishaupt, foram forçados a abandonar o país. Não só os illuminati mas também o Frmasoneirismo, foram obrigados a deixar a Baviera.
Nos finais do Séc. XVIII, parecia que os illuminati tinham desaparecido por completo. Mas os illuminati não era realmente uma dessas sociedades que lhes tinha precedido.
Eles mantiveram-se no anonimato e adicionaram outro elemento à sua lista de objectivos escuros, infiltrarem-se e derrubar a religião católica.
Os maçons já acreditavam em sua doutrina que o sistema global de governo único chegaria pacifica e espontaneamente, mas Weishaupt dizia que ofereceria a possibilidade de encurtar esse prazo e não ter que esperar centenas, talvez milhares de anos, até que o governo global pacífico esperado surgisse espontaneamente. Weishaupt ofereceu o plano para os maçons e em troca exigia obediência cega. Ele prometia concretizar o plano em poucos anos, talvez no curso de uma geração, embora para isso tivesse que usar de violência social e individual. O resultado foi que em 1789, Adam Weishaupt e a sua sociedade secreta controlava, através de intermediários, a maior parte das lojas maçónicas no Mundo, desde o norte da África até a Suécia, da Espanha e Irlanda até a Rússia, e também as novas lojas maçônicas nos Estados Unidos da América. A partir de então, o cenário mundial passou a ser definitivamente influenciado e, até mesmo, determinado pelas decisões secretas de membros da Sociedade Maçónica Illuminati.


As Metas dos Illuminati
Os Illuminati seguem 7 metas principais:
1. Abolição de todos os governos nacionais.
2. Abolição de todas as religiões excepto o Satanismo.
3. Abolição da família.
4. Abolição da propriedade privada.
5. Abolição da herança através de altas taxas sobre a herança.
6. Abolição do patriotismo.
7. Criação do governo mundial sob ONU, controlada pelos Illuminati.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:43 am

A FAMÍLIA ROTHSCHILD E O PLANO ILLUMINATI
Desde o primeiro momento, a família Rothschild amparou e financiou o plano dos Iluminados da Baviera, a ponto de Meyer Rothschild reuni-los em sua própria casa de Frankfurt, em 1786.
O objectivo principal desta reunião seria os preparativos para a Revolução Francesa, que teve lugar alguns anos depois e que colocaria os Illuminati e a Maçonaria no poder político na Europa. Ali, naquela reunião, foi acertado, entre outras coisas, todo o processo de agitação pré-revolucionária, o julgamento e a execução do Rei francês Luis XVI e a criação da Guarda Nacional Republicana para proteger o novo regime, conceitualmente maçónico.
Seguindo o projecto Illuminati, também se traçou um plano para estender o processo revolucionário ao resto do continente europeu e provocar um verdadeiro cataclisma político e social, seguindo o dito maçónico "Ordo Ab Chaos" (Ordem Vinda do Caos) beneficiando os interesses da sociedade illuminati e maçonaria. Cria-se o caos através de violência urbana, pestes e guerras, até que a sociedade cansada e sofrida exija que alguém tome os seus direitos civis para impôr uma ordem, uma solução ao caos gerado. Nesse momento, é que os Illuminati, os mesmos criadores do caos, aparecem para apresentar à nação a sua Ordem.

Dois anos antes de morrer, em 1812, Meyer Rothschild, o primeiro dos Rothschild, já havia planeado o futuro do seu negócio junto aos Illuminati e seus descendentes, colocando os seus 5 filhos varões como accionistas de seus bancos que passariam a constituir a empresa Meyer Amschel Rothschild & Filhos. Assim, foi estabelecida a primeira rede financeira européia de grande alcance, porque cada irmão instalou-se em uma cidade diferente e abriu o seu próprio estabelecimento, que representava uma quinta parte da propriedade geral. Os irmãos haviam se comprometido a prosseguir fielmente o trabalho do pai, incondicionalmente. O seu enriquecimento económico aumentou absurdamente à medida que cresceu a sua influência nos distintos governos europeus desde então. O resultado deste processo foi que, a partir de então, a Casa Rothschild converteu-se em sinónimo de riqueza inestimável e poder sem fronteiras.
Muitos enigmas envolvem o centro secreto do negócio bancário internacional: a casa Rothschild. Em 1750, Mayer Amschel Bauer comprou o banco de seu pai em Frankfurt e trocou seu nome pelo de Rothschild, que significa literalmente “escudo vermelho”, pois, um escudo vermelho estava afixado na porta da entrada do banco e representava o sinal dos judeus revolucionários e vencedores na Europa oriental.
Mayer casou-se e teve cinco filhos e cinco filhas. Os nomes de seus filhos eram Amschel, Salomon, Nathan, Kalmann (Karl) e Jacob (James). A sua ascensão acelerou-se quando ele obteve os favores do príncipe Guilherme IX de Hesse-Hanau. Ele tomou parte, em sua presença, nos encontros dos franco-maçons da Alemanha.
Foi então que se iniciou o comércio bancário internacional: cada filho abriu um banco num país diferente. Amschel em Berlim, Salomon em Viena, Jacob em Paris e Kalmann em Nápoles. Salomon Rothschild era membro dos franco-maçons. A fortuna seria administrada pelos filhos homens e seria o mais velho que teria o poder decisivo e resolveria em caso de desacordo.

Em 1773, Mayer Amschel Rothschild ter-se-ia encontrado secretamente na casa dos Rothschild, na Judenstrasse, em Frankfurt, com doze sócios capitalistas judeus abastados e influentes (de facto, os Sábios de Sião) para colocar em estudo um projecto que controlaria toda a fortuna mundial.
Esses protocolos foram guardados em segredo até 1901, data na qual caíram nas mãos do professor russo S. Nilus, que os publicou com o título: “O Perigo Judeu”. Victor Marsden traduziu-os para o inglês em 1921 com título: “The Protocols of the learned Elders of Zion” (“Os Protocolos dos Sábios de Sião).
http://mortesubita.org/jack/area-51/conspiracoes/introducao-a-conspiracao-illuminati/view
http://rodrigoenok.blogspot.com/2009/04/maconaria-e-os-banqueiros.html




Os Protocolos dos Sábios de Sião

CAPÍTULO I
Resumo.- O direito reside na força. A liberdade é uma idéia. O liberalismo. O ouro. A fé. A autonomia. O despotismo do capital. O inimigo interno. A multidão. A anarquia. A política e a moral. O direito do mais forte. O poder judaico-maçónico é invencível. O fim justifica os meios. A multidão é cega. O alfabeto político. As discórdias dos partidos. A forma de governo que melhor conduz ao nosso fim é a aristocracia. As bebidas alcoólicas. O classicismo. A devassidão. O princípio e as regras do governo Judaico e franco-maçon. O terror. Liberdade. Igualdade. Fraternidade. O princípio do governo dinástico. A destruição dos privilégios da aristocracia dos cristãos. Cálculo psicológico. Abstracção da liberdade. Removibilidade dos representantes do povo
• ABANDONANDO toda e qualquer fraseologia, estudemos cada idéia em si mesma e esclareçamos a situação com comparações e deduções.
Formularei, portanto, nosso sistema do nosso ponto de vista e do ponto de vista dos cristãos.
É preciso ter em vista que os homens de maus instintos são mais numerosos que os de bons instintos. Por isso se obtém melhores resultados governando os homens pela violência e o terror do que com discussões académicas. Cada homem aspira ao poder, cada qual, se pudesse, se tornaria ditador ; ao mesmo tempo, poucos são os que não estão prontos a sacrificar o bem geral para conseguir o próprio bem.
Quem conteve as feras chamadas homens? Quem os guiou até agora? No princípio da ordem social, submeteram-se à força bruta e cega, e mais tarde, à lei, que é essa força mascarada. Concluo, pois, de acordo com a lei da natureza, que o direito reside na força (1).
A liberdade política é uma idéia e não uma realidade. É preciso saber aplicar essa idéia, quando for necessário atrair as massas populares ao seu partido com a isca duma idéia , se esse partido formou o desígnio de esmagar o partido que se acha no poder (nota: ex.: Rev. Francesa). Esse problema torna-se fácil, se o adversário recebeu esse poder da idéia de liberdade, do que se chama liberalismo, e sacrifica um pouco de sua força a essa idéia. E eis onde aparecerá o triunfo de nossa teoria: as rédeas frouxas do poder serão logo tomadas, em virtude da lei da natureza, por outras mãos porque a força cega do povo não pode ficar um dia só sem guia, e o novo poder não faz mais do que tomar o lugar do antigo enfraquecido pelo liberalismo.
Nos dias que correm, o poder do ouro substituiu o poder dos governos liberais. Houve tempo em que a fé governou. A liberdade é irrealizável , porque ninguém sabe usar dela dentro de justa medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se a si mesmo para que logo essa autonomia se transforme em licença. Então, surgem dissensões que em breve se transformam em batalhas sociais, nas quais os Estados se consomem e em que sua grandeza se reduz a cinzas.
Se o Estado se esgota nas suas próprias convulsões ou se suas comoções intestinas o põem a mercê dos inimigos externos, pode ser considerado irremediavelmente perdido; caiu em nosso poder. O despotismo do capital, intacto entre nossas mãos, aparece-lhe como uma tábua de salvação, à qual, queira ou não queira, tem de se agarrar para não ir ao fundo.
Aquele cuja alma liberal quiser considerar esses raciocínios como imorais, perguntarei: se todo Estado tem dois inimigos, e se lhe é permitido, sem a menor pecha de imoralidade, empregar contra o inimigo externo todos os meios de luta, como, por exemplo, não lhe dar a conhecer seus planos de ataque ou defesa, surpreendê-lo à noite ou com forças superiores, porque essas mesmas medidas, usadas contra um inimigo pior, que arruinaria a ordem social e a propriedade, seriam ilícitas e imorais?
Um espírito equilibrado poderá esperar guiar com êxito as multidões por meio de exortações sensatas e pela persuasão, quando o campo está aberto à contradição, mesmo desarrazoada, mas que parece sedutora ao povo, que tudo compreende superficialmente? Os homens, quer sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente por suas paixões mesquinhas, suas superstições, seus costumes, suas tradições e teorias sentimentais: são escravos da divisão dos partidos que se opõem a qualquer harmonia razoável. Toda decisão da multidão depende duma maioria ocasional ou, pelo menos, superficial; na sua ignorância dos segredos políticos, a multidão toma resoluções absurdas ; e uma espécie de anarquia arruina o governo. A política nada tem de comum com a moral. O governo que se deixa guiar pela moral não é político, e portanto, seu poder é frágil. Aquele que quer reinar deve recorrer à astúcia e à hipocrisia. As grandes qualidades populares - franqueza e honestidade - são vícios na política, porque derrubam mais os reis dos tronos do que o mais poderoso inimigo. Essas qualidades devem ser os atributos dos reinos cristãos e não nos devemos deixar absolutamente guiar por elas.
Nosso fim é possuir a força. A palavra "direito" é uma idéia abstrata que nada justifica. Essa palavra significa simplesmente isto: "Dai-me o que eu quero, a fim de que eu possa provar que sou mais forte do que vós". Onde começa o direito, onde acaba?
Num Estado em que o poder está mal organizado, em que as leis e o governo se tornam impessoais por causa dos inúmeros direitos que o liberalismo criou, veio um novo direito, o de me lançar, de acordo com a lei do mais forte, contra todas as regras e ordens estabelecidas, derrubando-as; o de por a mão nas leis, remodelando as instituições e tornando-me senhor daqueles que abandonaram os direitos que lhes dava a sua força, renunciando a eles voluntariamente, liberalmente...
Em virtude da actual fragilidade de todos os poderes, nosso poder será mais duradouro do que qualquer outro, porque será invencível até o momento em que estiver tão enraizado que nenhuma astúcia o poderá destruir...
Do mal passageiro que ora somos obrigados a fazer nascerá o bem dum governo inabalável, que restabelecerá a marcha regular do mecanismo das existências nacionais perturbadas pelo liberalismo. O resultado justifica os meios. Prestamos atenção aos nossos projetos, menos quanto ao bom e ao moral do que quanto ao útil e ao necessário.
Temos diante de nós um plano, no qual está exposto estrategicamente a linha de que não nos podemos afastar sem correr o risco de ver destruído o trabalho de muitos séculos.
Para achar os meios que levam a esse fim, é preciso ter em conta a covardia, a instabilidade, a inconstância da multidão, sua incapacidade em compreender e discernir as condições de sua própria vida e de sua prosperidade. É necessário compreender que a força da multidão é cega, insensata, sem raciocínio, indo para a direita ou para a esquerda (2). Um cego não pode guiar outro cego sem levá-lo ao precipício ; do mesmo modo, os membros da multidão, saídos do povo,- embora dotados de espírito genial, por nada entenderem de política não podem pretender guiá-la sem perder a nação.
Somente um indivíduo preparado desde a meninice para a autocracia é capaz de conhecer a linguagem e a realidade políticas. Um povo entregue a si próprio, isto é, aos ambiciosos do seu meio, arruina-se na discórdia dos partidos, excitados pela sede do poder, e nas desordens resultantes dessa discórdia. É possível às massas populares raciocinar tranqüilamente, sem rivalidades intestinas, dirigir os negócios de um país que não podem ser confundidos com os interesses pessoais? Poderão defender-se dos inimigos externos? É impossível. Um plano, dividido por tantas cabeças quantas há na multidão, perde sua unidade, tornando-se ininteligível e irrealizável.
Somente um autocrata pode elaborar planos vastos e claros, pondo cada cousa em seu lugar no mecanismo da estrutura governamental. Concluamos, pois, que um governo útil ao país e capaz de atingir o fim a que se propõe, deve ser entregue às mãos dum só indivíduo responsável. Sem o despotismo absoluto, a civilização não pode existir ; ela não é obra das massas, mas de seu guia, seja qual for (3). A multidão é um bárbaro que mostra sua barbárie em todas as ocasiões. Logo que a multidão se apodera da liberdade, transforma-a em anarquia, que é o mais alto grau de barbárie.
Vede esses animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, a quem o direito de beber sem limites foi dado ao mesmo tempo que a liberdade. Não podemos permitir que os nossos se degradem a esse ponto... Os povos cristãos estão sendo embrutecidos pelas bebidas alcoólicas ; sua juventude está embrutecida pelos estudos clássicos e pela devassidão precoce a que a impelem nossos agentes, professores, criados, governantes de casas ricas, caixeiros, mulheres públicas nos lugares onde os cristãos se divertem. (4). No número das últimas, incluo também as mulheres de boa vontade a devassidão e o luxo das perdidas.
Nossa palavra de ordem é: Força e Hipocrisia. Somente a força pode triunfar na política, sobretudo se estiver escondida nos talentos necessários aos homens de Estado. A violência deve ser um princípio ; a astúcia e a hipocrisia, uma regra para os governos que não queiram entregar sua coroa aos agentes de uma nova força. Esse mal é o único meio de chegar ao fim, o bem. Por isso não nos devemos deter diante da corrupção, da velhacada e da traição, todas as vezes que possam servir as nossas finalidades. Em política, é preciso saber tomar a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio temos de alcançar o poder. Nessa conquista pacífica, nosso Estado tem o direito de substituir os horrores da guerra pelas condenações à morte, menos visíveis e mais proveitosas para conservar o terror (5) que obriga os povos a obedecerem cegamente. Uma severidade justa, mas inflexível, é o maior fator da força dum Estado ; não é somente nossa vantagem, porém nosso dever, para obter a vitória, seguir esse programa de violência e hipocrisia. Semelhante doutrina, baseada no cálculo, é tão eficaz quanto os meios que emprega. Não só por esses meios, mas também por essa doutrina de severidade, nós triunfaremos e escravizaremos todos os governos ao nosso supremo governo (6). Bastará que se saiba que somos inflexíveis para que cesse toda insubordinação.

Fomos nós os primeiros que, já na antigüidade (7), lançamos ao povo as palavras "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" (Cool, palavras repetidas tantas vezes pelos papagaios inconscientes que, atraídos de toda a parte por essa isca, dela somente tem usado para destruir a prosperidade do mundo, a verdadeira liberdade individual, outrora tão bem garantida dos constrangimentos da multidão. Homens que se julgavam inteligentes não souberam desvendar o sentido oculto dessas palavras, não viram que se contradizem, não repararam que não há igualdade na natureza, (9), que nela não pode haver liberdade, que a própria natureza estabeleceu a desigualdade dos espíritos, dos caracteres e das inteligências, tão fortemente submetidos às suas leis ; esses homens não sentiram que a multidão é uma força cega ; que os ambiciosos que elege são tão cegos em política quanto ela ; que o iniciado, por mais tolo que seja, pode governar, enquanto que a multidão dos não-iniciados, embora cheia de génio, nada entende da política. Todas essas considerações não abrolharam no espírito dos cristãos ; entretanto, é nisso que repousa o princípio dinástico dos governos ; o pai transmite ao filho os segredos da política, desconhecidos fora dos membros da família reinante, a fim de que ninguém os possa trair. Mais tarde, o sentido da transmissão hereditária dos verdadeiros princípios da política se perdeu. O êxito de nossa obra aumentou.
Todavia, no mundo, as palavras Liberdade, Igualdade, Fraternidade puseram em nossas fileiras, por intermédio de nossos agentes cegos, legiões inteiras de homens que arvoraram com entusiasmo nossos estandartes. Contudo, tais palavras eram os vermes que roíam a prosperidade dos não-judeus, destruindo por toda a parte a paz, a tranqüilidade, a solidariedade, minando todos os alicerces de seus Estados. Vereis pelo que se segue como isso serviu ao nosso triunfo ; isso nos deu, entre outras coisas, a possibilidade de obter o triunfo mais importante, isto é, a abolição dos privilégios, a própria essência da aristocracia dos cristãos, o único meio de defesa que tinham contra nós os povos e as nações. (10). Sobre as ruínas da aristocracia natural e hereditária, elevamos nossa aristocracia da inteligência e das finanças. Tomamos por critério dessa nova aristocracia a riqueza, que depende de nós, e a ciência, que é dirigida por nossos sábios.
Nosso triunfo foi ainda facilitado pelo facto de, nas nossas relações com os homens de quem precisamos, sabermos tocar as cordas mais sensíveis da alma humana : o cálculo, a avidez, a insaciabilidade dos bens materiais, todas essas fraquezas humanas, cada qual capaz de abafar o espírito de iniciativa, pondo a vontade dos homens à disposição de quem compra sua actividade.
A idéia abstrata da liberdade deu a possibilidade de persuadir ás multidões que um governo não passa de gerente do proprietário do país, que é o povo, podendo-se mudá-lo como se muda de camisa.
A removibilidade dos representantes do povo coloca-os à nossa disposição ; eles dependem de nossa escolha.
_______________Notas e comentários_______________

(1) é o conceito judaico do direito naturalista de Espinoza. A conferir com a famosa declaração, em discurso, de Stalin: "Nós, os comunistas, não reconhecemos nenhuma lei moral que de qualquer modo prejudique a liberdade de acção do plano central da revolução".
Esta declaração dos "Protocolos", de que o direito reside na força, está de acordo com o Talmud, que, segundo as palavras do Prof. Cohen, em abril de 1833, citadas às páginas 62 e 63 do "Lichststrahlen am den Talmud", ("raios de luz do Talmud"),
de Dinter, "deve ser considerado, ainda hoje, como a única fonte da moral judaica" e como "a fonte judaica das leis judaicas". O escritor judeu Kadmi Cohen, com efeito, no seu livro "Nômades", págs. 52-53, diz que " o direito talmúdico nega o fato e exalta a vontade". Cita o próprio texto talmúdico que completa o conceito de residir o direito na força: Ein davar havened Bifnei haraçon, o que quer dizer: Nada pode resistir à vontade. Em contraposição, o direito romano-cristão se baseia em três preceitos morais: Honeste vivere, viver honestamente; neminem laedere, não lesar a ninguém; e suum cuique tribuere, dar o seu ao seu dono. A diferença é substancial e evidente.
(2)Cf. René Guénon, "La crise du monde moderne", edição Bossard, Paris, 1927, pág. 185 : "A massa, sem dúvida, foi sempre conduzida deste ou daquele modo, podendo-se concluir, porque ela não passa dum elemento passivo, que é uma matéria no sentido aristotélico".
(3)Cf. E. Eberlin, escritor judeu, no "Les Juifs d'Aujourd'hui", edição Rider, Paris, 1927, pág. 41: "A alta burguesia judaica pretende impor seus pontos de vista, aonde possa, à massa popular". (Eles mesmo admitindo...)
(4) O tráfico das brancas e dos entorpecentes (já na época), a prostituição em larga escala, devidamente industrializada (já na época), é obra reconhecidamente judaica. Há uma sociedade internacional denominada "Zwig Migdal", que explora esse rendoso negócio e contra a qual têm sido impotentes as polícias dos Estados Modernos, corrompidos ou judaizados e liberais. Ver a documentação reveladora em Julio Alsogaray, "La prostitutión en Argentine", ed Denoel et Steele, Paris.
(5) O papa Bento XV compreendeu isso admiravelmente e preveniu a cristandade em sua epístola Motu Proprio: "Eis que amadurece a idéia e que a todos os piores factores de desordem ardentemente se devotam e da qual esperam a realização, o advento duma República Universal, baseada nos princípios da igualdade absoluta dos homens e na comunhão dos bens, da qual seja banida qualquer distinção de nacionalidades e que não reconheça nem a autoridade do pai sobre os filhos, nem a do poder público sobre os cidadãos, nem a de Deus sobre a sociedade humana. Postas em prática, tais teorias devem desencadear um regime de inaudito terror"....
(6) A República Universal, sem autoridade, isto é, com a violência no lugar da autoridade, a que aludiu Bento XV.
(7)Cf. Kadmi-Cohen,"Nômades", pág. 72: "Assim, nos corações semitas, para falar como Ibn Kaldun, floresciam como realidades vivas a Liberdade e a Igualdade, esses dois princípios gémeos que, depois não passaram de letras maiúsculas inscritas nos preâmbulos das constituições e na fachada dos edifícios públicos".
(Cool Cf. Bernard Lazare, "L'Antisemitisme", vol II, págs 175-176: "...os judeus acreditaram, não somente que a justiça, a liberdade e a igualdade podiam ser soberanas do mundo, mas se julgaram com a missão especial de trabalhar para esse reino. Todos os desejos, todas as esperanças que estas três idéias faziam nascer acabaram por se cristalizar em torno duma idéia central: a dos tempos messiânicos."
(9) Ver René Guénon, "Orient et Ocident", pág. 64: "O preconceito quimérico da igualdade vai de encontro aos fatos mais bem estabelecidos na ordem intelectual como na ordem física: é a negação de toda a hierarquia natural e o rebaixamento de todo o reconhecimento ao entendimento limitado do vulgo".
(10) Um autor judeu reconhece isso, Jack London, quando escreve à página 206 do "Le Peuple de L'Abime": "Os grandes senhores feudais de antanho, gigantes louros da história, marchavam à frente nas batalhas. Sacrificavam sua pessoa, lutando duramente para ganhar suas esporas de ouro, fendendo os inimigos ao meio. Havia mais nobreza em manejar a espada de gume de aço do que em enriquecer, como hoje, comodamente sem risco, à custa do embrutecimento humano e da exploração feroz dos párias da vida".

CAPÍTULO II
Resumo. - As guerras económicas são a base da supremacia judaica. A administração visível e os "Conselheiros Secretos". O êxito das doutrinas destruidoras. A assimilação na política. O papel da imprensa.O preço do ouro e o valor das vítimas judaicas
• PRECISAMOS que as guerras não dêem, tanto quanto possível, vantagens territoriais(1). Transportada, assim, a guerra para o terreno económico, as nações verão a força de nossa supremacia (2), e tal situação porá ambas as partes à disposição de nossos agentes internacionais, que têm milhares de olhos e que nenhuma fronteira pode deter. Então, nossos direitos internacionais apagarão os direitos nacionais, no sentido próprio da expressão, governando os povos, do mesmo modo que o direito civil dos Estados regula as relações entre seus súditos.
Os administradores, escolhidos por nós no povo, em razão de suas aptidões servis, não serão indivíduos preparados para a administração do país.Assim, facilmente se tornarão peões de nosso jogo, nas mãos de nossos sábios e geniais conselheiros, de nossos especialistas, educados desde a infância para administrar os negócios do mundo inteiro (3). Sabeis que nossos especialistas reuniram as informações necessárias para administrar segundo nossos planos, tirando-as das experiências da história e do estudo de todos os acontecimentos notáveis.
Os cristãos(4) não se guiam pela prática de observações imparciais tiradas da história, mas pela rotina teórica, incapaz de atingir qualquer resultado real. Por isso, não devemos contar com eles ; que se divirtam ainda durante algum tempo, vivendo de esperanças ou de novas diversões, ou ainda da saudade dos divertimentos que tiveram. Deixemo-los acreditar na importância das leis científicas que lhes inculcamos - meras teorias. É com esse fim que constantemente aumentamos por intermédio de nossa imprensa sua confiança cega nessas leis. A classe intelectual dos cristãos ficará cheia de orgulho com esses conhecimentos, e sem os examinar logicamente, porá em acção todos os dados dessa ciência reunidos pelos nossos agentes para guiar seu espírito pelo rumo que precisamos.
Não julgueis nossas afirmações sem base ; reparai no êxito que soubemos criar para o Darwinismo, o Marxismo, o Nietzchismo. Pelo menos para nós, a influência deletéria dessas tendências deve ser evidente (5).
Temos necessidade de contar com as idéias, os caracteres, as tendências modernas dos povos para não cometermos erros na política e na administração dos negócios. Nosso sistema, cujas partes podem ser expostas diferentemente segundo os povos que encontremos em nosso caminho, somente pode dar resultado se sua aplicação for baseada nos resultados do passado confrontados com o presente.
Os Estados modernos possuem uma grande força criadora : a imprensa. O papel da imprensa consiste em indicar as reclamações que se dizem indispensáveis, dando a conhecer as reclamações do povo, criando descontentes e sendo seu órgão.
A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os Estados não souberam utilizar essa força e ela caiu em nossas mãos(6). Por ela, obtivemos influência, ficando ocultos; graças a ela, ajuntamos o ouro em nossas mãos, a despeito das torrentes de sangue e de lágrimas que nos custou conseguí-lo... Resgatamos isso, sacrificando muitos dos nossos. Cada uma de nossas vítimas, diante de Deus, vale milhares de cristãos.
_______________Notas e comentários_______________

(1) Discurso do maçon Corneau, grau 33, presidente do Conselho da Ordem do Grande Oriente na França, na sessão de 28 de junho de 1917, do Congresso Maçónico em Paris : "A guerra se transformou em formidável luta das democracias organizadas contra as potências militares e despóticas." No mesmo discurso, afirmou que a guerra não passava de simples etapa da Revolução Social. A confissão de que a guerra é desencadeada pelas forças ocultas mediante um plano de acção desconhecido se encontra no mesmo Congresso Maçónico, no discurso do maçon Lebey, Secretário da Ordem: "De Waterloo a Sedan, de Sedan ao Marne, de Lafayette a Washington e de Washington ao Presidente Wilson e ao Marechal Joffre, uma lógica obscura parece levar o mundo a um fim ignorado. " (note de quem parte tais declarações). V. Valéry-Radot , "Les temps de la colère" , e Leon de Poncins, "La dictadure des puissances occultes", edição Beauchesne, Paris , 1934, págs 196-197.
(2) Essa supremacia está confirmada pelo judeu Bernard Lazare, no seu livro "L'Antisemitisme", vol. II, pág. 253, com estas palavras : "Constituídos num corpo solidário, os judeus abrem facilmente caminho na sociedade actual, relaxada e desunida. Se os milhões de cristãos que os rodeiam praticassem o apoio mútuo em lugar da luta egoísta, a influência do judeu seria logo esmagada; mas não o praticam e o judeu deve, senão dominar, como dizem os anti-semitas, ter o máximo das vantagens sociais e exercer essa espécie de supremacia contra a qual o anti-semitismo protesta, sem a poder abolir, porque ela depende não só da classe burguesa judaica, mas da classe burguesa cristã."
(3)H.de Balzac, "Les illusions perdues", tomo III: "Há duas histórias, a oficial, mentirosa, e a secreta, em que estão as verdadeiras causas dos acontecimentos". É por essa razão que René Guénon diz o seguinte à pág 25 de "Orient et Occident": "A verdadeira história pode ser perigosa para certos interesses políticos".
(4) Empregamos a palavra cristão e cristãos todas as vezes que encontramos no texto dos protocolos os termos judaicos "goy" e " goiym".
Segundo o erudito Saint-Yves d'Alveydre, no "L'Archéometre", assim os hebreus designam "O povo inorgânico privado de organização direta em proveito dum Estado político que lhe imponham letrados parasitários". Esse significado quadra admiravelmente bem com o pensamento dos "Protocolos".
(5) René Guénon observou e estudou admiravelmente esta questão da ciência que nos é imposta de acordo com os "Protocolos". Consultar "Orient et Occident", pág.20 :"Negando ou ignorando todo conhecimento puro ou supra-racional, a ciência abriu caminho que devia levar lógicamente, dum lado, ao positivismo e ao agnosticismo, que produzem a mais estreita limitação da inteligência e seu objecto: do outro, a todas as teorias sentimentalistas e voluntariosas que se esforçam em criar no infra-racional o que a razão não lhes pode dar." Idem, pág.65: "A meia ciência assim adquirida, (pela vulgarização), é mais nefasta do que a ignorância pura e simples, pois mais vale nada saber do que estar com o espírito abarrotado de idéias falsas..."
(6) O domínio do judaísmo na imprensa, nas agências de informação, de publicidade e distribuição de livros e jornais é notória.

CAPÍTULO III
Resumo - A serpente simbólica e sua significação. Instabilidade do equilíbrio constitucional. O terror nos palácios. poder e a ambição. As máquinas de falar dos parlamentos, os panfletos. Os abusos do poder. A escravidão económica. "A verdade do povo". Os açambarcadores e a aristocracia. O exército dos franco-maçons judeus. A degenerescência dos cristãos. A fome e o direito do capital. A vinda e a coroação do "Senhor Universal".
O objecto fundamental do programa das futuras escolas populares dos franco-maçons. O segredo da ciência da ordem social. Crise económica geral. Segurança dos "nossos". O despotismo dos franco-maçons é o reinado da razão. Perda dum guia. A franco-maçonaria e a "grande" revolução francesa.
O rei déspota é do sangue de Sião. Causas da invulnerabilidade da franco-maçonaria. A Liberdade.
POSSO hoje anunciar-vos que estamos perto do fim. Ainda um pouco de caminho e o círculo da Serpente Simbólica, que representa nosso povo, será encerrado. Quando esse círculo se encerrar, todos os Estados estarão dentro dele, fortemente emoldurados. O equilíbrio constitucional será em breve destruído, porque o temos falseado, a fim de que não cesse de inclinar-se para um lado e outro até gastar-se completamente (1). Os cristãos julgavam ter construído bem solidamente esse equilíbrio e esperavam que os pratos da balança continuassem no mesmo nível. Mas, infelizmente para os cristãos, as pessoas reinantes são rodeadas por seus prepostos, que fazem tolices e se deixam levar pelo seu poder sem controle e sem responsabilidade. Devem esse poder ao terror que reina nos palácios. As pessoas reinantes, não tendo mais contacto com seu povo, nada podem concertar com ele, fortalecendo-se contra os indivíduos que aspiram ao poder. A força clarividente das pessoas reinantes e a força cega do povo, divididas por nós, perderam sua importância ; separadas, são tão cegas como um cego sem o seu bordão (2)
Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos umas às outras todas as forças, desenvolvendo todas as suas tendências liberais para a independência... Encorajamos para esse fim todas as tendências, armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo de todas as ambições. Transformamos os Estados em arenas onde reinam os distúrbios... Dentro de pouco tempo, as desordens e bancarrotas surgirão por toda a parte (3).
Os falastrões inesgotáveis transformaram as sessões dos parlamentos e as reuniões administrativas em prélios oratórios. Jornalistas audaciosos e panfletários cínicos atacam diariamente o pessoal administrativo. Os abusos do poder, finalmente, prepararão a queda de todas as instituições, e tudo será destruído pela multidão enlouquecida.

Os povos estão mais escravizados ao trabalho pesado do que no tempo da servidão e da escravidão. É possível livrar-se de um modo ou de outro da escravidão e da servidão. É possível compactuar com ambas. Mas é impossível livrar-se da miséria. Os direitos que inscrevemos nas constituições são fictícios para as massas ; não são reais. Todos esses pretensos ""direitos do povo" somente podem existir no espírito e são para sempre irrealizáveis. Que vale para o proletário curvado sobre seu trabalho, esmagado pela sua triste sorte, o direito dado aos falastrões de falar, ou o direito concedido aos jornalistas de escrever toda espécie de absurdos misturados com coisas sérias, desde que o proletariado não tira das constituições outras vantagens senão as miseráveis migalhas que lhe lançamos de nossa mesa em troca dum sufrágio favorável às nossas prescrições, aos nossos prepostos e aos nossos agentes? Para o pobre diabo, os direitos republicanos são uma ironia amarga: a necessidade dum trabalho quase quootidiano não lhe permite gozá-los ; em compensação, tiram-lhe a garantia dum ganho constante e certo, pondo-o na dependência das greves, dos patrões e dos camaradas.
Sob a nossa direcção, o povo destruiu a aristocracia, que era sua protectora e sua ama de leite natural, porque seu interesse era inseparável do interesse do povo. Agora que a aristocracia foi destruída, ele caiu sob o jugo dos açambarcadores, dos velhacos enriquecidos, que o oprimem de modo impiedoso.
Nós aparecemos ao operário como os libertadores desse jugo, quando lhe propusermos entrar nas fileiras do exército de socialistas (4) , anarquistas e comunistas que sempre sustentamos sob o pretexto de solidariedade entre os membros de nossa franco-maçonaria social. A aristocracia, que gozava de pleno direito do trabalho dos operários, tinha interesse em que os trabalhadores estivessem fartos, fossem sadios e fortes. Nosso interesse, ao contrário, é que os cristãos degenerem. Nosso poder reside na fome crónica, na fraqueza do operário, porque tudo isso o escraviza à nossa vontade, de modo que ele fique sem poder, força e energia de se opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos sobre o operário do que a aristocracia recebia do poder real e legal.
Pela miséria e o ódio invejoso que dela resulta, manobramos as multidões e nos servimos de suas mãos para esmagar os que se oponham aos nossos desígnios.

Quando chegar a hora de ser coroado nosso soberano universal, essas mesmas mãos varrerão todos os obstáculos que se lhe anteponham.

Os cristãos perderam o hábito de pensar fora de nossos conselhos científicos. Por isso, não enxergam a necessidade urgente de fazer o que nós faremos, quando chegar o nosso reinado, isto é, ensinar nas escolas primárias a primeira de todas as ciências, a única verdadeira das ciências da ordem social, da vida humana, da existência social, que exige a divisão do trabalho, e por conseguinte, a divisão dos homens em classes e condições (5).
É preciso que cada um saiba que não pode existir igualdade em virtude das diversas actividades a que cada qual é destinado ; que todos não podem ser igualmente responsáveis perante a lei ; que, por exemplo, a responsabilidade não é a mesma naquele que, pelos seus actos, compromete toda uma classe, e naquele que somente atinge a sua honra. A verdadeira ciência da ordem social, em cujo segredo não admitimos os cristãos, mostraria a todos que o lugar e o trabalho de cada um devem ser diferentes, para que não haja uma fonte de tormentos em conseqüência da falta de correspondência entre a educação e o trabalho. Estudando essa ciência, os povos obedecerão de boa vontade aos poderes e à ordem social estabelecida por eles no Estado. Ao contrário, no estado actual da ciência, tal qual a fizemos, o povo, acreditando cegamente na palavra impressa, em conseqüência dos erros insinuados à sua ignorância, é inimigo de todas as condições que julga acima dele, porque não compreende a importância de cada condição.

Essa inimizade aumentará ainda em virtude da crise económica que acabará por parar as operações da Bolsa e a marcha da indústria.
Quando criarmos, graças aos meios ocultos de que dispomos por causa do ouro, que se acha totalmente em nossas mãos, uma crise económica geral, lançaremos à rua multidões de operários, simultaneamente, em todos os países da Europa. (6)
Essas multidões por-se-ão com voluptuosidade a derramar o sangue daqueles que invejam desde a infância na simplicidade de sua ignorância e cujos bens poderão então saquear (7)
Elas não tocarão nos nossos, porque conheceremos de antemão o momento do ataque e tomaremos medidas acauteladoras. (Cool
Afirmamos que o progresso submeteria todos os cristãos ao reinado da razão. Será esse o nosso despotismo, que saberá acalmar todas as agitações com justas severidades, extirpando o liberalismo de todas as instituições.

Quando o povo viu que lhe faziam tantas concessões e complacências em nome da liberdade, julgou que era amo e senhor, e se lançou sobre o poder ; porém, naturalmente, foi de encontro, como um cego, a muitos obstáculos ; pos-se a procurar um guia, não teve a idéia de voltar ao antigo e depós todos os poderes aos nossos pés. Lembrai-vos da revolução francesa, a que demos o nome de "grande" ; os segredos de sua preparação nos são bem conhecidos, porque ela foi totalmente a obra de nossas mãos (9).

Desde então, levamos o povo de decepção em decepção, a fim de que renuncie mesmo a nós, em proveito do rei-déspota do sangue de Sião, que preparamos para o mundo (10).
• Actualmente somos invulneráveis como força internacional, porque quando nos atacam em um Estado, somos defendidos nos outros. A infinita covardia dos povos cristãos, que rastejam diante da força, que são impiedosos para a fraqueza e para os erros, porém indulgentes para os crimes, que não querem suportar as contradições da liberdade, que são pacientes até o martírio diante da violência dum despotismo ousado, tudo isso favorece nossa independência. Sofrem e suportam dos primeiros ministros de hoje abusos pelo menor dos quais teriam decapitado vinte reis.
Como explicar tal fenómeno e tal incoerência das massas populares em face dos acontecimentos que parecem da mesma natureza ?
Esse fenómeno se explica pelo facto de fazerem esses ditadores - primeiros ministros - dizerem baixinho ao povo que, se causam mal aos Estados, isto é com o fito de realizar a felicidade dos povos, sua fraternidade internacional, a solidariedade, os direitos iguais para todos. Naturalmente, não se lhe diz que essa unidade será feita sob nossa autoridade.
E eis como o povo condena os justos e absolve os culpados, persuadindo-se cada vez mais que pode fazer o que lhe der na veneta. Nessas condições, o povo destrói toda estabilidade e cria desordens a cada passo.
A palavra "liberdade" põe as sociedades humanas em luta contra toda força, contra todo poder, mesmo o de Deus e o da natureza. Eis porque, no nosso domínio, excluiremos essa palavra do vocabulário humano por ser o princípio da brutalidade que transmuda as multidões em animais ferozes. É verdade que essas feras adormecem logo que se embriagam com sangue, sendo, então, fácil encadeá-las. Mas se não lhes der sangue, não adormecem e lutam (11).
_______________Notas e comentários_______________

(1) Esse equilíbrio é a famosa Harmonia dos poderes, tão ao agrado dos constitucionalistas modernos. O poder, que é um só, foi dividido em três, e às vezes, em quatro: judiciário,legislativo, executivo e moderador. Na luta pela imposição da ordem, ou dos interesses, fatal e naturalmente um deles se hipertrofia e se sobreleva os outros. Daí a situação falsa que se cria nos Estados, não correspondendo a realidade governamental nunca ao que teoricamente a constituição preceitua.
(2) Eberlin, escritor judeu, "Les Juifs", pág.191 : "Os judeus estão em toda a parte. Não passam de 1% da população terrestre, e todavia, são os iniciados e os primeiros adeptos de qualquer obra política, económica e social".
(3) É preciso não esquecer - declara o imparcialíssimo G. Batault em "Le problème Juif", págs. 55-56, "que a história da civilização há dois mil anos é dominada por uma luta sem tréguas, com diversas alternativas e reveses, entre o espírito judaico e o espírito greco-romano".
(4) E. de Leveleye, "Le socialisme contemporain", Paris, 1902, pág. 49, nota: "Os israelitas foram quase por toda a parte os iniciadores ou os propagadores do socialismo". A mesma opinião se encontra em Michels, "Les partis politiques", Paris, 1914, pág. 180: "O movimento socialista contemporâneo, apesar de seu rótulo, de suas pretensões científicas e de sua fraseologia tomada de empréstimo aos costumes e ao gosto do tempo, deve ser considerado, do ponto de vista ideológico, como uma espécie de movimento messiânico, porque está todo imbuído de concepções judaicas, todo penetrado de espírito israelita e nele os judeus exercem tão grande papel que se pode dizer preponderante."
(5) Porque os movimentos nacionalistas e corporativistas ensinam isso, os judeus e seus sócios de empreitada, judaizantes, judaizados e altos maçons os odeiam de morte
(6) A realização dessa profecia documenta a veracidade dos "Protocolos". Com efeito, segundo os cálculos fidedignos de F. Fried em "La fin du capitalisme", havia, no mundo em 1931, vinte e dois milhões de desempregados!!!(**lembrando a população mundial da época, nos países industrializados**) O resultado foram as chamadas "marchas da fome" por toda a parte...
(7) Confira-se o que se passou na Itália, antes de Mussolini; na Alemanha, antes de Hitler; na Inglaterra, na França, na Áustria, na Espanha, nos Estados Unidos. Compare-se com as várias marchas da fome em diversos países. Será possível negar a evidência do plano revelado dezenas de anos antes?
(** o mesmo vale para os dias actuais. Confira a realização exata do plano nos dias actuais, um século depois.Como poderiam 2 obsuros agentes da polícia secreta Czarista prever com precisão absoluta um século? Como os judeus podem negar o livro se eles cumprem exatamente todas as acções descritas nele???E sempre mantendo a mesma direcção??Como negar um FLAGRANTE?**)
(Cool Confira-se com as medidas acauteladoras dos bens dos Rothschild durante os incêndios e saques da Comuna de Paris, em 1871, segundo Salluste, "Les Origines Secrètes du Bolchevisme".
(9) A pág. 102 da notável obra "Les temps de la colère", Valéry-Radot chama as revoluções liberais da Europa, sem exceção, "revoluções judaicas". Tem toda a razão. Senão vejamos: Na "Iudische Rundschau", revista judaica, nº4, de 1920, o líder judeu Dr. Caim Weissmann afirma categoricamente: "Nossa força construtiva se transformará em força destrutiva e poremos o mundo inteiro em estado de fermentação"
É preciso dizer mais alguma coisa?
Não há mais clara confirmação dos "Protocolos" pela pena de um próprio judeu!O judeu Marcus Elias Ravage, num artigo do nº de janeiro de 1928 do "Century Magazine" assegura: "Tomai as três principais revoluções dos tempos modernos, a revolução francesa, a norte-americana e a russa. Serão outra coisa senão o triunfo da idéia judaica de justiça social, política e económica?"
Outra vez uma declaração sem comentários.
Recorramos ao judeu Bernard Lazare, no seu livro "L'Antisémitisme", vol. I, pág. 247: "A Assembléia constituinte obedeceu ao espírito que a guiava desde suas origens, quando a 27 de setembro de 1791, declarou que os judeus gozariam em França dos direitos de cidadãos..." No vol. II, pág.7-8, "Esse decreto estava preparado de longa data, preparado pelo trabalho da comissão nomeada, pelos escritos de Lessing e Dohm, pelos de Mirabeau e Gregoire. Era o resultado lógico dos esboços tentados desde alguns anos pelos judeus e os filósofos. Mendelsohn, (o judeu Ben Moisés), na Alemanha, fora seu promotor, e mais adiante, defensor. E foi em Berlim, nos salões de Henriqueta de Lemos (judia de origem portuguesa), que Mirabeau se inspirou no convívio de Dohm".
No mesmo volume, pág. 9: "A judiaria se reunia em Berlim com a mocidade revolucionária alemã nos salões de H. de Lemos e de Raquel de Varnhagen (outra judia)"
À pág. 48, Bernard Lazare completa suas magníficas revelações: "Antes de tudo, a Revolução Francesa foi uma revolução económica. Se pode ser considerada o termo duma luta de classes, deve-se também ver nela o resultado duma luta entre duas formas de capital, o capital imobiliário e o capítal-móvel, o capital real e o capital industrial e agiota. Com a supremacia da nobreza desapareceu a supremacia do capital rural, e a supremacia da burguesia permitiu a supremacia do capital industrial e agiota. A emancipação do judeu está ligada à história da preponderância desse capital industrial.
O carácter internacional e judaico da Revolução Francesa não escapou, há mais de um século, à observação do cavalheiro de Malet, na sua obra "Recherches historiques et politiques qui prouvent l'existence d'une secte révolutionnaire, son antique origine, son organisation, ses moyens, ainsi que son but; et devoilent entierèment l'unique cause de la Révolution Française", Paris, edição Gide Fils, 1817. Eis o que ele diz: "Existe uma nação especial que nasceu e cresceu nas trevas, no meio de todas as nações civilizadas, com o fim de submetê-las todas ao seu domínio". (escrito em 1817!)
O imparcialíssimo Batault escreve à página 148 de seu livro já citado: "Depois, veio a Revolução Francesa, que trouxe aos judeus sua emancipação na França e a preparou ao estrangeiro." Daí as revoluções judaicas de Valéry-Radot, confirmadas em Graetz, em "Histoire des Juifs", vide págs. 418-421: "A revolução de 1848 trouxe novas melhoras à situacão dos judeus, tendo seu reflexo em Viena e Berlim, provocando a completa emancipação dos judeus da Áustria e Alemanha; alguns mesmo foram eleitos deputados. Essa revolução teve consequências favoráveis para eles até na Rússia e nos Estados do Papa."

(10) "La litterature des pauvres dans la Bible", do escritor judeu Isidoro Loeb, Paris, 1882, pág. 218: "Com ou sem o Rei-Messias, os judeus serão como o centro da humanidade, em torno do qual se reunirão os gentios, depois de sua conversão a Deus. A unidade da humanidade se fará pela unidade religiosa"
(100% de acordo com os protocolos.)
(11) Para isso, os judeus atiçadores de revoluções não tem poupado o sangue dos cristãos. Vide as estatísticas das vítimas do terror na França, da Tcheka (**futura KGB**) na Rússia, de Bela-Kun na Hungria, das Astúrias, etc... Lede esta declaração do judeu bolchevista Lunatcharsky: "Nós amamos o ódio! devemos pregar o ódio. Só por ele poderemos conquistar o mundo."
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:44 am

CAPÍTULO IV
Resumo.- As diversas fases duma república. A franco-maçonaria externa. A liberdade e a fé. A concorrência internacional do comércio e da indústria. O papel da especulação. O culto do ouro.
• TODA república passa por diversas fases.(1) A primeira compreende os primeiros dias de loucura dum cego que se atira para a direita e para a esquerda. A segunda é a da demagogia, de onde nasce a anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo, não um despotismo legal e franco, mas um despotismo invisível e ignorado, todavia sensível ; despotismo exercido por uma organização secreta, que age com tanto menos escrúpulo quanto se acoberta por meio de diversos agentes, cuja substituição não só a não a prejudica, como a dispensa de gastar seus recursos, recompensando longos serviços.
Quem poderá derrubar uma força invisível? Nossa força é assim. A franco-maçonaria externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios ; o plano de acção dessa força, o lugar que assiste, são inteiramente ignorados do público.
A própria liberdade poderia ser inofensiva e existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos, se repousasse nos princípios da crença em Deus, na fraternidade humana, fora da idéia de igualdade contrariada pelas próprias leis da criação , que estabelecem a subordinação.Com tal fé, o povo se deixaria governar pela tutela das paróquias e marcharia humilde e tranquilo sob a direcção de seu pastor espiritual, submetido à distribuição divina dos bens deste mundo. Eis porque é preciso que destruamos a fé, que arranquemos do espírito dos cristãos o próprio princípio da Divindade e do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas necessidades materiais (2).
Para que os espíritos dos cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário distraí-los pela indústria e pelo comércio. Desse modo, todas as nações procurarão suas vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses, não notarão o inimigo comum. Mas para que a liberdade possa, assim, desagregar e destruir completamente a sociedade dos cristãos, é preciso fazer da especulação(3) a base da indústria. Desta forma, nenhuma das riquezas que a indústria tirar da terra ficará nas mãos dos industriais, mas serão sorvidas pela especulação, isto é, cairão nas nossas burras.
A luta ardente pela supremacia, os choques da vida económica criarão e já criaram sociedades desencantadas, frias e sem coração.Essas sociedades terão uma profunda repugnância pela política superior e pela religião. Seu único guia será o cálculo, isto é, o ouro, pelo qual terão verdadeiro culto (4), por causa dos bens materiais que pode proporcionar. Então, as classes baixas dos cristãos nos seguirão em nossa luta contra a classe inteligente dos cristãos no poder, nossos concorrentes, não para fazer o bem, nem mesmo para adquirir a riqueza, mas simplesmente por ódio dos privilegiados.
_______________Notas e comentários_______________
(1) Kadmi-Cohen, "Nômades", págs. 152,153: "De modo geral, por toda a parte, os judeus são republicanos. A república, que tende ao nivelamento, foi sempre uma de suas mais caras aspirações." - "Seu ódio de toda autoridade dinástica ou pessoal, seu sincero amor das instituições republicanas, sua repulsa por toda injustiça acham sua explicação no unitarismo, ideal de sua raça." Ótimo! República para os outros se esfacelarem; autocracia para o seu domínio...
(2)Por isso, declara E. Fleg. na "Antologie Juive", pág. 261: "O judaísmo orienta-se unicamente para o futuro terrestre." Por isso, numa conferência sob o patrocínio da loja La Parfaite Union, de Mulhouse (França) a 26 de maio de 1927, dizia o maçon senador Bréhier: "Durante dois séculos, nossa mais perigosa inimiga foi a Igreja". Por isso o judaísmo e a Igreja, segundo Kadmi-Cohen, em "Nômades", pág. 181: "São dois contrários, duas antinomias, dois blocos que se defrontam". Por isso o "Rituel du 33ème. degré du Grand Orient de France" declara: "Aniquilar o catolicismo contra o qual todos os meios são bons".
(3) Diz o judeu Kadmi-Cohen, "Nômades", págs. 88-89 "Tudo no semita é especulação, de idéias ou de negócios, e, sob este último aspecto, que hino vigoroso não canta ele à glorificação do interesse terrestre!"
Batault diz em "Le problème juif", pág.39: "Na finança, tudo se concentrou em algumas mãos invisíveis, tudo se trama no silêncio e na noite. Cúmplices e solidários, os autores são secretos e discretos. O instrumento são as operações anónimas da bolsa; compra e venda, venda e compra. Sob acções invisíveis, os pratos da balança do Destino oscilam.Contra a autoridade tiranica, contra o domínio do Económico, é possível achar armas - o coração dos homens e a alma dos povos, mas deixam-nas enferrujar na bainha..."
(4) O culto do ouro pelo judeu começa na Bíblia, com a adoração do Bezerro fundido por Aarão. Desde a mais alta antiguidade, o judeu cultiva e manobra o ouro. Por que razão os judeus intentaram um processo ao pretor Flaccus? (**Época do Império Romano**) Respondia Cícero, seu advogado, no "Pro Flacco": "Vendo que o ouro era, por conta dos judeus, exportado todos os anos da Itália e de todas as províncias para Jerusalém, Flaccus proibiu por um édito a saída do ouro da Ásia".
Bernard Lazare, "L'Antisémitisme", vol I, pág. 174: "A medida que se avança, vê-se com efeito, crescer nos judeus a preocupação da riqueza e toda sua actividade prática se concentrar em um comércio especial, refiro-me ao comércio do ouro.". Pág,.187 : "O ouro deu aos judeus um poder que todas as leis políticas e religiosas lhes recusavam... Detentores do ouro, tornaram-se Senhores de seus Senhores..."
Jack London, em "Le peuple de l'Abime": "O ouro é o passaporte do judeu".


CAPÍTULO V
Resumo.- Criação de forte concentração do governo. Os modos da franco-maçonaria se apoderar do poder. Porquê os Estados não conseguem entender-se. "Pre-eleição" dos judeus. O ouro é o motor de todos os mecanismos dos Estados. Os monopólios no comércio e na indústria. A importância da crítica. As instituições "como são vistas". Cansaço causado pelos discursos. Como tomar conta da opinião pública? A importância da iniciativa privada. O governo supremo.
QUE FORMA de administração se pode dar a sociedades em que se por toda parte penetrou a corrupção , em que somente se atinge a riqueza por meio de surpresas hábeis que são meias-velhacadas ; sociedades em que reina a licença de costumes, em que a moralidade somente se agüenta por causa dos castigos e leis austeras, não por princípios voluntariamente aceitos ; em que os sentimentos de Pátria e Religião, são abafados por crenças cosmopolitas? Que forma de governo dar a essas sociedades se não a despótica, que descreverei mais adiante? Regularemos mecanicamente todos os actos da vida pública de nossos súditos por novas leis. Essas leis irão retomando uma a uma todas as complacências e todas as liberdades demasiadas concedidas pelos cristãos e nosso reinado se assinalará por um despotismo tão majestoso que estará em condições, em qualquer tempo e lugar, de fazer calar os cristãos que nos queiram fazer oposição e que estejam descontentes.

Dir-nos-ão que o despotismo a que me refiro não está de acordo com os progressos modernos. Provarei o contrário.

Quando o povo considerava as pessoas reinantes como pura emanação da Vontade Divina, se submetia sem murmurar ao absolutismo dos reis, porém desde o dia em que lhe sugerimos a idéia de seus próprios direitos, considerou essas pessoas como simples mortais. A Unção Divina caiu da cabeça dos reis, pois que lhe arrancamos a crença em Deus; a autoridade passou para a rua, isto é, para um logradouro público, e nós nos apoderamos dela.
Demais, a arte de governar as massas e os indivíduos por meio de uma teoria e duma fraseologia habilmente combinadas pelas regras da vida social e por outros meios engenhosos, dos quais os cristãos nada percebem, faz também parte de nosso génio administrativo, educado na análise, na observação, em tais suptilezas de concepção que não encontram rivais, pois que não há ninguém como nós para conceber planos de acção política e de solidariedade. Somente os Jesuítas nos poderiam igualar nesse ponto, porém nós conseguimos desacreditá-los aos olhos da plebe ignorante, porque eles constituíam uma organização visível, enquanto que nós operávamos ocultamente por meio de nossa organização secreta. Aliás, que importa ao mundo o amo que vai ter? seja o chefe do catolicismo ou nosso déspota do sangue de Sião? Mas para nós, que somos o povo eleito, a questão já não é indiferente.
Uma coligação universal dos (povos europeus) cristãos poderia dominar-nos por algum tempo, porém estamos garantidos contra contra esse perigo pelas profundas sementes de discórdia que já se não podem mais arrancar de seu coração. Opusemos uns aos outros os cálculos individuais e nacionais dos cristãos, seus ódios religiosos e étnicos, que há vinte séculos cultivamos. É por isso que nenhum governo encontrará auxílio em parte alguma ; cada qual acreditará um acordo contra nós desfavorável a seus próprios interesses. Somos muito fortes e é preciso contar conosco. As potências não podem concluir o mais insignificante acordo sem que nele tomemos parte.
Per me reges regnant - "por mim reinam os reis". Nossos profetas nos disseram que fomos eleitos por Deus mesmo para governar a terra. Deus nos deu o génio, a fim de podermos levar a cabo esse problema. Embora surja um génio no campo oposto, poderá lutar contra nós, mas o recém-vindo não valerá o velho habitante ; a luta entre nós será sem piedade e tal como nunca o mundo presenciou. Além disso, os homens de génio chegariam tarde.
Todas as engrenagens do mecanismo governamental dependem dum motor que está em nossas mãos: esse motor é o ouro. A ciência da economia política, inventada por nossos sábios, mostra-nos desde muito tempo o prestígio real do ouro.
O capital, para ter liberdade de acção, deve obter o monopólio da indústria e do comércio; é o que já vai realizando a nossa mão invisível em todas as partes do mundo (1). Essa liberdade dará força política aos industriais e o povo lhe será submetido. Importa mais, em nossos dias, desarmar os povos do que levá-los à guerra ; importa mais servir as paixões incandescidas para nosso proveito do que acalmá-las ; importa mais apoderar-se das idéias de outrem e comentá-las do que baní-las.
O problema capital do nosso governo é enfraquecer o espírito público pela crítica ; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque a reflexão cria a oposição ; distrair as forças do espírito, em vãs escaramuças de eloqüência.
Em todos os tempos, os povos, mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as palavras como realidades, porque se satisfazem com a aparência das coisas e raramente se dão ao trabalho de observar se as promessas relativas à vida social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições terão uma bela fachada, que demonstrará eloqüentemente seus benefícios no que concerne ao progresso.
Nós nos apropriaremos da fisionomia de todos os partidos, de todas as tendências e ensinaremos nossos oradores a falarem tanto que toda a gente se cansará de ouví-los.
Para tomar conta da opinião pública, é preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos lados e tanto tempo tantas opiniões contraditórias que os cristãos acabarão perdidos no seu labirinto e convencidos de que, em política, o melhor é não ter opinião. São questões que a sociedade não deve conhecer. Só deve conhecê-las quem a dirige. Eis o primeiro segredo. (2)
O segundo, necessário para governar com êxito, consiste em multiplicar de tal modo os defeitos do povo, os hábitos, as paixões, as regras de viver em comum que ninguém possa deslindar esse caos e que os homens acabem por não se entenderem mais aos outros. Essa táctica terá ainda como efeito lançar a discórdia em todos os partidos, desunindo todas as forças colectivas que ainda não queiram submeter-se a nós; ela desanimará qualquer iniciativa, mesmo genial, e será mais poderosa do que os milhões de homens nos quais semeamos divergências. Precisamos dirigir a educação das sociedades cristãs de modo tal que suas mãos se abatam numa impotência desesperada diante de cada questão que exija iniciativa.
O esforço que se exerce sob o regime da liberdade ilimitada é impotente, porque vai de encontro aos esforços livres de outros. Daí nascem dolorosos conflitos morais, decepções e insucessos. Fatigaremos tanto os cristãos com essa liberdade que os obrigaremos a nos oferecerem um poder internacional, cuja disposição será tal que poderá, sem as quebrar, englobar as forças de todos os Estados do mundo e formar o Governo Supremo.
Em lugar dos governos actuais, poremos um espantalho que se denominará Administração do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão para todos os lados como pinças e sua organização será tão colossal que todos os povos terão de se lhe submeterem (3).
_______________Notas e comentários_______________
(1) G. Batault "Le probleme juif", págs. 40-41: "É conveniente notar que foi um banqueiro judeu-inglês, o célebre economista David Ricardo, filho de um judeu holandês, emigrado em Londres, em fins do século XVIII, o inventor e o teorista duma concepção puramente econômica do mundo, que, hoje, o domina quase todo. O mercantilismo político contemporâneo, os negócios acima de tudo, os negócios considerados fim supremo dos esforços humanos, provém diretamente de Ricardo. Demais, o fundador do socialismo científico, o judeu-alemão Karl Marx, se colocou no próprio terreno de Ricardo, para combatê-lo, aproveitando grande número de suas concepções, de seus argumentos, de suas teorias e conclusões. O laço misterioso, a afinidade secreta que unem, apesar de tudo, os mercantilistas e os negocistas puritanos aos bolchevistas provém, em grande parte, de terem em comum, embora tirando conclusões diferentes, a mesma concepção e a mesma visão do mundo, as quais são produtos essencialmente semitas, saídos dos cérebros dos judeus Ricardo e Marx. A concepção místico-judaica da humanidade é comum ao liberalismo puritano e ao socialismo dito científico, do qual brotou o bolchevismo."
Por isso os judeus agem no mundo em dois pólos opostos, que completam, porém, sua obra de desagregação da sociedades cristãs. O judeu Eberlin o reconhece na pág. 51 de seu livro já citado: "O cosmopolitismo do agiota torna-se o internacionalismo proletário e revolucionário". Diz Bernard Lazare que a "alma do judeu é dupla; dum lado é o fundador do capitalismo industrial, financeiro, agiota e especulador, colaborando para a centralização dos capitais destinada a destruir a propriedade, a proletarizar os povos e a criar a socialização; do outro, combate o capitalismo em nome do socialismo, isto é, da socialização total." Pelos dois lados, os judeus atingem o mesmo fim. Assim, segundo a opinião do mesmo Bernard Lazare, a Rothschild correspondem Marx e Lasalle. O judeu Kadmi-Cohen é explícito quanto ao mesmo assunto, escrevendo que Trotski e Rothschild "marcam as oscilações do pêndulo judaico". (**Veja porque os comunistas tiveram a revolução de 1917 financiada por banqueiros ocidentais...**) O plano está claramente delineado nos "Protocolos". Só os cegos e os ignorantes ainda não o perceberam... Há também quem não o queira perceber...
(2) Essa obra de despistamento é realizada sobretudo pela imprensa. Basta reparar como certos jornais em consórcio ou associados manobram ou manipulam a opinião pública em sentidos diversos, quando sua direção geral é única.
(3) Segundo o "Jewish Guardian" ("Sentinela Judaica") de 8 de outubro de 1920, o chefe sionista Dr. Caim Weissmann, declarou no discurso com que saudou num banquete o rabino Herz: "A nós, seu Povo Eleito, Deus deu o poder de nos espalharmos sem dano; o que para outros parece ser a nossa fraqueza é, em verdade, nossa força, e, assim, atingimos ao Domínio Universal. Só nos resta edificar sobre essa base." Não é possível ser mais claro!
Em sua obra, na pág. 99, Isidoro Loeb diz:"Os judeus tem tido esta alta ambição de ver os gentios se agruparem em torno deles, e se unirem sob o nome do verdadeiro Deus". A idéia vem do fundo dos séculos, acompanhando a trajetória da raça. O filósofo judeu-alexandrino Philon escreveu no "In Flaccum": "O castigo dos sofistas virá no dia em que o Império Judeu, império da salvação, for estabelecido no mundo." Recorramos ainda ao erudito israelita do "L'Antisémitisme", Bernard Lazare, no tomo I, págs. 50-51: "Sem a lei, sem Israel, o mundo não existiria, Deus o faria voltar ao nada; e o mundo somente conhecerá a felicidade quando submetido ao império universal dessa lei, isto é, ao império dos judeus". Como consequência disso, assegura B. Lazare: "Essa fé em sua predestinação, em sua eleição, desenvolveu nos judeus um orgulho imenso. Passaram a considerar os não-judeus com desprezo e mesmo com ódio" (Tomo I, pág.52) (** Basta ver o que está escrito no Talmud. Veja o que falam sobre os não-judeus**)
O imparcial Batault, referenda essas afirmações judaicas: "Os judeus perduram, assim, através da miragem da idade do ouro, da era nova, dos tempos messiânicos, em que o mundo viverá em alegria e paz, submetido a Iavé, escravizado pela lei, sob a direção sacerdotal, eleito pela Eternidade, amadurecido pela experiência, à espera dessa hora única." ("Le probleme juif", pág. 104). "O sonho internacionalista do judeu é a unificação do mundo pela lei judaica, sob a direção e domínio do povo sacerdotal" (pág. 155)
É de estarrecer a coincidência constante entre o espírito do judaísmo, confessado pelos próprios judeus, e o texto dos "Protocolos". Como duvidar de sua autenticidade diante dessa confrontação e da realização do que nele se profetiza?

CAPÍTULO VI
Resumo.- Os monopólios ; as fortunas dos cristãos dependem desses monopólios. A aristocracia privada de riqueza territorial.O comércio, a indústria e a especulação. O luxo. A alta do salário e o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade. A anarquia e a embriaguez. O sentido secreto da propaganda das teorias económicas.
• CRIAREMOS em breve enormes monopólios, colossais reservatórios de riquezas, dos quais as próprias fortunas dos cristãos dependerão de tal modo que serão por eles devoradas, como o crédito dos Estados no dia seguinte a uma catástrofe política... (1)

Os senhores economistas aqui presentes devem considerar a importância dessa combinação!....

Precisamos desenvolver por todos os meios possíveis a importância de nosso Governo Supremo representando-o como protector e remunerador de todos os que se lhe submetam voluntariamente.

A aristocracia dos cristãos desapareceu como força política e não temos mais que contar com ela; porém como proprietária de bens territoriais, poderá prejudicar-nos na medida da independência de seus recursos. É preciso, portanto, arrancar-lhe as suas terras. O melhor meio para isso é aumentar os impostos sobre seus bens de raiz, a fim de endividar a terra. Essas medidas manterão a propriedade territorial num estado de absoluta sujeição. (2)

Como os aristocratas cristãos não sabem, de pais a filhos, se contentar com pouco, serão rapidamente arruinados.

Ao mesmo tempo, devemos proteger fortemente o comércio e a indústria, sobretudo a especulação, cujo papel é servir de contrapeso à indústria; sem a especulação, a indústria multiplicaria os capitais privados e melhoraria a agricultura, libertando a terra das dívidas criadas pelos bancos rurais. É necessário que a indústria tire à terra o fruto do trabalho, como o do capital , que nos dê, pela especulação, o dinheiro de todo o mundo: lançados, assim, às fileiras dos proletários, todos os cristãos se inclinarão diante de nós para terem ao menos o direito de viver. (3)
Para arruinar a indústria dos cristãos, desenvolveremos a especulação e o gosto do luxo, desse luxo que tudo devora. Faremos subir os salários, que, entretanto, não trarão proveito aos operários, porque faremos, ao mesmo tempo, o encarecimento dos gêneros de primeira necessidade, devido, como apregoaremos, à decadência da agricultura e da pecuária (4); demais, habilmente e profundamente subverteremos as fontes de produção, habituando os operários à anarquia e as bebidas alcoólicas (5), recorrendo a todas as medidas possíveis para afastar da Terra os cristãos inteligentes.
Para impedir que essa situação seja vista prematuramente sob seu verdadeiro aspecto, mascararemos nossos verdadeiros desígnios com o pretenso desejo de servir às classes trabalhadoras e de propagar os grandes princípios económicos que actualmente ensinamos.
_______________Notas e comentários_______________
(1) O que se passou no mundo moderno, depois do aparecimento dos "Protocolos" autentica o plano judaico. Como poderiam adivinhar? Os monopólios, os trustes, os cartéis, os açambarcamentos multiplicaram-se por toda a parte e os jogos financeiros devoraram os créditos de todos os Estados. Basta ler o formidável e documentadíssimo livro "La fin du capitalisme", de Fernand Fried, com prefácio do judeu Daniel Halévy, Edição Bernard Grasset, Paris, 1932, para verificar como as idéias-dinheiro criaram o capital e quais seus resultados: distribuição desigual de rendas e oligarquias financeiras, a tragédia das massas, o socialismo, o marxismo, a crise, a paralisia e o endividamento dos Estados, tudo o que decorre dos "Protocolos"...
(2) Esta parte do plano tem sido visibilíssima. Basta observar como por toda a parte, sem o menor estudo sério das realidades e condições locais, se grita contra o latifúndio, e, ao menor surto revolucionário, se trata de distribuir as terras.Examine-se o aumento constante dos impostos sobre os bens de raiz em qualquer nação do mundo e se ficará assombrado da maneira como o judaísmo-maçónico sugere aos legisladores e governantes todas as medidas que deseja por em prática. Fernand Fried, tratando da crise moderna (**de 1929**), diz, por ignorar a questão judaica (?), que nela, crise, "não há erro, mas fatalidade". Com efeito, o plano oculto é tão diabólico que se transformou para os povos cristãos num novo destino.
(3) Tudo o que aí está: separação dos interesses da indústria e do comércio dos interesses da terra, estiolamento e garroteamento da agricultura, especulação, luxo desbragado, tudo isso temos visto e estamos vendo.
(4) É o círculo vicioso de que fala F. Fried, op. cit. pág.122 : "Vemos, na economia mundial, que se defrontam, não só a oferta e a procura paralisadas, sem esperança de se tornarem a equilibrar; mas também, dum lado, os camponeses empobrecidos, incapazes de adquirir objectos manufaturados, máquinas e utensílios; do outro, as massas operárias tão empobrecidas que não podem mais satisfazer suas necessidades indirectas de matérias primas. Tanto menos o camponês compra trabalho quanto mais a produção da indústria diminui, aumentando o número de fábricas fechadas e de desempregados, e os operários compram em menor quantidade de pão ao camponês. E o ciclo recomeça... O sistema está num beco sem saída. Os depósitos, as salas das fábricas sem vida, os exércitos de desempregados crescerão ainda, incharão e chegaremos a morte pelo congelamento da economia mundial..."
Já os créditos estão na maioria congelados, o que é significativo (**entre 1929 e 1936**)
O texto dos "Protocolos" data de 30 anos (**hoje de 100 anos, e continua sendo seguido a risca**); é o traçado maldoso do plano. O texto de Fried data de 5 anos: é a verificação inocente dos resultados do plano.

(5) Nos países de grandes massas camponesas, sobretudo, os judeus se entregam ao comércio das bebidas alcoólicas, propagando com rara habilidade o vício da embriaguês. (** Veja quem são os donos da gigantesca Seagram...**) Segundo o judeu Bernard Lazare, em "L'Antisémitisme", vol II, pág. 23, na Romênia, como aliás, na Rússia, "eles arrematavam o monopólio da venda das bebidas alcoólicas..." Idem, pág. 24: "pela lei de 1856, foi-lhes retirado o direito de vender bebidas alcoólicas". Em 1887, Calixto de Wolski escrevia em "La Russie Juive", pág. 55, que os judeus tinham obtido, na Rússia, "o direito de venda de aguardente nos botequins das pequenas cidades e dos campos, onde, para eles, a arte de embrutecer os camponeses pela embriaguês, o abuso e a propaganda das bebidas alcoólicas se tornou a mais produtiva das especulações.""
(**conforme os protocolos: degenerar os povos cristãos ao mesmo tempo que se eleva explorando pelos vícios deles e acumulando riquezas através dessa indústria lucrativa do vício...**)
Na Europa Oriental, havia mesmo uma designação própria para os judeus que se ocupavam da venda de bebidas alcoólicas: eram os felatakim.
Assim, desta vez, os "Protocolos" comprovam uma acção a que os judeus já se vinham entregando e continuam a entregar-se
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