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 Nova Ordem Mundial- Conspiração Silenciosa!

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Mensagens : 273
Data de inscrição : 24/05/2010

MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:45 am

CAPÍTULO VII
Resumo.- Porque é preciso aumentar os armamentos. Fermentações, discórdias e ódios no mundo inteiro. Coação da oposição dos cristãos pelas guerras e pela guerra geral. O segredo é o penhor do êxito na política. A imprensa e a opinião pública. Os canhões americanos, japoneses e chineses.
O AUMENTO dos armamentos e do pessoal da polícia é um complemento imprescindível do plano que estamos expondo. É preciso que não haja mais, em todos os Estados, além de nós, senão massas de proletários, alguns milionários que nos sejam dedicados, policiais e soldados (1).
Em toda a Europa, bem como nos outros continentes, devemos suscitar agitações, discórdias e ódios. O proveito é duplo. Dum lado, manteremos, assim, em respeito todos os países, que saberão que poderemos, à nossa vontade, provocar a desordem ou restabelecer a ordem : todos esses países se habituarão, pois, a nos considerar como um fardo necessário. Do outro, nossas intrigas embrulharão todos os fios que estenderemos nos gabinetes governamentais por meio da política, dos contratos económicos e dos compromissos financeiros. Para atingir nosso fim, precisaremos dar prova de grande astúcia no decurso dos entendimentos e negociações ; mas no que se chama "a linguagem oficial", seguiremos uma tática oposta, parecendo honestos e conciliadores. De tal modo, os povos e os governos cristãos, que acostumamos a olhar somente a face do que lhe apresentamos, mais uma vez nos tomarão com benfeitores e salvadores da humanidade. A qualquer oposição, deveremos estar em condições de fazer declarar guerra pelos vizinhos da nação que ousar criar-nos embaraços (2); e, se esses próprios vizinhos se lembrarem de se aliar contra nós, devemos repelí-los por meio duma guerra geral.
O mais seguro caminho do êxito em política é o segredo de todas as empresas (e intenções); a palavra do diplomata não deve concordar com seus actos.

Devemos obrigar os governos cristãos a obrar de acordo com este plano, que amplamente concebemos e que já está chegando à sua meta . A opinião pública ajudar-nos-á, essa opinião pública que o "grande poder", a imprensa, secretamente já pôs em nossas mãos. Com efeito, com poucas exceções, que não tem importância, a imprensa está toda em nossa dependência. Em uma palavra, para resumir nosso sistema de coação dos governos cristãos da Europa, faremos ver a um nossa força por meio de atentados, isto é, pelo terror; a todos, se todos se revoltarem contra nós, responderemos com os canhões americanos, chineses e japoneses (3).

_______________Notas e Comentários_______________
• (1) Parece não ser preciso comentar a "corrida armamentista" da qual diariamente falam os jornais, nem lembrar que as grandes fábricas de armas e munições, os grandes estaleiros de construções navais e o monopólio do níquel estão nas mãos de judeus... Por que não há meio dos governos decretarem que só o Estado pode fazer engenhos de guerra? Bastaria isto para diminuir os armamentos e as possibilidades de guerra. É bom, porém, notar o aumento visível de forças policiais (especiais) no mundo inteiro: Brigadas de Guardas Móveis na França, Brigadas de Choque na Áustria e na Espanha, Polícias Especiais no Brasil, etc...
(2) Nos casos Ítalo-Etíope e da Renânia, é aparente, claro, o trabalho do judaísmo nesse sentido. Maçons e judeus chegaram a pregar na França a "guerra preventiva contra a Alemanha".
(3) O plano judeu é, depois de armar os não-europeus, insuflar-lhes idéias socialistas ou imperialistas e lançá-los contra a Europa. Em "La crise du monde moderne", págs. 203-204, René Guénon pressentiu o problema: "Hoje existem orientais que mais ou menos estão completamente ocidentalizados (ou melhor, judaizados), que abandonaram sua tradição para adoptar todas as aberrações do mundo moderno e esses elementos desviados, graças ao ensino das universidades européias e americanas, se tornam nas suas pátrias causas de perturbação ou agitação."
Veja o comunismo anarquizando a China, o Turquestão, e a Pérsia, já tomando conta da Mongólia e pretendendo espraiar-se pela Ásia.

CAPÍTULO VIII
Resumo. - Uso equívoco do direito teórico. Os colaboradores do regime franco-maçon. Escolas particulares e de educação superior inteiramente particular. Economistas e milionários. A quem se deve confiar os postos de responsabilidade no governo.
DEVEMOS apropriar-nos de todos os instrumentos de que nossos adversários possam empregar contra nós.
Devemos buscar nas sutilezas e delicadezas da língua jurídica uma justificação para o caso em que tenhamos de pronunciar sentenças que possam parecer muito ousadas e injustas, porque é mister exprimir essas sentenças em termos que tenham a aparência de ser máximas morais muito elevadas, conservando seu caráter legal (1). Nosso regime deve rodear-se de todas as forças da civilização, no meio das quais deverá obrar. Rodear-se-á de publicistas, jurisconsultos experientes, administradores, diplomatas, enfim, homens preparados por uma educação superior especial em escolas especiais. Esses homens conhecerão todos os segredos da existência social, todas as linguagens formadas de letras ou de termos políticos, todos os bastidores da natureza humana, todas as cordas sensíveis que deverão saber tocar. Essas cordas são o feitio do espírito dos cristãos, suas tendências, seus defeitos, seus vícios e suas qualidades, suas particularidades de classe ou condição. Fica bem entendido que esses colaboradores de génio do nosso governo não serão tomados entre os cristãos, habituados a fazer seu trabalho administrativo sem cuidar de sua utilidade. Os administradores cristãos assinam papéis sem ler ; servem por interesse ou por ambição.
Rodearemos nosso governo por uma multidão de economistas. Eis porque as ciências económicas são as mais importantes a serem ensinadas aos judeus. Rodear-nos-emos duma plêiade de banqueiros, industriais, capitalistas, e sobretudo milionários, porque, em suma, tudo será decidido pelas cifras.
Durante certo tempo, até o momento em que não houver mais perigo em confiar os postos de responsabilidade de nossos Estados a nossos irmãos judeus, confia-los-emos a indivíduos cujo passado e cujo caráter sejam tais que haja um abismo entre eles e o povo, a homens tais que, em caso de desobediência as nossas ordens, não lhe reste outra coisa a esperar senão a condenação ou o exílio, a fim de que defendam nossos interesses até o derradeiro alento (2).
_______________Notas e Comentários_______________
(1) O culto do jurista, sobretudo do hermeneuta, na sociedade moderna, é resultado da propaganda judaica. Destina-se à criação desses juristas ocos e pretensiosos que servem, às vezes inconscientemente, a Israel e as sociedades secretas para irem subindo na vida. Os judeus tem de usar o direito teórico contra os cristãos, porque entre eles o nosso direito não tem curso e valia. Os judeus possuem um código de leis secreto que se denomina "Schulam Aruch", isto é, "A mesa servida", tirado do Talmud no século XVI pelo rabino José Auaro. A primeira edição foi feita em veneza, em 1565. A segunda, revista, comentada e corrigida, pelo rabino Moses Isserles, se imprimiu em Cracóvia, em 1573. Os judeus ocultam e negam a existência desse código. Johann Andreas Eisenmenger, no século XVIII, Henrique George Loewe e João di Pauli, no século XIX, fizeram traduções que logo desapareceram de circulação. O Dr. Briman, que, sob o pseudónimo de Justus, publicou no "Der Iudenspiegel" ("O espelho judaico") alguns trechos do "Schulan Aruch", sofreu terríveis perseguições, que terminaram em retumbante processo.
Esse código não reconhece direito algum aos cristãos, nem de propriedade, nem de família; nega-lhes a faculdade de dar testemunho e permite que o judeu o roube e espolie. No "Stocken ha mischpath", 2,1, declara que o Beth-Dine pode condenar à morte, quando julgar isso oportuno, "mesmo se o crime não merecer a pena de morte".
Cf. Icher, "Der Iudenspiegel in dichte der Harhbeit"; Henri Ellenberger, "Manuel d'Histoire", Tomo XVI; V. Dangen, "La loi sécrète juive"; Fara, "Le Schoulan Arouch", in "La libre parole", nº11, novembro de 1934.
(Nota para os dias actuais: note como o judeu distorce os conceitos a seu favor: classificam como propaganda de ódio
toda crítica a seu respeito; usam e abusam de rótulos como "anti-semita", "racista" e "nazista" a qualquer um que se oponha a eles, de maneira covarde e difamatória. Porém agem dessa mesma maneira, ou também não é ódio o que eles promovem quando fazem propaganda anti-européia, especialmente anti-alemã? Toda difamação de um povo, para sempre, também não é ódio? Todos os filmes que fazem contra os alemães não é ódio também? Quando elementos como Daniel Goldhagen expressam "pérolas" como "o mau gene alemão", isso não é propaganda de ódio, calúnia e difamação???julgue você mesmo...)
(2) Eis porque aqueles que não conhecem os bastidores dos governos não podem compreender que só se escolham para os altos cargos indivíduos sem moral e sem dignidade. Os outros não servem a Israel. São afastados.

CAPÍTULO IX
Resumo.- Aplicação dos princípios maçónicos para refazer a educação dos povos. A palavra de ordem franco-maçônica. Importância do anti-judaísmo. As ditadura da franco-maçonaria. O terror. Aqueles que servem à franco-maçonaria. A força "inteligente" e a força cega dos reinos cristãos. Comunhão do poder com o povo. A arbitrariedade liberal. Usurpação da instrução e da educação. Interpretação das leis. Os metropolitanos.
NA APLICAÇÃO de nossos princípios, prestai atenção ao caráter do povo no meio do qual vos encontrardes e obrardes; uma aplicação geral e uniforme desses princípios, antes de refazermos a educação geral do povo, não logrará êxito. Mas aplicando-os prudentemente, vereis que se não passarão dez anos para se transformar o caráter mais obstinado e para que contemos mais um povo em nossa dependência.
Quando nosso reinado chegar, substituiremos nossa palavra de ordem - Liberdade, Igualdade e Fraternidade - não por outra palavra de ordem, porém pelas mesmas palavras transformadas em idéias ; diremos: "direito à liberdade", "dever de igualdade" e "ideal de fraternidade"... Agarremos o touro pelos chifres... De facto, já destruímos todos os governos, excepto o nosso, embora haja ainda muitos governos de direito (1). Nos dias que correm, se alguns Estados levantam protestos contra nós, fazem-no pro-fórmula, e por nossa ordem, porque seu anti-judaísmo nos é necessário para governar nossos irmãos menores. Não vos explicarei isso mais claramente, porque esse assunto já foi tratado em nossos entendimentos.
Na realidade, não há mais obstáculos à nossa frente. Nosso Governo Supremo está em condições extra-legais que é conveniente denominar com um termo forte e enérgico: ditadura. Posso afirmar conscientemente que somos actualmente legisladores; pronunciamos as sentenças da justiça, condenamos à morte e perdoamos; estamos como chefes de nossas tropas montados no cavalo do general comandante. Governaremos com mão firme, porque nos apoderamos dos restos dum partido outrora forte e hoje submetido por nós. Temos nas mãos ambições desmedidas, muita avidez ardente, vinganças sem piedade. ódios e rancores (2).
De nós promana o terror que tudo invade (3). Temos a nosso serviço homens de todas as opiniões, de todas as doutrinas ; restauradores de monarquias, demagogos, socialistas e comunistas (4) e toda a sorte de utopistas ; atrelamos o mundo inteiro ao nosso carro: cada qual mina de seu lado os derradeiros restos do poder, esforçando-se por derrubar tudo o que ainda se mantém de pé. Todos os Estados sofrem com essas perturbações, pedem calma e estão dispostos a tudo sacrificar pela paz; mas nós não lhes daremos a paz, enquanto não reconhecerem nosso Governo Supremo, abertamente e humildemente.
O povo se pôs a gritar que é necessário resolver a questão social por meio dum acordo internacional. A divisão do povo em partidos pôs todos esses partidos à nossa disposição, porque para sustentar sua luta de emulação é preciso dinheiro e nós é que temos todo o dinheiro.
Poderíamos recear a aliança da força inteligente das pessoas reinantes com a força cega do povo, mas tomamos todas as medidas possíveis contra essa eventualidade: entre essas duas forças erguemos a parede do medo recíproco. Deste modo, a força cega do povo é nosso apoio e seremos os únicos a guiá-la; saberemos dirigí-la com segurança para os nossos fins.
A fim de que a mão do cego não possa repelir a nossa direção, devemos estar de tempos em tempos em comunicação direta com ele, senão pessoalmente, pelo menos por meio de nossos mais fiéis irmãos. Quando formos um poder reconhecido, conversaremos nós mesmos com o povo nas praças públicas e o instruiremos sobre as questões políticas, no sentido que julgamos necessário.

Como verificar o que lhe for ensinado nas escolas de aldeia? O que disser o enviado do governo ou a própria pessoa reinante não poderá deixar de ser logo conhecido em todo o Estado, porque será depressa espalhado pela voz do povo. Para não destruir prematuramente instituições dos cristãos, temos tocado nelas com habilidade, tomando em nossas mãos as molas de seu mecanismo. Essas molas estavam dispostas numa ordem severa, mas justa ; substituímo-la pela arbitrariedade desordenada. Tocamos na jurisdição, as eleições, na imprensa, na liberdade individual, e, sobretudo, na instrução e na educação, que são as pedras angulares da existência livre.

Mistificamos, embrutecemos e corrompemos a mocidade cristã por meio duma educação fundada em princípios e teorias que sabemos falsos e que são inspirados por nós. (5)
Por cima das leis existentes, sem mudá-las de modo essencial, porém somente as desfigurando por interpretações contraditórias, obtivemos resultados prodigiosos. Esses resultados manifestaram-se ao princípio em comentários que mascararam as leis e, em seguida, completamente as esconderam dos olhos dos governos incapazes de se orientarem numa legislação embrulhada. (6)
Daí a teoria do tribunal da consciência. Dizeis que se rebelarão de armas em punho contra nós, se, antes de tempo, ou tarde, se aperceberem da manobra, mas nesse caso, nos países ocidentais, lançaremos mão duma manobra tão terrível que as almas mais corajosas tremerão: os metropolitanos já estarão construídos em todas as capitais e fá-los-emos ir pelos ares com todas as organizações e documentos de todos os Estados (7).
__________Notas e Comentários__________
(1) Diz E. Eberlin em seu livro "Les Juifs", pág. 201: "Quanto mais uma revolução é radical, mais liberdade e igualdade resultam para os judeus. Toda nova corrente de progresso consolida a posição dos judeus."
B. Lazare, "L'Antisémitisme", vol II, pág. 17: "... a assimilação legal acabou na França, em 1830, quando Lafitte fez inscrever o culto judeu no orçamento. Era o dasabamento definitivo do Estado Cristão, embora o Estado Leigo ainda não estivesse completamente constituído. Em 1839, o derradeiro vestígio das antigas separações entre judeus e cristãos desapareceu com a abolição do juramento More Judaico. A assimilação moral não foi assim tão completa." Idem, pág. 54: "Os israelitas deveram sua emancipação a um movimento filosófico coincidindo ( é muita concidência! ) com um movimento económico e não a abolição das prevenções seculares que existiam contra eles". Idem, pág 21-22: "Somente em 1848 os israelitas austríacos se tornaram cidadãos . Na mesma época, sua emancipação se fez na Alemanha, na Grécia, na Suécia, na Dinamarca. De novo, os judeus deveram sua independência ao espírito revolucionário, que, mais uma vez, vinha da França.
Ewerbeck, em "Qu'est ce que la Bible?", Paris, 1850, págs. 628-660, traduz estes trechos de Karl Marx num artigo sobre Bruno Bauer: "O judeu trabalha em pról da idéia emancipadora universal... A emancipação judaica, na sua extrema significação, é a emancipação da humanidade dos laços que o judaísmo lhe impôs..."
(2) Cf. Polzer Hodlizt, "Kaiser Karl", Viena, 1929, págs. 302, 385, palavras atribuídas a Anatole France : "A democracia não tem coração nem entranhas. A serviço das forças do Ouro é sem piedade e desumana!"
Está conforme...
CAPÍTULO X
Resumo.- A força das coisas na política. A "genialidade" da baixeza.O que promete o golpe de Estado franco-maçónico.O sufrágio universal. A estima de si mesmo.Os chefes dos franco-maçons.O guia genial da franco-maçonaria. As instituições e suas funções. O veneno do liberalismo. A constituição é a escola das discórdias de partidos. A era republicana.Os presidentes são criaturas da franco-maçonaria. Responsabilidade dos presidentes. O "Panamá". O papel da Câmara dos Deputados e do Presidente.A franco-maçonaria é uma força legislativa.A nova constituição republicana. Passagem para a "autocracia" franco-maçónica. Momento da proclamação do "rei universal". Inoculação de doenças e outros malefícios da franco-maçonaria.
COMEÇO AGORA repetindo o que já disse e peço-vos que vos lembreis que os governos e os povos somente vêem a aparência das cousas.E como poderiam deslindar seu sentido íntimo, se seus representantes pensam, acima de tudo, em se divertirem? Importa muito para nossa política conhecer esse pormenor ; ser-nos-á de grande auxílio, quando passarmos à discussão da divisão do poder, da liberdade de palavra, de imprensa, de consciência, do direito de associação, da igualdade em face da lei, da inviolabilidade da propriedade, da habitação, do imposto, da força retroactiva das leis. Todas essas questões são de tal natureza que nunca se deve tocar nelas directa e claramente diante do povo.No caso em que for necessário abordá-las, é preciso não as enumerar, porém declarar em bloco que os princípios do direito moderno serão reconhecidos por nós. A importância dessa reticência consiste no seguinte: um princípio não especificado deixa-nos a liberdade de excluir isto ou aquilo,sem que dêem pela cousa, enquanto que, enumerando, temos que aceitar o que for enumerado sem reserva.
O povo tem um amor especial e uma grande estima pelos génios políticos e responde a todos os actos de violência com as palavras:"É um canalha, bem canalha, mas que habilidade!...Foi uma esperteza, mas bem feita, e como é insolente!"
Contamos atrair todas as nações para a construção dum novo edifício fundamental, cujo plano traçamos (1). Eis porque precisamos, antes de tudo, fazer provisão de audácia e presença de espírito, qualidades que, na pessoa de nossos atores destruirão todos os obstáculos que se anteponham em nosso caminho. Quando tivermos dado o nosso golpe de Estado, diremos aos povos: "Tudo ia horrivelmente mal, todos sofreram mais do que aquilo que se pode suportar. Destruímos as causas de vossos tormentos, as nacionalidades, as fronteiras, as diversidades de moedas. Sem dúvida, tendes a liberdade de nos jurar obediência, mas podeis faze-lo com justiça antes de experimentardes o que vos damos?"...Então eles nos exaltarão e carregarão em triunfo com um entusiasmo unânime de esperanças. O sufrágio universal que criamos para ser o instrumento de nossa elevação(2) e ao qual habituamos as mais ínfimas unidades de todos os membros da humanidade pelas reuniões de grupos e pelos conchavos, desempenhará pela última vez seu papel para exprimir o unânime desejo de a humanidade em nos conhecer de mais perto antes de nos julgar.
Para isso, precisamos levar toda a gente ao sufrágio universal, sem distinção de classe e de censo eleitoral, a fim de estabelecer o depotismo da maioria que não se pode obter das classes censitárias inteligentes. Tendo, assim, habituado toda a gente a idéia de seu próprio valor, destruiremos a importância da família cristã e seu valor educativo(3), deixaremos que se produzam individualidades que a multidão, guiada por nós, não permitirá que se faça notar, nem mesmo que fale; estará acostumada a ouvir somente a nós, que lhe pagamos sua obediência e atenção. Desta sorte, faremos do povo uma força tão cega que, em toda a parte, só se poderá mover guiada pelos nossos agentes, postos em lugar de seus chefes naturais. Submeter-se-á a esse regime, porque saberá que desses novos chefes dependerão seus ganhos, os dons gratuitos e toda a espécie de bens.
Um plano de governo deve sair pronto duma única cabeça, porque seria incoerente, se diversos espíritos tomassem a si a tarefa de estabelecê-lo. Por isso, devemos conhecer um plano de acção, mas não discutí-lo, a fim de não quebrar seu caráter genial, a ligação entre suas várias partes, a força prática e a significação secreta de cada um de seus ponto. Se o sufrágio universal o discutir e modificar, guardará o vestígio de todas as falsas concepções dos espíritos que não terão penetrado a profundeza e a ligação dos desígnios. É necessário que nossos planos sejam fortes e bem concebidos. Por essa razão, não devemos lançar o trabalho genial de nosso chefe aos pés da multidão, nem mesmo desvendá-lo a um agrupamento restrito.
Esses planos não derrubarão no momento as instituições modernas. Mudarão somente a sua economia, e, por conseguinte, todo o seu desenvolvimento, que, assim, se orientarão de acordo com nossos projectos.
As mesmas cousas mais ou menos existem em todos os países com nomes diferentes: a Representação, os Ministérios, o Senado, o Conselho de Estado, o Corpo Legislativo e o Corpo Executivo. Não preciso explicar-vos o mecanismo das relações entre essas instituições, porque o conheceis bastante; notai somente que cada qual dessas instituições corresponde a alguma função importante do Estado e peço-vos notar ainda que é a função e não a instituição em si que considero importante ; portanto, não são as instituições que são importantes, porém suas funções. As instituições dividiram entre si todas as funções do governo: funções administrativas, legislativa, executiva. Por isso elas trabalham no organismo do Estado como os órgãos no corpo humano. Se prejudicarmos uma parte da máquina do Estado, o Estado ficará doente, como o corpo humano, e morrerá (4).
Quando introduzimos no organismo do Estado o veneno do liberalismo, toda a sua constituição política foi mudada: os Estados caíram doentes com uma doença mortal: a decomposição do sangue; não resta mais do que esperar o fim de sua agonia.
Do liberalismo nasceram os governos constitucionais, que substituíram, para os cristãos, a autocracia salutar, e a constituição, como bem o sabeis, não é mais do que uma escola de discórdias, de desinteligência, de discussões, de dissentimentos, de agitações estéreis dos partidos; em uma palavra, é a escola de tudo o que faz com que um Estado perca sua individualidade e sua personalidade.A tribuna, assim como a imprensa, condenou os governos à inação e a fraqueza; tornou-os pouco necessários, inúteis; é isso que explica que sejam derrubados. A era republicana se tornou, então, possível, quando substituímos o governante por uma caricatura de governo, por um presidente tomado na multidão, no meio de nossas criaturas, de nossos escravos.Aí está o fundo da mina que cavamos sob o povo dos cristãos, ou melhor, sob os povos cristãos.
Em um futuro próximo, criaremos a responsabilidade dos presidentes.
Então, faremos passar sem grande esforço coisas, cuja responsabilidade caberá a nossa criatura. Que nos importa que as fileiras daqueles que aspiram ao poder se tornem mais raras, que produzam, por falta de presidentes capazes, embaraços que desorganizaem completamente o país?(5)
Para chegar a esse resultado, maquinaremos a eleição de presidentes que tenham em seu passado uma tara oculta, algum "panamá". O receio de revelações, o desejo próprio a cada homem que chega ao poder de conservar seus privilégios, vantagens e honras ligadas à sua condição, farão com que sejam fiéis executores de nossas ordens. A câmara dos deputados cobrirá, defenderá, elegerá presidentes, porém nós lhe retiraremos o direito de propor leis, de modificá-las; esse direito será atribuído ao presidente responsável, que se tornará mero joguete em nossas mãos.
O poder do governo se tornará, sem dúvida, o alvo de todos os ataques. Nós lhe daremos para sua defesa o direito de apelo à decisão do povo, sem ser pelo intermédio de seus representantes, isto é, recorrendo ao nosso servidor cego, a maioria. Daremos, além disso, ao presidente o direito de declarar guerra. Fundamentaremos este último direito, dizendo que o presidente, como chefe das forças armadas do país, deve ter ao seu dispor, para defender a nova constituição republicana, todas elas, pois será o representante responsável dessa constituição.
Nessas condições, o chefe do santuário estará em nossas mãos e ninguém, exceto nós, dirigirá mais a força legislativa.
Demais, retiraremos à câmara, introduzindo na nova constituição republicanam o direito de interpelação sob o pretexto de salvaguardar o segredo político. Restringiremos pela nova constituição o número dos representantes ao mínimo, o que terá por efeito diminuir tanto as paixões políticas quanto a paixão pela política. Se contra toda expectativa, elas despertarem mesmo nesse pequeno número de representantes, reduzi-lo-emos a nada, apelando para a maioria do povo...
Do presidente dependerá a nomeação dos presidentes e vice-presidentes da Câmara e do Senado. Em lugar das sessões parlamentares constantes, limitaremos a reunião dos Parlamentos a alguns meses.Além disso, o presidente, como chefe do poder executivo, terá o direito de convocar ou dissolver o parlamento, e no caso de dissolução, de adiar a nova convocação. Mas, para que as consequências de todos esses actos, na realidade ilegais, não recaiam sobre a responsabilidade do presidente, estabelecida por nós, o que prejudicaria nossos planos, sugerimos aos ministros e aos outros funcionários que rodeiem o presidente a idéia de passar por cima de suas disposições com as medidas que eles próprios tomem; deste modo, ficarão responsáveis em seu lugar... Aconselhamos confiar esse papel sobretudo ao Senado, ao Conselho de Estado, ao Conselho de Ministros, de preferência a um indivíduo só. (6)
O presidente interpretará, dócil ao nosso desejo, as leis existentes, que possam ser interpretadas diferentemente; anula-las-á, quando lhe apontarmos essa necessidade; terá o direito de propor leis provisórias e até nova reforma da constituição, com o pretexto do supremo bem do Estado.
Essas medidas nos darão o meio de destruir pouco a pouco, passo a passo, tudo o que , a princípio, quando de nossa tomada do poder, formos forçados a introduzir nas constituições dos Estados(7); passaremos daí, imperceptivelmente, à supressão de toda a constituição, quando chegar a hora de reunir todos os governos sob a nossa autocracia.
O reconhecimento de nossa autocracia pode ocorrer antes da supressão da constituição, se os povos fatigados pelas desordens e pela frivolidade de seus governantes exclamarem: "Expulsai-os e dai-nos um rei universal para que nos possa reunir e destruir as causas de nossas discórdias : as fronteiras das nações e religiões, os cálculos dos Estados; um rei que nos dê a paz e o repouso que não podemos (e pudemos) obter com nossos governantes e representantes!"
Vós mesmo sabeis muito bem que, para tornar possíveis tais desejos, é preciso perturbar constantemente, em todos os países, as relações entre o povo e o governo, a fim de cansar todos pela desunião, pela inimizade, pelo ódio, mesmo pelo martírio, pela fome, pela inoculação de doenças(Cool, pela miséria, a fim de que os cristãos não vejam outra salvação senão recorrer à nossa plena e definitiva sabedoria (9)
Se dermos aos povos tempo para respirar, talvez jamais se apresente a ocasião favorável.
CAPÍTULO XI
Resumo.- O programa da nova constituição.
Alguns pormenores sobre o golpe de Estado proposto. Os cristãos são carneiros.
A franco-maçonaria secreta e suas lojas de "fachada"
O CONSELHO de Estado será preposto a sublinhar o poder do governo; sob a aparência dum corpo legislativo, será, na realidade, uma comissão de redação das leis e decretos do governante.
Eis aqui o programa da nova constituição que elaboramos. Criaremos a lei, o direito e o tribunal: 1) sob a forma de propostas ao corpo legislativo; 2) por decretos do presidente sob a forma de ordens gerais, por actos do Senado e decisões do Conselho de Estado, sob a forma de ordens ministeriais; 3) no caso em que seja oportuno, sob a forma de golpe de Estado.Agora que, aproximadamente, estabelecemos esse modus agendi, ocupemo-nos das medidas que nos servirão para rematar a transformação do Estado no sentido que já expusemos. Refiro-me à liberdade de imprensa, ao direito de associação, à liberdade de consciência, ao princípio electivo e a muitas outras coisas que deverão desaparecer do repertório ou serem radicalmente mudadas, quando for proclamada a nova constituição. Somente nesse momento ser-nos-á possível publicar ao mesmo tempo todas as nossas ordens. Em seguida, toda mudança sensível será perigosa e eis porque: se essa mudança se operar num sentido de rigorosa severidade, pode desencadear o desespero provocado pelo receio de novas modificações do mesmo teor; se pelo contrário, se operar no sentido de complacências ulteriores, dir-se-á que reconhecemos nossos erros e isto empanará a auréola de infalibilidade do novo poder ou dirão que tivemos medo e fomos obrigados a concessões que ninguém nos agradecerá, porque as julgarão devidas... Num e noutro caso, ficaria prejudicado o prestígio da nova constituição. Queremos que, no próprio dia de sua proclamação, quando os povos estiverem mergulhados no terror e na perplexidade, queremos que nesse momento, reconheçam que somos tão fortes, tão invulneráveis, tão poderosos que não fazemos o menor caso deles; que, não somente não daremos atenção às suas opiniões e aos seus desejos, mas estaremos prontos e preparados, com indiscutível autoridade, para reprimir qualquer expressão, qualquer manifestação desses desejos e opiniões; que nos apoderamos de uma só vez de tudo o que precisávamos e que, em caso algum, partilharemos com eles nosso poder(1)... Então, fecharão os olhos e esperarão os acontecimentos.
Os cristãos são um rebanho de carneiros e nós somos os lobos! E bem sabeis o que acontece aos carneiros quando os lobos penetram no redil!
Fecharão ainda os olhos sobre tudo o mais, porque nós lhes prometeremos restituir todas as liberdades confiscadas, quando se aquietarem os inimigos da paz e os partidos forem reduzidos à impotência.
É inútil dizer que esperarão muito tempo esse recuo ao passado...
Para que teríamos inventado e inspirado aos cristãos toda essa política, sem lhes dar os meios de penetrá-la, para que, senão para alcançar secretamente por não poder, como raça dispersa, alcançar diretamente? (2) Isso serviu de base à nossa organização da franco-maçonaria secreta(3), que ninguém conhece e cujos desígnios não são sequer suspeitados pelos tolos cristãos, atraídos por nós ao exército visível das lojas, a fim de desviar os olhares de seus próprios irmãos.
Deus nos deu, a nós, seu povo eleito, a dispersão(4) e, nessa fraqueza de nossa raça se encontra a força que nos trouxe hoje ao limiar do domínio universal.
Resta-nos pouca coisa a edificar sobre esses alicerces.

_______________Notas e comentários_______________
(1) Foi o que praticaram na Rússia: apoderaram-se de tudo e fizeram o que quiseram sem dar satisfações a ninguém. Segundo documenta Pemjean, no "La Maffia Judeo-Maçonnique", págs. 227-231, a revolução bolchevista foi comanditada pelo judeu-norte-americano Jacob Schriff, chefe da firma bancária Kuhn, Loeb & Co., de Nova York, associado aos banqueiros judeus Felix Warburg e Otto Kahn. Foi esse mesmo grupo de negocistas quem levou a presidência da República seu testa de ferro Hoover, com o fito de estabelecer a moratória do Plano Young, com o que, através da Alemanha humilhada, o judaísmo encheu o papo. Cf. Valéry-Radot, "Les temps de la colère", pág. 51. Os judeus Mortimer Schriff, irmão do banqueiro Jacob, Jeronimo H Hanauer, Guggenheim, Max Braitung e Warburg Stockolm, da gazeta novayorquina "Foward" ("Avante"), tomaram parte na organização e financiamento da revolução bolchevista russa por intermédio do judeu Bronstein que tomou o nome de Trostky.Tudo isso foi revelado em abril de 1917 pelo judeu Paulo Warbug, despeitado por ter sido posto fora do Federal Reserve Board. Ele fora amigo íntimo dos grandes propagandistas do judaísmo: o rabino Magnés e Jacob Millikow. Gozara da intimidade de Jacob Schriff. Tudo isso está comprovado por um documento autêntico dos Estados Maiores Francês e Russo, de 1916, publicado por Léon de Poncins em "Les forces secrètes de la Révolution", págs. 168-170.
(2) Essa política vem de muito longe, desde que os próprios cristãos, obedecendo a sugestões, intrigas e idéias maquiavélicas, quebraram a unidade do seu pensamento e de sua fé. "Foi o espírito judaico que triunfou com o protestantismo", afirma o judeu Bernard Lazare, "L'Antisémitisme", vol I, pág. 225. "O espírito judaico que penetrou a reforma trabalhou pelos judeus", diz o imparcialíssimo Georges Batault, "Le problème juif", pág. 188, nota. "O puritanismo é o judaísmo", diz Werner Sombart, "Die Juden und das Wirtschaftsleben", cap. XI, pág. 252, Cf. VII, 255.
(3) A loja maçónica dos B'nai-Brith, só de judeus, por exemplo.
(4) Nessa dispersão, o judeu, para se conservar puro e unido, criou o ghetto, que os ignorantes atribuem as perseguições dos cristãos. O imparcialíssimo Batault, op.cit. , pág.99, afirma:"se os judeus foram encerrados em bairros especiais, é porque foram os primeiros a desejar isso, o que seus costumes e convicções exigiam". O judeu B. Lazare, op. cit. , pág 206, confirma: " Os ghettos que, muitas vezes, os judeus aceitavam, e mesmo procuravam, no seu desejo de se separarem do mundo, de viverem à parte, sem se misturar com as nações, a fim de guardarem a integridade de suas crenças e de sua raça. Tanto assim que, em muitos países, os éditos que ordenavam aos judeus de se confinarem em bairros especiais somente consagravam um estado de coisas já existente."
Basta ver no Rio de Janeiro como os judeus se adensam do Campo de Sant'Ana ao Mangue, em São Paulo, da Luz ao Bom Retiro, transformando aqueles trechos das cidades em bairros especiais judaicos.
A esses bairros especiais nossos antepassados portugueses chamavam judiaria, mouraria e bandél; os alemães de iudengassen; os italianos giudecca. A palavra ghetto provém do hebraico ghet, que quer dizer divórcio, separação.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:46 am

CAPÍTULO XII
Resumo.- Interpretação maçónica da palavra "liberdade".
Futuro da imprensa no reino dos franco-maçons.
O controle da imprensa.As agências de correspondentes.
Que é o progresso para os franco-maçons? A solidariedade dos franco-maçons na imprensa moderna.
Excitação das exigências "sociais" provinciais. Infalibilidade do novo regime.
DEFINIREMOS da seguinte maneira a palavra "liberdade", que pode ser interpretada de vários modos:
A liberdade é o direito de fazer o que a lei permite(1). Tal interpretação da palavra liberdade nos tempos que vão vir fará com que toda liberdade esteja nas nossas mãos, porque as leis destruirão ou criarão o que nos for agradável, segundo o programa que já expusemos.

Com a imprensa, agiremos do seguinte modo. Que papel desempenha agora a imprensa? Serve para acender as paixões ou conservar o egoísmo dos partidos. Ela é vã, injusta e mentirosa e a maioria das pessoas não compreende absolutamente para que serve(2). Nós lhe poremos sela e fortes rédeas, fazendo o mesmo com todas as obras impressas, porque de que serviria nos desembaraçarmos da imprensa, se servíssemos de alvo à brochura e ao livro? Transformaremos a publicidade, que hoje nos custa caro, porque nos permite censurar os jornais, em uma fonte de renda para nosso Estado. Criaremos um imposto especial sobre a imprensa. Exigiremos uma caução, quando se fundarem os jornais ou oficinas de impressão. Assim, nosso governo ficará garantido contra qualquer ataque da imprensa. Oportunamente, aplicaremos multas sem piedade. Selos, cauções e multas darão enorme renda ao Estado.
É verdade que os jornais de partido poderiam ficar acima dos prejuízos em dinheiro; mas os suprimiremos logo ao segundo ataque. Nninguém tocará impunemente a auréola de nossa infalibilidade governamental. Pretextaremos, para suprimir um jornal, que ele agita os espíritos sem motivo e sem razão. Peço-vos notar que, entre os jornais que nos atacarem, haverá órgãos criados por nós, os quais atacarão somente os pontos, cuja modificação nós desejarmos(3).

Nada será comunicado à sociedade sem nosso controle. Esse resultado já foi alcançado em nossos dias, porque todas as notícias são recebidas por diversas agências, que as centralizam de toda a parte do mundo(4). Essas agências estarão, então, inteiramente em nossas mãos e só publicarão o que consentirmos.
Se no momento actual, já soubemos apoderar-nos dos espíritos das sociedades cristãs de tal modo que todos olham os acontecimentos mundiais através dos vidros de cor dos óculos que lhes pusemos nos olhos, se já, em nenhum Estado, não há mais fechaduras que nos impeçam o acesso de que os cristãos tolamente denominam segredos de Estado, o que será quando formos os donos reconhecidos do universo sob o domínio de nosso rei universal...?

Quem quer que deseje ser editor, bibliotecário ou impressor, será obrigado a obter um diploma, o qual, no caso de seu possuidor se tornar culpado dum malefício qualquer, será imediatamente confiscado.Com tais medidas, o instrumento do pensamento se tornará um meio de educação nas mãos de nosso governo, o qual não permitirá mais as massas populares divagarem sobre os benefícios do progresso (5). Quem é que, entre nós, não sabe que esses benefícios ilusórios levam diretamente a sonhos absurdos? Desses sonhos se originaram as relações anárquicas dos homens entre si e com o poder, porque o progresso, ou melhor, a idéia do progresso foi que deu a idéia de todas as emancipações, sem fixar os seus limites...(6). Todos aqueles que chamamos liberais são anarquistas, senão de facto, pelo menos de pensamento. Cada qual deles busca as ilusões da liberdade e cai na anarquia, protestando pelo simples prazer de protestar...

Voltemos à imprensa. Nós a gravaremos, como tudo quanto se imprima, com impostos em selo a tanto por folha ou página, e com garantias; os volumes de menos de 30 páginas serão tributados com o dobro. Registrá-los-emos na categoria das brochuras, primeiro para reduzir o número de revistas, que são o pior dos venenos, segundo porque essa medida obrigará os escritores a produzirem obras muito longas, que serão pouco lidas, sobretudo por causa de seu custo. Pelo contrário, o que nós editarmos para muitos espíritos, na tendência que tivermos estabelecido, será barato e lido por toda a gente. O imposto matará o vão desejo de escrever e o temor da punição porá os literatos na nossa dependência.

Se houver quem deseje escrever contra nós, não haverá ninguém que imprima. Antes de aceitar uma obra para imprimir, o editor ou impressor consultará as autoridades a fim de obter a necessária autorização. Deste modo, conheceremos de antemão as emboscadas que nos armem e as destruiremos, dando explicações com antecedência sobre o assunto tratado.
A literatura e o jornalismo são as duas forças educativas mais importantes; por isso, nosso governo será proprietário da maioria dos jornais. Assim, a influência perniciosa da imprensa particular será neutralizada e adquiriremos enorme influência sobre os espíritos. Se autorizarmos dez jornais, fundaremos logo trinta, e assim por diante.
O público nem desconfiará disso. Todos os jornais editados por nós terão, aparentemente, tendências e opiniões as mais opostas, o que despertará a confiança neles, e atrairá a eles nossos adversários confiantes, que cairão na armadilha e se tornarão inofensivos. (7)

Os órgãos de caráter oficial virão em primeiro plano.Velarão sempre pelos nossos interesses e por isso sua influência será quase nula.
No segundo plano, virão os oficiosos, cujo papel será atrair os indiferentes e amorfos.
No terceiro plano, poremos a pretensa oposição. Um órgão pelo menos deve ser sempre o antípoda de nossas idéias(Cool.
Nossos adversários tomarão esse falso opositor como seu aliado e nos mostrarão seu jogo.

Nossos jornais serão de todas as tendências: uns aristocráticos; outros, republicanos, revolucionários, ou mesmo anarquistas, enquanto existir a constituição, bem entendido.
Terão, como o deus hindú Vichnú, cem mãos, cada uma das quais acelerará a mudança da sociedade(9); essas mãos conduzirão a opinião no sentido conveniente aos nossos fins, porque um homem muito agitado perde a faculdade de raciocinar e facilmente se abandona à sugestão. Os imbecis que pensarem que repetem a opinião de seu partido repetirão a nossa opinião ou a que nos convier. Imaginarão que seguem o órgão de seu partido e seguirão, na realidade, a bandeira que arvorarmos por ele.
Para dirigir nesse rumo nosso exército de jornalistas, deveremos organizar essa obra com cuidado muito especial.Sob o nome de escritório central de imprensa, organizaremos reuniões literárias, nas quais nossos agentes dirão, sem que ninguém desconfie, a palavra de ordem e os sinais. Discutindo e contradizendo nossa iniciativa de modo superficial, sem penetrar no âmago das questões, nossos órgãos entreterão vaga polémica com os jornais oficiais, a fim de nos dar os meios de nos pronunciarmos mais claramente do que o poderíamos fazer nas nossas primeiras declarações oficiais.
Esses ataques desempenharão ainda o papel de fazer com que nossos súditos se julguem garantidos de falar livremente; isso dará, demais, a nossos agentes motivo para dizerem e afirmarem que os órgãos que se declaram contra nós nada mais fazem do que falar a toa, pois que não podem achar verdadeiras razões para refutar seriamente nossas medidas.

Tais processos, despercebidos da opinião pública, porém seguros, certamente atrairão para nós a atenção e a confiança pública.Graças a eles, excitaremos e acalmaremos, conforme for preciso, os espíritos, nas questões políticas, persuadindo-os ou desanimando-os, imprimindo ora a verdade, ora a mentira, confirmando os factos, ou contestando, segundo a impressão que fizerem no público, apalpando sempre prudentemente o terreno antes de dar um passo...Venceremos infalivelmente nossos adversários, porque eles não terão à sua disposição órgãos em que se possam pronunciar até o fim, devido as medidas a que já aludimos. Não teremos necessidade de refutá-los profundamente...
Refutaremos enérgicamente em nossos órgãos oficiosos os balões de ensaio lançados por nós na terceira categoria de nossa imprensa, em caso de necessidade.
Já agora, nas formas do jornalismo francês, pelo menos existe uma solidariedade franco-maçónica. Todos os órgãos da imprensa estão ligados entre si pelo segredo profissional; semelhantes aos antigos augures, nenhum de seus membros revelará o segredo de suas informações, se não receber ordem para isso. Nenhum jornalista ousará trair esse segredo, porque nenhum deles será admitido na órbita da literatura, se não tiver uma mancha em seu passado; essa mancha seria imediatamente revelada. Enquanto tais manchas forem conhecidas somente por alguns, a auréola do jornalista atrairá a opinião da maioria do país e ele será seguido com entusiasmo. (10).
Nossos cálculos se estendem sobretudo para a província. É necessário que nela excitemos esperanças e aspirações opostas às da capital que faremos passar como espontâneas. é claro que a fonte será sempre a mesma: elas partirão de nós. Enquanto não desfrutarmos o poder de modo completo, teremos a necessidade de envolver as capitais pelas opiniões dos povos da província, isto é, pelas opiniões da maioria manobrada por nossos agentes. É necessário que as capitais, no momento psicológico, não discutam o facto consumado, por isso é que já foi aceito pela opinião provincial.
Quando entrarmos no novo regime que preparará nosso reinado, não poderemos tolerar a revelação da desonestidade pública pela imprensa; será necessário que se creia que o novo regime satisfez tão bem toda a gente que os próprios crimes desapareceram... Os casos de manifestação da criminalidade não deverão ser conhecidos de suas vítimas e de suas testemunhas acidentais (11).
_______________Notas e comentários_______________

(2) Para mostrar como o judeu manobra a imprensa, corrompe-a e por meio dela estabelece a confusão, basta o seguinte exemplo: no dia 14 de abril de 1936, o "Diário da Noite", do Rio de Janeiro estampou um editorial, "Os judeus no Brasil", elogiando a acção dos israelitas através de nossa história e condenando qualquer campanha racista; no dia 16 do mesmo mês e ano, o "Diário de São Paulo", publicou um artigo de redacção "Campanha Injustificável", abundando em idênticas considerações afirmando que os judeus são uma força do progresso nacional e chamando de "abastardamento espiritual" qualquer campanha contra eles; anteriormente, num artigo contra o judeu Oscar Flues, o jornalista Oswaldo Chateaubriand, escrevia as seguintes palavras: "...agradecerá de havermos feito com esse porco o serviço que a Alemanha racista põe em prática em relação a tipos dessa ordem, quando sanea a nação das podridões inevitáveis"...
Ora, o "Diário da Noite" e o "Diário de São Paulo" pertencem ao mesmo consórcio jornalístico denominado "Diários Associados", de propriedade do sr. Assis Chateaubriand, e o sr. Oswaldo Chateaubriand é irmão do sr. Assis e diretor do "Diário de São Paulo"... Decifre-se o enigma!
(3) Em outro ponto deste capítulo dos "protocolos", este pensamento é ainda mais explícito, como veremos.
(4) "La Libre Parole", de Paris, tem denunciado documentadamente que as agências internacionais como a Havas, a United Press, etc... estão na mão dos judeus.
(5) Esse desideratum já foi conseguido na Rússia, onde só o Estado é editor de livros, revistas, folhetos e jornais.
(6) É o chamado espírito revolucionário. O judeu encarna-o. Cf. Gougenot des Mosseaux, "Le juif, le judaisme et la judaisation des peuples chrétiens", pág. 25, : "O judeu é o preparador, o maquinador, o engenheiro-chefe das revoluções".
B. Lazare, "L'Antisémitisme", vol II, pág. 182 : "A acusação dos anti-semitas parece fundada: o judeu tem o espírito revolucionário ; consciente ou não, é um agente de revolução."
Ed. Laveleye, op. cit., pág.13, introdução: "Foi da judéia que saiu o fermento da revolução que agita o mundo".
Kadmi-Cohen, "Nômades", pág.6 : "É (o conceito semita) quem as provoca (convulsões e revoluções), as dirige, as alimenta, e as detém... Dia virá em que o modo de pensar instituído pelo conceito semita triunfará..." Idem, pág. 58: " O entusiasmo passional negativo dos judeus os mantém durante dois mil anos em estado de franca rebelião contra o mundo inteiro." Idem, pág. 61: "Nem o árabe, nem o hebreu possuem uma palavra para exprimir a idéia de disciplina. A ausência da palavra no vocabulário prova a ausência da noção no espírito.".
Eberlin, "Les juifs", pág. 143: "os judeus não puderam manter seu Estado entre os Estados da Antiguidade e, fatalmente, se tornaram os fermentos revolucionários do universo".
G. Batault, "Le problème juif", pág. 129: "o judaísmo é, efectivamente, a encarnação do Espírito de Revolta, o fermento de destruição e dissolução das sociedades e das nações" idem, pág. 200: " Dum ponto de vista elevado, pode-se, com justiça, falar da judaização das sociedades contemporâneas e da cultura moderna. Estamos dominados por princípios ético-económicos saídos do judaísmo, e o espírito de revolta que agita o mundo o inclinará ainda a se enterrar mais nesse sentido. "
Cf. ainda Baruch Hagani, escritor judeu e sionista, "Le sionisme politique", Paris, 1917, págs. 27-28.
Gregos e Troianos, todos estão de acordo quanto ao espírito revolucionário judaico. Os "Protocolos" também, pois, são a quinta essência do pensamento judaico, como vamos provando.
(7) Ver a nota 2, com atenção.
(Cool Tomai, pois, muita cautela com certos jornais que se fingem anti-judaicos. Cuidado com o anti-judaísmo do Sr. Geraldo Rocha, antigo servidor de Israel!
(9) V. o que diz Ford no "O Judeu Internacional" : "por trás de espetaculares aparências, se oculta um Proteu"... Tudo isso e o que se segue sobre a imprensa merece ser meditado e comparado com a realidade. Então se verificarão coincidências e factos que se não tinham percebido. Continuando a observar, verifica-se que tudo obedece a um sistema de articulação secreto...
(10) Cautela com os antigos sócios ou assalariados de judeus, que, dizendo-se outrora ignorantes e pecadores e agora esclarecidos e arrependidos, fazem campanha superficial e de efeito contra Israel... Quem andou de grilheta sempre arrasta a perna... Lembrai-vos dos inúmeros braços do Vichnú dos "Protocolos" e das inúmeras formas do Proteu de Henry Ford.
L. Durand chama ao judaísmo o Polvo Gigante... Cuidado com os jornais como "A Nota", cujo dono já foi braço direito dos judeus!...
(11) O contrário justamente do que a imprensa faz hoje, desmoralizando com o escândalo e a sociedade e os homens públicos.
CAPÍTULO XIII
Resumo. - A necessidade do pão quotidiano.
As questões políticas. As questões industriais. As diversões.
As casas do povo. A verdade é uma só. Os grandes problemas.
A NECESSIDADE do pão quotidiano impõe silêncio aos cristãos, e fez deles nossos humildes servidores. Os agentes tomados entre eles para a nossa imprensa discutirão por nossa ordem o que nos convier fazer imprimir diretamente em documentos oficiais, e nós mesmos, durante esse tempo, aproveitando o rumor provocado por essas discussões, tomaremos as medidas que nos parecerem úteis e as apresentaremos ao público como facto consumado. Ninguém terá a audácia de reclamar a anulação do que tiver sido decidido, tanto mais quanto será apresentado como um progresso.A imprensa, aliás, chamará logo a atenção para novas questões. Temos, como sabeis, homens acostumados a procurar sempre novidades. Alguns imbecis, acreditando-se instrumentos de sorte, se lançarão sobre essas novas questões, sem compreender que nada entendem do que querem discutir(1). As questões da política não são acessíveis a ninguém, excepto àqueles que as criaram, há muitos séculos, e que as dirigem.
Por tudo isso, vereis que, procurando a opinião da multidão, não fazemos mais do que facilitar a realização de nossos desígnios, e podeis notar que parecemos buscar a aprovação de nossos actos, mas de nossas palavras pronunciadas nesta ou naquela ocasião. Proclamamos constantemente que, em todas as nossas medidas, tomamos por guia a esperança unida à certeza de ser úteis ao bem de todos.
Para afastar os homens muito inquietos das questões políticas, poremos antes das pretensas questões novas questões industriais. Que gastem sua fúria nesse assunto.As massas consentirão em ficar inactivas, a repousar de sua pretensa actividade política, (a que nós mesmos as habituamos, a fim de lutar por seu intermédio contra os governos dos cristãos), com a condição de ter novas ocupações; nós lhe inculcaremos mais ou menos a mesma direcção política. A fim de que nada consigam pela reflexão, nós as desviaremos pelos jogos, pelas diversões, pelas paixões, pelas casas do povo...Em breve, proporemos pela imprensa concursos de arte, de desporto, de toda a espécie: esses interesses alongarão definitivamente os espíritos das questões em que teríamos de lutar com eles (2). Desabituando-se os homens cada vez mais de pensar por si, acabarão por falar unânimemente de nossas idéias, porque seremos os únicos que proporemos novos rumos ao pensamento...por intermédio de pessoas que se não suspeite sejam solidárias conosco (3).
O papel dos utopistas liberais estará definitivamente encerrado, quando nosso regime for reconhecido. Até lá, nos prestarão grande serviço. Por isso, impeliremos os espíritos a inventar toda a espécie de teorias fantásticas, modernas e pretensamente progressistas; porque teremos virado a cabeça a esses cristãos imbecis, com pleno êxito, por meio dessa palavra progresso, não havendo uma só mentalidade entre eles que veja que, sob, essa palavra, se esconde um erro em todos os casos em que não se tratar de invenções materiais, porque a verdade é uma só e não poderia progredir. O progresso, como idéia falsa, serve para obscurecer a verdade, a fim de que ninguém a conheça, salvo nós, os eleitos de Deus e sua guarda.
Quando vier o nosso reinado, nossos oradores raciocinarão sobre os grandes problemas que emocionaram a humanidade, para lavá-la afinal ao nosso regime salutar. Quem duvidará, então, que todos esses problemas foram inventados por nós de acordo com um plano político que ninguém adivinhou durante séculos?
_______________Notas e comentários_______________
(1) "Fujam das novidades", já aconselhava há muitos séculos um grande papa, S. Diniz, ao patriarca de Alexandria.
(2) Vede, como o panorama dos concursos de beleza, das competições desportivas, dos raides, dos recordes de velocidade, de tudo quanto nesse sector apregoa retumbantemente a imprensa, afasta a maioria do povo dos assuntos sérios, da meditação sobre seus próprios interesses que são os interesses da pátria.
(3) O Sr. Geraldo Rocha, que hoje combate os judeus, foi quem introduziu no Brasil os concursos de Rainha de Beleza, pela "A Noite", de parceria com o judeu de Waleffe...
Vede como os concursos, hoje, em plena voga, concursos de toda a espécie, foram anunciados com décadas de antecedência. É notável! E ainda há coragem para negar a autenticidade dos "Protocolos"!
(3) Algumas mesmo fingem atacar o judaísmo.
CAPÍTULO XIV
Resumo.- A religião do futuro. A servidão futura.
Impossibilidade de conhecer os mistérios da religião do porvir.
A pornografia e o futuro da palavra impressa.
QUANDO vier nosso reino, não reconheceremos a existência de nenhuma outra religião(1) a não ser a de nosso Deus Único, com a qual nosso destino está ligado, porque somos o Povo Eleito, pelo qual esse mesmo destino está unido aos destinos do mundo.Por isso, devemos destruir todas as crenças. Se isso faz nascer os ateus contemporâneos, esse grau transitório não prejudicará nossa finalidade, mas servirá de exemplo às gerações que ouvirão nossas prédicas sobre a religião de Moisés, cujo sistema estóico e bem concebido terá produzido a conquista de todos os povos. Feremos ver nisso sua verdade mística, em que, diremos, repousa toda a sua força educativa.Então publicaremos em todas as ocasiões artigos em que compararemos nosso regime salutar com os do passado. As vantagens do repouso obtido após séculos de agitação porão em relevo o carácter benéfico de nosso domínio. Os erros das administrações dos cristãos serão descritos por nós com as cores mais vivas. Excitaremos tal repugnância por eles que os povos preferirão a tranquilidade da servidão aos direitos da famosa liberdade que tanto tempo os atormentou, que lhes tirou os meios de vida, que os fez serem explorados por uma tropilha de aventureiros, os quais nem sabiam o que estavam fazendo...As inúteis mudanças de governo a que impelimos os cristãos, quando minávamos seus edifícios governamentais, terão de tal jeito fatigado os povos que preferirão tudo suportar de nós ao risco de novas agitações. Sublinharemos muito particularmente os erros históricos dos governos cristãos, que por falta dum bem verdadeiro, atenazaram durante séculos a humanidade, na busca de ilusórios bens sociais, sem dar fé que seus projectos somente faziam agravar, ao invés de melhor, as relações gerais da vida humana.
Nossos filósofos discutirão todos os defeitos das crenças cristãs, mas ninguém poderá discutir jamais nossa religião, de seu verdadeiro ponto de vista, por que ninguém a conhecerá a fundo, salvo os nossos, os quais nunca ousarão trair seus segredos...
Nos países que se denominam avançados, criamos uma literatura louca, suja, abominável. Estimulá-la-emos ainda algum tempo após nossa chegada ao poder, a fim de bem fazer ressaltar o contraste de nossos discursos e programas com essas torpezas...
Nossos Sábios, educados para dirigir os cristãos, comporão discursos, projectos, memórias, artigos, que nos darão influência sobre os espíritos e nos permitirão dirigí-los para as idéias e conhecimentos que quisermos impor-lhes.
_______________Notas e comentários_______________
(1) É o que já se dá na Rússia. Num discurso célebre de Stálin, genro do judeu Kaganovitch, dono do antigo Império do Czar, o actual Czar Vermelho, disse: "Em 1º de maio de 1937, não deverá haver nenhuma igreja mais em toda Rússia. A idéia de Deus deverá ser desprezada como um resto da Idade-Média, como um instrumento que serviu de opressão ao proletariado."
(2) Está veladamente assinalado aqui, sob os véus enganadores da religião de Moisés, o mamonismo, o culto do Anticristo, que começa na Rússia com as romarias ao túmulo de Lenine, junto ao qual, segundo documentos citados por Salluste, em "Les origenes sécrètes du bolchevisme", já se fizeram até sacrifícios sangrentos (** veja a respeito em Jewish Ritual Murder**). Valéry-Radot em "Les temps de la colère", descobre na religião que o judaísmo quer impor ao mundo "certa sedução tenebrosa, mais poderosa e mais oculta..."
A surata 20 do capítulo LXIII do Corão declara, referindo-se aos judeus: "Satan apoderou-se deles. Eles formam o partido de Satan". Não são o único povo deicida?... Dá o que pensar!...

CAPÍTULO XV
Resumo. Golpe de Estado mundial em um dia. As condenações à morte.
A futura sorte dos franco-maçons cristãos. O caráter místico do poder.
Multiplicação das lojas maçônicas. A administração central dos Sábios.
A questão Azef. A franco-maçonaria é o guia de todas as sociedades secretas.
A importância do êxito público.O coletivismo. As vítimas. As condenações à morte
de franco-maçons. Queda do prestigio das leis e da autoridade.
A pre-eleição. Brevidade e clareza das leis do reino futuro.Obediência à autordade.
Medidas contra o abuso de poder.Crueldade das punições.
limite de idade para os juízes. O liberalismo deo juízes e do poder.
O dinheiro mundial.O absolutismo da franco-maçonaria.Direito de cassação.
O "aspecto" patriarcal do futuro "governo". O direito do mais forte como direito único.
O rei de Israel é o patriarca do mundo
Quando , afinal, começarmos a reinar com o auxílio de golpes de estado preparados em toda parte para o mesmo dia, depois da confissão dae nulidade de todos os governos existentes (ainda passará muito tempo antes disso, talvez um século), providenciaremos para que não haja conspiratas contra nós. Para esse efeito, condenaremos à morte todos os que receberem nosso advento de armas em punho. Toda nova criação de qualquer sociedade secreta será punida com a morte. Aquelas que ora existem, que conhecemos , que nos serviram e que ainda nos servem, serão abolidas e somente permitidas nos continentes afastados da Europa. Assim, trataremos os franco-maçons cristãos que saibam demasiado; os que pouparmos por qualquer razão viverão no perpétuo temor do exílio para essas regiões(1).
Publicaremos uma lei, segundo a qual os antigos membros das sociedades secretas deverão deixar a Europa, centro de nosso governo.(2)
As decisões de nosso governo serão definitivas e sem apelo.
Nas sociedades cristãs em que semeamos tão profundas raízes de dissenção, e protestantismo (no sentido de protesto) , só se pode restabelecer a ordem por meio de medidas cruéis, que demonstrem a inflexibilidade do poder: é inútil prestar atenção às vitimas que caiam em holocausto ao bem futuro. O dever de todo governo que reconhece que existe não é somente gozar seus privilégios, mas exercer seus deveres e alcançar o bem, embora à custa dos maiores sacrifícios.Para um governo ser inabalável, é preciso reforçar a auréola de sua força, o que só se obtém mediante a majestosa inflexibilidade do poder, que deve possuir os sinais duma inviolabilidade mística, da escolha feita por Deus. Assim era até seus últimos tempos a autocracia russa- nosso único inimigo sério no mundo inteiro, com o papado.(3). Lembrai-vos o exemplo da Itália, ensopada de sangue, não ousando tocar em um cabelo de Sila, que derramara esse sangue : Sila estava divinizado pelo seu poder aos olhos do povo, martirizado por ele, e sua volta audaciosa à Itália o tornava inviolável... O povo não toca naquele que o hipnotiza pela sua coragem e fortaleza de alma(4).
Mas, esperando nosso advento, criaremos e multiplicaremos , pelo contrário, as lojas maçónicas em todos os países do mundo, atraindo para elas todos os que são ou possam ser agentes proeminentes. Essas lojas formarão nosso principal aparelho de informações e o meio mais influente de nossa actividade. Centralizaremos todas essas lojas em uma administração que somente nós conheceremos, composta pelos nossas Sábios. As lojas terão seu representante, atrás do qual estará escondida a administração de que falamos, e será esse representante quem dará a palavra de ordem e o programa. Formaremos nessas lojas o núcleo de todos os elementos revolucionários e liberais.Elas serão compostas por homens de todas as camadas sociais. Os mais secretos projectos políticos ser-nos-ão concedidos e cairão sob a nossa direcção no próprio momento em que apareçam. No número dos membros dessas lojas se incluirão quase todos os agentes da polícia nacional e internacional, como na questão Azef, porque seu serviço é insubstituível, para nós, visto como a polícia, pode não só tomar medidas contra os recalcitrantes, como cobrir nossos actos, criar pretextos de descontentamentos, etc... Aqueles que entram para as sociedades secretas são ordinariamente ambiciosos, aventureiros, e em geral, homens na maioria levianos, com os quais não teremos grande dificuldade em nos entendermos para realizar nossos projectos. (5).
Se se verificarem desordens, isto significará que tivemos necessidade de perturbações, para destruir uma solidariedade demasiado grande. Se houver um conspirata no seu seio, o chefe da mesma somente poderá ser um de nossos mais fiéis serivdores.É natural que sejamos nós e ninguém mais quem conduza os negócios da franco-maçonaria, porque nós sabemos aonde vamos, conhecemos a finalidade de toda a acção, enquanto que os cristãos nada sabem, nem mesmo o resultado imediato; geralmente se contentam com um êxito momentâneo de amor próprio na execução de seu plano, sem mesmo dar fé que esse plano não provém de sua iniciativa, mas que lhes foi por nós sugerido.
Os cristãos entram nas lojas por curiosidade ou com a esperança de comer uma fatia do bolo público com nosso auxílio, alguns até para ter a possibilidade de exprimir diante duma assistência seus sonhos irrealizáveis e sem base: têm a sede da emoção, do êxito e dos aplausos, que nós dispensamos sempre sem avareza.Nós lhes damos esse êxito para aproveitar o contentamento próprio que dele resulta e graças ao qual os homens aceitam nossas sugestões sem se dar conta disso, plenamente persuadidos que exprimem em sua infalibilidade suas idéias e que são incapazes de se apropriarem das dos outros...Não podeis imaginar como se podem levar os cristãos mais inteligentes a uma ingenuidade inconsciente, com a condição de torná-los contentes com eles mesmos, e , ao mesmo tempo, como é fácil desencorajá-los com o menos revés, embora somente fazendo cessar os aplausos, o que os obriga a uma obediência servil, a fim de obter novo triunfo...(6).
Tanto os nossos desdenham esses triunfos, contanto que realizem nossos projectos, quanto os cristãos estão prestes a sacrificar seus projectos, contanto que consigam o êxito. Essa psicologia facilita considerávelmente a tarefa de dirigí-los. Esses tigres na aparência tem almas de carneiro e suas cabeças são inteiramente vazias. Demos-lhes, como isca, o sonho da absorção da individualidade humana na unidade simbólica do colectivismo.Ainda não desconfiaram nem desconfiarão tão cedo que essa isca é uma evidente violação da mais importante das leis da natureza, que fez, desde o primeiro dia da Criação, cada ser diferente dos outros, precisamente porque afirma sua individualidade (7).
O facto de os termos podido conduzir a essa loucura e cegueira prova com a maior clareza como seu espírito é pouco desenvolvido em relação ao nosso? Essa circunstância é a maior garantia de nosso êxito. Como nossos antigos sábios foram clarividentes, dizendo que, para atingir um fim, não se devem olhar os meios e contar o número de vítimas sacrificadas! Não temos contado as vítimas dos brutos cristãos e, embora tenhamos sacrificado muitos dos nossos, demos na terra ao nosso povo um poder com que ele nunca ousara sonhar. As vítimas relativamente pouco numerosas dos nossos o têm preservado de sua perda.
A morte é o fim inevitável de todos. Vale mais acelerar o fim daqueles que põem obstáculo à nossa obra do que o nosso, pois que criamos essa obra. Daremos a morte aos franco-maçons de maneira que ninguém, salvo seus irmãos, possa desconfiar, nem mesmo as próprias vítimas de nossas condenações; morrerão todos, quando se tornar necessário, como se fosse de doença natural...(8)Sabendo disso, a própria confraria não ousará protestar.Essas medidas extirparão do seio da franco-maçonaria todo germe de protesto. Pregando aos cristãos o liberalismo, mantemos nosso povo e nossos agentes numa obediência completa.
Graças à nossa influência, a execução das leis dos cristãos está reduzida ao mínimo. O prestígio das leis foi minado pelas interpretações liberais que nelas introduzimos.Nas causas e questões de política e princípio, os tribunais decidem, como lhes prescrevemos, vendo as coisas pela face que lhes apresentamos.Servimos-nos para isso do intermédio de pessoas com as quais ninguém pensa que tenhamos nada de comum, da opinião dos jornais e de outros meios ainda. Os próprios senadores e a administração superior aceitam cegamente nossos conselhos. O espírito puramente animal dos cristãos não é capaz de análise e de observação, ainda menos de prever aonde podem levar certos modos de apresentar uma questão.(9).
É nessa diferença de aptidão , para pensar, entre nós e os cristãos que se pode ver claramente o sinal de nossa eleição e a marca de nossa humanidade.O espírito dos cristãos é instintivo, animal. Eles vêem , mas não prevêem e não inventam, salvo as coisas materiais. Vê-se por aí com a maior clareza que a própria natureza nos destinou para dirigir e governar o mundo.
Quando chegar o tempo de governarmos abertamente e de mostrarmos os benefícios de nosso governo, refaremos todas as legislações: nossas leis serão breves, claras, inabaláveis, sem comentários, tanto que todos as poderão conhecer bem. O traço predominante dessas leis será a obediência às autoridades levada a um grau grandioso.Então, todos os abusos desaparecerão em virtude da autoridade superior do representante de todos até o último perante a autoridade superior do representante do poder. Os abusos o poder dos funcionários inferiores serão punidos tão severamente que cada um deles perderá a vontade de tentar a experiência. Seguiremos com um olhar inflexível cada acto da administração de que dependa a marcha da máquina governamental, porque a licença na administração produz a licença universal: todo caso de ilegalidade ou abuso será punido de maneira exemplar. O roubo, a cumplicidade solidária entre funcionários administrativos desaparecerão após os primeiros exemplos dum castigo rigoroso(10).A auréola de nosso poder exige punições eficazes, isto é, cruéis, a menor infração das leis, porque qualquer infração atinge o prestígio superior da autoridade. O condenado severamente punido será como um soldado que tombou no campo de batalha administrativo pela Autoridade, os Princípios e a Lei, que não admitem que o interesse particular domine a função pública, mesmo por parte daqueles que dirigem o carro da sociedade. Nossos juízes saberão que, querendo gabar-se da tola misericórdia, violam a lei da justiça, instituída para edificar os homens, castigando os crimes, e não para que juízes mostrem a sua generosidade.É permitido dar provas dessas qualidades na vida privada, mas não na vida pública, que é como que a base de educação da vida humana.
Nosso pessoal judiciário não poderá servir depois de cinquenta e cinco anos, em primeiro lugar, porque os velhos são mais arraigados às suas opiniões preconcebidas e menos aptos a obedecer às novas ordenações, em segundo porque isso nos permitirá mais facilmente renovar esse mesmo pessoal, o qual , assim, nos ficará mais submetido: quem quiser conservar seu posto terá de obedecer cegamente, a fim de merecer esse favor.Em geral, nossos juízes serão escolhidos por nós somente entre os que saibam bem que seu papel é punir e aplicar as leis, não fazer liberalismo em detrimento do Estado, como actualmente os cristãos praticam.As mudanças servirão ainda para destruir a solidariedade colectiva da classe, ligando todos aos interesses do governo, do qual dependerá sua sorte.A nova geração de juízes será educada de tal modo que considerará inadmissíveis abusos que possam atingir a ordem estabelecida nas relações de nossos súditos entre si.
Nos dias que correm, os juízes cristãos, não tendo uma idéia justa de sua tarefa, são indulgentes para todos os crimes, porque os actuais governantes, nomeando os juízes para seus ofícios, não tomam o cuidado de lhes inspirar o sentimento do dever e a consciência da obra que deles se exige. Do mesmo modo como um animal manda seus filhotes em busca de uma persa, os cristãos dão aos seus súditos lugares de boa renda, sem cuidar de lhes explicar a finalidade desse emprego. Por isso, seus governos se destróem por suas próprias forças, pelos actos de sua própria administração.
Tiremos pois, dos resultados desses actos mais uma lição para o nosso regime. Expulsaremos o liberalismo de todos os postos importantes de nossa administração, dos quais dependerá a educação dos subordinados em vista de nossa ordem social. Somente serão admitidos a esses postos aqueles que forem por nós educados para o governo administrativo.Podem observar-nos que a compulsória dos velhos funcionários custará caro ao tesouro.Responderemos de entrada que se procurará para eles um emprego particular que substitua o público; depois, que, estando todo o dinheiro do mundo concentrado em nossas mãos, nosso governo não pode recear despesas excessivas.
Nosso absolutismo será em tudo coerente.Por isso, nossa vontade será respeitada e obedecida sem constestação todas as vezes que dermos ordens. Ela não se peocupará com nenhum murmúrio, com nenhum descontentamento, castigando de maneira exemplar toda e qualquer revolta.
Aboliremos o direito de cassação, do qual seremos os únicos a dispor como governantes, porque não devemos deixar nascer no povo a idéia de ser possível uma decisão injusta pronunciada pelos juízes nomeados por nós.Se uma coisa semelhante acontecer, nós mesmos casaremos a sentença, porém punindo tão exemplarmente o juiz por não ter compreendido seu dever e seu papel que isso jamais se repertirá. Repito mais uma vez que conheceremos cada passo de nossa administração, vigiando bem para que o povo fique contente conosco, porque ele tem o direito de exigir dum bom governo bons funcionários.
Nosso governo assumirá o aspecto duma tutela patriarcal, manifestando-se de modo paternal. Nosso povo e nossos súditos verão nele um pai que cuida de todas as necessidades, de todos os actos, de todas as relações recíprocas dos súditos entre si, assim como de suas relações com o governo.Então, perpetrar-se-ão de tal modo desse espírito que lhes será impossível passar sem essa tutela e essa direcção, se quiserem viver em paz, tranquilos; reconhecerão a autocracia de nosso governo com uma veneração vizinha da adoração, sobretudo quando se convencerem que nossos funcionários não substituem nosso poder pelo seu e somente executam ordens cegamente. Ficarão satisfeitos conosco por termo regulado sua vida como fazem os pais prudentes que querem criar os filhos no sentimento do dever e da obediência. Porque os povos, em relação aos segredos de nossa política, são crianças, são eternamente menores, assim como seus governos...
Como vedes, fundo o nosso despotismo sobre o direito e o dever: o direito de exigir o cumprimento do dever é o primeiro dever dum governo que seja o pai de seus governados. Ele tem o direito do mais forte e deve usá-lo para dirigir a humanidade para a ordem estabelecida pela natureza, isto é, para a obediência. Tudo obedece no mundo, senão aos homens, pelo menos às circunstâncias ou à sua própria natureza e, em todo caso, ao mais forte. Sejamos, portanto, o mais forte para o bem(11).
Deveremos saber, sem hesitar, sacrificar alguns indivíduos isolados, violadores da ordem estabelecida, porque há uma grande força educativa no castigo exemplar do mal.
Se o rei de Israle puser sobre a sua cabeça sagrada a coroa que a Europa lhe oferecerá, tornar-se-á o partiarca do mundo. As vítimas necessárias, feitas por ele, em obediência à utilidade, jamais atingirão o número das vítimas oferecidas durante séculos à loucura das grandezas pela rivalidade dos governos cristãos.
Nosso rei estará em constante comunhão com o povo; dirigir-lhe-á discursos de tribuna, que logo a fama espalhará pelo mundo inteiro.
_______________Notas e comentários_______________
(1) Os cristãos deviam seguir estas regras de conduta para se defenderem. Mas se o tentarem, a imprensa judaizada clamará contra as crueldades e a tirania.
(2) É o que esperam os maçons cúmplices e servos dos judeus. Cf. Henry Robert Petit, "Le drame maçonnique", Paris, 1936.
(3) Por isso, tudo foi feito para derrubar o Czar e tudo será feito para derrubar o Papa... Mas as Portas do Inferno não prevalecerão contra a Igreja de Cristo, está escrito!...
(4) Lenine foi um desses hipnotizadores. Leia-se em Henry Robert Petit, op. cit., o capítulo sobre o hipnotismo maçónico. É de estarrecer!
(5) Grande número de maçons faz parte da Maçonaria ingenuamente, julgando tratar-se de uma associação de estudos ocultos ou de caridade. São verdadeiros títeres nas mãos dos iniciados, como estes o são na mão dos judeus ocultos no fundo indevassável do segredo. Basta, para convencer-se disso, ler: "Der Tempel der Freimaurer" ("O templo dos maçons"), do dr. K. Lerich : Eckert, "La Franco-Maçonnerie dans sa veritable signification", trad. Gyr, Liège, 1854 ; P. Deschamps, "Les sociétés sécrètes", Paris, 1883 ; Crétineau Joly, "L'Eglise avant la Revolution"; Clavel, "Histoire pittoresque de la Franco-Maçonnerie", Paris, 1843 ; Kauffmann & Cherpin, "Histoire philosophique de la Franc-Maçonnerie", Lion, 1856; Schnab, "Os judeus e a maçonaria", Sumário dos arquivos israelitas para o ano de 5650 (1889-1890). Saint-André, "Franc-maçons et juifs", Paris, 1880; Copin-Albancelli, "La Franc-Maçonnerie, instrument de la juiverie"; Ab. Chabaudy, "Les juifs nos maitres", Paris, 1883; Schwartz. "Bostunitsch - Indischer Imperialismus" e as obras de Léon de Poncins.
Cf. "Varieté Israelite", 1865 : " O espírito da maçonaria é o espírito do judaísmo nas suas crenças mais fundamentais". Isaac White, "The israelite", 1886: "A maçonaria é uma instituição judaica". Findel, maçon e judeu, "Die Iuden als Freimaurer" ("O judeu na maçonaria") : " O judaísmo se apresenta como o poder dominante a quem a maçonaria deve submeter-se". Bernard Lazare, "L'Antisémitisme", vol II, pág. 196: "houve judeus no próprio berço da franco-maçonaria, judeus cabalistas, como prova a conservação de certos ritos. Provavelmente, durante os anos que precederam a revolução francesa os judeus entraram em grande número nos conselhos dessa sociedade e eles próprios fundaram sociedades secretas.""
Como queríamos demonstrar.
(6) Que os maçons leiam isso, os maçons ainda não de todo corrompidos, que meditem na condenação da maçonaria, com excomunhão maior, por dez Papas, a qual não seria imposta pela Santa Sé levianamente, e abjurem a seita que deles faz, contra suas pátrias, instrumentos cegos do judaísmo sem pátria!
A maçonaria é condenada pelo Evangelho em dois lugares: São João, III, 20 e 21 : "Quem pratica o mal odeia a luz, com medo de que suas obras sejam observadas. Mas aquele que segue a verdade vem à luz, de modo que suas obras sejam manifestadas, porque elas são feitas em Deus" ; Idem, XVIII, 20: "Falei publicamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga e no templo perante todos os judeus e nada disse em segredo."O padre d'Abelly, no seu "Traité des Herésies", de 1641, à pág. 48, diz que "a obrigação do segredo" sempre foi a marca distintiva dos heréticos. Clemente XII condenou a maçonaria pela encíclica "In Eminenti" de 28 de Abril de 1738; Bento XIV, pela "Providas", de 18 de Maio de 1751; Pio VII, pela "Eclesiam", de 13 Setembro de 1821. Leão XII, pela Constituição Apostólica "Quo Graviora", de 13 de Março de 1829; Pio VIII, pela encíclica "Traditti", de 14 de Maio de 1829; Pio IX, pela Alocução Consistorial de 25 de Setembro de 1865; Leão XIII, pela encíclica "Humanum Genus", de 20 de abril de 1884; Pio X, quando cardeal Sarto, dirigindo-se à mocidade italiana em 1896.
"A seita infame" a serviço do judaísmo está anatematizada pela Igreja e a nenhum católico é lícito penetrar pelos umbrais das lojas excomungadas.
(7) Seria conveniente verificar no artigo de A. de Senger "L'Architeture en Péril", publicado pela "La Libre Parole", no folheto "L'Esprit Noveau", em 1934, como o comunismo judaico arrasa tudo e tudo nivela. A casa que abrigava a família passa a ser "a máquina de morar".Todas as tradições de arte são banidas, menos a dos negros e a dos sovietes, isto é, as bárbaras...
(Cool A Agua Toffana com que a maçonaria matava outrora ficou célebre. Lendo-se "Les morts mystérieuses", de Albert Monniot fica-se edificado. A documentação desse autor é irrespondível. A maior parte dos homens públicos que morrem subitamente foi tirada do caminho por aqueles a quem estava atrapalhando...
(9) É possível negar esta evidência, cada vez maior?
(10) Têm-se visto os exemplos desse castigo na Rússia bolchevizada e em mãos dos judeus.
(11) As forças morais são tão importantes que mesmo os que as negam e só admitem a força, como o autor ou autores dos "Protocolos", as invocam, fingindo que se baseiam no bem geral, a fim de justificar seus planos monstruosos!... A palavra de Roma já nos preveniu contra o engodo, como vimos anteriormente.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:50 am

CAPÍTULO XVI
Resumo.- As universidades tornadas inofensivas.
O classicismo substituído. A educação e a profissão. Propaganda da autoridade
do "Governo" nas escolas.Abolição do ensino livre. As novas teorias.
A independência do pensamento. O ensino pela imagem.
A FIM de destruir todas as forças colectivas, excepto as nossas, suprimiremos as universidades, primeira etapa do colectivismo, e fundaremos outras com um novo espírito. Seus reitores e professores serão preparados secretamente para a sua tarefa por meio de programas de acção secretos e minunciosos, dos quais se não poderão afastar uma linha. Serão nomeados com uma prudência muito especial e serão inteiramente dependentes do governo (1).
Excluímos do ensino o direito cívico, assim como tudo o que concerne às questões políticas. Essas matérias serão ensinadas a algumas dezenas de pessoas, escolhidas por suas faculdades eminentes. As universidades não devem deixar sair de seus muros fedelhos que formem projectos de constituição, como se compusessem comédias ou tragédias, e que se ocupem de questões políticas que seus próprios pais nunca entendeream. O mau conhecimento que a maioria dos homens tem das questões políticas faz deles utopistas e maus cidadãos; podeis verificar o que a educação geral fez dos cristãos. Foi preciso que introduzíssemos em sua educação todos os princípios que tão brilhantemente enfraqueceram sua ordem social. Mas quando estivermos no poder, afastaremos da educação todas as matérias de ensino que possam causar perturbação e faremos da mocidade crianças obedientes às autoridades, amando quem os governa, como um apoio e uma esperança de tranquilidade e de paz.
Substituiremos o classicismo, assim como todo o estudo da história antiga, que apresenta mais maus exemplos do que bons, pelo estudo do programa do futuro.Riscaremos da memória dos homens todos os factos dos séculos passados que não forem agradáveis, somente conservando dentre eles os que pintem os erros dos governos cristãos(2). A vida prática, a ordem social natural, as relações dos homens entre si, a obrigação de evitar os maus exemplos egoístas, que espalham a semente do mal e outras questões semelhantes de caráter pedagógico ficarão no primeiro plano do programa de ensino, diferente para cada profissão e que não generalizará o ensino sob pretexto algum. Esse modo de encarar a questão tem uma importância especial.
Cada classe social deve ser educada conforme o destino e a tarefa que lhes são próprias(3). Os génios acidentais sempre souberam e sempre saberão infiltrar-se nas outras classes; porém deixar penetrar em classes estranhas gente sem valor, permitindo-lhe tomar os lugares que pertencem a essas classes pelo nascimento e pela profissão, por causa desses casos excepcionais, é rematada loucura. Sabeis bem como tudo isto acabou para os cristãos, que consentiram em tão berrante monstruosidade.
Para que o governo tenha o lugar que lhe compete nos corações e nos espíritos de seus súditos, é necessário, enquanto durar, ensinar na todo o povo, as escolas e na praça pública, qual qual a sua importância, quais os seus deveres e como sua actividade produz o bem do povo.
Aboliremos todo ensino livre(4). Os estudantes terão o direito de se reunirem a seus pais, como em clubes, nos estabelecimentos escolares: durante essas reuniões, nos dias de festa, os professores farão conferências, na aparência livres, sobre as relações dos homens entre si, sobre as leis da imitação, sobre as desgraças provocadas pela concorrência ilimitada, enfim sobrer a filosofia das novas teorias, ainda ignoradas pelo mundo.Faremos dessas teorias um dogma e dele nos serviremos para conduzir os homens à nossa fé. Quando eu tiver terminado a exposição de nosso programa de acção no presente e no futuro, dir-vos-ei quais as bases dessas teorias.
Em uma palavra, sabendo pela experiência de muitos séculos que os homens vivem e se dirigem pelas idéias, que essas idéias somente são inculcadas aos homens pela educação, ministrada com êxito igual em todas as idades por processos diferentes, bem entendido, absorveremos e adoptaremos, em nosso proveito, os derradeiros clarões da independência de pensamento, que de há muito já dirigimos para as matérias e idéias de que carecemos.O sistema de repressão do pensamento já está em vigor no método denominado ensino pela imagem, que deve transformar os cristãos em animais dóceis, que não pensam e esperam a representação das coisas e imagens, a fim de compreendê-las...(5). Na França, um de nossos melhores agentes, Burgeois, já proclamou o novo programa de educação pela imagem.(6).

_______________Notas e comentários_______________
(1) Vimos no Brasil, como exemplo, a Universidade do Distrito Federal, fundada para fins dissolventes e judaicos. Seus mentores e professores foram preparados judaicamente no estrangeiro, a fim de imporem à mocidade carioca a orientação que lhes traçaram seus mestres. O fenómeno se tem repetido por toda a parte. Em S. Paulo, o judeu Roberto Simonsen, magnata dos grandes negócios de café, inaugura e orienta a Escola Livre de Sociologia e Política, onde vai instilando o sutil e perfumado veneno de suas teorias. V. "Diário de S. Paulo", 15 de abril de 1936.
(2) A história com esse sentido mentiroso, falso e caluniador já vem sendo de longa data feita pelo judeu, que quer apagar a memória da experiência e dos feitos dos povos cristãos. Seu ideal é transformá-los em gado, e gado não tem história... "Substituiremos o classicismo", dizem os "Protocolos". Por que? Responde claramente o judeu Pierre Paraf, em "Israel", 1931, pág. 162: "O classicismo marca evidente regresso à tradição católica".
(3) Criação de compartimentos estanques e limitação da inteligência pela particularização.
(4) O contrário do que pregam hoje. Ainda acima se citou uma escola livre do judeu Simonsen...É o cúmulo!...
(5) Todo o sistema de educação é hoje conduzido no sentido prescrito nos "Protocolos". Os olhos, os ouvidos e as mãos aprendem maquinalmente, anulando-se pouco a pouco o trabalho do cérebro. O judeu Benjamin Cremieux ataca e critica isso no seu livro "Inquiétude et reconstruction". Há judeus com alguma consciência.
(6) Nas traduções alemã (pág. 121), americana (pág. 56), polonesa e russa de 1920, aparece o nome de Bourgeois. Na Inglesa (pág. 63), está Bouscy. A verdadeira leitura, segundo os comentários do Monsenhor Jouin, é mesmo Bourgeois. "Os Protocolos", na verdade, referem-se a Léon Bourgeois, Presidente do Senado Francês e da Liga das nações, Ministro da Instrução Pública no Gabinete Brisson, em 1898, grande propagador de iniciativas pedagógicas e do ensino leigo.
Sua acção pública combina com as finalidades dos "Protocolos".

CAPÍTULO XVII
Resumo. - O foro. A influência dos padres cristãos. A liberdade de consciência.
O rei dos judeus, patriarca e papa. Meios de luta contra a Igreja actual.
Problemas da imprensa contemporânea. Organização da polícia.
A polícia voluntária.A espionagem pelo modelo da sociedade judaica. Os abusos do poder.
O FORO cria homens frios, cruéis, cabeçudos, sem princípios, que em todos os momentos, se colocam num terreno impessoal, puramente legal.Estão habituados a tudo empregar no interesse da defesa de seus clientes e não para o bem da sociedade.Geralmente , não recusam causa alguma, procurando obter absolvições a todo o preço, recorrendo às sutilezas da jurisprudência: assim, desmoralizam os tribunais. Permitindo essa profissão dentro de limites estritos, faremos de seus membros, para evitar aquele mal, funcionários executivos. Os advogados serão privados, assim como os juízes, do direito de comunicar com os demandistas; receberão as causas no tribunal, analisá-las-ão conforme os pareceres e os documentos dos autos, defenderão os clientes depois de seu interrogatório pelo tribunal, uma vez esclarecidos os factos, e receberão honorários independentemente da qualidade do processo. Deste modo, teremos uma defesa honesta e imparcial, guiada não pelo interesse, mas pela convicção. Isto suprimirá, entre outras coisas, a actual corrupção dos assessores, que não consentirão mais em dar ganho de causa somente a quem paga.
Já tomamos as providências para desacreditar a classe dos padres cristãos, desorganizando, assim, sua missão, que, actualmente, poderia atrapalhar-nos bastante. Sua influência sobre os povos mingua dia a dia. Por toda a parte foi proclamada a liberdade de consciência.Por conseguinte, somente um número de anos nos separa ainda da completa ruína da religião cristã; acabaremos mais facilmente ainda com as outras religiões, porém ainda é muito cedo para falar disso.Poremos o clericalismo e os clericais num âmbito tão estreito que sua influência será nula em comparação à que outrora tiveram.
Quando chegar o momento de destruir definitivamente a corte papal, o dedo de uma mão invisível apontá-la-á aos povos. Mas, quando os povos se lançarem sobre ela, nós apareceremos como seus defensores, a fim de não permitir o derramamento de sangue. Com essa manobra, penetraremos no seio da praça e dela só sairemos quando a tivermos completamente arruinado (1).
O rei dos judeus será o verdadeiro papa do universo, o patriarca da Igreja Internacional.
Mas, enquanto não tivermos educado a mocidade nas novas crenças de transição, depois na nossa,não tocaremos abertamente nas Igrejas existentes, sim lutaremos contra elas pela crítica, excitando as dissensões.
Em geral, nossa imprensa contemporânea desvendará os negócios do Estado, as religiões, a incapacidade dos cristãos e tudo isso em os termos mais desaforados, a fim de desmoralizar de todas as maneiras , como só a nossa raça genial sabe fazê-lo.(2)
Nosso regime será a apologia do reinado de Vichnú, que é seu símbolo, segurando cada uma de nossas cem mãos uma manivela da máquina social. Veremos tudo sem auxílio da polícia oficial, que, como nós a preparamos para os cristãos, impede hoje os governos de ver. No nosso programa, um terço dos súditos vigiará os outros por sentimento de dever, para servir voluntariamente ao Estado(3). Então, não será vergonhoso ser delator e espião; pelo contrário, será louvável; mas as delações infundadas serão cruelmente punidas, a fim de que não se abuse desse direito.
Nossos agentes serão escolhidos na alta sociedade, como também nas classes baixas, no seio da classe administrativa que se diverte, entre os editores, impressores, livreiros, caixeiros, operários, cocheiros e lacaios, etc...
Essa polícia, desprovida de direitos, não autorizada a agir por si, por conseguinte sem poderes, somente fará testemunhar e denunciar(4); a verificação de seus informes e as prisões mesmo serão executadas pelo corpo dos gendarmes e pela polícia municipal. Aquele que não tiver apresentado seu relatório sobre o que viu e ouviu em matéria de questões políticas será considerado culpado de fraude e cumplicidade, como se estivesse provado que houvesse cometido esses dois crimes.
Assim como hoje nossos irmãos são obrigados, sob sua própria responsabilidade, a denunciar à sua comunidade nossos renegados ou as pessoas que empreendam qualquer coisa contrária à nossa comunidade: assim, no nosso reino universal, será obrigatório para todos os nossos súditos servir, desta forma, o Estado.
Tal organização destruirá os abusos da força, da corrupção, tudo o que nossos conselhos e nossas teorias dos direitos sobrehumanos introduziram nos hábitos dos cristãos... Mas, como teríamos obtido de outro modo o crescimento das causas de desordem na sua administração? Por que outros meios?... Um dos mais importantes desses meios são os agentes encarregados de restabelecer a ordem. A estes será deixada a possibilidade de fazer ver e desenvolver seus maus instintos, inclinações e caprichos, abusando de seu poder, aceitando, enfim, gorjetas.
CAPÍTULO XVIII
Resumo.- Medidas de segurança. Vigilância dos conspiradores.
Uma guarda aparente é a ruína do poder. A guarda do rei dos judeus.
O prestígio místico do poder. Prisão à primeira suspeita.
QUANDO nos for necessário reforçar as medidas de protecção policial, que arruínam tão rapidamente o prestígio do poder, simularemos desordens, manifestações de descontentamento expressas por bons oradores. Juntar-se-ão a eles pessoas que alimentem os mesmos sentimentos.Isto nos servirá de pretexto para autorizar buscas e vigilâncias, cujos agentes serão os servidores que tivermos no seio da polícia dos cristãos.
Como a maioria dos conspiradores trabalha por amor à arte, por amor do palavrório, não os incomodaremos antes que obrem de qualquer maneira; contentar-nos-emos em introduzir no seu meio elementos de vigilância...É preciso não esquecer que o prestígio do poder decresce, se somente descobre conspirações contra ele próprio: isto implica a confissão de sua impotência ou, o que é pior, da injustiça de sua própria causa(1).
Sabeis que destruímos o prestígio das pessoas reinantes dos cristãos pelos frequentes atentados organizados por nossos agentes, carneiros cegos de nosso rebanho(2); é fácil, por meio de algumas frases liberais, impelir ao crime, desde que tenha uma cor política. Forçaremos os governantes a reconhecer sua impotência por medidas de segurança claras que tomarão e, assim, arruinaremos o prestígio do poder.
Ao contrário, nosso governo será guardado por uma guarda quase imperceptível, porque não admitiremos, nem por pensamento, que possa existir contra ele uma fracção contra a qual não esteja em estado de lutar e seja obrigado a se esconder(3).
Se admitíssemos esse pensamento, como o faziam e ainda fazem os cristãos, assinaríamos uma sentença de morte; senão a do soberano mesmo, pelo menos o de sua dinastia em futuro próximo,
Segundo as aparências severamente observadas, nosso governo só usará de seu poder para o bem, nunca para suas vantagens pessoais ou dinásticas. Por isso, observando esse decoro, seu poder será respeitado e salvaguardado por seus próprios súditos. Adorá-lo-ão com a idéia de que cada cidadão dele depende, porque dele dependerá a ordem social...
Guardar o rei abertamente é reconhecer a fraqueza da organização governamental.
Nosso rei, quando estiver no meio de seu povo, estará sempre rodeado por uma multidão de homens e mulheres que serão tomados como curiosos e ocuparão os lugares mais próximos a ele(4), como por acaso, os quais conterão as fileiras dos outros, fazendo respeitar a ordem.Isso será um exemplo de moderação. Se houver no povo um solicitador que procure apresentar uma súplica, abrindo passagem através dos grupos, as primeiras fileiras devem aceitar essa súplica e entregá-la ao rei aos olhos do suplicante, a fim de que todos saibam que o que se apresenta chega ao seu destino e que há, por conseguinte, um controle do próprio rei. A auréola do poder exige que o povo possa dizer:" Se o rei soubesse" ou " Se o rei souber" (5).
Com a instituição da guarda oficial desaparece o prestígio místico do poder; todo homem dotado de certa audácia julga-se dono desse poder, o faccioso conhece sua força e espreita a ocasião de cometer um atentado contra esse poder. Pregamos outra coisa aos cristãos e vimos aonde tem conduzido as medidas abertas de segurança!
Prenderemos os criminosos à primeira suspeita mais ou menos fundada: o receio de cometer um erro não pode ser uma razão para permitir a escápula aos indivíduos suspeitos de delito ou crime político, para os quais seremos verdadeiramente sem piedade. Se se pode ainda, forçando um pouco ao sentido das coisas, admitir o exame dos motivos nos crimes comuns, não há desculpa para as pessoas que se ocupem com questões que ninguém, salvo o governo, pode compreender.
Mesmo todos os governos não são capazes de compreender a verdadeira política.

CAPÍTULO XIX
Resumo.- O direito de apresentar súplicas e projectos
.
As fracções. Os crimes políticos julgados nos tribunais. A propaganda dos crimes políticos.
SE NÃO admitimos que cada um se ocupe de política directamente, estimularemos, em compensação, todo relatório e toda petição que solicite do governo medidas a bem do povo: isso nos permitirá ver os erros e fantasias de nossos súditos, aos quais responderemos pela execução do projecto em questão ou por uma recusa sensata, que demonstrará a pouca inteligência de seu autor.
As fracções não passam dum cachorrinho latindo contra um elefante. Para um governo bem organizado, não do ponto de vista policial, mas social, o cãozinho ladra contra o elefante, porque não conhece seu lugar nem seu valor. Basta demonstrar por um bom exemplo (1) a importância de um e de outro para que os cãezinhos deixem de latir e se ponham a festejar com a cauda logo que avistem o elefante.
Para tirar o prestígio da bravura ao crime político, nós o poremos no mesmo banco dos réus do roubo, do homicídio e de todos os crimes abomináveis e vis. Então, a opinião pública confundirá, no seu modo de pensar, essa categoria de crimes com a ignomínia de todos os outros, cobrindo-a com o mesmo desprezo. Nós nos propusemos, e espero que tenhamos alcançado isso, impedir os cristãos de combater as fracções políticas dessa maneira(2).
Com esse fim, pela imprensa, nos discursos públicos, nos manuais de história, fizemos a propaganda do martírio, na aparência aceito pelos fracciosos para o bem comum. Essa propaganda aumentou os contingentes dos liberais e atraiu milhares de cristãos ao nosso rebanho.
_____Notas e Comentários_____
(1)A força, a violência, a mão de ferro, imposta por esse poder oculto que os ingleses denominam hidde hand, a mão secreta...
(2) Entretanto, hoje, o judaísmo, através de sua imprensa, no mundo inteiro prestigia o crime político e faz campanha em favor dos criminosos políticos. Não esquecer o clamor em torno de Sacco e Vanzetti, a propaganda contra a condenação dos assasinos comunistas das Astúrias, o barulho que se fez no Brasil em prol da pequena aventureira judia Geny Gleizer. Toda essa encenação combina perfeitamente com os Protocolos.
Nas antigas sociedades cristãs, o crime político era abominável, sobretudo o regicídio. Foi o espírito judaico que transformou a opinião cristã, a fim de poder agir à vontade contra o trono e o altar.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:51 am

CAPÍTULO XX
Resumo.- O programa financeiro. O imposto progressivo. Percepção progressiva em selos. Caixa de fundos em valores-papel e estagnação do dinheiro. Tribunal de contas. Abolição da representação. Estagnação dos capitais. Emissão de dinheiro. O câmbio do ouro. O câmbio do custo do trabalho. O orçamento. Os empréstimos do Estado. A série de títulos ao juro de 1%. As acções industriais. Os governantes dos cristãos: os favoritos; os agentes dos franco-maçons.
FALAREMOS agora sobre o programa financeiro que reservei para o fim de meu relatório como o ponto mais difícil, culminante e decisivo de nossos planos. Abordando-o, lembrar-vos-ei que já vos disse, em forma de alusão, que a soma de nossos actos se resume em uma questão de cifras (1).
Quando nosso reinado chegar, nosso governo absoluto evitará, para sua própria defesa, sobrecarregar muito as massas populares de impostos, não esquecendo seu papel de pai e protector. Mas, como a organização governamental custa caro, é preciso, entretanto, obter os meios necessários para isso.Por isso devemos preparar cuidadosamente o equilíbrio financeiro.
No nosso governo, o rei possuirá a ficção legal da propriedade legal de tudo o que houver no Estado, o que é fácil de realizar; poderá, portanto, recorrer ao confisco legal de todas as somas em dinheiro que julgar necessárias para regular a circulação de capitais no Estado(2). Vê-se por aí que a taxação deve consistir principalmente num imposto progressivo sobre a propriedade. Desse modo, os impostos serão percebidos, sem agravo e sem ruína, numa proporção de percentagem relativa à posse. Os ricos devem compreender que seu dever é por uma parte de seu supérfluo à disposição do Estado, porque este lhes garante a segurança do resto e o direito de um ganho honesto, digo honesto, porque o controle da propriedade acabará com toda a pilhagem legal.
Essa reforma social deve vir de cima, porque seu tempo chegou e é necessário como um penhor de paz. O imposto sobre os pobres é uma semente de revolução e é prejudicial ao Estado, que perde grande lucro correndo atrás de pequenos proveitos(3). Independentemente disso, o imposto sobre os capitalistas diminuirá o crescimento das riquezas das pessoas privadas, em cujas mãos nós a concentramos actualmente para contrabalançar a força governamental dos cristãos, isto é, as finanças do Estado.
Um imposto progressivo dará muito mais forte renda do que o imposto proporcional de hoje, que só nos é útil para excitar agitações e descontentamentos entre os cristãos (4).
A força sobre que nosso rei se apoiará será o equilíbrio e a garantia de paz. É necessário que os capitalistas sacrifiquem pequena parte de seus rendimentos para assegurar o funcionamento da máquina governamental. As necessidades do Estado devem ser pagas por aqueles a quem suas riquezas permitam fazer isso sem sacrifício (5).
Tal medida destruirá o ódio do pobre contra o rico, no qual aquele verá uma força financeira útil ao Estado, sustentáculo da paz e da prosperidade, pois que é o rico quem provê aos recursos necessários para a obtenção desses bens. Para que os pagadores das classes inteligentes não se entristeçam demasiado com esses novos pagamentos, ser-lhes-ão entregues prestações de contas do destino dessas quantias, excetuando-se, bem entendido, as somas que forem aplicadas às necessidades do trono e das instituições administrativas.
A pessoa reinante não possuirá propriedade pessoal, porque tudo o que exista no Estado é dela, senão uma coisa contradiria a outra: os recursos pessoais anulariam o direito de propriedade sobre as posses de todos.Os parentes da pessoa reinante, excepto seus herdeiros, que são igualmente mantidos à custa do Estado, devem se colocar nas fileiras dos servidores do Estado ou trabalhar para adquirir o direito de propriedade: o privilégio de pertencer à família real não deve servir de pretexto para pilhar o Tesouro.
A compra duma propriedade, a aceitação duma herança serão taxadas com um imposto de selo progressivo. A transmissão duma propriedade em dinheiro ou de outra forma, não declarada nesse imposto de selo, necessariamente nominal, será gravada com uma taxa de tanto por cento por conta do antigo proprietário, da data da transferência até o dia em que a fraude for descoberta. Os títulos de transferência deverão ser apresentados todas as semanas ao Tesouro local, com a designação do nome próprio, do de família e do domicílio do antigo e do novo proprietários. Esse registro só será obrigatório a partir duma quantia fixa que exceda os preços comuns de compra e venda do necessário, sendo os outros passíveis unicamente dum imposto em selo bastante mínimo, para cada unidade.
Calculai quanto esses impostos farão exceder a nossa renda sobre a dos Estados cristãos. A caixa de fundos do Estado deverá conter certo capital de reserva, devendo tudo o que exceder a esse capital ser posto em circulação.Organizar-se-ão com essas reservas públicas. A iniciativa desses trabalhos resultando dos recursos do Estado ligará fortemente a classe operária aos interesses do Estado e às pessoas reinantes. Parte dessas somas será atribuída a prémios para invenções e à produção.
De modo algum é preciso, fora das somas fixadas e largamente contadas, reter, mesmo que seja uma simples unidade, nas caixas do Estado, porque o dinheiro é feito para circular e toda a estagnação de dinheiro tem perniciosa repercussão sobre o funcionamento do mecanismo do Estado, cujas engrenagens ele deve azeitar: a falta de óleo pode parar a marcha regular da máquina (6).
A substituição duma parte do dinheiro por valores em papel justamente produziu essa estagnação. As consequências de tal facto já são suficientemente sensíveis.
Teremos também um Tribunal de Contas e o governante encontrará em todo o tempo nele uma prestação completa de contas, com as receitas e despesas do Estado, excetuando-se as contas do mês ainda não terminado e do mês anterior ainda não entregue.
O único indivíduo que não tem interesse em pilhar as caixas do Estado é seu proprietário, o governante (Cool. Por isso, seu controle tornará impossíveis os prejuízos e os desperdícios. A representação, que toma precioso tempo ao governo com as recepções exigidas pela etiqueta, será suprimida, a fim de que ele tenha tempo de controlar e de refletir. Seu poder não ficará mais à mercê dos favoritos que rodeiam o trono para lhe dar brilho e pompa, porém que não defendem os interesses do Estado e sim os próprios.
As crises económicas tem sido produzidas por nós entre os cristãos, com o único fim de retirar dinheiro de circulação.Capitais enormes ficaram estagnados, retirando dinheiro dos Estados, que foram obrigados a recorrer a esses mesmos capitais, a fim de ter dinheiro. Esses empréstimos sobrecarregaram as finanças dos Estados com o pagamento de juros, escravizando-os ao capital (9). A concentração da indústria nas mãos dos capitalistas que mataram a pequena indústria, absorveu todas as forças do povo, e, ao mesmo tempo, as do Estado... (10).
A actual emissão de dinheiro em geral não corresponde à cifra do consumo por cabeça, e, por conseguinte, não pode satisfazer todas as necessidades dos trabalhadores. A emissão de dinheiro deve estar em relação com o crescimento da população, no qual devem ser computadas as crianças, porque consomem e gastam desde que nascem (11).
A revisão da cunhagem das moedas é uma questão essencial para o mundo inteiro. Sabeis que o câmbio ouro foi pernicioso para os Estados que o adoptaram, porque não pode satisfazer o consumo de dinheiro, tanto mais que retiramos da circulação a maior quantidade de ouro possível. (12).
Devemos criar uma moeda baseada sobre o trabalho, seja de papel ou de madeira. Faremos uma emissão de dinheiro de acordo com as necessidades normais de cada súdito, aumentando-a conforme os nascimentos e as mortes.
Cada departamento, cada distrito terá suas estatísticas para esse efeito. A fim de que não haja demora na entrega de dinheiro para as necessidades do Estado, as quantias e as datas de sua entrega serão fixadas por um decreto do governo. Assim, será destruído o protetorado do ministério das Finanças, que não poderá favorecer uma região em detrimento de outras.
Apresentaremos essas reformas que projectamos fazer de modo a não alarmar ninguém. Mostraremos a necessidade das reformas em consequência do caos a que chegaram as desordens financeiras dos cristãos.A primeira desordem, diremos, consistiu em decretar um simples orçamento que cresce todos os anos pela seguinte razão: vai-se com esse orçamento até o meio do ano; depois pedem-se créditos suplementares que se gastam em três meses; depois novos créditos suplementares, e tudo acaba por uma liquidação. E, como o orçamento do ano seguinte é calcado sobre o total do orçamento geral, a diferença anual normal é de 50% e o orçamento anual triplica de dez em dez anos. Graças a tais processos, aceitos pelo descuido dos Estados Cristãos, suas caixas estão sempre vazias. Os empréstimos que vieram em consequência devoraram os restos e levaram todas as nações a bancarrota.
Todo empréstimo demonstra fraqueza do Estado e incompreensão dos direitos do Estado. Os empréstimos, como a espada de Dâmocles, estão suspensos sobre a cabeça dos governantes que, em lugar de tomar aquilo de que necessitavam aos seus súditos por meio dum imposto temporário, estendem a mão, pedindo esmola aos nossos banqueiros. Os empréstimos externos são sanguessugas que, em caso algum, se podem arrancar do corpo do Estado, salvo se o largarem por si ou se ele as extirpar radicalmente. Mas os Estados cristãos não os arrancam e continuam a por outros, embora tenham de perecer com essa sangria voluntária.(14)
Na realidade, o que é o empréstimo senão isso, sobretudo o empréstimo externo? O empréstimo é uma emissão de letras de câmbio do governo, contendo uma obrigação a certa taxa de juros, proporcional ao total do capital empregado. Se o empréstimo for taxado em 5%, em vinte anos o Estado terá pago, sem utilidade alguma, tanto de juros quanto o capital, em quarenta anos o dobro da dívida, em sessenta o triplo e a dívida sempre por pagar.
Vê-se assim, que, sob a forma de imposto individual, o Estado toma os últimos centavos dos pobres contribuintes para pagar aos ricos estrangeiros, aos quais tomou dinheiro emprestado, ao invés de ajuntar suas riquezas para prover suas necessidades, sem o peso dos juros.
Enquanto os empréstimos foram internos, os cristãos somente transferiam o dinheiro do bolso dos pobres para o dos ricos. Mas, quando nós compramos as pessoas necessárias para transportar os empréstimos para o estrangeiro, todas as riquezas dos Estados passaram para nossas caixas e todos os cristãos começaram a pagar um tributo de sujeição. Se a leviandade dos governos cristãos, no que concerne aos negócios de Estado, se a corrupção dos ministros ou a falta de inteligência financeira dos outros governantes sobrecarregaram seus países de dívidas que não podem reembolsar, é preciso que saibais que isso nos custou muito dinheiro e esforço!...
Não permitiremos a estagnação do dinheiro. Por isso, não consentiremos que haja apólices do Estado, excetuando-se uma série a 1%, a fim de que os juros não entreguem a força do Estado à sucção das sanguessugas. O direito de emitir títulos ficará unicamente reservado às companhias industriais, que não farão grande sacrifício, pagando juros com seus lucros, enquanto que o Estado não retira do dinheiro que toma emprestado o menor lucro, pois que o gasta e não realiza com ele operações frutuosas.(16)
As acções industriais serão adquiridas pelo próprio governo, que, de tributário de impostos, como é agora, se transformará em emprestador por cálculo. Tal medida fará cessar a estagnação de dinheiro, o parasitismo e a imprensa, que nos eram úteis quando os cristãos viviam independentes, mas que são indesejáveis no nosso regime.
Como é evidente a falta de reflexão puramente animal dos cérebros cristãos! Eles nos pediam dinheiro emprestado com juros, sem refletir que precisariam tomar esse mesmo dinheiro, acrescido de juros, nas arcas do Estado, para nos pagar! Que de mais simples do que ir buscar o dinheiro de que precisavam no bolso dos contribuintes?
Isso prova a superioridade geral de nosso espírito, que soube apresentar-lhes a questão dos empréstimos de tal forma que nela somente viram vantagens para eles(17).
Os cálculos que apresentamos, esclarecidos, quando for oportuno, pela luz das experiências seculares, cuja matéria nos foi fornecida pelos Estados cristãos, distinguir-se-ão por sua clareza e segurança, mostrando a todos, evidentemente, a utilidade de nossas inovações. Acabarão com os abusos, graças aos quais temos os cristãos em nosso poder, mas sem admití-los no nosso reino(18).
Estabeleceremos tão bem nosso sistema de contas que, nem o governante, nem o mais ínfimo funcionário poderão desviar a menor soma de seu destino sem que isso seja notado. Também não lhe poderão dar outro destino fora do indicado, de uma vez por todas, dentro de nosso plano de acção.
Não é possível governar sem um plano definido. Os próprios heróis que seguem um rumo certo, porém sem reservas determinadas, perecem a meio caminho. Os chefes cristãos, a quem outrora aconselhamos que se distraíssem dos cuidados do Estado com recepções representativas, com o protocolo dos divertimentos, não passavam de biombos de nosso governo oculto. As prestações de contas dos favoritos que os substituíam à frente dos negócios públicos eram feitas para eles pelos nossos agentes e satisfaziam todas as vezes os espíritos clarividentes com as promessas de futuras melhoras e economias... Que economias?...Novos empréstimos?...Poderiam perguntar isso e não perguntavam aqueles que liam nossas prestações de contas e nossos projectos...Sabeis a que ponto os levou esse pouco caso, a que desordem financeira chegaram, a despeito da admirável actividade de seus povos(19).
_______________Notas e comentários_______________
(1)Na opinião dum técnico, Jules Sevérin, Secretário do Congresso Monetário Internacional, no seu trabalho "La tyrannie de l'or et les juifs qui l'accaparent", o domínio judaico sobre o ouro é que lhe dá a força para conquistar o mundo. De longa data, através dos centenários, os judeus vinham amontoando o ouro; mas o grande açambarcamento do precioso metal data, em verdade, de 1816, logo após a queda de Napoleão, quando o judeu Lord Liverpool propõe ao Parlamento Britânico e consegue que seja aprovada a lei do padrão-ouro para as dívidas internacionais. Depois disso, Jules Sevérin estuda minunciosamente como, através da política monetária judaico-britânica e das lições dos economistas alugados a Israel, o ouro subiu de valor e serviu ao judaísmo para predominar mundialmente. Citemos um trecho do livro que elucida o caso: "O câmbio das moedas foi transferido para a bolsa de Londres (depois de 1873) e lá variou de nação a nação e de dia a dia. Logo, a Inglaterra conseguiu a adesão da Holanda e dos Estados Unidos ao padrão-ouro único para as dívidas internacionais. Em 1878, Léon Say, na renovação da convenção monetária com a Itália, a Suíça, a Bélgica e a Grécia, proibia a cunhagem em prata, portanto, a circulação, para o pagamento a potências estrangeiras. Sendo a prata recusada por oito grandes nações, foi por água abaixo; e as nações que só tinham prata viram suas dívidas dobradas, triplicadas e quadruplicadas, conforme a moeda baixava ou se esgotava. Mas, como sempre valia nos países onde era cunhada, servia para comprar ouro, pelo mesmo preço, o duplo ou o triplo de mercadorias, as quais, revendidas em ouro às grandes nações, edificaram primeiro as grandes potências mundiais e, finalmente, provocaram baixas de preços formidáveis a todas em todas as potências. A prata baixa, diziam; mas a prata não baixara. O ouro só é, que muito procurado e açambarcado, subia. Os Index Numbers do sr. Shauerbeck, de Londres, demonstravam que a prata continuava ao par com as mercadorias. E era o ouro que subia, conforme confessava a Gold and Silver Commission..."
(2) É o que os reis Lenin e Stalin, pseudónimos da tribo judaica Kaganovitch, isto é, os filhos de Cohen, têm feito na Rússia infeliz...
(3) Por isso os paus mandados do judaísmo e da maçonaria, às vezes inconscientemente, no legislativo e no executivo, não fazem outra coisa senão aumentar impostos. Essa tem sido a regra geral dos pecos financistas liberais. Vê-se aqui a quem aproveita.
(4) Confere e concorda em género, número e caso...
(5) Assim era no Estado Corporativo Cristão; assim é no Estado Corporativo Moderno. Os judeus, entretanto, combateram aquele e combatem este...
(6) Todavia, todo o trabalho dos economistas e financistas inspirados por Israel é contrariar essa regra tão sábia. Todos os pretextos são bons para diminuir o numerário em circulação e, às vezes, como no Brasil, o diminuem de tal forma que o dinheiro falso se derrama no país e corre normalmente, tal a falta de troco no interior...
(7) Refere-se à imobilização de somas imensas em apólices e títulos de renda, que enchem os cofres dos bancos e não passam de capitais estagnados e parasitários. Vá alguém lembrar-se de aventar a troca dessa papelada que rende juros por dinheiro corrente e os banqueiros, os economistas, os financistas porão mãos à cabeça. Que enormidade! É com esses e outros preconceitos que vão fazendo, contra os povos, o joguinho de Israel...
(8)V. Antonio Sardinha, "Ao ritmo da ampulheta": é esse o conceito que o grande sociólogo lusitano faz do rei cristão: o pastor que cuida bem do seu rebanho. A voz do povo reconhecia isso quando pedia socorro: "Aquí d'El-Rei ! ". O Rei era o protector nato da sua grei. Por isso o judaísmo destruiu os reis. Mas quer impor um dia o Rei de Israel e a esse dá o que tirou ao Rei cristão. Está conforme...
(9) Calixto de Wolski, "La Russie Juive", edição de Albert Savine, Paris, 1887. Nesse formidável e documentadíssimo livro sobre os judeus, publicado quase vinte anos antes dos "Protocolos", lê-se isto à pág. 25: "A Europa está enfeudada ao domínio de Israel. O judeu gravou todos os Estados com uma nova hipoteca que eles jamais poderão pagar com suas rendas(!). O domínio universal que tantos conquistadores sonharam está nas mãos dos judeus. O Deus da Judéia cumpriu a palavra dada aos profetas. Jerusalém impôs tributo aos Impérios. A melhor parte da renda pública de todos os Estado, o produto mais directo do trabalho de todos passa para a bolsa dos judeus sob o nome de juros da dívida nacional."
Leia-se o livro "Brasil - Colônia de banqueiros", do comentador destas notas, e se verá como esse quadro é verdadeiro em relação ao nosso pobre país.
(10) Como os "Protocolos" previram essa concentração industrial verificada por todos os especialistas modernos no assunto. Dom de adivinhação ou plano bem elaborado?... O leitor escolha a solução que melhor lhe convier...
(11) No Brasil, por exemplo: três milhões de contos para quarenta e dois milhões de habitantes. A questão foi estudada em "Brasil - Colônia de banqueiros". O mundo inteiro sofre da falta de circulação de dinheiro, enquanto que os grandes bancos de Nova York, Paris, Londres e Amsterdam estão abarrotados de ouro. E o ouro, como não tem o que fazer, viaja...
(12) É o que acabou de citar acima Jules Sevérin.
(13) O que aí se pinta é ou não o que se passa na realidade? Que hidde hand, que mão secreta, que mão oculta manobra tudo isso? (**época da crise mundial**)
(14) É a maior crítica feita ao delírio dos empréstimos com que o judaísmo envenenou as nações. Partindo de quem parte, devemos aceitá-la. Pelos empréstimos, realizados através dos bancos judaicos, - como escrevia Dostoiewski, membro da loja maçônica "Luiz Sinarro", segundo o "Boletim del Gran Oriente Español", de 10 de outubro de 1912, os judeus "são agora donos de tudo, na Europa, da instrução, da civilização, do socialismo, sobretudo do socialismo, por meio do qual arrancarão o cristianismo e a civilização."
Quem diz empréstimo diz escravização.
(15) Vide "Brasil - Colônia de banqueiros"
(16) Entretanto, todos os financistas atualmente inspirados por Israel dizem o contrário e fomentam a corrida às emissões de apólices até com sorteios, transformadas em verdadeiras lotarias, como as de vários Estados do Brasil. Os estadistas goyim tem muito talento...
(17) Por isso diz o código de leis judaicas "Schulan Aruch", no Iore-dea, 159,1, tirado do tratado "Baka Metzio", do Talmud, 70: "É proibido emprestar dinheiro a um judeu com juros pesado, mas é permitido emprestar dinheiro a um akum ou a um judeu convertido em akum, exigindo juros de usura. Porque a Escritura diz: ajudarás o teu irmão a viver. Mas o akum não é teu irmão."
O que é o akum? É o gentio, o impuro, o goi, o cristão. Akum é a abreviação das palavras hebraicas: aboda Kohabin umazzaliot, isto é, o adorador dos astros, o infiel. Conforme diz o Rabino Kalisch, "Commentáires au Schoulan Arouch". O cristão é chamado de várias formas pelos judeus: goi e o plural goyim, cuja significação já vimos; akum, que acabamos de ver; abodazara, como escrevia o célebre rabino Maimônedes, isto é, os pagãos; minim, segundo o rabino talmudista Meir, que quer dizer os heréticos; nochri, os nazarenos, conforme o tratado "Aboda Zara", sobre as religiões estrangeiras, 6,a . kutim, ou samaritanos; enfim, amme haaretz koalam ou itan kaaretz, a turba, a plebe, a gente da terra...
(18) Naturalmente. Porque a nação judaica é distinta das outras. "Por cima das fronteiras - afirmou o judeu Goldman, um dos organizadores do último Congresso Judaico Universal - nós formamos uma única nação". O judeu Luiz D. Brandeis, membro da Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos, escreve: "Reconheçamos que, nós, judeus, somos uma nação distinta, da qual cada judeu é necessariamente membro, sejam quais forem seus países de origem, sua posição ou sua crença.". Na "Jewish Cronicle" ("Crônica judaica") de 8 de outubro de 1911, se lê este pedacinho de ouro: "Os judeus que pretendem ser ingleses, franceses ou americanos patriotas e bons judeus não passam de mentiras vivas. O patriotismo inglês, francês ou americano do judeu é um simples disfarce que adopta para agradar aos habitantes do país". No "Jewish World" ("O Mundo judaico"), de 22 de outubro de 1915, este outro: "Ninguém se lembraria de pretender que o filho de um japonês ou dum hindú seja inglês só porque nasceu na Inglaterra; o mesmo raciocínio se aplica aos judeus."Ainda outro artigo no mesmo jornal judaico de 14 de dezembro de 1922: "O judeu continua judeu mesmo mudando de religião; um cristão que se convertesse à religião judaica não se tornaria judeu, porque a qualidade de judeu não depende da religião, mas da raça e um judeu livre-pensador ou ateu continua tão judeu quanto qualquer rabino". E afinal, as palavras do judeu Felix Allouche, no "Réveil Juif" ("O despertar do judeu"), de 27 de novembro de 1931: "O povo judeu forma um povo só por maior que seja o número de seus pedaços espalhados pelo mundo e a distância que os separe."

CAPÍTULO XXI
Resumo.-Os empréstimos internos. O passivo e os impostos.
As conversões. As caixas económicas e a renda.
Supressão da bolsa de fundos públicos. Taxação dos valores industriais.
ACRESCENTAREI ao que já vos expus na reunião anterior uma explicação minunciosa dos empréstimos internos. Sobre os externos, nada mais direi, porque eles abarrotaram nossas burras com o dinheiro nacional dos cristãos (Citicorp, Salomon Brothers, Safra,etc..), mas para o nosso Estado não haverá mais nada estrangeiro, porque não haverá exterior. Aproveitamos a corrupção dos administradores e a negligência dos governantes para receber somas duplas, triplas e ainda mais fortes (1), emprestando ao governo dos cristãos dinheiro que não era absolutamente necessário as nações. Quem poderia fazer a mesma coisa contra nós?...Por isso, somente exporei com pormenores os empréstimos internos.
Quando lançam um empréstimo, os Estados abrem uma subscrição para a compra dos títulos. A fim de que estes sejam acessíveis a todos, criam bônus de até cem mil; ao mesmo tempo, fazem um abatimento para os primeiros subscritores. No dia seguinte, há uma alta de preço artificial, com o pretexto de que toda gente os procura. Alguns dias depois, as arcas do Tesouro, segundo dizem, estão cheias e já se não sabe mais onde por dinheiro (então, por que continuam a tomá-lo?). A subscrição excede várias vezes a emissão do empréstimo: tal é a confiança que se tem nas letras de câmbio do governo.
Representada a comédia, fica-se em presença dum passivo que se acaba de formar, dum passivo muito pesado.Para pagar os juros, é necessário recorrer a novos empréstimos que não absorvem, mas aumentam a dívida principal. Esgotando o crédito, torna-se preciso cobrir, não somente o empréstimo, mas ainda os seus juros, com novos impostos, os quais não passam dum passivo para cobrir o passivo...
Mais tarde, vem o tempo das conversões, que somente diminuem o pagamento de juros e não cobrem as dívidas, as quais só poderão ser feitas de então por diante com o consentimento dos emprestadores: anunciando-se uma conversão, oferece-se a restituição do dinheiro aos que não queiram converter seus títulos. Se todos exprimissem o desejo de retomar o seu dinheiro, os governos estariam presos na sua própria armadilha e se encontrariam na impossibilidade de pagar o dinheiro que oferecem. Felizmente, os súditos dos governos cristãos, pouco versados em matéria de finanças, sempre preferiram prejuízos no valor dos títulos e diminuições de juros ao risco de novas colocações de capital, dando assim, aos governos a possibilidade de se desfazerem dum passivo de muitos milhões(2).
Agora, com as dívidas externas, os cristãos nem pensam em fazer nada semelhante, porque sabem que reclamaríamos todo o nosso dinheiro.
Desta forma, uma bancarrota reconhecida demonstrará definitivamente às nações a ausência de ligação entre os interesses dos povos e os de seus governos.
Chamo toda a vossa atenção sobre esse facto e sobre o seguinte: hoje, todos os empréstimos internos estão consolidados pelas dívidas que se denominam flutuantes, isto é, pelas dívidas, cujos vencimentos são mais ou menos próximos. Essas dívidas são constituídas pelo dinheiro depositado nas caixas económicas e nas caixas de reserva. Como esses fundos permanecem muito tempo em mãos do governo, se evaporam para pagar os juros dos empréstimos externos e em seu lugar se colocam somas equivalentes em depósitos de renda.
São estes últimos que tapam todos os buracos dos cofres dos Estados, entre os cristãos.
Quando subirmos ao trono do mundo, todos esses truques de finanças serão abolidos sem deixar vestígios, porque não corresponderão mais aos nossos interesses; suprimiremos igualmente todas as bolsas de fundos públicos, porque não admitiremos que o prestígio do nosso poder seja abalado pela variação de preço de nossos títulos. Uma lei declarará seu valor completo, sem flutuação possível, porque a alta dá lugar a baixa; foi, assim, que, no início de nosso plano jogamos com os valores dos cristãos.
Substituiremos as Bolsas(3) por grandes estabelecimentos de crédito especial, cujo destino será taxar os valores industriais de acordo com as vistas do governo. Esses estabelecimentos estarão em situação de lançar até quinhentos milhões de acções industriais em um dia. Dessa maneira, todas as empresas industriais dependerão de nós. Podereis imaginar que poder adquiriremos assim.
_______________Notas e comentários_______________
(1) Esta crítica ao sistema de empréstimos internos feita pelos seus inventores e beneficiários merece ser meditada pelas vítimas... O fim do judaísmo é cumprir o preceito do "Schulan Aruch", Iore dea, 146,14, proveniente do Talmud, Aboda Zara, 46: "É bom que o judeu procure destruir os templos dos akum e tudo o que lhes pertence ou foi feito por eles, queimando tudo e espalhando as cinzas ao vento."
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:53 am

CAPÍTULO XXII
Resumo.- O segredo do futuro. O mal secular base do bem futuro.
A auréola do poder e sua adoração mística
EM TUDO o que vos expus até aqui, esforcei-me em mostrar o segredo dos acontecimentos passados e presentes, que anunciam um futuro já próximo de sua realização. Mostrei-vos o segredo de nossas relações com os cristãos e de nossas operações financeiras. Resta-me pouca coisa ainda a dizer sobre esse assunto.
Possuímos a maior força moderna, o Ouro: podemos em dois dias retirá-lo de nossos depósitos na quantidade que nos apetecer.
Devemos ainda demonstrar que nosso governo foi predestinado por Deus? Não provaremos com essa riqueza que todo o mal que nós fomos obrigados a fazer durante tantos séculos serviu, afinal, para o verdadeiro bem, para por tudo em ordem?(1)
Ei-la a confusão das noções do bem e do mal. A ordem será reestabelecida, um tanto pela violência, mas enfim será reestabelecida. Saberemos provar que somos bemfeitores, nós, que à Terra atormentada restituímos o verdadeiro bem, a liberdade do indivíduo, que poderá gozar repouso, paz e dignidade de relações, com a condição, bem entendido, de observar as leis que estabelecermos. Explicaremos, ao mesmo tempo, que a liberdade não consiste na devassidão e no direito à licença; de idêntico modo, a dignidade e a força do homem não consistem no direito de cada um proclamar princípios destruidores, como o direito de consciência, o de igualdade e coisas semelhantes; também o direito do indivíduo não consiste de modo algum no direito de excitar-se a si próprio e de excitar os outros, ostentando seus talentos oratórios nas assembléias tumultuosas. A verdadeira liberdade consiste na inviolabilidade da pessoa que observa honestamente e exatamente todas as leis da vida em comum; a dignidade humana consiste na consciência de seus direitos e, ao mesmo tempo, dos direitos que se não possuem, e não unicamente no desenvolvimento fantasista do tema de seu EU.(2).
Nosso poder será glorioso, porque será forte, governando e dirigindo, e não andando a reboque de líderes e oradores que gritam palavras ocas, denominando-as grandes princípio, as quais, na verdade, não passam de utopias. Nosso poder será o árbitro da ordem que fará toda a felicidade dos homens. A auréola desse poder provocará a adoração mística e a veneração dos povos. A verdadeira força não transige com direito algum, nem mesmo com o direito divino: ninguém ousa atacá-la para lhe arrancar a menor parcela de seu poder (3)
_______________Notas e comentários_______________
(1) O Anticristo, dizem as profecias bíblicas, será em tudo semelhante ao Cristo, isto é, para enganar aos povos, tomará a aparência do Cristo. Vide neste código anticristão como o mal se disfarça com o bem.O que aqui se lê nos "Protocolos" está de acordo com o espírito daquilo que o judeu Max Nordau denominou Sionismo secreto, com as teorias do famoso achadamismo, ou doutrina do sionista Achad Haam, cujo verdadeiro nome é Asher Ginzberg. Tomemos o livro deste escritor judeu, publicado em inglês, "Transvaluation of values", e transcrevamos os trechos que combinam com os "Protocolos": "Israel restituirá à idéia do Bem a significação que teve outrora... O Bem aplica-se ao super-homem ou à super-nação que tenha que a força de se estender e completar sua vida, e a vontade de se tornar senhora do mundo, sem se preocupar com o que isso possa custar à grande massa dos povos inferiores nem com seus prejuízos. Porque só o super-homem ou a super-nação são a flor e o fim da espécie humana. O resto foi unicamente criado para servir a esse fim, para ser a escada pela qual é possível subir à altura ambicionada..."
Por essas e outras é que, na brochura "Le sionisme: son but, son oeuvre", L. Fry defende a tese de ser Achad Haam, ou Asher Ginzberg o autor dos "Protocolos". Aliás, em 1915, o judeu L.Simon, em "Morceaux Choisis de Ginzberg", escrevia: "Achad Haam é uma abstração, uma espécie de nome colectivo que se aplica a uma colecção de idéias concernentes ao judaísmo e ao povo judeu." Isto é de um nietzschenianismo hebraico bem característico. É licito, depois de provas desta ordem, duvidar da autenticidade essencial dos "Protocolos"?
(2)Estas idéias são idéias legítimas do Achadhamismo. O judeu Max Nordau, na sua polémica com Ginzberg, em 1903, a propósito do romance "Altneuland", dizia: "A idéia de liberdade está acima de sua concepção. Ele imagina a liberdade como o ghetto. Somente inverte os papéis. Por exemplo, as perseguições continuam, porém agora não mais contra os judeus e sim contra os gentios..." Confere...
(3) É o poder na concepção judaica de Espinoza, do "direito natural da força", que não faz distinção entre o bem e o mal. A concepção dos "Protocolos" concorda em tudo, segundo L. Fry, op. cit., com a de Asher Ginzberg, no "Le Chémin de la vie": "Foi no espinosismo que foi buscar sua concepção do Estado judaico futuro, no qual a obediência cega será a lei, mesmo se ordenar aos homens que privem seus semelhantes da vida e da propriedade. O direito supremo do Estado, que controla não só as acções civis, mas também as manifestações espirituais e religiosas do povo, numa palavra, o despotismo civil e religioso traçado nos "Protocolos" como linha de conduta do futuro governo vísivel dos judeus foi tirado do tratado teológico-político de Espinoza."


CAPÍTULO XXIII
Resumo.- Redução da produção dos objectos de luxo. A pequena indústria.
O desemprego. Interdição da embriaguez. Condenação à morte da antiga sociedade e sua ressureição sob uma nova forma. O eleito de Deus.
PARA QUE os povos se habituem à obediência, é necessário habituá-los à modéstia, diminuindo, por conseguinte, a produção dos objectos de luxo. Assim, melhoraremos os costumes corrompidos pela rivalidade do luxo(1). Restabeleceremos a pequena indústria que prejudicará os capitais particulares dos fabricantes. Isto é ainda preciso, porque os grandes fabricantes dirigem, muitas vezes sem o saber, é verdade, o espírito das massas contra o governo. Um povo que se ocupa de pequenas indústrias não conhece o desemprego, prende-se à ordem existente e, consequentemente, à força do poder.O desemprego é o que há de mais perigoso para o governo. Para nós, seu papel estará terminado logo que nos apossemos do poder. A embriaguês será também proibida por lei e punida como crime contra a humanidade, porque ela transforma os homens em bestas sob a influência do álcool.
Os súditos - repito-o mais uma vez- só obedecem cegamente a uma mão firme, completamente independente deles, na qual sintam um gládio para sua defesa e um apoio contra os flagelos sociais. Que necessidade tem de ver em seu rei uma alma angélica? Devem ver nele a personificação da força e do poder.
O soberano que tomará o lugar dos governos actuais, que arrastam sua existência no meio de sociedades desmoralizadas por nós, que renegaram mesmo o poder de Deus e no seio das quais se eleva por todos os lados o fogo da anarquia, esse soberano deve, antes de tudo, apagar essas labaredas devoradoras. Por isso, será obrigado a condenar à morte essas sociedades, embora tenha de afogá-las no próprio sangue, para ressucitá-las sob a forma dum exército regularmente organizado, lutando conscientemente contra toda infecção capaz de ulcerar o corpo do Estado.(3)
Esse eleito por Deus foi escolhido lá em Cima para quebrar as forças insensatas movidas pelo instinto e não pela razão, pela bestialidade e não pela humanidade. Essas forças triunfam agora, pilham, cometem toda a sorte de violências sob o pretexto de liberdade e direitos. Elas destruíram toda a ordem na sociedade para erguer sobre as ruínas o trono do rei de Israel; mas seu papel estará terminado no momento da elevação desse rei ao trono. Então, será preciso afastá-las de seu caminho, sobre o qual não deve haver o menor obstáculo.
Aí poderemos dizer aos povos: agradecei a Deus e inclinai-vos diante daquele que traz sobre o rosto a marca da predestinação, para o qual Deus(4) mesmo guiou sua estrela, a fim de que ninguém, exceto ele, pudesse livrar-vos de todas as forças e de todos os males.(5)

CAPÍTULO XXIV
Resumo.- Fortalecimento das bases do rei David. Preparação do rei. Afastamento dos herdeiros diretos. O rei e seus três iniciadores.
Inatacabilidade dos costumes públicos do rei dos Judeus.
PASSAREI agora aos meios de assegurar as raízes dinásticas do rei
Os mesmos princípios que até hoje nos deram a nossos Sábios a direção de todos os negócios do mundo nos guiarão(1). Dirigiremos o pensamento de toda a humanidade. Vários membros da raça de David prepararão os reis e seus herdeiros, escolhendo os últimos, não segundo o direito hereditário, mas conforme suas eminentes aptidões; iniciá-los-ão nos segredos mais íntimos da política e nos planos de governo, com a condição, todavia, de ninguém ser posto a par de tais segredos. O fim de tal modo de acção é que toda a gente saiba que o governo somente pode ser confiado aos iniciados nos mistérios de sua arte.

Unicamente a essas pessoas será ensinada a aplicação dos planos políticos, a inteligência da experiência dos séculos, todas as nossas observações sobre as leis político-económicas e sobre as ciências sociais, em uma palavra, todo o espírito dessas leis, que a própria natureza estabeleceu inabalavelmente para regular as relações entre os homens.
Os herdeiros directos serão muitas vezes afastados do trono, desde que, durante seus estudos, dêem provas de leviandade, doçura e outras qualidades perniciosas e indesejáveis ao poder, que tornam incapaz de governar e prejudicam a função real.
Só os que sejam absolutamente capazes dum governo firme, inflexível até a crueldade, receberão o poder das mãos de nossos Sábios.
Em caso de enfermidade que produza o enfraquecimento da vontade, os reis deverão, de acordo com a lei, entregar as rédeas do governo em mãos novas e capazes.
Os planos de acção do rei, seus planos imediatos, com mais fortes razões seus planos mediatos, deverão ser ignorados mesmo por aqueles que designem como seus conselheiros.
Exclusivamente o rei e seus três iniciadores conhecerão o futuro.
Na pessoa do rei, senhor de si mesmo e da humanidade, graças a uma vontade inquebrantável, todos acreditarão ver o destino com seus caminhos desconhecidos.(2). Ninguém saberá o que o rei quer alcançar com suas ordens e, por isso, ninguém ousará pôr-se de través num caminho ignorado.
É preciso, bem entendido, que a inteligência do rei corresponda ao plano do governo que lhe é confiado. Por isso, somente subirá ao trono depois de ter sido sua inteligência posta em prova pelos Sábios a que nos referimos. Ao fim de que o povo conheça e ame o seu rei, é necessário que converse com o povo na praça pública. Isto produzirá a união precisa das duas forças que hoje separamos pelo terror.
Esse terror nos era indispensável durante algum tempo, para que as duas forças caíssem separadamente sob a nossa influência...
O rei dos judeus não deve ficar sob o império de suas paixões, sobretudo sob o império da voluptuosidade: não deve dar por nenhuma face de seu caráter lugar a que seus instintos dominem dua inteligência. A voluptuosidade obra de modo pernicioso sobre as faculdades intelectuais e a claridade de visão, desviando os pensamentos para o lado pior e mais animal da actividade humana.
A pessoa do Soberano Universal da estirpe santa de David deve sacrificar a seu povo todos os gostos pessoais.

Nosso soberano deve ser de exemplar inatacabilidade.
"Vou me tornar seu inimigo, porque te conto a verdade? " Gálatas 4:16
http://www.google.com/search?q=os+sabios+do+si%C3%A3o+documentos&hl=en&start=10&sa=N

Eis aqui o que os Sábios de Sião premeditaram, o resultado do programa magistral enunciado nos Protocolos

É preciso:
1º - Corromper a mocidade pelo ensino subversivo.
2º - Destruir a vida de família.

3º - Dominar as pessoas pelos seus vícios.

4º - Envilecer as artes e prostituir a literatura.

5º - Minar o respeito pela religião: desacreditar tanto quanto possível os padres, espalhando contra eles histórias escandalosas; encorajar a alta crítica a fim de corroer a base das crianças e de provocar cismas e disputas no seio da Igreja.

6º - Propagar o luxo desenfreado, as modas fantásticas e as despesas loucas, eliminando gradualmente a faculdade de gozar as coisas simples e sãs.

7º - Distrair a atenção das massas pelas diversões populares, jogos, competições desportivas, etc; divertir o povo para impedi-lo de pensar.

8º - Envenenar os espíritos com teorias nefastas; arruinar o sistema nervosos com barulheira incessante e enfraquecer os corpos pela inoculação do vírus de várias enfermidades.

9º - Criar o descontentamento universal e provocar o ódio e desconfiança entre as classes sociais.

10º - Despojar a aristocracia das velhas tradições e de suas terras, gravando-as com impostos formidáveis, de modo a forçá-la a contrair dívidas, substituir as pessoas de sangue nobre pelos homens de negócios e estabelecer por toda parte o culto do Bezerro de Ouro.

11º - Empeçonhar as relações entre patrões e operários pelas greves e lock-outs, eliminando, assim, qualquer possibilidade de acordo que daria em resultado uma colaboração frutuosa.

12º - Desmoralizar as classes superiores por todos os meios e provocar o furor das massas pela visão das torpezas estupidamente cometidas pelos ricos.

13º - Permitir à indústria que esgote a agricultura e gradualmente, transformá-la em especulação louca.
14º - Bater palmas a todas as utopias de maneira a meter o povo num labirinto de idéias impraticáveis.
15º - Aumentar os salários sem vantagem alguma para o operário, pois que o preço da vida será majorado.
16º - Fazer surgir incidentes que provoquem suspeitas internacionais; envenenar os antagonismos entre os povos; despertar ódios e multiplicar os armamentos ruinosos.
17º - Conceder o sufrágio universal, a fim de que os destinos das nações sejam confiados a gente sem educação.
18º - Derrubar todas as monarquias e por toda parte estabelecer repúblicas; intrigar para que os cargos mais importantes sejam confiados a pessoas que tenham segredos que se não possam revelar a fim de poder dominá-las pelo pavor do escândalo marca Panamá ou baiona.
19º - Abolir gradualmente todas as formas de constituição, a fim de implantar o despotismo, absoluto do bolchevismo.
20º - Organizar vastos monopólios, nos quais só sobrem todas as fortunas, quando soar a hora da crise política.
21º - Destruir toda estabilidade financeira: multiplicar as crises económicas e preparar a bancarrota universal; parar as engrenagens da indústria; fazer ir por água abaixo todos os valores; concentrar todo o ouro do mundo em certas mãos; deixar capitais enormes em absoluta estagnação; em um momento dado, suspender todos os créditos e provocar o pânico.
22º - Preparar a agonia dos estados; esgotar a humanidade pelos sofrimentos, angústias e privações, porque A FOME CRIA ESCRAVOS.
http://members.libreopinion.com/us/revision5/jude666.htm





OS ILLUMINATI E O CARTEL BANCÁRIO
“Dêem-me o controlo sobre o fornecimento de dinheiro de uma nação e eu não me importo com quem faz as suas leis.”
MAYER AMSHEL ROTHSCHILD
A poderosa força da Casa de Rothschild estava baseada em diversos factores importantes:

(A) Um completo segredo resultante do total controle da família de todas as negociações comerciais.
(B) Uma estranha capacidade, pode-se até dizer quase sobrenatural, de ver o que estava à frente e tirar proveito daquilo.
Toda a família era impulsionada por um desejo insaciável de acumulação de riquezas e de poder.
(C) Uma total frieza e rudeza em todas as transações comerciais.
O biógrafo Frederic Morton, em The Rothschilds, nos diz que Mayer Amschel Rothschild e seus cinco filhos eram "magos" das finanças, e "calculistas cruéis" que eram motivados por um "impulso demoníaco" para serem bem sucedidos em seus empreendimentos secretos.
Influência do Talmude. A partir da mesma fonte de autoridade, ficamos sabendo que "nas noites de sábado, quando a oração era feita na sinagoga, Mayer convencia o rabino a vir para sua casa. Eles se inclinavam um em direcção ao outro no estofado verde, bebendo lentamente um cálice de vinho e discutindo sobre as primeiras e últimas coisas até a madrugada. Até mesmo em dias da semana... Mayer... pegava o grande livro do Talmude e lia porções dele... enquanto
toda a família precisava sentar-se e ouvir calada." (pg 31)

Poderia ser dito dos Rothschilds que "a família que preda unida permanece unida". E eles realmente eram predadores!
Morton diz que é difícil para a pessoa mediana "compreender Rothschild e a razão por que ele, tendo tanto, quisesse conquistar mais". Todos os cinco irmãos estavam imbuídos desse mesmo espírito de esperteza e conquista.
Os Rothschilds não formavam nenhuma verdadeira amizade ou aliança. Seus associados eram apenas amizades que eram usadas para ampliar os interesses da Casa de Rothschild, e então lançados na lata de lixo da história quando já tinham servido seus propósitos ou perdido sua utilidade.
A verdade dessa afirmação é demonstrada por outra passagem do livro de Frederic Morton. Ele informa como, em 1805, Napoleão declarou que era "seu objectivo remover a casa de Hess-Cassel do governo e apagá-la da lista das potências."

"Assim, o homem mais poderoso da Europa decretou a destruição da rocha sobre a qual a nova firma dos Rothschilds tinha sido construída. Curiosamente, porém, a excitação não diminuiu na casa do Escudo Vermelho... Os Rothschilds aguardavam sentados, ávidos e impenetráveis, com suas carteiras de investimentos apertadas entre o peito e os braços.”

"Eles não viam paz nem guerra, nem slogans ou manifestos, nem ordens do dia, nem morte, nem glória. Eles não viam nada das coisas que cegavam o mundo. Eles viam somente degraus a galgar. O príncipe Guilherme tinha sido um,Napoleão seria o próximo." (pg 38-39)

'Curioso'? Não exatamente! A Casa de Rothschild estava ajudando a financiar o ditador francês e, como resultado, tinha livre acesso aos mercados franceses o tempo todo. Alguns anos mais tarde, quando a França e a Inglaterra estavam bloqueando as linhas costeiras uma da outra, os únicos negociantes que tinham a permissão de furar livremente o bloqueio eram - sim, você adivinhou - os Rothschilds. Eles estavam financiando os dois lados!

"A eficiência que energizava os filhos de Mayer produziu uma enorme limpeza económica da primavera: a remoção fiscal da madeira morta; uma renovação das antigas estruturas de crédito e a invenção de novas estruturas; uma formação - implícita na pura existência de cinco diferentes bancos Rothschilds em cinco países diferentes - canais de dinheiro fresco via câmaras de compensação; um método para substituir a antiga e incómoda remessa de barras de ouro por um sistema internacional de débitos e créditos."

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"Uma das principais contribuições foi a nova técnica de Natã para os empréstimos internacionais flutuantes. Ele não estava muito interessado em receber dividendos em todos os tipos de estranhas e inconvenientes moedas.”

"Agora Natã atraiu a ele - a mais poderosa fonte de investimento do século dezenove - tornando os bonus estrangeiros pagáveis em libras esterlinas". (pg 96)

A Batalha de Waterloo - À medida que a riqueza e o poder dos Rothschilds cresceram em tamanho e influência, assim também cresceu a rede de coleta de informações de inteligência. Eles tinham seus 'agentes' posicionados estrategicamente em todas as capitais e centros comerciais da Europa, coletando e desenvolvendo vários tipos de inteligência. Como a maioria dos negócios da família, ela era baseada em uma combinação de trabalho duro com pura esperteza.
O sistema de espionagem singular deles iniciou quando os 'meninos' começaram a enviar mensagens entre si por meio de uma rede de mensageiros. Ele logo se transformou em algo muito mais elaborado, eficiente e de maior alcance. Era uma rede de espionagem por excelência. Sua impressionante velocidade e eficiência deu aos Rothschilds uma clara vantagem em todas suas negociações em nível internacional.
"As carruagens dos Rothschilds percorriam velozmente as estradas; os barcos dos Rothschilds velejavam rapidamente pelo Canal da Mancha; os agentes dos Rothschilds eram sombras rápidas nas ruas. Eles transportavam dinheiro, ações, apólices de seguro, cartas e notícias. Acima de tudo, notícias - as mais recentes notícias exclusivas para serem vigorosamente processadas na Bolsa de Valores e na Bolsa de Mercadorias.
"E não havia notícia mais preciosa do que o resultado da batalha de Waterloo..."
(The Rothschilds, pg 94)
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:53 am

Da Batalha de Waterloo dependia o futuro do continente europeu. Se o Grande Exército de Napoleão emergisse vitorioso, a França seria a senhora de tudo o que tinha ocupado na frente européia. Se Napoleão fosse esmagado e levado a se submeter, a Inglaterra teria o poder na Europa, e estaria em condições de expandir grandemente sua esfera de influência.

O historiador John Reeves, um partidário de Rothschild, revela em seu livro The Rothschilds: Financial Rulers of the Nations, 1887, pg 167, que:

"uma causa do sucesso de Natã foi o segredo com que ele ocultava, e a tortuosa política com a qual enganava aqueles que o observavam bem de perto."

Havia vastas fortunas a serem feitas - e perdidas - dependendo do resultado da Batalha de Waterloo. A Bolsa de Valores em Londres fervilhava, à medida que os operadores aguardavam as notícias do resultado dessa batalha de gigantes. Se a Grã-Bretanha perdesse, os papéis ingleses mergulhariam em uma baixa sem precedentes. Se a Grã-Bretanha fosse vitoriosa, o valor dos papéis rapidamente atingiria as alturas.
À medida que os dois imensos exércitos se aproximavam para a batalha mortal, Natã Rothschild tinha seus agentes trabalhando freneticamente em ambos os lados da linha para colectar as informações mais exatas possíveis durante o transcorrer da batalha. Agentes adicionais dos Rothschilds estavam de plantão para levar os botelins da inteligência para um posto de comando localizado estrategicamente nas imediações.
No fim da tarde de 15 de junho de 1815, um representante dos Rothschilds embarcou em um barco especialmente fretado e partiu apressadamente para o canal, em direcção à costa inglesa. Em sua posse estava um relatório confidencial dos agentes do serviço secreto dos Rothschilds sobre o progresso da batalha crucial. Esse dado de inteligência seria indispensável para Natã tomar algumas decisões vitais.
O agente especial foi recebido em Folkstone no amanhecer do dia seguinte pelo próprio Natã Rothschild. Após ler rapidamente os pontos principais do relatório, Rothschild novamente pegou a estrada, indo depressa para Londres e dirigindo-se à Bolsa de Valores.

O Golpe dos Golpes - Chegando à Bolsa de Valores entre uma frenética especulação sobre o resultado da batalha, Natã tomou sua posição habitual ao lado do famoso 'pilar do Rothschild'. Sem qualquer indício de emoção, sem a menor mudança na expressão facial, o chefe da Casa de Rothschild, com sua cara e olhos de pedra deu um sinal predeterminado para seus agentes que estavam posicionados ali por perto.
Os agentes de Rothschild imediatamente começaram a vender os papéis no mercado. À medida que papéis no valor de centenas de milhares de dólares começaram a serem despejados no mercado, o valor deles começou a cair. Pouco tempo depois, o valor começou a afundar.
Natã continuava inclinado contra seu 'pilar'; impassível, sem qualquer expressão facial diferente. Ele continuou a vender, vender e vender. O valor dos papéis continuava caindo. Uma palavra começou a se espalhar pelo pregão da Bolsa de Valores:

"Rothschild sabe; Rothschild sabe; Wellington foi derrotado em Waterloo."

A venda se transformou em pânico, à medida que os investidores se apressavam em se desfazer de seus papéis 'sem qualquer valor' e comprar ouro e prata, na esperança de reter pelo menos parte de sua riqueza. Os papéis continuavam em sua queda vertiginosa em direcção ao pó. Após várias horas de fervilhante negociação, os papéis estavam em ruínas; sendo vendidos por aproximadamente cinco centavos a cada dólar do valor original.
Natã Rothschild, impassível como sempre, ainda estava inclinado contra seu pilar. Ele continuou a dar sinais sutis. Mas agora os sinais eram outros. Eram tão sutilmente diferentes que somente os agentes altamente treinados de Rothschild podiam detectar a mudança. Ao sinal de seu chefe, dezenas de agentes de Rothschild dirigiram-se aos balcões na Bolsa e compraram todos os papéis por apenas uma fração do valor original deles!
Pouco tempo depois, a notícia 'oficial' chegou à capital britânica. A Inglaterra era agora a mestra da cena européia.
Em segundos, o valor dos papéis disparou para cima do valor original. À medida que o significado da vitória britânica começou a ser compreendido pela consciência popular, o valor dos papéis subiu ainda mais.
Napoleão tinha 'encontrado seu Waterloo'. Natã tinha obtido o controle da economia britânica. Da noite para o dia, sua já vasta fortuna tinha sido multiplicada por vinte.

The Jewish Encyclopedia - Vol. X, 1905 (pg 494)

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Devido à tomada da Holanda em 1803 por Napoleão, os líderes da liga anti-napoleônica escolheram Frankfurt como centro financeiro a partir de onde receber as forças da guerra. Após a batalha de Jena em 1806, o landgrave de Hesse-Cassel fugiu para a Dinamarca, onde ainda tinha depositada uma grande parte de sua riqueza por meio de Mayer Amschel Rothschild, deixando nas mãos deste dinheiro e obras de arte no valor de 600.000 libras. De acordo com a lenda, esses foram escondidos em tonéis de vinho e, escapando da busca dos soldados de Napoleão quando eles entraram em
Frankfurt, foram restaurados intactos nos mesmos tonéis em 1814, quando o príncipe eleitor retornou para seu território.

(veja Marbot, Memoirs, 1891, pg 310-311)

Os factos são um pouco menos românticos e mais típicos do mundo dos negócios. Rothschild, longe de estar em perigo, tinha tão boas relações com o nomeado de Napoleão, o príncipe Dalberg, que foi indicado em 1810 membro do Colégio Eleitoral de Darmstadt. O dinheiro do príncipe eleitor tinha sido enviado para Natã em Londres, que em 1808 o utilizou para comprar 800.000 libras em ouro da Companhia Índias Orientais,
sabendo que seria necessário para a campanha peninsular de Wellington. Ele lucrou não menos de quatro vezes com isso: (1) na venda dos papéis de Wellington; (2) na venda do ouro a Wellington; (3) na recompra e (4) ao encaminhá-lo a Portugal. Este foi o início das grandes fortunas da família.

Limpeza na França - Após a fragorosa derrota em Waterloo, os franceses lutaram para se colocar em fé financeiramente outra vez. Em 1817, eles negociaram um empréstimo substancial da prestigiosa casa bancária de Ouvrard e dos bem conhecidos banqueiros Baring Brothers, de Londres. Os Rothschilds foram deixados de lado.
No ano seguinte, o governo francês precisou novamente de outro empréstimo. Como os títulos emitidos em 1817 com a ajuda dos bancos Ouvrard e Baring Brothers estavam aumentando de valor no mercado de Paris, e em outros centros financeiros europeus, parecia certo que o governo francês continuaria usando os serviços dessas duas distintas casas bancárias.
Os irmãos Rothschild tentaram todos os estratagemas em seu vasto repertório para influenciar o governo francês a lhes entregar o negócio. Os esforços foram em vão.
Os aristocratas franceses, que se orgulhavam de sua elegância e linhagem superior, viam os Rothschilds como meroscamponeses, novos-ricos que precisavam ser colocados em seu devido lugar. O facto de os Rothschilds terem vastos recursos financeiros, viverem em casas luxuosas e vestirem-se da forma mais elegante e dispendiosa não impressionava a nobreza francesa, que dava muita importância à origem social das famílias. Os Rothschilds eram vistos como pouco refinados - sem a graça social. Se formos acreditar na maioria dos relatos históricos, a avaliação da primeira geração dos Rothschilds provavelmente era válida.
Uma peça importante do armamento no arsenal dos Rothschilds que os franceses ignoraram ou negligenciaram era a esperteza sem paralelos no uso e na manipulação do dinheiro.
Em 5 de novembro de 1818, algo muito inesperado ocorreu. Após um ano de contínua elevação, o valor dos bonus do tesouro frances começou a declinar. A cada dia o declínio no valor se tornava mais acentuado. Depois de um breve espaço de tempo, outros títulos do governo também começaram a sofrer uma perda do valor.
A atmosfera na corte de Luís XVIII tornou-se tensa. Aristocratas com a cara severa começaram a se preocupar com o futuro do país. Eles esperarm pelo melhor, mas temiam o pior! As únicas pessoas em volta da corte francesa que não estavam profundamente preocupadas eram Jaime e Carlos Rothschild. Eles riam - mas não diziam nada!
Lentamente, uma crescente suspeita começou a se formar na mente de alguns observadores. Poderiam esses irmãos Rothschild serem a causa dos problemas económicos do país? Poderiam eles ter manipulado secretamente o mercado de títulos e planeado o pânico?
Eles tinham feito exatamente isto! Durante o mês de outubro de 1818, agentes dos Rothschilds, usando os recursos ilimitados de seus mestres, compraram enormes quantidades de títulos do tesouro francês por meio de seus rivais Ouvrard e Baring Brothers. Eles fizeram o valor dos títulos subir de preço. Depois, em 5 de novembro, começaram a despejar os bônus em enormes quantidades no mercado aberto nos principais centros comerciais da Europa, provocando pânico no mercado.
Subitamente, a cena no Palácio de Aix mudou. Os Rothschilds, que estavam paciente e silenciosamente aguardando nas ante-salas, foram levados à presença do rei. Eles eram agora o centro das atenções. As roupas deles eram agora a última moda. "O dinheiro deles era o querido dos melhores tomadores." Os Rothschilds tinham obtido o controle da França... e controle é o nome do jogo!

Benjamin Disraeli, que foi primeiro-ministro britânico, escreveu um livro intitulado Coningsby. A Jewish Encyclopedia, vol.
10, pg 501, 502 descreve o livro como:

"um retrato ideal" do Império Rothschild. Disraeli caracterizou Natã (em conjunto com seus quatro irmãos) como "o senhor e mestre dos mercados financeiros do mundo e, é claro, senhor e mestre virtualmente de tudo o mais. Ele literalmente mantinha a receita do governo do sul da Itália sob penhor, e monarcas e ministros de todos os países cortejavam seus conselhos e se deixavam dirigir por suas sugestões."

Tornando sua Presença Inaudível e Invisível - Os golpes financeiros executados pelos Rothschilds na Inglaterra em 1815 e na França três anos mais tarde são apenas dois dos muitos que eles realizaram pelo mundo afora ao longo dos anos.
Entretanto, houve uma grande mudança nas tácticas usadas para tosquiar o público de seu dinheiro suado. De serem descaradamente abertos em seu uso e exploração dos povos e países, os Rothschilds se afastaram do foco da atenção pública e agora operam por meio e por trás de uma ampla variedade de frentes.
A abordagem 'moderna' deles é explicada pelo biógrafo Frederic Morton:

"Os Rothschilds gostam de brilhar. Mas para tristeza dos socialmente ambiciosos, os Rothschilds brilham somente em particular, quando estão diante de seus próprios pares."
"Uma predileção deles pelo comportamento reservado e reticente parece ter crescido nas gerações recentes. O fundador da casa impôs esse comportamento um longo tempo atrás; mas alguns de seus filhos, embora invadindo os bastiões mais internos de poder da Europa, puseram suas mãos em todas as armas, incluindo a mais explícita publicidade. Hoje, a família procura tornar sua presença inaudível e invisível. Conseqüentemente, alguns acreditam que pouco restou além de uma grande lenda. E os Rothschilds estão bem contentes em ter a lenda como relações públicas.”

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"Embora eles controlem inúmeras corporações industriais, comerciais, empresas de mineiras e de turismo, nem uma delas leva o nome Rothschild. Sendo sociedades privadas, as empresas da família não precisam publicar balanços ou qualquer outro relatório de sua condição financeira."

(The Rothschilds, pg 18-19).

Em toda sua longa história, os Rothschilds esforçaram-se para criar uma impressão de que operam dentro da estrutura da 'democracia'. Essa postura é planeada para enganar e levar as pessoas para longe do facto que o objectivo real deles é a eliminação de toda a concorrência e a criação de um monopólio em escala mundial. Encondendo-se atrás de um inúmeras 'frentes', eles fazem um trabalho genial de dissimulação.

Em 1775, começa a guerra revolucionária americana, em que as colónias Americanas procuram separar-se da Inglaterra. Embora por muitas razões sejam apontadas para a revolução, uma é apontada como a causa principal.
O Rei George III de Inglaterra, tornou ilegal a moeda independente e livre de juros, produzida e usada por eles, obrigando-os a pedir emprestado ao Banco Central de Inglaterra, com juros, colocando as colónias imediatamente em dívida.
Tal como Benjamin Franklin mais tarde escreveu:
“ A recusa do Rei George III em permitir às colónias operar num sistema financeiro honesto, que livra o homem comum das garras dos manipuladores de dinheiro, foi provavelmente a principal causa da revolução.
Em 1783, a América ganhou a sua independência de Inglaterra. Porém, a sua batalha contra o conceito de Banco Central e os homens gananciosos e corruptos a eles associados, tinha apenas começado.

O que é um Banco Central – “ Um Banco Central é uma instituição que produz a moeda de uma nação. Baseado em precedentes históricos, poderes específicos estão inerentes às suas funções:
O controlo das taxas de juro e o controlo do fornecimento de dinheiro ou inflacção.
O Banco Central, não fornece apenas dinheiro à economia do governo, empresta-o com juros. Através do aumentar e do diminuir do fornecimento de dinheiro, o Banco Central regula o valor da moeda a ser emitida. É importante compreender que toda a estrutura deste sistema, só pode produzir uma coisa a longo prazo: Dívida.
Não é muito difícil percebermos o esquema deles. Cada Dólar produzido pelo Banco Central, é emprestado com juros ou seja, cada Dólar produzido é na verdade, o Dólar mais uma percentagem de dívida baseada nesse Dólar. Como o Banco Central tem o monopólio sobre a produção da moeda para toda a nação e emprestam com uma dívida imediatamente associada a ele, o dinheiro para pagar a dívida, apenas pode vir do Banco Central novamente.
O que significa que o Banco Central, tem de aumentar pepétuamente o fornecimento de dinheiro, para cobrir temporariamentea dívida excedente criada, por sua vez, visto que esse dinheiro é também emprestado com juros,cria ainda maior dívida: O resultado final deste sistema ,será sempre, a escravatura, pois é impossível para o governo e seu povo, alguma vez sair de uma situação de dívida.


Os fundadores dos EUA, estavam a par desta situação:

“ Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas do que o exército…..
Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da moeda….
Os bancos e as corporações que se desenvolverem em seu redor, irão privar as pessoas de seus pertences, até que os seus filhos acordem sem abrigo no continente que os seus pais
conquistaram.”
Thomas Jefferson (1743 – 1826)

“ Se quisserem continuar escravos dos bancários e pagar pelos custos da vossa própria escravidão…, deixem-nos continuar a criar dinheiro e controlar o crédito da Nação…”

Sir Josiah Stamp (1880 – 1941)

Os Rothschilds e a América- Seria extraordinariamente ingênuo considerar a possibilidade que uma família tão ambiciosa, tão esperta e de mentalidade tão monopolista quanto os Rothschilds poderiam resistir à tentação de se tornarem fortemente envolvidos na frente norte-americana.
Após sua conquista da Europa no início do século XIX, os Rothschilds lançaram seus olhos cobiçosos na gema mais preciosa de todas - os Estados Unidos.
Os EUA eram singulares na história moderna. Eram o segundo país na história que tinha sido formado com a Bíblia como seu livro da lei. Sua Constituição singularmente magnífica foi especificamente planeada para limitar o poder do governo e manter os cidadãos livres e prósperos. Os cidadãos americanos eram basicamente imigrantes esforçados que 'anelavam respirar o ar da liberdade' e que não pediam nada mais do que a oportunidade de viver e de trabalhar em um ambiente maravilhosamente estimulante.
Os resultados - o 'fruto' - dessa experiência singular foram tão indescritivelmente brilhantes que os EUA tornaram-se uma lenda em todo o mundo. Milhões de pessoas em todos os continentes viam a América como a terra prometida.
Entretanto, os grandes banqueiros na Europa - os Rothschilds e outros - viam os resultados maravilhosos gerados por essa experiência singular de uma perspectiva totalmente diferente; eles a viam como uma grande ameaça para seus planos futuros.

O Times de Londres, um jornal do sistema, dizia:

"Se essa política financeira indisciplinada que teve sua origem na República norte-americana (isto é, dinheiro honesto constitucionalmente autorizado sem dívida), se tornar consolidada de forma permanente, então esse governo fornecerá seu próprio dinheiro sem custo. Ele pagará suas dívidas e ficará sem dívidas (junto aos banqueiros internacionais).
Ele alcançará uma prosperidade sem precedentes na história dos governos civilizados do mundo. Os cérebros e a riqueza de todos os países irão para a América do Norte. Esse governo precisa ser destruído, ou destruirá cada uma das monarquias no mundo."

Os Rothschilds e seus amigos enviaram seus cupins financeiros para destruir os EUA por que eles "estavam alcançando uma prosperidade sem precedentes".

A primeira evidência documentada do envolvimento dos Rothschilds nas questões financeiras dos EUA surgiu no fim dos anos 1820 e início dos anos 1830 quando a família, por meio de seu agente Nicholas Biddie, lutou para derrotar a tentativa de Andrew Jackson de colocar restrições aos banqueiros internacionais.
Os Rothschilds perderam a primeira rodada quando em 1832, o presidente Jackson vetou a tentativa de renovar a carta patente do 'Banco dos Estados Unidos' (um banco central controlado pelos banqueiros internacionais). Em 1836 o banco fechou as portas.

O Plano de Destruição - Nos anos após a Independência, um sólido relacionamento comercial tinha se desenvolvido entre a aristocracia produtora de algodão no sul e os fabricantes de algodão na Inglaterra. Os banqueiros europeus decidiram que essa conexão era o calcanhar de Aquiles da América, a porta por meio da qual a jovem República Americana poderia ser atacada e vencida.

The Illustrated University History, 1878, pg 504, nos diz que os estados do sul estavam repletos de agentes britânicos.

Esses agentes conspiraram com políticos locais para trabalhar contra os melhores interesses dos Estados Unidos.
Eles cuidadosamente semearam e alimentaram propaganda transformada em rebelião aberta, que resultou na secessão da Carolina do Sul em 29 de dezembro de 1860. Algumas semanas mais tarde, seis estados aderiram à conspiração contra a União e romperam, para formar os Estados Confederados da América, com Jefferson Davies como presidente.

Os conspiradores atacaram exércitos, tomaram fortes, arsenais, a Casa da Moeda, e outras propriedades da União. Até mesmo membros do gabinete do presidente Buchanan conspiraram para destruir a União, danificando o crédito público e trabalhando para levar o país à bancarrota. Buchanan afirmava deplorar a secessão mas não tomou medidas para impedi-la, até que um navio da Marinha foi atacado por baterias antinavais na costa da Carolina do Sul, pelos confederados, mas ela obviamente começou em uma data muito anterior. Logo em seguida, Abraham Lincoln tornou-se presidente e foi empossado em 4 de março de 1861. Lincoln
imediatamente ordenou um bloqueio aos portos do sul para cortar os suprimentos que chegavam da Europa. A data
'oficial' para o início da Guerra Civil é 12 de abril de 1861, quando o Forte Sumter, na Carolina do Sul, foi bombardeado.

Em dezembro de 1861, tropas européias (britânicas, francesas e espanholas) entraram em grande número no México, em desafio à Doutrina Monroe. Isto, junto com a ampla ajuda européia à Confederação indicava fortemente que a Coroa estava se preparando para entrar na guerra. O cenário para o Norte, e o futuro da União, eram realmente muito sombrios.
Nessa hora de crise extrema, o presidente Lincoln apelou para o inimigo perene da Coroa, a Rússia, em busca de ajuda. Quando o envelope que continha o apelo urgente de Lincoln foi entregue ao czar Alexandre II, ele o segurou fechado em suas mãos e disse:

"Antes de abrirmos este documento ou de conhecermos seu conteúdo, atendemos a qualquer pedido que ele possa conter."

Sem ser anunciada, uma frota russa, sob o comando do almirante Liviski, entrou no porto de Nova York, em 24 de Setembro de 1863, e ancorou ali. A frota russa do Pacífico, sob o comando do almirante Popov, chegou a San Francisco em 12 de Outubro. Sobre esse acto dos russos, Gideon Wells escreveu:


"Eles chegaram quando a maré estava alta do lado da Confederação e baixa no lado do Norte, fazendo a Inglaterra e a França hesitarem tempo o suficiente para virar a maré para o Norte."

(Empire of 'The City', pg 90)

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A história revela que os Rothschilds estavam fortemente envolvidos em financiar ambos os lados na Guerra Civil. Lincoln atrapalhou as actividades deles quando, em 1862 e 1863, recusou-se a pagar as taxas de juros exorbitantes exigidas pelos Rothschilds e emitiu, autorizado pela Constituição, notas do tesouro sem juros. Por este e por outros actos de patriotismo Lincoln recebeu um tiro a sangue frio de John Wilkes Booth, em 14 de abril de 1865, exatamente cinco dias após o general sulista Robert E. Lee render-se ao general Ulysses Grant, em Appomattox Court House, na Virgínia.

A neta de Booth, Izola Forrester, diz em This One Mad Act que o assassino de Lincoln tinha estado em contato bem próximo com europeus misteriosos antes do assassinato, e tinha feito pelo menos uma viagem à Europa. Após o assassinato, Booth foi colocado em segurança por membros dos Cavaleiros do Círculo Dourado. De acordo com a autora, Booth viveu ainda por muitos dias após seu sumiço.

Os Banqueiros Internacionais Perseguem Seus Objectivos Não desanimados por seus fracassos iniciais ao tentarem destruir os Estados Unidos, os banqueiros internacionais buscaram seus objectivos com zelo implacável. Entre o fim da Guerra Civil e 1814, seus principais agentes nos Estados Unidos foram Kuhn, Loeb and Company e J. P. Morgan and
Company.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:55 am

Uma breve história de Kuhn, Loeb and Co. apareceu na revista Newsweek de 1 de fevereiro de 1936:
"Abraham Kuhn e Salomon Loeb eram negociantes de produtos gerais de Lafayette, Indiana, em 1850. Como é comum em regiões recém-colonizadas, a maioria das transações era à base de crédito. Eles logo descobriram que eram banqueiros... Em 1867, fundaram Kuhn, Loeb and Co., banqueiros, na cidade de Nova York, aceitando um jovem imigrante alemão, Jacob Schiff, como sócio. O jovem Schiff tinha importantes conexões financeiras na Europa. Após dez anos, com a aposentadoria de Kuhn, Jacob Schiff tornou-se presidente da Kuhn, Loeb and Co. Sob a direção de Schiff, a casa trouxe capital europeu em contato com a indústria americana."
As "importantes conexões de Schiff na Europa" eram os Rothschilds e seus representantes alemães, os M. M. Warburg, de Hamburgo e Amsterdã. Dentro de vinte anos, os Rothschilds, por meio de sua conexão com os Warburg, tinham fornecido o capital que permitiu a John D. Rockefeller expandir grandemente seu império da Standard Oil (companhia petrolífera). Eles também financiaram as actividades de Edward Harriman (estradas de ferro) e Andrew Carnegie
(siderurgia).

Na virada para o século XX, os Rothschilds, não satisfeitos com os progressos feitos por suas operações americanas, enviaram um de seus principais especialistas, Paul Moritz Warburg, para Nova York para assumir o controle directo do assalto ao único país que era um verdadeiro campeão da liberdade e da prosperidade individual - os Estados Unidos.

No início do séc. xx, os EUA já tinham implementado e removido alguns sistemas bancários centrais, onde tinham sido realizadas inúmeras falcatruas bancárias sem escrúpulos.
Por esta altura, as famílias dominantes na banca e negócios mundiais eram: Os Rothschilds, Rockefellers, os Morgans e os Warburgs.

Em uma oitiva no Comité Sobre Bancos e Moeda do Congresso, em 1913, Warburg revelou que ele era "membro da firma bancária Kuhn, Loeb and Co. Vim a este país em 1902, nasci e fui educado no negócio da actividade bancária em Hamburgo, na Alemanha, e estudei actividade bancária em Londres e Paris, e viajei por todo o mundo..."
No fim dos anos 1800, as pessoas não estudavam actividade bancária em Londres e em todo o mundo a não ser que tivessem uma missão especial a realizar.

No início de 1907, Jacob Schiff, o chefe controlado pelos Rothschilds, da Kuhn, Loeb and Co., em um discurso na Câmara de Comércio de Nova York, advertiu que "a não ser que tenhamos um Banco Central com controle adequado dos recursos de crédito, este país passará pelo mais severo e amplo pânico financeiro na história."

Os banqueiros, procuraram impulsionar mais uma vez, as leis para criar outro Banco Central,
Contudo, sabiam que o governo eo povo estavam bem alertados para este tipo de instituições.
Por isso, precisavam de criar um incidente para afectar a opinião pública.

J. P. Morgan, publicamente considerado um intelectual financeiro dessa altura,explorou a sua influência massiva, espalhando boatos sobre a falência de um importante banco de Nova Iorque.
Morgan sabia que isto iria causar histeria massiva, o que iria afectar igualmente outros bancos.
E assim foi, o povo, receando perder seus depósitos, começou de imediato a fazer levantamentos em massa.
Consequentemente os bancos foram forçados a reclamar os seus empréstimos, levando a que os seus devedores, vendessem as suas propriedades e assim a espiral de falências, cobranças e tumultos emergiu.

Juntando as peças do puzzle, alguns anos depois, Fedrik Allen da Life Magazine escreveu:

“ Os interesses dos Morgan tiraram partido… percepitando o pânico de 1907, guiando-o com astúcia conforme progredia.”
Desconheçendo a fraude, o pânico de 1907, levou a uma investigação do Congresso, liderada pelo Senador Nelson Aldrich, com ligações próximas aos cartéis bancários e mais tarde parte da família Rockefeller por matrimónio.
A Comissão liderada por Aldrich, recomendou que um Banco Central deveria ser implementado, para que um pânico como o de 1907, nunca mais voltasse a acontecer.
Esta era a faísca que os banqueiros internacionais precisavam para iniciarem o seu plano.

Em 1910, uma reunião secreta, teve lugar no estado de J. P. Morgan, na ilha de Jekyll, ao largo da costa da Georgia.
Foi lá que o tratado do Banco Central, chamado Acto da Reserva Federal, foi elaborado:
“ Esta legislação foi escrita por banqueiros, não por legisladores.”

A reunião foi tão secreta, tão fechada ao conhecimento do governo e do povo, que as cerca de dez figuras presentes, disfarçaram os seus nomes ao deslocarem-se pela ilha.
Depois de elaborado, o tratado foi entregue ao seu porta-voz político, ao Senador Nelson Aldrich, para o impulsionar até ao Congresso.

E em 1913, com um pesado apoio político dos banqueiros, Woodrow Wilson tornou-se Presidente, tendo já acordado assinar o Acto da Reserva Federal, em troca do apoio para a campanha e dois dias antes do Natal, quando a maior parte do Congresso estava em casa com as suas famílias, o Acto da Reserva Federal, foi votado e por sua vez o Presidente Wilson tornou-o lei.



Anos mais tarde, Woodrow Wilson escreveu com arrependimento:

“ A nossa grande nação industrial é controlada pelo seu sistema de crédito. O nosso sistema de crédito está concentrado em privados. Logo, o crescimento da nação e todas as nossas actividades estão nas mãos de alguns homens, que inevitavelmente, devido às suas próprias limitações, desencoragem, reprimem e destroem a liberdade económica genuína. Nós acabamos por ser um dos governos pior regidos e dos mais completamente controlados e dominados do mundo civilizado; já não é um governo pela liberdade de expressão, nem um governo pela convicção e pelo voto da maioria, mas sim um governo pela opinião e pela dureza de pequenos grupos de homens dominantes.”

O Congressista Louis McFadden também expressou a verdade, quando o tratado foi aprovado:

“ Um sistema bancário mundial estava a ser preparado aqui, um Super-Estado controlado por banqueiros internacionais, actuando em conjunto para escravizar o mundo, para o seu próprio prazer. O Banco Central usurpou o governo.”

Disseram ao povo que o Sistema de Reserva Federal, era um estabilizador económico e que a inflacção e as crises da economia foram um pormenor do passado. Como nos demonstrou a história, nada está mais longe da verdade.
O facto é que os bancários internacionais obtiveram um mecanismo para expandir as suas ambições pessoais.

De 1914 a 1919, a Reserva Federal aumentou a disponibilidade de dinheiro em quase 100%, o resultando em longos empréstimos a pequenos bancos e ao povo.

Em 1920, a Reserva Federal reclamou uma massiva percentagem do dinheiro fornecido, resultando nos bancos a tentarem reaver um grande número de empréstimos e como em 1907, ocorreram as corridas aos bancos, falências e colapsos. Mais de 5400 bancos competitivos, fora do Sistema da Reserva Federal faliram, consolidando o monopólio a um pequeno grupo de banqueiros internacionais.

Em relação a este crime, o Congressista Lindbergh impôs-se e disse em 1921:

“ Sob o Acto da Reserva Federal, o pânico é criado cientificamente. O presente pânico é o primeiro criado cientificamente, resolvido com base numa equação matemática.”

Contudo, o pânico de 1920 foi apenas um aquecimento.
De 1921 a 1929, a Reserva Federal aumentou mais uma vez o fornecimento de dinheiro, resultando uma vez mais em longos empréstimos ao povo e aos bancos.
Surgiu também um novo tipo de empréstimo, chamado Empréstimo Paralelo na bolsa de valores.
De modo simples, o Empréstimo Paralelo, permitia a um investidor pagar 10% do preço das acções, sendo os restantes 90%, emprestados pelo corrector.
Por outras palavras, uma pessoa poderia ter 1000 dólares de valor em bolsa, pagando apenas 100 dólares.
Este método foi muito popular nos anos 20, visto que toda a gente parecia estar a ganhar dinheiro na bolsa.
Contudo este empréstimo tinha uma contrapartida, podia ser reclamado a qualquer momento e teria de ser pago em 24 horas. Na designação de bolsistas é chamado de “Margin Call” e o resultado típico de uma Margin Call é a venda das acções compradas com esse empréstimo.
Por isso, alguns meses antes de Outubro de 1929, J. D. Rockefeller, Bernhard Barak e outros infiltrados, foram silenciosamente abandonando a bolsa.
E a 24 de Outubro de 1929, os financeiros de Nova Iorque que forneceram esses empréstimos paralelos, começaram a reclamar o seu pagamento aos endividados em massa.
Isto despoletou numa massiva onda de vendas na bolsa, ao tentarem cobrir o Empréstimo Paralelo.

Mais uma vez despoletou uma corrida aos bancos pela mesma razão, o que levou mais de 16000 bancos à ruína, permitindo aos conspiradores banqueiros internacionais, não só comprarem os bancos rivais a preço de saldo, como também comprar empresas inteiras a um preço ínfimo. Foi o maior roubo da história da América.

Mas não terminou aqui, em vez de expandir o fornecimento de dinheiro que foi recolhido deste colapso económico, a Reserva Federal na verdade retraiu o fornecimento, alimentando uma das maiores depressões da história.

Mais uma vez ultrajado, o Congressista Louis McFadden, um oponente de longa data dos cartéis bancários, começou a avançar com procedimentos de denúncia à Comissão da Reserva Federal.

McFadden falando sobre o “crash” e a depressão:

“ Foi uma ocorrência cautelosamente planeada. Banqueiros internacionais procuram trazer uma condição de desespero, para que possam vir a ser donos de todos nós.”

Sem surpresas e após duas tentativas de assassinato falhadas, McFadden foi envenenado num banquete, antes que conseguisse levar a cabo a denúncia.

Após terem reduzido a sociedade à miséria, os banqueiros da Reserva Federal, decidiram que o Ouro como padrão monetário, deveria ser removido. Para esse efeito, presisaram de adquirir o restante ouro no sistema. Assim, sob o pretexto de ajudar o fim da Grande Depressão, veio a Apreensão do Ouro em 1933. Sob ameaça de prisão por 10 anos, foi pedido a todos os Americanos para entregarem todo o ouro maciço à Tesouraria, basicamente a roubar o resto que o povo ainda tinha.

No fim de 1933, a sistema Padrão-Ouro, era abolido. Se observarmos uma nota de dólar antes de 1933, diz que é “amortizável em ouro”, uma nota de dólar de hoje, diz que é moeda com curso legal, o que significa que é suportada por absolutamente nada,” papel sem valor.”
A única coisa que dá valor ao dinheiro é a quantidade que circula, portanto o poder de regular o fornecimento de dinheiro, é também o poder de regular o seu valor, “o poder de colocar economias e sociedades inteiras de joelhos.”
É importante perceber que a Reserva Federal, é uma corporação privada. É tão privada como o “ Federal Express “, faz as suas próprias políticas não se encontra sob nenhum regulamento do governo dos EUA.
É um banco privado que empresta todo dinheiro com juros, ao governo, completamente consistente com o modelo fraudulento de Banco Central, a que o país procurou fugir, quando declarou a Independência, na guerra revolucionária Americana.
Voltando a 1913, o Acto da Reserva Federal, não foi o único tratado inconstitucional, aprovado em congresso o IRS (nos EUA), também o foi.
Em primeiro lugar o IRS é completamente inconstitucional, porque é um imposto directo e nã contributivo. Todos os impostos directos, têm que ser contributivos para ter uma base legal na constituição.
Segundo o número de Estados que são precisos para ractificar a emenda que permitiu o IRS, nunca foi atingido e isto tem sido ainda por cima citado em muitas disputas jurídicas actuais.

“ Se você examinasse a 16ª emenda, cuidadosamente descobririam que um número de Estados suficientes, nunca chegou a ractificar essa emenda.”

Juíz do Tribunal Distrital dos EUA
James C. Fox, 2003

Hoje, quase 35% do ordenado dos trabalhadores da classe média nos EUA, são lhes retirados através deste imposto.
O que significa que trabalham 4meses por ano, só para prencher esta obrigação. Este dinheiro é utilizado para pagar os juros dos empréstimos do dinheiro produzido pelo fraudulento Banco da Reserva Federal, um sistema que nunca precisou sequer de existir.
O dinheiro que ganham ao trabalhar 4 meses, vai directamente para os bolsos dos banqueiros internacionais, que são donos do Banco privado da Reserva Federal, não existindo literalmente nenhum estatuto, nenhuma lei vigente, que lhes obrigue a pagar este imposto a não ser a reinvidicação fraudulenta por parte do governo. “ O IRS não é mais que escravizar o país inteiro”.

O controlo da economia e a perpétua usurpação da sanidade do povo, são apenas partes do cubo mágico que os bancários têm nas suas mãos.

Desde o início da Reserva Federal em 1913, que começaram algumas pequenas e grandes guerras.
As três mais famosas foram a 1ª Grande Guerra, a 2ª Guerra Mundial e a do Vietnam.

1ª Grande Guerra - Em 1914, rompeu a guerra europeia centrada entre a Inglaterra e a Alemanha.
O povo Americano, não queria ter nada a ver com a guerra.
Por sua vez o Presidente Woodrow Wilson, declarou neutralidade publicamente.
Porém, sorrateiramente, a administração dos EUA, procurava uma desculpa para poder participar.

Numa observação do Secretário de Estado William Jennings:

“ Os grandes interesses bancários estiveram profundamente interessados na Grande Guerra, por causa das largas oportunidades para grandes lucros.”

É importante compreender que o mais lucrativo que pode acontecer para os banqueiros internacionais, é a guerra, pois força o país a pedir ainda mais dinheiro emprestado ao Banco da Reserva Federal, com juros.

O Coronel Edward House, foi o principal conselheiro de Woodrow Wilson, um homem com fortes ligações com os banqueiros internacionais.
Num registo de uma conversa entre o Coronel House, conselheiro de Woodrow e Sir Edward Grey, Secretário de Estado para os Negócios Estrangeiros da Inglaterra, sobre como levar os EUA a participar na guerra:

Grey, perguntou:
“ O que farão os Americanos se os Alemães afundarem um transatlântico com Americanos a bordo? ”

House, respondeu:
“ Eu creio que uma onda de indignação, irá cobrir os Estados Unidos e isso por si só, será suficiente para nos levar para a guerra.”

Assim, em 27 de Maio de 1915, tal como na sugestão de Sir Edwar Grey, o navio chamado Lusitânia, foi deliberadamente enviado para àguas controladas pela Alemanha, onde se sabia que estavam os navios de guerra alemães. E, como já era esperado, os V-Boat Alemães, torpedearam o navio, matando 1200 pessoas.
Para se perceber a deliberada intensão desta estratégia, a embaixada Alemã, colocou avisos no New York Times, a dizer às pessoas que se embarcassem no Lusitânia, o fariam por sua conta e risco e se tal navio navegasse da América para a Inglaterra através da zona de guerra, estaria sujeito a ser destruído.
Por sua vez, tal como se esperava, o afundamento do Lusitânia causou uma onda de revolta no povo americano e pouco tempo depois, a América entrava na guerra.
A Primeira Grande Guerra, causou 323 mil mortos entre os americanos, J. D. Rockeffeller, fez cerca de 200 milhões de dólares com ela, para não falar dos custos de guerra de cerca de 30 biliões de dólares à América, sendo a maioria emprestado pelo Banco da Reserva Federal, com juros, aumentando assim os lucros dos banqueiros internacionais.


2ª Guerra Mundial - A 7 de Dezembro de 1941, o Japão atacou a frota Americana de Pearl Harbor, despoletando a entrada da América na guerra.
O Presidente Franklin D. Roosevelt, declarou que o ataque foi “ Um dia que irá perdurar na infâmia.”
Um dia de infâmia de facto, mas não por causa do alegado ataque surpresa a Pearl Harbor.
Após 60 anos a desvendar informações, é óbvio que o ataque a Pearl Harbour, não só era conhecido com semanas de antecedência, como foi inteiramente desejado e provocado.
Roosvelt, cuja família tinha sido banqueiros en Nova Iorque desde o séc.XVIII e cujo tio Fredrik fazia parte da comissão da Reserva Federal, foi mais uma vez muito conveniente aos interesses dos bancários internacionais e o interesse era entrar na guerra.

Numa página do diário do Secretário de Guerra de Roosevelt, Henry Stimson, de 25 de Novembro de 1941, relatava uma conversa que teve com Roosvelt:

“ A questão era, como os iríamos levar a dispararem primeiro. Era desejável certificarmo-nos que fossem os Japoneses a faze-lo, para que não restassem dúvidas sobre quem eram os agressores.”

Antes do ataque a Pearl Harbor, Roosevelt fez quase tudo em seu poder, para enfurecer os Japoneses, mostrando uma postura de agressão:

- Parou toda a importação de petróleo americano para o Japão.
- Congelou todos os recursos Japoneses nos Estados Unidos.
- Fez empréstimos públicos à China nacionalista, inimiga do Japão.
- Forneceu ajuda militar aos Ingleses, inimigos da Japão.

Tudo isto, viola completamente todos os acordos internacionais de guerra.

A 4 de Dezembro, 3 dias antes do ataque, os Serviços Secretoa Australianos, informaram Roosevelt sobre um batalhão do exército Japonês a mover-se em direcção a Pearl Harbor.
Rossevelt ignorou, assim como o esperado, permitindo a 7 de Dezembro de 1941, que o Japão atacasse Pearl Harbor, matando 2400 soldados americanos.
Antes de Pearl Harbor, 83% dos Americanos não estavam minimamente envolvidos na guerra, depois deste acontecimento, 1 milhão de homens voluntariaram-se para a guerra.
Durante a 2ª Guerra, o esforço de guerra da Alemanha Nazi, foi na maioria suportada por duas organizações, uma das quais chamada I.G.Farben.
A I.G.Farben, produziu 84% dos explosivos da Alemanha, o Zyklon B, usado nos campos de concentração para matar milhões de pessoas e o Flúor para fluorar a àgua dos campos de concentração, para manter as pessoas sedadas.
Um dos parceiros da I.G.Farben, do qual não se falava, era a Standard Oil Company de J.D. Rockefeller`s na América.
A Força Aérea Alemã, nem conseguiria operar sem o aditivo especial patenteado pela Rockefeller Standard Oil.
O drástico bombardeamento de Londres pela Alemanha Nazi, só foi possível, devido à venda de 20 milhões de dólares de combustível à I.G.Farben, pela Rockefeller Standard Oil.


Facto curioso:

“ Durante a Segunda Guerra Mundial. É interessante observar que nenhuma das fábricas e edifícios da I. G. Farben foram bombardeados, sabotados ou danificados pelos aliados durante a guerra. O pesquisador Ian E. Stephens disse que os comandantes das missões de bombardeio tinham instruções, procedentes provavelmente dos altos escalões do governo dos Estados Unidos, para evitarem esses edifícios. ”

http://www.umanovaera.com/conspiracoes/Veneno_na_Torneira.htm
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:56 am

Outra organização traidora, é a Union Banking Corporation de Nova Iorque.
Não só financiou inúmeros aspectos da subida de Hittler ao poder, equipamento durante a guerra,
como também foi um banco de lavagem de dinheiro Nazi, sendo eventualmente denunciado, por terem milhões de dólares de dinheiro Nazi, nos seus cofres.
A Union Banking Corporation de Nova Iorque, acabou por ser apreendida, pelo acto de negociar com o inimigo.
O Director e Vice-Presidente da Union Banking na altura, era Prescott Bush, avô do ex-Presidente George W. Bush, “ quando abordar a questão moral e política da família Bush, lembre-se deste pormenor.”


Vietname - A declaração oficial de guerra dos EUA ao Vietname do Norte em 1964, surgiu alegadamente por causa de um incidente, envolvendo o ataque a dois US Destroyers, por barcos PTs Norte Vietnamitas no golfo de Tonkin. “ Isto ficou conhecido, como o incidente do Golfo de Tonkin.”
Esta única situação, foi o pretexto para invasão massiva de tropas e o despoletar da guerra.
No entanto, só existiu um problema, o ataque aos Destroyers dos EUA por barcos Pts Norte Vietnamitas, nunca aconteceu, “ como as armas de destruição maçica do Iraque.”
Foi um advento completamente encenado para terem uma desculpa para entrarem em guerra.
O Secretário da Defesa Robert McNamara, disse anos depois que o incidente do Golfo de Tonkin, foi um “engano” e que muitos outros informadores e oficiais, comunicaram que aquilo era uma farsa planeada, uma mentira completa.
“Uma vez na guerra, são negócios como de costume.”
Em Outubro de 1966, o Presidente Lyndon Johnson, levantou limitações ao bloco soviético, sabendo muito bem que os Soviéticos, forneciam 80% do equipamento de guerra Norte Vietnamita.
Consequentemente, os Rockefeller financiaram fábricas na União Soviética, que os Soviéticos usavam para produzir equipamento de guerra e enviar para o Vietname do Norte.

Em 1985, o Compromiso de Honra do Vietname, foi divulgado.
( Isto detalhava o que as tropas americanas podiam e não podiam fazer na guerra. )

Incluía coisas absurdas, como:

- Sistemas de anti-aéreas Norte Vietnamitas, não podiam ser bombardeadas até se saber que estão operacionais.

- Nenhum inimigo poderá ser perseguido assim que passe a fronteira do Laos ou Camboja.

- Os alvos estratégicos mais críticos, não poderão ser atacados, a menos que autorizados por altas patentes militares.

À parte destas imposições rídiculas, o Vietname do Norte, foi informado destas restrições e como tal, pode basear estratégias inteiras em redor das limitações das forças Americanas.
Esta foi a razão pela qual esta guerra durou tanto tempo e no fundo, a verdade era esta:
“ A Guerra do Vietname, nunca foi para ser ganha, apenas prolongada.”
Esta guerra, pelos lucros, resultou na morte de 58 mil Americanos e 3 milhões de Vietnamitas.


O 11 de Setembro - O 11 de Setembro, foi aquilo que é agora, uma agenda apressada da elite sem escrúpulos.
Um pretexto de guerra encenado à semelhança do afundamento do Lusitânia, às provocações de Pearl Harbor e à mentira do Golfo de Tonkin.
De facto se o 9/11, não fosse um pretexto de guerra planeado, seria uma excepção à regra.
Já foi usado para despoletar duas guerras ilegais e não provocadas. Uma contra o Iraque e outra contra o Afeganistão.
Contudo, o 9/11, é igualmente pretexto para outra guerra, contra a população mundial e sobretudo o povo americano.
O “ Acto Patriota ”, a “ Segurança da Pátria “, o “ Acto Militar dos Tribunais “ e outras legislações, são completamente e inteiramente feitas para destruir todas as nossas liberdades e limitar todas as nossas capacidades de reacção contra o que aí vem.
Actualmente nos Estados Unidos, os Americanos desprevenidos e a maioria de cérebros “lavados”, não se aperceberam que, podem efectuar buscas em suas casas, sem mandatos, sem estarem em casa, podendo por sua vez serem presos, sem que nenhuma acusação lhes seja revelada, detidos indefinidamente sem acesso a um advogado e legalmente torturados, tudo sob suspeita que possam ser terroristas.
“ Uma verdadeira caça às Bruxas da época da Inquisição.”



http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=612

http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024




- Funcionamento do sistema da RESERVA FEDERAL:


O Sistema da Reserva Federal é o resultado de o Congresso e o Presidente terem concordado em privatizar o sistema monetário nacional e delegar um poder que deveria ter permanecido direito exclusivo do governo. Este decreto foi tão afrontoso que o Fed teve de ser propositadamente concebido de forma a que se assemelhasse a um ramo do governo federal, para que não transparecesse que se trata na verdade de uma coligação bancária privada e todo-poderosa, cujos bancos membros (incluindo todos os nacionais) partilham dos imensos lucros obtidos pelo controlo do privilégio que só os governos deviam controlar — o direito de emitir dinheiro, qualquer que seja a quantia, controlar o seu fornecimento e o seu preço — colhendo benefícios ao conceder empréstimos com uma margem de lucro, mesmo ao próprio governo, que paga assim juros que nunca pagaria se simplesmente imprimisse o seu próprio dinheiro. Interprete o que aconteceu como se o governo tivesse legalizado o direito de falsificar a moeda nacional para lucro privado. Não há qualquer exagero em afirmar que estamos perante a maior falcatrua financeira de sempre, prejudicando terrivelmente o público sem que este disso se aperceba. Eis como isto funciona em linhas gerais:

Foi dada ao Fed a autoridade de conduzir a política monetária da nação em decorrência do poder de controlar o fornecimento e o preço do dinheiro. O Fed tem três maneiras de o fazer: através de transacções no mercado livre (open market); da taxa de desconto que cobra aos bancos membros; e da percentagem de reservas obrigatórias dos bancos membros, bens que o Fed requer que permaneçam na sua posse, não sendo utilizáveis em empréstimos. O Painel de Governadores é responsável por tratar da percentagem de desconto e das reservas obrigatórias, ao passo que o Comité Federal do Mercado Livre (Federal Open Market Committee, FOMC) está encarregado das operações em mercado livre de compra e venda de títulos, como será pormenorizado a seguir. Usando destas ferramentas, o Fed consegue influenciar a oferta e procura de dinheiro logo controlar directamente a taxa a curto prazo sobre os fundos federais, que é sempre fixa, a não ser que o Fed a queira subir ou descer. Taxas de maior longevidade são controladas pelos grandes corretores institucionais do mercado da bolsa.

- O FOMC e o seu funcionamento:

O Comité Federal do Mercado Livre é a verdadeira chave de todo o processo de criação ou contracção de dinheiro. Consiste de 12 membros — sete membros do Painel de Governadores do Fed, o presidente do Banco Federal de Nova Iorque (o mais importante deles todos) e quatro dos restantes 11 presidentes dos Bancos da Reserva Federal que exercem períodos rotativos de um ano. O FOMC reúne-se oito vezes por ano a intervalos regulares para avaliar as condições económicas e decidir quão solta ou tensa se pretende que a política económica seja, de forma a preservar o objectivo implícito de um crescimento económico sustentável e estabilidade de preços.

O FOMC tem literalmente o poder de criar dinheiro do nada. Consegue fazer isto num processo de quatro etapas:

1- O FOMC começa por aprovar a compra de títulos do governo dos EUA em mercado livre.

2- O Banco Federal de Nova Iorque compra os títulos aos vendedores (os mercados financeiros têm sempre um número igual de compradores e vendedores).

3- O Fed paga a sua compra com créditos electrónicos aos bancos dos vendedores. que, por sua vez, creditam as contas bancárias dos vendedores. Estes créditos são literalmente criados a partir do nada.

4- Os bancos que recebem os créditos podem usá-los como reservas que lhes permitem conceder empréstimos até 10 vezes esse valor (se a reserva obrigatória deles for de 10%) através da magia (que só os bancos possuem) da banca de reserva fraccionária e, claro, recebem juros sobre todo esse dinheiro. Que negócio, e é tudo legal! Imaginem quão ricos todos poderíamos estar se como indivíduos privados pudéssemos fazer o mesmo. Pedir um milhão emprestado ao Federal e, como que por magia, ele tornar-se 10 vezes mais, e podermos cobrar juros em tudo isso excepto os 10% iniciais que temos de manter em reserva. É esta a magia da criação de dinheiro da banca de reserva fraccionária e explica quão poderoso é o estimulo económico quando o Fed quer aumentar o crescimento económico.

Quando o Fed quer contrair a economia reduzindo o fornecimento de dinheiro, tem simplesmente de reverter o processo descrito em cima. Em vez de comprar títulos, vende-os para que o dinheiro saia dos bancos compradores em vez de entrar. Os empréstimos têm então de ser reduzidos 10 vezes se a reserva obrigatória for de 10.

http://www.resistir.info/eua/fed_jun06_p.html#notas



- O Bank for International Settlements (BIS) e os Bancos Centrais Associados:


Sigiloso, inviolável e completamente autónomo, Bank for International Settlements (BIS), fundado em 1930 e sediado em Basiléia- Suíça, “Cujo objectivo é promover a cooperação entre bancos centrais”. Este banco, de que a maioria das pessoas nunca ouviram falar, é o banco central dos bancos centrais membros, uma espécie de “patrão dos patrões” da banca, equivalente ao que parece existir no mundo obscuro dos padrinhos da Mafia. Tal como os outros bancos centrais, incluindo a Reserva Federal, é domínio privado dos seus membros.

A Reserva Federal dos EUA, Banco de Inglaterra, Banco do Japão e o Banco Central Europeu (para os 12 países Europeus que em 1999 adoptaram a moeda única) são instituições com um poder imenso, muito maior do que a maioria das pessoas imagina. Estes bancos preponderantes, tal como a maioria dos restantes, têm uma enorme influência nas condições financeiras de praticamente todos os países, incluindo obviamente o seu próprio, num mundo financeiro de fronteiras progressivamente esbatidas, onde um acontecimento económico significativo numa nação, tende a afectar a maioria das outras, tanto para melhor como para pior.

A máfia, continua: desde Março de 2006 o Fed parou de publicar o agregado M3 sobre a quantia total dos dólares em circulação. Com a perda dessa transparência os grandes compradores de títulos da Tesouraria dos EUA têm agora de calcular o valor do dólar baseados em especulação e incerteza ao invés de dados concretos — não é propriamente a melhor maneira de inspirar confiança aos mercados financeiros que funcionam melhor numa atmosfera de claridade e abertura.


http://www.resistir.info/eua/fed_jun06_p.html#notas

- A Grande Depressão do século XXI: Colapso da economia real

por Michel Chossudovsky
A crise financeira aprofunda-se, com o risco de interromper seriamente o sistema de pagamentos internacional.

Esta crise é muito mais séria do que a Grande Depressão. Todos os sectores importantes da economia global são afectados. Relatórios recentes sugerem que o sistema de Cartas de Crédito bem como a navegação internacional, a qual constitui a linha vital do sistema de comércio internacional, estão potencialmente ameaçados.

O proposto salvamento bancário sob o chamado Troubled Asset Relief Program (TARP) não é uma "solução" para a crise e sim a "causa" de mais um colapso.

O salvamento contribui para um novo processo de desestabilização da arquitectura financeira. Ele transfere grandes quantias de dinheiro público, a expensas dos contribuintes, para as mãos de financeiros privados. Isto leva a uma espiral de dívida pública e a uma centralização do poder bancário sem precedentes. Além disso, o dinheiro do salvamento é utilizado pelos gigantes financeiros para obter aquisições corporativas tanto no sector financeiro como na economia real.

Esta concentração sem precedentes de poder financeiro conduz sectores inteiros da indústria e dos serviços, um por um, à bancarrota, o que leva ao despedimento de milhares de trabalhadores.

As esferas superiores da Wall Street pairam sobre a economia real. A acumulação de grandes quantias de riqueza monetária por um punhado de conglomerados da Wall Street e seu hedge funds associados é reinvestida na aquisição de activos reais.

A riqueza de papel é transformado em propriedade e controle de activos produtivos reais, incluindo indústria, serviços, recursos naturais, infraestrutura, etc.
Colapso da procura do consumidor

A economia real está em crise. O consequente aumento do desemprego causa um declínio dramático nos gastos do consumidor o que por sua vez faz retroceder os níveis de produção de bens e serviços.

Exacerbada pela política macroeconómica neoliberal, esta espiral descendente é cumulativa, conduzindo finalmente a uma super-oferta de mercadorias.

As empresas não podem vender os seus produtos, porque os trabalhadores foram despedidos. Os consumidores, nomeadamente os trabalhadores, foram privados do poder de compra necessário para alimentar o crescimento económico. Com os seus magros rendimentos, eles não podem permitir-se adquirir os bens produzidos.



A superprodução dispara uma cadeia de bancarrotas

Os stocks de bens não vendidos acumulam-se. Finalmente, a produção entra em colapso. A oferta de mercadorias declina devido ao encerramento de instalações produtivas, incluindo fábricas de montagem de manufacturas.

No processo de encerramento da fábrica, muitos trabalhadores tornam-se desempregados. Milhares de firmas em bancarrota são expulsas do cenário económico, o que leva a um afundamento da produção.

A pobreza em massa e um declínio à escala mundial nos padrões de vida é o resultado de baixos salários e desemprego em massa. Isto é o resultado de uma anterior economia global de trabalho barato, em grande parte caracterizada pelos baixos salários das fábricas montadoras nos países do Terceiro Mundo.

A crise actual estende os contornos geográficos da economia do trabalho barato, levando ao empobrecimento de grandes sectores da população nos chamados países em desenvolvimento (incluindo as classes médias).

Nos EUA, Canadá e Europa Ocidental, todo o sector industrial está potencialmente ameaçado.

Estamos a tratar de um processo de reestruturação económica e financeira a longo prazo. Na sua fase primitiva, principiada na década de 1980 durante a era Reagan-Thatcher, empresas de nível local e regional, quintas familiares e pequenos negócios foram deslocados e destruídos. Um após o outro, o boom de fusões e aquisições da década de 1990 levou à consolidação simultânea de grandes entidades corporativos tanto na economia real como na banca e nos serviços financeiros.

Nos desenvolvimentos recentes, entretanto, a concentração de poder da banca foi a expensas dos negócios em grande escala (big business).

O que distingue esta fase particular da crise é a capacidade dos gigantes financeiros (através do seu controle decisivo sobre o crédito) não só para causar destruição na produção de bens e serviços como também para minar e destruir grandes entidades corporativas da economia real.

Bancarrotas estão a verificar-se em todos os principais sectores de actividade: Manufactura, telecoms, cadeias de lojas de bens de consumo, centros comerciais, companhias de aviação, hotéis e turismo, sem mencionar o imobiliário e a indústria da construção, vítimas do colapso das hipotecas subprime.

A General Motors confirmou que "poderia ficar sem cash dentro de uns poucos meses, o que poderia impelir a um dos maiores processos de bancarrota da história dos EUA" ( USNews.com , 11/Novembro/2008). Por sua vez isto afectaria uma série de indústrias relacionadas. Estimativas de perdas de emprego na indústria automobilística dos EUA vão de 30 mil até 100 mil postos. (Ibid)

Colapso do preço das acções da General Motors

Nos EUA, companhias de retalho ao consumidor estão em dificuldade: os preços das acções das cadeias de lojas de departamentos JC Penney e Nordstrom entraram em colapso. A Circuit City Stores Inc. pediu a protecção da concordata (Chapter 11). As acções da Best Buy, a cadeia de electrónica a retalho, mergulharam.

O Vodafone Group PLC, a maior companhia do mundo de telemóveis, para não mencionar InterContinental Hotels PLC, ficaram em dificuldades a seguir ao colapso do valor das suas acções. (AP, 12/Novembro/2998). À escala mundial, mais de duas dúzias de companhias de aviação vieram abaixo em 2008, somando-se a uma cadeia de bancarrotas de companhias de aviação no decorrer dos últimos cinco anos. ( Aviation and Aerospace News , 30/Outubro/2008). A segunda companhia aérea da Dinamarca, a Stirling, declarou bancarrota. Nos EUA, uma lista crescente de companhias imobiliárias já entrou com pedido de bancarrota.

Nos últimos dois meses tem havido numerosos encerramentos de fábricas por toda a América, levando ao despedimento permanente de dezenas de milhares de trabalhadores. Estes encerramentos afectaram várias áreas chave da actividade económica incluindo as indústrias química e farmacêutica, a indústria automóvel e sectores relacionados, a economia de serviços, etc.

As encomendas às fábricas dos EUA declinaram dramaticamente. A firma de inquéritos Autodata relatou em Outubro que as "vendas de carros e camiões leves em Setembro declinaram 27 por cento em comparação com o ano anterior". ( Washington Post, 03/Outubro/2008)
Desemprego

Segundo o US Bureau of Labor Statistics, mais 240 mil empregos foram perdidos só no mês de Outubro:
"O emprego assalariado não agrícola caiu em 230 mil em Outubro, e a taxa de desemprego aumentou de 6,1 para 6,5 por cento, relatou hoje o Bureau of Labor Statistics do Departamento do Trabalho. A queda de Outubro no emprego assalariado seguiu-se a declínios de 127 mil em Agosto e 284 mil em Setembro, conforme revisão. O emprego caiu em 1,2 milhão nos primeiros 10 meses de 2008; mais da metade da diminuição verificou-se nos últimos três meses. Em Outubro, as perdas de emprego continuaram na manufactura, na construção e em várias firmas que fornecem serviços à indústria...

Entre os desempregados, o número de pessoas que perderam o seu emprego não esperam ser recontratadas aumentou de 615 mil para 4,4 milhões em Outubro. Ao longo dos últimos 12 meses, a dimensão deste grupo aumentou em 1,7 milhão". ( Bureau of Labor Statistics , Novembro, 2008)
Os números oficiais não descrevem a seriedade da crise e o seu impacto devastador sobre o mercado de trabalho, uma vez que muitas das perdas de emprego não são relatadas.

A situação na União Europeia é igualmente perturbante. Um recente relatório britânico destaca o problema potencial do desemprego em massa no Nordeste da Inglaterra. Na Alemanha, um relatório publicado em Outubro sugere que 10-15% de todos os empregos automotivos na Alemanha poderia ser perdidos.

Cortes de empregos também foram anunciados nas fábricas da General Motors e da Nissan-Renault em Espanha. As vendas de carros na Espanha afundaram 40 por cento em Outubro, em relação às vendas no mesmo mês do ano anterior.

Bancarrota e arrestos:
Uma operação de circulação de dinheiro para os gigantes financeiros

Entre as companhias à beira da bancarrota há algumas altamente lucrativas. A pergunta importante: quem assume a propriedade das corporações industriais gigantes em bancarrota?
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:58 am

Bancarrotas e arrestos são uma operações de circulação de dinheiro. Com o colapso dos valores nos mercados de acções, as companhias ali listas experimentam um grande colapso do preço da sua acção, o que imediatamente afecta a sua credibilidade e a sua capacidade para tomar emprestado e/ou renegociar dívidas (as quais estão baseadas no valor cotado dos seus activos).

Os especuladores institucionais, os hedge funds et alii, aproveitam-se deste saqueio inesperado.

Eles disparam o colapso de companhias listas em bolsa através da venda à descoberto (short selling) e outras operações especulativas. Elas podem assim embolsar os seus ganhos especulativos em grande escala.

Segundo um relato no Financial Times, há prova de que o afundamento da indústria automobilística dos EUA foi em parte o resultado de manipulação. "A General Motors e a Ford perderam 31 por cento para US$3,01 e 10,9 por cento para US$1,80 apesar da esperança de que Washington pudesse salvar a indústria à beira do colapso. A queda verificou-se depois de o Deutsche Bank estabelecer um objectivo de preço zero para a GM ". ( FT, 14/Novembro/2008, ênfase acrescentada)

Os financeiros estão num passeio de compras. Os 400 multimilionários Forbes da América estão à espera na expectativa.

Depois de eles terem consolidado a sua posição na indústria bancária, os gigantes financeiros incluindo a JP Morgan Chase, Bank of America e outros utilizarão os seus ganhos inesperados de dinheiro e o dinheiro do salvamento proporcionado pelo TARP para uma extensão ulterior do seu controle sobre a economia real.

O passo seguinte consiste em transformar activos líquidos, nomeadamente riqueza monetária em papel, com a aquisição de activos da economia real.

Nesse aspecto, a Berkshire Hathaway Inc., de Warren Buffett, é um grande accionista da General Motors. Mais recentemente, a seguir ao colapso do valor das acções em Outubro e Novembro, Buffett aumentou a sua participação no produtor de petróleo ConocoPhillips, sem mencionar a Eaton Corp., cujo preço na Bolsa de Valores de Nova York afundou 62% em relação à cotação de Dezembro de 2008 (Bloomberg).

O alvo destas aquisições são as numerosas companhias industriais e de serviços altamente produtivas, as quais estão à beira da bancarrota e/ou cujas acções entraram em colapso.

Os administradores de dinheiro estão a escolher as peças.

Propriedade da economia real

Em resultado destes desenvolvimentos, os quais estão directamente relacionados com o colapso financeiro, toda a estrutura de propriedade dos activos da economia real está em perturbação.

A riqueza de papel acumulada através do comércio de iniciados e da manipulação do mercado de acções é utilizada para adquirir o controle sobre activos económicos reais, deslocando estruturas de propriedade pré existentes.


O que estamos a tratar é de um repugnante relacionamento entre a economia real e o sector financeiro. Os conglomerados financeiros não produzem mercadorias. Eles no essencial fazem dinheiro através da condução de transacções financeiras. Utilizam o dinheiro destas transacções para tomar o comando sobre corporações da economia real que produzem bens e serviços para consumo familiar.

Numa amarga distorção, os novos possuidores da indústria são os especuladores institucionais e os manipuladores financeiros. Eles estão a tornar-se os novos capitães da indústria, a deslocar não só estruturas de propriedade já existentes como também a instalar seus comparsas nas poltronas da administração corporativa.

Não é possível qualquer reforma sob o Consenso Washington-Wall Street

A Cimeira Financeira do G-20 de 15 de Novembro, em Washington, apoia o consenso Washington-Wall Street.

Apesar de formalmente apresentar um projecto para restaurar a estabilidade financeira, na prática a hegemonia da Wall Street permanece incólume. A tendência é para um sistema monetário unipolar dominado pelos Estados Unidos e apoiado pela sua superioridade militar.

Aos arquitectos do desastre financeiro, sob a lei de 1999 Gramm-Leach-Bliley (Financial Services Modernization Act, FSMA), foi confiada a tarefa de mitigar a crise — a qual foi criado por eles próprios. Eles são a causa do colapso financeiro.

A Cimeira Financeira do G-20 não questiona a legitimidade dos hedge funds e dos vários instrumentos de comércio derivativo. O comunicado final inclui um impreciso e opaco compromisso "para melhor regular os hedge funds e criar mais transparência em títulos relacionados com hipotecas como uma proposta para travar o deslizamento económico global".

Uma solução para esta crise só pode ser alcançada através de um processo de "desarmamento financeiro", tal como inicialmente formulado por John Maynard Keynes, o qual forçosamente desafia a hegemonia das instituições financeiras da Wall Street incluindo o seu controle sobre a política monetária. O "desarmamento financeiro" também exigiria o congelamento dos instrumentos de comércio especulativo e o desmantelamento dos hedge funds.

Obama endossa a desregulamentação financeira

Barack Obama abraçou o consenso Washington-Wall Street. Numa amarga meia volta, o antigo congressista Jim Leach, um republicano que patrocinou o FSMA de 1999 na Câmara dos Deputados, está agora a aconselhar Obama acerca da formulação de uma solução atempada para a crise.
Jim Leach, Madeleine Albright e o antigo secretário do Tesouro Larry Summers, que também tiveram um papel chave na promoção da legislação FSMA, compareceram à Cimeira Financeira do G-20, em 15 de Novembro, como parte da equipe de aconselhamento de Barack Obama:
"O presidente eleito Barack Obama e o vice-presidente eleito Joe Biden anunciaram que a antiga secretária de Estado Madeleine Albrith e o antigo congressista republicano Jim Leach estariam disponíveis para encontrarem-se com delegações na cimeira do G-20 em seu nome. Leach e Albright estão a manter reuniões não oficiais à procura de contribuições das delegações visitantes em nome do presidente eleito e do vice-presidente eleito. ( mlive.com , 15/Novembro/2008).
15/Novembro/2008
http://resistir.info/chossudovsky/grande_depressao_sec_xxi.html
Artigo relacionado:
Quem são os arquitectos do colapso económico?, de Michel Chossudovsky. Responsáveis pelo desastre financeiro estão a ser considerados pelo presidente eleito Barack Obama para o posto do secretário do Tesouro.

O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=1097



O INVESTIGADOR PATRICK MAINNE E OS ILLUMINATI

O investigador Patrik Mainne, relata-nos novos e surpreendentes detalhes que tem descoberto:

Estudar os segredos mais importantes da sociedade, parece-se como estudar as correntes de um lago. As ondas da superfície dão-nos pistas para conhecer o que se está passando por debaixo, na escuridão.
O plano mestre dos illuminati, requeria que estes se infiltrassem nos governos de todos os países do mundo.
Em nossa exaustiva investigação, nos centramos em um só objectivo, a anyiga União Soviética, para descobrir como foi manipulada pelos illuminati.
Uma forma efectiva de obter o controle de um governo, seria penetrar em suas estruturas de inteligência.
Informação recentemente emanada dos arquivos da KGB, entregaram-nos alguns detalhes inauditos.
Agora que a guerra fria terminou, filtrou-se certa informação altamente classificada, das cúpulas selosamente protegidas da antiga União Soviética.
Com a mudança a uma economia de mercado, muitos artigos que não estavam disponíveis para os russos, agora podem ser encontrados de alguma maneira no mercado negro.
Eles dizem que tudo está à venda na nova Rússia, incluindo os segredos de estado e os espiões que os conservam.
Logo após o colapso da União Soviética, veio a dissolução da KGB. O novo governo, formou sua própria Segurança e sua Nova Agência de Inteligência, empregando uma percentagem do antigo pessoal da KGB, mas também deixando muitos sem trabalho.
Inclusivé os que se contratou, que frequentemente não lhes pagou o prometido.
Nós descobrimos que muitos dos antigos empregados da KGB, estavam ansiosos para falar de primeira fonte e por um preço adequado, sobre suas actividades classificadas dentro da agência.
Mas ao tratar o tema dos illuminati, não havia quantidade de dinheiro que conseguisse induzir alguém a falar sobre ele.
Isto nos indicou que estávamos no caminho correcto e o mais perigoso, próximo a descobrir a presença da irmandade secreta dentro da KGB.
Os ex-funcionários da KGB, estavam dispostos a nos conduzir a suas fontes do mercado negro, onde podíamos obter informação detalhada, mas sob nosso próprio risco.
E embora a maior parte dos dados não foram produtivos, descobrimos que, com preseverança, dinheiro e um pouco de sorte, é possível adquirir documentos classificados da antiga União Soviética.
Durante alguns meses e utilizando uma câmara oculta, gravamos vários encontros, nos quais esperávamos obter materiais relevantes.
Uma transação entre um de nossos contactos em Moscovo e um comerciante do mercado negro, foi uma das nossas aventuras mais bem sucedidas. Após transação, descobrimos que alguns destes documentos, contribuíram para a confirmação dos dados narrados por ex-agentes da KGB, algo de muito valor para nós.
Tal como nos haviam dito, efectivamente a KGB, registava cuidadosamente suas actividades em documentos, filmes e fitas. E estas se armazenavam em estrita segurança numa câmara especial, sob os escritórios gerais da KGB.
Provavelmente eram as gravações mais confidenciais que possuía a agência. Com elas, poderíamos demonstrar com detalhes gráficos, as actividades mais pessoais da KGB e possivelmente sua conexão com os illuminati.
Os documentos que compramos dos comerciantes do mercado negro, foram vitais em nossas investigações.
Não só confirmaram que existia uma grande quantidade de material relevante sobre a KGB, mas também nos confirmaram que podiamos consegui-lo.
Novamente fomos às nossas fontes do mercado negro, mas agora com uma nova certeza. Acreditávamos que com o desaparecimento da KGB, a maior parte dos resguardos que protegiam estes arquivos, já não existiam.
Alguém no exterior deveria ter o conhecimento e o acesso para poder chegar a eles por algum preço.
Nos 5 meses seguintes, empregamos nossos recursos, somente em tratar de obter essas gravações confidenciais da KGB.
A transação entre um de nossos contactos em Moscovo, um intérprete e um comerciante local do mercado negro, derivou em surpreendentes resultados.
O lugar destes encontros, foi numa fábrica têxtil, no distrito de Sokornoky, em Moscovo.
O comerciante diz que lhe atribuíram uma tarefa difícil. Não foi fácil conseguir tais documentos.
De uma caixa forte, entregaram-nos os documentos relacionados, com os filmes e fitas que nos tinham prometido.
Logo depois de uma inspecção e comprovação superficial da autenticidade dos documentos,se completou a transação. Finalmente os filmes , fitas e documentos gráficos sobre os que tínhamos ouvido falar, apareceram.
Uma surpreendente revelação que obtivemos destes documentos classificados, é que descobrimos a prova de que os illuminati infiltraram-se à União Soviética e à KGB.

http://raivaescondida.wordpress.com/2009/03/15/historia-das-sociedades-secretas-illuminati-vs-vaticano-1-2/


OS ILLUMINATI E O VATICANO
(Continuação da reportagem de Patrick Mainee)


Numa comunicação documentada entre dois importantes agentes da KGB, referindo-se na realidade
ao “illuminado um” Adam Weishaupt pelo nome, eles nos permitiram aludir à conexão entre dois ex- governantes da Rússia, Joseph Stalin e Nikita Kruschev.

“ Nossa missão é inserir agentes dentro dos muros do Vaticano, é o objectivo sobre o qual nosso fundador Weishaupt, falou-nos há 200 anos atrás.
Isto se tentou por anos, tanto por Stalin como pelo Kruschev, mas sem êxito. Mas acredito que agora é a ocasião.”

Uma magnífica ampliação, revela que existe um ponto final inadvertido, que corresponde ao espaço final da última oração da página, trata-se de um selo.
É a pirâmide recortada e sobre ela o olho com o triângulo, a insígnia oficial dos illuminati, uma marca utilizada pela Sociedade Secreta, desde sua criação em 1776.
A KGB, estava determinada a infiltrar-se no Vaticano: Porque fazia isto?
- De todos os lugares, representava um interesse estratégico para os Russos?
A resposta é simples. Os Russos não tinham interesse no Vaticano, mas sim os illuminati.
Não só pelo assunto da vigança contra os católicos, mas sim por sua importância em seu grande objectivo de obter o controlo total do Mundo.
O Vaticano pode ser a força mais capitalista do mundo, para influenciar a população.
As políticas ditadas pelo Vaticano, afectam um trilhão de pessoas, distribuídas em cada continente, através de todo o globo terrestre, sendo pelo menos 300 milhões, sob influência directa dos Estados Unidos e da antiga União Soviética.
Reinando sobre este vasto império de seguidores, se encontra uma só pessoa, o líder “ O Papa”, cujas palavras e e intuitos, são considerados por seus seguidores, como inspiração divina. Nenhuma outra pessoa na Terra, possui uma influência ou um poder tão extraordinário.
Os illuminati, tinham um grande interesse em exercer uma profunda influência sobre o líder e seus conselheiros.
A KGB dispunha de um grupo de agentes atribuídos permanentemente em Roma. Mas a cidade do Vaticano, existe como um mundo muito fechado, um Estado independente, reconhecido oficialmente e com seu próprio Governo.
De facto, é um país soberano, existindo dentro da cidade de Roma. Mas o seu amparo desde o exterior é muito deficiente.
De outros documentos secretos que obtivemos da KGB, sabemos que em 1972, os illuminati, utilizando as pessoas que eles possuíam dentro da KGB, elaboraram um intrépido plano para posicionar um dos seus contactos, dentro dos muros do Vaticano.
Por fim, a irmandade secreta poderia começar a controlar a Igreja Católica desde o seu interior.
Um agente disfarçado, foi enviado ao Vaticano como um sacerdote ucraniano, expulso de seu país pelos comunistas, devido à sua retórica anti-comunista.Rapidamente foi aceite pelo clérigo do Vaticano pró-americano.
Logo depois de uns poucos meses, conseguiu seu objectivo primário, obter a confiança do escritório do Cardeal Villot.

Numa sequência exclusiva que obtivemos de uma fita da KGB, que aparece o agente disfarçado de sacerdote num encontro com o assistente chefe do Cardeal Villot.

O AGENTE, diz: “Eu gostaria de lhe apresentar um amigo muito bom, ele publicou um diário anti-comunista”.
O ASSISTENTE, responde: “Eu gostaria de conhece-lo.”
AGENTE: “ O Cardeal Villot deveria conhece-lo. Este é Vladomir.”

O Terceiro homem é realmente um agente disfarçado da KGB, inserido na organização illuminati;
Seu objectivo é obter o acesso até ao Cardeal.

ASSISTENTE: “Sim, é óbvio. Ele me informou que você publicou um periódico.”
TERCEIRO HOMEM: “Bom, eu diria que sim…”
ASSISTENTE: “ Bom, eu lhe asseguro que nosso Cardeal está muito interessado, isso é o que lhe devo contar, Senhor Vladomir.”
TERCEIRO HOMEM: “ Bem… bem…”
ASSISTENTE: “ Sim, acredito que posso marcar uma reunião, se me der a sua direcção.”

Ao ser enviado o assistente do Villot a Milão em sua costumeira viagem mensal, a KGB instala uma câmara em seu quarto de hotel. Isto corresponde às manobras típicas da KGB para assegurar a cooperação contínua do sacerdote mediante chantagem.
Durante vários dias, uma mulher trava amizade com o sacerdote e obtém a sua confiança.
O filme nos mostra como é montada a armadilha.

Uma noite a mulher vai ao seu quarto antes de um jantar.

MULHER: “ Branco, perfiro o branco por favor.”
ASSISTENTE: “ Me deixe ver, acredito que tenho um em alguma parte…. Aqui…”
ASSISTENTE: “ Tudo o que tenho… Parece-te bem…”
MULHER: “ Que seja… Está bem…”
Enquanto ele se aproxima com sua bebida, ela tira a sua blusa e o sotien…
MULHER: “ Bom, que pensa agora… Oh querido sua face é maravilhosa.”
O filme finaliza abruptamente…

Sem dúvida que o propósito do encontro era a filmagem do sacerdote junto a uma mulher semi-nua
em seu quarto de hotel, algo suficiente daninho para assegurar sua ajuda futura na vigilância das actividades de Villot. Certamente, num futuro próximo, os agentea da KGB controlados pelos
illuminati, procurariam os métodos para manipular o próprio Villot.
Uma vez que o conseguissem, encontrariam-se, muito perto do verdadeiro coração da religião católica, O Papa Paulo VI.
Mas ao que parece, os illuminati, não só se conformaram com a extorsão em seu objectivo de controlar o Vaticano.
Algumas vezes, eles também recorreram ao assasssinato. Desde a infiltração dos illuminati no Vaticano, morreram um número importante de oficiais sob estranhas circunstâncias, inclusivé três líders.
Em cada caso, a morte do oficial coincide com alguma significação política importante, a marca que
revela a influência da irmandade secreta nas políticas mundiais, por detrás de seu benefício pessoal
.
Em 1939, o Papa Pio XI foi envenenado, por emitir uma declaração que condenava tanto os Nazistas como os Fascistas, grupos que praticavam o mesmo tipo de mal, onde os illuminati estavam por detrás. Mas, antes de fazer publicamente a sua declaração, ele morreu repentinamente.
Um assistente próximo, o Cardeal Tisserant, proferiu em francês: “ Eles o assassinaram…, eles o assassinaram…”
Seu corpo foi embalsamado rapidamente, tornando impossível praticar a autópsia que revelasse a causa da sua morte.


Ao aparecer em 1978, a irmandade secreta, novamente iriam utilizar o assassinato para manipular o Papado, Paulo VI, morreu repentinamente, admitindo que ele era débil, a inesperada piora das suas condições de saúde, pareceu algo muito conveniente para muitos.

Em resposta, os arquitectos dos illuminati, obtiveram um resultado que não estavam em seus planos, um papa que pudesse enfrenta-los, João Paulo I.

Quando o novo Papa ocupou seus escritórios, demonstrou um grande ideal de independência.
Ao que parece, o Papa João Paulo I, tinha uma especial aversão à corrupção nas finanças do Vaticano, feito que ele tinha constatado de forma evidente, enquando fora Cardeal em Veneza, o Banco Católico de Veneza, tinha sido vendido em um acordo secreto ao Banco do Vaticano em uma quantia muito desvalorizada. Os lucros que obtiveram uns poucos com este negócio, calculava-se em mais de 70 milhões de dólares, mas as perdas para os venezianos foram enormes. O Clérigo de Veneza, perdeu todos os seus fundos de pensões.
Os artífices do acordo, os banqueiros Robert Calvi, seu mentor, Sindona e o director do Banco do Vaticano, o Bispo Marcinkus.

João Paulo I, quando foi eleito Papa, estes três personagens, ainda estavam a cargo de grande parte dos investimentos do dinheiro da Igreja e em sua nova posição o Pontífice tinha o poder para investigá-los e tornar público os factos e mais, ele estava disposto a publicar acordos ilegais, que envolviam uma soma aproximadamente de um trilião de dólares.
Isto seria um duro golpe para os illuminati, que concerteza estavam atrás destes assuntos financeiros ilegais.

O perigo para o Papa era evidente, um dia em uma reunião privada entre João Paulo e Nikodin, o Arcebispo da Igreja Ortodoxa Russa.

No momento de começar a reunião, serviram-se umas taças de café. Nikodin bebeu o primeiro gole e imediatamente caiu morto, sua cara se encontrava deformada por uma expressão horrível e anti-natural, reflectindo uma morte muito dolorosa.
Assombrado o Papa pôs cuidadosamente sua taça no prato sem beber um gole, certamente pensou que algum veneno tinha sido colocado no café e que estava destinado para ele.
O médico oficial,rapidamente anunciou que a causa da morte do Arcebispo, era muito comum dentro do Vaticano, um enfarte coronário.

Todos os factos que rodeavam a misteriosa morte do Arcebispo Russo Nikodin, apontavam para um intento de assassinato e seu posterior emcobrimento. O corpo do Russo, foi embalsamado rapidamente, logo depois da sua morte, sem lhe praticarem um exame médico completo, depois de ser embalsamado, tornou-se impossível realizar qualquer autópsia explicativa, para determinar a causa da sua morte, particularmente se havia sido envenenado, nem se analisou o café que o Arcebispo bebeu e não se levou a cabo nenhuma investigação forense.
Embora não existissem as provas, era evidente que o Papa tinha escapado ao assassinato,por muito pouco, apenas a dez dias depois de ter sido eleito.

A experiência vivida, assustou de tal forma o Papa João Paulo I, que convocou uma reunião secreta com seus quatro Cardeais Superiores, para discutir a situação.
O encontro realizou-se em 28 de Setembro de 1978, só o Papa e os quatro Cardeais se encontravam na sala.

Até hoje, não se sabe certamente o que se conversou, mas depois desta reunião, o Papa entrou em acção.
Ele separou da Secretaria de Estado o Cardeal Villot, o mesmo Cardeal Villot, cujo assistente foi chantageado com o filme gravado pela KGB em 1972.
Durante quatro anos, este Cardeal, tinha sido manipulado pela rede dos illuminati, removê-lo, significava que o Papa, já tinha descoberto ao menos, uma parte do segredo obscuro.

Mas, nem sequer João Paulo, pode evitar seu destino nas mãos dos illuminati. Nessa noite, o Pontífice se retirou mais cedo que o usual, levando consigo os apontamentos detalhados da reunião secreta, para analisá-los mais tarde.
Às cinco horas da manhã seguinte, a Irmã Vincenza, assistente pessoal do Papa, estava intranquila, já que nunca sua Santidade havia dormido tanto, até então…, apareceu à sua porta.
João Paulo, estava sentado em sua cama com a luz acesa, como se estivesse lendo. Ao seu redor se encontrava uma série de papéis. Mas, conhorror comprovou que seu rosto apresentava a mesma expressão de agonia, que ela tinha visto uns dias antes na cara do Arcebispo Russo, Nikodin.
João Paulo, estava morto 33 dias depois de ter sido nomeado Papa.
Com mais de 200 anos, aperfeiçoando seus métodos secretos,os illuminati estavam capacitados para encobrir os rastos.
O Cardeal Villot, tomou o cargo,embora o Papa o tivesse destituído como Secretário de Estado, apenas umas horas antes. Como o Cardeal de maior antiguidade, era ele agora, em essência o Papa temporário, o que fez primeiro, foi fechar à chave a habitação papal e recolher todos os remédios prescritos para o Pontifície, que se encontravam sobre sua mesa de cabeceira, junto às notas e papéis sobre a reunião secreta da noite anterior. Também guardou todos os doces que tinha para acompanhar sua leitura, assim como suas lentes e suas sapatilhas de descanço, todos estes artigos desapareceram.
Logo, enviou a Irmã Vincenza para um Convento longínquo, com a proibição de contar a alguém, que tinha achado o Pontifície morto e sobre o que havia visto em sua habitação.
Às 6.10 horas da manhã mandou chamar os embalsamadores.
O dado mais chocante, foi que chegaram de forma imediata, estimava-se que pela distância que deveriam percorrer, eles deveriam ter sido contactados às 4.45 horas da manhã, 15 minutos antes do momento em que a Irmã Vincenza descobriu o corpo do Papa.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:59 am

Ás 7.30 horas da manhã, fez-se o anúncio público. A causa da morte,foi uma falha cardíaca e ao invés da religiosa Vincenza, se disse que Monsenhor Magge, foi quem encontrou o corpo e a hora do descobrimento foi trocada para as 5.30 horas da manhã. Nessa altura os embalsamadores já tinham completado sua tarefa e da mesma maneira que tinha ocorrido, com a morte do Arcebispo Russo, somente 23 dias antes, eliminando-se qualquer possibilidade de efectuar uma autópsia 100% efectiva que esclarecesse a causa da sua morte.
Se algo sujo estava envolto na morte do Papa, a possibilidade de descobri-lo, havia se perdido para sempre.
Dez dias depois dos funerais do João Paulo I, o Cardeal Villot, convocou o conclave para designar um sucessor.
O corpo oficial eleito incluía 111 cardeais, uma vez reunidos na Capela Sixtina, os cardeais deveriam invocar o poder do Espírito Santo, para que os guiasse em suas decisões.
Mas na verdade, os principais candidatos para o Papado, não são escolhidos detrás das herméticas portas do conclave, estas decisões são tomadas nos elegantes restaurantes de Roma, onde se reúnem os Cardeais mais poderosos, durante seus almoços ou jantares.
Quando nessa manhã de Domingo,15 de Outubro de 1978, os Cardeais ingressavam em sua sessão final à porta fechada, a Capela Sixtina se converteu num verdadeiro teatro, com cenas de manipulação política a todos os níveis.
Desde promessas murmuradas entre cardeais, até acalorados debates que aumentavam a tensão cada vez que se elevava uma papeleta. Logo depois da oitava papeleta, começou a emanar fumaça branca do Vaticano, sinal que tinha sido eleito o novo Papa.
Esta designação representou um sinal de derrota para a KGB e os illuminati.
O novo Pontifíce era João Paulo II, um polonês hermético e anti-comunista. Os illuminati não aceitaram a derrota facilmente.
Em 13 de Maio de 1981, Mehmet Ali Agca, um homem procurado na Turquia por assassinato, instalou-se fora da Basílica do Vaticano, esperando entre a multidão pela passagem de Sua Santidade.
De acordo com o próprio Ali Agca, o Papa João Paulo II, saiu do Vaticano às 5.00 horas da tarde, num Jipe branco.
Quando esteve em seu alcance, sacou uma pistola e disparou três vezes antes de ser apanhado pela multidão. O Pontifície foi ferido com gravidade, mas recuperou e continuou seu Papado.
A princípio Ali Agca, afirmou que tinha actuado sozinho, por acaso.
Os investigadores, estavam convencidos que por detrás dele, existia uma grande conspiração, que tinha utilizado um homem instável e perigoso, como ferramenta para cometer um assassinato.
Ali Agca admitiu que disparou por ordem de uma conspiração búlgara, manipulada pela KGB.
Como é óbvio a Bulgária e a Russia, negaram qualquer relação com este facto.
Quando o júri condenou Ali Agca, este entrou em choque e disposto a assumir a única responsabilidade no crime. Mas, logo depois se arrependeu e confessou os detalhes da conspiração, inclusivé, nomeando todos os envolvidos.
Em 25 de Novembro de 1982, o empregado da Linha Aérea Nacional Búlgara, Serge Ivanov Antonov, foi detido em Roma, pelo envolvimento e participação da tentativa de assassinato do Papa, a lista se ampliou a outros 3 búlgaros e 4 Turcos.
Em Julho de 1983, quando era transportado para outras instalações, o mundo ouviu como Agca admitia publicamente suas conexões com a KGB e o Serviço de Inteligência Búlgaro, ao ser encarado pelos repórters. Ele disse que tinha sido treinado na Síria e Bulgária, por peritos em terrorismo internacional da KGB. Também admitiu que Antonov era cúmplice, juntamente com outros 2 empregados da Embaixada Búlgara.
Em 1984, o juiz italiano Llario Martella, tinha a certeza de que a KGB e oServiço Secreto Búlgaro, tinham conspirado para tentar assassinar o Papa João PauloII. O juiz chegou a este raciocíneo, apoiado nos seguintes factos:
Agca utilizou um passaporte falso perfeito, para ingressar na Itália, o que só é possível, com bons recursos.
Também tinha dinheiro suficiente para permanecer por extensos períodos de tempo na Bulgária, Suiça e outros diversos países da Europa.
Existia evidência que ele tinha recebido ajuda substancial, com o objectivo de atentar contra o Papa.
O julgamento contra os 8 homens acusados de conspirar para assassinar o Papa, foi na Primavera.
Durante o julgamento, vários turcos atestaram em sua defesa, que ajudaram Agca em suas viagens da Turquia para Itália, passando pela Bulgária, outro afirmou ser quem fez os pagamentos dos Búlgaros a Agca em uma de suas viagens, outro admitiu que entregou a arma assassina ao turco em um restaurante de Milão. Mas nos anos 80, parecia que os illuminati, tinham o controle das cortes da justiça italiana, depois de dois séculos a posicionar suas gentes, ao mais alto nível.
Finalmente e para surpresa de quase todos, a Corte Italiana,declarou que não havia evidências suficientes para condenar os conspiradores.
O caso Agca, não só ilustra que a irmandade estava envolta do sistema Judicial Italiano, mas também demonstra que os illuminati tinham chegado até às esferas mais altas da KGB.


http://raivaescondida.wordpress.com/2009/03/15/historia-das-sociedades-secretas-illuminati-vs-vaticano-1-2/



OS ILLUMINATI E OS SERVIÇOS SECRETOS RUSSOS
( Continuação da reportagem de Patrick Mainee )

“ Os illuminati, utilizariam o gigantesco excedente de armas de destruição maciça armazenadas na Rússia e atacariam todo o Mundo.”

Embora a KGB seja a mais reconhecida, não era a única agência de espionagem que operava na Rússia. Outra agência muito maciça e mais secreta que a KGB, era a GRU (Serviço de Inteligência de Assuntos Militares).
A irmandade secreta, havia se infiltrado e estendido dentro dela. A prova disso, está presente nos documentos altamente classificados da agência GRU, que nós adquirimos de um comerciante russo, no mercado negro.
Neles, um agente recebe ordens para trabalhar disfarçadamente, como jornalista em Washington DC. Uma vez mais os illuminati tinham deixado o seu selo, desta vez um ponto final na primeira oração, pág.1, correspondente à pirâmide e ao olho “que tudo vê”.
Enquanto a KGb recolhia informações sobre figuras políticas e pessoas influentes em todo o mundo, a GRU reunia dados de inteligência essenciais para conseguir objectivos militares.
Algumas das actividades da GRU, estavam orientadas de modo a conseguir objectivos em diversos conflitos em desenvolvimento, como o Afeganistão. Mas a sua principal tarefa, era preparar-se para guerras futuras contra outros países, especialmente com os USA.
Era a agência que utilizaria suas armas de destruição para resolver a fase final do plano obscuro dos illuminati.
Os funcionários da GRU estavam perfeitamente treinados para esta operação.

Declaração de Stanislav Lunev
Ex- Coronel da GRU

“ Durante a época da Guerra Fria, no seus princípios, meio e fim e durante toda a nossa carreira militar, nós utilizavamos na preparação dos militares da União Soviética, a idéia de uma futura guerra contra a América.”

Os funcionários da GRU, se submetiam a três anos de treinos intensivos, durante a sua educação militar. Aprendiam sobre o uso de ferramentas e técnicas de espionagem e se convertiam em peritos de explosivos.
Logo depois de um completo treino, os agentes da GRU, eram atribuídos a diversos países. Alguns se outorgava um cargo diplomático e trabalhavam em embaixadas, outros se faziam passar por jornalistas, como o caso destes documentos secretos, com ínsignia dos illuminati:
O agente era Stanislav Lunev um ex-coronel da GRu que desertou em1992, depois de passar 20 anos dentro da agência, chegando a ser um dos oficiais militares mais graduado.
Em seu livro “ Through the Eyes of Enemy” e em uma entrevista exclusiva, entregou-nos de primeira fonte uma visão do interior da GRU.
Embora nunca tivesse mostrado o seu rosto para a câmera, ele não mencionou os illuminati durante a entrevista, mas jamais negou a sua existência ou a sua intervenção na GRU. Ainda assim, revelou-nos alguns feitos surpreendentes.

“ Nos Estados Unidos, eu trabalhei na área de operações de Washington DC, sob fachada de ser um correspondente de notícias para a TASS.
É uma boa fachada, porque eu sei que entre os jornalistas e os espiões, os autênticos espiões há muitas coisas em comum, porque ambos estão procurando notícias e informação real.”

Uma vez estabelecidos em sua zona, os agentes da GRU, tinham uma série de tarefas.
Uma era ajudar a coordenar as campanhas terroristas para desestabilizar os governos inimigos.
Os oficiais da GRU revelaram que durante a guerra do Vietname a agência investiu quase 1 trilião de dólares em actividades que de promovia a campanha contra a guerra nos Estados Unidos.
Esta experiência na manipulação de governos, era muito conveniente dentro dos planos futuros dos illuminati.
Outro importante trabalho dos agentes era preparar o terreno para as Forças Especiais Russas “Spetsnaz”.
Eram tropas de elite a cargo da GRU, que podiam ingressar nos países inimigos para executar acções de sabotagem militar, quando fosse necessário.
Algumas destas acções, consistiam rm destruir centrais eléctricas, pontes ou centros de comunicação. Outras, eram sob forma de esquadrões assassinos destinados ao assassinato de líderes de governo e suas famílias, algo de muito valor para os illuminati em seu objectivo de dominação mundial.
Para assegurar o ingresso das Spetsnaz a qualquer país estrangeiro quando fosse necessário, a GRU deveria ser capaz de cruzar qualquer fronteira. Para isso, confiavam na experiência da KGB, a agência destacada para conseguir entrada em países inimigos, devendo posicionar seus espiões e tirar a informação necessária para os seus planos.
A KGB também utilizava o sexo e a chantagem para obter seus objectivos.

Um dos filmes da KGB obtidos no mercado negro, revela-nos um agente da KGB actuando de modo a convecer um oficial de fronteira mexicana a colaborar. Uma vez que esse oficial de fronteira foi corrumpido, os agentes da KGB, podem cruzar livremente para os Estados Unidos desde a sua base no México. Esta informação também seria destinada à GRU de maneira que eles pudessem utilizar este acesso para seus agentes ou para as Spetsnaz, quando necessário.
A irmandade secreta, utilizou a GRU para colocar agentes disfarçados e armas de destruição maciça, em todo o Mundo com o objectivo de executar o seu plano de golpes militarese caos global.
Estas armas deveriam permanecer ocultas em lugares estratégicos até ao dia que sejam necessárias. Quando os illuminati o decidirem, os agentes sairão do anonimato e as suas armas serão utilizadas.

Stanislav Lunev
Ex-Coronel da GRU

“ Estas forças especiais comandantes, são milícias profissionais muito bem treinadas. E elas são as que actuarão, quando se desenvolver os momentos de maior tensão.”

Deverão ter armamento especial com sistemas que destruam objectivos altamente resguardados. De maneira que contarão com armas nucleares, químicas, biológicas e outros sistemas de armamento.
As armas mais aterradoras ingressadas de contrabando, correspodem a pequenas bombas nucleares, conhecidas como as “ bombas nucleares de mala”.
Estas armas podem ser transportadas com facilidade por uma pessoa, mas o seu poder destrutivo é impressionante.
Uma vez dentro dos Estados Unidos e outros países inimigos, as armas são ocultas em lugares seguros, par serem recuperadas em tempos de guerra.
Estima-se que um espantoso número destas bombas nucleares, está oculto nos Estados Unidos e outros países. Provavelmente permanecendo escondidas em suas locações secretas, dispostas para seu uso imediato.
Graças aos arquivos da KGB abertos recentemente, tivemos uma chocante visão sobre como os illuminati manipularam durante anos as instituições mundiais como o Vaticano.


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O ASSASSINATO DO PRESIDENTE KENNEDY

Causas da morte de Kennedy

Luta Contra a Pobreza - O Presidente Kennedy, em 1963, alertado pelo grupo de intelectuais que o cercava, deu instruções ao seu conselheiro económico Walter Heller para conceber um plano de combate à fome e à miséria nacional, juntamente com Michael Harrington e os economistas Leon Keyserling e Robert Lampman. Em 1963, Heller apresentou o plano e três dias antes de ser assassinado tinha o Presidente Kennedy dado ao seu colaborador “ luz verde” para que a guerra contra a pobreza fosse desencadeada. Ao assumir o poder o Presidente Johnson reafirmou o desejo do governo de se entregar, com vigor, à luta contra a pobreza. Sargent Shriver, chefe do Peace Corps (Voluntários da paz), foi nomeado chefe do Poor Corps (Voluntários da Pobreza). A palavra de ordem oficial era, então de empregar dentro das fronteiras do país uma táctica semelhante à empregada no terceiro mundo, a fim de livrá-lo do seu atraso e da sua miséria. Johnson prometeu restringir as despesas de guerra aplicando uma parte desses fundos na luta contra a pobreza.

O New York Times registou esta tendência do governo num editorial publicado a 26 de Fevereiro de 1964 intitulado Pobreza e Desarmamento, onde encontramos a seguinte afirmativa:

“ Tendo em vista a decisão tomada para que uma parte importante dos fundos destinados à Defesa, seja consagrada às escolas, aos alojamentos, aos organismos de saúde pública, paralelamente ao recuo da guerra militar, devemos desenvolver uma ofensiva na guerra contra a pobreza. Com este exemplo, um poderoso impulso seria dado podendo ser seguido por outros governos que assim obteriam fundos suplementares para os programas de paz. A campanha contra a pobreza poderia ser eventualmente aplicada em escala mundial visando uma segurança verdadeira ea abolição da miséria”.

Este programa jamais foi posto em prática, pela força das circunstâncias. A escalada do Vietname, acarretando enormes despesas que aumentavam cada vez mais até atingir, em 1968 a cifra impressionante de 40 milhões por ano.
Dr. Josué de Castro
Geopolítica da Fome 2ª edição pág. 228 - 229
Braília Editora – Porto 1974

Esta guerra forçada do Vietname, começou oficialmente em 1964 com uma declaração de guerra oficial dos EUA ao Vietname do Norte, resultante de uma mentira o “Incidente do Golfo de Tonkin“, ardilosamente e convenientemente, veio acabar como a luta contra a pobreza impulsionada por Kennedy e impulsionar os EUA para uma economia de guerra, favorecendo novamente os banqueiros internacionais.

Kennedy, era um membro dos illuminati que ao tornar-se católico, arrependeu-se e resolveu lutar contra a irmandade secreta, prova disso é a sua declaração emitida em 27 de Abril de 1961, perante as Associações de Jornais Americanos em Nova Iorque, John F. Kennedy fez o seguinte discurso acusando as sociedades secretas:

(...) A palavra "segredo" é repugnante numa sociedade aberta e livre, e nós como povo somos intrinsecamente e historicamente contra as sociedades secretas, juramentos secretos e procedimentos secretos. Decidimos há muito que os perigos do excessivo e injustificado encobrimento de factos relevantes é mais grave do que os perigos que são citados para o justificar.

(...) Porque estamos confrontados em todo o mundo por uma conspiração monolítica e cruel que se apoia principalmente em acções encobertas para expandir a sua esfera de influência, em infiltração em vez de invasão, em subversão em vez de eleições, em intimidação em vez da livre escolha, em guerrilha a coberto da noite em vez de exércitos à luz do dia.

(...) Os seus planos são ocultos, não anunciados. Os seus erros são encobertos e não tornados públicos. Os seus dissidentes são silenciados e não elogiados. Nenhum gasto é questionado, nenhum rumor é publicado, nenhum segredo é revelado.


http://citadino.blogspot.com/2009/06/john-f-kennedy-discurso-contra-as.html


A 4 de Junho de 1963, um decreto presidencial quase desconhecido, o Decreto Executivo 11110, foi assinado com a autoridade para essencialmente retirar ao Banco da Reserva Federal o seu poder para emprestar dinheiro ao Governo Federal dos Estados Unidos com juros.
Com o golpe de uma caneta, o Presidente Kennedy anunciou que o privado Banco da Reserva Federal estaria em breve fora do negócio. A organização Christian Law Fellowship pesquisou exaustivamente este assunto através do Registro Federal e da Biblioteca do Congresso. Pode-se agora concluir com segurança que o Decreto Executivo11110 nunca foi anulado, emendado ou substituído por nenhum Decreto Executivo ulterior. Por outras palavras, continua ainda válido.

Quando o Presidente John Fitzgerald Kennedy – o autor de «Profiles in Courage» [Perfis de Coragem] – assinou este Decreto, restituiu ao governo federal, especificamente ao Departamento do Tesouro, o poder constitucional de criar e emitir moeda – dinheiro – sem passar pelo Banco da Reserva Federal na posse de privados. O Decreto Executivo do Presidente Kennedy, Ordem Nº 11110, deu ao Departamento do Tesouro a autoridade explícita para: "emitir certificados de prata em troca de lingotes de prata, ou dólares em metal de prata ou ouro existentes no Tesouro". Isto significa que por cada onça (28,349 gramas) de prata existente nos cofres do Tesouro dos Estados Unidos, o governo podia introduzir dinheiro novo em circulação avalizado nos lingotes de prata que lá existiam fisicamente. Por isso, mais de 4 mil milhões de dólares em Notas dos Estados Unidos foram postos em circulação com o valor facial de 2 e 5 dólares. Notas dos Estados Unidos de 5 e 10 dólares nunca entraram em circulação, mas estavam a ser impressas pelo Departamento do Tesouro quando Kennedy foi assassinado. Parece óbvio que o Presidente Kennedy sabia que as Notas da Reserva Federal que estavam a ser utilizadas, supostamente como moeda legal corrente, eram contrárias à Constituição dos Estados Unidos da América.

As Notas dos Estados Unidos foram emitidas como moeda livre de juros e livre de dívida (interest-free and debt-free) avalizadas pelas reservas de prata do Tesouro Americano. Comparámos um Nota da Reserva Federal emitida pelo Banco Central privado dos Estados Unidos (o Banco da Reserva Federal, também conhecido como Sistema de Reserva Federal), com uma Nota dos Estados Unidos proveniente do Tesouro Americano emitida pela Ordem Executiva do Presidente Kennedy. Parecem quase iguais, só que uma diz "Nota da Reserva Federal"” no topo enquanto a outra diz "Nota dos Estados Unidos". Do mesmo modo, a Nota da Reserva Federal possui um selo verde e um número de série enquanto a Nota dos Estados Unidos tem um selo vermelho e um número de série:
O Presidente Kennedy foi assassinado a 22 de Novembro de 1963 e as Notas dos Estados Unidos que ele emitiu foram de imediato retiradas de circulação. As Notas da Reserva Federal continuaram a servir como moeda corrente da nação. Segundo os serviços secretos americanos, 99% de todo o papel-moeda a circular nos EUA em 1999 eram Notas da Reserva Federal.

Kennedy sabia que se as Notas dos Estados Unidos avalizadas por prata circulassem amplamente, teriam eliminado a procura as Notas da Reserva Federal. É apenas uma simples questão económica. As Notas dos Estados Unidos eram avalizadas por prata e as Notas da Reserva Federal não eram suportadas por nada que tivesse algum valor intrínseco. O Decreto Executivo 11110 teria evitado que a dívida nacional tivesse atingido o seu nível actual (praticamente toda a dívida federal, mais de 9 biliões de dólares [$9 trillion], foi criada desde 1963), se Lyndon B. Johnson e todos os Presidentes que lhe sucederam a tivessem aplicado. Teria permitido quase imediatamente ao governo americano reembolsar a sua dívida sem recorrer aos bancos privados da Reserva Federal e ser obrigado a pagar juros para criar "dinheiro" novo. O Decreto Executivo 11110 forneceu aos EUA o poder de, mais uma vez, criar o seu próprio dinheiro avalizado pela prata e com valor autêntico.

Assim, de acordo com a nossa pesquisa, apenas cinco meses depois do assassínio de Kennedy, deixaram de ser emitidos os Certificados de Prata da Série 1958, e foram mais tarde retirados de circulação. Talvez o assassínio de Kennedy fosse um aviso a todos os futuros presidentes para não interferirem com o controlo da criação de dinheiro pela privada Reserva Federal. Parece óbvio que o Presidente Kennedy desafiou os "poderes que existem por trás dos EUA e da finança mundial". Com verdadeira coragem patriótica, Kennedy enfrentou audaciosamente os dois mais poderosos instrumentos que alguma vez foram utilizados para aumentar a dívida:

1) A guerra do Vietname; e

2) A criação de dinheiro por um banco central privado.

O seu empenho em tirar todas as tropas do Vietname até 1965 combinado com o Decreto Executivo11110 teria destruído os lucros e o controlo do privado Banco da Reserva Federal.


Decreto Executivo Nº 11110

Emenda do Decreto Executivo nº 10289, como emendado, relativa ao desempenho de certas funções com influência no Departamento do Tesouro.

Em virtude da autoridade que me foi concedida pela secção 301 do capítulo 3 do Código Geral dos Estados Unidos, é ordenado o seguinte:

SECÇÃO 1. Decreto executivo Nº 10289 de 19 de Setembro de 1951, como emendado, é por este meio adicionalmente emendado –

(a) Acrescentando ao fim do parágrafo 1 o seguinte subparágrafo (j):

(j) A autoridade investida na Presidente pelo parágrafo (b) da secção 43 da lei de 12 de Maio de 1933, como emendado (31 U.S.C. (Lei Geral dos EUA) 821 (b)), para emitir certificados de prata em face de qualquer lingotes de prata, prata, ou dólares de prata correntes existentes na Tesouraria não retidos para resgate de qualquer certificado de prata excepcional, para regulamentar o valor desses certificados de prata e para cunhar dólares correntes de prata e dinheiro de prata subsidiário para o seu resgate”, e

(b) Revogando os subparágrafos (b) e (c) do parágrafo 2.

SECÇÃO 2. A emenda feita por este Decreto não irá afectar nenhuma lei já existente, ou qualquer direito que aumente ou tenha aumentado ou qualquer pleito ou processo judicial em andamento ou tenha começado em qualquer causa civil ou criminal anterior à data deste Decreto mas todas essas responsabilidades continuam e podem aplicar-se como se as emendas não tivessem sido realizadas.

JOHN F. KENNEDY
THE WHITE HOUSE (CASA BRANCA),
4 de Junho de 1963
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 10:59 am

Uma vez mais, o Decreto Nº 11110 continua a ser válido. Segundo o Diploma 3, Código dos Estados Unidos, Secção 301 datado de 26 de Janeiro de 1998:

Decreto Executivo (EO – Executive Order) 10289 datado. 17 de Setembro, 1951, 16 F.R. 9499, foi emendada por:

EO 10583, datado de 18 de Dezembro de 1954, 19 F.R. 8725;
EO 10882 datado de 18 de Julho de 1960, 25 F.R. 6869;
EO 11110 datado de 4 de Junho de 1963, 28 F.R. 5605;

EO 11825 datado de 31 de Dezembro de 1974, 40 F.R. 1003;
EO 12608 datado de 9 de Setembro de 1987, 52 F.R. 34617


As emendas de 1974 e 1978, acrescentadas depois da emenda de Kennedy de 1963, não mudaram ou alteraram nenhuma parte do Decreto Executivo 11110. Uma pesquisa nos Projectos Executivos e nas Directivas Presidenciais de Clinton de 1998 e 1999 não mostraram nenhuma referência a qualquer alteração, suspensão ou mudanças ao Projecto Executivo 11110.

O Banco da Reserva Federal, também conhecido como Sistema da Reserva Federal, é uma Corporação Privada. O Black's Law Dictionary (Dicionário de Leis dos EUA) define o Sistema de Reserva Federal como:

«Rede de doze bancos centrais à qual pertence a maioria dos bancos nacionais e à qual os bancos estatais comerciais podem pertencer. As regras dos membros requerem investimento em acções e reservas mínimas.»

Bancos Privados possuem acções do FED (Sistema de Reserva Federal). Isto foi explicado em mais detalhe no caso de Lewis vs Estados Unidos, 2ª Série, Vol. 680, Páginas 1239, 1241 (1982), onde o tribunal afirmou:

«Cada Banco da Reserva Federal é uma corporação distinta, propriedade dos bancos comerciais na sua região. Os bancos comerciais possuidores de acções elegem duas terças partes dos nove membros da direcção de cada Banco.»


Os Bancos da Reserva Federal são controlados localmente pelos seus bancos membros. Mais uma vez, de acordo com o Black's Law Dictionary, descobrimos que estes bancos privados emitem efectivamente dinheiro:

«A Lei da Reserva Federal que criou os bancos da Reserva Federal que actuam como agentes na manutenção de reservas de dinheiro, emitindo dinheiro em forma de notas de banco, emprestando dinheiro aos bancos, e supervisionando os bancos. Administrado pela Direcção da Reserva Federal (q.v. (quod vide - veja)).»
http://vozdissonante.livejournal.com/40609.html

O Presidente John F. Kennedy, foi assassinado em 22 de Novembro de 1963 em Dallas, Texas – USA, quando passava pela Dealey Plaza em sua campanha eleitoral com dois tiros, um fatal na cabeça e outro no pescoço.
Lee Harvey Oswald, foi acusado de assassinato, mas antes que pudesse falar em tribunal, acabou por ser assassinado por Jack Ruby, ligado à máfia e portador de uma doença terminal.
Lincoln, foi assassinado em 1862-1863, por recusar-se a pagar taxas de juros exorbitantes exigidas pelos Rothschilds e mandar emitir autorizado pela Constituição, notas do tesouro sem juros e Kennedy ao que tudo indica, além da luta desencadeada contra a irmandade secreta e à semelhança de Lincoln, foi assassinado ao emitir a sua própria moeda insenta de juros e retirar ao Banco Federal o poder de emprestar dinheiro ao Governo Federal dos Estados Unidos com juros.


A HISTÓRIA DA POLÍTICA ILLUMINATI

Imediatamente após as guerras napoleónicas, os illuminati assumiram que todas as nações estavam tão destituídas e cansadas das guerras, que estariam contentes com qualquer solução, de modo que os Rothschilds organizaram o que se chamou congresso de Viena e naquele encontro, tentaram criar a primeira liga das nações, sua primeira tentativa de um governo Mundial, na teoria que todas as coroas europeias, estavam tão profundamente endividadas com eles, que querendo ou não, serviriam os seus interresses.
O Czar da Rússia, apercebendo-se da situação, anulou-lhes completamente os planos, enfurecido, Nathan Rothschild, que era na altura o cabeça da dinastia Rothschild, jurou que algum dia, ele ou seus descendentes, destruiriam o Czar e toda a sua família e seus descendentes, essa ameça foi cumprida em 1917.
Os illuminati, não foram organizados para operar num curto prazo, eles operam com um prazo muito longo em vista, dezenas de anos ou até séculos, continuando a sua luta pelas suas descendências.
O plano illuminati, requeria a destruição de todos os governos e religiões existentes. Esse objectivo, seria alcançado, dividindo as massas a quem Weishaupt chamava de Goym “ Gado Humano” , em campos opostos e em números cada vez maiores de questões políticas, sociais, económicas e outras.
Os lados opostos, eram então armados e incidentes eram provocados para fazê-los lutar e se enfaquecerem, destruindo assim os governos nacionais e as instituições religiosas.

“ São as mesmas condições que existem actualmente.”

No início dos anos 1850, os illuminati realizaram um encontro secreto em Nova York, no qual discursou um illuminati britânico chamado Wright, os participantes ficaram sabendo que os illuminati estavam organizando a união dos grupos Nilistas e Ateístas, com todos os outros grupos subvertidos em um grupo internacional, que seria conhecido como comunistas, foi a primeira vez que a palavra “comunista” foi utilizada e ela deveria ser a arma suprema e a palavra terrível para assustar o mundo inteiro e levar a população aterrorizada, para dentro do esquema de um governo Mundial único dos illuminati. Esse esquema, o comunismo, deveria ser usado para permitir que os illuminati fomentassem futuras guerras e revoluções.
Clinton Roosevelt, um antecessor de Franklin Roosevelt, Horace Greeley e Charles Dana, os principais editores de jornais daquele tempo, foram designados para presidir um comité para angariar fundos para o novo empreendimento. Logicamente a maior parte dos fundos foram fornecidos pelos Rothschilds e estes fundos, foram utilizados para financiar Karl Marx e Engels, quando eles escreveram o capital e o manifesto comunista, em Soho, Inglaterra. Isto revela claramente que o comunismo não é uma ideologia, mas uma arma secreta, para servir os propósitos dos illuminati.

Enquanto Karl Marx estava escrevendo o manifesto comunista sob a direcção de um grupo de illuminatas, o professor Karl Ritter, da Universidade de Frankfurt, estava escrevendo a antítese, sob a direcção de outro grupo. A ideia era que aqueles que dirigissem a conspiração geral, poderiam usar as diferenças daquelas duas assim chamadas de ideologias, para permitir que se dividissem membros cada vez maiores de população em campos opostos, para que pudessem ser armados e depois passarem por uma lavagem cerebral, para que lutassem e se destruíssem e particularmente, destruir todas as instituições políticas e religiosas.
O trabalho que Ritter iniciou, foi continuado após sua morte e completado pelo filósofo alemão Freidrich Wilhelm Nietzche, que fundou o Nietzcheísmo. O Nietzcheísmo, foi mais tarde transformado em fascismo, depois nazismo e foi usado para fomentar a primeira e segunda guerra mundial.

Em 1834,o líder revolucionário italiano Giuseppe Mazzini, foi selecionado pelos illuminati para dirigir o programa revolucionário em todo o mundo, ele executou essa tarefa até à sua morte em 1872.
Alguns anos antes de morrer, Mazzini tinha atraído um general Norte-Americano chamado Albert Pike para os illuminati. Pike estava fascinado pela ideia de um governo mundial e posteriormente, tornou-se o chefe dessa conspiração Luciferiana. Entre 1859 e 1871, Pike elaborou um projecto militar para três grandes guerras mundiais e várias revoluções em todo o mundo, o que ele considerava que faria avançar a conspiração para seu estágio final no séc.XX. Estes conspiradores nunca estavam preocupados com o sucesso imediato, eles operavam com uma visão de muito longo prazo.
Pike realizou a maior parte de seu trabalho em sua cidade, Little Rock no Arkansas.
Alguns anos mais tarde, quando as lojas do grande oriente dos illuminati tornaram-se suspeitas e passaram a ser repudiadas por causa das actividades revolucionárias de Mazzini na Europa, Pike organizou aquilo que chamou de novo e reformado Rito Paladino, ele criou três supremos conselhos:
Um em Charleston, na Carolina do Norte, um em Roma na Itália e um terceiro em Berlim na Alemanha,
ele fez Mazzini estabelecer 23 conselhos subordinados, em locais estratégicos, em todo o mundo.
Esses conselhos,têm sido os Quartéis-Generais secretos do movimento desde então.

O plano de Pike era simples e se provou eficiente, ele propunha que o comunismo, o nazismo, o sionismo político e outros movimentos internacionais, fossem organizados e usados para fomentar três guerras mundiais e pelo menos duas grandes revoluções.

A primeira Guerra Mundial, deveria ser travada para permitir que os illuminati destruíssem o Czarismo na Rússia, como Rothschild jurou fazer após o Czar ter anulado os planos no congresso de Viena e transformar a Rússia em uma fortaleza do comunismo ateísta. As divergências provocadas pelos agentes dos illuminati entre o império Britânico e Alemão, seriam usados para fomentar essa guerra, após a guerra terminar, o comunismo deveria ser fortalecido e usado para destruir outros governos e religiões.


A segunda Guerra Mundial, quando e se necessária, deveria ser fomentada usando-se as controvércias entre os fascistas e os sionistas políticos, Hittler foi financiado por Krupp, os Wargurgs, os Rotchschilds e outros banqueiros internacionais, a matança dos supostos 600 000 Judeus por Hittler, não incomodou nem um pouco os internacionalistas judeus.
Essa matança foi necessária para criar o ódio mundial contra o povo Alemão e assim levar a guerra contra eles. Em resumo, esta segunda guerra mundial, deveria ser lutada para destruir o nazismo e aumentar o poder do sionismo político para que o Estado de Israel pudesse ser criado na Palestina.

“ Durante esta guerra Mundial, o comunismo internacionalista, deveria ser fortalecido até que igualasse em força com a cristandade unida. Quando alcançasse este ponto, deveria ser contido e mantido em xeque, até que fosse requerido para o cataclismo social final. Como sabemos agora, Roosevelt, Churchill e Stalin,colocaram esta exacta política em vigor e Truman, Eisenhower, Kennedy e Johnson continuaram essa mesma política.”

A terceira guerra Mundial, deverá ser fomentada usando-se as chamadas controvércias, atiçadas pelos agentes dos illuminati, operando sob um novo nome qualquer, como estão agora para acontecer entre os sionistas políticos e os líderes do mundo islâmico.
Esta guerra, deverá ser dirigida de tal maneira que todo o Islão e o sionismo político (Israel) se destruirão um ao outro, enquanto que, ao mesmo tempo, os países restantes, mais divididos nessa questão, serão forçados a lutar até um estado de total exaustão física, mental, espiritual e económica.

Qualquer pessoa que pense um pouco, pode duvidar que a intriga que está ocorrendo no Médio Oriente e no Extremo Oriente, destina-se a realizar esse Objectivo Satânico?
O próprio Pike, previu tudo isso, em uma declaração que fez a Mazzini, em 15 de Agosto de 1871.
Pike afirmou que, após a terceira guerra Mundial terminar, aqueles que aspirarem ao domínio mundial inquestionável, provocarão o maior cataclismo social que o mundo já viu.

Citando suas próprias palavras tiradas de uma carta que ele escreveu a Mazzini, carta essa que está agora catalogada no Museu Britânico, em Londres, na Inglaterra:

“ Soltaremos os Nilistas e os Ateístas e provocaremos um grande cataclismo social, em todo o seu horror, mostrará claramente para todos os povos os efeitos do absoluto ateísmo: As origens da selvageria e da mais sangrenta agitação, estão em toda a parte, as pessoas serão forçadas a se defenderem da minoria de revolucionários e exterminará esses que destroem a civilização e as multidões desiludidas com o cristianismo e cujos espíritos estarão a partir daquele momento, sem direcção e sem liderança e ansiosas por um ideal, mas sem o conhecimento de para onde enviar sua adoração, receberão a verdadeira luz, por meio da manifestação universal da pura doutrina de Lúcifer, trazida finalmente para o conhecimento do público, uma manifestação que resultará de um movimento reacionário geral, que seguirá à destruição do cristianismo e do ateísmo, ambas conquistadas e exterminadas ao mesmo tempo.”

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PRINCIPAIS ORGANIZAÇÕES ILLUMINATI
Council on Foreign Relation “ CFR”
Uma das organizações mais influentes na política dos Estados Unidos é o Conselho de Relações Exteriores (Council on Foreign Relations - CFR). Segundo o pastor protestante Pat Robertson, "o CFR é o verdadeiro governo dos Estados Unidos".
A professora Quigley nos conta que em Nova York, o Grupo Távola Redonda era conhecido como o Conselho de Relações Exteriores (Council on Foreign Relations - CFR). De acordo com Quigley, as mais importantes dinastias financeiras da América pós-Primeira Guerra Mundial eram (somando-se a Morgan) a família Rockefeller, Kuhn, Loeb & Company, Dillon Read & Company e Brown Bros., Harriman. Os fundadores do CFR incluem aqueles que financiaram a Revolução Bolchevique. O CFR tornou-se conhecido como “O Estabelecimento”, “o governo invisível” e “escritório de negócios exteriores Rockefeller.” David Rockefeller é o homem que se esconde atrás da máscara e rege os EUA.
• O domínio e controle do CRF sobre o Departamento do Estado dos EUA está contido na Publicação do Departamento do Estado 2349, Relatório para o Presidente sobre os Resultados da Conferência de São Francisco. É o relatório do Secretário Edward R. Stettinius (CFR) para o Presidente Truman. Este documento afirma que novos problemas após a guerra requerem uma comissão especial para serem tratados. Como resultado, foi formada uma Comissão de Problemas Pós-Guerra com os altos oficiais do Departamento do Estado (todos menos um eram membros do CFR) apoiada por uma equipe de investigação que já trabalhou para CFR mas que agora tinha se transformado numa parte do Departamento do Estado como Divisão de Investigações Especiais. Após Pearl Harbor, a Comissão de Problemas Pós-Guerra tornou-se Comissão de Conselho sobre Política Exterior Pós-Guerra. (Veja também o libreto do CFR, A Record of Twenty Years, 1921-1947).
• Este é o grupo que projetou as Nações Unidas. O terreno em Manhattan, Nova York onde agora se situa o prédio das Nações Unidas foi doado por Rockefeller. (cf. P. Collier and D. Horowitz, The Rockfellers An American Dynasty, Holt, Rinehart Winston, 1976, pp. 246-247).
O CFR foi fundado em 1921, mas resultou de uma série de reuniões que aconteceram logo após o final da I Guerra Mundial (1914-18). Em 30 de maio de 1919, durante a Conferência de Paz de Versalhes, o Coronel Edward Mandell House, assessor de confiança do Presidente norte-americano Woodrow Wilson, reuniu as delegações norte-americana e britânica no Hotel Majestic, em Paris. Nesta reunião, ambas as delegações concordaram em criar um "Instituto de Assuntos Internacionais", com uma filial nos Estados Unidos e outra na Grã-Bretanha, com o objetivo de guiar a opinião publica para aceitar o governo mundial e o globalismo. A filial norte-americana foi fundada em 21 de julho de 1921, com o nome de Council on Foreign Relations (CFR, Conselho de Relações Exteriores). A filial britanica, que a antecedeu, materializara-se com o nome de Royal Institute of International Affairs (RIIA, Instituto Real para Assuntos Internacionais).
O Coronel House era a eminência parda por trás do governo Wilson. Autodescrevia-se como um marxista, mas repudiava a estrategia da revolução violenta. Da delegação norte-americana em Versalhes e da fundação do CFR participaram também os banqueiros Bernard Baruch e Paul Warburg, que ajudou a financiar a Revolução socialista na Rússia, e o Secretário de Estado Elihu Root.
Desde 1945, o quartel-general do CFR é a elegante Harold Pratt House, uma mansão de quatro andares na esquina da Park Avenue com a 68th Street, em Nova Iorque. A filiação ao CFR, feita apenas por convite, originalmente limitado a 1.600 participantes, hoje chega a mais de 3.300, representando as mais influentes personalidades no campo das finanças, dos negócios, da míidia e do meio universitário. Como vimos anteriormente, o CFR funciona quase como uma agência de empregos para políticos: é muito difícil fazer carreira política nos Estados Unidos, tanto no partido democrata como no republicano, sem entrar para o CFR.
A admissão é um processo rigorosamente seletivo: o candidato deve ser apresentado por um membro, secundado por outro membro, aprovado pelo comité de filiação, examinado pela assessoria profissional e finalmente aprovado pela directoria. No início da década de 1970, o CFR ampliou seu quadro de filiação para incluir negros e mulheres, entre eles o General Collin Powell e Condoleezza Rice.
Os recursos financeiros para o CFR vêm de empresas multinacionais, como a Xerox, General Motors, Texaco e outras, e grandes fundações privadas, como as Fundações Ford, Rockefeller e Carnegie (curiosamente, as mesmas que financiam o movimento abortista em diversos países do mundo). Os fundadores dessas fundações também são, em sua maioria, integrantes do CFR. No início da década de 1960, um pesquisador, Dan Smoot, descobriu que doze dos vinte fundadores da Fundação Rockefeller, dez dos quinze fundadores da Fundação Ford, e dez dos catorze fundadores da Fundação Carnegie eram membros do CFR.
Conforme declarou o Almirante Chester Ward, juiz aposentado da Marinha dos Estados Unidos e membro de longa data do CFR:
"O CFR, como tal, não escreve as plataformas dos dois partidos politicos nem escolhe seus respectivos candidatos à Presidência nem controla a defesa dos Estados Unidos e as políticas externas. Mas os membros do CFR, como indivíduos, agindo em conjunto com outros membros do Conselho, fazem-no" (GOLDWATER, Barry. With No Apologies. New York, William Morrow and Company, 1979). O CFR mantém laços estreitos com organizações semelhantes e associadas, nos principais países, entre as quais o Royal Institute of International Affairs, na Grã-Bretanha.
Todos os diretores da CIA foram membros do CFR, com excepção de James R. Schlesinger, que ocupou brevemente o cargo em 1973.
Desde 1953, os Estados Unidos foram governados por 7 membros do CFR: Eisenhower (1953-61), John Kennedy (1961-63), Richard Nixon (1969-74), Gerald Ford (1974-77), James Carter (1977-81), George Bush (pai, 1989-93) e Bill Clinton (1993-2001).
Ronald Reagan (1981-89) não era do CFR, mas seu Vice-Presidente, George Bush (pai) era. Depois de eleito Presidente, Reagan colocou em cargos do governo 313 membros do CFR.
O Presidente dos Estados Unidos, George Bush (filho) também não é membro do CFR, mas seus principais assessores no governo - Condoleezza Rice, Dick Cheney, Paul Wolfowitz, Colin Powell, Richard Perle, Lewis Libby e Robert Zoellick - são todos membros do CFR. Tirando Reagan e Bush filho, o único Presidente norte-americano, desde 1953, que não pertenceu ao CFR foi Lyndon Johnson: mas tal como Reagan e Bush filho, Johnson compensou essa "falta" entregando grande parte dos cargos mais importantes do governo aos membros do CFR.

O CFR também controla os dois únicos partidos norte-americanos que participam das eleições presidenciais: os republicanos (a direita) e os democratas (a esquerda). Em 1952 e 1956, por exemplo, o republicano Eisenhower (do CFR) venceu o democrata Stevenson (do CFR). Em 1960, o democrata Kennedy (do CFR) derrotou o republicano Nixon (do CFR). Por sua vez, o republicano Nixon (do CFR) venceu o democrata Humphrey (do CFR) em 1968, e o democrata McGovern (do CFR) em 1972. Em 1976, o democrata Carter (do CFR) venceu o republicano Ford (do CFR). Em 1988, o republicano George Bush (pai) derrotou o democrata Dukakis (do CFR). E finalmente o democrata Clinton (do CFR) venceu os republicanos Bush pai (do CFR) em 1992, e Bob Dole (do CFR) em 1996. Não importa quem vença as eleições : o CFR sempre ganha.
O mesmo ocorre com os mais altos cargos da administração federal norte-americana: desde 1947, praticamente todos os Secretários da Defesa (equivalente ao nosso Ministro da Defesa), de Estado (equivalente ao nosso Ministro das Relações Exteriores) e do Tesouro (equivalente ao nosso Ministro da Fazenda) foram integrantes do CFR. As excepções foram raras e breves. A maioria dos Deputados e Senadores norte-americanos também faz parte do CFR, bem como os principais executivos do New York Times, do Washington Post, do Los Angeles Times, do The Wall Street Journal, da NBC, da ABC, da CBS, da Fox, da Time, da Fortune, da Business Week, do US News & World Report e de muitos outros orgãos de imprensa.
O objetivo do CFR e do Departamento de Estado controlado por CFR é de desarmar completamente o mundo inteiro incluindo a América e deixar que as Nações Unidas tenha o monopólio nas forças armadas que eles chamam Força da Paz das Nações Unidas.
(Wardner, op. cit., 67-68).
http://www.inacreditavel.com.br/brasil/cebri_cfr.htm
http://br.geocities.com/petitpinscher/o_fim_dos_tempos_56.html

Comissão Trilateral “CT ”
A Comissão Trilateral foi fundada em 1973 por iniciativa de David Rockefeller, o presidente do poderoso banco Chase Manhattan, director de diversas empresas multinacionais e de fundações isentas de impostos. Entre os cerca de 300 membros iniciais, estavam académicos, políticos, magnatas da indústria, banqueiros internacionais, líderes de centrais sindicais e diretores dos gigantes da mídia. Desde a eleição de Jimmy Carter, em 1976, o Poder Executivo nos EUA foi literalmente sequestrado pelos membros da Comissão Trilateral. Esse domínio quase absoluto, especialmente nas àreas do comércio, bancos, economia e política externa continua até hoje. Os fundamentos filosóficos da Comissão Trilateral são colectivistas: pro-marxismo, pro-socialismo e pro-fascismo. A Comissão está solidamente posicionada contra o conceito do Estado-Nação e, em particular, contra a Constituição dos EUA. Assim, a soberania nacional precisa ser reduzida e depois abolida totalmente de modo a abrir o caminho para a Nova Ordem Internacional, que será governada por uma elite globalista não-eleita e com sua própria estrutura jurídica.
A Comissão Trilateral foi fundada pelas manobras persistentes de David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski. Rockefeller era o presidente do ultrapoderoso banco Chase Manhattan, e director de muitas grandes empresas multinacionais e "fundações patrocinadoras" e há muito tempo já era uma figura central no Conselho das Relações Internacionais (o CFR, de Council on Foreign Relations). Brzezinski, um brilhante prognosticador do idealismo do mundo global, era professor na Universidade Columbia e autor de diversos livros que serviram como "guias de política" para a Comissão Trilateral. Brzezinski serviu como o primeiro director-executivo da Comissão, desde sua criação em 1973 até fins de 1976, quando foi escolhido pelo presidente Jimmy Carter como Assessor em Assuntos de Segurança Nacional.
Os membros originais da Comissão eram cerca de 300 pessoas, com aproximadamente uma centena da Europa, uma centena do Japão e uma centena da América do Norte. Os membros também estavam divididos entre académicos, políticos e magnatas das grandes empresas; entre estes estavam incluídos banqueiros internacionais, líderes das grandes centrais sindicais e directores corporativos de alguns gigantes da mídia.
O senador Barry Goldwater (Republicano do Arizona) fez uma clara e precisa advertência em seu livro With no Apologies, publicado em 1979:
"A Comissão Trilateral é internacional e destina-se a ser o veículo para a consolidação multinacional dos interesses bancários e comerciais tomando o controle do governo político dos Estados Unidos. A Comissão Trilateral representa um esforço engenhoso e coordenado para tomar o controle e consolidar os quatro centros do poder — político, monetário, intelectual e eclesiástico."
Qual era a natureza económica da força propulsora dentro da Comissão Trilateral? As grandes empresas multinacionais — aquelas com representação na Trilateral — que consistentemente se beneficiavam com as políticas e ações da Comissão. Académicos elegantes como Brzezinski, Gardner, Allison, McCracken, Henry Owen, etc., serviam somente para dar uma justificativa "filosófica" à exploração do mundo.
Não subestime o poder ou a distância que eles já tinham percorrido até 1976. A base económica deles já estava estabelecida. Gigantes como Coca-Cola, IBM, CBS, Caterpillar Tractor, Bank of America, Chase Manhattan Bank, Deere & Company, Exxon, e outros virtualmente fazem aquilo que resta das empresas americanas parecerem antes. Por exemplo, somente o valor de mercado da IBM era maior do que todas as acções na Bolsa de Valores. O banco Chase Manhattan tinha cerca de 50 mil agências ou correspondentes bancários em todo o mundo. Tudo o que chega aos nossos olhos e ouvidos é rigidamente controlado pela CBS, pelo jornal The New York Times, pela revista Time, etc.
A coisa mais importante de todas a lembrar que o golpe de misericórdia político precedeu o económico. O domínio do Poder Executivo do governo americano forneceu toda a alavancagem política necessária para enviesar as políticas económicas globais e dos EUA para o próprio benefício deles.
Como a Comissão Trilateral efetivou seu objectivo de criar uma Nova Ordem Internacional ou uma Nova Ordem Económica Internacional? Os membros da Comissão foram colocados no comando das instituições de comércio global, sistema bancário internacional e política externa.
Por exemplo, o Banco Mundial é um dos mecanismos mais críticos no motor da globalização. Desde a fundação da Comissão Trilateral em 1973, o Banco Mundial teve somente sete presidentes, todos os quais foram indicados pelo presidente dos EUA. Desses sete, seis vieram das fileiras da Comissão Trilateral!

• Robert McNamara (1968-1981)
• A. W. Clausen (1981-1986)
• Barber Conable (1986-1991)
• Lewis Preston (1991-1995)
• James Wolfenson (1995-2005)
• Paul Wolfowitz (2005-2007)
• Robert Zoellick (2007 até o presente)
Outra boa evidência de domínio é o cargo de Representante Comercial dos EUA (USTR), que está criticamente envolvido na negociação dos muitos tratados de comércio e acordos internacionais que são necessários para criar a Nova Ordem Económica Internacional. Desde 1977, foram dez os Representantes Comerciais indicados pelo presidente. Oito deles eram membros da Comissão Trilateral:
• Robert S. Strauss (1977-1979)
• Reubin O' D. Askew (1979-1981)
• William E. Brock III (1981-1985)
• Clayton K. Yeutter (1985-1989)
• Carla A. Hills (1989-1993)
• Mickey Kantor (1993-1997)
• Charlene Barshefsky (1997-2001)
• Robert Zoellick (2001-2005)
• Rob Portman (2005-2006)
• Susan Schwab (2006-presente)
O cargo de gabinete de Secretário de Estado também já viu sua porção de membros da Comissão Trilateral: Henry Kissinger (administrações Nixon e Ford), Cyrus Vance (Carter), Alexander Haig (Reagan), George Shultz (Reagan), Lawrence Eagleburger (George H. W. Bush), Warren Christopher (Clinton) e Madeleine Albright (Clinton). Houve também alguns Secretários de Estado em exercício que também vale a pena citar: Philip Habib (governo Carter), Michael Armacost (governo George H. W. Bush), Arnold Kantor (governo Clinton), Richard Cooper (Clinton).
Finalmente, deve ser observado que a Reserva Federal também tem sido dominada pela Comissão Trilateral: Arthur Burns (1970-1978), Paul Volcker (1979-1987), Alan Greenspan (1987-2006). Embora a Reserva Federal seja uma empresa privada, o presidente dos EUA "escolhe" o presidente para um mandato perpétuo. O actual presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, não é membro da Comissão Trilateral, mas está claramente seguindo as mesmas políticas globalistas que seus predecessores.
Embora virtualmente todos os membros da Comissão Trilateral provenientes da América do Norte também sejam membros do CRF, o inverso certamente não é verdadeiro. É fácil criticar o CFR porque parece que a maioria de seus membros preenche as demais posições do governo ainda não preenchidas pelos membros da Trilateral.
A estrutura de poder do Conselho é visto na constituição de sua junta de directores. Pelo menos 44% (12 de um total de 27) são membros da Comissão! Se a participação de directores reflectisse somente os membros gerais do CRF, então somente 3 a 4% da junta seria formada por Trilateralistas.
Além disso, o presidente do CFR é Richard N. Haas, um membro muito proeminente da Comissão Trilateral que também serviu como Director de Planeamento da Política para o Departamento de Estado, de 2001-2003.
A influência da Trilateral pode ser vista facilmente em trabalhos sobre política produzidos pelo CFR em suporte aos objectivos da Comissão Trilateral.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 11:00 am

Clube de Roma “CR “
O Clube de Roma surgiu após a publicação do relatório da “Iron Mountain” e o seu objectivo é dar provimento ao plano de formação de um governo mundial illuminati, tal como constava no relatório, um holoucasto ecológico, seria de importância vital para unir a população mundial em torno de um objectivo comum “Salvar o planeta”, obtendo assim um importante contributo nesse sentido.
É uma das mais influentes e conceituadas organizações não-governamental do mundo. Fundado em 1968, pelo industrial e académico italiano Aurelio Pecci e o cientista escocês Alexander King.
O Clube de Roma reúne economistas, industriais, banqueiros, chefes-de-estado, líderes políticos e cientistas de vários países para analisar a situação mundial e apresentar previsões e soluções para o futuro.
O primeiro relatório dessa organização foi publicado em 1972, elaborado por uma equipe do MIT ( Massachusetts Institute of Technology), contratado pelo Clube de Roma e chefiada por Meadows com o título de Os Limites do Crescimento, rapidamente, tornou-se um sucesso de vendas. Os profetas do apocalipse sócio-económico do Clube de Roma vaticinaram que uma crise sem precedentes está para abater sobre o mundo.

Eles apontaram alguns factores que poderão conduzir a uma crise mundial jamais vista:

ESGOTAMENTO DE RECURSOS NATURAIS – A precisão é de que até o ano 2007 haverá uma queda acentuada nos recursos minerais e hídricos do nosso planeta provocada pela exploração desordenada e gananciosa.

CRISE ENERGÉTICA – A perspectiva é que, em poucas décadas, as fontes de energia como petróleo e carvão se esgotem e a energia hidroelétrica atinja seu ponto de saturação por ser o único meio de obtenção de energia além do sol.

CRESCIMENTO POPULACIONAL – O aumento das populações carentes assusta muito as classes mais altas e pode provocar a escassez de alimentos e o aumento da violência em geral.

ESCASSEZ DE ALIMENTOS – Enquanto diminuem as terras cultiváveis e os estoques de alimentos, o êxodo rural aumenta, gerando o aumento da população urbana com isso uma série de problemas sociais e principalmente o desemprego.

DESEMPREGO EM MASSA – Nessa área as perspectivas são sombrias… O número de vagas de trabalho é muito inferior ao número de jovens que entram na idade de buscar um emprego. Sem falar nas barreiras que são criadas para diminuir o número de candidatos para poucas vagas.

POLUIÇÃO AMBIENTAL – A industrialização do mundo moderno está destruindo rapidamente o meio-ambiente com efeitos sem volta e acima de qualquer previsão. Um dos dirigentes do Clube de Roma, Aurelio Peccei, declarou à imprensa que hoje a humanidade está “mais confusa, mais preocupada, e mais insegura do que há dez anos atrás”.

Isso cria um terreno fértil, propício à instalação de um governo totalitário. Foi precisamente numa Alemanha confusa, preocupada e insegura que, há pouco mais de sessenta anos, surgiu uma figura carismática prometendo resolver todos os problemas do país. Adolf Hitler soube aproveitar-se da confusão, preocupação e insegurança geradas no povo alemão pela situação caótica reinante.

Os profetas do Clube de Roma predizem que “ocorrerá um colapso total do nosso sistema mundial entre o início e o meio do século XXI, se não forem tomadas medidas para solucionar os problemas que hoje enfrentamos”. Por isso, o Clube de Roma é uma das organizações que mais trabalha em prol da implantação da Nova Ordem Mundial.
Aurelio Peccei, afirmou: “Ocorrerá um desastre, e um líder carismático mundial surgirá e, então, dar-se-á início a essa Nova Era.“ Outro dirigente do Clube de Roma e activo líder da Nova Era, Benjamim Creme, afirmou que o triângulo é um dos símbolos sagrados desse movimento e representa o Cristo Cósmico que virá.

Como acabamos de ver, o movimento mundial da Nova Era não se trata de uma religião, mas de uma verdadeira conspiração silenciosa que estende seus tentáculos sobre o mundo como um gigantesco e invisível polvo que, aos poucos, vai fechando o cerco, derrubando os obstáculos que se interpõem ao seu objectivo máximo:

http://www.fimdostempos.net/clube-roma.html
Comité dos 300
Fundado em 1729 pela Black Nobility (Nobreza Negra), através da Companhia Britânica das Índias Orientais, para lidar com banqueirismo internacional e problemas comerciais e para dar apoio ao comércio de ópio. É controlada pela Coroa Britânica. Ela abrange todo o sistema bancário mundial e os mais importantes representantes das nações ocidentais. Atraves do Comité dos 300, todos os bancos estão ligados aos Rothschild. É, obviamente, uma organização dos Illuminati.
O Comité dos 300 é uma sociedade altamente secreta, composta da classe governante intocável, que inclui a rainha da Inglaterra, a rainha da Holanda, a rainha da Dinamarca e as famílias reais da Europa. Esses aristocratas decidiram, quando a Rainha Vitória faleceu, que, de modo a adquirirem controle do mundo, seria necessário que os seus aristocratas "fizessem negócios" com os que não são aristocratas, mas que só com líderes extremamente poderosos de empresas a nível global. E desta forma as portas para o poder total se abriram para "os comuns", como a rainha da Inglaterra gosta de chamá-los.

http://www.umanovaera.com/david_icke/Sociedades_Secretas.htm
http://www.umanovaera.com/conspiracoes/o_comite_dos_300.htm

O Clube Bilderbeg “O Governo Mundial Sombra”
A mais importante organização illuminati, que se reúne anualmente, para defenir as estratégias económicas, políticas e sociais a nível mundial a aplicar,de modo a traçar as directrizes para a formação de um governo mundial totalitário.
Fundado em 1954 pelo príncipe Bernhard, da Holanda, pelo primeiro-ministro belga Paul Van Zeeland, pelo conselheiro político Joseph Retinger e pelo presidente da multinacional Unilever na época, o holandês Paul Rijkens, o Clube Bilderberg é uma organização não-oficial que nasceu supostamente para promover a "cooperação transatlântica" e debater "assuntos relevantes em nível mundial" - o que, em plena Guerra Fria, equivalia a discutir a ameaça comunista. O nome Bilderberg vem do hotel holandes que abrigou a primeira reunião, em 1954. O sucesso desse evento convenceu os seus organizadores a realizá-lo anualmente, em algum país europeu, nos Estados Unidos ou no Canadá.
As conferências não- oficiais, contam geralmente com um máximo de 130 delegados. Dois terços dos participantes provêm da Europa e os restantes dos Estados Unidos e Canadá, sendo composta por membros activos, que estão presentes todos os anos e outros que só são convidados ocasionalmente. Cerca de 80 pessoas são membros regulares que estiveram presentes ao longo de muitos anos. As personalidades marginais, são convidadas para fazerem comunicações sobre temas relacionados com a sua esfera de influência e conhecimentos profissionais e académicos, não fazem a menor ideia de que existe uma estrutura formal de grupo por detrás do Clube Bilderberg, para não falar na total ignorância quanto às metas mais amplas do Clube.
Um pequeno grupo de individualidades escolhidas são convidadas, porque os bilderbergs pensam que podem ser ferramentas úteis no seu plano globalista e são ajudados a vencer eleições para cargos com poder.
As reuniões são realizadas segundo o método “Chatham House”:
“ Quando uma reunião ,ou parte dela, é realizada segundo a Regra de Chatham House, os participantes podem utilizar a informação recebida, mas nem a identidade ou filiação do(s) orador(es), nem as de qualquer outro participante, poderão ser reveladas, nem poderá ser referido que a informação foi recebida numa reunião do instituto”.
Os globalistas não querem que saibamos o que planeiam fazer-nos, nem querem que saibamos quem são.
“ Este sistema, permite que as pessoas falem a título individual e expressem pontos de vista que podem não ser os das suas organizações e portanto, incentiva a discussão livre. Geralmente as pessoas sentem-se mais distendidas se não tiveremde se preocupar com a sua reputação ou com as implicações, se forem citadas publicamente.”
Entre aqueles que estiveram presentes nas suas reuniões, constam-se: Allen Dulles (CIA), senador William J. Fulbright ( do Arkansas, um Académico de Rhodes), Dean Acheson (secretário de Estado da administração Truman), Henry A. Kissinger ( presidente, Kissinger Associates), David Rockeffeler (Chase Bank, JP Morgan Internacional Council), Nelson Rockefeller, Laurance Rockefeller, Gerald Ford (antigo presidente dos EUA), Henry J. Heinz II (presidente da H. J. Heinz Co.), príncipe Filipe da Grã-Bretanha, Robert S. McNamara (secretário de Defesa do presidente Kennedy e antigo presidente do Banco Mundial), Margareth Thatcher ( primeira-ministra do Reino Unido), Valéry Giscard d`Estaing ( presidente de França), Harold Wilson (primeiro-ministro do Reino Unido), Edward Heath (primeiro- ministro do Reino Unido), Donald H. Rumsfeld (secretário da Defesa do presidente Ford e de George W. Bush), Helmut Schmidt (chanceler da Alemanha Ocidental), Henry Ford III (líder da Ford Motor Co., James Rockefeller (presidente, First National City Bank) e Giovanni Agnelli (presidente da Fiat, de Itália).
O objectivo do Clube Bilderberg é a busca de uma era pós-nacionalismo, em que já não haverá países, só regiões e valores universais. Ou seja, só uma economia universal, um governo universal (designado, não eleito) e uma religião universal. Para assegurar esses objectivos, os membros do Clube defendem um enfoque mais técnico e menos conhecimento por parte do público. Seu objectivo final é o controle de absolutamente tudo no mundo, em todos os sentidos da palavra: a atmosfera, os oceanos, os continentes com todas as suas criaturas. Agem como se fossem Deus na Terra.
A técnica do Clube Bilderberg consiste em submeter a população e levar a sociedade a uma forte situação de insegurança, angústia e terror, de maneira que as pessoas cheguem a sentir-se tão exaltadas que peçam, aos gritos, uma solução, qualquer que seja. Essa técnica tem sido aplicada às gangues de rua, às crises financeiras, às drogas e ao actual sistema educacional e prisional.

Com relação ao sistema educacional é necessário dar a conhecer que os estudos realizados pelo Clube Bilderberg demonstram que conseguiram diminuir o coeficiente intelectual médio da população. Para conseguir isso não só manipulam as escolas e as empresas, mas também têm se apoiado na arma mais letal que possuem: a televisão e seus programas de baixo nível, para afastar a população de situações estimulantes e conseguir assim entorpecê-la.
http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/421/artigo62503-1.htm
http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=142&Itemid=234
Clube Bilderberg “os senhores do mundo”
Daniel Estulin edição “Temas e Debates”


O Clube Bilderberg planeia depressão económica “ Agenda 2009”
Realizou-se entre os passados dias 14 e 17 de maio a conferência anual do Clube Bilderberg, ao qual já fiz referência neste espaço (mais abaixo segue uma breve descrição deste clube).
Nos dias imediatamente antecedentes, o sítio web Prision Planet dirigido por Alex Jones, um activista anti-globalização, publicou um artigo sobre o plano de trabalhos da sessão deste ano. Recupero-o agora, passado vários dias; a confirmarem-se as suas informações, em breve poderemos começar a verificar evidências.
Uma breve nota: a publicação deste documento não implica que me identifique totalmente com as posições nele assumidas; tão somente considero-o uma perspetiva merecedora de análise tendo em conta o rumo que os acontecimentos mundias poderão em breve tomar, e que serão a medida aferidora da validade das afirmações contidas neste texto.
'Elitistas divididos sobre se deixar a economia afundar rapidamente e substituí-la com a nova ordem mundial ou pôr em marcha uma longa e agonizante depressão.
Nas vésperas da conferência 2009 do Grupo Bilderberg, que está agendada para 14-17 maio, no hotel de 5 estrelas “Nafsika Astir Palace Hotel”, em Vouliagmeni, Grécia, o repórter de investigação Daniel Estulin pôs a descoberto detalhes chocantes sobre o que os elitistas planeiam fazer com a economia ao longo do próximo ano.
O encontro do Clube Bilderberg é uma reunião anual de cerca de 150 dos mais influentes dirigentes(1) a nível mundial no governo, indústria, banca, meios de comunicação social, academias e do complexo militar-industrial. O grupo discreto opera sob as "regras de Chatham House", o que significa que nunca pode haver uma fuga de informação do que foi debatido para os mídia, apesar dos editores dos maiores jornais do mundo, o Washington Post, o New York Times e o Financial Times, estarem presentes na reunião.
De acordo com fontes de Estulin, que se têm vindo a provar serem extremamente precisas no passado, os Bilderberg estão divididos sobre pôr em andamento "uma prolongada, agonizante depressão que condene o mundo a décadas de estagnação, declínio e pobreza... ou uma intensa e mais curta depressão que prepare o caminho para uma nova ordem mundial economicamente sustentável, com menos soberania, mas mais eficiência".

Outras Conspirações Bilderberguistas
A informação assume um peso adicional quando se considera o fato de que as anteriores previsões económicas de Estulin, que se baseavam em fugas de informação das mesmas fontes, têm-se revelado mortiferamente precisas. Estulin previu corretamente o crash da habitação e o colapso financeiro de 2008, como resultado do que as suas fontes dentro de Bilderberg lhe disseram, sobre o que a elite estava planeando com base naquilo que foi dito em 2006, na sua reunião no Canadá e na conferência realizada em 2007, na Turquia.
Os detalhes da agenda económica estavam contidos numa ordem de trabalhos prévia à reunião, a ser entregue aos membros Bilderberg. Em termos mais específicos, Estulin destaca e adverte que os Bilderberg estão promovendo e pintando um falso quadro de recuperação económica, enganando os investidores para que estes voltem a aplicar o seu dinheiro na bolsa de valores, só para mais tarde libertarem um novo e enorme colapso que irá criar "enormes perdas e a solidificar as dificuldades financeiras nos próximos meses", de acordo com o relatório da “Canada Free Press” (CFP).
Segundo Estulin, Bilderberg está assumindo que os valores relativos ao desemprego nos EUA atingirão cerca de 14% até ao final do ano, quase duplicando o número oficial actual de 8,1 por cento.
As fontes de Estulin também lhe dizem que Bilderberg vai novamente tentar pressionar a promulgação do Tratado de Lisboa, um ponto chave da agenda para o pleno estabelecimento de um super estado federal da União Europeia, forçando os irlandeses a votar novamente no documento em setembro/outubro, apesar destes já o terem rejeitado, tal como outras nações europeias, em referendos nacionais.
"Uma das suas preocupações é abordar e neutralizar o movimento anti-tratado de Lisboa chamado "Libertas ", liderado por Declan Ganley. Uma das acções planeadas dos Bilderberg é usar uma campanha de boatos nos mídia dos EUA, sugerindo/insinuando que Ganley está sendo financiado por negociantes de armas nos EUA com ligações aos militares dos EUA", relata o CFP.
Daniel Estulin, Jim Tucker e outras fontes, que se têm infiltrado nas anteriores reuniões dos Bilderberg no passado, tem vindo a fornecer continuadamente informações sobre a agenda dos Bilderberg, informações essas que posteriormente se tornaram realidade em todo o mundo, provando que a organização não é apenas um pretexto para "conversa de loja", como afirmam os desenganadores(2), mas um fórum para o planeamento integral da agenda da nova ordem mundial.
De facto, no mês passado, o visconde belga Etienne Davignon, actual presidente dos Bilderberg, vangloriou-se de que os Bilderberg ajudaram a criar o Euro, introduzindo pela primeira vez na agenda política o tema de uma moeda única, no início da década de 1990. A agenda dos Bilderberg para um super estado federal europeu e uma moeda única provavelmente remonta a um passado ainda mais longínquo. Uma investigação da BBC pôs a descoberto documentos das primeiras reuniões dos Bilderberg, que confirmam que a União Europeia foi uma ideia dos Bilderberg.
Na primavera de 2002, quando os “falcões da guerra” na administração Bush foram pressionando para uma invasão do Iraque no verão, os Bilderberg expressaram o seu desejo num atraso e o ataque não foi lançado até março do ano seguinte.
Em 2006, Estulin previu que o mercado imobiliário seria autorizado a subir abruptamente antes que “a bolha fosse cruelmente rebentada”, que foi exactamente o que veio a suceder.
Em 2008, Estulin previu que os Bilderberg estavam a criar as condições para um colapso financeiro, exatamente o que veio a acontecer alguns meses mais tarde, com o colapso da Lehman Brothers.
O Clube Bilderberg tem exercitado continuamente os seus “músculos” ao estabelecerem o seu papel como “kingmaker”(3). A organização tem selecionado candidatos presidenciais, assim como os candidatos a vice e os Primeiros-ministros.
Bill Clinton e Tony Blair foram apadrinhados pela organização secreta no início da década de 1990, antes da sua ascensão.
O companheiro de Barack Obama, Joe Biden, actual vice-presidente dos EUA, foi selecionado pelo membro dos Bilderberg e illuminatti James A. Johnson; o companheiro de John Kerry às eleições presidenciais de 2004, John Edwards, também foi ungido pelo grupo depois de ter feito um brilhante discurso na conferência de 2004. Os participantes dos Bilderberg inclusivamente quebraram as regras da casa ao aplaudir Edwards, no final de um discurso que ele deu às elites sobre a política americana.
A escolha de Edwards foi chocante para especialistas dos mídia, que esperavam que Dick Gephardt assegurasse a posição. O New York Post até noticiou que Gephardt tinha sido escolhido e autocolantes a dizerem "Kerry-Gephardt" estavam a ser colocados nos veículos de campanha antes de serem removidos quando Edwards foi anunciado como o número dois de Kerry.
Um artigo de um jornal português de 2008 destacou o facto de que Pedro Santana Lopes e José Sócrates participaram na reunião dos Bilderberg de 2004 em Stresa, Itália, antes de ambos concorrerem a Primeiro-ministro de Portugal.
Várias das principais decisões chave geopolíticas foram feitas na reunião do ano passado dos Bilderberg, em Washington DC, novamente realçando o fato de que estas reuniões são muito mais do que meros encontros informais.
Como já relatado nessa altura, os Bilderberg estavam preocupados pois os preços do petróleo estavam a acelerar muito rápido depois de atingirem os 150 dólares por barril e quiseram assegurar-se de que os preços começariam a declinar. Isto foi exatamente o que aconteceu nos finais do segundo semestre de 2008, com os preços do petróleo novamente a descerem até aos 50 dólares por barril.
Inicialmente fomos capazes de prever o rápido aumento dos preços do petróleo em 2005, quando o preço estava em 40 dólares, porque os Bilderberg tinham solicitado uma subida dos preços durante o encontro desse ano, em Munique. Durante a conferência, na Alemanha, Henry Kissinger disse aos seus colegas participantes que a elite (Bilderberg) tinha-se decidido em garantir que os preços do petróleo duplicariam no decorrer dos seguintes 12-24 meses, o que foi exatamente o que aconteceu.
Também no ano passado, nessa reunião, a antiga Secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, fez planos para assinar um tratado sobre a instalação de uma base radar americana na República Checa com o Ministro dos Negócios Estrangeiros checo Karel Schwarzenberg.
Rice foi acompanhada na reunião pelo Secretário da Defesa Robert Gates, que alegadamente incentivou os globalistas da UE a apoiarem um ataque contra o Irão. Dias mais tarde a União Europeia ameaçou o Irão com sanções se não suspendesse o seu programa de enriquecimento nuclear.
Houve também especulação generalizada de que a “reunião secreta” de Hillary Clinton e Barack Obama, realizada com o auxílio de táticas furtivas como o bloqueio dos jornalistas num avião para evitar que localizassem o duo, teve lugar na reunião dos Bilderberg em Washington DC.
Resta-nos ver qual o tipo de cobertura que os principais mídia e a imprensa oferecerão sobre a reunião dos Bilderberg 2009, porque, apesar do historial amplamente comprovado do papel central dos Bilderberg na influência geopolítica e financeira dos futuros eventos mundiais, e apesar de no ano passado a reunião ter sido realizada em Washington DC, os mídia corporativos americanos encarregaram-se de supervisionar um apagão quase universal dos relatórios sobre a conferência, os seus participantes, e o que foi discutido.
Mais uma vez, resta aos mídia alternativos preencher esse vácuo informativo e educar as pessoas sobre exactamente o que o globalistas tem planeado para nós ao longo dos próximos anos...'

(1) o termo utilizado no texto original é “powerbrokers”, cuja definição é: uma pessoa que exerce forte influência política ou económica, nomeadamente por força dos indivíduos e dos votos que ele ou ela controla.
(2) tradução do termo original “debunkers”, cuja definição é: um cético envolvido no combate a pessoas e ideias que enganam e exploram o público, e que, na sua visão, são falsas e não-científicas.
(3) termo que significa: uma pessoa cujas acções e opiniões influenciam fortemente o decorrer dos acontecimentos.
Fonte: Prision Planet
http://otempofinal.blogspot.com/2009/05/agenda-exposta-clube-bilderberg-planeia.html

A Bilderberg & Portugueses na Bilderberg
Texto retirado do extinto site PTNS

A Sociedade Bilderberg, é um grupo americano que existe há longos anos, pouco ou nada se tem falado desta 'sociedade secreta', e muitos desconhecem a sua existência ou os seus objectivos.

Este grupo sionista leva a cabo uma conspiração antidemocrática, um plano oculto de dominação mundial. Este grupo conta nas suas fileiras, Presidentes, Famílias Reais, ministros, industriais e executivos de sucesso, jornalistas, directores de estações de TV, jornais etc.
A primeira conferência da Bilderberg realizou-se em Maio de 1954, desde então esta organização secreta realiza todos os anos em diversas cidades europeias e norte americanas, conferências. A Bilderberg todos os anos preocupa-se em convidar as figuras mais poderosas ou futuros aliados, na execução da estratégia de dominação, para as suas conferências.

Nestas conferências são discutidos diversos assuntos desde política a economia entre outros. Após analisarmos os participantes destes encontros, chegamos à conclusão que nós, povo, não passamos de peças, facilmente manipuladas por estes “grandes” senhores. Considerando como exemplo a última “luta”, durante as legislativas, entre PS e PSD que serviu, e serve, para ridicularizar o povo português. Imaginem o que se passa nos bastidores, as ricas gargalhadas que não se dão nessas reuniões à “nossa” custa. Vivemos portanto numa ditadura “invisível”, onde as nossas escolhas são limitadas a uma só “força”/”poder” com dois ou três nomes diferentes, de modo a nos iludir.

Podemos tomar como outro exemplo, Pinto Balsemão, que controla jornais, empresas de publicidade e recentemente uma estação de TV. Este senhor é convidado assíduo da Bilderberg, pelo menos desde 1988, podemos fazer uma pequena ideia de como a “nossa opinião” é controlada através desta força oculta, quem não vê TV para saber as últimas notícias nacionais e internacionais? Quem não compra o seu jornal de manhã para saber o que se passa ao seu redor? A maioria das pessoas não tem noção que a informação que lhes chega todos os dias através da comunicação social, que jamais é posta em causa a sua veracidade, é um excerto dos factos reais um QB de ficção.
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MensagemAssunto: re   Dom Jun 13, 2010 11:01 am

Conferência Bilderberg em Portugal, 1999

No início de Junho de 1999, realizou-se na Penha Longa, Sintra, uma conferência da Bilderberg. Entre os participantes desta 47º conferência estavam dez portugueses, sendo Francisco Pinto Balsemão, Jorge Sampaio, Artur Santos Silva, Ricardo Salgado, Nicolau Santos, Murteira Nabo, Vasco de Melo, Marçal Grilo, João Cravinho e Joaquim Ferreira do Amaral.

De acordo com algumas fontes, a Bilderberg pagou milhões de dólares ao governo Português para este disponibilizar forças militares, policiais e helicópteros para localizar intrusos, de modo a “protegerem o seu secretismo”, pois a segurança nos encontros da Bilderberg é algo que nunca falta. De acordo com o Jornal de Notícias havia ordens para abater qualquer “intruso” que fosse apanhado ou oferecesse resistência. A Bilderberg também exigiu que o hotel no qual se ia realizar a conferência fosse fechado 48 horas antes desta começar.

De acordo com um jornalista do The News, que se encontrava nas imediações do hotel, foi-lhe dito que teria de abandonar o local, mas alguns minutos depois foi detido por dois polícias e esteve sob custódia durante 8 horas sendo tratado como um criminoso, o seu crime terá sido andar na via pública.

António Guterres, que participou na conferência de 1994, na Finlândia, foi, curiosamente, eleito primeiro-ministro em 95. Guterres não constou na lista de convidados da 47ª Conferência e em nenhuma outra depois da de 94.

Mas existem outras coincidências iguais a estas no historial da Bilderberg.

Coincidências?

Bill Clinton que participa no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 foi eleito presidente dos Estados Unidos da América em Agosto de 1992.

Tony Blair que participa no encontro Bilderberg na Grécia em 93 torna-se líder do partido em Julho de 94 torna-se primeiro-ministro em Maio de 97.

Jack Santer o anterior chefe de estado (demitido por corrupção) participou no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 e torna-se presidente da UE em Janeiro 95.

Romano Prodi participou no encontro Bilderberg em Portugal em Junho de 99 toma posse como presidente da UE em Setembro de 99.

George Robertson participa no encontro Bilderberg na Escócia em 98 e toma posse como secretário-geral da NATO em 99.

Outra GRANDE coincidências é que desde ‘71 todos os líderes da NATO, pertenciam à Bilderberg.
http://www.causanacional.net/index.php?itemid=28

PORTUGUESES NA BILDERBERG

Sábado, Setembro 12, 2009
"Grupo Bilderberg" - http://www.semanario.pt/noticia.php?ID=4956

Depois de Sócrates e Santana terem ido ao clube antes de serem PM

Portugal parece que está a ser governado pelo clube de Bilderberg. Se Ferreira Leite ganhar as eleições de 27 de Setembro, é já o terceiro primeiro-ministro em apenas cinco anos que antes de se sentar em Belém se senta nas cadeiras do clube de Bilderberg.

Ferreira Leite foi a Bildeberg em Maio antes de poder vir a ser primeira-ministra Portugal parece que está a ser governado pelo clube de Bilderberg. Se Ferreira Leite ganhar as eleições de 27 de Setembro, é já o terceiro primeiro-ministro em apenas cinco anos que antes de se sentar em Belém se senta nas cadeiras do clube de Bilderberg.
Em Junho de 2006, José Sócrates e Santana Lopes marcaram presença no clube, que teve lugar em Itália.. Santana seria primeiro-ministro dois meses depois e nem passaria um ano para José Sócrates chefiar o Governo.
Em Maio deste ano, na Grécia, foi Ferreira Leite a estar presente. Portugal parece que está a ser governado pelo clube de Bilderberg. Se Ferreira Leite ganhar as eleições de 27 de Setembro, é já o terceiro primeiro-ministro em apenas cinco anos que antes de se sentar em Belém se senta nas cadeiras do clube de Bilderberg.
Em Junho de 2006, José Sócrates e Santana Lopes marcaram presença no clube, que teve lugar em Itália. Santana seria primeiro-ministro dois meses depois e nem passaria um ano para José Sócrates chefiar o Governo.
Neste ano, o clube parece ter jogado em simultâneo nos dois tabuleiros, socialista e social-democrata, e acertou na mouche. Em Maio deste ano, na Grécia, foi Ferreira Leite a estar presente em Bilderberg.
Não é muito vulgar, os líderes dos partidos serem convidados para o clube mas constituía a última oportunidade de ter Ferreira Leite na reunião, antes de poder ser primeira-ministra de Portugal já em Outubro próximo.
Na verdade, poderia ter sido mais adequado apostar na presença de uma jovem esperança social-democrata, por exemplo Pedro Passos Coelho, em vez de levar Ferreira Leite. Refira-se que muitos observadores nunca acreditaram na possibilidade de Ferreira Leite à liderança do partido, quer na sequência da eleição de Marques Mendes quer, sobretudo, da eleição de Luís Filipe Menezes, pensando-se que o autarca de Gaia seria o homem a defrontar Sócrates nas legislativas de Setembro.
Há, no entanto, quem defenda que Bilderberg nunca dorme e que estava tudo devidamente previsto. Ferreira Leite só não foi ao clube, já em 2008, porque tinha acabado de ser eleita líder do partido. Rui Rio acabou por ser o representante do PSD na reunião.
Refira-se que Francisco Pinto Balsemão, como membro permanente do clube de Bilderberg, tem funcionado como principal consultor na indicação portuguesa das figuras a estarem presentes. O clube há muito que ganhou fama de que nada acontece por acaso no seu seio.
Em Maio, quanto esteve na Grécia, houve uma sondagem que deu o pior resultado de sempre ao PSD, com vinte e três por cento. Durante a campanha para as eleições europeias, que decorreu logo na semana seguinte a Ferreira Leite ter vindo de Bilderberg, a líder do PSD era literalmente abatida pela comunicação social, bem como por muitos comentadores, entre os quais o professor Marcelo Rebelo de Sousa.
Ferreira Leite foi criticada por não ter escolhido Marques Mendes para cabeça -de-lista às europeias, em vez de Paulo Rangel (ainda esta semana, no seu comentário no jornal "Sol", Rebelo de Sousa dizia que era pena Ferreira Leite não poder fazer dupla com Marques Mendes).
A presidente do PSD também foi criticada por estar ausente da campanha, deixando o palco a Rangel. Tudo iria mudar com a vitória do PSD nas europeias, com o PS a ser penalizado e os social-democratas a ganharem uma dinâmica de vitória que hoje lhes permite discutir taco-a-taco o lugar de primeiro partido com o PS.
Nas sondagens, socialistas e social-democratas continuam tecnicamente empatados. No entanto, em termos de ciclo político, Ferreira Leite poderá ter vantagem sobre Sócrates. Há quase dez anos que os ciclos políticos encurtaram, fazendo com que os primeiros-ministros se sucedam nos lugares.
O clube de Bilderberg tem tido a preocupação de convidar quase sempre figuras de partidos que governam os países em alternância. Assim se explica que, nos últimos anos, em relação à delegação portuguesa, tenham estado presentes nomes como Aguiar Branco, Augusto Santos Silva, Nuno Morais Sarmento, António Costa e Rui Rio.
Aguiar Branco já ensaiou uma candidatura à liderança social-democrata e hoje tem aparecido como eminência parada de Ferreira Leite, talvez à procura de uma nova oportunidade. Nuno Morais Sarmento tem sido apontado como um dos candidatos a líder no futuro, talvez no processo de sucessão de Ferreira Leite. Rui Rio é outra figura que é há muito falada para a liderança social-democrata.
No campo socialista, António Costa, que esteve presente no ano passado, juntamente com Rio é, garantidamente, o homem com melhores condições políticas para um da chegar à liderança do PS.
Quanto a Augusto Santos Silva, estão por revelar as suas possibilidades de chegar à liderança socialista mas o facto é que depois de Sócrates a ala mais à esquerda do PS, onde Augusto Santos Silva se insere, pode querer tomar conta do partido.
Bilderberg nunca dorme em serviço.
Este ano, juntamente com Manuela Ferreira Leite esteve em Bilderberg o então ministro da Economia, Manuel Pinho. Para além do poder da organização, há fenómenos psiciológicos que, por vezes, não são de fácil explicação. Manuel Pinho nunca teve na vida política um gesto como aquele que dirigiu a Bernardino Soares há dois meses, no calor de um debate na Assembleia da República, os célebres "corninhos".
O facto é que tal aconteceu antes da reunião de Bilderberg e contra uma figura de um partido marxista-leninista, que há bem pouco tempo disse que tinha dúvidas que a Correia do Norte não fosse uma democracia.
Num momento em que o capitalismo conheceu uma das suas piores crise de sempre, há quem perspective graves convulsões sociais e o marxismo renasce como doutrina económica e política, é preciso ter cuidado com as coincidências.
Refira-se que a reunião deste ano de Bilderberg teve como grande tema de discussão, precisamente, a crise económica e do capitalismo. Quanto a Manuel Pinho, o facto é que depois de se demitir do cargo, o ex-ministro já teve várias provas de solidariedade política, ao mais alto nível, do primeiro-ministro e de muitas figuras da elite económica. Esta semana, Manuel Pinho deu nome a uma rua em Paços de Ferreira, Avenida Doutor Manuel Pinho.
É assim que o mistério à volta de Bilderberg se vai cimentando. Governo sombra mundial Lista actualizada dos portugueses em Bilderberg Há dois anos, o Semanário publicou em exclusivo a lista de todos os portugueses que já estiveram em reuniões de Bilderberg, uma espécie de governo-sombra a nível mundial.
Hoje, é uma das páginas mais consultadas e comentadas da blogosfera.
O SEMANÁRIO actualiza a lista, em relação aos portugueses presentes nos últimos três anos.
Francisco Pinto Balsemão - É membro permanente do Clube de Bilderberg desde 1988, tendo participado em quase todas as reuniões anuais desde essa data. Pertence mesmo ao comité restrito, denominado "Steering". É ele quem tem convidado muitas personalidades portuguesas a estarem presentes no clube.
Mira Amaral -ex- ministro da Indústria de Cavaco Silva. Participou na reunião de Bilderberg em 1995, no final do governo de Cavaco Silva, numa altura em que o professor rumava à corrida a Belém e Fernando Nogueira e Durão Barroso disputavam a liderança do PSD.
Joaquim Ferreira do Amaral - ex- ministro das Obras Públicas de Cavaco Silva. Participou na reunião de Bilderberg que ocorreu em Sintra, em 1999, uma das que teve mais participantes portugueses. A sua presença é significativa, tanto que dois anos depois seria candidato à Presidência da República, defrontando Jorge Sampaio. Só esteve presente em 99.
António Barreto - Este investigador esteve presente na reunião de 1992, em pleno cavaquismo, um ano depois de Cavaco obter a sua segunda maioria absoluta. Intelectual brilhante, o género de pessoa que os bilderbergs políticos gostam de ver no seu seio.
Durão Barroso - Participou na reunião de Bilderberg de 1994, quando era ministro dos Negócios Estrangeiros de Cavaco Silva. Em 2003, voltou a estar presente no clube de Bilderberg, já na qualidade de primeiro-ministro. Em meados de 2004, Durão era designado presidente da Comissão Europeia. Nesta qualidade, tem participado em quase todas as reuniões anuais. É, sem dúvida, o português com mais presenças em Bilderberg, com todas as condições para poder suceder a Pinto Balsemão no Conselho Permanente.
António Borges - Esteve presente na reunião do clube em 1997, o que mostra que o seu nome é badalado para altos voos há muito tempo. Maria Carrilho - Esta socialista, especialista em assuntos de defesa, esteve presente na reunião do clube em 1995, o ano da chegada ao poder de António Guterres.
António Guterres - Esteve presente na reunião de 2006, n na qualidade de Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados.
Roberto Carneiro - ex- ministro da Educação de Cavaco Silva. Esteve presente na reunião de 1992, no auge do cavaquismo.
Vitor Constâncio - Esteve presente em Bilderberg em 1988, quando era secretário-geral do PS.
Vasco Pereira Coutinho - Esteve presente na reunião de 1998, numa altura em que Marcelo Rebelo de Sousa liderava o PSD.
João Cravinho - Esteve presente na reunião de 1999, no auge do guterrismo, sendo então ministro do Planeamento e da Administração do Território.
José Cutileiro - O embaixador português esteve presente na reunião de Bilderberg em 1994, tornando-se presidente da estrutura de defesa da União Europeia, a UEO nesse ano.

José Manuel Galvão Teles - Este advogado, próximo de Mário Soares, Esteve presente na reunião de Bilderberg em 1997, no auge do guterrismo.Teresa Patrício Gouveia - ex-ministra do Ambiente e ex-secretária de Estado da Cultura dos governos de Cavaco Silva e ex-ministra dos Negócios Estrangeiros de Durão Barroso, esteve presente na reunião de Bilderberg em 2000.
Marçal Grilo - ex- ministro da Educação de António Guterres, esteve presente na reunião de Bilderberg de 1999, em Sintra.
Miguel Horta e Costa - Esteve presente na reunião do clube em 1998, no tempo da liderança laranja de Marcelo Rebelo de Sousaq, sendo vice-presidente da Portugal Telecom. Depois ascenderia à presidência da empresa.
Margarida Marante - É um dos poucos jornalistas que marcaram presença em Bilderberg, tendo estado na reunião de 1996.
Vasco de Mello - Um dos grandes empresários portugueses, esteve presente na reunião de Sintra, em 1999.
Carlos Monjardino - Esteve presente na reunião de Bilderberg de 1991, no auge do cavaquismo e no ano da reeleição de Mário Soares, de quem é muito próximo.
Murteira Nabo - ex. ministro de António Guterres, esteve presente na reunião do clube em 1999, era, então, presidente da PT.
Faria de Oliveira - ex- ministro do Turismo de Cavaco Silva, actual presidente da Caixa Geral de Depósitos, esteve presente na reunião de Bilderberg em 1993.
Carlos Pimenta - ex- ministro do Ambiente de Cavaco, esteve na reunião de Bilderberg de 1991.
Francisco Lucas Pires - O malogrado líder do CDS, esteve presente na reunião do clube em 1988.
Ricardo Salgado - O presidente do BES esteve em Bilderberg em 1997, quando Marcelo era líder do PSD e voltou a estar presente na reunião de 1999, em Sintra.
Jorge Sampaio - ex- Presidente da República, participou na reunião de Bilderberg, em Sintra, na qualidade de primeiro magistrado da Nação portuguesa.
Nicolau Santos - O outro jornalista, juntamente com Margarida Marante, que participou em Bilderberg, tendo estado em Sintra em 1999.
Artur Santos Silva - Um dos grandes banqueiros portugueses, tendo estado presente na reunião de 1999.
Marcelo Rebelo de Sousa - Esteve presente na reunião de 1998, quando era líder do PSD e ainda julgava que era possível fazer renascer a AD com Paulo Portas e ganhar as eleições legislativas de 1999 a António Guterres.
Miguel Veiga - O advogado nortenho esteve em Bilderberg em 1994, no fim do cavaquismo.

António Vitorino - Ex-ministro de Guterres e ex-comissário europeu, esteve na reunião de Bilderberg de 1996, quando estava no governo.
Guilherme Oliveira Martins - Participou na reunião de 2001, quando era ministro da Presidência do governo Guterres.
Vasco Graça Moura - ex- deputado do PSD ao Parlamento Europeu pelo PSD, esteve presente na reunião de 2001 de Bilderberg.
Ferro Rodrigues - Esteve presente na reunião de 2003, quando era líder do PS, pouco depois de ter o caso Casa Pia ter deflagrado.
Santana Lopes - Esteve presente na reunião de 2004, que ocorreu de 3 a 6 de Junho em Stresa, Milão. Pouco mais de um mês depois era primeiro-ministro de Portugal. José Sócrates - Tal como Santana Lopes, esteve presente na reunião de Stresa de 2004. Menos de um ano depois seria primeiro-ministro.
Nuno Morais Sarmento - ex-ministro de Durão Barroso esteve presente na reunião de Bilderberg de 2q006, quando Marques Mendes era líder do PSD.
Augusto Santos Silva - Também esteve presente na reunião de 2006, já como ministro de Sócrates.
José Pedro Aguiar Branco - ex-ministro de Santana Lopes, ambém esteve presente na reunião de 2006.
Leonor Beleza - ex-ministra de Cavaco Silva, actual presidente da Fundação Champalimaud, esteve em Bilderberg em 2007.
Rui Rio - O presidente da Câmara do Porto esteve presente na reunião de 2008.
António Costa - O presidete da Câmara de Lisboa também esteve presente na reunião de 2008.
Manuela Ferreira Leite -- a presidente do PSD esteve presente na reunião deste ano.
Manuel Pinho - Esteve também presente na reunião deste ano, ainda na qualidade de ministro da Economia de Sócrates.
Sábado, 12 de Setembro de 2009 Director: Paulo Gaião
Publicada por Patricio
http://portugal-verdades-e-consequencias.blogspot.com/2009/09/grupo-bilderberg-httpwwwsemanarioptnoti.html


Reuniões do Clube Bilderberg desde 1954

1ª - 29/31 de Maio, 1954: Oosterbeek, Holanda “ Hotel Bilderberg “
2ª- 18/20 de Março, 1955: Barbizon,França
3ª- 23/25 de Setembro, 1955: Garmisch- Partenkirchen, Alemanha Ocidental
4ª- 11/13 de Maio, 1956: Fredensborg, Dinamarca
5ª- 15/17 de Fevereiro, 1957: St. Simoons Island, Geórgia, EUA
6ª- 4/6 de Outubro, 1957: Fiuggi, Itália
7ª- 13/15 de Setembro, 1958: Buxton, Inglaterra
8ª- 18/20 de Setembro, 1959: Yesilkõy, Turquia
9ª- 28/29 de Maio, 1960: Burgenstock, Suiça
10ª- 21/23 de Abril, 1961: St. Castin, Canadá
11ª- 18/20 de Maio, 1962: Saltsjõbaden, Suíca
12ª- 29/31 de Maio, 1963: Cannes, França
13ª- 20/22 de Março, 1964: Williamsburg, Virgínia, EUA
14ª- 2/4 de Abril, 1965: Villa d`Este, Itália
15ª- 25/27 de Março, 1966: Wiesbaden, Alemanha Ocidental
16ª- 31 de Março / 2 de Abril, 1967: Cambridge, Inglaterra
17ª- 26/28 de Abril, 1968: Mont Tremblant, Canadá
18ª- 9/11 de Maio, 1969: Marienlyst, Dinamarca
19ª- 17/19 de Abril, 1970: Bad Ragaz, Suíça
20ª- 23/25 de Abril, 1971: Woodstock, Vermont, EUA
21ª- 21/23 de Abril, 1972: Knokke, Bélgica
22ª- 11/13 de Maio, 1973: Saltsjõbaden, Suécia
23ª- 19/21 de Abril, 1974: Megive, França
24ª- 25/27 de Abril, 1975: Çesme, Turquia
25ª- 22/25 de Abril, 1976: Hot Springs, Virgínia EUA CANCELLED ( Escândalo do suborno do Príncipe Bernhard- Lockeed )
26ª- 22/24 de Abril, 1977: Torquay, Inglaterra
27ª- 21/23 de Abril, 1978: Princeton, New Jersey, EUA
28ª- 27/29 de Abril, 1979: Baden, Áustria
29ª- 18/20 de Abril, 1980: Aachen, Alemanha Ocidental
30ª- 15/17 de Maio, 1981: Burgenstock, Suíça
31ª- 14/16 de Maio, 1982: Sandefjord, Noruega
32ª- 13/15 de Maio, 1983: Montebello, Canadá
33ª- 11/13 de Maio, 1984: Saltsjõbaden, Suécia
34ª- 10/12 de Maio, 1985: Rye Brook, New York, EUA
35ª- 25/27 de Maio, 1986: Gleneagles, Escócia
36ª- 24/26 de Maio, 1987: Villa d`Este, Itália
37ª- 3/5 de Maio, 1988: Telfs-Buchen, Áustria
38ª- 12/14 de Maio, 1989: La Toja, Espanha
39ª- 11/13 de Maio, 1990: Glen Cove, Nova York, EUA
40ª- 6/9 de Junho, 1991: Baden-Baden, Alemanha
41ª- 21/24 de Maio, 1992: Evian-les-Bains, França
42ª- 22/25 de Abril, 1993: Atenas, Grécia
43ª- 3/5 de Junho, 1994: Helsínquia, Finlândia
44ª- 8/11 de Junho, 1995: Zurique, Suíça
45ª- 30 de Maio / 2 de Junho, 1996: Toronto, Canadá
46ª- 12/15 de Junho, 1997: Lake Lanier, Geórgia, EUA
47ª- 14/17 de Maio, 1998: Turnberry, Ayrshire, Escócia
48ª- 3/6 de Junho, 1999: Sintra, Portugal
49ª- 1/4 de Junho, 2000: Genval, Bruxelas, Bélgica
50ª- 24/27 de Maio, 2001: Gothenburg, Suécia
51ª- 30 de Maio / 2 de Junho, 2002: Chantilly, Virgínia, EUA
52ª- 15/18 de Maio, 2003: Versalhes, França
53ª- 3/6 de Junho, 2004: Stresa, Itália
54ª- 5/8 de Maio, 2005: Rottach-Egern, Alemanha
55ª- 8/11 de Junho, 2006: Otava, Canadá
56ª- 31 de Maio / 3 de Junho, 2007: Istambul, Turquia
57ª- 5/8 de Junho, 2008: Chantilly, Virgínia, EUA “ Westfields Marriot Hotel ”
58ª- 14/17 de Maio, 2009: Vouliagmeni, Grécia ” Nafsika Astir Palace Hotel “
Toda a Verdade sobre o Clube Bilderberg
Daniel Estulin Edição “ Europa América”

ORGANIZAÇÃO “ILLUMINATI”
Grupo de Sociedades Secretas (Secret Societies Group)
Franco-maçonaria (Freemasonry)
Grande Loja do Oriente (Grand Orient Lodge)
Grande Loja Alpina (Grand Alpina Lodge)
Caveira & Ossos (Skull & Bones)
Cavaleiros Templários (Knights Templar)
( Royal Order of the Garter )
Priorado do Sião (Priory of Sion)
Rosacruz (Rosicrucians)

Bancos e Grupos Financeiros ( Bannking and Money Group )
Bancos Centrais Internacionais ( International Money Center Banks )
Bancos Centrais ( Central Banks )
Fundo Monetário Internacional ( International Monetary Fund )
Banco Mundial ( World Bank )
Banco de Compensações Internacionais ( International Bank of Settlements )
Banco Mundial de Conservação ( World Conservation Bank )
Corporações Multinacionais ( Multinacional Corporations )
Fundações ( Foudations )

Grupos Políticos ( Political Group )
Líderes de Governos Nacionais (National Government Leaders)
Organização das Nações Unidas (United Nations)
Bilderbergs
Comissão Trilateral “CT” (Trilateral Commission)
Conselho de Relações Exteriores “CFR” (Council on Foreign Relations)
Clube de Roma (Club of Rome)
Comité dos 300
Instituto Aspen (Aspen Institute)
Clube Bosque da Boémia (Bohemian Grove)
Federações Regionais (NATO, EEC, etc.) (Regional Federations)
União Internacional do Trabalho (International Labor Unions)



Serviços Secretos ( Intelligence Group )
CIA
KGB
GRU
Serviços Secretos Britânicos (British Intelligence)
Máfia / Crime Organizado (Mafia / Organized Crime)
Cartéis de Droga (Drug Cartels)
Interpol
Partido Comunista (Communist Party)

Grupos Religiosos ( Religious Group )
Conselho Mundial das Igrejas (World Council of Churches)
Conselho Nacional das Igrejas (National Council of Churches)
Parlamento Mundial das Religiões (World Parliament of Religions)
Vaticano (Vaticano / SMOM)
Cultura New Age / Grupos (New Age Cults / Groups)
Protestantes Liberais (Liberal Protestant)
Denominações (Denominations)
Unidade da Igreja (Unity Church)
Igreja Unitária / Universalista (Unitarian / Universalist Church)
Fé Baha`i (Baha`i)
Templo do Entendimento (Temple of Understanding)


Grupos Educacionais ( Education Group )
UNESCO
Grupos de Manutenção de Paz Mundial (World Peace Groups)
Congresso Planetário (Planetary Congress)
Associações Federalistas Mundiais (World Federalist Association)
Constituição e Associações Parlamentares Mundiais (World Constitution and Parliamentary Assoc.)
Grupos Ambientais (Enviromental Groups)
(Lucis Trust)
(World Goodwill)
União Mundial (World Union)
Instituto Esalen (Esalen Institute)
Mídia (Media Estabishments)
http://maestroney.orgfree.com/maestro/os-iluminati.htm

COMO ESTÁ SENDO IMPLEMENTADO O “GOVERNO MUNDIAL” DA NOVA ORDEM

“Nós iremos ter um Governo Mundial, quer gostemos, quer não.
A única questão é saber se esse Governo Mundial será atingido através de conquista
ou consentido.”
Paul Warburg; membro do “ Council on Foreign Relations”
/ Arquitecto da Reserva Federal
A UE e o Tratado de Lisboa - O tratado de Lisboa, é um tratado polémico, por essa razão foi aprovado em Portugal sem ser referendado ou dado conhecimento aos Portugueses dos seus objectivos e conteúdos, é um atentado à nossa soberania e uma traição à liberdade dos Portugueses.
O tratado de Lisboa, em termos gerais não é mais que um negócio, os mesmos autores da Grande Depressão do Séc XXI, são os mesmos autores do Tratado de Lisboa, os nossos políticos e os restantes políticos dos países da UE que assinaram o Tratado, estão a vender os seus países ao Cartel Bancário Internacional, prova disso, são alguns artigos que achei relevantes, retirados do Protocolo Relativo Aos Estatutos do Sistema Europeu de Bancos Centrais e do Banco Central Europeu (1992), integrado no Tratado de Lisboa, do qual vou salientar para justificar as minhas afirmações.

PROTOCOLO RELATIVO AOS ESTATUTOS DO SISTEMA EUROPEU DE
BANCOS CENTRAIS E DO BANCO CENTRAL EUROPEU (1992)

CAPÍTULO III
ORGANIZAÇÃO DO SEBC

(SEBC) – Sistema Europeu de Bancos Centrais
Artigo 7.º

Independência

De acordo com o disposto no artigo 130.º do Tratado sobre o Funcionamento da União
Europeia, no exercício dos poderes e no cumprimento das atribuições e deveres que lhes
são cometidos pelos Tratados e pelos presentes Estatutos, o BCE, os bancos centrais
nacionais ou qualquer membro dos respectivos órgãos de decisão não podem solicitar ou receber instruções das instituições, órgãos ou organismos da União, dos governos dos Estados-Membros ou de qualquer outra entidade. As instituições, órgãos ou organismos da União, bem como os governos dos Estados-Membros, comprometem-se a respeitar este princípio e a não procurar influenciar os membros dos órgãos de decisão do BCE ou dos bancos centrais nacionais no exercício das suas funções.
Artigo 9.º

O Banco Central Europeu

9.º-1. O BCE, que, de acordo com o disposto no n.º 3 do artigo 282.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia tem personalidade jurídica, goza, em cada um dos Estados-Membros, da mais ampla capacidade jurídica reconhecida às pessoas colectivas pelas legislações nacionais, podendo designadamente adquirir ou alienar bens móveis e imóveis e estar em juízo.

Artigo 12.º

Responsabilidades dos órgãos de decisão

12.º-1. O Conselho do BCE adopta as orientações e toma as decisões necessárias ao
desempenho das atribuições cometidas ao SEBC pelos Tratados e pelos presentes Estatutos.

O Conselho do BCE define a política monetária da União incluindo, quando for caso disso, as decisões respeitantes a objectivos monetários intermédios, taxas de juro básicas e aprovisionamento de reservas no SEBC, estabelecendo as orientações necessárias à respectiva execução.

A Comissão Executiva executa a política monetária de acordo com as orientações e
decisões estabelecidas pelo Conselho do BCE. Para tal, a Comissão Executiva dá as
instruções necessárias aos bancos centrais nacionais. Além disso, podem ser delegadas na Comissão Executiva certas competências, caso o Conselho do BCE assim o decida.

Na medida em que tal seja considerado possível e adequado e sem prejuízo do disposto no
presente artigo, o BCE recorrerá aos bancos centrais nacionais para que estes efectuem
operações que sejam do âmbito das atribuições do SEBC.

Artigo 19.º

Reservas mínimas

19.º-1. Sem prejuízo do disposto no artigo 2.º, o BCE pode exigir que as instituições de
crédito estabelecidas nos Estados-Membros constituam reservas mínimas junto do BCE e dos bancos centrais nacionais, para prossecução dos objectivos de política monetária.

Podem ser fixadas pelo Conselho do BCE regras relativas ao cálculo e determinação das reservas mínimas obrigatórias. Em caso de não cumprimento, o BCE pode cobrar juros, a título de penalização, e impor outras sanções de efeito equivalente.




Artigo 21.º

Operações com entidades do sector público

21.º-1. De acordo com o disposto no artigo 123.º do Tratado sobre o Funcionamento da
União Europeia, é proibida a concessão de créditos sob a forma de descobertos ou sob
qualquer outra forma pelo BCE ou pelos bancos centrais nacionais, em benefício de
instituições, órgãos ou organismos da União, das administrações centrais, das autoridades regionais ou locais, de outras autoridades públicas ou outros organismos do sector público ou empresas públicas dos Estados-Membros. É igualmente proibida a compra directa de títulos de dívida a essas entidades pelo BCE ou pelos bancos centrais nacionais.

O Tratado de Lisboa, na sua versão integral, encontra-se publicado para consulta em:
http://www.eu2007.pt/NR/rdonlyres/1D96311C-F90D-4E97-B355-DFEA0DD1ABEA/0/TLconsolidado.pdf

À semelhança da UE, em 2005, foi feito um acordo entre o Canadá, o México e os Estados Unidos.
Este acordo que não veio a público, nem foi regulamentado pelo Congresso dos EUA, funde os Estados Unidos, o Canadá e o México, numa só entidade, sem fronteiras, com uma moeda única, o “Amero”, de modo a constituir a chamada União da América do Norte.
O resultado da política de fronteiras abertas da administração Bush e a decisão de ignorar o reforço das leis de imigração do país, é parte de uma agenda mais alargada, que está em curso, dividir o mundo em Uniões Federativas, governadas por Bancos Centrais independentes.
Por outro lado na Ásia, já foi dado o primeiro passo a independência do Banco Central do Japão, que actualmente pertence ao Cartel Bancário Internacional e sendo assim seria através do Japão que iria ser criada a União Asiática, felizmente o processo atrasou-se porque a economia Japonesa foi ultrapassada pela poderosa economia Chinesa.
Após a divisão do Mundo em Uniões Federativas, manipuladas pelo Cartel Bancário Internacional, estas Federações associar-se-iam, para fazer frente a diversos problemas comuns entre elas o “Ambiente” e assim à semelhança da ONU, formar-se-ia uma organização federativa, com poder legislativo, executivo e judicial, dotado de um exército à semelhança da ONU,que em vez de ser uma força multinacional de manutenção da paz, passa a ser uma força multifederativa de manutenção da ordem, uma força esmagadora capaz de inibir qualquer exército inimigo.



Aaron Russo, cineasta e ex-político, depois de manter uma amizade próxima com Nicholas Rockefeller, Aaron rompeu com essa ligação, aterrorizado com o que ficou a saber sobre os Rockefellers e suas ambições.

Declaração de Aaron Russo:

Um dia destes, recebi uma chamada da senhora Terry, que conhecia e ela disse-me:
“Queres conhecer um dos Rockefellers?”
Eu disse: “Claro, adorava.”
Tornámo-nos amigos e ele começou-me a divulgar imensas coisas e numa noite, ele disse-me:
“ Vai acontecer um evento, Aaron e depois desse evento verás que nós vamos para o Afeganistão, para podermos colocar pipelines no Mar Cáspio, depois iremos para o Iraque, buscar o petróleo e estabelecer uma base no Médio Oriente e depois vamos para a Venezuela, livrarmo-nos do Chávez.”
As duas primeiras já foram cumpridas, Chávez ainda não.
E ele disse: “ Vais ver malta entrar dentro de grutas à procura de pessoas, que nunca irão encontrar.”
Sabes, ele ria-se sobre esta imaginária guerra ao terror e sem nenhum inimigo real.
Ele estava a falar sobre, como ao travar esta guerra ao terror, nunca se poderá ganhá-la, porque será uma guerra eterna, para que se possa sempre tirar a liberdade às pessoas.
E eu disse: “ Mas como vais convender as pessoas que esta guerra é real?”
Ele disse: “ Através dos mídia… os mídia conseguem convencer toda a gente que tudo pareça real.
Vai-se falando acerca das coisas e repetindo-as vezes e vezes sem conta, até que as pessoas vão começando a acreditar
Tu sabes, eles criaram a Reserva Federal em 1913 através de mentiras.
Criaram o 9/11, que foi outra mentira.
Através do 9/11, está-se a travar uma guerra ao terror e de repente, já estás no Iraque, que foi outra mentira e agora vão para o Irão.
Uma coisa leva à outra, que leva à outra e assim por diante…”
E eu perguntei-lhe: “ Mas porque querem fazer isso? Qual é que é o objectivo? Vocês já têm todo o dinheiro do mundo, têm todo o poder, vocês estão a magoar as pessoas, isso não é coisa que se faça. “
E ele disse: “ Para que queres saber das pessoas? Toma conta de ti próprio e toma conta da tua família.”
E eu disse-lhe: “ E qual é o objectivo principal disto tudo?”
E respondeu: “ O principal é chipar todas as pessoas do mundo com um RFID. E ter todo o dinheiro transacionado, através disso e fazer tudo através desses chips e se alguém quiser protestar sobre alguma coisa ou violar os nossos interesses, apenas desligamos o seu chip.”

CONSIDERAÇÕES SOBRE A POLÍTICA MUNDIAL ACTUAL
Realizou- se entre os passados dias 14 e 17 de Maio de 2009, no Hotel 5 estrelas “Nafsika Astir Palace Hotel”, na Grécia, a Conferência anual do Clube Bilderberg, para definir a sua “Agenda 2009”.
Segundo o activista anti-globalização Alex Jones do sítio Web: Prision Planet, os Elitistas estão divididos sobre, o facto de deixar a economia afundar rapidamente e substituí-la com a Nova Ordem Mundial ou por em marcha uma longa e agonizante depressão.
Por um lado o facto de estarem divididos, é muito bom porque enfraquece e gera roturas internas, por outro lado, qualquer uma das duas decisões acabará sempre com a implementação da Nova Ordem Mundial, apenas estão a definir se a economia vai ao fundo de uma vez por todas ou se lentamente.
Se a resolução adoptada for a da lenta e agonizante depressão, é sempre uma dúvida porque não se sabe como a população mundial vai reagir e até lá, muita coisa pode acontecer em termos de descontentamento popular, revoltas, etc. Se optarem por deixar a economia afundar rapidamente, é melhor que estejamos preparados para enfrentar o pior dentro de um curto espaço de tempo, a Terceira Guerra Mundial, porquê:
Nas declarações de Pike a Mazzini, em 1871, a Nova Ordem Mundial surgiria depois da Terceira Guerra Mundial sendo esta dirigida de modo que o Islão e o Sionismo político (Israel) se destruíssem mutuamente e os países mundiais divididos entravam num confronto até à exaustão total e depois de tudo isto estavam reunidas as condições necessárias para o sucesso da implementação da Nova Ordem Mundial “ Ordem depois do Caos”. Tudo isto é coincidente com as profecias bíblicas com mais de 2000 anos, quando afirma que no final dos tempos em Israel não ficará pedra sobre pedra.
Se a estratégia a adaptar for o de afundar rapidamente a economia mundial, de certeza que os serviços secretos Norte Americanos, iram estrategicamente manipular a politica internacional, de modo a provocar um conflito entre os árabes e Israel ou uma agressão militar, dos EUA à Coreia do Norte ou ao Irão, em caso de agressão, é mais provável que seja ao Irão, pelas razões que já foram salientadas a fim de despoletar a Terceira Guerra Mundial.
Por outro lado a diplomacia dos EUA, está estrategicamente a tentar negociar acordo de cooperação com a China, por duas razões, para que esta não interfira em caso de agressão militar levada a efeito pelos EUA através da ONU e a outra razão, tem a ver com o crescimento económico da China nos últimos anos, uma tentativa de os cartéis bancários internacionais tentarem fomentar a União Asiática de acordo com seus planos traçados através dos tempos.
A política do presidente Obama, não é muito diferente da política de Bush, porque os mesmos que colocaram Obama no poder, são os mesmos que colocaram Bush, o que quer dizer que a política a seguir é a política deles, a eleição do Obama “ primeiro presidente mestiço dos EUA” tem como objectivo garantir o apoio mundial de massas, o que implica que estão a preparar um duro golpe contra a humanidade.
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